quarta-feira, dezembro 1, 2021

Gripen para o Brasil

Projeto Veículo Aéreo Não-Tripulado da FAB – Etapa RFI

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

O Comando da Aeronáutica, atento às necessidades operacionais e em consonância com a política governamental de capacitação da indústria aeronáutica nacional, iniciou o processo para aquisição de Veículo Aéreo Não-Tripulado (VANT).

O cerne deste projeto consiste em adquirir VANT para estabelecimento de doutrina na Força Aérea Brasileira, que o empregará em missões de reconhecimento e como plataforma intermediária de comunicação, e capacitar a indústria aeronáutica para o desenvolvimento de um VANT totalmente nacional.

O Projeto VANT se encontra na fase de solicitação de informações (Request For Information – RFI) às empresas capacitadas para fornecer tal equipamento, baseado nos requisitos operacionais (ROP) estabelecidos pelo Estado-Maior da Aeronáutica (EMAER).

Para tanto, nove empresas foram selecionadas e receberão o RFI: as brasileiras Aeroeletrônica e AVIBRAS, as israelenses Elbit e IAI, a sul-africana Denel, a norte-americana Boeing, a russa Irkut, a européia EADS-Casa e a italiana GALILEU AVIÔNICA.

O Comando da Aeronáutica ressalta que este projeto manterá o foco em aspectos relacionados às condições das ofertas de compensação comercial (offset) e o grau de transferência de tecnologia para a indústria aeronáutica brasileira.

Brigadeiro-do-Ar Antonio Carlos Moretti Bermudez
Chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica

FONTE: CECOMSAER

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marcandrey

Alguem poderia informar a quantidade de VANTS que a FAB pretende comprar???

Zero Uno

Acho que um pequena quantidade inicialmente para estabelecer um doutrina operacional como disse a reportagem. Após isso a FAB – como é de costume nas Forças Armadas – iniciará estudos para estabelecer quais unidades – bases aéreas – espalhadas pelo país receberão mais VANT”S ou se ficará concentrado numa só unidade já criada ou a ser criada…

Essa é a minha opnião.

Abraços.

lucas lasota

essa noticia nos tras bons ares de coerencia de acoes por parte da FAB. os offsets devem ser usados de forma sistematica e acurada, sob pena de serem ineficientes. o conceito juridico de offset se resume em: contratos ou clausulas contratuais firmadas em contrapartida a alguma compra governamental em funcao da atividade estatal de fomento cientifico tecnologico. o inicio das praticas de offsets foi na decada de 50 quando os EUA e inglaterra tiveram por escopo fomentar tecnologicamente suas empresas, bem como a realizar a prospeccao de novos mercados. entretanto o custo-beneficio destas praticas nos anos 80-90 foi reduzido a… Read more »

edilson

Esta é sem dúvida a notícia da semana.
ainda há tempo para recurperamos o tempo perdido d enão termos invvestido nos VANT antes.
é uma ótima oportunidade para a nossa indústria e para a nossa força aérea alavancar o desenvolvimento tecnológico e ampliar as capacidades operacionais.
este é um campo dominado (no real sentido da palavra) por poucas nações no mundo.
parabéns das forças armadas e ao MD.

Noel

Só prá informação, o Projeto VANT já esta envolvendo a MB, o EB e a PF.

Marcelo Tadeu

Finalmente as Forças Armadas estão acordando para este equipamento. Ainda dá tempo de recuperarmos o tempo perdido, ou alguém uvida do que pode ser feito com um GlobalHawk ou um Predator. Temos empresas já investindo em VANTs de vários tamanhos e usos, até a segurança pública poderá utilizá-los tb, pois é muito mais barato a sua hora de vôo durante um patrulhamento do que um helicóptero, deixando este último para apoio aéreo.

Sopa

Cara fiquei muito feliz quando vi o Jabiru, muito bonitinho ele, e dai pra frente que o Brasil (com ajuda do governo claro!!)vai conseguir chegar num Predator, espero logo logo ver um desses na BAAN !!

Mauricio R.
Baschera

Senhores,
Para o VANT-FX, escrevam aí o que um passarinho de gravata comentou:
Será entre o ELBIT Hermes 450 ou 900 e o DENEL Bateleur.
Vamos ver !!

Sds.

J Roberto

Alguns observadores sugerem a possibilidade de que essas duas plataformas sejam escolhidas-cada uma atendendo a um segmento diferente.
O Bateleur é uma plataforma com 750Km de alcance a autonomia de 18 a 24 horas seguido do Hermes 450 israelense.

sds.

J Roberto

E a indústria de defesa israelense não para de inovar!
A IAI israelense está desenvolvendo também um UAV anti-míssil capaz de caçar alvos em terra como baterias de mísseis SAM e lançadores de mísseis balísticos. Será um UAV descartável chamado de Harop. O alcance será de 1000km com autonomia de quatro horas. A aparência externa é similar ao Harpy, mas asas maiores, e nariz mais comprido com canards. O Harop é lançado de terra e usa sensor de imagem para detectar e atacar alvos.

sds.

Andre de POA

Creio que a aeroeletrônica tem chances, pelo menos a experiência tem. Afinal quando trabalhei lá nos anos dourados da industria militar foi desenvolvido um drone muito bom (para a época). Creio que se pegarem o projeto original e modernizar é possivel um produto do tipo 3B, bom, bonito e barato.

Mauricio R.

“Creio que a aeroeletrônica tem chances, pelo menos a experiência tem.”

Qual o produto atual da AEL??? Sem ser do catálogo Ebit???

Mauricio R.

Infelizmente esta, espera-se, concorrência não abranje os principais modelos de mercado, as ausências do “Reaper” e do “Predator” são inexplicáveis, somente p/ citar 2 dos modelos mais bem sucedidos e capazes do mercado.

J Roberto

Mauricio R.

Parece que o preço dos dois é um pouquinho salgado também!
A Itália comprou quatro UAV Reaper por US$ 330 milhões incluindo três estações de comando e cinco anos de apoio logístico. Um UAV Predator custa US$ 4,5 milhões e o Reaper US$ 9 milhões. O Reaper é capaz de ficar 24 horas no ar contra 40 horas do Predator, mas poucas missões precisam durar mais de 24 horas. O sensor tem a qualidade de casulos modernos como o Litening.

Andre de Poa

Essa foi boa: produto 3B – Bom-Bonito e Barato.

sds!

Andre de POA

Mauricio R “Qual o produto atual da AEL??? Sem ser do catálogo Ebit???” Me pegou, mas se a AEL hoje pertence aos Israelenses todo o seu catalogo passa a ser deles, incluindo os totalmente desenvolvidos aqui como a primeira safra de aviônicos do AMX,Tucano alem do velho e bom drone que deve ter seu projeto bem guardadinho. Eu vejo uma discussão quase filosófica sobre custos,funções e tecnologia de ponta. Creio ser realista pensar em algo mais adequado a nossa realidade local e a situação da america latina neste contexto de crise econômica. No blog naval tem um ótimo texto sobre… Read more »

joao terba

Tem de inventar o caça UAV.

Mauricio R.

André de Poa,

“que é aqui no nosso entorno e não la no afeganistão com link via satelite”

Viu sem o link de satélite vc fica limitado á “linha de vista”, e isto não justifica UAV nenhum.

“Produto local é o ideal, mesmo não tão moderno.”

Prende esse cara!!! Amordaça, tortura, mata!!!
Material bélico aguenta menos desforo que dinheiro.
O que não pode é produto local ruim, levar a melhor, ser privilegiado, somente por causa disto.

Mauricio R.

“Parece que o preço dos dois é um pouquinho salgado também!”

J Roberto,

Provados em combate, diz tdo do que ambos são capazes.
E capacidade comprovada, custuma custar caro, mas resolve.

lucas lasota

Mauricio R.

Que histeria e essa? De uma lida no meu post la de cima. O produto nacional e o mister a ser feito. A ajuda estrangeira vira com decorrencia do offset. Le la e entenda.

Sérgio

Pessoal, existem pesquisas em Universidades Federais já utilizando verdadeiras minas de Receitas, pois são veículos resistentes e de qualidade.
O CTEx já está de posse de alguns para estudos e o problema é grana para melhor desenvolvimento. Agora na minha opinião não podemos passar para a iniciativa privada, e esta, ser absorvida por uma multinacional da vida tipo a menção do Andre de POA, ficando com projetos engavetados e ainda pagando Royaties. Não havendo desenvolvimento e sequencias não há parque industrial, só montadoras tipo Hélibrás.

andre de poa

Mauricio R

“Prende esse cara!!! Amordaça, tortura, mata!!!
Material bélico aguenta menos desforo que dinheiro.
O que não pode é produto local ruim, levar a melhor, ser privilegiado, somente por causa disto.”

Calma amigo, esta é a minha opinião que privilegia projetos desenvolvidos localmente (vício de quem já trabalhou na area). O “produto local ruim” é por tua conta, eu não falei isso.
Easy man

marcandrey

Alguem poderia informar a quantidade de VANTS que a FAB pretende comprar???

Zero Uno

Acho que um pequena quantidade inicialmente para estabelecer um doutrina operacional como disse a reportagem. Após isso a FAB – como é de costume nas Forças Armadas – iniciará estudos para estabelecer quais unidades – bases aéreas – espalhadas pelo país receberão mais VANT”S ou se ficará concentrado numa só unidade já criada ou a ser criada…

Essa é a minha opnião.

Abraços.

lucas lasota

essa noticia nos tras bons ares de coerencia de acoes por parte da FAB. os offsets devem ser usados de forma sistematica e acurada, sob pena de serem ineficientes. o conceito juridico de offset se resume em: contratos ou clausulas contratuais firmadas em contrapartida a alguma compra governamental em funcao da atividade estatal de fomento cientifico tecnologico. o inicio das praticas de offsets foi na decada de 50 quando os EUA e inglaterra tiveram por escopo fomentar tecnologicamente suas empresas, bem como a realizar a prospeccao de novos mercados. entretanto o custo-beneficio destas praticas nos anos 80-90 foi reduzido a… Read more »

edilson

Esta é sem dúvida a notícia da semana.
ainda há tempo para recurperamos o tempo perdido d enão termos invvestido nos VANT antes.
é uma ótima oportunidade para a nossa indústria e para a nossa força aérea alavancar o desenvolvimento tecnológico e ampliar as capacidades operacionais.
este é um campo dominado (no real sentido da palavra) por poucas nações no mundo.
parabéns das forças armadas e ao MD.

Noel

Só prá informação, o Projeto VANT já esta envolvendo a MB, o EB e a PF.

Marcelo Tadeu

Finalmente as Forças Armadas estão acordando para este equipamento. Ainda dá tempo de recuperarmos o tempo perdido, ou alguém uvida do que pode ser feito com um GlobalHawk ou um Predator. Temos empresas já investindo em VANTs de vários tamanhos e usos, até a segurança pública poderá utilizá-los tb, pois é muito mais barato a sua hora de vôo durante um patrulhamento do que um helicóptero, deixando este último para apoio aéreo.

Sopa

Cara fiquei muito feliz quando vi o Jabiru, muito bonitinho ele, e dai pra frente que o Brasil (com ajuda do governo claro!!)vai conseguir chegar num Predator, espero logo logo ver um desses na BAAN !!

Mauricio R.
Baschera

Senhores,
Para o VANT-FX, escrevam aí o que um passarinho de gravata comentou:
Será entre o ELBIT Hermes 450 ou 900 e o DENEL Bateleur.
Vamos ver !!

Sds.

J Roberto

Alguns observadores sugerem a possibilidade de que essas duas plataformas sejam escolhidas-cada uma atendendo a um segmento diferente.
O Bateleur é uma plataforma com 750Km de alcance a autonomia de 18 a 24 horas seguido do Hermes 450 israelense.

sds.

J Roberto

E a indústria de defesa israelense não para de inovar!
A IAI israelense está desenvolvendo também um UAV anti-míssil capaz de caçar alvos em terra como baterias de mísseis SAM e lançadores de mísseis balísticos. Será um UAV descartável chamado de Harop. O alcance será de 1000km com autonomia de quatro horas. A aparência externa é similar ao Harpy, mas asas maiores, e nariz mais comprido com canards. O Harop é lançado de terra e usa sensor de imagem para detectar e atacar alvos.

sds.

Andre de POA

Creio que a aeroeletrônica tem chances, pelo menos a experiência tem. Afinal quando trabalhei lá nos anos dourados da industria militar foi desenvolvido um drone muito bom (para a época). Creio que se pegarem o projeto original e modernizar é possivel um produto do tipo 3B, bom, bonito e barato.

Mauricio R.

“Creio que a aeroeletrônica tem chances, pelo menos a experiência tem.”

Qual o produto atual da AEL??? Sem ser do catálogo Ebit???

Mauricio R.

Infelizmente esta, espera-se, concorrência não abranje os principais modelos de mercado, as ausências do “Reaper” e do “Predator” são inexplicáveis, somente p/ citar 2 dos modelos mais bem sucedidos e capazes do mercado.

J Roberto

Mauricio R.

Parece que o preço dos dois é um pouquinho salgado também!
A Itália comprou quatro UAV Reaper por US$ 330 milhões incluindo três estações de comando e cinco anos de apoio logístico. Um UAV Predator custa US$ 4,5 milhões e o Reaper US$ 9 milhões. O Reaper é capaz de ficar 24 horas no ar contra 40 horas do Predator, mas poucas missões precisam durar mais de 24 horas. O sensor tem a qualidade de casulos modernos como o Litening.

Andre de Poa

Essa foi boa: produto 3B – Bom-Bonito e Barato.

sds!

Andre de POA

Mauricio R “Qual o produto atual da AEL??? Sem ser do catálogo Ebit???” Me pegou, mas se a AEL hoje pertence aos Israelenses todo o seu catalogo passa a ser deles, incluindo os totalmente desenvolvidos aqui como a primeira safra de aviônicos do AMX,Tucano alem do velho e bom drone que deve ter seu projeto bem guardadinho. Eu vejo uma discussão quase filosófica sobre custos,funções e tecnologia de ponta. Creio ser realista pensar em algo mais adequado a nossa realidade local e a situação da america latina neste contexto de crise econômica. No blog naval tem um ótimo texto sobre… Read more »

joao terba

Tem de inventar o caça UAV.

Mauricio R.

André de Poa,

“que é aqui no nosso entorno e não la no afeganistão com link via satelite”

Viu sem o link de satélite vc fica limitado á “linha de vista”, e isto não justifica UAV nenhum.

“Produto local é o ideal, mesmo não tão moderno.”

Prende esse cara!!! Amordaça, tortura, mata!!!
Material bélico aguenta menos desforo que dinheiro.
O que não pode é produto local ruim, levar a melhor, ser privilegiado, somente por causa disto.

Mauricio R.

“Parece que o preço dos dois é um pouquinho salgado também!”

J Roberto,

Provados em combate, diz tdo do que ambos são capazes.
E capacidade comprovada, custuma custar caro, mas resolve.

lucas lasota

Mauricio R.

Que histeria e essa? De uma lida no meu post la de cima. O produto nacional e o mister a ser feito. A ajuda estrangeira vira com decorrencia do offset. Le la e entenda.

Sérgio

Pessoal, existem pesquisas em Universidades Federais já utilizando verdadeiras minas de Receitas, pois são veículos resistentes e de qualidade.
O CTEx já está de posse de alguns para estudos e o problema é grana para melhor desenvolvimento. Agora na minha opinião não podemos passar para a iniciativa privada, e esta, ser absorvida por uma multinacional da vida tipo a menção do Andre de POA, ficando com projetos engavetados e ainda pagando Royaties. Não havendo desenvolvimento e sequencias não há parque industrial, só montadoras tipo Hélibrás.

andre de poa

Mauricio R

“Prende esse cara!!! Amordaça, tortura, mata!!!
Material bélico aguenta menos desforo que dinheiro.
O que não pode é produto local ruim, levar a melhor, ser privilegiado, somente por causa disto.”

Calma amigo, esta é a minha opinião que privilegia projetos desenvolvidos localmente (vício de quem já trabalhou na area). O “produto local ruim” é por tua conta, eu não falei isso.
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