Home Perfil HAL Tejas, o pequeno caça indiano

HAL Tejas, o pequeno caça indiano

3322
85

O HAL Tejas é um caça leve multimissão de geração 4.5, desenvolvido pela Índia. O Tejas é uma aeronave sem estabilizador traseiro, com asas em delta, propulsado por um único motor.
Originalmente conhecido como Light Combat Aircraft (LCA), sua produção em série limitada começou em 2007, devendo alcançar o estágio full operational clearance (FOC) no final de 2010.

Uma versão biplace está em desenvolvimento, bem como uma variante naval, capaz de operar a partir dos navios-aeródromos da Índia.
A Força Aérea Indiana planeja fabricar em torno de 200 caças monoplaces e 20 biplaces, enquanto a Marinha deseja 40 monoplaces, para substituir seus Sea Harrier FRS.51 e Harrier T.60.

Através da utilização de técnicas modernas de projeto e o emprego de materiais compostos leves, espera-se que o Tejas torne-se o avião de caça mais leve do mundo, em produção.

O Programa LCA foi lançado em 1983 com dois objetivos: produzir um caça para substituir o MiG-21 e servir como veículo para o desenvolvimento da indústria aeronáutica da Índia, para alcançar a auto-suficiência. Entanda-se por “auto-suficiência” não apenas montar uma aeronave, mas a construção de toda uma indústria local de componentes, capaz de criar produtos comerciais “state-of-the-art” em todo o amplo leque de tecnologias modernas da aviação
Para melhor atingir estes objetivos, A Índia optou por ter uma diferente abordagem de gestão, e em 1984 criou a Aeronautical Development Agency (ADA), para gerir o programa LCA.

Embora a maioria descreva o Tejas é como um produto da Hindustan Aeronautics Limited (HAL), a responsabilidade pelo desenvolvimento do caça é na verdade da ADA, um consórcio nacional de defesa com mais de 100 laboratórios, organizações industriais, instituições acadêmicas, sendo a HAL seu principal contratante.

O projeto do LCA foi finalizado em 1990, seguindo um design em delta, com estabilidade estática relaxada (RSS), visando o aumento da capacidade de manobra. Mas para isso, foi necessário desenvolver localmente um sistema “fly-by-wire”, que acabou sendo bem-sucedido, depois de muita pesquisa e consultoria externa.

Outra tecnologia crítica desenvolvida pela Índia para o Tejas é um radar multimodo, o MMR, que está tendo problemas e atrasos. Por causa disso, algum radar estrangeiro terá de ser adquirido para equipar os aviões da produção inicial, até que o MMR fique pronto.

A Índia também decidiu fabricar um motor próprio, o GTRE GTX-35VS Kaveri, para seu caça leve, mas ainda não conseguiu fazê-lo funcionar a contento. Por isso, turbinas americanas GE F404-GE-IN20 estão sendo importadas para equiparem os primeiros Tejas de produção. A empresa francesa Snecma foi contratada para ajudar a Índia no término de desenvolvimento da sua turbina Kaveri, que falhou nos testes de grande altitude realizados na Rússia, em 2004.

Em termos de aviônica, o Tejas tem um cockpit compatível com NVG (night vision goggles), um HUD e três MFDs de 5×5″, dois SSDU e um painel “get-you-home”, com instrumentação essencial para levar o avião de volta à base, em caso de emergência.

O controle de vôo é HOTAS (hands-on-throttle-and-stick) e existe provisão para uso de visor com mira no capacete (HMDS) Dash, da Elbit.

Um sistema inercial a laser provê informações de navegação precisas ao piloto, que também tem à disposição um sistema IFF, rádios VHF e UHF,  e datalinks ar-ar e ar-terra.

Os aviônicos são integrados por três barras de dados 1553, com um computador de missão de 32bits.
No que tange à auto-proteção, o Tejas é equipado com uma suíte indiana de guerra eletrônica, conhecida como Mayavi (Ilusionista), composta de RWR, ECM, LWS e dispensadores chaff/flare.

A Índia diz que o Tejas tem algum grau de furtividade (Stealth), por ser pequeno e empregar muito material composto e RAM (materiais radar-absorventes) nas entradas de ar do motor.
O Tejas tem 13,2m de comprimento, envergadura de 8,2m e peso vazio de 5t. O peso carregado é de 12,5t e o máximo de decolagem é de 15,5t.
O caça pode voar a Mach 1.8, sendo capaz de carregar até 4t de armamento ar-ar e ar-superfície, em 8 pontos duros,  além do canhão interno GSh-23, de 23mm.

85 COMMENTS

  1. A Índia é um país que muito tem se preocupado com assuntos de defesa por causa de sua rivalidade com o Paquistão gerada por causa da região da Caxemira.

    Por causa disso, a Índia, possui uma industria de defesa voltada, principalmente, para fornecer equipamentos para suas forças armadas.

    A Russia e a França tem lucrado bastante com a Índia porém, no HAL Tejas, os norte americanos também tem lucrado.

    Esse motor substituto da General Electric, é uma versão do motor usado nos caças F/A-18 A/C.

    O sistema de vôo do tipo ‘fly by wire’ (FBW) quadruplex foi desenvolvido nos Estados Unidos pela Lockheed Martin, se não me engano.

    Além do radar multímodo (MMR) de pulso Doppler de banda X, HS 748, de produção local, o Tejas pode ser equipado com vários tipos de radares como por exemplo o radar israelense Elta EL-2032 ou o radar americano AN/APG 67.

    Devido a seu barramento de dados ser do padrão MIL-STD 1553 B, o armamento do Tejas pode ser extremamente variado ou seja, pode-se adaptar armamento de diversas origens.

  2. A Índia é um país que muito tem se preocupado com assuntos de defesa por causa de sua rivalidade com o Paquistão gerada por causa da região da Caxemira.

    Por causa disso, a Índia, possui uma industria de defesa voltada, principalmente, para fornecer equipamentos para suas forças armadas.

    A Russia e a França tem lucrado bastante com a Índia porém, no HAL Tejas, os norte americanos também tem lucrado.

    Esse motor substituto da General Electric, é uma versão do motor usado nos caças F/A-18 A/C.

    O sistema de vôo do tipo ‘fly by wire’ (FBW) quadruplex foi desenvolvido nos Estados Unidos pela Lockheed Martin, se não me engano.

    Além do radar multímodo (MMR) de pulso Doppler de banda X, HS 748, de produção local, o Tejas pode ser equipado com vários tipos de radares como por exemplo o radar israelense Elta EL-2032 ou o radar americano AN/APG 67.

    Devido a seu barramento de dados ser do padrão MIL-STD 1553 B, o armamento do Tejas pode ser extremamente variado ou seja, pode-se adaptar armamento de diversas origens.

  3. Com o que aprendeu com o AMX e o SuperTucano, com o know-how da Elbit, que produz matrizes aviônicas para os F5M, A1M, com estudo nos vários tipos de motores que nossas forças armadas aéreas operam, e principalmente, com boa vontade, o Brasil poderia projetar e construir um avião assim, que não seria um substituto do projeto F-X, seria um substituto dos Xavante e dos A-1.

    Motores, talvez, pudesse comprar da GE, da Snecma, da P $ W, etc… sendo um país pacífico, como é, não sofreria embargos.

    O Brasil tem condições técnicas. No país há supercomputadores no ITA, na Embraer e até na Receita Federal do Brasil.

    O problema é que projetos assim precisam de verbas fixas, não contingenciáveis, por 10 ou 12 anos, no mínimo.

    Se o país construisse aviões assim, com uma dotação de 100 unidades para a FAB/Marinha, conquistaria know-how para dar passos maiores, e o melhor de tudo, com independência. Dizer que vai entrar num projeto como o PAK russo, é bom e apoiado, mas o fato é que os russos não transferirão tecnologia sensível para o Brasil, o que eles farão, é dar ao Brasil coisas que ele não têm, como informações sobre aerodinâmica, estruturas, ligas metálicas, etc… mas nada, absolutamente nenhum dos componentes que eles sabem, serão feitos para contrapor o F-22 Raptor.

    Se a ìndia consegue, porque o Brasil não?

  4. Com o que aprendeu com o AMX e o SuperTucano, com o know-how da Elbit, que produz matrizes aviônicas para os F5M, A1M, com estudo nos vários tipos de motores que nossas forças armadas aéreas operam, e principalmente, com boa vontade, o Brasil poderia projetar e construir um avião assim, que não seria um substituto do projeto F-X, seria um substituto dos Xavante e dos A-1.

    Motores, talvez, pudesse comprar da GE, da Snecma, da P $ W, etc… sendo um país pacífico, como é, não sofreria embargos.

    O Brasil tem condições técnicas. No país há supercomputadores no ITA, na Embraer e até na Receita Federal do Brasil.

    O problema é que projetos assim precisam de verbas fixas, não contingenciáveis, por 10 ou 12 anos, no mínimo.

    Se o país construisse aviões assim, com uma dotação de 100 unidades para a FAB/Marinha, conquistaria know-how para dar passos maiores, e o melhor de tudo, com independência. Dizer que vai entrar num projeto como o PAK russo, é bom e apoiado, mas o fato é que os russos não transferirão tecnologia sensível para o Brasil, o que eles farão, é dar ao Brasil coisas que ele não têm, como informações sobre aerodinâmica, estruturas, ligas metálicas, etc… mas nada, absolutamente nenhum dos componentes que eles sabem, serão feitos para contrapor o F-22 Raptor.

    Se a ìndia consegue, porque o Brasil não?

  5. Taí um exemplo à ser seguido. Consócio de empresas, um integrador principal(muito importante), financiamento do Estado (seu cliente), parte da tecnologia nacional, absorção de tecnologias de terceiros, e a melhor parte….encomendas (200+20+40).
    À época de nossa flamejante industria bélica, a India fabricava alparcatas para seus soldados…. foram avançando, lenta, mas segura, e nós, os esperrrrtos… paramos no tempo.
    Parabéns as autoridades indianas, sabedoras de seu compromisso com a defesa de seus interesses.
    Quanto à nós, os esperrrtos, vamos ter que engolir mais uma, agora de um nanico equatoriano, que à mando de seu chefe, Col. Chapolin, militarizou e confiscou bens brasileiroas e pior, disse que não vai pagar o empréstimo do BNDES. Brasssssillll….
    Sds.

  6. Taí um exemplo à ser seguido. Consócio de empresas, um integrador principal(muito importante), financiamento do Estado (seu cliente), parte da tecnologia nacional, absorção de tecnologias de terceiros, e a melhor parte….encomendas (200+20+40).
    À época de nossa flamejante industria bélica, a India fabricava alparcatas para seus soldados…. foram avançando, lenta, mas segura, e nós, os esperrrrtos… paramos no tempo.
    Parabéns as autoridades indianas, sabedoras de seu compromisso com a defesa de seus interesses.
    Quanto à nós, os esperrrtos, vamos ter que engolir mais uma, agora de um nanico equatoriano, que à mando de seu chefe, Col. Chapolin, militarizou e confiscou bens brasileiroas e pior, disse que não vai pagar o empréstimo do BNDES. Brasssssillll….
    Sds.

  7. Temos capacidade técnica, pq ñ contruir um caça melhor q o Tejas e/ou fabricar sob licença aki , no sul maravilha ; um acordo de repasse de conheceimento sensível c/ o Indianos..neste meio tempo compramos algus p/ ekipar o nae saõ paulo.

  8. Temos capacidade técnica, pq ñ contruir um caça melhor q o Tejas e/ou fabricar sob licença aki , no sul maravilha ; um acordo de repasse de conheceimento sensível c/ o Indianos..neste meio tempo compramos algus p/ ekipar o nae saõ paulo.

  9. “Manfred Von Richthofen em 24 set, 2008 às 17:19

    Com o preço de um Rafale compra-se 3 Tejas.”

    E com um Rafale se derrumbam no minimo 5 desses. Pelo amor de Deus considerar esse caça de geração 4.5 junto com Rafale, Eurofighter, SU-35BM, Gripen, F-18E/F, F-16 Block 60++ é um sacrilégio.

  10. “Manfred Von Richthofen em 24 set, 2008 às 17:19

    Com o preço de um Rafale compra-se 3 Tejas.”

    E com um Rafale se derrumbam no minimo 5 desses. Pelo amor de Deus considerar esse caça de geração 4.5 junto com Rafale, Eurofighter, SU-35BM, Gripen, F-18E/F, F-16 Block 60++ é um sacrilégio.

  11. Concordo com o colega Tiago Jeronimo. Eh aviao de segunda linha, geracao 3a++ ou no maximo 4a. Definitivamente ele nao esta na mesma categoria q Gripen, Rafale, Su-35, Typhoon, etc.

  12. Concordo com o colega Tiago Jeronimo. Eh aviao de segunda linha, geracao 3a++ ou no maximo 4a. Definitivamente ele nao esta na mesma categoria q Gripen, Rafale, Su-35, Typhoon, etc.

  13. Bom dia pessoal

    Seria uma boa opção, mas coloquem a asa do Mirage 200o acima da
    entrada de ar, fica igual, para min, uma versão indiana do Mirage 2000, veja a foto do perfil lateral.
    abraço a todos

  14. Bom dia pessoal

    Seria uma boa opção, mas coloquem a asa do Mirage 200o acima da
    entrada de ar, fica igual, para min, uma versão indiana do Mirage 2000, veja a foto do perfil lateral.
    abraço a todos

  15. Independência tecnológica depende desse tipo de atitude.

    A Índia tem dezenas de Mirage 2000, Migs e F-16, e nem por isso deixou de investir em um vetor próprio, tratando de estudar como produzir matrizes aviônicas e motores.

    Projeto de longo prazo, quem sabe, vetores de primeira linha próprios em 2025 ou 2030, a partir destes vetores de complemento.

    A Coréia do Sul envereda pelo mesmo caminho.

    E o Brasil quer se contentar com migalhas do projeto PAK.

  16. Independência tecnológica depende desse tipo de atitude.

    A Índia tem dezenas de Mirage 2000, Migs e F-16, e nem por isso deixou de investir em um vetor próprio, tratando de estudar como produzir matrizes aviônicas e motores.

    Projeto de longo prazo, quem sabe, vetores de primeira linha próprios em 2025 ou 2030, a partir destes vetores de complemento.

    A Coréia do Sul envereda pelo mesmo caminho.

    E o Brasil quer se contentar com migalhas do projeto PAK.

  17. Srs, lembram-se do post sobre o AMX ?? Então, o Brasil poderia seguir esta mesma linha da India e produzir uma nova versão do AMX (super ou II, como queiram). Estaríamos iniciando em um estágio mais avançado do que quando a India iniciou e possuimos mais know how que eles, portanto nosso projeto seria mais rápido.
    Repito PROJETAR UM NOVO CAÇA TIPO O AMX E NÃO SOMENTE REFORMAR OS ATUAIS.
    Assim, passo a passo, acredito que o Brasil teria condições de fabricar aviões de 4ª e até 5ª geração no futuro sem ter de se associar ao PAK, claro que este é o caminho mais curto (a associação) mas acho, numa forma leiga de ver, que não é tão necessário termos um caça de 5ª geração tão já…

  18. Srs, lembram-se do post sobre o AMX ?? Então, o Brasil poderia seguir esta mesma linha da India e produzir uma nova versão do AMX (super ou II, como queiram). Estaríamos iniciando em um estágio mais avançado do que quando a India iniciou e possuimos mais know how que eles, portanto nosso projeto seria mais rápido.
    Repito PROJETAR UM NOVO CAÇA TIPO O AMX E NÃO SOMENTE REFORMAR OS ATUAIS.
    Assim, passo a passo, acredito que o Brasil teria condições de fabricar aviões de 4ª e até 5ª geração no futuro sem ter de se associar ao PAK, claro que este é o caminho mais curto (a associação) mas acho, numa forma leiga de ver, que não é tão necessário termos um caça de 5ª geração tão já…

  19. Parabens a India!!!
    Fico rindo dos contrarios ao caça indiano. O que nós Brasileiros temos para contrapor a ele? Temos coisa melhor?
    Temos Xavante… AMX…F5 inclusive comprado da Jordania. Pelo amor de Deus… Jordania?
    Quanto ao caso do Equador x Odebrech, parabens ao presidente Equatoriano. Mostrou que lá não é como aqui!
    Quantas esta construtora aprontou aqui no Brasil e ficou por isto mesmo?
    Como é que uma construtora assina um contrato para construir uma hidreletrica e a mesma (hidreletrica) após o termino e entrega, apresenta defeitos estruturais e ainda querem que fique tudo como dantes?
    Bem feito!!! Era pra dar cadeia lá, coisa que aqui isto é impossivel!
    E ainda falam que os INTERESSES do Brasil foram feridos! Que interesses são estes?

  20. Parabens a India!!!
    Fico rindo dos contrarios ao caça indiano. O que nós Brasileiros temos para contrapor a ele? Temos coisa melhor?
    Temos Xavante… AMX…F5 inclusive comprado da Jordania. Pelo amor de Deus… Jordania?
    Quanto ao caso do Equador x Odebrech, parabens ao presidente Equatoriano. Mostrou que lá não é como aqui!
    Quantas esta construtora aprontou aqui no Brasil e ficou por isto mesmo?
    Como é que uma construtora assina um contrato para construir uma hidreletrica e a mesma (hidreletrica) após o termino e entrega, apresenta defeitos estruturais e ainda querem que fique tudo como dantes?
    Bem feito!!! Era pra dar cadeia lá, coisa que aqui isto é impossivel!
    E ainda falam que os INTERESSES do Brasil foram feridos! Que interesses são estes?

  21. Mauro se o Tejas fosse tão bom a India não estaria abrindo concorrencia para novos caças. E se você duvida que a taxa de abate de qualquer caça de 4.5++ geração seja igual a que eu falei tudo bem. Tem gente que acredita em papai noel também.

  22. Mauro se o Tejas fosse tão bom a India não estaria abrindo concorrencia para novos caças. E se você duvida que a taxa de abate de qualquer caça de 4.5++ geração seja igual a que eu falei tudo bem. Tem gente que acredita em papai noel também.

  23. Tiago, o Tejas não é caça de primeira linha na Índia, lá eles têm o Su-30 e o Mirage 2000.
    Em compensação eles vão fabricar 200 Tejas… imagine a FAB com 200 F-5M.

  24. Tiago, o Tejas não é caça de primeira linha na Índia, lá eles têm o Su-30 e o Mirage 2000.
    Em compensação eles vão fabricar 200 Tejas… imagine a FAB com 200 F-5M.

  25. Concordo com o Cinquini. O Tejas, visto de frente, é idêntico ao Mirage F1.Não é meio temerário considerá-lo melhor que os F-5M e M-2000 brasileiros, em que pese a classificação de 4,5 geração?

  26. Concordo com o Cinquini. O Tejas, visto de frente, é idêntico ao Mirage F1.Não é meio temerário considerá-lo melhor que os F-5M e M-2000 brasileiros, em que pese a classificação de 4,5 geração?

  27. Concordo com o Cinquini. O Tejas, visto de frente, é idêntico ao Mirage F1.Não é meio temerário considerá-lo melhor que os F-5M e M-2000 brasileiros, em que pese a classificação de 4,5 geração?

  28. Concordo com o Cinquini. O Tejas, visto de frente, é idêntico ao Mirage F1.Não é meio temerário considerá-lo melhor que os F-5M e M-2000 brasileiros, em que pese a classificação de 4,5 geração?

  29. Pessoal,

    quando eu disse q o aviao era de segunda linha nao quis dizer q era ruim, mas q a primeira linha eh feita por caças de 4a e 4a++ geracao como Su-30MKI, Mirage-2000 e o futuro caça da concorrencia em andamento. O Tejas, como outros colegas ja disseram, eh complementar e nisso ele eh uma OTIMA opcao para a India. Eles precisam de qualidade (1a linha, cara) e quantidade (2a linha, mais barata e produzida localmente) para se antepor as suas ameacas regionais.

    O Brasil poderia fazer bom uso de uma caça desta categoria, seja em co-producao com a India ou Coreia do Sul ou um projeto inteiramente nacional? CLARO! Um mix high/low, q ja ate temos hj como moderate/very low com os F-5M e Mirage 2000 no top e AMX no low, eh ideal para o nosso pais, com o tamanho territorial q temos! Queria mto ver inicialmente um mix high / low composto pelo FX2 no top e os F-5M e A-1M no low ja agora e no futuro um caça de 5a geracao mais o FX2 produzido no Brasil em grandes quantidades. Nao tao grandes quantidades quanto a India, claro devidamente a nossas ameacas, mas o suficiente para manter a dotacao dos esquadroes atuais mais um novo na Amazonia.

    Acho q eh esse o caminho mesmo, mas sem desmerecer a capacidade tecnica da India (trabalho com varios indianos na area de TI off-shore e sei q sao otimos), eu ja venho acompanhando o desenvolvimento deste caça ha alguns anos e definitivamente ele nao pode ser comparado a um Mig-35, Su-30MKI, Su-35, Rafale, Typhoon, Gripen NG, Super Hornet e afins. Eh outra categoria.

  30. Pessoal,

    quando eu disse q o aviao era de segunda linha nao quis dizer q era ruim, mas q a primeira linha eh feita por caças de 4a e 4a++ geracao como Su-30MKI, Mirage-2000 e o futuro caça da concorrencia em andamento. O Tejas, como outros colegas ja disseram, eh complementar e nisso ele eh uma OTIMA opcao para a India. Eles precisam de qualidade (1a linha, cara) e quantidade (2a linha, mais barata e produzida localmente) para se antepor as suas ameacas regionais.

    O Brasil poderia fazer bom uso de uma caça desta categoria, seja em co-producao com a India ou Coreia do Sul ou um projeto inteiramente nacional? CLARO! Um mix high/low, q ja ate temos hj como moderate/very low com os F-5M e Mirage 2000 no top e AMX no low, eh ideal para o nosso pais, com o tamanho territorial q temos! Queria mto ver inicialmente um mix high / low composto pelo FX2 no top e os F-5M e A-1M no low ja agora e no futuro um caça de 5a geracao mais o FX2 produzido no Brasil em grandes quantidades. Nao tao grandes quantidades quanto a India, claro devidamente a nossas ameacas, mas o suficiente para manter a dotacao dos esquadroes atuais mais um novo na Amazonia.

    Acho q eh esse o caminho mesmo, mas sem desmerecer a capacidade tecnica da India (trabalho com varios indianos na area de TI off-shore e sei q sao otimos), eu ja venho acompanhando o desenvolvimento deste caça ha alguns anos e definitivamente ele nao pode ser comparado a um Mig-35, Su-30MKI, Su-35, Rafale, Typhoon, Gripen NG, Super Hornet e afins. Eh outra categoria.

  31. Mauro e Galante,

    A india já possui os Su-30MKI e os Mirage como vocês mesmo disseram, também possui os Mig-29 como caçanaval e está abrindo uma concorrência para mais 160 caças que vão ser a parte Low dos caças indianos. Se o caça fosse mesmo de geração 4.5 eles não precisariam de mais 160 caças para a função low. É como produzir Migs-21 e comprar Mirages-5. Não estou criticando o caça veja bem, ele é muito importante para o desenvolvimento da industria indiana mas isso não significa que seja uma boa compra para o Brasil. Quando a questão dos abates meu amigo Mauro quem você acha que “enxergaria” primeiro o Rafaele com seu radar ou o Tejas com o radar indiano? Outraa coisa um caça em delta sem canard pra ser usado embarcadonão acho que seja um boa ideia, todos aqui sabem que asas em delta prejudicam a capacidade de pousos e decolagens curtas.

    Sds.

  32. Mauro e Galante,

    A india já possui os Su-30MKI e os Mirage como vocês mesmo disseram, também possui os Mig-29 como caçanaval e está abrindo uma concorrência para mais 160 caças que vão ser a parte Low dos caças indianos. Se o caça fosse mesmo de geração 4.5 eles não precisariam de mais 160 caças para a função low. É como produzir Migs-21 e comprar Mirages-5. Não estou criticando o caça veja bem, ele é muito importante para o desenvolvimento da industria indiana mas isso não significa que seja uma boa compra para o Brasil. Quando a questão dos abates meu amigo Mauro quem você acha que “enxergaria” primeiro o Rafaele com seu radar ou o Tejas com o radar indiano? Outraa coisa um caça em delta sem canard pra ser usado embarcadonão acho que seja um boa ideia, todos aqui sabem que asas em delta prejudicam a capacidade de pousos e decolagens curtas.

    Sds.

  33. Colegas, qualquer tipo de comentário depreciativo a respeito deste caça é uma verdadeira covardia, pois o que se procurou com este projeto foi uma grande autonomia na produção do mesmo, desde a concepção (mesmo com apoio externo, no inicio com a MBB Alemã e depois com a Dassault), motores, avionicos, Fly-by-wire, entre outros, desde o inicio foi pensado e contratado toda a sorte de assistência em expertise para a produção, mas como um projeto que começou e teve o seu desenvolvimento travado ou paralisados algumas vezes por vontades políticas entre outros pormenores (lobby dos “inteligentes” de plantão que achavam muito melhor a compra de um caça similar, mas estrangeiro), igualzinho acontece aqui no blog, por estes motivos que o mesmo quando de finalizado (em termos, pois o motor, radar e outros detalhes pequenos) ficou com a aparência de um caça de 4ª geração (longo tempo de desenvolvimento), mas felizmente para a Índia os mesmos estão colocando em produção seriada para atender um nicho específico dentro da força. Quanto à questão do mesmo ser de concepção delta sem cauda, o que se buscou foi uma construção simples e com grande capacidade de transportar combustível internamente, quando analisamos a manobrabilidade de um vetor em delta sem cauda com centro de gravidade padrão (caça analógico digamos assim, Mirage III por exemplo), realmente o mesmo tem uma excessiva velocidade de rolamento (velocidade em que o mesmo tem capacidade de se erguer vencendo a gravidade) em conseqüência a aterragem também é em altas velocidades. Mas no Tejas ou LCA o que se procurou foi um projeto com estabilidade virtual e com descentralização do CG, para que estas características fossem suprimidas (Mirage 2000 como exemplo). Por isso da possibilidade de utilização e desenvolvimento da versão embarcada. Quanto ao mesmo ser passível de utilização no Opalão pela MB, o mesmo não foi projetado para um lançamento assistido por catapultas, diferentemente dos Rafale, Hornet (estes com capacidades de serem lançados e também com previsibilidade de utilizar o sistema rampa e cabo de parada).

  34. Colegas, qualquer tipo de comentário depreciativo a respeito deste caça é uma verdadeira covardia, pois o que se procurou com este projeto foi uma grande autonomia na produção do mesmo, desde a concepção (mesmo com apoio externo, no inicio com a MBB Alemã e depois com a Dassault), motores, avionicos, Fly-by-wire, entre outros, desde o inicio foi pensado e contratado toda a sorte de assistência em expertise para a produção, mas como um projeto que começou e teve o seu desenvolvimento travado ou paralisados algumas vezes por vontades políticas entre outros pormenores (lobby dos “inteligentes” de plantão que achavam muito melhor a compra de um caça similar, mas estrangeiro), igualzinho acontece aqui no blog, por estes motivos que o mesmo quando de finalizado (em termos, pois o motor, radar e outros detalhes pequenos) ficou com a aparência de um caça de 4ª geração (longo tempo de desenvolvimento), mas felizmente para a Índia os mesmos estão colocando em produção seriada para atender um nicho específico dentro da força. Quanto à questão do mesmo ser de concepção delta sem cauda, o que se buscou foi uma construção simples e com grande capacidade de transportar combustível internamente, quando analisamos a manobrabilidade de um vetor em delta sem cauda com centro de gravidade padrão (caça analógico digamos assim, Mirage III por exemplo), realmente o mesmo tem uma excessiva velocidade de rolamento (velocidade em que o mesmo tem capacidade de se erguer vencendo a gravidade) em conseqüência a aterragem também é em altas velocidades. Mas no Tejas ou LCA o que se procurou foi um projeto com estabilidade virtual e com descentralização do CG, para que estas características fossem suprimidas (Mirage 2000 como exemplo). Por isso da possibilidade de utilização e desenvolvimento da versão embarcada. Quanto ao mesmo ser passível de utilização no Opalão pela MB, o mesmo não foi projetado para um lançamento assistido por catapultas, diferentemente dos Rafale, Hornet (estes com capacidades de serem lançados e também com previsibilidade de utilizar o sistema rampa e cabo de parada).

  35. Caro Tiago Jeronimo,
    Acerca de sua afirmação abaixo, poderia me informar sua(s) fonte(s) ??
    “E com um Rafale se derrumbam no minimo 5 desses”

    Sds.

  36. Caro Tiago Jeronimo,
    Acerca de sua afirmação abaixo, poderia me informar sua(s) fonte(s) ??
    “E com um Rafale se derrumbam no minimo 5 desses”

    Sds.

  37. Baschera,

    Como você já deve saber antes mesmo de ter perguntado não exite fontes que comprovem o que eu disse, mas na MINHA OPINIÃO o Rafale ou qualquer outro caça da geração 4.5 Facilmente abateria 5 caças desses, claro que quando falo isso estou sendo muito generalista mas, levando em conta as caracteristicas do Rafale(Ou EuroFighter, Su-35BM, F-18E/F, GripenNG) e do Tejas como aviônicos, armamentos e pricipalmente a experiência dos fabricantes não restam dúvidas para mim que qualquer caça que eu me referi é MUITO superior ao Tejas, e se for usar o argumento do colega Manfred Von Richthofen com o preço do Tejas você compra 5 SuperTucanos se vc acha que 5 SuperTucanos são efetivos contra um Tejas ae ficarei calado.

    Sds.

  38. Baschera,

    Como você já deve saber antes mesmo de ter perguntado não exite fontes que comprovem o que eu disse, mas na MINHA OPINIÃO o Rafale ou qualquer outro caça da geração 4.5 Facilmente abateria 5 caças desses, claro que quando falo isso estou sendo muito generalista mas, levando em conta as caracteristicas do Rafale(Ou EuroFighter, Su-35BM, F-18E/F, GripenNG) e do Tejas como aviônicos, armamentos e pricipalmente a experiência dos fabricantes não restam dúvidas para mim que qualquer caça que eu me referi é MUITO superior ao Tejas, e se for usar o argumento do colega Manfred Von Richthofen com o preço do Tejas você compra 5 SuperTucanos se vc acha que 5 SuperTucanos são efetivos contra um Tejas ae ficarei calado.

    Sds.

  39. Programa para ser avaliado estrategicamente visando futura cooperação. Participando do programa ADarter, na África do Sul,do Tejas, na ìndia, e fechando algum acordo vantajoso com a Coréia, ajudamos a consolidar o eixo sul-sul e o BRICS.A França continuaria tendo seu espaço.

  40. Programa para ser avaliado estrategicamente visando futura cooperação. Participando do programa ADarter, na África do Sul,do Tejas, na ìndia, e fechando algum acordo vantajoso com a Coréia, ajudamos a consolidar o eixo sul-sul e o BRICS.A França continuaria tendo seu espaço.

  41. Caro Tiago Jeronimo,
    Perguntei para provocar seu melhor esclarecimento. Respeito sua opinião. Porém discordo !
    Veja, um Rafale é obvio que é melhor, mas dizer 5 x 1, aí…..
    Fomos para a Red Flag e nos saímos relativamente bem com F-5E/M contra F-16 e F-15….contra tripulações das melhores do mundo.
    Um avião é apenas 50% da coisa, depende das tripulações, do treinamento, do tipo de enfrentamento, de Awacs, de radar, de RCS, de…. no fim cada caso é um caso.
    Que pode ser melhor é muito provável, mas não é tão mole !!
    Sds.

  42. Caro Tiago Jeronimo,
    Perguntei para provocar seu melhor esclarecimento. Respeito sua opinião. Porém discordo !
    Veja, um Rafale é obvio que é melhor, mas dizer 5 x 1, aí…..
    Fomos para a Red Flag e nos saímos relativamente bem com F-5E/M contra F-16 e F-15….contra tripulações das melhores do mundo.
    Um avião é apenas 50% da coisa, depende das tripulações, do treinamento, do tipo de enfrentamento, de Awacs, de radar, de RCS, de…. no fim cada caso é um caso.
    Que pode ser melhor é muito provável, mas não é tão mole !!
    Sds.

  43. Entre o A4 reformado e o Tejas operando no São Paulo, é obvio que o ultimo é melhor. Quando nada dá ao navio alguma capacidade real de projeção de poder.

  44. Entre o A4 reformado e o Tejas operando no São Paulo, é obvio que o ultimo é melhor. Quando nada dá ao navio alguma capacidade real de projeção de poder.

  45. Vou dizer uma coisa, ele viria para substituir o AF-1, e voar lado a lado com um Rafale M, por exemplo, ele não seria um caça de superioridade, e sim LOW.

    O mesmo poderia ocorrer com a FAB 84 Hi + 60 Low, ou algo assim, não digo que o tejas fosse a melhor escolha, mas um caça com as características semelhantes a ele, seja nacional seja o tejas seja um novo AMX, o que eu penso, é que este mix seria muito melhor que 120 caças HI.

  46. Vou dizer uma coisa, ele viria para substituir o AF-1, e voar lado a lado com um Rafale M, por exemplo, ele não seria um caça de superioridade, e sim LOW.

    O mesmo poderia ocorrer com a FAB 84 Hi + 60 Low, ou algo assim, não digo que o tejas fosse a melhor escolha, mas um caça com as características semelhantes a ele, seja nacional seja o tejas seja um novo AMX, o que eu penso, é que este mix seria muito melhor que 120 caças HI.

  47. Com relação a India o cenário Asiático é muito critico, muito tenso, e nada mais certo que eles possuirem um grande numero de unidades.

    Serao 124 novos , para substituir os M-2000, migs e voar lado a lado com os 116 SU-30MKI que serão o HI, e 220 Tejas que serão o Low. Isto na IAF

    E na Marinha serão 40 HAL Tejas para substituir o Sea Harrier FRS.51 e Harrier T.60, para LOW e o Mig-29 para HI.

  48. Com relação a India o cenário Asiático é muito critico, muito tenso, e nada mais certo que eles possuirem um grande numero de unidades.

    Serao 124 novos , para substituir os M-2000, migs e voar lado a lado com os 116 SU-30MKI que serão o HI, e 220 Tejas que serão o Low. Isto na IAF

    E na Marinha serão 40 HAL Tejas para substituir o Sea Harrier FRS.51 e Harrier T.60, para LOW e o Mig-29 para HI.

  49. eu so acho que o governo federal tem que olhar mais por nossas forsas armadas que estão sucatiadas parar de aonde não tem retorno como sem terras que so dão prejuisos aus cofres publicos e vergonha a nossa patria com comflitos e terras para indios fumar maconha e plantar plantar madioca e criar cofusão so para isso que imdios serve como meu avo disi imdios numca cotribuiran em nada ao nosso pais

  50. eu so acho que o governo federal tem que olhar mais por nossas forsas armadas que estão sucatiadas parar de aonde não tem retorno como sem terras que so dão prejuisos aus cofres publicos e vergonha a nossa patria com comflitos e terras para indios fumar maconha e plantar plantar madioca e criar cofusão so para isso que imdios serve como meu avo disi imdios numca cotribuiran em nada ao nosso pais

  51. O Tejas seria bom — pelo preço e a qualidade — para substituir os AMX, os Skyhawks da Marinha e talvez os F5-EM… Aí é só “juntar” com os caças do FX-2 e teremos uma bela força aérea, a um preço mais baixo.

  52. O Tejas seria bom — pelo preço e a qualidade — para substituir os AMX, os Skyhawks da Marinha e talvez os F5-EM… Aí é só “juntar” com os caças do FX-2 e teremos uma bela força aérea, a um preço mais baixo.

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here