quarta-feira, setembro 22, 2021

Gripen para o Brasil

TRIP será a maior operadora de ATR do mundo

Destaques

Guilherme Poggiohttp://www.aereo.jor.br
Membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

Avaliada em US$ 903 milhões, o presidente da Trip Linhas Aéreas, José Mário Caprioli, anunciou nesta manhã em Campinas que finalizou a compra de 18 unidades do turboélice ATR 72-600, além da opção de compra de mais 22 unidades do mesmo modelo. O negócio transforma a aérea brasileira na maior operadora de ATR do mundo.

Das 18 unidades compradas, nove foram adquiridas diretamente da fabricante e nove foram adquiridas por meio de arrendamento operacional junto à Air Lease Corporation e Gecas.

O primeiro ATR 72-600 será entregue no próximo mês, e todos os aviões comprados estão configurados para atender 68 passageiros.

Em 2013, a Trip terá 50 aviões ATR 72-600 na frota. Hoje a maior frota de aviões desse modelo está nos Estados Unidos, com a American Eagle – 39 aeronaves.

FONTE: Panrotas

NOTA DO EDITOR: a Eagle, citada no texto, também foi uma das empresas que operou EMB-110 Bandeirante e EMB-120 Brasília em rotas regionais nos EUA.

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Vader

Essa aeronave é muito boa. Só escuto elogios a ela, tanto de passageiros quanto de tripulantes. Faz bem a TRIP em ampliar sua frota em torno dela.

edcreek

Olá,

Sem duvida muito boa aeronave, assim como o os ERJ da Azul que, porém os ATR levam vantagens em aeroportos com condições limitadas, por isso a preferencia da Trip por esse modelo.

Abraços,

Mauricio R.

Pq é mesmo que estamos fora, deste mercado???
Pois apesar dos jatos dominarem, tanto os ATR, como o Q-400, ainda vendem.
Por outro lado acho interessante, que ambas as aeronaves não tenham mta penetração no mercado militar.

Marco Antônio

Também não entendo pq a EMBRAER não enxerga neste mercado um potencial lucrativo…..parece que a empresa bateu no teto em “tamanho” de aeronaves pois, a partir de onde está, entraria em competição (não recomendável) com Airbus e Boeing. está na hora de voltar atenção aos turbohélices novamente, sem abandonar os E-jet’s e o segmento executivo. Isto se justifica mais ainda, tendo em vista os recentes lançamentos no mercado de concorrentes aos E-jet’s. A diversificação seria bem vinda. Pena que já perdeu grandes vendas ao mercado interno…..mas ainda há espaço.

Marco Antônio

Em tempo: a própria TRIP planeja operar E-jet’s conjuntamente com turbohélices, o que comprova que são mercados complementares na aviação civil e poderiam ser explorados simultaneamente pela EMBRAER.

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