sábado, maio 15, 2021

Gripen para o Brasil

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“Fazer mais sem ter mais”: mudanças nas compras de armas nos EUA

Destaques

Fernando "Nunão" De Martini
Pesquisador de História da Ciência, Técnica e Tecnologia, membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

Plano do Departamento de Defesa dos EUA visa conciliar necessidades dos combatentes e dos contribuintes

A USAF (Força Aérea dos Estados Unidos) divulgou um informe sobre mudanças que ocorrerão no sistema de compras de equipamentos e serviços do Departamento de Defesa dos EUA, responsável por valores de 400 bilhões de dólares por ano. Segundo autoridades do Pentágono, as mudanças são destinadas a economizar dinheiro dos contribuintes sem afetar a prontidão para missões.

“Estamos pedindo a vocês para fazer mais sem ter mais”, afirmou o subsecretário de defesa para aquisição, tecnologia e logística, Ashton B. Carter, em um memorando para sua equipe de aquisições, com data de 14 de setembro. O plano engloba 23 áreas de aprimoramento para tornar mais eficientes os escritórios de encomendas e contratos de defesa, sendo o primeiro anúncio oficial e detalhado após a iniciativa do Secretário de Defesa, Robert M. Gates, anunciada no mês passado, de economizar 100 bilhões de dólares nos próximos cinco anos sem afetar negativamente as forças combatentes.

Com as mudanças, sistemas de armas primordiais não terão mais que ser cancelados após gastar anos de desenvolvimento e bilhões de dólares em estouros de orçamentos. As autoridades responsáveis pelas encomendas vão considerar não apenas o quanto equipamentos e serviços custam, mas o quanto deveriam custar, segundo o subsecretário Carter.

Um exemplo é o F-35  Lightning II, cujo custo estimado subiu de 50 milhões de dólares em 2002 para 94 milhões neste ano.

Já o  submarino de mísseis balísticos SSBNX, o sistema de ataque de longo alcance, o sistema de combate terrestre do Exército e o helicóptero presidencial do Corpo de Fuzileiros Navais são todos exemplos de sistemas que estão sendo encomendados sob as novas regras, a um custo de aproximadamente 200 bilhões de dólares, disse Carter.

O subsecretário usou o submarino como um exemplo da significativa economia de custos possível, afirmando que seu preço caiu de 7 bilhões para 5 bilhões de dólares.

O novo sistema vai recompensar empresas que, de maneira consistente, entreguem sistemas acessíveis no prazo, e aquelas que dividem qualquer aumento de custo necessário. Elas deverão produzir sistemas em um tempo mais curto e especificado do que antes era permitido. O contrato para o F-18, por exemplo, foi estabelecido em cinco anos, permitindo melhor gerenciamento e supervisão, segundo Carter.

Outras mudanças que deverão ser implementadas:

  • Eliminar redundâncias em portfólios
  • Dar incentivos à indústria para reduzir ao invés de aumenta custos
  • Colocar processos em prática para garantir uma competição real
  • Exigir arquitetura de sistema aberta
  • Reforçar o papel das pequenas empresas

As mudanças vão requerer atenção especial para serviços contratados, uma área que cresceu substancialmente nos últimos anos, chegando a 200 bilhões em custos anuais para o departamento. Segundo Carter, “metade dos nossos custos são de serviços, e nosso desempenho é pior nisso.” Ele também acrescentou que processos burocráticos improdutivos também deverão ser revistos, internamente: “Não podemos fugir disso. Nós contribuímos para baixar a produtividade da indústria, então temos que assumir a responsabilidade por isso.”

O subsecretário considera que as mudanças são metas bastante razoáveis, e que é “totalmente possível economizar 100 bilhões dos 400 bilhões que gastamos anualmente em contratos. Todos que hesitam ou temem seguir por esse caminho devem considerar as alternativas: promessas não cumpridas, programas cancelados, imprevisibilidades e incertezas que são ruins para a indústria, acabam com a confiança dos contribuintes e, pior de tudo, levam as forças a perder capacidades.”

FONTE / FOTOS: USAF e USN

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J. Claro

Agora o NJ dizer que o F-35 não seria necessário pra FAB é ainda mais estranho. Aliás, continuo sonhando com um esquadrão desse vetor no
GDA.

Fábio Mayer

Economia de 100 bi não faz nem cosquinha no orçamento dos EUA.

Thiago

Fábio Mayer disse:
16 de setembro de 2010 às 19:06
Economia de 100 bi não faz nem cosquinha no orçamento dos EUA.”

Foi nesse pensamento que eles entraram em crise!! Faz diferença sim, pois o orçamento militar dos EUA ri=onda a casa dos 400-500 bilhoes de dolares, logo uma reduçao de 100 bi é bastante coisa!

Colt

Bem …
Meu, que burrada que os americanos fizeram no Iraque.
1 Trilhão de dólares só pra tirar um ditador do poder.
Gastaram mais do que tinham, agora olha o que aconteceu.
Bem, de qualquer maneira, o mundo dá voltas.

Ricardo_Recife

Racionalização dos gastos com incentivos seletivos financeiros diretos as empresas fornecedoras é uma excelente estrategia. 100 bilhões em quatro anos é uma boa economia, não são números fantásticos, mas é uma redução importante não apenas por causa dos valores diretos (o do orçamento), mas também importa porque evita a criação de endividamento futuro. O orçamento americano de defesa deste ano é de 680 bilhões.

Craveiro

Se conseguirem será uma mudança de paradigma.

Terão um produto melhor, “menos caro” e um orçamento de projeto mais fácil de gerenciar.

É exatamente o oposto do que ocorre atualmente, principalment em obras contratadas pelo governentes brasileros.

Vader

DO RAFALE: – Custo do Rafale no FX2 segundo a FDSP: R$ 18 bi; http://www.aereo.jor.br/2010/09/07/jobim-diz-que-decisao-sobre-cacas-ficara-para-logo-depois-das-eleicoes/ – Cotação do dólar comercial hoje: R$ 1,71; – Custo do Rafale p/ o FX2 em dólar: US$ 10,526 bilhões; – Custo do Rafale p/ o FX2, por aeronave, em dólar: US$ 292,38 milhões; ________________ DO F-35 JSF: – Custo do F-35 JSF segundo a USAF e US Navy (post): US$ 94 milhões; – Custo de 36 F-35 JSF: US$ 3,384 bilhões – Diferença entre 36 F-35 JSF e 36 Rafales (FX2): US$ 7,142 bilhões; – Razão entre o programa FX2 Rafale e 36 F-35:… Read more »

J. Claro

O Preço do F-35 é fake. A verdade sempre

Mario Blaya

Vader,

vc esta comparando preço de unidade com preço de pacote com armas e manutenção por 10 anos! se o f-35 fosse barato assim ele estaria sendo procurado por todos, e aqui mesmo saiu que a RAF esta pensando e cair fora desse mico!

Justin Case

Vader, boa noite. Deve ter sido trabalhoso elaborar a planilha. A metodologia para a análise acho que está adequada. Pena que todo o seu trabalho tenha sido de pouca utilidade, pois há um problema grave: O dado básico que você usou (o preço de 18 bilhões de reais para o Rafale) não tem fundamento, apesar de ter sido publicado na imprensa. Se esse fosse o custo total durante o ciclo de vida (quantos anos?) até poderia ter alguma lógica. Neste caso, seu único erro teria sido comparar custo de aquisição+ciclo_de_vida com o custo de aquisição (apenas) de outra aeronave. Não… Read more »

Robson Br

Vader disse: 16 de setembro de 2010 às 21:30 Meu amigo Felipe. O assunto não é FX e tão menos Rafale. Mas….sua famosa calculadora deve estar com problemas. Tsc..tsc…tsc..bum… Existe uma diferença de preço unitário e pacote que envolve vários ítens, tais como armamento, ToT, manutenção, etc…. Durante o SX da MB foi a mesma coisa. criticaram o preço, e ninguem mais fala no SX. Acorda meu amigo. Todos sonham com um F-22, F-35, Gripen Ng(que na realidade nunca foi além de um sonho), de um PAK-FA, SU-35….e…o Rafale também, por que não. O que nós queremos é outra coisa.… Read more »

Baschera

Thiago disse:
16 de setembro de 2010 às 19:45

Caro….. o orçamento do pentágono, para o ano fiscal de 2009 (não tenho o dado mais recente) foi de Us$ 515 bilhões, fora a parte de custeio das guerras do Afeganistão e Iraque.
(Fonte: Military Defense Spending and Budgets by Country)

Sds.

Baschera

Só para complementar…..

Para os USA, significa aproximadamente 4% de seu GDP (Produto Interno Bruto, sigla em ingles). O Brasil (dados de 2008, mesma fonte acima) teve despesas com defesa (incluso todas as aposentadorias, etc..etc…) de Us$ 24,400,000,000, ou aproximadamente 1,4% do GDP.

Sds.

Robson Br

uai sô…..não posso participar mais…porque estou com meu comentário aguardando moderação.

Robson Br

uai to fora?

NOTA DOS EDITORES:
NÃO ROBSON, SEU COMENTÁRIO FICOU PRESO NO ANTISPAM, POR ALGUM MOTIVO.

Baschera

Por fim….. planilha interessante, no link abaixo (fim do off-topic..)

https://1.bp.blogspot.com/_kdcsVoFMTKM/TJJQ0sjacNI/AAAAAAAAdDw/i9ujiEr-ErY/s1600/65_francotirador_visor.jpg

Sds.

Vader

Mario Blaya disse: 16 de setembro de 2010 às 21:38 Armas e manutenção por dez anos?????? Parceiro, nem se fosse por CINQUENTA anos esses preços se justificariam. No mais, o FX2 não é um processo de aquisição de armamentos (a FAB não pediu isso em seu RFI/RFP às empresas) e a MBDA já alertou que não transferirá tecno de nenhum míssil seu. ___________________ Justin Case disse: 16 de setembro de 2010 às 21:49 Justin, que você duvida da informação da FDSP é evidente. Mas dê-me outros números então. Porque o anterior que eu tinha, de US$ 6,2 bilhões para o… Read more »

Vader

Mario Blaya disse:
16 de setembro de 2010 às 21:38

Ah sim prezado Mario, sente o drama do alcance do DAS desse “mico”:

http://www.aereo.jor.br/2010/09/09/das-do-f-35-demonstra-capacidade-de-detectar-misseis-balisticos/

Quanto à RAF, é como Israel e o Canadá: chora, chora, chora, mas na hora do vamuvê vai comprar o bicho de qualquer jeito.

Também pudera, empresas e o governo britânico são co-proprietários do avião: era só o que faltava eles não comprarem o que é deles…

Sds.

Justin Case

Vader,

Creio que, se você está comparando preços de aquisição, poderia utilizar o mesmo custo unitário pago atualmente pelo Governo francês.

Afinal, esse é o compromisso com o Governo brasileiro. Preço para o Brasil é equivalente ao preço atual do F-3 para a França.

Sugiro que não faça uso de preços-programa divididos pelo número de unidades, pois não dará certo. Nunca se sabe o que está no Programa (infraestrutura, suprimento, manutenção, armas).

Abraço,

Justin

“Justin Case supports Rafale”

Gabriel T.

Vader e Justin, os dois tão por fora. Não é assim que se calcula o custo de compra e uso de um avião. Vcs citaram o F-35. Mas não falaram qual a participação direta no desenvolvimento de cada país. Qual a injeção de grana direta e indiretamente de cada país. Qual a manutenção e em que níveis ela ocorrerá em cada país. Quantos sobressalentes e quais cada país irá comprar. No final, um preço será diferente para cada país. Por exemplo, os tucanos egípcios saíram mais baratos que os que foram vendidos para a França e Inglaterra. Apesar disso tudo,… Read more »

Vader

Então vamos lá Justin e Mario, para mais “continhas”: Vou chutar tudo para o alto. Vamos imaginar que temos os 36 Rafales ok? Para cada aeronave da FAB, temos 3 pilotos voando com elas, ok? Veja bem: são três pilotos POR AERONAVE (queremos “criar doutrina” rapidamente, rsrs). Então temos 3 X 36 = 108 Cada piloto voará uma média de 200 horas por ano (?!). Temos então 21.600 horas de vôo. Multipliquemos isso por 10 anos. Teremos então 216.000 horas de vôo. Façamos a conta de quanto dá essa hora-vôo. Vou usar o valor mais alto que temos da hora-vôo… Read more »

grifo

16 de setembro de 2010 às 21:30 DO RAFALE: – Custo do Rafale no FX2 segundo a FDSP: R$ 18 bi; … DO F-35 JSF: – Custo do F-35 JSF segundo a USAF e US Navy (post): US$ 94 milhões; Caro Vader, sinto muito mas este tipo de comparação é impossível de ser feita. Qualquer comparação só é possível entre preços fornecidos sob as mesmas condições, ou seja pelo menos com base no mesmo pedido de oferta. Caso contrário você estará comparando preços com prazos de entrega, financiamento, condições de offset, integração de armamentos, etc. muito distintos como se fosse… Read more »

Justin Case

Vader e Grifo,

Acho que, no final, essa discussão só vai cansar mais um pouco.

Como diz o Gabriel T.: “Vader e Justin, os dois tão por fora. Não é assim que se calcula…” rs, rs.

Abraços em bom repouso,

Justin

“Justin Case supports Rafale”

roberto bozzo

só o custo unitário:
Rafale 73 milhões de euros
cotação de 16/09: R$ 2,2450 portanto R$ 163.885.000,00

F35 – 94 milhões de dolares
cotação de 16/09: R$ 1,7160 portanto R$ 161.304.000,00

ainda assim mais caro… particularmente prefiro o F35 sem ToT alguma…

grifo

Caro Justin Case, estamos todos por fora… quem nos dera estar por dentro.

Vader

grifo disse: 16 de setembro de 2010 às 23:22 Grifo, penso ser um pouco evidente que eu sei das diferenças entre os dois produtos, as duas ofertas, as configurações, etc, etc, etc, and so on e seculae seculorum… 🙂 Entretanto, as contas são válidas por demonstrar que, por mais que me esforce para justificar os valores do Rafale para o Brasil, eles ainda assim continuam sendo superiores a tudo que se conhece no globo terrestre. São totalmente INJUSTIFICÁVEIS, por qualquer ângulo que se analise, e por qualquer conta que se faça. E olha que eu estou passando muito longe de… Read more »

grifo

Apenas para voltar ao tópico, alguém aí viu quanto custa cada um dos helicópteros “Marine One” citados no artigo? Pasmem, 400 milhões de dólares cada…

Alex

contra a razão, nunca pode usar a emoção.

Gbeck

Vader, ótima análise. Suas continhas de padaria são estarrecedoras. Abraços.

Giordani RS

Colt disse:
16 de setembro de 2010 às 19:51
Bem …
Meu, que burrada que os americanos fizeram no Iraque.
1 Trilhão de dólares só pra tirar um ditador do poder.
Gastaram mais do que tinham, agora olha o que aconteceu.

E quem tu acha que vai pagar a conta? É claro que vai ser o iraquiano…

E quanto aos bilhões de dólares/euros para o Rafaele/F-35, esqueçam, vamos continuar de F-5…agora com os ex-FaCh…
Só uma perguntinha: Quantos F-35 ou Rafaele daría para comprar com o que vai ser gasto com copa do mundo???
🙁

Bosco

Os SSBNX e o “sistema de ataque de longo alcance” (Prompt Global Strike) são programas de longo alcance na fase inicial de desenvolvimento e não foram encomendados ainda.
Na verdade não passam ainda da fase de “iniciativa”, de avaliação de “conceito”, e estão longe de virarem um programa objetivo.

Rodrigo

Vader disse:
16 de setembro de 2010 às 23:18

200h por ano, você está inflando muito.

Ano passado cada piloto de caça voou menos de 100h.

Rodrigo

Giordani RS disse: 17 de setembro de 2010 às 8:16 Se tem coisa que eu não me conformo é com esta gastança da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos, com tanta coisa mais urgente precisando ser feita. Pelo menos aqui em SP, o candidato _____________________________________________________ —————————————– Não entendo o porque confrontar dados de custo do F35 com o Rafale, aliás tirando os dois voarem não existe nenhum tipo de comparação entre os dois projetos. É natural que o F35 seja mais barato de operar dadas as quantidades e o próprio escopo do projeto. Não esqueçam que uma coisa é… Read more »

Vader

Rodrigo disse: 17 de setembro de 2010 às 8:32 Rodrigão, não foi só isso não, na verdade eu inflei tudo o máximo que pude, na tentativa de atingir a expectativa do Mario Blaya de que os valores estão justificados por incluírem 10 anos de manutenção dos Rafales-Br no Brasil. Perceba que eu coloquei 3 pilotos por aeronave, rsrsrs! Ou seja, na prática eu multipliquei por 3 o número de horas voadas. Na verdade, nem sei se é possível uma aeronave de caça como o Rafale voar tantas horas/ano por dez anos. Mesmo assim, como diria Quico, “num deu”! E mais,… Read more »

Ivan

Vader

Vc tomou emprestado a máquina de calcular do Uratau???

Abç,
Ivan. 🙂

A7X

Vader,

seria interessante fazer a mesma comparação tendo como base desta vez os valores do pacote sueco e americano.

Abs.

Adhelfi_zerouno

Vader manda essa tua planilha para o MD, os cara lá devem ser uns burros mesmo. Afff… é cada uma que me aparece.

Vader

A7X disse:
17 de setembro de 2010 às 10:35

“seria interessante fazer a mesma comparação tendo como base desta vez os valores do pacote sueco e americano.”

É só me mandar o valor das propostas.

Sds.

Vader

Adhelfi_zerouno disse:
17 de setembro de 2010 às 10:52

“Vader manda essa tua planilha para o MD, os cara lá devem ser uns burros mesmo. Afff… é cada uma que me aparece.”

Não precisa, eles nos leem. Temos a honra de ter um leitor que se diz “assessor do MinDef”.

Sds.

Vader

A propósito, com a vênia do Aéreo, montei 3 posts em sequência a respeito do tema, se alguém se interessar:

http://vaderbrasil.blogspot.com/

Sds.

Vader

Srs. Editores, apenas respeitosamente corrigindo: no texto, é “acessíveis” e não “assessíveis” conforme constou.

Sds.

Marcos.T

Vader:
Para mim os seus calculos fazem muito sentido.

Demais:
Quem disse que não é assim que se calcula, por favor nos apresente a formula correta então, afinal esse dinheiro vai sair do nosso bolso e eu não estou nem um pouco feliz com esses numeros ai.

Marcos.T

Mais uma coisa: temos que ter em mente que logo teremos que substituir todos os F5 que já estão só no “osso”, e 36 caças são insuficientes para nossas necessidades, só que com esses custos aí que tendem a ser crescentes ao meu ver… “necacaptibiriba” para mais Rafales.

Ainda que mal comparando é querer ter uma Ferrari e não ter nem pra pagar o IPVA.

Edu Nicácio

“Apenas para voltar ao tópico, alguém aí viu quanto custa cada um dos helicópteros “Marine One” citados no artigo? Pasmem, 400 milhões de dólares cada…” E tem gente que acha caro o A-319 da presidência. Deveriam ter comprado é um A-380!!! Ah, e dois EC-725 vão para o GF, certo? Dois “Marine One BR” por US$ 100 milhões… nada mal… “Só uma perguntinha: Quantos F-35 ou Rafaele daría para comprar com o que vai ser gasto com copa do mundo???” Com o que vai ser gasto na Copa e nas Olimpíadas eu não sei, mas com a grana do Trem… Read more »

Vader

Edu Nicácio disse: 17 de setembro de 2010 às 11:45 Edu, totalmente off-topic, mas o trem-bala é importantíssimo para nossa região de Campinas, para desafogar o sistema Anhanguera/Bandeirantes e Cumbica e Congonhas, para ligar as duas maiores regiões metropolitanas do país e para colocar o Vale do Paraíba no mapa do desenvolvimento. De qualquer maneira, penso que seus números estão um pouco inflados, pois até onde sei o tal trem será feito em regime de concessão. Os consórcios terão de investir e muito na execução do projeto. Por outro lado, os investimentos governamentais se pagarão em algumas décadas. Veja bem,… Read more »

Rodrigo

Só um adendo…

O projeto do Trem Bala é muito bom, o que precisa ser verificado minuciosamente é o custo.

Vader

Edu Nicácio disse:
17 de setembro de 2010 às 11:45

“Ah, e dois EC-725 vão para o GF, certo? Dois “Marine One BR” por US$ 100 milhões… nada mal…”

Hehehe caro Edu, vamos sair dos números e voltar pra qualidade então…

Cara, o Marine One é o mais avançado, protegido, fodástico e luxuoso helicóptero de transporte da face da Terra.

Comparar o Caracal ___________ com o Marine One vc tá querendo me quebrar as pernas, rsrsrsrs…

COMENTÁRIO EDITADO

Sds.

Drcockroach

Half off-topic,

Prezado Vader, nao sei quanto custarah os jogos militares, nao faco ideia da importancia, assim nao opino. Mas li que cerca de 27 milhoes foram contratados (indicios) pelo MD de forma irregular e estariam sendo investigados pelo TCU.

Mesmo o TCU fazendo um trabalho meia-boca, incomoda muita gente na Rep. das bananas… well, talvez nem tanto: bananas, banalidade…

[]s!

Giordani RS

Off toppic pra descontrair…

http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2010/09/passageiro-vestido-como-soldado-da-serie-star-wars-pega-trem-em-sp.html

Pô Vader! Eu já vi que tu é bom de cálculo, mas assim já é demais…hehehe…bom final de semana à todos!

CAL

Não esquecam que os custos fixos tendem a ser variáveis, pois quanto maior a quantidade produzida, menores serão os custos. Portanto se a quantidade de F-35 produzida tende a ser maior, então seu preço tende a ser cada vez menor, já que é um projeto praticamente pronto e não necessita de financiamento tão alto em relação a projetos em fase inicial ou que necessitam de mudanças. Já no que se refere as depesas de manutenção e operação, nada tem a ver com o custo de aquisição, pois estas devem ser feitas separadamente, a fim de também compará-las entre si. Assim… Read more »

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