Histórias, ‘causos’ e curiosidades dos combates aéreos (5)

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    F-117_pavewayIII

    Barra de Cinco Pixels

    A escassez de vetores com capacidade para lançamento de “bombas inteligentes” na Guerra do Golfo

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    Embora a USAF tenha feito uso de bombas guiadas a laser e outras “armas inteligentes” desde a Guerra do Vietnã, foi somente durante a Operação “Tempestado no Deserto” que estes armamentos foram empregadaos de forma maciça. Mesmo assim, a USAF demorou muito para adequar suas aeronaves ao novo armamento. Até mesmo a geração de caças posterior à guerra do Vietnã (F-16, F-15C e A-10) não estava inteiramente capacitada para empregá-lo.

    Na verdade, às vésperas da invasão do Kwait, a USAF tinha somente entre 125 e 135 caças com capacidade para lançamento de bombas guidadas, sendo 64 F-111F, 56 F-117 e alguns F-4E. Destes, somente os dois primeiros estavam capacitados para emprego de bombas Paveway III, com espoleta de penetração I-2000 para ataque a hangares fortificados.

    Por esta capacidade e pela sua “invisibilidade” frente aos antigos radares dos iraquianos, os F-117 foram intensamente requisitados durante toda a guerra. Após a campanha de 1991 a capacidade de emprego de armas inteligentes da USAF foi largamente estendida para o restante da frota, tornando-se um dos programas prioritários.

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    felipealberto
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    felipealberto

    Pelo que sei sobre a invasão do kwait e os evento que depois vieram, os americano conheciam a possibilidade de uma invasão do kwait mas não deran a importancia necesaria. A mesma “derrapada” foi dada, anos depois, com Bin Laden & cia. no 11/9.

    RenanZ
    Visitante
    RenanZ

    “….somente entre 125 e 135 caças ….”

    Engraçado como as coisas são desproporcionais entre países. !!


    felipealberto disse:
    15 de maio de 2010 às 1:26

    Pelo que sei sobre a invasão do kwait e os evento que depois vieram, os americano conheciam a possibilidade de uma invasão do kwait mas não deran a importancia necesaria. A mesma “derrapada” foi dada, anos depois, com Bin Laden & cia. no 11/9.

    Felipe, na verdade os USA só foram ao Golfo Pérsico para proteger o estado aliado da Arábia Saudita, e não para pregar a liberdade e democracia pelo mundo !!!

    Francisco AMX
    Visitante
    Francisco AMX

    E a ADL, a Luftwafe a RAF … onde estavam nas suas “implantações”?

    Mauricio R.
    Visitante
    Mauricio R.

    “…aos antigos radares dos iraquianos, os F…”

    “Karí”, não tinha nada de antigo ou somente radares soviéticos, havia mto equipamento moderno francês e russo tb.

    Mauricio R.
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    Mauricio R.

    “…e não para pregar a liberdade e democracia pelo mundo !!!”

    É, bondade, respeito, democracia, liberdade de expressão, eram o 2º nome do Saddam ou dos barbudinhos do Irã.

    Paulo Andrade
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    Paulo Andrade

    felipealberto, os americanos não só sabiam da possibilidade da invasão como foram consultados e informados pelo próprio Sadan e seu chanceler numa reunião com a então embaixadora americana em Bagdá. Tal informação está disponível num livro com entrevistas com o chanceler iraquiano, se não me engano Tariq Aziz, onde ele afirma que a posição da embaixadora foi de afirmar que a questão entre Iraque e Kwait era um problema fora da esfera de interesse americano. Após esse encontro os iraquianos teriam dado um ultimato ao Kwait numa reuinião da OPEP. Após tal ultimato ter sido ignorado foi que o Iraque… Read more »

    cerberosph
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    cerberosph

    Respeito, democracia, liberdade de expressão tudo isso tinha no Irã antes dos paladinos da Justiça e democracia formentarem um golpe acabando com a mais antiga democracia da região.

    G-LOC
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    G-LOC

    No Vietnã foram usadas 1.001 bombas Paveway I até 1968 mais 27.507 kits entre 1970 a 1973 somando um total de 28.508 Paveway I destruindo cerca de 18 mil alvos. Foram tres vezes mais armas que as 9.342 disparadas nos 43 dias da Guerra do Golfo em 1991 sem considerar as 1.200 disparadas pelo Reino Unido, França e Arábia Saudita (total mais de 11 mil).

    Pedro
    Visitante
    Pedro

    Lembrem-se uma coisa nesse texto: ele se refere a USAF e em momento algum comenta dos A-6 e F-18 da USN e AV-8 do USMC que tambem podiam usar bombas inteligentes.

    Mas sinceramente, com 64 F-111F, 56 F-117 já ia fazer bastante estrago.
    Uma questão, o F-15E já não era operacional no golfo em 90? Tenho quase certeza que era e usava bombas guiadas.

    Marcelo
    Visitante
    Marcelo

    Sou leitor assíduo do site, com certeza o melhor conteúdo brasileiro sobre o assunto, infelizmente o meu conhecimento não se compara a maioria dos que comentam nos post, me limintando assim apenas a aprender com os senhores, mas uma pequena parte de uma frase me chamou atenção nesse post, “Na verdade, às vésperas da invazão do Kwait”, não seria INVASÃO (com S, a letra maiúscula é apenas para destacar melhor) ???. Não levem esse meu primeiro “coment” como uma críticia, simplesmente é uma forma de tornar esse post e esse site nota 1000000 em tudo. Parabéns mais uma vez aos… Read more »

    João Paulo Caruso
    Visitante
    João Paulo Caruso

    Não sei se estou certo, mas pelo que sei o F-15E já lançava essas armas em 1990 e foi usado desde o começo da guerra.
    Os Strike Eagles faziam grande parte das missões noturnas e os F-16 e A-10 eram mais usados durante o dia.

    Dalton
    Visitante
    Dalton

    o F-15E realmente estava em serviço em 1991, em pequena quantidade ainda, e transportava apenas “bombas burras” a maior sendo a MK-84.

    abraços

    G-LOC
    Visitante
    G-LOC

    “Lembrem-se uma coisa nesse texto: ele se refere a USAF e em momento algum comenta dos A-6 e F-18 da USN e AV-8 do USMC que tambem podiam usar bombas inteligentes. Uma questão, o F-15E já não era operacional no golfo em 90? ” A USN não gostava muito de armas guiadas pois se não fossem lançadas teriam que ser alijadas antes de pousar nos NAEs o que custava caro. O principal requerimento do Super Hornet era exatamente poder pousar com uma maior carga de armas. O F-15E estava entrando em operação em 1991 e o problema era a falta… Read more »

    Ismailly
    Visitante
    Ismailly

    Marcelo disse:
    15 de maio de 2010 às 22:17

    “Sou leitor assíduo do site, com certeza o melhor conteúdo brasileiro sobre o assunto, infelizmente o meu conhecimento não se compara a maioria dos que comentam nos post, me limintando assim apenas a aprender com os senhores, mas uma pequena parte de uma frase me chamou atenção nesse post, “Na verdade, às vésperas da invazão do Kwait”, não seria INVASÃO (com S, a letra maiúscula é apenas para destacar melhor) ???.”

    “Limintando”? Francamente…

    Marcelo
    Visitante
    Marcelo

    Ismailly disse:
    “Limintando”? Francamente…

    Ismailly, você com certeza não é editor do site, pois deles recebi agradecimentos pelo aviso da troca do “s” por “z”, acho que você não leu minha mensagem direito ou simplesmente quer vê-la de outro modo, não foi uma crítica e sim uma maneira de tentar ajudar, fiquei surpreso em você não perceber q uma pessoa q tenta escrever direito (a nossa lingua portuguesa é difícil, sei disso) não iria escrever “limintando” no lugar de “limitando”, simplesmente na pressa cometi esse equivoco, pode deixar vou tentar escrever com mais cuidado!

    Abraços a todos que perceberam o meu real desejo.