terça-feira, junho 15, 2021

Gripen para o Brasil

Caças: Obama pode oferecer navios de ‘brinde’

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

O governo dos Estados Unidos prepara uma proposta que classifica como “irrecusável”, segundo fontes diplomáticas, para vender 36 aviões de combate F-18 à Força Aérea Brasileira. O presidente Barack Obama considera oferecer, durante a visita ao Brasil, de graça, uma espécie de “brinde” milionário: um número ainda não fixado de navios americanos quase novos, como contribuição para reequipar a Marinha do Brasil.

FONTE: coluna Cláudio Humberto FOTO: USN

NOTA DO EDITOR: o Poder Naval adiantou essa notícia com exclusividade no dia 9 de março.

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Guilherme Poggio

Eu acho que o Claudio Humberto anda lendo o Poder Naval

tplayer

Se for “de graça” mesmo a proposta será aceita.

No fim das contas a Marinha pode ser a maior beneficiada do F-X2.

Rodrigo

Só se fala em FAB e MB.

Para a turma de verde não vem nada?

tplayer

Rodrigo, e os tanques novos que foram adquiridos recentemente?

Acho que o Exército é a força mais bem equipada no Brasil, apesar de ainda estar longe do ideal.

Darkman

Não acredito nesta proposta e caso seja feita não temos condições de manter estes navios e outra queremos navios novos e não usados.

Caro tplaer !!!
Os tanques não são novos, são usados e revisados !!!

Abs.

Observador

Como falei na última notícia, era isto que viriam oferecer em troca da compra dos F-18 SH. em tempos de crise, nem pensar em abrir o mercado deles aos nossos produtos como contrapartida comercial pela compra. Ou seja, nós compramos os aviões, recebemos navios novos a preços módicos, mas cuja manutenção dependerá deles e de suas peças de reposição ao longo dos 30 anos de vida dos navios. É um ótimo negócio. Para eles. Mas me parece que o GF não vai aceitar. Eles precisam de uma contrapartida comercial importante (abertura do mercado americano ao nosso etanol, por exemplo) ou… Read more »

Observador

Em tempo: embora seja um ótimo negócio para eles, não é um mal negócio para o Brasil. Pelo menos teremos FAs dotadas de equipamentos decentes, ao invés de peças de museu.

Nick

As AB de prateleira,não atrapalhariam eventuais fragatas FREMM fabricadas aqui, aliás seria ótimo ter essas 2 classes trabalhando juntas. A questão é a de sempre $$$$. Se não tem $$$ nem para a frota atual, como sonhar com essas classes?

[]’s

Vader

Pega os aviões, pega os navios e fecha o pacote rapidinho, antes que o Obama mude de idéia.

Se não vierem os SH a FAB só verá coisa tão avançada daqui a uns 30 anos.

E a Marinha jamais terá condições de adquirir algo nem perto das Arleigh Burke, para não falar nos NDDs.

Mas realmente ficaria faltando algo pro EB. Não seria nada mal se também viesse um esquadrão de Longbows, ou uns 300 M1A2.

Vader

Aliás, ouvi na Band AM hoje de manhã que a US Navy terá necessariamente que aposentar pelo menos 100 navios de diversos tipos até 2014, por conta dos cortes orçamentários.

Uma ótima chance para nossa MB adquirir equipamento para se tornar uma Força Armada de verdade.

Rodrigo

Que tanques?

Só se for de lavar roupa.

Renato Oliveira

Talvez o US Army tb tenha que aposentar algo que possa ser útil ao EB…

Luis

“Que tanques?

Só se for de lavar roupa.”

O MD comprou para o EB 250 tanques (MBT) Leopard 1A5 usados da Alemanha a uns anos atrás. Estão em ótimo estado de conservação.

Guilherme Poggio

Luis disse:

Só se for de lavar roupa.”

O MD comprou para o EB 250 tanques…

Luis, foi uma brincadeira do Rodrigo. Ninguém chama carro de combate de tanque no EB.

tplayer

O “novos” que eu me referia eram no EB, não necessariamente que não eram usados.

Comparem os 250 Leopard 1A5 do EB com os Mirage-2000 tampão da FAB e venham me falar que não são uma “grande” compra para o padrão atual das nossas FAs.

Luis

O nome é o de menos. Tanque/MBT/CC, whatever!

O problema da Suécia no FX-2 são as contrapartidas comerciais. França e EUA podem fazer acordos comerciais ou compensar com venda de mais equipamentos militares novos/usados mais baratos. a Suécia não tem tanto poder/peso/dinheiro para bater os outros dois concorrentes. No resto, leva vantagem.

Guilherme Poggio

Luis disse:

O problema da Suécia no FX-2 são as contrapartidas comerciais. (…) a Suécia não tem tanto poder/peso/dinheiro para bater os outros dois concorrentes

É importante separar as contrapartidas comerciais da questão geopolítica.

A Suécia está em péde igualdade com os outros dois países neste assunto quando a questão é F-X2.

Quanto à questão geopolítica, sem dúvida EUA e França levam vantagem.

Mauricio R.

“…ou uns 300 M1A2.”

A mãe do PAC vai adorar, as empreiteiras vão se estapear, p/ trocarem TODAS as pontes rodoviárias e ferroviárias do Brasil.
Pensando bem, até as ferrovias terão que ser refeitas, questão de gabarito de carga.

Nick

Caro Mauricio R ,

E qual seria o peso máximo que nossas rodovias suportariam???

[]’s

Vader

Mauricio R. disse: 16 de março de 2011 às 0:40 O M1 pesa 61 ton. O Leopard 1 42,2. Não sou engenheiro, mas honestamente passei a duvidar disso depois que fiquei sabendo que tem caminhão trafegando por aí com muito mais carga do que isso (70 e até 80 ton). De qualquer maneira, nossos CCs não se destinam a se deslocar muito por estradas, e sim nas planícies do sul. E essas estradas não podem ficar muito piores do que já são, até porque nossos CCs trafegarão nelas uma vez por ano, se tanto (7 de setembro?)… Quanto às ferrovias,… Read more »

Ivan

Poggio, A SAAB e até mesmo o governo sueco tem pleno conhecimento que não tem e não terão o poder geopolítico da EUA e da França. Um país de 10 (dez) milhões de habitantes não pode aumejar disputar espaço político internacional com potências mundiais. Certamente esta consciência levou os concorrentes nórdicos a fazer uma proposta muito mais agressiva, buscando um sócio para o Gripen NG, estreitanto a relação das duas indústrias aeronáuticas, reunindo o que eles conhecem com nosso potencial comercial. Eles não são cegos e conhecem bem o Brasil. Sabem que crescemos e continuaremos a crescer, mesmo com todos… Read more »

Rodrigo

Na realidade, eu nem lembrei do termo “carro de combate”, até porque eu também falo tanque. Esta aquisição, de 250 blindados usados, antigos e fora de linha, está exatamente no mesmo patamar da grande parte de compras de oportunidade para tapar buraco da FAB e MB. Talvez o nro impressione, sei lá… Enquanto aqui vamos nos negando a ver uma realidade de total ineficiência operacional com equipamento antigo e orçamento ridículo, os chilenos seguem com o Leopard II e outros equipamentos modernos. Em um teatro moderno, os nossos Leopard, não serão muito diferentes de tanques de lavar roupa. Costumamos nos… Read more »

Vader

Rodrigo disse: 16 de março de 2011 às 12:07 Rodrigo, concordo com tudo que disse, menos quanto aos Leopard 1. Primeiro porque eles serão (se não me engano ainda estão sendo) entregues completamente revisados e, na medida do possível, modernizados. Assim, estarão TODOS operacionais (resta saber por quanto tempo – mas isso é outro papo). Segundo que a diferença tecnológica entre um Leo 1 e um Leo 2 é grande, mas não é tão decisiva em CCs quanto quando falamos em caças (por exemplo). Um bom número de Leopard 1 pode sim sobrepujar uma pequena força de Leopard 2, ou… Read more »

Rodrigo

Um nro maior de vetores de baixa tecnologia tem uma chance de sobrepujar um nro menor de vetores de alta tecnologia…

Esta é a premissa que os comunas sempre usaram e vêem tomando pau há décadas.

Modernizar um vetor antigo, apenas diminui o gap.

Exemplos disto não faltam por aqui.

Um monte de cacarecos modernizados, sem real chance de lidar contra um oponente de primeira…

Se é apenas para manter uma dianteira com os nossos vizinhos, praticamente não precisariamos de FFAA.

Basta mandar a PM.

Guilherme Poggio

Rodrigo disse:

Um nro maior de vetores de baixa tecnologia tem uma chance de sobrepujar um nro menor de vetores de alta tecnologia…

Esta é a premissa que os comunas sempre usaram e vêem tomando pau há décadas.

Isso não é bem verdade. Um conflito leste-oeste nunca aconteceu (graças a Deus) para que essa teoria fosse provada.

Mas se pegarmos o exemplo da II Guerra, os T-34 deram pau na Wehrmacht muito mais avançada

Observador

Caros Maurício R. e Vader: O peso máximo que um vagão de carga transporta varia mais em função da estrada de ferro em si (tamanho da bitola, declividade, traçado) do que da resistência do vagão em si. Mas o mínimo que um vagão de carga transporta é 50 toneladas, chegando tranquilamente a 100 toneladas. Os vagões de minério de ferro da Vale transportam 125 toneladas. Assim, não teriam dificuldade em transportar um tanque de guerra. Ademais, os tanques de guerra são apoiados nas lagartas, o que distribui o peso por toda a área de contato destas com o chão. Um… Read more »

Observador

Ah, ia esquecendo um dado importante:

O “Rato” pesava “apenas” 188 toneladas. Mais que três M1 Abrams.

Esta aí uma matéria interessante para o Poder Terrestre…

Rodrigo

Guilherme Poggio disse:
16 de março de 2011 às 13:15

Me expressei mal….

O equipamento do leste vem tomando pau do equipamento do Oeste desde a Coréia..

Utilizar de vetores mais baratos e “robustos”, não tem surtido grande resultado contra o equipamento do oeste de “moça”.

A questão russa eu vejo mais como uma deficiência do exército alemão em combater no frio, do que um mérito do exército russo.

Tadeu Mendes

Caro Poggio, Se voce esta falando da Batalha de Kursk (a maior batalha entre blindados da historia), gostaria de lembrar ao amigo que a vitoria russa sobre a Wehrmacht. foi em funcao de duas importantes variaveis: 1- Os sovieticos tinham dados de inteligencia (espionagem) sobre as intencoes do Fuhrer na frente russa, e puderam preparar-se adequadamente, com meses de antecedencia. 2- O atraso na entrega de Tanques do tipo Tiger e Phanter para a Wehrmacht, deu tempo suficiente para que os comunistas formulassem uma estrategia de contra-ataque e montar posicoes defensivas impugnaveis. Nao quero dizer que a tatica SWARM dos… Read more »

Ivan

Tadeu, O AEREO não é o fórum para discutir batalhas terrestres e não pretendo avançar muito neste sentido. Mas algumas considerações rápidas merecem ser feitas. Stalingrado foi a batalha dos desesperados, homem contra homem (lá as mulheres lutavam como homens…), vida ou morte, sem meio termo. Moscou foi a batalha clássica da defesa em profundidade, idealizada e posta em prática por Zhukov, um dos mais brilhantes Generais do século XX. Combinando infantaria e artilharia em linhas sucessivas de defesa, como uma esponja, com reservas blindadas nos flancos. Foi testada às portas da capital soviética a forma de defesa contra blindados… Read more »

Grifo

Isso não é bem verdade. Um conflito leste-oeste nunca aconteceu (graças a Deus) para que essa teoria fosse provada.

O conflito Reino Unido x Argentina não provou exatamente o contrário? Um número menor de vetores (melhor talvez dizer sistemas de armas) de maior tecnologia mostrou completa superioridade sobre uma maior quantidade de vetores de menor tecnologia.

Rodrigo

Na Coréia e Vietnam, o “empate” e “derrotas” dos gringos foram em Washington que no campo de batalha. No Vietnam, quem tomou um pau dentro e fora do campo de batalha foram os franceses, mas isto é default e não vale a pena comentar. Já que estamos no aéreo, é incontestavel que em ambas os gringos venceram a guerra no ar. Claro que tiveram baixas, foram conflitos longos com o oponente lutando em “casa” e com apoio material e humanode China e Rússia. Sem estes apoios, quanto tempo teriam durado Coréia e Vietnam do Norte ? Não acho justo dizer… Read more »

Ivan

Grifo, O que foi a Guerra das Malvinas/Falklands? Um conflito sobre um espaço limitado, demarcado pela própria zona de exclusão imposta pelos ingleses, onde o alto (sic) comando argentino se atirou nesta aventura sem informar com antecedência a sua Força Aérea. É uma referência que deve ser vista com ressalvas. Eu acredito que a qualidade é importante, na verdade vital. Contudo, não se pode negar que a quantidade tem uma qualidade intríssica em si mesma. Um F-4E Phantom II contra um MiG-21 Bis (contemporâneo), com o enfrentamento partindo de longa distância, certamente teria enorme vantagem, em face de sua aviônica… Read more »

Ivan

Rodrigo, Se a Guerra é a continuação da Política por outros meios, não devemos nos iludir e tirar a Política dos instrumentos válidos para se vencer ou perder uma de Guerra. Se a atuação política de Washington ajudou os vietanamitas, problema dos EUA. Mas no final, perderam a guerra, ponto. Outro ponto: não acredito que as armas russas são necessariamente melhores que as americanas. Pelo contrário. Mas seguem um conceito diferente que não deve ser menosprezado. Contudo o amigo tem toda a razão quando escreve “as FFAA (do Brasil), estão em um estado tão lastimável de operacionalidade onde não temos… Read more »

Wagner

Excelente, Ivan. Parabéns. Uma aula de História !! Gostei !

🙂

Vader

Ivan disse: 17 de março de 2011 às 9:45 Desculpe Ivan, mas na mesma linha de que a guerra é a continuação da política por outros meios, não creio que a Guerra do Vitnam foi uma derrota para os EUA. Pelo contrário: a Guerra do Vietnam é inseparável do contexto da Guerra Fria. Um capítulo do livro. Além da vitória incontestável na matemática dos números, no qual os vietnamitas perderam mais de vinte vezes o número de homens que os americanos, a grande vitória americana foi provar para o Império Soviético que os EUA iriam lutar até o têrmo por… Read more »

Ivan

MiLord Vader. Sem desculpas, por favor. 🙂 Podemos concordar e/ou discordar, em parte ou no todo, sem prejuízo ao nosso respeito mútuo ou a amizade que muito prezo. Como bom advogado, vc ‘pegou um gancho’ na guerra como continuidade da política por outros meios e desenvolveu habilmente uma linha de pensamento. No sentido amplo, em que a ‘Guerra’ (nunca declarada) do Vietnam foi uma batalha da Guerra Fria, é razoável argumentar que foi uma forma de deter o avanço vermelho na Ásia. O mesmo raciocínio cabe a Guerra da Coréia, tomando-a como outra batalha da Guerra Fria, corroborando com sua… Read more »

Wagner

Qualquer livro de história fala da derrota, até mesmo os próprios norte-americanos. O Objetivo era salvar o regime do sul, pelo menos. Nâo salvaram. Isso se chama ” derrota” . Não houve qualquer utilidade naquela guerra. Uma geração norte americana destruída, para nada, e dois milhoes de vietnamitas. Todo um sofrimento, tudo inútil. Não tem como argumentar , Vader. O posterior esfacalamento do bloco comunista não teve nada a ver com o sudeste asiático, aliás, pelo contrário, os EUA deram propaganda a Moscou. E o Vietnâ continua ” comunista” até hoje. Nem o regime deles caiu. Nada naquele mar de… Read more »

Rodrigo

Ivan, Me fala qual fou a proporção de vitórias:derrotas da filosofia ocidental, sobre as falida visão do leste, que acaba qualquer discussão…. Este papo de mandar oito porcarias obsoletas contra dois descentes, a chance de sucesso continua baixa.. Não foram raros encontros assim na Coréia e no Vietnam. Esta visão nunca funcionou e nunca funcionará, pode meter piloto russo que vai ser a mesa coisa. Na Rússia/China, em benefício da simplicidade sacrificam conforto, ergonomia e praticidade… Se em vôo civil é mortal, em combate isto muito mais mortal. Vamos a um exemplo simples que é a falta de ar condicionado…… Read more »

Vader

Desculpem-me os dois, mas não concordo. Há diferenças muito grandes entre a Coréia, o Vietnã e o Afeganistão (russo), muito embora em todas o “ocidente” tenha de certa forma se sagrado vencedor. Na Coréia houve um mandato da ONU. Se alguém “perdeu” alguma coisa lá foi a ONU. E barrou-se o avanço do comunismo ali também. Se o Vietnã do Sul houvesse caído pros comunas em 1965, cairiam juntos pelo menos Tailândia, Laos e Camboja (que depois viria a cair, mas em outras circunstâncias), podendo cair também Malásia, Indonésia, Birmânia, e correndo risco mesmo o Bangladesh. O Vietnã do Sul… Read more »

Ivan

Wagner, Também não é assim como vc escreve… he he he. A Guerra Fria, que para mim foi a 3ª Guerra Mundial, foi um enfrentamento potencial na Europa e Atlântico Norte somado a várias guerras periféricas lutadas, contando sempre com os atores eram locais e por diversas vezes com atores principais. Vietnam e Coréia fazem parte destas guerras periféricas, ou como o amigo Vader propõem, batalhas de uma guerra maior. Mais ainda. O fim do Império Soviético foi em boa parte devido ao enorme custo da máquina militar que eram obrigados a manter, sem o respaldo econômico necessário e ainda… Read more »

Ivan

Lord Vader, Estamos mais perto de concordar do que discordar… ka ka ka… 🙂 Para vencer uma guerra não é necessário vencer todas as batalhas, mas vencer as batalhas mais certas. Neste sentido se faz necessário escolher quais as batalhas que deveremos vencer. No contexto da Guerra Fria, o objetivo de conter a avalanche vermelha dentro da Indochina, evitando uma contaminação para outros países e regiões, foi alcançado com sucesso. Neste sentido relativo foi uma vitória. Mas o vietnamita, que sofreu no último século ocupação japonesa, colonização francesa, “imperialismo” americano e agressão chinesa, pode afirmar que venceu todas as suas… Read more »

Ivan

Rodrigo, Acredito que não consegui ser claro. A doutrina aérea ocidental é superior a doutrina aérea oriental, ponto. Contudo, a proposta soviética de combate total e uso da superioridade quantitativa em todas as frentes nunca foi posta em prática em sua totalidade. A forma mais próxima deste enfrentamento talvez tenha sido na Guerra do Yom Kippur, em 1973 entre árabes e israelenses. O planejamento da Síria e do Egito, seguindo a doutrina soviética, era usar sua numerosa força mecanizada para um avanço limitado, sob o guarda-chuva de mísseis SAM e ATGW, visando alcançar objetivos militares limitados que seriam assegurados por… Read more »

Vader

Ivan disse:
17 de março de 2011 às 12:10

Beleza Ivan, acabamos por “concordar discordando”, hehe.

Mas como não bebo destilado, você traga cerveja, que o uísque fica por minha conta. 🙂

Abs.

Observador

Caro Rodrigo: Complemento o que você falou com algumas constatações. Na antiga URSS e todos os demais países socialistas que aplicavam a economia planificada (ao invés da economia de mercado) a produção industrial não tinha qualquer controle de qualidade e os problemas eram naturalmente varridos para debaixo do tapete, Isto porque, ao contrário de empresas privadas, a empresa pública nunca fecha as portas por ineficiência ou prejuízo. Assim, os comunistas faziam equipamento sem nenhuma padronização, unidades do mesmo modelo de qualquer equipamento tinham diferenças gritantes de performance e durabilidade. Qualidade era um luxo. Isto também é um fator importante que… Read more »

Tadeu Mendes

Ivan, Contra a avalancha de tanques russos que teoricamente avancariam rumo a Alemanha Ocidental, e aproveitando o embalo entrariam como um rolo compressor, no resto da Europa Ocidental, sera que o amigo se esqueceu que os EUA desenvolveram a Bomba de Neutrons como plano B??? Plano A = conter a invasao russa, atraves de meios convecionais. Plano B = uso das Bomba de Neutrons. e/ou armas taticas nucleares. Planc C = ICBMs. voando para territorio russo. (WW III). Quanto a IAF, Israel fez uma bela exibicao no Libano em 1982, quando derrubou quase que toda a Forca Aera da Siria… Read more »

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