domingo, maio 16, 2021

Gripen para o Brasil

Entregue o 600º Beechcraft T-6

Destaques

Fernando "Nunão" De Martini
Pesquisador de História da Ciência, Técnica e Tecnologia, membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

T-6 - foto USN

No dia 7 de abril de 2010, a Hawker Beechcraft Corporation (HBC) celebrou a entrega do 600º Beechcraft T-6, à Marinha dos EUA. O T-6B será baseado na Naval Air Station Whiting Field em Milton, Flórida.

AS entregas do T-6 começaram no ano 2000, quando a aeronave foi selecionada para o Joint Primary Aircraft Training System da U.S. Air Force e U.S. Navy. Desde então, o avião foi selecionado por outros operadores mundo afora, incluindo o NATO Flying Training do Canadá e forças aéreas da Grécia, Israel, Iraque e Marrocos.

O T-6 tinge 316 nós de velocidade, puxa +7.0G e -3.5G e possui avançado cockpit digital, adequados para ensinar manobras acrobáticas e treinamento de combate aéreo. Até hoje, o T-6 foi usado para treinar pilotos e navegadores de mais de 20 países diferentes.

A Hawker Beechcraft está trabalhando numa versão de ataque leve AT-6, para rapidamente atender às necessidades da guerra irregular.

FONTE / FOTO: Hawker Beechcraft e U.S. Navy (foto do alto – ilustrativa de modelo operado pela Marinha dos EUA)

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Tecnocop

Parabéns a empresa!!!.

Fsinzato

Nossa, as rodas do tem de pouso parecem de “brinquedo”.

Não me expira confiança uma versão COIN, deste treinador, sem o total remodelamento do projeto – praticamente outra aeronave – como foi para o Tucano e Super Tucano.

Abs.

Zirium

Não é nada, não é nada, o mercado para o ST foi de ralo…tanto para os EUA quanto para outros mercados alinhados com eles por conta do poder coercitivo da política americana.

Há de se trabalhar numa versão mais atual e poderosa do ST pra ontem, se não…

Galileu

Não acho que técnicamente o t-6 seja adversãrio do STucano, mas é sim adversário político.

Minha opinião é que o STucano tem potência motor adequado…..sem contar aviônica etc

Madvad

ahahah as rodas parecem de carriola

IvanStop

É impressão minha… ou ele não tem HUD?!?!?!?!
E desbancou o ST em concorrencias, o politicagem medonha essa do Tio Sam

Fsinzato

“Madvad disse:
9 de abril de 2010 às 15:56
ahahah as rodas parecem de carriola”

Ou carrinho de mão, como dito pelos parceiros franceses (com todo o respeito ao produto americano). Risos…

Abs.

Clovis

A Embraer deve começar a considerar aquisições e fusões para que possa botar os 2 pés nos mecados dos EUA e UE.

Marcelo Tadeu

Zirium e Clovis, O A-29 foi criado a partir de uma especificação da FAB para o SIVAM. É um excelente avião que tem muito a crescer em matéria de projeto. O fato do T-6 (Pilatus PC-9) ter ganho estas concorrências seria por causa da política. Israel e Grécia são aliados americanos, o Iraque já virou quintal americano e o Canadá, este nem se fala. O ST ganhou a concorrência da NATO só que não levou. O mesmo ocorreu com o EH-101 e o A330. Não acho que a Embraer tenha que redesenhar o projeto. A RAF, a Indonésia e outros… Read more »

emerson

Se me lembro bem, a embraer levou o Tucano EMB312H (helicopter killer) para disputar o JPATS, que foi preterido pelo T6. Dessa versão nasceu o EMB314 Super Tucano, desenvolvido a partir de uma monografia de um ofical da FAB que avaliou o limite operacional do Xavante para COIN. O 312H não chegou a ser considerado vencedor, mas me lembro que a Embraer considerava seriamente a possibilidade de vencer a concorrência do JPATS, considerando o sucesso do Tucano e do ShortsTucano. O maior vexame foi mesmo a concorrência no Canadá, no qual a Embraer foi declarada vitoriosa, e depois o resultado… Read more »

Marcos Pesado

Aproveitando a deixa do Emerson, cabe lembrar, quando discutirmos a concorrência do FX-2, considerarmos os termos em que foram decididas algumas das concorrências internacionais de materia bélico – notadamente aéreo – nos países centrais. Além dos exemplos citados pelo Emerson, minha péssima memória me socorre da escolha do avião tanque norte americano, os aviões de vigiância para o exércio dos EUA, do helicóptero presidencial também norte americano. Sabemos como terminaram ou não terminaram…

SDS

Fsinzato

“A Embraer tem seu mercado para o SuperTucano, que incluiria parte da América Latina, África, Ásia e até na Europa. Nunca a América do Norte.”

Com certeza…

Os EUA, praticamente se escoram em um tripé, representado pelas empresas de energia, finanças e de armamentos.

Nenhum pais tem acesso a esse mercado (salvo raríssimas exceções), ainda mais quando as outras duas não estão indo bem das pernas.

Abs.

Wolfpack

Porque o Blog não começa esta matária com colocações do tipo:
Tio Sa, Muy Amigos… pois poderia ser a A29 no lugar desta coisa de T6… e querem vender F18E/F para o Brasil, brincadeira…

mauricio veiga

O t6 é um projeto adaptado do pc7, o ST evoluiu de uma aeronave muito superior que é o Tucano!!!
O t6 é cheio de ¨remendos¨, não tem mais espaço para a espanção do projeto, nunca será um concorrente a altura do ST.
O mercado potencial para o ST é gigantesco, não precisamos dos Americanos!!!

Genivaldo

Caros amigos! Yisrael precisa de aviões de treinamentos para seus pilotos, mais como os USA politicamente tem força suprema sobre Yisrael é praticamente impossível o Brasil vender os Super Tucanos aos israelenses, A burocracia e a a imbecilidades de certas autoridades que são cegas neste setor, atraza muito as compras por parte de outros paises; temos que aprender só a desenvolver nossos próprios aviões, turbinas, foguetes de combustão liquida. Não fizeram os israelitas desde 1948 com inumeras guerras com aviões que comprou de outros paises e sem autorização copiou e transformou até agora a sua aviação. Ficarmos só de olharmos… Read more »

Fabio Mayer

Concordo, o mercado do ST para a Embraer é AL, África, Ásia e ou ou outro país europeu… e consideremos que não é nada desprezível e que suas caracteristicas podem ser aproveitadas comercialmente.

Porqe quando se vendem 6 unidades para um país, é mais fácil fazer uma entrega rápida, mai fácil ministrar o treinamento, mais fácil por a arma em operação. É um diferencial…

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