terça-feira, agosto 3, 2021

Gripen para o Brasil

Goodrich selecionada mais uma vez para o programa KC-390

Destaques

Guilherme Poggiohttp://www.aereo.jor.br
Membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

A Goodrich Corporation foi selecionada para fornecer o sistema de dados atmosféricos, o detector de gelo, controlador de proteção contra gelo no parabrisas e o sistema de controle e aferição da quantidade de combustível para o KC-390 da Embraer. Entregas iniciais estão previstas para começar em 2013. Os sistemas serão fornecidos pela equipe de Sensores e Integração de Sistemas da Goodrich em Minnesota e Vermont.

O sistema de dados atmosféricos inclui o produto multi-funções SmartProbe e sensores de temperatura do ar. O avançado sistema de dados SmartProbe fornece todos os dados atmosféricos críticos para o sistema de controle de vôo da aeronave, displays e outros sistemas que dependem dessas informações. O sistema de dados atmosféricos SmartProbe integra sensores multi-funções, sensores de pressão de ar e computador de processamento de dados. A eliminação de linhas pneumáticas reduz o custo do sistema, o peso e a complexidade. A integração completa melhora a confiabilidade do sistema, manutenção e desempenho.

Os detectores de gelo avisam os tripulantes sobre a acumulação de gelo para que seja acionado o sistema de proteção contra gelo. Internamente montados, eles permitem que o vidro do parabrisas e as janelas laterais do cockpit fiquem livres da condensação e do gelo, e ajudam a conservar energia, regulando e distribuindo apenas o nível de energia necessária para as condições existentes.

O mostrador da quantidade de combustível e o seu sistema de controle fornecem dados importantes sobre a quantidade de combustível de bordo. O sistema é otimizado para o controle da cabina de pilotagem tanto no solo como em voo, abastecendo ou desabastecimedo. Um sistema de auto-teste e detecção de falha está integrado ao sistema.

A Goodrich já havia sido selecionada pela Embraer para projetar e fabricar atuadores eletro-hidrostáticos (EHAs) no estado da arte, atuadores eletro-hidrostáticos backup (EBHAs), atuadores eletrônicos e controles elétricos totalmente integrado para o sistema fly-by-wire de controle primário vôo da aeronave.

FONTE: Goodrich

TRADUÇÃO E ADAPTAÇÃO: Poder Aéreo

NOTA DO EDITOR: a norte-americana Goodrich fornece uma diversidade de sistemas e equipamentos para diversos aviões militares e civis, incluindo o C-Series da Bombardier, o F-16 da Lockheed e o francês Rafale.

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Marcos

“Pensei” que o Rafale fosse todo francês “!”

Vader

Pois é! Mas o Rafale não é “100% francês”? 😉

Mauricio R.

Ah, é somente mais um bloquinho no avião de Lego…

asbueno

no meu tempo seria mais um bloco de Poly. Era feito de um plástico mais duro.

Esperemos que o desempenho da aeronave seja superlativo e, também, seus custos de operação e manutenção.

Mauricio R.

Vejamos antes se ao menos, vende.

Vader

Caro Penguin, excelente link.

Marcelo

Mauricio R. disse:
7 de maio de 2012 às 19:24

pois é né, Mauricio R, eu não sabia, mas segundo o seu raciocínio, o C-17 é 100% feito pela Boeing, em suas instalações, de cabo a rabo, e também, o C-130 é inteiramente feito pela Lockheed…quanto ao Rafale ter componentes americanos é normal, os UH-1Z e UH-1Y terão as miras no capacete Top Owl, da Thales. Portanto normal. EUA e França são aliados, apra quem não sabe…

Mauricio R.

Marcelo disse:
8 de maio de 2012 às 9:32

Sim de fato tanto o C-17 como o C-130 são sim 100% fabricados nas instalações da Boeing e da Lockheed respectivamente.
E sim, usam diversos componentes de terceiros (BAe, Elbit, etc…).
O que qndo citados, os franceses insistem em negar.

Vader

Marcelo disse: 8 de maio de 2012 às 9:32 Que hoje em dia todo mundo depende de todo o mundo é fato. Nem a Rússia fabrica mais 100% de seus caças. Nem mesmo os EUA. Simplesmente pelo fato aritmético de que não compensa financeiramente se investir em P&D para fabricar componentes redundantes que um fabricante de outro país faz melhor e por um preço muito mais barato. Assim, a tal “independência” plena que apregoa a propaganda enganosa da Dassault não existe em lugar nenhum do mundo. Trata-se de um apelo emocional e desarrazoado ao velho complexo de vira-lata tupiniquim, lobotomizado… Read more »

alphasr71a

Até os rolamentos são americanos no Rafale o.O

Fernando "Nunão" De Martini

Rolamentos americanos? De forma alguma, Alpha.

Como o Rafale é um caça genuinamente francês, ele faz “tonneau”, não faz “rolamento”

Justin Case

Amigos, Há muito que se sabe que o Rafale usa também componentes de empresas estrangeiras ou multinacionais. Essa escolha não é uma carência tecnológica. Tem fundamento apenas econômico. Não há tecnologia crítica de interesse em atuadores ou servos. Podemos até usar brasileiros, desde que comprovem a qualidade adequada para uso aeronáutico. Vamos desenvolver, capacitar uma empresa e produzir a absurda quantidade de 36 pares!? Se alguém tiver curiosidade, poderá ver que a multinacional Goodrich deve ter em torno de uma dezena de estabelecimentos e produção somente na França. Vejam também a enorme quantidade de componentes e até sistemas franceses no… Read more »

Ivan

Justeau Cas, Sou ‘quase’ velhinho e apesar de ter andado de ‘skate’ ainda ouvi falar em carrinho de ‘rolimã’ (meu pai dizia que era muito bom nas ladeiras de Garanhuns…). Uma feliz lembrança. Outra boa é reconhecer que o Rafale, como a maioria dos caças ocidentais, usa componentes estrangeiros, com os fundamentos que vc citou agora, mas que é repetido a muito tempo por tantos. Como vc corretamente escreveu: “Há muito que se sabe…” A questão é que os franceses da Dassault e o consórcio Rafale ficam pregado formalmente e informalmente uma “independência” como um mantra sagrado com intenções sofismáticas.… Read more »

Justin Case

Ivan, Para tirar sua dúvida, o sujeito da oração é “nós brasileiros” que podemos até… Quanto ao Rafale, os sistemas são franceses de concepção e propriedade: MOTOR, RADAR, CONTRAMEDIDAS, ARMAMENTOS, COMUNICAÇÃO, DISPLAYS, COMANDOS DE VOO, além da concepção, do software, dos simuladores, dos processos, dos software tools… Você pode até procurar algumas cositas ditas de uso internacional, normalmente produzidas por multinacionais, na França, para o Rafale e também para outras aeronaves/sistemas. Vai encontrar assentos ejetáveis, selantes, lubrificantes, pequenos componentes de sistemas utilitários, etc. Por favor, não diga que o Rafale depende dos suíços só porque a Dassault resolveu terceirizar a… Read more »

Ivan

Perdoe minha incompreensão do texto.
É que fica um pouco diferente a construção da frase com:
“nós brasileiros” … “podemos até usar brasileiros”.

Certamente é apenas um detalhe de semântica sem importância que não entendi.

No mais penso que é melhor ser sócio que ‘parceiro estratégico’ em condição de inferioridade. Mas é apenas a opnião de um antigo entusiasta.

Abç,
Ivan.

Justin Case

Ivan, Deve ser o horário. Não consigo explicar que o primeiro é o sujeito oculto nós e o segundo é o adjetivo da origem dos equipamentos. Amanhã eu tento de novo. A parceria com um sócio de nível igual ao seu (ou levemente superior, mas sem grandes perspectivas individuais) dificilmente poderia acelerar seu crescimento ou levá-lo para o estado da arte. A ideia de fazer parceria com um outro mais desenvolvido não é para que nos sintamos inferiores. O objetivo é que alcancemos rapidamente o mesmo nível do parceiro e continuemos crescendo juntos em projetos futuros. O que você acha… Read more »

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