quarta-feira, maio 12, 2021

Gripen para o Brasil

Jobim finaliza análise sobre novos caças

Destaques

Fernando "Nunão" De Martini
Pesquisador de História da Ciência, Técnica e Tecnologia, membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

Jobim Cockpit - foto Folha Imagem via Isto É Dinheiro

Ministro está lendo relatório técnico e leva parecer a Lula em uma semana

Roberto Godoy

vinheta-clippingO ministro da Defesa, Nelson Jobim, vai apresentar em uma semana ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva suas conclusões a respeito da escolha F-X2, do novo caça da aviação militar brasileira. Jobim está lendo o relatório técnico entregue a ele no dia 6. Metódico, faz anotações e pede esclarecimentos. Mas não faz comentários, mesmo com interlocutores habituais.

Concorrem, nesta fase final, três caças: o Rafale da francesa Dassault, o Gripen NG, da sueca Saab, e o F-18 Super Hornet, da americana Boeing.

O valor do negócio é estimado entre R$ 7,7 bilhões e R$ 10 bilhões, por um lote inicial de 36 aeronaves. A cifra contempla itens fundamentais, como são suprimentos de componentes e peças, treinamento de pessoal técnico, documentação de manutenção, o conjunto eletrônico, conforme o especificado pela Aeronáutica. Parte do preço abrange as tecnologias que o governo brasileiro exige receber como pré-requisito do contrato.

Embora os três finalistas ofereçam a possibilidade de montagem e produção da encomenda no País, apenas o grupo da França detalhou essa parte da proposta. De acordo com o diretor do consórcio Rafale International, Jean-Marc Merialdo, o programa prevê que os seis primeiros caças sejam fabricados integralmente na França, com participação de especialistas brasileiros. O sétimo avião será montado no Brasil, com partes vindas das unidades industriais da Dassault. Da oitava unidade em diante a nacionalização dos sistemas será crescente “de acordo com a capacidade de atendimento local às necessidades do processo”, diz Merialdo.

O F-X2 não se esgota no fornecimento da frota inicial, mas se estende até prováveis 120 supersônicos. Nesse caso, e prevendo que haverá necessidade de revitalização tecnológica periódica do grupo inicial, as aquisições futuras preveem a produção no País.

O objetivo é deter autonomia na construção de uma aeronave única para a tarefa de superioridade aérea, como a preservação do espaço, e de interdição de operações ilícitas. Na prática, significa que toda a frota de combate da aviação militar será substituída até 2025. A aeronave vai substituir os Mirage 2000C/B ( desativação começa em 2015), os F-5EM (entram em desmobilização ao longo de 2021) e os caças-bombardeiros leves AMX (por volta de 2023).

O projeto de construção de um supercaça de 5ª geração ainda mais avançado que o F-X2 faz parte de um planejamento de longo prazo da Aeronáutica.

FONTE: Estadão FOTO: Folha Imagem, via Isto é Dinheiro

NOTA DO BLOG: por um lado, mais do mesmo assunto. Por outro, alguns dados interessantes para se discutir, conforme coloquemos fé nas fontes do articulista: o prazo de uma semana para entrega do parecer ao Presidente, a afirmação de como está sendo procedida a leitura e análise do relatório (o que sugere fonte do Ministério da Defesa, com acesso direto ao Ministro, ou o próprio), e uma ligeira dilatação nos prazos de desativação da atual frota. Quanto a esta última questão (dentre outras que podem ser discutidas), fontes dentro da Força têm dado prazos menos “elásticos” para os editores do Blog, especialmente para os F-2000, embora se diga também que ao menos parte da frota de F-5M teria que iniciar a desativação antes do prazo mencionado no texto. Mas é certo que, havendo fluxo logístico de peças de reposição, pode-se esticar um pouco a operação de um vetor como o F-2000 na FAB, dentro de um limite de horas de voo a não ser extrapolado antes de revisões estruturais de maior monta, o que pode ser conseguido, normalmente, restringindo a quantidade de horas de voo anuais (mas esta é uma das soluções possíveis, outras podem, evidentemente, ser discutidas pelos leitores do Blog).

NOTA 2: evidentemente a análise não está sendo feita dentro de um exíguo cockpit de um caça, pelo que a escolha da foto é apenas um toque de humor do Blog. Mas espelha nosso desejo de que o Ministro pense também, no momento de finalizar sua análise, nos que estarão amarrados aos assentos da máquina escolhida. E na Força Aérea Brasileira, que também estará “amarrada” a essa máquina pelas décadas seguintes.

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Alexandre Galante

Excelente a nota 2, Nunão!

Wolfpack

Como ele foi para lá dentro? Usaram uma Grua????
Espero realmente que finalmente saia uma resposta nos próximos dias. Esta novela está mais que desgastante, parece aquela novela dos anos 80 – Dallas – que nunca acabava.
Abs

Humberto

Resumo de um resumo tende a não sair uma boa coisa, principalmente se vc quiser trilhar um determinado caminho, mas o Jobim (entre os ministros do Lula) é o sujeito que pode fazer um excelente trabalho. Vamos torcer que seja isento para faze-lo, que os reais interesses do pais seja a prioridade e disponibilizar a FAB a melhor solução (que como foi bem dito, vai estar ai por decadas).
De uma coisa é certa, o relatório da FAB não tem o Rafale como vencedor..Os que acham o Rafale o melhor, estão autorizados a deitar o sarrafo na fab..rsrsrs
Abraços

Felipe Cps

UMA IMAGEM VALE MAIS DO QUE MIL PALAVRAS, AHUAHUAHUAHUA… 🙂

Cmt Jobim, “o piloto”. Tamo lascado mermo, rsrsrs…

Abs.

Wilson Giordani de Souza

Wolfpack em 12 jan, 2010 às 9:52

“Como ele foi para lá dentro? Usaram uma Grua????” [2]

🙂 🙂 🙂

[]s

motta_eiras

Quero saber como ele vai sair dali. O assento deve ser um vaso sanitário.

Abr

Felipe Cps

Sugestão ao Aéreo:

Recuperar, se for possível, e postar a entrevista/debate/reportagem que foi ao ar ontem (11/01) às 22:00 horas, na Record News sobre o programa FX2, com os especialistas Gunther Ridzik (sei lá como se escreve isso, rsrs) e Percival de Souza, e participação dos assinantes (que fizeram várias perguntas pertinentes).

Foi bastante elucidativa em alguns pontos. O especialista Gunther, por exemplo, confirmou a entrega pelos franceses dos códigos-fonte dos Exocet argentinos à GB, durante a Guerra das Malvinas.

Tentei achar link na Record News mas não consegui. O e-mail do programa é:

entrevistarecord@recordnewstv.com.br

Sds.

Franco Ferreira

As providências administrativas agora cabidas aos Exmos. Srs. Presidente da República e seu ministro da defesa estão descritas na legislação brasileira, recentemente incluídas em http://www.reservaer.com.br/introducao/avisos/anv.html

Lá estão, também, as Leis aplicáveis.

Francisco AMX

“Foi bastante elucidativa em alguns pontos. O especialista Gunther, por exemplo, confirmou a entrega pelos franceses dos códigos-fonte dos Exocet argentinos à GB, durante a Guerra das Malvinas.” Sim, mas ele explicou como os Argentinos conseguiram destruir 2 embarcações o destroyer Shefield e o transporte Atlantic Conveyor com 3 mísseis? como? para que serviu os códigos fontes? o exocet, pelo que sei, não pode ser configurado remotamente… de que serviriam os tais CF? o exocet uma vez lançado já era ou acerta ou erra! esta historia de sabotagem francesa é uma piada! o que os franceses, técnicos, fizeram foi abandonar… Read more »

carl94fn

Não podemos culpa a França pelos erros argentinos, como esperar que a França trocasse séculos de relacionamento com a Inglaterra pela Argentina e seus lideres loucos, se o inimigo force outro provavelmente a França permanecesse até o fim do conflito, mas no caso era um país aliado contra outro a melhor saída foi sair de fininho alias como todos os outros países que a Argentina contava os EUA e todos da América do sul (talvez o Brasil tenha dado uma força aos ermanos), mas seja como for se tem um culpado foi o governo Argentino em não preparar as suas… Read more »

Bosco

Volf,
usaram uma grua, um galão de vaselina e uma calçadeira. rsrs..

Francisco AMX

Vcs não sabem nada, eles colocaram o assento, o Jobin e depois montaram o M2000 com os técnicos da Dassault que estavam no Brasil piruando o FX-2… 🙂

Francisco AMX

Carl94fn, posso te dar uma sugestão? instala o Google Chrome, é de “gratis”, ele vem com corretor, e ajuda bastante! porém exemplo como “force” que vc escreveu, querendo dizer fosse, ele não ajudará, pois não faz concordância, mas de resto ajuda bastante, e acaba ensinando tb, eu aprendi a escrever certo algumas palavras que escrevia errado, mas as vezes escapa algo…!

Abraço

carl94fn

francisco pra falar a verdader to com um puta problema no word…saco mas faleu pela tica

carl94fn

rsrsrsr opa digo dica

Wolfpack

Eu adoro as histórias sobre as Malvinas, pois eu era bem novo na época, 12 anos, e sabia dos acontecimentos, ficava ligado nas informações. Cada fato. Mesmo durante o regime militar, as notícias fluiam livremente. Por sinal eu vivi parte da minha vida sob o regime militar ditatorial e me desculpem quem sofreu nesta época, para mim a situação mais crítica era a crise econômica, sempre crise econômica, mas ninguém que eu conhecia, nenhum parente, tio, tia, universitários na época, primos, tiveram problemas com os militares. Por sinal, a polícia era a mesma bagunça de hoje, volte e meia aparecia… Read more »

Felipe Cps

Wolfpack em 12 jan, 2010 às 13:25: “Seria ilógico que a França, não sendo membro da OTAN (…)” Wolfpack, apenas para pontuar: se não me falha a memória, a França É E SEMPRE FOI membro da OTAN. O que a França renunciou, por pura birra antiamericanista de Charles de Gaulle, foi à presidência rotativa da Organização, apenas tendo retornado esse último ano. De resto amigo, não dá pra confiar em ninguém nessa OTAN. Toda ela é uma laia só. Sds. PS: Só pra ficar claro: não defendo nem jamais defenderia a ditadura “milongueira” (ótima essa, rsrs) argentina (como nenhuma outra,… Read more »

grifo

A ajuda da França ao Reino unido durante a Guerra das Malvinas é fato histórico indiscutível e já estabelecido. Para uma fonte primária, basta perguntar diretamente ao ministro da defesa inglês da época. http://www.telegraph.co.uk/news/uknews/1387576/How-France-helped-us-win-Falklands-war-by-John-Nott.html Trecho inicial: “FRANCE was Britain’s greatest ally during the Falklands war, ***providing secret information to enable MI6 agents to sabotage Exocet missiles which were desperately sought by Argentina***, according to Sir John Nott, who was Defence Secretary during the conflict.” Segundo o artigo, agentes ingleses procuraram todos os mísseis Exocet existentes no mercado e os sabotaram antes dos argentinos poderem comprá-los. Vale lembrar que os argentinos… Read more »

Ivan

Martin Baker ejection seat…

Em caso de emergência é só puxar a cordinha…

Ivan.

Bosco

Wolf,
a Inglaterra também usava o Exocet na época a bordo de suas escoltas.
Ela sabia tudo sobre o míssil e inclusive, salvo engano, ajudou a desenvolvê-lo.
Os Exocets não foram mais eficientes devido a inexperiência dos hermanos com o mesmo e da integração em tempo record nos seus SE e é claro, ao conhecimento dos britânicos com as características de operação do radar do mesmo.

Ivan

Quanto a possível sabotagem ela só se daria no caso de chegar aos mísseis, diretamente. Quanto à banda do radar não haveria muito segredo, pois a Royal Navy também usava Exocet, o modelo M-38 nas fragatas Type 22 Bacht I, o que poderia ensejar medidas de defesa (chaft) adequadas, mas que não foram tomadas. Aliás, não foram tomadas medidas preventivas também no USS Stark, cujo comandante estava mais preocupado com medidas administrativas do que de combate, deixando seu navio ser atingido sem lutar, e tinha recursos para lutar, com mísseis Standard, canhão 76mm SuperRapid Compacto, Phalanx de 20mm, enfim, mesmo… Read more »

Ivan

Bosco,
Não sabia que vc iria postar…
Abç,
Ivan.

Ivan

Mas ‘dizem’ que o Tarso anda doidinho para puxar a cordinha do assento Martin Baker do Nelson Jobim… he he he.

Abç.

Bosco

Ivan,
as Perry não são armadas com os Super Rapids. A Stark só tinha 3 defesas contra o Exocet, os lançadores de chafs, os interferidores e o canhão Phalanx.
Nem o Standard SM-1 era apto para interceptar mísseis “sea skiming”.
Na verdade, a opção hard kill era só mesmo o único Phalanx disponível instalado à ré, que tinha um arco de fogo limitado.
Na verdade um defeito grave da classe.
Um abraço.

Ivan

Bosco, Esta classe de fragata ‘saia de fábrica’ com um canhão 76mm de desenho italiano Oto Melara (cúpula arrendodada), a meia nau, um pouco avante dos hangares. Se era o SuperRapid não tenho como investigar agora, mas realmente não eram configurados para fogo anti-míssil. Os mísseis anti-aéreos Standard do lançador frontal Mk-13 realmente não são adequados à função anti-míssil, mas não foram sequer armados para uma tentativa. O sistema de defesa de ponto Phalanx por sua vez estava desligado, para evitar fogo amigo. Inclusive havia tempo de manobrar a USS Stark para buscar um melhor ângulo de tiro, ou para… Read more »

Bosco

Sem dúvida Ivan.
Meu comentário não foi para ir de encontro ao seu, mas só pra acrescentar já que se existissem outras armas com capacidade anti-míssil haveria maior possibilidade do navio se defender, inclusive sem precisar manobrar.
Um abraço.

Humberto

Se não me falha a memória tb, a França pulou fora da OTAN (não sei se era este o nome da aliança) na época da guerra que a França travava na Argelia, Charle de Gaulle queria que os gringos dessem uma ajuda lá e ainda achava injusta a divisão de poderes (Americanos + Britanicos) da aliança. Como ele recebeu um não para os dois, saiu oficialmente da OTAN (deu o maior reboliço, tiveram que mudar desde a sede até sair de várias bases sediadas na França), mas as afinidades continuaram. Não sei bem quando, mas antes do final do seculo… Read more »

Bosco

Agora, com certeza o Standard poderia ser lançados contra o Mirage que salvo engano estava dentro do alcance do mesmo quando lançou o Exocet, só se ele não tivesse sido detectado ou traqueado.
Realmente não lembro da sequência de eventos que culminou com o impacto.
Um abraço.

Ivan

Bosco,

Eu entendi.
Inclusive o único sistema anti-míssil hard kill à bordo era realmente o Phalanx, como vc frisou.

Outro ponto que vc colocou e é bom lembrar é a limitada capacidade desta classe. Como navio oceânico deveria ter, pelo menos um sitema anti-míssil frontal e outro traseiro, para melhor cobrir os quadrantes.

Mas o que acabou com a Stark foi a falta de prontidão para o combate.

Abç.

Francisco AMX

“Segundo o artigo, agentes ingleses procuraram todos os mísseis Exocet existentes no mercado e os sabotaram antes dos argentinos poderem comprá-los.”

Grifo, agora entendo pq tu acredita no NG! rsrsrsrs

E a Rainha mandou o James Bond fazer este serviço? rsrsrs

Quanta bobagem, Grifo, não cai nessa não!

3 Exocets foram disparados 2 acertaram os alvos!
onde estavam os sabotadores, os códigos falsos? rsrsrsrs
é muita aventura cinematográfica nestas historinhas!

Abraço!

grifo

Mais sobre isso. Deixa claro que o foco foi evitar que mais mísseis Exocet chegassem a Argentina, objetivo alcançado com ajuda francesa. “… The French supplied detailed technical information on the Exocet, showing us how to tamper with the missiles. Britain launched a clandestine international plot to block supplies to Argentina. “A remarkable world-wide operation then ensured to prevent further Exocets being bought by Argentina. I authorised our agents to pose as bona fide purchasers of equipment on the international market, ensuring that we outbid the Argentineans. Other agents identified Exocet missiles in various markets and covertly rendered them inoperable,… Read more »

Tales

Mas têm uma GRANDE notícia aí (claro que depende da fé que botemos nas fontes do articulista, como salientou a nota do blog), que o blog esqueceu (ou não percebeu) de destacar: “O projeto de construção de um supercaça de 5ª geração ainda mais avançado que o F-X2 faz parte de um planejamento de longo prazo da Aeronáutica.” OLHA o PAK-FA AÍ, gente!!!!!!! Pelo visto, não morreu a idéia do Mangabeira Unger. No longo prazo, a FAB ou MD pensam em ter outro vetor/plataforma e não apenas o FX-2. Já pensaram a FAB com uns 80 Rafales ou Gripens mais… Read more »

Wolfpack

Pessoal, dei uma saída e quando volto esta aula de Malvinas/Falklands.
Obrigado
Bosco, se tiver algum link que mostre o desenvolvimento do AM39/38 por favor me mande.
Achei este vídeo de época dos Super Etandard e AM-39 argentinos.
http://www.youtube.com/watch?v=MZ9wZzerEZU&NR=1
Abs
😛

kaleu

Alguem socorrem o Jobim e tira ele de lá … não tá conseguindo respirar … 😀

Bosco

Wolf,
não tenho não.
Mas a minha impressão que o RU tenha participado do desenvolvimento do Exocet junto com a França é devido ao míssil Martel (versão guiada por TV e versão anti-radar) que foi um desenvolvimento comum e que salvo engano deu origem a “célula” do Exocet. Também o sistema de propulsão (motor foguete) parece do Exocet parece ter se originado do Martel.
Outro fator é que a Royal Navy foi juntamente com os Franceses os primeiros a adotarem o Exocet em seus navios.
Um abraço

Wolfpack

Valeu Bosco, olhem o cabeção do Jobs… Este capacete não é de fuzileiro não?????
ABS

Tales

Wolfpack

recentemente, na Revista Força Aérea nº 59, saiu um reportagem bem abrangente sobre o Exocet e suas variantes, abrangendo, inclusive o desenvolvimento do míssil.
Abrs

kaleu

Veja essa declaração :- Embora os três finalistas ofereçam a possibilidade de montagem e produção da encomenda no País, apenas o grupo da França detalhou essa parte da proposta. De acordo com o diretor do consórcio Rafale International, Jean-Marc Merialdo, o programa prevê que os seis primeiros caças sejam fabricados integralmente na França, com participação de especialistas brasileiros. O sétimo avião será montado no Brasil, com partes vindas das unidades industriais da Dassault. Da oitava unidade em diante a nacionalização dos sistemas será crescente “de acordo com a capacidade de atendimento local às necessidades do processo”, diz Merialdo. http://www.aereo.jor.br/2010/01/12/jobi …… Read more »

Edmar

Caros Amigos.: Pelas especulações da emprensa e por notícias que escapou do ministro, é verdadeiro a decisão do novo caça da FAB que é o “Dassault Rafale F-3”. O “Dassault Rafale F-3” vai ser o novo avião de combate da FAB. É engraçado que agora pela manhã até a “Ana Maria Braga” apresentadora da Rede Globo mostrou imagens dela voando num “Dassault Mirage 2000”. Será que ela quis dar uma forcinha para a Dassault??? Não sei, mas o que eu sei é que o “Dassault Rafale F-3” é o novo avião da FAB. Agora só falta ver o tipo de… Read more »

Edmar

Caros Amigos.:

Será que a FAB vai usar os “misseis meteor(alcance de 100Km)” e os “misseis iris-t(alcanse de 20Km)”???

Abraços.

Bosco

Edmar,
até agora o único que se dispôs a explicitar o pacote de armas (ar-ar e ar-sup), sensores, etc, foi a Boeing.
Eu particularmente não tenho a mínima idéia do conteúdo da proposta sueca nem francesa e nem sei se a mesma contempla algum tipo de arma no seu bojo.
Pra que contemple somente os vetores pouco custa.

Bosco

Em termos equivalentes a proposta francesa deveria incluir mísseis Meteor, bombas ASSM, pods de designação de alvos Damocles, capacetes Topsight, etc.

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