segunda-feira, agosto 2, 2021

Gripen para o Brasil

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Desfile de Tejas, à moda indiana

Destaques

Fernando "Nunão" De Martini
Pesquisador de História da Ciência, Técnica e Tecnologia, membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

Curiosa foto de desfile militar apresentando o modelo biposto do caça leve indiano, batizado de Tejas Trainer, via Ministério da Defesa da Índia. A imagem é de 23 de janeiro do ano passado, tirada no ” Republic Day Parade-2011″, em Nova Déli.

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Giordani RS

Curiosa? Tá parecendo a festa da uva em Caxias do Sul!!!

Três cabides subalares nessa asinha? As vantagens de uma asa em delta…

Os indianos conseguiram, de certa forma, solucionar um dos defeitos dos caças pequenos, que é o trem de pouso totalmente na fuselagem, ao contrário do F-5, que ao se apoiar nas asas, matou uma estação…

Giordani RS

Perfect! You win!

São vantagens e desvantagens. Os técnicos da Northrop queimaram as sombrancelhas, mas conseguiram um ótimo resultado no trem do Hornet…herança do N-102 Fang…herança de como não fazer! Hehehe…

Penso que o maior absurdo(e porquê não, erro de projeto?) foi o trem do BAC Lightining. Simplesmente matou toda e qualquer capacidade de carga subalar…depois no final de carreira é que inventaram aquelas gambiarras…

Mas para o Tejas usar todos os pilones, só quando o céu estiver livre de inimigos, assim como o F(orevis)-5…

Antonio M

Se formos de Rafale, é assim que ele participará dos desfiles de 7 de setembro …..

Mauricio R.

“…e mais as estações laterais da fuselagem do estilo do Mirage 2000.”

Opinião pessoal, eu diria que essas posições são reminicentes do Phantom, uma vez que são conformativas, as do M-2000 usam pilones.

“…é que ele não tem trilhos nas pontas das asas, espaço que é ocupado por equipamentos de guerra eletrônica.”

Esses pods nas ptas das asas do Typhoon, não teriam a mesma função que as “cenouras do Kuchemann”, nas asas do bombardeiro Victor???
Ah, trilhos nas ptas das asa, geram spikes e portanto dão retorno de radar.
Ainda mais c/ aquele Mica, inútil e decrépito lá.

Mauricio R.

O trem de pouso do BAC Lightning recolhendo p/ fora, eliminava a ocorrência de flutter nas ptas das asas, pois tornava-a mais “grossa”.

Ricardo Cascaldi

Parece que temos um míssil torto no segundo pilone desse brinquedo. Só impressão ou é verdade? 😀

Clésio Luiz

O Lightning é, para mim, um dos piores casos de “packaging” em um caça. Basta dizer que, tendo basicamente os mesmos pesos, dimensões e potência dos motores que o Phantom, o Lightning tem apenas metade do alcance e um quarto da carga de armamento do rival americano. A seu favor ele é um pouco melhor em aceleração e tem visibilidade melhor para trás, e só.

Marcos

Olhando a imagem dá para entender o motivo de terem escolhido o Rafale: o alopramento é geral.

Eu teria vergonha de ter feito isso.

joseboscojr

Joãozinho 30 foi o engenheiro chefe.

Giordani RS

“I win o escambau! Pode continuar a conversa!”

Insert Coin…
1P!

Mas é interessante notar, que o Harrier, mesmo diminuto, possui mais estações subalares que o A-4 e o F-5!

Sobre o flutter, só se elimina ele com pesinhos…um chumbinho aqui…um chumbinho ali…
O Typhoon era bonito com a asa delta recurvada, tipo concorde…
A Boeing é que descobriu(não sei quem descobriu, mas foi a boeing que introduziu essa forma) que os motores pendurados ajudam no anti-flutter…

Ivan

Nunão, “…a possibilidade do Typhoon eventualmente poder cumprir alguns tipos de missão ar-ar sem qualquer míssil ou tanque externo sob as asas, apenas os quatro semi-embutidos nas quatro estações da fuselagem…” Com essa configuração o Typhoon teria o RCS próximo daquele que é indicado nas publicações, algo em torno de 0,75 como Rafales e Gripens. Interessante observar que só assim as aeronaves de geração inferior a 5ª preservam o RCS anunciado. Entretanto uma questão interessante nesta sua ‘simulação’ é a limitação de combustível, pois internamente o Typhoon transporta apenas 5.600 litros (algo em torno de 4,5 toneladas). Uma solução poderia… Read more »

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