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X-47B: chegou a hora de lançar

X-47B sendo recebido no USS George HW Bush - CVN 77 - foto USN

Depois de ser recebido e “desembrulhado” em um porta-aviões da Marinha dos EUA, chegou a hora de lançar o demonstrador de sistema aéreo não tripulado de combate (UCAS) X-47B.

Clique nas imagens acima e abaixo para acessar matérias com fotos e informações no Poder Naval.

X-47B no convoo do USS George HW Bush - CVN 77 - foto USN

FOTOS: Marinha dos EUA (USN)

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sky, clouds, earth and ocean

Segundo matéria publicada na Flightglobal nesta segunda-feira, 8 de abril, a Boeing está mostrando uma versão atualizada de seu conceito de caça de sexta geração F/A-XX. A apresentação do conceito atualizado foi feita na “Navy League’s Sea-Air-Space Exposition”, que ocorre nesta semana na Capital dos Estados Unidos, Washington.

Trata-se de um caça furtivo bimotor, sem cauda, que segundo a Boeing oferece “possibilidades tripuladas ou não tripuladas para a Marinha dos EUA”. O projeto mostra difusores das tomadas de ar para regime supersônico que remetem aos encontrados no F-35  “Joint Strike Fighter” (veja abaixo imagem dos difusores do F-35).

Detalhe tomada de ar do F-35 - recorte de imagem da Lockheed Martin

O projeto também apresenta “canards”, o que surpreende pois, geralmente, considera-se que essas superfícies de controle comprometem a seção-reta-radar frontal de uma aeronave furtiva. Porém, a ausência de superfícies verticais na cauda  sugerem que o avião seria otimizado para uma furtividade todo-aspecto de grande banda, que seria necessária a operações nos ambientes de ameaças e negação de acesso mais exigentes.

A reportagem da Flightglobal também destaca a visibilidade traseira restrita devido à forma de instalação da cabine na versão tripulada. Assim, sugere que deva haver um auxílio de sensores como as seis câmeras de infravermelho do DAS (distributed aperture system) do F-35.

O conceito F/A-XX da Boeing é uma resposta a um pedido de informação (RFI) emitido em abril de 2012 pela Marinha dos EUA. Foi um pedido de dados para um substituto à frota de F/A-18E/F Super Hornet e EA-18G Growler da Boeing, para a década de 2030. Espera-se que a frota de Super Hornet atinja o final da vida útil de 9.000 horas por volta daquela década.

Segundo o RFI, trata-se de uma solicitação à indústria de “candidatos para soluções destinadas a aeronaves baseadas em porta-aviões de propulsão nuclear (CVN) para prover supremacia aérea com uma capacidade de ataque multitarefa em ambientes de operação em áreas  anti-acesso ou de negação de acesso (anti-access/area denied – A2AD). As missões primárias incluem, embora não estejam a elas limitadas, guerra aérea, ataque, guerra de superfície e apoio aéreo aproximado (AW, STW, SUW, CAS).”

Autoridades da Marinha dos EUA disseram, na ocasião, que esperavam que qualquer novo projeto do F/A-XX deveria aumentar bastante o alcance e capacidades cinemáticas em relação aos aviões táticos existentes.

FONTE / IMAGEM (via Boeing): Flightglobal (tradução e edição do Poder Aéreo a partir de original em inglês)

FOTO DE BAIXO (detalhe dos difusores do F-35): Lockheed Martin

COLABOROU: Edgar

NOTA DO EDITOR: o caça sino-paquistanês JF-17 Thunder também apresenta difusores similares, posicionados à frente de suas tomadas de ar. Estes podem ser vistos nos recortes (detalhe) das fotos abaixo, do site do Pakistan Aeronautical Complex, que denomina as entradas de ar bifurcadas que apresentam essa solução aerodinâmica como “tecnologia BUMP“.

JF-17 - detalhe tomada de ar -  foto PAC

JF-17 - detalhe tomadas de ar - foto PAC

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Go East!

EC-2 Hawkeye decola do CVN 74 na área da sétima frota - 27-3-2013 - foto Marinha dos EUA

O porta-aviões USS John C. Stennis (CVN 74) da Marinha dos EUA (USN) saiu do Oriente Médio e navegou, nos últimos dias, em direção ao Extremo Oriente.

Dias atrás, estava no meio do Oceano Índico, deixando a área de responsabilidade da 5ª frota e adentrando a da 7ª frota. Esta última área de responsabilidade é imensa e inclui, entre diversas outras regiões, a do Mar Amarelo (que banha a costa sul da China e a costa oeste das Coreias).

Continuará o navio seguindo na direção leste para se aproximar mais das rotas que levam à Coreia do Norte? Ou continuará no Índico, em missões de rotina? Clique aqui para ler matéria no Poder Naval e dê a sua opinião!

Super Hornet pousa no CVN 74 em março de 2013 - foto USN

Segundo artigo de David Axe publicado no “Danger Room” em 25 de março, a Marinha dos Estados Unidos (USN) está cuidadosamente dando as costas ao complicado programa do F-35 e colocando, no lugar, um plano substituto para o caso do novo jato furtivo não se recuperar de seus problemas técnicos e orçamentários.

Esse plano da USN está no seu início, mas suas linhas gerais estão transparecendo, em grande parte graças a recentes comentários de sua liderança. O ‘plano B’ envolve a compra de menos F-35 da Lockheed Martin (a marinha continuará comprando alguns)  e mais unidades do caça embarcado F/A-18E/F Super Hornet da Boeing. Caso ocorra o improvável – o cancelamento da versão F-35C destinada aos grandes porta-aviões  americanos – o Super Hornet poderia ser aprimorado para ir além de sua atual vida útil. O jato bimotor já vem ganhando novas armas e poderá ter adicionados novos tanques de combustível extras e alguns “tratamentos” para furtividade.

A USN tem sido a menos entusiastas das Forças Armadas americanas em relação ao F-35, que inclui versões para a Força Aérea e os Fuzileiros Navais. Como a Marinha tem a força de caças mais nova em relação às demais forças, sua urgência para aviões novos de fábrica é menor. Além disso, a USN estaria minimizando a furtividade ao radar em seus planos de guerrra e preferiria, ao invés, abrir caminho lutando por entre as defesas inimigas ou disparar armas a grandes distâncias. No ano passado, o “U.S. Naval Institute journal Proceedings” trouxe texto a esse respeito assinado pelo almirante Jonathan Greenert: “É tempo de considerar a mudança de nosso foco de plataformas baseadas unicamente na furtividade e também incluir conceitos de operações mais longe dos adversários utilizando armas ‘standoff’ e sistemas não tripulados – ou empregar sistemas de guerra eletrônica embarcados para confundir ou ‘jamear’ sensores inimigos ao invés de tentar se esconder deles”.

Super Hornet sendo lançado do CVN 69 em março de 2013 - foto USN

Greenert é o oficial “top” da Marinha dos EUA, e esse texto foi considerado um tiro na proa do F-35. Porém, ele nega que tenha feito isso: “Nós precisamos do F-35C, precisamos de suas capacidades”, disse o almirante há duas semanas, completando: “Ele tem furtividade, grande capacidade de carga e um gigantesco (potencial) de ataque eletrônico.”

Ao mesmo tempoo, Greenert deixa escapar que a Marinha poderia adquirir menos jatos F-35C do que os 260 encomendados no momento. “A questão aponta para quantos comprar, e como eles se integram na ala aérea”, acrescentando que o cancelamento da nova aeronave é pouco provável devido a razões políticas: “Se não comprarmos nenhum F-35C isso seria muito prejudicial ao programa como um todo.”

F-35C LIGHTNING II - foto Lockheed Martin

Qualquer redução nas encomendas do F-35 afetaria os intrincados planos de produção do novo caça, aumentando o custo unitário. Porém, a compra de menos jatos F-35C e mais versões aprimoradas do F/A-18 poderia ser possível sem destruir o programa desse novo jato furtivo. Uma análise do Pentágono obtida pela Reuters indicou que uma redução de 2.400 para 1.500 caças F-35 aumentaria o custo unitário dos remanescentes em apenas nove por cento. Hoje, um único F-35 custa mais de 100 milhões de dólares, e um F/A-18 custa aproximadamente metade desse valor. A troca de exemplares de F-35C por Super Hornets poderia resultar numa economia de bilhões de dólares para a Marinha e o Pentágono, e vale lembrar que a USN já pensa num novo projeto de caça para vir após o F-35 e o Super Hornet.

Com melhorias, o Super Hornet poderia igualar as capacidades do F-35, embora com diferentes táticas, embora essa questão esteja aberta ao debate. A USN já trabalha para fazer do F/A-18E/F um vetor para mísseis de longo alcance com algumas qualidades furtivas opcionais, em oposição ao totalmente furtivo F-35, projetado para passar despercebido pelas defesas inimigas a curta distância e lançar bombas guiadas antes de se evadir.

FA-18EF International Roadmap - foto Boeing Japão

A USN já colocou no orçamento um novo míssil antinavio e para ataque terrestre com alcance de 500 milhas para o Super Hornet e, neste ano, também deverá testar tanques de combustível conformais sobre as asas, que poderiam adicionar centenas de milhas ao alcance da aeronave, possivelmente permitindo um alcance maior que o do F-35. O Super Hornet também poderia receber coberturas (pinturas)  extras de absorção de radar e uma nacele furtiva carregada na estação ventral para levar armas. A USN ainda precisaria reservar verbas para essas opções.

Para a Força Aérea, a adição de caças F-35 não significam uma mudança fundamental em suas estratégias, ao passo que a Marinha seria forçada a reescrever doutrinas de décadas. Enquanto a Força Aérea pensa em infiltração em território inimigo usando o caça F-22 e o bombardeiro B-2 (ambos furtivos), a Marinha preconiza o uso de aviões de guerra eletrônica EA-18 Growler (da família do Super Hornet), que interferem eletronicamente nas defesas inimigas e permitem que os Super Hornets ataquem.

Em todo caso, a USN pode esperar e ver se o F-35 supera suas dificuldades, pois a linha de montagem da Boeing para o Super Hornet, em St. Louis, tem encomendas suficientes para permanecer aberta ao longo de 2015. Após isso, a Marinha poderia optar por seu plano B, ou arriscar com o F-35.

FONTE: Danger Room (tradução e edição do Poder Aéreo a partir de original em inglês)

FOTOS: Marinha dos EUA e Boeing Japão

COLABOROU: Maurício R

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inspeção de canhão M61A2 de F-18F Super Hornet - foto USN

Há três dias, publicamos belas imagens de um teste dos equipamentos de comunicação da equipe de solo da RAAF (Força Aérea Real Australiana) com seus caças F/A-18F Super Hornet. Hoje, a foto não é tão bonita. De fato, desta vez estamos mostrando um autêntico… canhão!

Na imagem do alto, de 18 de março, o canhão M61A2 de peso reduzido que equipa um F/A-18F Super Hornet da Marinha dos EUA (USN) é inspecionado no hangar do porta-aviões de propulsão nuclear USS John C. Stennis (CVN 74), que realiza operações de segurança marítima dentro da Operação “Enduring Freedom”, na área de responsabilidade da 5ª Frota.

limpeza de canhão M61A2 de F-18E Super Hornet - foto USN

Já a imagem logo acima é de dois meses antes, mas mostra trabalhos realizados no mesmo porta-aviões, sendo vistos jatos F/A-18E Super Hornet ao fundo, e permite ver detalhes diferentes da arma, sendo limpa. Reparar no que parece ser uma antena de radar de varredura mecânica de uma aeronave com radome retirado, no alto à esquerda.

Por fim, a imagem abaixo é de dois anos atrás, e mostra o remuniciamento com projéteis de 20mm do M61A2 de um F/A-18E Super Hornet no convés de outro porta-aviões nuclear, o USS Carl Vinson (CVN 70). Na ocasião, o navio também estava na área da 5ª Frota, no Golfo Pérsico. Para saber mais sobre canhões de aeronaves, suas curiosidades, seu emprego no tiro ar-ar e ar-solo e assuntos relacionados, clique nos links da lista abaixo (excetuando-se o primeiro da lista, que não mostra canhão algum, muito pelo contrário…).

remuniciamento de canhão M61A2 de F-18 Super Hornet - foto USN

FOTOS: Marinha dos EUA

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FA-18EF International Roadmap - foto Boeing Japão

Segundo matéria publicada no site Flightglobal nesta quarta-feira, 20 de março, a Marinha dos Estados Unidos (USN) estaria considerando a adição de tanques conformais de combustível (CFT) à sua frota de caças F/A-18E/F Super Hornet, fabricados pela Boeing. Os tanques, instalados sobre o dorso da aeronave, deverão ser testados em meados deste ano.

Apesar de não negar seu interesse, a USN afirmou que não pode comentar no momento sobre o projeto, pois esta seria uma informação proprietária da Boeing e da Northrop Grumman. A Boeing foi contactada pelo site Flightglobal, mas não respondeu a tempo da publicação da matéria.

Os CFT, oferecidos pela Boeing para compradores potenciais dentro do “international roadmap” da aeronave, permitiriam que os jatos F/A-18E/F carregassem 1.590 kg (3.500 libras) de combustível extra* o que, segundo o analista Mark Gunzinger, faria muito sentido, pois “a Marinha realmente precisa estender o alcance de suas alas aéreas embarcadas em porta-aviões.” Ainda segundo Gunzinger, “o aumento de alcance seria necessário para operações em potencial na região do Pacífico e em qualquer lugar.”

Esses esforços da USN relacionados a tanques conformais poderiam ser parte dos planos para contornar mais atrasos no F-35C da Lockheed Martin (versão para uso em porta-aviões com catapulta e aparelho de parada), caso pressões orçamentárias levem a Marinha a abandonar essa variante. Segundo o analista Richard Aboufalia, “no momento o F-35C é a versão com mais problemas”. A USN tem se mostrado um interesse “morno” em relação a esta variante do caça furtivo, ainda que seus líderes, publicamente, afirmem que ela “precisa” do F-35C.

Há questões, porém, relacionadas ao Super Hornet aguentar ou não o peso e o arrasto extras dos CFT sem prejuízo a seu desempenho aerodinâmico. Isso porque, segundo Aboufalia, enquanto jatos velozes como os caças F-15 e F-16 receberam tanques conformais, o Super Hornet está numa classe de jatos menos rápidos. Segundo a Boeing, em velocidade de cruzeiro os tanques conformais não adicionariam arrasto, porém a empresa admite um impacto negativo na aceleração transônica do caça, o que teria sido sempre um ponto fraco do Super Hornet. Porém, para Aboufalia, “valeria a pena experimentar”, devido à questão de ter que se encontrar uma alternativa ao F-35C.

EDA 60 anos - Super Hornet apresentação 2 domingo - foto Nunão - Poder Aéreo

Caso a Marinha dos EUA incorpore CFT ao Super Hornet, também poderia aprimorar os motores General Electric (GE) F414-GE-400 que equipam o caça e produzem 22.000 libras de empuxo cada, segundo Aboufalia. A GE já propôs uma versão de desempenho melhorado (enhanced performance engine – EPE) do F414, que poderia gerar empuxo de 26.400 libras. Porém, seria necessário um fan reprojetado e um novo núcleo de alta pressão, e o analista questiona se a GE pode cumprir essas promessas.

Porém, segundo o analista Gunzinger, com a situação financeira do Governo dos EUA, pode não haver recursos para um programa de adição de CFT ao Super Hornet: “Seria difícil iniciar um novo programa em breve.” Para Aboufalia, entretanto, as verbas poderiam sair do orçamento para o programa F-35 da USN, que deverá continuar a ser, por algum tempo, uma fonte de disputas entre o Corpo de Fuzileiros Navais e a Marinha de águas azuis.

FONTE: Flightglobal (tradução e adaptação do Poder Aéreo a partir de original em inglês)

FOTO DO ALTO: Boeing Japão

*NOTA DO EDITOR: o texto publicado incialmente pelo site Flightglobal trazia a informação de “13.249 litros de combustível extras (3.500 galões)”  – no original, “13,249l (3,500gal) of additional fuel”. Leitores do Poder Aéreo, atentos, já haviam percebido o engano do texto original que acabou se reproduzindo na nossa tradução. Como o site Flightglobal corrigiu posteriormente a informação, também corrigimos agora na tradução acima.

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General Dynamics recebe contrato para computadores do Super Hornet

Super Hornet - foto USN

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Mais de 1500 computadores de missão já foram entregues pela empresa para jatos F/A-18 da Marinha dos EUA

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Na última quarta-feira, 13 de março, a empresa norte-americana General Dynamics Advanced Information Systems informou que recebeu contrato de 19,3 milhões de dólares para fornecer computadores de missão avançados (advanced mission computers – AMC) Type 3 destinados a aeronaves F/A-18 Super Hornet e E/A-18G Growler, da Marinha dos Estados Unidos. A empresa, que é uma unidade de negócios da General Dynamics, vem fornecendo equipamentos AMC para jatos F/A-18 desde 2002.

O AMC é o centro nervoso do Super Hornet, provendo consciência situacional e controle dos sistemas de combate para a tripulação de voo. Trata-se, segundo a empresa, de um sistema robustecido, de elevado desempenho e altamente confiável para processamento de informações. O AMC pode processar fluxos de dados em alta velocidade provenientes das mais recentes tecnologias de sensores, desempenhando processamento de uso geral, entrada e saída, vídeo, voz e gráficos, sendo também projetado para operar em condições ambientais extremas encontradas pelos aviões de combate de alta performance da atualidade.

Super Hornet - compartimento aberto - foto USN

Na nota, a empresa também destacou um marco atingido no ano passado, quando foi entregue o AMC de número 1500  para a Marinha dos EUA, dentro do programa do Super Hornet. O uso de itens “de prateleira” (COTS – commercial off-the-shelf ) e a arquitetura aberta do sistema permitem rápidas insersões de tecnologia para aumentar a capacidade e manter os custos de ciclo de vida baixos. O trabalho relativo a este novo contrato deverá ser completado no final de 2014.

FONTE: General Dynamics (tradução e edição do Poder Aéreo a partir de original em inglês)

FOTOS: Marinha dos EUA

NOTA DO EDITOR: apesar da quantidade de computadores envolvida neste contrato não ter sido revelada pela nota da empresa, informe de dois anos atrás a respeito de outro contrato relacionava a produção de 118 unidades a 30,6 milhões de dólares – pode-se, então, estimar comparativamente a quantidade do novo pedido a partir desses números.

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T-6 da Beechcraft vai a 800

T-6B da USN de Pensacola - foto USN

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Treinador turboélice T-6 de número 800 foi entregue pela empresa – aeronave foi destinada à Marinha dos EUA

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Na quinta-feira, 7 de março, a Beechcraft informou em nota a entrega do 800º turboélice de treinamento T-6 produzido pela empresa. O marco atingido foi celebrado em uma cerimônia de entrega ao operador desta 800ª aeronave, o Esquadrão de Treinamento 27 da Estação Aeronaval Corpus Christi, no Texas (Training Squadron 27 at Naval Air Station Corpus Christi) da Marinha dos Estados Unidos (USN).

Na ocasião, ocorrida nesta semana, dois Beechcraft T-6Bs foram  entregues à unidade da USN, somando 16 de um total de 98 aeronaves do tipo destinadas a substituir a antiga frota de aviões T-34 utilizados no treinamento primário. Segundo Russ Bartlett, presidente da “Beechcraft Defense Company”, programas militares ao redor do mundo “já acumularam mais de 2 milhões de horas de voo utilizando o T-6 para treinar pilotos, navegadores e operadores de sistemas de armas”.

Entrega do T-6B número 800 - foto Beechcraft

O Beechcraft T-6B possui um “glass cockpit” (painel digital com telas de apresentação das informações) e suíte de aviônicos do avançado “Esterline CMC Cockpit 4000″, que expandem bastante as oportunidades de treinamento avançado. Esses sistemas são integrados à interface HOTAS (Hands-On Throttle and Stick – mãos na manete e no manche), e a suíte CMC Cockpit 4000, de arquitetura aberta para proporcionar flexibilidade e capacidade de expansão, está totalmente integrada e certificada com sistema de navegação FMS/GPS, segundo a empresa.

As entregas do T-6 começaram no ano 2000, quando a aeronave foi selecionada para cumprir o papel de treinador no “Joint Primary Aircraft Training System” da USAF (Força Aérea dos EUA) e da USN. Desde então, foi selecionado para outros programas militares ao redor do mundo, como o  “NATO Flying Training in Canada” (treinamento de voo da Organização do Tratado do Atlântico Norte no Canadá) e para as forças aéreas da Grécia, Israel, Iraque, Marrocos e México como treinador primário. Desde então, o T-6 vem sendo usado para treinar pilotos, navegadores e operadores de sistemas de armas para mais de 25 diferentes países, ainda segundo a nota da Beechcraft.

FONTE / FOTO DO MEIO: Beechcraft

DEMAIS FOTOS: USN (a do alto mostra aeronaves da Ala de Treinamento de Pensacola, na Flórida, após serem evacuadas de sua base e concentradas em outro aeródromo devido a uma ameaça de furacão)

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Empresas recebem modificações de contratos para a produção de 15 aeronaves e 52 motores para a Marinha dos EUA – somados, os valores se aproximam de 900 milhões de dólares

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No último dia de novembro, o Pentágono informou contratos concedidos à Boeing e à General Electric referentes a jatos F/A-18E/F para a Marinha dos EUA (USN). A Boeing recebeu uma modificação de contrato previamente concedido (N00019-09-C-0019, do tipo preço fixo com “fee” de incentivo) no valor de US$ 687.611.825, para a produção de 15 aeronaves F/A-18E do lote 37 referentes ao ano fiscal de 2013, de acordo com uma cláusula de variação de quantidade.

Já a General Electric recebeu uma modificação de contrato (N00019-11-C-0045, também do tipo preço fixo com “fee” de incentivo) no valor de US$ 197.495.928, para o exercício de uma opção de compra de 52 motores F414-GE-400 do lote 47 e equipamentos correlatos para instalação em jatos F/A-18E/F. A Organização Militar responsável pelos contratos é o Comando de Sistemas Aeronavais de Patuxent River, os trabalhos estão previstos para finalização, respectivamente,  em julho e março de 2015.

FONTE: Departamento de Defesa dos EUA (tradução e edição do Poder Aéreo a partir de original em inglês)

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Hornet pra cá, Super Hornet pra lá ou vice-versa?

Interessante imagem que mostra dois caças F/A-18 Hornet e Super Hornet da Marinha dos EUA (USN) sendo lançados ao mesmo tempo do porta-aviões de propulsão nuclear USS Dwight D Eisenhower (CVN 69). A foto é de sexta-feira, 16 de novembro. Clique para ampliar.

Por esse ângulo, você é capaz de dizer qual dos caças em voo é o Hornet e qual é o Super Hornet?

Escreva também, no seu comentário, que detalhe usou como referência para diferenciá-los.

FOTO: Marinha dos EUA (USN)

Diga-me sobre quem voas e te direi quem és

Qual será o navio sobre o qual esses caças Sukhoi Su-30, em formação com F/A-18 Super Hornet, estão voando? Clique aqui para ver resposta no Poder Naval.

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Super Hornet: frota da USN terá fusão de dados de sensores e de data-link

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Fase I do programa da Marinha dos EUA, em testes operacionais desde julho, é voltada para a fusão de dados dos sensores do caça com dados provenientes de data-link, na arena ar-solo – a fase II, visando o emprego ar-ar, já está voando em aeronaves de testes de desenvolvimento

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Segundo reportagem publicada no site Flightglobal na quarta-feira, 26 de setembro, a Marinha dos EUA (USN) iniciou um programa de incrementos que visa adicionar capacidade de fusão de sensores à sua frota de caças Boeing F/A-18E/F Super Hornet. O primeiro exemplar iniciou os testes operacionais neste ano.

O Comando de Sistemas Aéreos da USN (NAVAIR – US Naval Air Systems Command) informou que a fase I da integração multisensores (MSI – Multi-Sensor Integration Phase I) será disponibilizada em 2013 para a frota, com a configuração de software Set H8E. Isso incorcopra sensores para a missão ar-solo, e os testes operacionais desse programa já começaram, segundo o NAVAIR: “O conjunto do programa (software) de modernização da configuração de sistema H8E para o  F/A-18E/F Super Hornet e o EA-18G Growler iniciou os testes operacionais em julho de 2012″.

Após a fase I, voltada à arena ar-solo, fase II visa o emprego ar-ar

A atividade desta fase I inicia o processo de fusão de informações geradas pelos sensores de orientação ar-solo do Super Hornet com dados vindos de fora do sistema, provenientes de fontes como data-links. Porém, a USN planeja aprimorar ainda mais as capacidades de fusão de sensores dos caças F/A-18E/F com o próximo aprimoramento do MSI.

Segundo o NAVAIR,  “a fase II da MSI aprimora o projeto a partir da fase I e incorpora a (arena) ar-ar na arquitetura dos sistemas como um todo. O desenvolvimento dos algorítimos do software continua para correlacionar alvos múltiplos do solo e superfície de fontes de sensores no navio e fora do navio, e também continua para início da integração com a visão comum da situação tática.” De acordo com documentos do orçamento da USN, essa fase também vai expandir capacidades de acompanhamento e correlação a partir de alvos que emitem sinais, “para aprimorar a letalidade contra alvos estacionários ou móveis.”

A fase II deverá ser incorporada aos esquadrões de Super Hornet com a entrega do software H10E. A NAVAIR afirma que “a fase II da MSI está atualmente voando em aeronaves de testes de desenvolvimento e deverá ser usada em campo no ano fiscal de 2014.”

A fase seguinte deverá adicionar contra-ataque eletrônico (counter-electronic attack – CEA) e um aprimoramento na visão tática ar-ar, de acordo com documento da USN: “a fase III do MSI utiliza as atualizações anteriores da MSI e as combina no conjunto de configurações de sistema H12 (H12 System Configuration Set) com melhorias em tela de exibição (display), para aprimorar a integração de sensores ar-ar e CEA.”

USN pensa em atualizar “firmware” das telas – Boeing oferece a tela única

A Marinha dos EUA prevê atualizações no “firmware” (software dedicado incorporado ao “hardware”, que é a parte física) das telas, o que permitiria que os processadores da aeronave sejam utilizados plenamente. Isso seria combinado com melhorias na simbologia das telas e interfaces com a tripulação, sendo que a fase III da MSI seria comum aos Super Hornets e Growlers.

A Boeing já sugeriu que sua tela de grande área poderia ser considerada para incorporação à frota de Super Hornet da USN, como parte dessas melhorias (nota do editor: a tela única, conforme apurado e experimentado em simulador de demonstração do conceito pelo Poder Aéreo, promete oferecer maior flexibilidade ao piloto na organização da informação exposta, dispondo também de maior área, além de pesar menos do que o conjunto de várias telas).

Além da MSI, a Marinha dos EUA está trabalhando para adicionar geolocalização de navios únicos e capacidade de identificação de emissores específicos ao Super Hornet, permitindo que o caça ataque sistemas de defesa aérea inimigos. Essa informação está em documentos que trazem as justificativas do orçamento (budget justification documents). Segundo esses documentos, ao longo de 2013 a Marinha planeja “continuar o desenvolvimento dos algorítimos do software para aprimorar identificação e localização.”

FONTE: Flightglobal (tradução, adaptação e edição: Poder Aéreo)

Colaborou: Sandro

NOTA DO EDITOR: devido às intermináveis (embora em boa parte das vezes produtivas) discussões na internet sobre os três finalistas do F-X2, é comum que se crie estereótipos a respeito de cada um dos caças concorrentes, conforme preferências pessoais descambem em tentativas de desqualificação do caça “adversário”. No caso do Super Hornet, tem sido comum criticá-lo dizendo que estaria no limite de seu desenvolvimento e que a Marinha dos EUA, já de olho no F-35, abandonaria futuros aprimoramentos do caça.

Esses estereótipos levaram o Poder Aéreo até a brincar com esse tema, já em agosto de 2010, quando publicamos esta “charge” que  resume  o que se costuma falar para depreciar cada um dos concorrentes. Muito “especialista de internet” ainda diz por aí que o Super Hornet não tem futuro.

Mas, como essa e outras notícias mostram (algumas apuradas pelo próprio Poder Aéreo), isso parece estar bem longe da verdade. O Super Hornet aparentemente tem um futuro de contínuos aprimoramentos pela frente, como historicamente ocorre com aeronaves de linha de frente da Marinha dos EUA. Muitas “lendas de internet” relacionadas aos caças Gripen e Rafale também precisam ser revistas, pois várias delas não sobrevivem à contraposição com fatos comprovados de desenvolvimento dessas aeronaves.

Como o F-x2 tornou-se um assunto um tanto “traumático” para muita gente, ou mesmo forma de “terapia virtual” para exteriorizarem suas próprias frustrações, é  hora de muitas opiniões formadas por esses longos debates passarem por “análise”.

VEJA TAMBÉM:

Segundo o site Aol Defense, a Boeing renovou sua campanha para bater no F-35 da Lockheed Martin e promover seus caças F-18 Super Hornet na última quinta-feira, 13 de setembro. Foi o que fez o presidente da Boeing Military Aircraft, Christopher Chadwick, conversando com um grupo de repórteres na empresa, no contexto de orçamentos declinantes de defesa nos EUA e no mundo.

Chadwick disse que “o F-35 continua a se atrasar e se atrasar. Sim, o F-35 tem uma capacidade furtiva “all-aspect” (por todo o seu redor), mas isso só é usado uma parte relativamente pequena do envelope de combate.” Num claro sinal para os apoiadores do F-18 na Marinha dos EUA (USN), o executivo acrescentou: “Com o F-35 continuando a ter dificuldades técnicas e se desviando do curso, eles têm que estar certos de que possuem a capacidade certa para os homens e mulheres que vão aos combates hoje.”

O contexto em que Chadwick fez suas críticas ao F-35 é amplo: “Há um reequilíbrio que estamos percebendo no ajuste entre as necessidades sociais e de defesa”. E isso significa, simplesmente, orçamentos de defesa em baixa nos EUA e na Europa.

O executivo também falou do mercado de sistemas não tripulados, indicando que, com a saída dos EUA do Afeganistão, haverá uma redução de encomendas e o foco estará onde esses sistemas serão mais necessários: a bordo de navios. Por isso a empresa está oferecendo sistemas remotamente pilotados como o UCLASS (Unmanned Carrier Launched Airborne Surveillance and Strike System), o Little Bird e o A-160.

Outro assunto abordado foi a nova geração de bombardeiros dos EUA, para a qual a empresa quer ser o integrador principal. Quanto à diminuição de orçamentos, Chadwick disse que a Boeing já ser preparou para isso há anos, reduzindo sua força de trabalho: 18% menos executivos, 15% menos gerentes e 10% menos pessoal na Boeing Military Aircraft.

FONTE: Aol Defense (tradução, adaptação e edição: Poder Aéreo)

FOTOS: Marinha dos EUA (USN)

VEJA TAMBÉM:

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Voar juntinho é mais gostoso

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As imagens poderiam estar no blog do Poder Naval, mas como se trata explicitamente de uma demonstração de Poder Aéreo, nada mais justo do que mostrá-las aqui

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Numa bela formação que, conforme o ângulo, fica bem cerrada, caças F/A-18 Hornet e Super Hornet numa demonstração de Poder Aéreo (segundo a própria explicação nas legendas das fotos no site da Marinha dos EUA), juntamente com helicópteros navais.

As imagens são de 2 de agosto em algum lugar do Oceano Atlântico, quando o porta-aviões de propulsão nuclear USS Abraham Lincoln (CVN 72) voltava aos EUA para completar uma comissão que durou oito meses.

Nas imagens em que os caças aparecem de frente, dá para perceber a diferença na envergadura entre o Hornet e o Super Hornet. O porta-aviões da classe “Nimitz” está acompanhado pelo cruzador classe “Ticonderoga”  USS Cape St. George (CG 71).

Clicando na foto abaixo, para ampliar, percebe-se que praticamente só um dos caças faz sombra sobre o convoo do porta-aviões, enquanto os demais fazem sombra sobre o mar. Olhando apenas para a sombra, você é capaz de dizer se o caça é um Hornet ou um Super Hornet?

FONTE / FOTOS: Marinha dos EUA (USN)

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Mas nenhuma decisão foi tomada, pois a USN está aguardando que um cliente externo se interesse pelas melhorias planejadas para o caça

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Gareth Jennings

A Marinha dos EUA (USN) está mantendo conversas com a Boeing com o propósito de introduzir modificações na atual frota de caças F/A-18E/F Super Hornet, informou uma fonte da USN durante a  Farnborough 2012.

O capitão de mar e guerra (USN) Frank ‘Spanky’ Morley, gerente do programa F/A-18E/F e EA-18G (PMA-265), disse que a Marinha está avaliando a viabilidade da introdução de uma série de melhoramentos oferecidos pela Boeing aos seus clientes internacionais, mas nenhuma decisão final foi tomada ainda.

“Estamos apenas discutindo, não há nenhum compromisso assumido pela USN ainda”, informou o comandante, acrescentando que a Marinha aguardaria a decisão de um cliente externo da Boeing que decidisse pelas melhorias propostas, antes de seguir os mesmos passos.

As melhorias citadas pelo comandante Morley foram primeiramente apresentadas pela Boeing na última Farnborough, em 2010. Representantes da companhia apresentaram uma série de melhorias para elevar o potencial do F/A-18E/F a clientes internacionais, que ficou conhecida como “Super Hornet International Roadmap”.

Estas melhorias incluem a adoção de tanques conformais, IRST (infrared search-and-track) integrado à célula, casulo central par armas, aviônicos avançados, laser warning system e a nova versão do motor Electric F-414-400, conhecida como EPE (enhanced-performance engine).

A marinha já opera um sistema IRST, mas este é adaptado ao tanque ventral, e embora a nova versão EPE do motor ofereça 20% a mais de potência, ela é oferecida à USN com mais eficiente no consumo de combustível.

No cockpit, uma única tela de 11×19-pol (28×48 cm), tanto para o piloto como ocupante do posto traseiro, deve “aumentar significativamente a capacidade situacional e ao mesmo tempo reduzir os custos de operação” . Sistemas como este definitivamente melhoram a capacidade da aeronave, mas seus benefícios devem ser pesados frente aos custos de modernização de toda a frota.

O casulo de armas elevaria o número de estações de armas de 11 para 17 e melhoraria as características furtivas da aeronave, mas o aumento da eficiência com redução do arrasto seria o ponto central desta mudança para a USN. O mesmo pode ser dito para os tanques conformais que melhorariam as características de sustentação da aeronave.

A Boeing espera ter estes melhoramentos prontos para serem empregados por volta de 2016-17.

Abaixo, vídeo de apresentação dos itens do “International Roadmap” apresentados na Aero India 2011. Reparar no nome do piloto que apresenta o vídeo e no número que aparece na cauda da aeronave. Qualquer semelhança com outro Super Hornet que já apareceu por aqui não é mera coincidência, como pode ser explicado nas três primeiras matérias da lista de links logo abaixo.

FONTE: Jane’s (tradução, adaptação e edição: Poder Aéreo)

FOTO: Boeing Japão

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Esse é o valor do contrato recebido pela Northrop Grumman pela USN para a manutenção global de onze caças F-5 de Norfolk, por um ano

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Segundo o Jacksonville Business Journal, a unidade de St. Augustine da Northrop Grumman Systems Corp. recebeu um contrato de 27 milhões de dólares para realizar serviços de apoio ao ciclo de vida de 11 aeronaves F-5 da “Naval Air Force Reserve”, em Norfolk (nota do editor:  Jacksonville e St. Augustine ficam no Estado norte-americano da Flórida, enquanto Norfolk fica na Virgínia), organização pertencente à Marinha dos EUA (USN)

O contrato foi concedido pelo escritório de Filadélfia do “Naval Supply Systems Command Fleet Logistics Center”, que não solicitou ofertas de outras empresas. No “ranking” que o Jacksonville Business Journal faz das empresas da região que recebem contratos de defesa, a Northrop Grumman Aerospace Systems de St. Augustine está em terceiro lugar.

A maior parte do trabalho será realizada em St. Augustine, estendendo-se até abril de 2013. O contrato contém uma opção de extensão por mais 12 meses que, se exercida, aumentará o valor para 56,7 milhões de dólares.

Os serviços de apoio ao ciclo de vida incluem todos os níveis de manutenção aeronáutica, incluindo manutenção em parque (depot maintenance), reparos de emergência, modificações nas aeronaves, engenharia, logística, apoio ao programa de gerenciamento, assessoria técnica e materiais associados, assim como serviços para apoiar a operação contínua e segura da aeronave, segundo nota à imprensa divulgada pelo Departamento de Defesa dos EUA (clique aqui para acessar texto original, de 10 de abril).

Os F-5 Tiger fazem parte de uma série de caças supersônicos leves projetados pela Northrop (que mais recentemente se associou à Grumman) entre 1964 e 1989, e que hoje são utilizados nos Estados Unidos pela USN para missões de treinamento.

FONTES: Jacksonville Business Journal e Departamento de Defesa dos EUA

FOTO: Marinha dos EUA (USN)

NOTA DO EDITOR: segundo matéria publicada anteriormente (veja no topo da lista a seguir), já existe um outro contrato do Departamento de Defesa dos EUA (com a Sikorsky Aerospace Maintenance) relativo a uma frota de 44 aeronaves F-5 Tiger II da USN, no valor de 23 milhões de dólares, válido até dezembro deste ano. Vale a pena comparar as matérias, as quantidades envolvidas e o tipo de manutenção de cada contrato (mostrado de forma resumida).

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