quarta-feira, janeiro 26, 2022

Gripen para o Brasil

Brasileira sofre lobby

Destaques

Guilherme Poggiohttp://www.aereo.jor.br
Membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

Ari Cunha e Circe Cunha

Centro de Pesquisas da direita norte-americana está unido para atacar a Embraer e oferecer o contrato da americana Hawker Beechcraft. Jeffrey Mazzella considera apavorante “uma empresa subsidiada e controlada por governo estrangeiro, às vezes hostil aos interesses norte-americanos, produzir equipamentos de defesa dos EUA”. Diz ainda que “outra arma é o populismo em meio à crise dos Estados Unidos”. A Hawker pensa que, vencendo a concorrência, manterá 1.400 empregados, 800 deles no Kansas. A empresa informa que o Super Tucano vai se situar dentro das regras do programa Buy American, com 80% produzidos nos Estados Unidos. Diz mais: que o caso é semelhante ao da briga entre a Boeing e a europeia Airbus pelo contrato de sistema de reabastecimento aéreo de 18 aviões por US$ 3,5 bilhões. Vê-se que o tema não é sério, e deseja se aproveitar da situação para maior ganho em suas atividades. Tanto assim que, às vezes, fica contra os próprios Estados Unidos.

FONTE: Correio Braziliense, via Notimp

IMAGEM: Builtforthemission

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JapaMan

Não sei vocês, mas esse post me deixa animado, sabe porque? isso esta com cara de desespero, ninguém se preocupa com o que não tem potencial, ou seja acredito que o ST esta muito bem obrigado nessa concorrência, e os caras começaram a jogar sujo para tentar reverter a situação.

sds.

Marcelo

estão jogando sujo como a Boeing jogou sujo contra a EADS…realmente é muito difícil vender material militar lá, deve ser o lobby mais poderoso dos EUA. Carros conseguiram (Honda, Toyota, etc.), mas material de de defesa…

Mauricio R.

Jogar sujo???

Replicando essa situação aqui, é o mesmo que aquele orgão da FIESP, o Comdefesa, exigir reserva de mercado nas compras de materiais de defesa do Brasil.
Ou a Embraer recorrer a bancada do PT, p/ impor a compra de ERJ a FAB, isso depois de a força haver avaliado e selecionado o Lear Jet.
As regras são as deles, não a nossa falta de regras ou o “jeitinho”.

Mauricio R.

“…realmente é muito difícil vender material militar lá, deve ser o lobby mais poderoso dos EUA.”

A mesma EADS, supostamente sacaneada pela Boeing (?), através da Eurocopter, emplacou o Lakota UH-72.
E aí???

Storm Rider

Vamos ver quando a direita americana rever o tratado de reciprocidade Brasil-EUA funcionar, e as vendas do F-18 serem assim descartadas do FX2.

Corsario137

Eu fico com o companheiro Storm Rider.

Além do mais, não tem ninguém bonzinho no mercado. Como lembrou o Mauricio R., temos aqui nossa reserva de mercado também. O mesmo se aplica a Europa e a Israel. Não há nada de errado nisso, é lobby, e o melhor ganha.

Cada um joga com as armas que tem, e a nossa é a presença do F-18 no short list do FX2. O lobby da Boeing é maior do que o da Hawker, disso não tenho dúvida. Se a Embraer souber conduzir bem a situação, leva a concorrência.

jacubao

É aquele ditado, “uma mão lava a outra”. É só comprar os ST que nós compramos os SH. É bem simples!!!!! 😉

Mauricio R.

Duas questões, importantes:

1-) Não há toma lá, dá cá; ou vence a concorrência ou se perder, apela-se ao GAO.

2-) A Embraer não controla o processo, em momento algum.

No mais duvído que essa suposta “direita americana” vá rever algo de modo a inviabilizar a possível venda do SH ao Brasil, basta a economia americana continuar patinando e esses supostos direitistas “linha dura” terão que “amolecer” um pouco.

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