segunda-feira, maio 17, 2021

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Aeroporto de Maringá é base da Operação Ágata 5

Destaques

Guilherme Poggiohttp://www.aereo.jor.br
Membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

Clóvis Augusto Melo

O Aeroporto Regional Silvio Name Júnior, em Maringá, é uma das bases de operações da Operação Ágata 5, lançada na manhã desta segunda-feira (6), na região da tríplice fronteira. O aeroporto recebe aeronaves da Força Aérea Brasileira, que participa juntamente com a Marinha e o Exército da operação.

O objetivo da Operação Ágata 5, lançada pelo Ministério da Defesa, com a participação de diversos órgãos governamentais, é combater atividades ilegais e aumentar a presença do Estado na região de fronteira do Brasil com a Bolívia, Paraguai, Argentina e Uruguai.

Em sua 5ª edição, a operação Ágata conta com 434 militares da Força Aérea Brasileira diretamente envolvidos e mais 7.159 prestando apoio indireto. Ao todo são cerca de 25 aeronaves que irão cumprir missões como reconhecimento, policiamento do espaço aéreo, transporte e busca e salvamento.

Além de Maringá, aeródromos das cidades de Campo Grande (MS), Dourados (MS), Cascavel (PR), Santa Maria (RS) e Santa Rosa (RS) são utilizados no suporte às ações. O quartel-general da FAB na Ágata 5 fica na Base Aérea de Canoas (RS).

O comandante da FAB na Ágata 5 considera que a operação vai trazer mais segurança para a região de fronteira . “Nosso objetivo principal é impedir que o espaço aéreo seja utilizado para atividades ilegais como narcotráfico e contrabando” afirma o Major Brigadeiro do Ar José Geraldo Ferreira Malta. Segundo ele, a Aeronáutica vai ter muita atividade na operação Ágata 5. “Estamos atuando em três frentes: nas ações diretas da FAB contra o crime, no apoio aos demais órgãos governamentais que precisam atuar na região e no apoio à população que vive na região com ações de saúde e culturais” revela.

Para a operação Ágata 5 a FAB mobilizou aviões, helicópteros e aeronaves remotamente pilotadas (ARP), também conhecidas como veículos aéreos não tripulados (VANT). Unidades de apoio e de segurança e defesa vão atuar a partir de diversas cidades da região. Militares e máquinas permanecerão prontos para missões de apoio a tropas terrestres, reconhecimento de áreas de interesse e identificação de suspeitos, reabastecimento de aeronaves em voo, interceptação de voos ilícitos e vigilância.

FONTE/FOTO: O Diário/Leandro Corbelo

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