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Um esquadrão de caças F-16 da Força Aérea do Paquistão partiu hoje rumo aos EUA para  participar da Operação Red Flag, com forças aéreas de outros países.

De acordo com um porta-voz da PAF, os exercícios vão começar no dia 15 de julho. Pilotos, técnicos e oficiais paquistaneses vão participar do exercício.

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Super Hornets Australia partem dos EUA-foto-2 via Depto Def Australia

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Nas fotos do último dia 20 de março, divulgadas pelo Departamento de Defesa da Austrália, o primeiro grupo de Super Hornets adquiridos pelo país decola para o longo traslado rumo aos céus australianos. A chegada é esperada para o final deste mês.

Atualmente, um destacamento de pilotos e pessoal de manutenção do esquadrão No. 1 da RAAF (Real Força Aérea Australiana), está na Naval Air Station Lemoore, na Califórnia (EUA), recebendo as aeronaves e preparando-as para a série de voos de traslado.

…e Hornets pousam, após a Red Flag

Ainda segundo o Departamento de Defesa da Austrália, os pilotos que participaram por duas semanas do exercício Red Flag, nos EUA, já voltaram. A RAAF empregou oito aeronaves de combate F/A 18 Hornet e cento e sessenta pessoas no exercício, realizado na Nellis Air Force Base, em Nevada, entre 21 de fevereiro e 5 de março. Foram realizadas, em conjunto com parceiros de coalizão dos EUA e do Reino Unido (com mais de 70 aeronaves no total) , diversas missões especializadas em cenários de combate aéreo, liderando várias delas.

Segundo o informe, muitas lições do exercício vão influenciar a evolução da RAAF como uma força que opera em redes. O Wing Commander Glen Beck, da RAAF, elogiou o profissionalismo do pessoal envolvido e a habilidade de trabalhar sob pressão, assim como o trabalho das equipes de manutenção. Ele também acrescentou que a taxa de sucesso nas missões foi fantástica, o que foi comentado pelos aliados no exercício.

A RAAF participa da Red Flag a cada dois anos, desde a década de 1980.

FONTE / FOTOS: Departamento de Defesa da Austrália

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Super Hornet Australia nos EUA - foto MoD Australia

O Ministério da Defesa da Austrália informou que, até o final deste mês, o primeiro grupo de aeronaves de combate Super Hornet deverá chegar ao país. A declaração é desta quinta-feira, 4 de março de 2010, e foi feita pelo Comandante da RAAF (Força Aérea Real Australiana),  Air Marshal Mark Binskin. O informe destacou que a aeronave representará um grande salto na capacidade da Força, sendo o primeiro novo avião de combate australiano adquirido em 25 anos.

Segundo o Comandante, “trata-se do início de um novo capítulo para a história da Força Aérea. O Super Hornet é um verdadeiro avião multi-role que, quando voado e apoiado pelo altamente capacitado pessoal da RAAF, garantirá a capacidade de combate aéreo regional da Austrália até a introdução do  F-35 Joint Strike Fighter. Atingimos esse estágio do projeto dentro do cronograma e do orçamento graças à grande parceria entre a RAAF, a Organização de Material de Defesa (Defence Materiel Organisation), Marinha dos EUA (United States Navy) Boeing e seus parceiros industriais,  General Electric, Northrop Grumman e Raytheon.”

Super-Hornet-Australia-nos-EUA-foto-2-MoD-Australia

Um destacamento de pilotos e pessoal de manutenção do Esquadrão No. 1 da RAAF está atualmente na Naval Air Station Lemoore (California, EUA) preparando os aviões para o traslado à Austrália. Estão sendo feitos voos de aceitação e testes de solo em todas as unidades. Os traslados até a Base de Amberley da RAAF (próxima a Ipswich), que se estenderão até 2011 para a entrega de todo o lote de 24 Super Hornets, contarão com o apoio de aviões de reabastecimento em voo.

…os Hornets da Austrália estão nos EUA, na Red Flag

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Desde o dia 21 de fevereiro, oito caças F-18 Hornet da RAAF estão Base Aérea de Nellis (Nevada), participando do exercício Red Flag. Trata-se do Esquadrão 77, baseado em Williamtown, que levou 160 pessoas da RAAF para participar das complexas similações de missões de combate, que envolvem também aeronaves dos EUA e do Reino Unido.

Aliás, pode-se dizer que os Hornets australianos estão em boa companhia nesse exercício:  F-22, F-16, F-15, Harrier GR-9 e B-1, sem contar os honoráveis e onipresentes KC-135 para reabastecimento em voo. O exercício termina nesta sexta-feira, 5 de março.

F-22-na-Red-Flag-foto-MoD-Australia

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FONTE / FOTOS: Ministério da Defesa da Austrália (MoD Australia)

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No vídeo acima, JAS 39 Gripen na Operação Red Flag 2008

Virgínia Silveira

vinheta-clippingA gerência do programa F-X2, de renovação dos caças da Força Aérea Brasileira (FAB), solicitou às empresas do setor aeroespacial uma nova avaliação das últimas propostas, que foram encaminhadas pelas três fabricantes que disputam o contrato estimado entre US$ 4 e 7 US$ bilhões – Boeing, Dassault e Gripen. Segundo informações de duas empresas consultadas pela FAB, foi feito um pedido adicional de esclarecimento sobre a expectativa de geração de emprego nas empresas do setor com os possíveis programas de transferência de tecnologia do F-X2.

O pedido, de acordo com especialistas que acompanham o processo de compra dos caças, foi enviado para a Embraer, Aeroeletrônica, Mectron, Atech, Friuli, Winnstal, Akaer, Imbra Aerospace, Focal , Graúna, entre outras. As últimas respostas foram encaminhadas à FAB na quarta-feira da semana passada. A Aeronáutica está finalizando o relatório técnico de avaliação das três concorrentes e a previsão é que ainda este mês o documento seja encaminhado ao ministro da Defesa, Nelson Jobim.

A reportagem solicitou ao Centro de Comunicação Social da Aeronáutica (Cecomsaer) informações sobre o novo pedido de esclarecimento encaminhado pela FAB às empresas, mas não obteve retorno até o fechamento desta edição.

Ao contrário do programa de aquisição dos helicópteros franceses, em que a FAB optou por reforçar as contrapartidas industriais, com maior envolvimento das empresas brasileiras na produção de peças e na prestação de serviços, o programa dos caças tem como foco estratégico a capacitação tecnológica da indústria nacional para a construção futura de um caça supersônico. Entre as empresas que atuam mais na área de desenvolvimento de engenharia a preferência se dá pelo sueco Gripen, pela proposta de desenvolvimento conjunto da aeronave.

“A proposta da Saab é a que melhor atende aos interesses da indústria do setor, porque prevê um trabalho conjunto de desenvolvimento do avião. Num prazo de 10 a 15 anos teremos competência de fazer um caça supersônico com engenharia brasileira”, comenta o diretor presidente da Imbra Aerospace, Jairo Cândido. O executivo, que também é diretor do Departamento de Defesa da Fiesp, coordenou as rodadas de negociação das três concorrentes do F-X2. Segundo ele, a maior parte das 150 empresas que participaram desses encontros também revelaram uma preferência pela oferta sueca, no que diz respeito a transferência de tecnologia.

“Este é o sentimento da indústria e o governo brasileiro também tem dito que não compra mais produtos de prateleira na área de defesa”. A opinião do empresário também é compartilhada pelo diretor do Ciesp de São José dos Campos, Almir Fernandes. Segundo ele, pelo menos 30 das cerca de 50 empresas da cadeia Aeronáutica brasileira acreditam que a Saab oferece melhores oportunidades de participação dessas empresas no desenvolvimento de tecnologias estratégicas, desde a fase de projeto até o nível de produção.

Lideradas pela Akaer, as empresas Friuli, Winnstal, Minoica e Friuli já estão trabalhando no desenvolvimento do novo caça sueco Gripen NG, projeto que foi ofertado pela fabricante Saab ao programa F-X2. A T1, holding que reúne as cinco empresas brasileiras, será a responsável pelo projeto e produção da fuselagem central, fuselagem traseira e asas do Gripen NG.

“Fabricar peças não agrega nenhum valor. O que nós queremos é dominar a tecnologia de desenvolvimento dos caças para, em poucos anos, sermos exportadores desse tipo de aeronave e de tecnologias que consolidarão a expansão da nossa indústria Aeronáutica, hoje bastante dependente de apenas um fornecedor, que é a Embraer”, ressalta o diretor executivo da Akaer, César Augusto da Silva.

No fim de outubro, o vice-presidente da Embraer para o Mercado de Defesa, Orlando José Ferreira Neto, declarou ao Valor que, do ponto de vista de transferência de tecnologia, a “oferta da empresa sueca Saab é a que vai assegurar ao Brasil o conhecimento e a agregação de tecnologia dentro da premissa ´on the job doing´, ou seja, aprender fazendo”.

Segundo o executivo, o Gripen é o único que oferece oportunidade para o Brasil começar o desenvolvimento de um caça do zero. “Não estamos interessados em fabricar peças. Buscamos o domínio de conhecimento que ainda não temos e que nos será útil no desenvolvimento de futuras aeronaves.” A capacitação da indústria nacional, segundo Ferreira Neto, é primordial para garantir a autonomia do país no futuro para fazer modificações nos aviões que a FAB vai adquirir e para construir um novo caça.

O presidente da Atech, uma das empresas do setor de defesa, consideradas estratégicas pelo governo brasileiro, Tarcísio Takashi Muta, disse que, a exemplo do que aconteceu com o sistema de tráfego aéreo no país, a escolha dos novos caças deve priorizar o aspecto de domínio dos sistemas da aeronave para sermos capazes de fazer as modificações que a FAB julgar necessárias. A Atech participou do processo de absorção de tecnologia de controle de tráfego aéreo, o que permitiu que o Brasil atingisse autonomia no gerenciamento do seu espaço aéreo.

Transferência de tecnologia é essencial

O presidente da Associação das Indústrias Aeroespaciais do Brasil (AIAB), Walter Bartels, disse que o processo efetivo de absorção de tecnologia ocorre através da realização da inovação ou do desenvolvimento tecnológico dentro da indústria. “É difícil transferir tecnologia de quem criou para quem vai produzir. Como regra geral, a tecnologia sensível ou para elevação do nível militar, não se transfere, não se adquire, incorpora-se.”

Para o executivo, a compra de caças supersônicos de empresas estrangeiras é necessária neste momento, pelas necessidades de curto prazo da FAB, mas o país necessita possuir, obrigatoriamente, uma capacidade real de dissuasão e isso só será possível se os respectivos meios forem de domínio tecnológico brasileiro, desenvolvidos e produzidos no país. “A indústria aeroespacial brasileira espera que, futuramente, não sejam mais necessárias aquisições no exterior mas, em casos excepcionais, sejam feitas através de um contratante principal brasileiro como ocorre em países desenvolvidos”, afirmou.

Bartels cita o caso do programa AMX, em que o Brasil levou vantagem porque pagou 30% do seu desenvolvimento e dominou 100% do avião. Entre as tecnologias resultantes desse projeto de cooperação, que o presidente da AIAB participou ativamente pela Embraer, Bartels destaca a aerodinâmica transônica, sistema de aviônica de navegação e ataque integrado, usinagem mecânica de peças complexas e comandos de voo “fly by wire”, que depois foram aplicados no desenvolvimento dos jatos comerciais da Embraer.

Para o presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (ABIMDE), Carlos Frederico Queiroz de Aguiar, o processo de aquisição dos caças do programa F-X2 é um dos melhores dos últimos 30 anos. “O processo de hoje se baseia na experiência dos erros e dos acertos do passado e tem sido um processo de aquisição mais realista e mais adequado ao tipo de aquisição, ou seja, a de um equipamento que tem de gerar no país um efeito multiplicador de absorção de tecnologia pela base industrial de defesa do país.”

Segundo Aguiar, qualquer que venha a ser a decisão, haverá grandes benefícios para a indústria nacional, graças à política de “offset” (contrapartida) que a FAB e o Ministério da Defesa vêm reafirmando desde o início do processo do F-X2. O executivo lembra que a FAB estabeleceu que 80% do offset deverá se constituir em transferência de tecnologia direta no programa. Além disso, segundo ele, os três concorrentes têm se aplicado em oferecer também trocas comerciais significativas, ou seja, compras de equipamentos no Brasil, principalmente aeronaves da Embraer.

O fato de a decisão ser política, na opinião do presidente da ABIMDE, não exclui as demais considerações inerentes ao processo. O executivo disse que os empresários envolvidos no processo estão satisfeitos com os acordos até agora firmados e que muitos já se preparam para a fase de contratação e operacional que virá logo após a decisão final. “De um modo geral percebo um clima de satisfação e de expectativa nas empresas de grande porte como também nas de médio porte”. (VS)

FONTE: Valor Econômico / Via: NOTIMP

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Os 10 AMX da Força Aérea Italiana participaram dos exercícios Green Flag e Red Flag

A Força Aérea Italiana informou que, no último dia 8 de setembro, os 10 aviões de ataque AMX que participaram de exercícios nos EUA retornaram à Itália. No total, foram aproximadamente 900 horas de voo, distribuídas em 313 missões.

As aeronaves deixaram a Base norte-americana de Nellis em 5 de setembro rumo a Bangor (Maine, costa leste dos EUA), onde pousaram após seis horas e meia de voo. No dia seguinte, decolaram rumo ao arquipélago de Açores, que atingiram após mais 8 horas de voo. Por fim, decolaram no dia 8 rumo à Itália, sendo que 2 unidades pousaram em Amendola e 8 em Istrana. Para o traslado, foram realizados onze reabastecimentos em voo, sete deles sobre o Atlântico, com o emprego de um avião tanque KC-10 norte-americano.

Das 313 missões realizadas nos dois exercícios nos EUA, 140 foram da Red Flag 09-05, com destaque para as missões noturnas, empregando NVG (Night Vision Goggles – óculos de visão noturna), e a “destruição” de baterias móveis de mísseis Scud, utilizando tanto os canhões Vulcan de 20mm quanto bombas Mk 82.

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FONTE e FOTOS: Força Aérea Italiana

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AMX podem combater no Afeganistão

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A Força Aérea da Itália acaba de finalizar uma campanha de qualificação de quatro semanas com seus caças AMX. Oficialmente não foram informados os motivos destes preparativos tão intensos, mas especula-se que o objetivo seja enviá-los para o front afegão, onde tropas da OTAN combatem guerrilheiros do Talebã.

Dez AMX modernizados para o padrão ACOL participaram recentemente do exercício “Green Flag West” nos EUA. Depois do “Green Flag West”, os caças italianos seguiram para o exercício “Red Flag”, que termina no próximo dia 4 de setembro, onde puderam operar da mesma forma que as forças da OTAN atuam no Afeganistão. Naquela opotunidade dois AMX lançaram quatro bombas GBU-12 Lizard guiadas por laser contra alvos designados pelo UAV Predator B.

O padrão de modernização ACOL inclui modificações no sistema de guiagem de armas por GPS, inclusão do ‘pod’ de reconhecimento Rafael Reccelite, painel compatível com óculos de visão noturna e novos equipamentos de navegação e identificação.

O programa de modernização deve estar completo no final deste ano. Porém, a frota de AMX italianos continua ameaçada por cortes e eventuais aposentadorias prematuras.

FONTE: Flightglobal

NOTA do BLOG: embora o texto dê a entender que os lançamentos das bombas GBU-12 Lizard (guiadas a laser por meio de designadores dos Predator) foi realizado na Red Flag, segundo a Força Aérea Italiana os lançamentos foram realizados na Green Flag. Clique nos diversos links do texto para acessar matérias complementares, já publicadas sobre o assunto.

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No último dia 21 de agosto, terminou a participação dos 10 aviões de ataque AMX, da Força Aérea Italiana, no exercício Green Flag. Realizado na Base Aérea de Nellis, Nevada (EUA), o exercício contou com a participação de aproximadamente 200 militares italianos de diversas unidades, como o 51º Stormo de Istrana (Treviso), a 32ª Ala de Amendola (Foggia), Comando Logístico, Departamento de Voo Experimental Pratica di Mare (Roma), entre outras, tanto para operação e apoio aos caça-bombardeiros como para exercitar a ligação com forças terrestres presentes na Green Flag, através da criação de um Departamento Autônomo de Voo (Reparto Autonomo di Volo – RAV).

Segundo a Aeronautica Militare (Força Aérea Italiana), o exercício representa o estado da arte em cooperação estreita (apoio aproximado) com tropas terrestres. Nas duas semanas de treinamento, há um trabalho em conjunto das tripulações com as tropas terrestres , desenvolvendo e testando táticas para os cenários atuais de emprego. O ambiente reproduz esses cenários complexos em que há grandes riscos de fogo amigo e danos colaterais a civis, que devem ser evitados a todo custo para que se utilize todo o potencial do poder aéreo.

Assim, foram realizadas operações de Air Support (CAS) , Convoy Escort ,Urban CAS, missões envolvendo cooperação com Veículos Aéreos não Tripulados como os Predator MQ-1,que designaram alvos para bombas guiadas a laser (leia mais no link ao final da matéria), e operações de Join Air Attack Team (JAAT), em que um mesmo objetivo foi alvo de ação em que participaram os AMX, artilharia norte-americana, helicópteros AH-64 Apache e pessoal dos 17 º, 16º C e 185º Stormo RAO, incluídos nas equipes de JTAC (Joint Attack Terminal Controller).

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Ao todo, os AMX italianos realizaram 171 missões e 300 horas de voo, lançando 30 bombas no polígono, realizando ataque ao solo simulados com o canhão Vulcan de 20mm, ação de evasão em caso de ataque com mísseis antiaéreos (SAM-Surface to Air Missile) e, em cada uma destas missões, foi feita uma análise cuidadosa dos danos colaterais possíveis para a situação tática, para o julgamento da necessidade de abortar o uso do armamento em situações em que poderia haver riscos, mesmo pequenos, de fogo amigo (Blue on Blue) ou de atingir população civil.

O desafio agora é a Red Flag 09-05, em que os AMX italianos atuarão junto aos F-16, F-15, F-18, EA6 Prowler, E-3 Sentry (AWACS) e KC-135 norte-americanos, além dos F-16 dos Emirados Árabes Unidos. Os “inimigos” serão os caças dos grupos de “agressors” dos 64º e 65º CTS.

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FONTE e FOTOS: Força Aérea Italiana (Aeronautica Militare)

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Pilotos e mecânicos dos Emirados Árabes Unidos estão participando do exercício Red Flag na Base Aérea de Nellis, Nevada, pela primeira vez, de 22 de agosto até de 5 de setembro.

Os aviadores dos Emirados passaram as duas semanas anteriores na 162nd Fighter Wing da Air National Guard, em Tucson no Arizona, visando a preparação para o exercício.

Para os pilotos dos Emirados, a preparação em Tucson foi uma oportunidade para se familiarizarem com o espaço aéreo americano e encontrar seus velhos instrutores.

O pessoal da Guarda Nacional do Arizona tem treinado os pilotos dos EAU nos últimos oitos anos, sendo cinco anos em aeronaves dos Emirados. Atualmente, o 148th Fighter Squadron é o único a operar F-16E Desert Falcons (Block 60) nos EUA.

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Nos vídeos abaixo, que estão provocando muito debate na internet, o coronel Terrence Fornof, piloto de F-15 e diretor do Requirements and Testing office do USAF Warfare Center, na Base Aérea de Nellis, discorre de forma bem humorada sobre o desempenho dos pilotos indianos e franceses, e suas aeronaves na Red Flag. Ele fala muito bem dos pilotos e caças americanos, incluindo o F-22 e critica os Su-30MKI. Para ler a tradução da palestra, clique aqui.

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O site Milavia informou que na Operação Red Flag 08-4, realizada em agosto, os Rafale do Armée de l’Air duelaram com os F/A-18E da US Navy, obtendo um score de 6:2 contra os Super Hornets. A matéria também diz que os Rafale obtiveram ótimos resultados nas operações ar-solo, permanecendo quase imunes às ameaças superfície-ar, graças à sua suíte eletrônica de auto-defesa SPECTRA.

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