sábado, fevereiro 27, 2021

Gripen para o Brasil

Novas asas para os Falcons noruegueses aguentarem até a chegada do F-35

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Guilherme Poggiohttp://www.aereo.jor.br
Membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

Julie Ryland

Os caças F-16 da Forças Aérea da Noruega serão modernizados com novas asas para voarem por mais alguns anos até que os novos F-35 encomendados cheguem e estejam prontos para voar dentro de oito anos.

Caso tudo ocorra como planejado os primeiros F-35 pousarão na Noruega em 2018, dois anos após o plano inicial. Outros dois anos serão necessários até que os aviões estejam operacionais.

Em2023 todos os F-16 deverão estar aposentados e a Força Aérea da Noruega contará apenas com os F-35 (57 encomendados). Até la, todos os F-16 necessitarão de novas asas para que permaneçam operacionais. Os gastos para mantê-los operacionais são classificados.

Com novas asas em 2014, os caças poderão operar por mais dez anos, de acordo com Jørn Hoelsæther, chefe da organização responsável pela logística de defesa da Noruega (FLO). Os jatos foram continuamente atualizados nos últimos anos. Os instrumentos do painel foram modernizados e os motores foram atualizados nos anos 90. Mesmo assim, a estrutura terá 40 anos em 2020.

A Noruega está entre os primeiros países que receberão o F-35, mas caso ocorram novos atrasos haverá uma janela muito apertada antes que os F-16 tenham que ser aposentados por segurança.

“Nós voamos os aviões de uma maneira diferente da qual estamos acostumados. Eles decolaram e pousaram com uma carga grande de bombas, causando um desgaste maior”, explica Hoelsæther.

FONTE: The Norway Post

NOTA DO EDITOR: arrisco dizer que qualquer nação que pretenda empregar seus F-16 A/B além de 2020 terá que custear programas de recuperação e revitalização da estrutura, em especial das asas. O programa de modernização dos F-16 noruegueses ainda serve de alerta para aqueles que sonham com a compra de F-16 usados (modelos A/B mais antigos) no mercado internacional, gastando pouco e empregando o caça por mais dez anos.

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