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Detalhes relevantes do Rafale para o FX-2

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vinheta-destaque-aereoO Rafale nasceu da decisão da França de continuar sozinha no projeto do seu caça, ao invés de dividir os custos com a Alemanha, Itália, Espanha e Inglaterra, no projeto do Eurofighter.

O custo de desenvolvimento do Rafale foi alto, o que é natural para um projeto dessa sofisticação. O programa chegou a ser suspenso pelo governo francês, visando negociar a redução de custos pelo fabricante.

O custo total do programa em 2008 era em torno de €39,6 bilhões, o que dá €138,5 milhões por aeronave. O preço “flyaway”, em 2008, era de €64 milhões para a versão C (Força Aérea), e €70 milhões para a versão naval. Do total do custo do Rafale, 30% é referente à parte eletrônica.

As Forças Armadas francesas queriam inicialmente 294 Rafales: 234 para a Força Aérea e 60 para a Marinha. Mas somente 120 Rafales foram encomendados. Os caças foram entregues em três diferentes lotes, tendo o último pedido sido feito em 2004, para 59 Rafales.

Características

Um primeiro ponto notável no caça francês é o uso de canards com controle de voo fly-by-wire, o que garante máxima manobrabilidade.

A estrutura é convencional, com metade da fuselagem feita de fibra de carbono e kevlar no nariz e na traseira do avião. Liga de alumínio-lítio e titânio também são empregados em algumas partes.

A combinação de asas em delta com canards dá ao Rafale a capacidade de decolar em espaços muito curtos: 600m com carga de combate total e 400m configurado para combate ar-ar.

O Rafale pode puxar +9 g e -3 g em manobras, podendo atingir 11g em emergências. A velocidade de pouso é de 115 nós, graças aos canards.

Comparado aos outros

Um dos trunfos do Rafale perante seus equivalentes é custo de operação mais baixo por hora de voo (ver tabela abaixo). Os custos seriam equivalentes aos do Eurofighter.

Uma análise feita pela Eurofighter GmbH no quesito “efetividade na defesa aérea”, coloca o Rafale em quarto lugar depois do F-22, F-15 e Eurofighter, mas à frente do F/A-18 Hornet e F-16C.

Em simulações de combate contra o Sukhoi Su-35, segundo a Eurofighter, o F-22 venceria 91% dos engajamentos. O Eurofighter venceria 82% e o Ralafe 60%.

Todos os outros caças, F-15, F/A-18, MiG-29 e F-16C, perderiam mais vezes do que ganhariam, contra o Su-35.

rafale-motores

Rafale versus F-15 e F-22
Critério Rafale F-15 F-22A
Manutenção homem/hora por hora de voo 10 15 12
Turnround pós-missão (minutos) 15 25 20
Troca de motor (minutos) 60 147 90
Equipe de solo (homens) 8 16.6 8.7
Tempo entre manutenção (horas) 3 1.2 3
Custo operacional 100 147 111

FONTES: Jane’s All The Worlds Aircraft 1996-97 Special Report / Jane’s 2004/2005

59 COMMENTS

  1. Ótimos dados, obrigado pela noticia

    Ao que percebi, o Rafale foi comparado com caças de verdade, e não com brinquedos como F18 e Gripen.

    Rafale, mais soberania ao BRASIL

    BRASIL!!!

  2. ******************* OFF TOPIC ***********************************

    Perdoem, mas parece relevante.

    Do Globo.com

    EUA dizem concordar com transferência de tecnologia de caças ao Brasil
    Em nota, Embaixada dos EUA diz que medida foi aprovada no último dia 5.
    Brasil negocia a compra de 36 aviões, ao custo de até US$ 4 bilhões.

    Leiam em:

    http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL1297670-5601,00-EUA+DIZEM+CONCORDAR+COM+TRANSFERENCIA+DE+TECNOLOGIA+DE+CACAS+AO+BRASIL.html

  3. Antes eu era fã do F 18 Super Hornet, mais depois fui vendo que o Rafale era mais do que eu pensava e a cada dia vejo-o como o principal vetor pra a nossa FAB, disso vai ser difícil fugir,dai-le RAFALE.

  4. Certamente a comparação do Rafale é a equipada com o radar PESA, quando o Rafale se equipar com AESA que esta sendo desenvolvido em conjunto para o Typhoon, acredito que esses numeros mudariam significativamente.

  5. Só não vai fechar com o Sarkozy se os EUA oferecerem F35 com abertura dos códigos fonte.
    Mas isso eu duvido, então vamos com o ótimo Rafale mesmo.

  6. Porque não é possível comentar no post “Nota da embaixada afirma que governo dos EUA liberou transferência de tecnologia”?

    Sobre o tema saiu a pouco no log do Nassif informações exclusivas que ele pegou hoje junto ao Nelson Jobim. Alguns destaques:

    * Enquanto os trabalhos prosseguiam, surgiram os primeiros sinais da aproximação do presidente francês Nicolas Sarkozy com o presidente Lula. O francês manifestou intenção de se anunciar os termos do acordo militar Brasil-França no dia 7 de Setembro.

    * Sentindo que a intervenção presidencial poderia lhe ser favorável, a Dassault jogou para cima os preços da proposta. Não seria possível porque o processo ainda não tinha se encerrado.

    * No domingo à noite houve outra reunião, à qual Jobim foi convidado. Participaram vários brasileiros e franceses. Dentre os brasileiros, o Brigadeiro Saito, Comandante da FAB.

    * Sarkozy garantiu também o mercado latino-americano com exclusividade para o Brasil. Em relação ao custo de manutenção, havia dúvidas sobre o custo da hora-vôo apresentado pelos franceses. Avaliações informadas por Saito indicavam que, para um período de 30 anos (período de obsolescência), o cálculo da FAB chegara a valores pedidos muito elevados.

    * A imprensa, especialmente a estrangeira, deu o caso encerrado, diz Jobim, mas isso não aconteceu. Há uma série de caminhos a serem percorridos, como os preços do Rafale, as condições do financiamento francês. Se bate o martelo, o governo brasileiro perde as condições de arrancar mais vantagens da Dassault.
    De qualquer modo, espera-se para o final do ano a conclusão das negociações.

    Não dá pra perder.
    A integra está aqui (http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/09/09/exclusivo-o-acordo-militar-brasil-franca/#more-32944)

    Abs

  7. Essa simulação pode ter sido feita com o Eurofighter “calçando” mísseis meteor, o que daria uma vantagem significativa com relação ao Mica francês.

  8. Bom, enquanto não houver acordo assinado nem dinheiro liberado, o processo de escolha continua. Claro que todos os envolvidos vão jogar “pesado”. Mas todo e qualquer acordo internacional exige cuidado; se deixar levar pelas emoções ou por declarações não confirmadas (contrato assinado) pode ser (e é) perigoso.
    A corrida está no final. Mas ainda não acabou, por mais que se diga o contrário.
    Em tempo: calma e caldo de galinha não fazem mal para ninguém; neste jogo, não tem nenhum “ingênuo”.
    SDS.

  9. caros amigos,

    pelo visto o que a FAB que é o que for mais barato! neste caso podemos comprar uns fuscas, acho que o mexico ainda fabrica! hehehehe

    falando serio o F18 é bom mais sabemos que não vão transferir nada! e ja sera muito se deixarem a gente usar nossos misseis nele! o Gripen é um bom prototipo e tambem tem muita tecnologia americana que sera vetada. agora se não querem transferencia real de tecnologia então é melhor comprar de prateleira uns 100 SU35!!

  10. Na boa camaradas, os cacas comparados sao realmente (como muitos comentaram aqui) sinificativos…mas o que vale no momento eh a comparacao entre Rafale, F18 e Gripen. Isso eh o que deve ser levado em consideracao. O resto eh somente opiniao. E na boa, estou cansado de opinioes de ‘experts’. Comparacoes como a da materia apresentada nao agregam NADA para o FX2.

  11. Pra mim são dados interessantes mas sem qualquer relevância já que não mostra a ‘metodologia’ empregada, não sendo possível tirar qualquer conclusão prática.

  12. Essa fonte sempre traz boas classificações e dados importante.
    Ouvi dizer o Rafale é formidável no quesito assinatura de radar. Tendo alegadamente a menor assinatura de radar perante as demais aeronaves convencionais presentemente em serviço, registra inclusive menor assinatura que o Eurofighter. Perde apenas para o F-22.

  13. Se ainda não está definitivamente decidido, então quando será? Há uma data, ou um mês que possa ser considerado o limite para ser declarado o vencedor?
    Abs.

  14. Gerson, concordo com você, se for para olhar só preço, então compramos mais uns 100 F5 usados que tá bom demais. Agora se for para ter transferência de tecnologia, aí é Rafale na cabeça. Eu acho que os EUA não acreditavam que a França faria transferência de tecnologia e , agora vendo a viola em cacos estão tentando tumultuar o nosso negócio com os franceses. Porque será que todo japonês é deslumbrado por americano ??? Até o Juniti!!!

  15. Bosco, creio que há um dado interessante sim: a comparação relativa a manutenção e custos em relação com dois caças comprovadamente bem caros de manter: o F-15 e o F-22. O Rafale, pelos dados apresentados, é sensivelmente menos custoso em sua manutenção que o F-22, e significativamente mais econômico que o F-15. Falta, é claro, um estudo dessa comparação com outros mais baratos. O interessante é que, a meu ver, no desempenho e nos custos ele está mais para estes do que para outros que não estão na tabela. Ou seja: há que se pagar o preço, ao longo dos anos, de se manter um caça desses.

  16. Nunão,
    sem dúvida esses dados são relevantes, mas eu me referi aos dados relativos as simulações de combate com outros caças.
    Um abraço.

  17. Embora nosso Presidente semi-analfabeto quase coloca tudo a perder, o Jobim e o Saito se desdobram para não ter que cancelar o FX2. O Lula depois de algumas cachaças deve ter se achado o Senhor do Mundo e trocou a língua pelos dentes e caiu no conto do esperto do Sarkosy. Isso estraga tudo, tudo, um tipo destes no comando de algo tão sério.
    Agora o FX2 corre um sério risco de ser cancelado. Estou falando sério, pois a FAB não deseja o F18 E/F e nem o Gripen, e seu maior inimigo foi justamente um Jumento.

  18. Bosco e Nunão,

    Eu acredito que o Rafale possa ser mais barato de operar que os outros. A muitos anos atrás vi uma reportagem sobre os Mirage2000-5-MK2 numa revista. Fiquei impressionado. Ele tinha um sistema que “varria” todos os sistemas e componentes várias vezes por segundo(alguns Hertz). Num conflito os “Angels” enfiavam a cabeça pra dentro do cabine e olhavam o painel central que indicava se havia algum problema. Se houvesse, ele já indicava qual módulo deveria ser trocado, enquanto a aeronave era abastecida e remuniciada de acordo com a para a próxima missão. Isso permitia que em + ou – 15min o caça já estivesse pronto para decolar novamente. Havia uma comparação com outros caças, mas não me lembro os modelos, mas era como mais ou menos 30 a 40 minutos a mais (50 a 60 min) para que os concorrentes pudessem estar prontos para uma nova missão.

    Esse modelo do Mirage2000(acho que foi o último), foi construído totalmente dividido em módulos, a fuselagem do avião era toda compartimentada na parte inferior(cheia de pequenas portinhas independentes). Cada porta dava acesso a um módulo(bloco). Quando havia a necessidade de substituiçao de algum componente indicado no painel da cabine era aberta apenas a porta correspondente ao módulo que continha a peça a ser trocada e substituído o módulo inteiro para não se perder tempo. Posteriormente, os mecânicos resolviam o problema no módulo, mas enquento isso a aeronave já estava voando outra missão.

    Dito isso, penso que os franceses devem ter um sistema muito superior a este no Rafale. além disso, se os Rafale é mais furtivo que os outros, possuir uma versão naval, e haver transferência de tecnologia, não vejo porque não bancarmos sua compra e manuntenção, já que em um conflito essas serão nossas vantagens.

    Um abraço

  19. Acho que por justiça, o Blog precisa também, colocar os detalhes relevantes do Gripen NG e do F18 SH. Afinal, essa novela brasileira de contornos mexicanos ainda não chegou ao seu fim.
    Fico com uma dúvida de tirar o sono, qual seja: ou nosso mandatário maior fez uma enorme trapalhada no último dia 07, ou então, ele e seus assessores são muito mais espertos e estão fazendo a “jogada” do século. Alguém quer fazer uma aposta, chutar um palpite?

  20. 1) O Rafale é o concorrente mais caro;
    2) Temos “promessas” de compartilhamento de teconologia em todas as propostas;
    3) O F-18 é o preferido dos Pilotos, o Grippen dos Engenheiros, e o Rafale dos Políticos;
    4) Temos tradição (linha de suprimentos, manutenção, treinamento, etc) em caças franceses;
    5) A decisão, no final, é política.

    Tudo isso é válido, mas convenhamos, esse anúncio prematuro não foi pura quebra das “regras do jogo”?

  21. RodrigoBR, esta diagnose de problemas qualquer carro com ECU atual têm e não seria nenhuma novidade espetacular este mesmo sistema existir nestes vetores.
    Agora o Programa FX2 está em um momento muito delicado depois da atravessada do nosso querido e inteligente Presidente.

  22. Devemos fazer uma comparação mais efetiva do Rafale que poderá nos servir, o F-3, com códigos fontes liberados para se integrar a arma que quiser, incluindo aí, até, os AMRAM C-7 e os AIM-9M/X se a nós forem liberada a compra. Se mesmo comprando o Rafale os USA não liberarem estes mísseis, como forma de punição, o que não acredito, certamente teremos após 2015, outras oportunidades no mercado…

    O Rafale F-3 terá um radar AESA o RBE-2AA, com alcance na casa de 170/180km, este radar, na minha opinião não deverá ser maior que o atual radar o RBE2, a lógica diz ao contrário (redução do tamanho dos componentes – é por isso que caças como o F-5 se tornaram uma boa alternativa) logo não acredito na retirada do IRST integrado no nariz, portanto o Rafale se equivalerá ao SH em radar e alcance, mas será mais bem resolvido no quesito IRST integrado ( o SH tem uma legítima engembração no tanque ventral) além disso o Rafale é menor, decola com menos pista (muito menos) é mais leve, ascende muito mais rápido, (um Rafale armado para defesa aérea com 6 micas e um tanque ventral, decola e está pronto para o combate, a 10mil metros de altitude em 1/2 minuto) manobra muito melhor (em dog-fight simplesmente o SH não teria a mínima chance – e estamos falando de 30/40% dos combates aéreos nos próximos 10 anos), carrega a mesma carga 8ton, e, na minha opinião e de muitos especialistas, e na probabilidade lógica, o Rafale deve ter RCS menor, eu realmente acredito nisso, não esqueçam que o Rafale foi concebido nos anos 80 com conceitos revolucionários e baseado na essência que o Falcon estabeleceu, e o F-18 nos anos 70 com uma arquitetura já defasada nesta época (foi esta característica do YF-17 que tirou pontos sérios dele contra o projeto do F-16) todo o trabalho que foi feito no SH sobre assinatura, em relação ao seu antecessor, foi no sentido de atenuar sua grande assinatura, bem superior ao F-16 diga-se de passagem, portanto eu concluo que o Rafale está mais para competir em custos e manutenção com um F-15 e Typhoon, do que com o SH ou Gripen, o rafale tem mais a oferecer nos próximos 5 anos do que o SH terá (na minha opinião o SH não terá mais nenhuma melhora significativa, ele está fadado a terminar sua vida como está, a “energia” estará voltada ao F-35 – o SH deverá permanecer no USNAVY até, talvez, os anos 2030, como está – entendo uma modernização nos sistemas somente se as ameaças aos USA tornarem-se mais contundentes, pois para missões mais arriscadas o F-35 será a opção – o F-35 fará tudo que o SH faz, pq encarecer o valor do já caro caça e manter o SH em produção – só prejudicaria a escala do mesmo – e dizer que o SH é mais capaz do que o F-35 em algo é muita pretensão dos amantes do SH… sem comentários)

    Abraços

  23. Francisco,
    só que a proposta que conhecemos do F-18 já integra uma série de sistemas de alta tecnologia, ou seja, não se trata de ‘se’.
    O F-18 SH já contemplava o radar AESA, já contemplava os mísseis AIM-120C7, já contemplava o capacete JHMCS, já contemplava o sistema ATFLIR, já contemplava os despistadores rebocados AN/ALE50, as bombas JDAM, as bombas JSOW, e os mísseis HARM.
    Sem dúvida o AIM-9X não deve ter sido requisitado pela FAB devido ao programa conjunto com a África do Sul em relação ao A-Darter e portanto não fazia parte do pacote. E mesmo que sua venda não tenha sido aprovada não faria diferença tendo em vista a abertura dos códigos fontes e a possível integração do A-Darter futuramente.
    Quanto à solução do IRST no F-18 SH, item considerado de baixa prioridade pela USN, vale salientar, a princípio eu achei meio exótica, mas agora acho uma solução inteligente e elegante, tendo em vista a não ejeção do tanque central em ‘nenhuma’ situação prevista de combate ar-ar, incluindo nos improváveis dogfights, que serão resolvidos mais com manobras de pescoço e de olho que com manobras radicais do caça.

    Piadinha para despairecer:
    Provavelmente o SH não teve onde por um IRST porque fez sua sonda de reabastecimento (probe) escamoteável. rsrsr….

    Um abraço meu caro amigo.

  24. Com Marco Aurélio Garcia e sua Turma não existe possibilidade nenhuma de escolha do F18E/F Super Hornet pela FAB. O FX2 foi criado para viabilizar o Rafale e pelo que parece está a ponto de fazer água depois das falas do Lulinha Paz e Amor. O Molusco deveria ter ficado quieto.

  25. Amigos

    Com todo respeito ao Jane’s All The Worlds Aircraft, mas… O Eurofighter bater o SU- 35 em 82% das vezes??? Mal bateu o F-15! Os ingleses fizeram um exercício com os Tornado ADV contra os Sukhoi e simplesmente foram massacrados… Os pilotos saíram reclamando que foi uma das experiências mais humilhantes e que deveriam ter levado os Typhoon, e porque não levaram? Porque ficaram com medo de ver seu avião mais moderno ser batido, né? Nota na revista ASAS, de um exemplar do ano passado senão me engano. O tipo de critério adotado pra essa comparação não é nada claro – ou mesmo coerente. Sinceramente, acho que estão pondo fé demais nos mísseis Meteor e se esquecendo que combate aéreo não é só ataque BVR. Isso sem contar que hoje os aviões são bem mais difíceis de detectar. Um F-16 “Viper” usa tanto polímero na fuselagem, que um caça com um radar potente como o próprio F-15 só consegue detectá-lo já muito próximo do alcance visual. E olha que é um projeto antigo, apenas atualizado pra tirar proveito da sua empenagem LERX pra ser mais furtivo – e consegue isso. Porém, o mesmo já é superado por vários tipos mais modernos no combate aproximado, incluindo vários caças aqui citados. Por isso que publicar esse tipo de artigo é perigosamente errôneo sem dados comprovados de desempenho e resultados ocorridos em exercícios reais.

    Forte abraço aos amigos.

  26. Colegas \o/

    A melhor coisa a se fazer é cancelar o FX2
    Esperar a SAAB e a DASSAULT falirem, o governo do Brasil da dinheiro para a EMBRAER comprá-las (se é que isso é possível)
    Pronto! Fazemos caça a torto e a direito

    E de quebra, poderíamos compra os F/A 18 SH, pois ficar contras os EUA, só quem tem armamento poderoso.

    Os EUA nunca irão pressionar a China.
    Os EUA nunca irão pressionar a Rússia.
    Os EUA nunca irão pressionar a Índia.

    Esse países são muito poderosos para os EUA encararem sozinhos.
    Eles (os EUA), fazem o papel do valentão, só tira proveito dos mais fracos (Brasil).

    abraços \o/

  27. Este post só apresenta vantagens do “Rafael” com relação aos concorrentes e a outros caças mais avançados.

    Lula fanfarrão sempre nos envergonhando. Alckmin não venceu a disputa eleitoral e temos de engolir lula.

    Sei não… se o simpático Baralhobama vier ao Brasil, lula fecha acordo para compra do teco-teco americano ultrapassado só pela camaradagem… afinal obamia chamou lula de “o cara”.

  28. Acho que o movimento do governo foi bem pensado.

    Não foi “gafe” ou algo assim.

    Enquanto não entenderem que o Lula não faz nada por acaso, não conseguiram perceber os motivos por trás.Enquanto a imprensa e a gente esperneia quando ele fala certas coisas , o povo adora , e ele ganha mais uns 100.000 votos.Tudo pensado.

    Agora ele colocou pressão para os outros correrem atrás ou aceitarem a derrota pra o Rafale.

    Quem acredita que alguem saiu de metalúrgico para Presidente da Republica sendo “semi-analfabeto” , “burro”, etc..,gosta apenas de se iludir.Os fatos o desmentem.

    De fato a maioria das críticas ao presidente são puro preconceito,

    Alguem se lembra de um governo brasileiro fazer isso que esta fazendo pelas nossas FAs? Será a primeira vez na História que o Brasil terá um caça de primeira linha, sendo ele qualquer um dos finalistas…

    Não posso reclamar do Lula por fazer isso;

  29. concordo com o Paulo Subtil, Lula de otario não tem nada, foi mais uma jogada dele pra barganhar ainda mais as propostas… apesar de preferir o RAFALE essa jogada parece ter sido endereçada aos americanos e seus embargos, pois os EUA não vão querer perder um parceiro (e mercado consumidor) do porte do Brasil. acredito com quase certeza que dará o SH.

  30. Cara, se todo esse dinheiro fosse investido
    lá em 2002, no inicio da licitação, no
    mercado nacional para produzirmos nosso
    proprio caça, hoje já teríamos o prototipo

  31. “Bosco em 09 set, 2009 às 22:36
    Piadinha para despairecer:
    Provavelmente o SH não teve onde por um IRST porque fez sua sonda de reabastecimento (probe) escamoteável. rsrsr….”

    Bosco,

    Some a isso a posição do canhão no alto do nariz do SH e temos mais uma complicação para a instalação do IRST. Tudo somado também com a frota já existente e os retrofits necessários, e a solução do equipamento no tanque externo ventral faz sentido (embora eu não goste, devo frisar).

  32. Bosco,

    entendo tudo que tu diz, mas é inegável que o Rafale F-3 terá estas melhoras, o Radar já está funcionando em algumas células e, ao que me parece, não se removeu o IRST…, sobre os míssies tb acho lógico que teremos, inevitavelmente mais opções… e de peso!

    Faltou o amigo dizer mais uma coisa que o SH contempla: seu fim de produção para meados de 2015 para o USNAVY…. rsrsrsrs
    e neste ano, o Rafale estará recém estreando, talvez, no Brasil sua nova versão, superando totalmente o SH em quase tudo e se igualando em alguns ítens, dando sequência… ele certamente terá as versões F-4BR… caso venhamos a receber a tão falada TT e as novas aquisições… entendo que pensar no que existe é mais confiável, porém, em alguns casos, devemos ousar um pouco e procurar antever o futuro próximo, e o amigo há de concordar comigo que o futuro do Rafale como vetor e evolução está garantido pelo seu maior cliente… a França, é sua única opção! e portanto receberá tudo que houver de mais moderno para melhorar sua capacidade, dentro dos próximos 30 anos.

    grande abraço Bro!

  33. Alguém citou acima o Rafale como “Rafael”. Eu pensei que a tradução seria “RAJADA”(rajada de vento) ou Ventania, etc. Alguém sabe o significado correto? Ou seria uma sigla?

    Abraços

  34. Eu não acho que as declarações de Lula no 7 de setembro foram “uma estratégia” ou jogada. Foi gafe mesmo, pode ser que tenha havido falta comunicação na cúpula do governo. Alguns entenderam que havia sido encerrado e outros não. Ou eles decidiram que iriam comprar mesmo o Rafale nas conversações que houve durante a noite e madrugada de domingo pra segunda, mas alguns não sabiam ou não foram lembrados de que ainda não podiam tornar público e aí foi esse deus nos acuda. Um falava uma coisa e outro dizia o inverso.

  35. Nunão,
    sem dúvida essa posição do canhão realmente atrapalha e sempre foi mal vista inclusive pelos pilotos que ficavam ofuscados com tiros noturnos e inclusive deu uma série de problemas de vibração com o radar.
    Mudando de assunto e falando do mesma coisa, os americanos poderiam ter desenvolvido um IRST para ser instalado no lugar do ATFLIR ou nas estações de armas nº 2 e 10. Mas vai entender. Eu já acostumei com o tanque\sensor enjambrado. rsrsr..

    Francisco,
    esse seu argumento foi o melhor de todos e em poucas palavras foi mais objetivo que em outros. Sem dúvida, por esse lado você está com razão. O problema é: será que o Brasil vai incorporar algum desenvolvimento posterior? E se o fizer, não será muito limitado?
    Ou seja, por via das dúvidas e tendo em vista o passado (e presente) de nossa política de Defesa, talvez a salvaguarda seja termo o que tem de melhor hoje. Mas concordo que se o Rafale vier com AESA e Meteor estaremos bem na fita. Vamos ver!

    Um abraço aos dois.

  36. Nunão,
    só complementando, a posição do canhão talvez não tenha sido o maior impecilho já que tradicionalmente os EUA (USN e USAF) parecem dar preferência à instalação desses sensores (IRST/LLTV) ar-ar sob o ‘nariz’ e não em cima, como russos, franceses, etc.
    Um abraço.

  37. Otima comparação, Rafale x f15 x f22, mais uma observação feita pelo Poder Aéreo, para que nós nos interemos + sobre o assunto. Torço para que os franceses abaixem um pouco o preço, para nós fecharmos de vez esta novela.

  38. Bosco,

    Sinceramente, em cima, embaixo, tanto faz, o fato é que o nariz já está bem carregado, como um todo. Mas não creio que nem uma coisa (probe), nem outra (canhão) foi o fator principal, e sim o fato de poder colocar IRST em toda a frota deles de forma muito mais rápida, fácil e barata.

    E concordo com você quanto aos outros pilones que poderiam receber o IRST mais “dedicado”, mas devem ter pensado em deixá-los livres para outras armas / sensores / designadores. Já ocupar o pilone central com tanque ventral externo, em missões, é coisa onipresente em praticamente todos os caças, não só o SH, daí, somaram uma coisa com outra e deu nessa decisão, feia, estranha, mas prática.

    Eu já acostumei também… Saudações!

  39. Os americanos querem um IRST porque estão receosos com a crescente capacidade de medidas e contramedidas eletrônicas dos chineses na próxima década.
    Se não me falha a memória serão disponibilizados tanques/IRST para apenas metade dos SH embarcados. Ou seja, muito provavelmente dois caças irão trabalhar em conjunto ficando um com o radar desligado mas com o IRST ligado enquanto o outro serve de isca.
    Também provavelmente os SH dotados de IRST deverão operar com os Hornets e com os SH mais antigos sem AESA.
    Vale salientar que o casulo ATFLIR tem certa capacidade ar-ar mas além de ocupar um ponto duro destinado a armas ar-ar ele custa 3 vezes mais caro.

  40. fico imprecionado como o ser humano se deixa convencer tão facilmente com propagandas,quem garante que o f-22 raptor e o que disem ser,até hoje não tem nada comprovado em combate,só disem ser,sera que é realmente o que disem ser,quem garante que ?nunca entrou num combate direto,para provar o que disem.

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