terça-feira, outubro 4, 2022

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BAE Systems recebe contrato para apoiar e manter novos Hawks da RAF

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Fernando "Nunão" De Martini
Fernando "Nunão" De Martini
Pesquisador de História da Ciência, Técnica e Tecnologia, membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

BAE Hawk - foto 2 BAE Systems

Da frota de 28 aeronaves à qual se refere o contrato, a RAF já recebeu 22. As últimas entregas deverão ser feitas neste ano.

BAE Systems ganhou um contrato de 4 anos, no valor de 111 milhões de libras (aproximadamente 168 milhões de dólares ou 300 milhões de reais), para apoiar e manter a frota de 28 novos treinadores a jato avançados Hawk (Advanced Jet Trainer – AJT, também denominados Hawk TMk2) adquiridos pela RAF (Royal Air Force – Força Aérea Real). O contrato, concedido pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, foi anunciado pela empresa na última quarta-feira, 31 de março.

A primeira aeronave Hawk TMk2, de uma encomenda de 28 unidades, foi recebida pela RAF em meados de 2009. Até agora, já foram entregues 22 jatos, e os últimos deverão ser recebidos ainda neste ano.

Com esse novo contrato, que recebeu a denominação de Hawk In-Service Support (ISS), a BAE Systems acumula 1,5 bilhões de libras (aproximadamente 2,3 bilhões de dólares ou 4 bilhões de reais) em contratos concedidos pelo Ministério. Anteriormente, a empresa recebeu os contratos Harrier Platform Availability Contract (HPAC), Typhoon Availability Service (TAS) e, também para o Typhoon, o Radar and Defensive Aids Sub Systems (RDASS) for Typhoon.

Pelo contrato, a BAE Systems é responsável por garantir a disponibilidade da frota dos Hawk TMk2 na base RAF Valley (em Anglesey, no País de Gales). A empresa já apoia os mais antigos Hawk TMk1, além de frotas de Tornado e Harrier.

O total de jatos Hawk, entre produzidos e encomendados, já ultrapassa 900 unidades, que operam em 25 países. Segundo a BAE Systems, o Hawk produz menos barulho e emissões além de apresentar custos de aquisição, operação e suporte inferior aos de outros jato de treinamento.

BAE Hawk - foto BAE Systems

FONTE / FOTOS: BAE Systems

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Piramboia

Eu acho engraçado ninguém falar sobre a idade do projeto (dos anos 70) do Hawk, que é antigo, que não vale a pena investir no seu aprimoramento etc. Já venderam 900 unidades. Não sei se o T45 entra nessa contabilidade. A Índia encomendou recentemente uma quantidade substancial. O seu concorrente direto seria o AMX, com projeto mais novo (do início dos anos 80), que sofre por, parte dos próprios brasileiros, as críticas acima citadas. Com investimentos no seu aperfeiçoamento poderíamos ter um vetor de excelência, melhor que o Hawk (na realidade, já o é). Uma versão aperfeiçoada do AMX-T poderia… Read more »

Tito

Falou e disse Piramboia, quando li a matéria pensei a mesma coisa, só que agora abaixa a cabeça que que vem pedrada, hehehe.

Abs.

Theo Gatos

Sei que é imprudencia comparar, mas depois a manutenção do Rafale que é cara…

Se considerarmos 160 horas de voo/ano esse valor dá aproximadamente US$ 10 mil/hora..

Novamente sei que não é um cálculo simples como o que eu coloquei acima, mas para um avião antigo até que é bastante na minha opinião.

Sds.

Harpia

Começou as pedradas Piramboia e Tito. Não esqueçam o capaçete, rsrsrs… 😀

Leandro

Ainda voto que a FAB deveria adquirir a versão nova do PAMPA!

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