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O ‘azarão’ do F-X2 e a padronização

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Com as atenções polarizadas entre o preferido do Governo, Dassault Rafale e o preferido da FAB, Gripen NG, o F-18E/F Super Hornet quase não é lembrado.

Mas se a decisão dependesse de alguns pilotos da FAB e da Marinha do Brasil, o Super Hornet seria o escolhido. Afinal, o principal caça da FAB é de origem americana e nossos pilotos da caça navais são formados na US Navy, onde conheceram o F-18 de perto.

Há quem defenda a compra do Super Hornet pela FAB e pela MB, em quantidades distintas, para padronização das frotas, da logística e treinamento dos pilotos.

Mesmo que o Super Hornet não consiga operar no NAe São Paulo por causa do seu tamanho e peso, o mesmo poderia ser operado a partir de terra e em intercâmbios a bordo dos porta-aviões americanos, como fazem os Rafales da Marinha Francesa, quando o NAe Charles De Gaulle fica parado para reparos.

Desta forma a Marinha, que já tem que começar a pensar num substituto para o São Paulo na próxima década, projetaria ou compraria um navio adequado aos seus novos aviões.

108 Comentários
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Dener
Dener
10 anos atrás

Na minha opinião ele seria muito bem vindo

Samuel B. Pysklyvicz "Jaguar"
10 anos atrás

Ajudando a FAB e a MB a crescer é o importante.

Luiz Eduardo
Luiz Eduardo
10 anos atrás

Dener disse:
7 de setembro de 2010 às 20:33

(x2)

Eduardo
10 anos atrás

É ja esta na hora do Brasil começar a pensar em produzir seus proprios NAEs…

Vader
10 anos atrás

JAMAIS!

Uma pena, mas a doutrinação foi bem feita. O antiamericanismo (o refúgio do perfeito-idiota latrino-americano) grassa, e está na moda.

Jamais este governo adquiriria o Super-Hornet. Eles não tem o menor medo da opinião pública (pffff), da oposição (?), da imprensa (eles tem sua própria “mídia” a soldo), do Congresso (cooptado/manietado), do MPF (já devidamente infiltrado) ou do Judiciário (lento e conivente).

Mas eles morrem de medo de suas “bases” e de seus “movimentos sociais”. E para estes ver uma aeronave destas ostentar o cocar da FAB seria a morte.

Tirem o cavalinho da chuva: não vai rolar…

grifo
grifo
10 anos atrás

Mesmo que o Super Hornet não consiga operar no NAe São Paulo por causa do seu tamanho e peso, o mesmo poderia ser operado a partir de terra…

Hum, e que missões seriam feitas por estes Super Hornet da MB operados de terra, que os Super Hornet da FAB já não estivessem fazendo?

Eu só queria entender a lógica de ter o mesmo vetor fazendo as mesmas missões em duas forças diferentes.

grifo
grifo
10 anos atrás

Ah, eu também queria entender a lógica da MB ter um porta-aviões, mas este já é um caso perdido mesmo…

Mario Blaya
Mario Blaya
10 anos atrás

Grande ideia essa, a marinha compra aviões que não podem pousar no Porta-aviões! ai vendemos o PA que esta sendo reformado.

acho que ninguém entendeu que o Brasil fez uma parceria com a França, simplesmente porque o nosso volume de compras impacta mais junto aos franceses que aos americanos. Ou seja nosso poder de negociação e maior.

O suecos jogaram muito sujo, pagaram materias na imprensa e tentaram criar uma crise junto a parlamentares da oposição. Uma interferencia inaceitavel!

Mauricio R.
Mauricio R.
10 anos atrás

Aí que tá… Leva os Flanker do Chavito no peito??? Não, nem c/ reza brava, pq não tem aerodinâmica, carga alar, relação peso/potência p/ tanto, mas tem alguma furtividade, se bem que mto leve. E tem um radar AESA em serviço de esquadrão, não uma promessa de folheto. Então atirando de longe, aliás mto bem armado p/ isso, até que passa. No mais é um produto de sucesso, em serviço na US Navy, na RAAF, o que não nos deixa tanto na mão. E a Boeing já garantiu que aquilo que foi pedido de ToT, está á disposição. Prefiro o… Read more »

BARCA
BARCA
10 anos atrás

Agora sim a coisa tyá ficando interessante,se não for o Rafale que seja o F18SH,esses dois caças que são ideias para o Brasil!

jakson almeida
jakson almeida
10 anos atrás

Caro Vader, olha que nesse angu tem e muito caroço!Eu aposto no Super Hornet e no NG formando um Hi-low.

Luiz Eduardo
Luiz Eduardo
10 anos atrás

Vader disse:
7 de setembro de 2010 às 20:44

Perfeita explanação … uma pena: ainda mais conforme seu coment sobre o possível custo do pacote Rafale para o Brasil, teríamos já agora as condições para ter imediatamente os 120 SH e mais alguns F-35 para depois, deixando a FAB num patamar a altura de sua grandeza – como 2ª FA do continente americano.

Uma lástima…

Sem mais… Sds…

Challenger
Challenger
10 anos atrás

Imaginem se o Super Hornet tivesse os motores potentes do F-15?

BARCA
BARCA
10 anos atrás

Eu não vejo anti-americanismo nesse governo,pelo contrario,vi por esses dias uma entrevista do Diretor da Ford no qual eles tem planos de lançarem um novo carro popular no brasil para reforçar suas vendas mundiais,e disse com todas as palavras que o brasil é uma das duas prioridades da Ford Mundial,ao contrario da china que tem perspectivas de lucro no brasil os americanos ganham. Vejam esse caso: Whirlpool Latin America : Multibrás S.A Eletrodomésticos – detentora das marcas Brastemp e Consul: Quando vc fala do brasil na matriz americana,eles dão um sorriso maior que o do coringa do filme batman! O… Read more »

eduardo
eduardo
10 anos atrás

se é para a marinha operar por terra sem usar o seu nae como foi dito, entao que seja o su34,este sim tem maoir alcance e maior carga paga[armamentos],entao ficaria na mesma.qto ao nae ~ha um estudo ou em andamento de estudo uma fabricaçao de um nae macional p/ subst. o sp?

Mauricio R.
Mauricio R.
10 anos atrás

“…se o Super Hornet tivesse os motores potentes do F-15?”

Teriam que ser as turbinas, dos F-35A/C.

Rodrigo
Rodrigo
10 anos atrás

BARCA disse:
7 de setembro de 2010 às 21:03

Os gringos não tem problemas com o Brasil.. O nosso Governo que faz questão de arrumar com eles.

Leo
Leo
10 anos atrás

Vader,

E o acordo militar Brasil-EUA? Você esqueçeu?

http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1566739-5602,00.html

Abraço.

BARCA
BARCA
10 anos atrás

Não vejo isso Rodrigo,e olha que não sou petista,vejo defesa dos nossos interesses,até porque desavença por desavença,a maior que me recordo foi feita pelos militares,que peitaram os americanos no desenvolvimento do nosso programa Nuclear!

BARCA
BARCA
10 anos atrás

Brasil e E.U.A,tem uma lona ralação de amizade,é normal haver pontos de divergencia,mas ambos sabem da longa tradição,até porque o Lula se dava super bem com o Bush.E o Bush diversas vezes re referia ao lula como amigo!

BARCA
BARCA
10 anos atrás

O que acontece com o F-18 é o seguinte,os americanos o usam muito ainda,é uma das pontas de lança da US Navy,então fica dificil para os E.U.A,abrirem tudo do F-18,por causa dos seus inimigos diretos e os indiretos,vira uma questão de segurança Nacional,por isso que eles usaram o termo,transferencia de tecnologia necessária para o Brasil.
Eu no lugar deles faria o mesmo,afinal eles tem que pensar nos interesses deles em primeiro lugar.

Rodrigo
Rodrigo
10 anos atrás

Qual o interesse que o Brasil tem em defender Irã ?

Comercialmente já temos uma relação com eles, que não tem em que muito aumentar.

Qual o interesse que o Brasil tem em fazer aquela pirraça toda no Haiti, sem a menor condição de fazer igual ?

Qual o interesse que o Brasil e vantagens que conseguimos com o circo da embaixada em Honduras ?

Estes são os que eu lembrei de cabeça..

Rodrigo
Rodrigo
10 anos atrás

BARCA disse:
7 de setembro de 2010 às 21:19

Quem vai abrir tudo amigo ? Este papo do irrestrito foi só para desclassificar a concorrência.

As 3 propostas só garantem o que é de propriedade do fabricante da célula.

O nosso Governo e demais asseclas, viajam na maionese quando é para criticar os gringos e relativizam ao máximo as picaretagens dos franceses.

RenanZ
RenanZ
10 anos atrás

“Desta forma a Marinha, que já tem que começar a pensar num substituto para o São Paulo na próxima década, projetaria ou compraria um navio adequado aos seus novos aviões.”

Sei não hein.

Prefiro que a MB pense primeiro no Porta-aviões, e depois nos aviões que irá operar !!!

Pegasus
Pegasus
10 anos atrás

É mesmo, nosso governo é que arruma problema com os americanos, eles são muito bonzinhos conosco, deixam nosso alcool entrar la sem problema, não é protecionista com nossos produtos e nos forneceriam qualquer produto militar que queiramos, afinal, somos americanos e muy amigos.
Nós brasileiros é que somos neuroticos, eu tenho horror dessa historia de receber caças americanos e em caso deles não gostarem de uma atitude nossa embargar material ou mandar um comando via satelites e nem deixarem nossos aviões ligar na pista, tudo invenção de quem não confia nos nossos amigos americanos.

BARCA
BARCA
10 anos atrás

Rodrigo procura que vc vai achar,não é só a célula do caça!

Vader
10 anos atrás

BARCA disse:
7 de setembro de 2010 às 21:03

“Eu não vejo anti-americanismo nesse governo,pelo contrario,vi por esses dias uma entrevista do Diretor da Ford no qual eles tem planos de lançarem um novo carro popular no brasil para reforçar suas vendas mundiais”

Carro popular não é arma. E para ver, precisa antes querer enxergar.

BARCA
BARCA
10 anos atrás

Pegasus o que me preocupa no gripen é justamente o que um executivo da BOENIG disse:

Michael Coggins:
“O programa de desenvolvimento (do avião sueco) foi um desastre”
Segundo Coggins, os suecos estão seis anos atrasados no desenvolvimento do Gripen NG.

Alex
Alex
10 anos atrás

F 18 seria a melhor condição hoje.

Nick
Nick
10 anos atrás

F-18 E SuperHornet : Único dos 3 , efetivamente operacional. Como compra de prateleira, não tem igual. Ideal seria a versão Silent, mas o Block II já quebra um galho.

[]’s

Alexandre Galante
10 anos atrás

RenanZ, qual será a próxima oportunidade para a MB comprar aviões novos, padronizar a frota e ainda ganhar um desconto?

Para o Brasil, porta-aviões, por incrível que pareça, é mais fácil de comprar do que avião, como disse o MO.

Compramos o PA Foch por US$ 12 milhões e os EUA já nos ofereceram outros NAes ao preço de um caça.

Vejam:

http://www.naval.com.br/blog/2009/08/18/oportunidade-perdida/

Vader
10 anos atrás

Rodrigo disse:
7 de setembro de 2010 às 21:19

Qual o interesse que o Brasil tem em defender Irã ?

O pistache brother. Eu não sei de você, mas sou viciado naquela p… Se o Irão for bombardeado e voltar à idade do bronze, o gf que trate de achar mais alguém que venda pistache pro Brasil…

Afinal, governo existe pra defender o interesse do cidadão. E o pistache é um interesse legítimo! 🙂

Abs.

Vader
10 anos atrás

Pegasus disse:
7 de setembro de 2010 às 21:29

“ou mandar um comando via satelites e nem deixarem nossos aviões ligar na pista”

AHAHAHAHAHAHAHA, e depois eu que sou maluco, rsrsrsrs…

Pegasus
Pegasus
10 anos atrás

A unica coisa que culpo nosso governo é de ter uma mente retrograda, porque o mais aceitavel seria, para um pais do tamanho do Brasil, um sistema hi-low com o Gripen C/D e o SU-35 de um fornecedor do outro lado, como fazem os indianos.
Mas o Brasil não teria motivo para uma atitude de autodefesa tão pronunciada e começariam a indagar se o brasil não estaria querendo tomar uma medida expansionista com relação a algum país da america do sul, então, melhor ativar a quarta frota e colocar mais bases com aviões de combate na america do sul.

Pegasus
Pegasus
10 anos atrás

É vader…
Todos os sites e blogs de defesa devem estar errados sobre essa possibilidade, não deve ser possivel na atual fase de tecnologia e sem abrir os codigos fontes que demonstram como opera uma aeronave um comando assim, afinal nem satelites existem.

BARCA
BARCA
10 anos atrás

Não é pistache o interesse do brasil no irã,vai muito além,carrocerias de carros,produtos de higiene,vou mostrar apenas no setor de carnes. O Irã já importou no primeiro trimestre 60 mil toneladas de carne bovina do Brasil, ou cerca de 20 por cento das exportações nacionais. De acordo com a Abiec, o volume vendido aos iranianos é praticamente o mesmo embarcado em todo o ano passado para a nação do Oriente Médio, que respondeu por aproximadamente 10 por cento das vendas brasileiras em 2009. Ob:isso gera empregos no brasil,ai em SP tem uma fábrica de doces que gosto muito,ela vende muito… Read more »

BARCA
BARCA
10 anos atrás

Até porque hoje a regra do comercio exterior é bem simples,se uma nação hoje ficar com frescura de vender para x ou para y por causa de ideologia,credo,ou qualquer outra coisa que não agrade o politicamente correto,os chineses vem e tomam.
Aqui no Brasil brasileiro tem mania de dizer que não vale a pena vender para mercados pequenos,mas me lembro de uma frase de um executivo americano do século 19,que dizia:

“Não existe mercado grande ou pequeno,o que existe é um mercado para a venda dos meus produtos!”

Alexandre Galante
10 anos atrás

Pessoal, por gentileza peço que se atenham ao tema proposto no post, pensando na padronização do equipamento.
Não levem para o lado político, pois a aeronave em questão está no short-list.

aquino
10 anos atrás

eu também naõ vejo anti-americanismo nesse governo a questaõ é que os americanos saõ dificeis de confiar neles mas pela historia dos franceses com fab e entres outros acordos na area de defesa na minha opinião prefiro o rafale o gripen tem matade americano e ingles sueco o rafale apesar das controversas é 99% frances e a relatos que em varios exercicios tém se saindo muito bem ainda mais agora com radar aesa mais temos que ficar de olhos abertos com os franceses mais faltou um concorrente russo na final…

Raptor
Raptor
10 anos atrás

Eu sou a favor de duas plataformas até 2030 (Gripen – (FAB) e F-18 (FAB e MB) no MD… De certa forma, repete a fórmula anterior de um caça do continente Americano e outro do Europeu. Este negócio de padronização em apenas um vetor é que esta dando problemas… Se UM ficar no chão por algum problema mais grave… hehe… Não acho seguro, e o custo benefício não compensa. É o “barato” que sai caro. Bem, mas apenas a sincera opinião de um não especialista. Isto sim, seria zebra… Ps. Desculpe aos irmãos Franceses, é que seu representante, pisou na… Read more »

Ivan
Ivan
10 anos atrás

Bobagem !!! Esta estória de padronização é bobagem. Perdi a paciência e a educação junto. Esta teoria de operar o mesmo vetor na força aérea e na força aeronaval da marinha levou (em teoria) a França a sair do programa EuroFighter, que teria hoje um porte e uma consistência muito maior, reduziu o tamanho do Rafale, encurtou o nariz do bicho, que terminou por diminuir o espaço para a antena do radar… Para que? A Europa tem 3 (três) novos caças, os 3 (três) eurocanards, com 3 (três) motores diferentes, 3 (três) radares diferentes, 3 (três) IRST diferentes e NÃO… Read more »

ElisandroCosta
ElisandroCosta
10 anos atrás

Caros Amigos…

Vcs ainda estão sonhando com o F18, está na cara que vai ser o Rafale, eu particularmente também prefiro o caça Yanke mas infelizmente já está escolhido…

Abraço…

Ivan
Ivan
10 anos atrás

Barca,

Prezado Samurai, se houvesse permissão para sonhar, uma parceria com o Japão para desenvolver uma aeronave Stealth seria um sonho que acalentaria.

Uma parceria que poderia ser interessante entre países “neutros,” como Japão, Suécia e Brasil para implementar uma aeronave Stealth.

Três países distantes, que não concorrem em nenhuma disputa territorial, com economias complementares, particularmente o Brasil completando os dois mais desenvolvidos tecnologicamente.

Um sonho diletante… 🙂

Mas quem sabe?

Abç,
Ivan, um sonhador.

Galileu
Galileu
10 anos atrás

Nunca fui contra o SH, pelo contrário, sempre disse que o Brasil deveria sentar no colo do Tio San. Seria muito bom termos F16 e quem sabe uns F15 na FAB e F18 na MB sediado em terra.

Mas…como o CUT falou, a marinha e seu porta avião é um caso perdido!!!

Raptor
Raptor
10 anos atrás

Fecha o Gripen para acalmar os Fabianos e depois discute-se o FX-3 com a Boeing e outros concorrentes…rs.

E para variar um pouco, vamos dourando a pílula.

Gabriel T.
Gabriel T.
10 anos atrás

A padronização seria vital para uma FA que se queira modernizar. Não podemos mais nos dar ao luxo de operar caças de origens diferentes. Sairá muito mais barato a FAB e MB operando F-18 do que RAFALES. Não adianta nada pensar nessa nóia de independência porque ela é relativa. Toda vez que muda de presidente na França, se muda a política de trato de seus parceiros. Isso não ocorre com os EUA. Em outras notas, significa que teremos uma maior segurança financeira sabendo quanto vamos gastar para operar tantos aviões. O F-5 só é nosso principal caça porque ele é… Read more »

kwhvelasco
kwhvelasco
10 anos atrás

heheh! 1)engraçado, mas só a direira revoltada vê esquerdismo no Lula e em seu governo!!!!! me divirto com essa medragem do povo mais tenso. Não se iludam: se a boeing bancar os conchavos certos ela leva até a pia da cozinha. Mas os EEUU não viram vantagem em torrar grana pra pouco avião. Os franceses e suecos, sim, se desesperaram com a merreca brasileira. 36 caças pra Boeing? não são nada. SE fosse relevante geopoliticamente ou econocmicamente pros EEUU fazer negócio eles DAVAM os F-18A/B em troca de nós modernizarmos eles nos states. Mas não é, o Brasil não emociona… Read more »

evandro
evandro
10 anos atrás

Sentar no colo do “Tio Sam”!!!!!! Ai também não né!?
Eu gostaria de ver os F18 E/F Super Hornet nas cores da FAB. Para mim é a melhor opção dos três concorrentes.
http://www.dtic.mil/ndia/2007psa_apr/gaddis.pdf (em inglês)

Vader
10 anos atrás

Pegasus disse: 7 de setembro de 2010 às 21:46 “É vader…Todos os sites e blogs de defesa devem estar errados sobre essa possibilidade, não deve ser possivel na atual fase de tecnologia e sem abrir os codigos fontes que demonstram como opera uma aeronave um comando assim, afinal nem satelites existem.” Prezado Pegasus, você acredita piamente que os militares brasileiros da FAB e o próprio gf, que colocaram o Super-Hornet na short-list do FX2, colocariam um caça dos EUA se soubessem que ele pode ser “desligado” na pista “peluzamericanu bobu, feiu, chatu i cumedô de criancinha”? Eu não sei de… Read more »

RodrigoBR
RodrigoBR
10 anos atrás

“Há quem defenda a compra do Super Hornet pela FAB e pela MB, em quantidades distintas, para padronização das frotas, da logística e treinamento dos pilotos. Mesmo que o Super Hornet não consiga operar no NAe São Paulo por causa do seu tamanho e peso, o mesmo poderia ser operado a partir de terra e em intercâmbios a bordo dos porta-aviões americanos, como fazem os Rafales da Marinha Francesa, quando o NAe Charles De Gaulle fica parado para reparos. ” Nada a ver essa idéia! Se já temos um PA que pode operar o Rafale e este tem duas versões(… Read more »