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O F-5 nunca morre

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Clique na imagem para ver o Saeqeh, a versão modificada do F-5E do Irã. Será que ele voa melhor com cauda dupla? O Brasil conseguiria fazer uma modificação desse nível no F-5?

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Clésio Luiz
Clésio Luiz
8 anos atrás

Uma coisa interessante desse Saeqeh é a ausência dos trilhos de misseis na ponta das asas. Eu lembro que se dizia que no F-5 eles tinham função anti-flutter. Será que os iranianos conseguiram aumentar a rigidez da asa a ponto de dispensar os trilhos?

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
8 anos atrás

Clésio, outras coisas interessantes e sutis são a nova posição do tubo pitot e o fato do caça (se não for só um caso de um pouco mais de tinta preta, é claro…) já ter um radome de maiores proporções quando comparado a um F-5E normal. Reparar que o radome já começa imediatamente à frente do cano do canhão, como nos F-5M da FAB: http://www.aereo.jor.br/2011/11/08/pama-sp-2011-comparando-os-novos-e-os-velhos-bicos-dos-bicudos/ Outra mudança mais fácil de ver é a tomada de ar. Nesse ângulo é difícil perceber, mas talvez a extensão do bordo de ataque na raiz das asas também é maior. As tubeiras / área… Read more »

Vader
8 anos atrás

Eu não tenho a menor, a mais remota, a mais minúscula dúvida de que nossos F-5EM são infinitamente melhores, mais capazes e mortíferos do que essa estrovenga dos aiatolás.

Se é para comparar com aeronaves modificadas, sou muito mais esse aqui:

http://vaderbrasil.blogspot.com/2011/06/aidc-f-ck-1-ching-kuo-o-f-16-chines.html

Edgar
Admin
8 anos atrás

Aproveitando-se da dica do Nunão no comentário deste post: http://www.aereo.jor.br/2011/11/15/f-20-um-f-5e-sem-defeito/#comments gostaria de que os colegas discutissem qual seria a viabilidade de adquirirmos e investirmos no projeto do F-20 para a criação de uma nova aeronave, tendo em vista o know-how que possuímos de todos esses anos de operação e modernização dos nossos F-5, o total desinteresse da banda podre desse país e a inevitável necessidade de a FAB utilizar-se apenas de seus próprios recursos para quaisquer tipos de investimentos.

Ivan
Ivan
8 anos atrás

Vader e Edgar, Não precisamos de FCK-1 Ching Kuo chinês, nem do J-10 da outra China, nem do Saeqeh iraniano ou mesmo dos Thunder paquistaneses. Também é totalmente desnecessário recriar o F-20 Tigershark com uma nova turbina General Eletric F-414, colcar um par de tanques conformais ou dar ao mesmo uma aviônica moderna ou comandos ‘meio’ flybywire. A solução para um caça ½ indígena com custos de produção e opearação toleráveis já foi oferecida no F-X2. E já vem com a excelente turbina da GE, que por incrível que pareça já está instalada em Petrópolis, no Rio de Janeiro. É… Read more »

Rogério
Rogério
8 anos atrás

Ótimo comentário Ivan, tb sempre pensei assim, esse blá blá blá de quem é melhor no df, sempre achei besteira, os suecos nos ofereceram a co-propriedade do projeto, é humilde, mais diminuiriamos o gap tecnologico que só aumentou nas decadas de 80 e 90, já com o RAfail seria a compra de prateleira mais cara e inutil de todas, pois nem usaríamos os nossos mísseis, apenas os franceses.

[]s

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
8 anos atrás

Ivan, Respondi essa questão pra você na matéria do F-20, mas acho que vale a pena reproduzir a resposta aqui, pois acho essa nova matéria mais pertinente (já que o próprio texto pergunta sobre possibilidades de mexer no F-5 como os iranianos fizeram): Ivan, Estava apenas respondendo ao Edgar. Longe de mim defender o JF-17 na FAB, com todo o respeito que ele merece, assim como os responsáveis por seu desenvolvimento. Mas, como você tocou no assunto… A princípio, acho que não precisaríamos, pois, como você, também vejo com bons olhos o Gripen para o F-X2, desde o F-X1 (quando… Read more »

Vader
8 anos atrás

Ivan disse: 15 de novembro de 2011 às 20:20 Ivan, não mencionei o Ching Kuo como proposta para a FAB não. Apenas quis mostrar que, solução estrambólica por solução estrambólica, sou muito mais modificar um F-16 do que um F-5. Um outro excelente exemplo seria, a propósito, o Mitsubishi F-2 japonês, que em muitos aspectos consegue ser ainda superior ao “original”. No meu entendimento essa porcaria iraniana duraria hoje, se muito, dez minutos minutos em combate contra um F-5EM bem armado e dotado do que há de mais moderno em matéria eletrônica. Contra qualquer aeronave melhorzinha acho que nem mesmo… Read more »

Vader
8 anos atrás

Ah sim, deixo a pergunta: porque será que os aiatolás tentaram emular a pintura dos Blue Angels? 🙂

Edgar
Admin
8 anos atrás

Vader, Nunão e Ivan,

Levando-se em consideração a inércia previsível de nossos caciques corruptos, seria possível para a FAB entrar no projeto do NG sem a necessidade da caneta da Sra. Vana?

Vader
8 anos atrás

Edgar disse:
15 de novembro de 2011 às 22:10

Prezado Edgar, a FAB não tem sequer um único bilhão, quanto mais meia dúzia deles.

Sds.

Marcelo
Marcelo
8 anos atrás

“O Brasil conseguiria fazer uma modificação desse nível no F-5?”

Nem uma cópia 100% nova acredito que seja…deve ser apenas um F-5E modificado estruturalmente. O recheio não deve ter mudado nada. Mais, quem garante que essas 2 caudas são melhores que uma? Tenho certeza que os nossos F-5EM são muitíssimo mais capazes e são (pelo menos isso) os melhores F-5 voando no mundo, hoje.

Observador
Observador
8 anos atrás

Voltando ao genérico iraniano…

Não ficou com um jeitão de Super-Hornet? Ainda mais com esta pintura dos Blue Angels.

glaison
glaison
7 anos atrás

Pega um F-5, põe cauda dupla e pintura dos Blue Angels: Temos um F-18. Supimpa. Obvio, como não pensamos nisso antes?!