Página 1 de 41234

Pelo menos foi isso que o ministro da Defesa da França sugeriu durante uma entrevista ao jornal ‘Les Echos’

 

Neuron e Rafale - ilustração Dassault

por Luís Manuel Cabral

vinheta-clipping-aereoO governo francês pretende incorporar ‘drones’ progressivamente na Força Aérea com o objetivo de substituir todos os seus aviões de combate por aviões não-tripulados até 2030, afirmou o ministro da Defesa Jean-Yves Le Drian.

“Em conjunto com parceiros europeus iremos colocar as indústrias a produzir ‘drones’ para fazer face às nossas necessidades”, assegurou o ministro num artigo publicado hoje no jornal “Les Echos”. “Esperamos que a longo prazo, com a produção de ‘drones’ de combate, a nossa frota de caças venha a ser completada, e mesmo substituída, até 2030″, acrescentou.

“O nosso país ainda não conseguiu fazer a troca por um equipamento indispensável nos novos teatros de operações”, escreve Jean-Yves Le Drian, que há dias tinha justificado a compra de ‘drones’ norte-americanos com o atraso industrial do sector em França.

“Atualmente há dois países no mundo que fabricam ‘drones’, os Estados Unidos e Israel; entrámos em contacto com eles para os adquirir imediatamente”, revelou.

Segundo o jornal espanhol “El Mundo”, para o ministro, “a França tem de ter ‘drones’ de vigilância para levar a cabo as suas operações, proteger os seus militares e ajudá-los a controlar grandes espaços, impedindo ataques inimigos”, declarou.

Drian reconheceu ainda que a situação no Sahel ( onde se agravou o conflito entre Marrocos, que controla o Sara Ocidental, e os independentistas da Frente Polisário, apoiados pela Argélia) obrigou o governo francês a comprar aparelhos não tripulados aos países que os fabricam, como foi o caso dos modelos “Héron-TP” israelita e “Reaper” norte-americano, assegurando que o aparelho fabricado nos Estados Unidos é o “mais prometedor”, com uma previsão de entrega até ao final do ano.

FONTE: DN Globo

COLABOROU: Henrique C.O

Tagged with:
 

Neuron e Rafale - ilustração Dassault

-

É o que pergunta reportagem do jornal francês Les Echos, a partir de declarações do ministro da Defesa Jean-Yves Le Drian após a compra de dois drones dos EUA pela França

-

Segundo reportagem publicada no domingo, 19 de maio, pelo jornal francês Les Echos, essa pergunta do título retrata o que pensa o ministro da Defesa Jean-Yves Le Drian, conforme declarações deste no final de semana. Le Drian, que encontrou em Washington sua contraparte norte-americana na sexta-feira, confirmou a compra pela França de dois drones (veículos aéreos não tripulados) “Reaper” de vigilância, produzido nos EUA pela General Atomics.

Os drones serão entregues não armados no final do ano, para uso imediato em missões exclusivas de inteligência no Mali. Porém, especialistas no assunto dizem que eles poderiam ser facilmente armados para tranformá-los em “matadores”.

MQ-9 Reaper com armamento - foto USAF

O ministro francês também confirmou negociações paralelas com Israel, sem especificar o número de veículos aéreos não tripulados que a França poderia adquirir desses dois países.

A Operação “Harmattan” sobre a Líbia e o atual conflito no Mali mostraram claramente que as Forças Armadas Francesas são dependentes de informações coletadas por drones dos Estados Unidos, e isso seria “culpa” de uma mudança estratégica mal-negociada na década de 1990, assim como de uma falta de cooperação no assunto entre industriais franceses. Como resultado, nem a Dassault nem a EADS produz drones hoje.

O ministro Le Drian afirmou: “A França não produz drones, o que não combina com uma nação que tem um conhecimento tecnológico considerável.” Nesse contexto, negociações com EUA (Reaper, a serem entregues) e Israel (país que produz o Heron, que gerou a versão Harfang para a França) parecem ser uma solução emergencial, o que foi assumido pelo ministro quando declarou que Paris não poderia se permitir a aguardar dez anos até que os industriais finalmente decidissem agir em conjunto.

Isso coloca pressão em líderes preocupados em deixar de lado velhas rivalidades e trabalhar conjuntamente nesse problema. Segundo o ministro da Defesa da França, foi requisitado que a indústria francesa e europeia estabeleçam uma relação “para desenvolver o que poderá ser o futuro drone de nova geração”, acrescentando que não seria apenas francês, mas um programa franc0-germano-britânico.

O jornal relembra, ainda, que nos Estados Unidos (que é a maior potência militar mundial), os drones mudaram a face da guerra, e que observadores independentes acreditam que cresceu enormemente o número de ativistas eliminados no Paquistão e no Iêmem desde 2009, data de subida ao poder do presidente Barack Obama, no contexto da guerra a líderes da Al-Qaeda e outros movimentos terroristas.

nEUROn © Dassault

FONTE: Les Echos (tradução e edição do Poder Aéreo a partir de original em francês)

IMAGENS: Dassault e Força Aérea dos EUA (USAF)

NOTA DO EDITOR: o Poder Aéreo também faz uma pergunta, acompanhada das belas imagens que abrem e fecham esta matéria:

E o Neuron, que é um programa demostrador de tecnologias para um drone de nova geração, realizado em cooperação internacional entre vários países e liderado pela Dassault, fabricante francesa do Rafale?

Talvez seja ao Neuron que o ministro da Defesa da França se refira no penúltimo parágrafo. Porém, é um demonstrador, uma aposta para o longo prazo. Pode ser que ele esteja se referindo a um outro drone, visando o futuro mais próximo. Os últimos conflitos de que a França tem participado demonstram a necessidade de drones para o presente, e nesse sentido a indústria europeia em geral falhou em dar uma pronta resposta, ficando atrás de EUA e Israel.

VEJA TAMBÉM:

Tagged with:
 

MQ-9 Reaper - foto 2 USAF

-

França aguarda o mais rápido possível as primeiras duas entregas de drones Reaper não armados

-

Segundo reportagem do site Defense News publicada na sexta-feira, 17 de maio, a França espera que os Estados Unidos aprovem o embarque rápido de dois drones de vigilância Reaper, após ter enviado uma requisição formal no início de maio. As informações são de fontes francesas e norte-americanas.

A carta recebida por autoridades dos EUA solicitava a entrega de duas aeronaves e uma estação em terra até o final deste ano, e os dois veículos aéreos não tripulados serão desviados da linha de produção para permitir uma entrega acelerada à França, destinada a servir na missão no Mali, segundo a fonte americana, que acrescentou: “Isso é bastante raro. É um sinal de amizade e colaboração entre os Estados Unidos e a França.”

Essa abordagem refelete a preocupação do secretário de Defesa dos EUA, Chuck Hagel, segundo o consultor Robbin Laird da ICSA de Washington.

A aquisição do primeiro lote dos drones não-armados Reaper, produzidos pela General Atomics, sela um debate de longo tempo e de cunho político sobre qual modelo a Força Aérea Francesa usará, visando preencher uma lacuna em sua capacidade de aeronaves não tripuladas de reconhecimento de grande autonomia e média altitude.

MQ-9 Reaper - foto 3 USAF

O acordo do Reaper visa impulsionar capacidades militares, embora um orçamento apertado signifique que a França vai cortar encomendas do caça Rafale e de fragatas multimissão, deixando aberta a porta para adquirir um veículo blindado “de prateleira”.

Esses dois drones Reaper são um primeiro lote de uma encomenda de 12 UAVs de vigilância de teatro de operações, citada no Livro Branco de Defesa francês publicado em 29 de abril. Mas, segundo uma fonte norte-americana, a carta de pedidos francesa fala em até 16 aeronaves. O importante é receber os dois primeiros para resolver a lacuna, segundo a fonte francesa, para numa segunda fase receber mais exemplares no final de 2015 ou início de 2016.

A intervenção francesa no Mali mostrou uma necessidade urgente de um drone de alta velocidade e grande autonomia para prover cobertura na parte norte do país. O Governo Francês vai manter aproximadamente 1000 militares de operações especiais na região, como parte de sua campanha contrainsurgência, após trazer de volta a maior parte dos soldados enviados à chamada missão “Serval”.

O orçamento para os drones é de cerca de 250 milhões de dólares, que pode ser comparado ao 1 bilhão de euros (1,3 bilhão de dólares) que custaria o desenvolvimento de um UAV de média altitude e longa autonomia europeu, como foi proposto pela Dassault Aviation francesa e a BAE Systems britânica. A indústria francesa fez lobby contra a compra nos EUA, planejada como uma medida temporária, temendo que esta se tornasse permanente.

MQ-9 Reaper - foto USAF

FONTE: Defense News (tradução e edição do Poder Aéreo a partir de original em inglês)

FOTOS: Força Aérea dos EUA (USAF)

NOTA DO EDITOR: o MQ-9 Reaper é mais conhecido pelo seu papel de “hunter-killer”, ou seja, armado. Porém, a reportagem faz referência ao fornecimento de drones Reaper não armados à França.

VEJA TAMBÉM:

Tagged with:
 

Rafale - foto 2 Galante - Poder Aéreo

-

Com o título ‘Política sul-sul rende frutos’, coluna do jornal Folha de São Paulo faz relação entre a oposição de franceses e ingleses ao candidato brasileiro à presidência da OMC e a oferta do caça Rafale francês para a FAB – segue o texto, abaixo:

-

vinheta-clipping-aereoOs críticos hão de concordar -desta vez, a estratégia sul-sul do Itamaraty rendeu frutos.

O embaixador Roberto Azevêdo era, de longe, o candidato mais qualificado para liderar a OMC (Organização Mundial de Comércio). Mas isso, como se sabe, não garantia sua eleição.

Foi um trabalho de formiguinha feito ao longo de anos de galanteio das economias em desenvolvimento que garantiu sua vitória. Conta muito, aí, o fato de o presidente Lula ter aberto 17 embaixadas na África – e outras três terem sido inauguradas no governo Dilma.

É impossível saber quem votou em quem, mas se houve mesmo uma vantagem de pelo menos 80 votos (no total de 159) para Azevêdo, certamente os anos de aproximação com países emergentes foram essenciais. Franceses e ingleses fizeram oposição ativa a Azevêdo.

Como política é tudo, isso deveria entrar para o caderninho de Dilma na hora de avaliar a oferta da Dassault de venda dos caças Rafale para a FAB (Força Aérea Brasileira). Nicolas Sarkozy já tinha irritado o presidente Lula ao bombardear a proposta de acordo , liderada pelo Brasil e pela Turquia, de troca de combustível nuclear do Irã, em 2010.

Os Estados Unidos, apesar de apoiarem o mexicano Herminio Blanco, deixaram claro que também viam com bons olhos a candidatura de Azevêdo. Inclusive, comunicaram isso antes ao governo brasileiro.

Blanco era visto como o candidato dos países ricos. Ferrenho defensor do livre comércio, foi ministro do Comércio no México e liderou a negociação do Nafta. Já Azevêdo ficou chamuscado com as iniciativas protecionistas recentes do Brasil que foram questionadas na OMC, como o aumento da alíquota de importação de veículos.

Mas até aí, Pascal Lamy, presidente da OMC nos últimos dois mandatos, é francês. E a França está bem longe de ser uma defensora do livre comércio (menos ainda da eliminação dos subsídios agrícolas)

Nacionalidades à parte, os países emergentes vão querer cobrar a fatura da vitória de Azevêdo. Vai ser difícil, por exemplo, incluir na OMC a questão da guerra cambial, uma proposta defendida por Azevêdo quando era embaixador e naturalmente execrada pela China.

FONTE: Folha de São Paulo (coluna da repórter especial Patrícia Campos Mello)

VEJA TAMBÉM:

Tagged with:
 

les-deux-rafale-presents-sur-le-salon-aeroindia - foto Armee de lair

Segundo o jornal francês La Tribune, apesar da edição 2013 do Livro Branco de Defesa da França prever menos encomendas, o engajamento dos líderes da indústria de armas do país ajudou para que esta escapasse do pior, que seria o cancelamento de programas.

A aquisição de caças Rafale pela França deverá ficar em 225 aeronaves até 2025, mas o Livro Branco preservou a essência, que é o investimento em Pesquisa e Desenvolvimento. A Marinha Francesa, força menos afetada, deverá receber três fragatas FREMM a menos.

Clique aqui para ler matéria no Poder Naval.

FOTO: Força Aérea Francesa

VEJA TAMBÉM:

Tagged with:
 

Livro Branco de Defesa da França: Força Aérea e Marinha terão só 225 caças

Rafale e Mirage 2000 D - foto Armee de l'air

Caças Rafale terão que conviver mais tempo com o Mirage 2000D (foto acima) e o total de aviões de combate, somando Força Aérea Francesa e Aviação Naval, deverá ficar limitado a 225 jatos em 2020. O “Armée de l’air” terá que abrir mão de dois esquadrões, mas os principais cortes de Defesa na França afetarão o Exército Francês (Armée de Terre). Clique aqui para ler matéria completa sobre o novo Livro Branco de Defesa da França no site das Forças Terrestres.

NOTA DO EDITOR: com o número divulgado no Livro Branco, confirma-se a notícia dada pelo jornal La Tribune em março (veja matéria no alto da lista a seguir), sobre o total de encomendas do Rafale na França ficar limitado a 225 unidades (somando Força Aérea e Marinha), ao invés das 286 pretendidas inicialmente, já que o objetivo de longo prazo é padronizar todos os esquadrões de caça franceses com o Rafale.

Como a produção do Rafale para as Forças Armadas Francesas provavelmente vai se manter em 11 unidades anuais (a cadência mínima contratual) e, hoje, perto de 120 caças já foram entregues à Marinha e à Força Aérea, pode-se projetar que, mantida a taxa de entregas, por volta de 2020 o número de caças Rafale em serviço nas duas forças estará próximo a 200 unidades.

Levando em conta a baixa de aeronaves como Super Étendard (naval), Mirage 2000C, N e -5, sem falar em eventualmente alguns dos  Mirage 2000D (modelo mais novo da família Mirage 2000 em serviço na França), ainda restariam aproximadamente 25 caças deste último tipo para substituir após 2020. Isso representaria pouco menos de três anos de produção adicional, na cadência mínima de 11 Rafales por ano.

Eventualmente, a fabricação de 18 caças Rafale para a Índia, na linha de montagem francesa, poderá reduzir as entregas para a França por alguns anos, de forma a aliviar o orçamento. Com isso, levaria um pouco mais de tempo para se chegar às 225 unidades francesas.

Caças Rafale e Mirage 2000D participando de operações na Líbia - foto OTAN

VEJA TAMBÉM:

Gosta de Mirage F1? Está na França? Então aproveite!

Cabine simuladora de voo de Mirage F1 - foto Força Aérea Francesa

-

Cabines de simulador de voo e de ejeção do Mirage F1 estarão em exposição itinerante em duas cidades da França, durante o mês de maio

-

A exposição “Asas e Homens” (Des ailes et des hommes) está passando por várias localidades da França, mostrando um jato Jaguar e, para quem gosta de se sentir na cabine de um caça, uma cabine de simulação de voo e outra de simulação de ejeção do Mirage F1, além de fotografias e cabines de simuladores em rede para sentir como é voar nos Alphajets da equipe de demonstração “Patrouille de France”.

Entre os dias 2 e 11 de maio, a exposição estará em Lentdes, cidade próxima às instalações industriais aeronáuticas de Clermont-Ferrand. Já entre os dias 25 e 26 de maio, estará em Provence. Todo ano, a “Des ailes et des hommes” visita aproximadamente 12 cidades francesas.

Simulador de assento ejetável de Mirage F1 - foto Força Aérea Francesa

FONTE / FOTOS: Força Aérea Francesa (tradução e edição do Poder Aéreo a partir de original em inglês)

Operação Serval - Mirage 2000D - foto Ministério da Defesa da França

-

Operação foi lançada após pedido das autoridades de Mali e das Nações Unidas – jatos Mirage 2000D e helicópteros Gazelle desdobrados no Chade realizaram ataques e caças Rafale estão de alerta na França – piloto de helicóptero foi atingido por fogo de armas leves e morreu

-

Em notas divulgadas entre ontem e hoje (11 e 12 de janeiro) o Ministério da Defesa da França informou que lançou uma operação em apoio às Forças Armadas de Mali. A operação, denominada “Serval”, foi lançada em resposta a solicitações de autoridades do país africano e das Nações Unidas, com o objetivo de dar um fim ao progresso de grupos da jihadi no sul de Mali, garantindo também a segurança de 5.o00 cidadãos franceses no país.

A intervenção francesa, segundo a nota, foi iniciada na tarde de 11 de janeiro com uma surtida de helicópteros de ataque Gazelle HOT e com canhões de 20mm, d0 4º regimento de helicópteros de combate (4e RHC), visando interromper a progressão de uma coluna de elementos jihadistas em rota para Konna, próximo à cidade de Mopti. A ação destruiu quatro veículos inimigos, fazendo a coluna recuar.

Operação Serval - helicópteros Gazelle - foto Ministério da Defesa da França

Apesar do sucesso dos tiros de precisão que destruíram veículos e  impediram a progressão da coluna, os helicópteros foram alvo de disparos de armas leves, e um tiro atingiu um piloto de Gazelle. Ferido, o tenente Boiteux foi evacuado até um posto médico mas sucumbiu aos ferimentos.

Na noite de 11 para 12 de janeiro, quatro aviões de ataque Mirage 2000D do grupamento aéreo do dispositivo “Epervier” (no Chade) conduziram ataques aéreos no norte do país. Para realizar essas missões, os jatos tiveram o apoio de dois aviões reabastecedores C135. Os aviões estavam programados para substituição no local, o que foi adiado, fazendo com que no momento as forças desdobradas somem dois Mirage F1 CR, seis Mirage 2000D, três C135, um C-130 Hercules e um C-160 Transall constituindo a parte aérea do dispositivo Epervier.

Operação Serval - armando Mirage 2000D - foto Ministério da Defesa da França

Simultaneamente, do Chade, um sub-grupamento de aproximadamente 200 soldados das forças terrestres do dispositivo Epervier se preparou para atingir Bamako, capital de Mali, em aeronaves C-130 e C-160 partindo de N’Djamena. As tropas são constituídas de pessoal do 21º regimento de “infanterie marine” de Fréjus (21e RIMa) e de um pelotão do 1º Regimento de Cavalaria da Legião Estrangeira de Orange (1st REC).

Operação Serval - mapa de Mali - imagem via Ministério da Defesa da FrançaA partir da França, uma companhia do 2º regimento de ”infanterie marine” (2nd RIMa) estacionado em Auvours foi designado para Bamako em 12 de janeiro, com a missão de reforçar o dispositivo.

Em coletiva de imprensa do Ministério da Defesa da França realizada hoje (dia 12), foi destacado que o país está engajado na luta contra o terrorismo, onde quer que esteja. Em Mali, a situação é séria e deteriorou-se nos últimos dias, com grupos terroristas aproveitand-se da demora nas decisões internacionais de ajuda militar ao país africano para lançar uma ofensiva no sul. A possibilidade de um estado terrorista no norte da África é vista como uma ameaça à França e à Europa, portanto foi necessário agir antes que fosse tarde demais.

Operação Serval - embarque de tropa em C-130 - foto Ministério da Defesa da França

Foi destacada também, na coletiva, a qualidade do trabalho de inteligência que percebeu a tempo os preparativos de ofensiva dos grupos terroristas. Foi informado que além das aeronaves já engajadas, outras estão de alerta na França para qualquer necessidade, especialmente os caças Rafale.

FONTE / FOTOS  / MAPA: Ministério da Defesa da França (compilação, tradução e edição do Poder Aéreo a partir de originais em francês)

NOTA DO EDITOR: no final de dezembro, a França já realizava um grande exercício de apoio aéreo aproximado no Chade (país próximo a Mali onde tradicionalmente os franceses mantém uma presença militar), segundo nota de dias atrás do MD francês, para treinamento de pilotos de Mirage F1 CR e Mirage 2000D do dispositivo Epervier. O exercício envolvia ações de comandos paraquedistas, apoiados pelas aeronaves, num cenário fictício de insurgentes numa vila próxima à capital. Os paraquedistas designavam com laser alvos no solo para ataque dos jatos com bombas guiadas. Exercícios como esse do final do ano passado, envolvendo jatos e visando também o adestramento de tropas que somam 950 militares, são comuns, segundo a nota.

VEJA TAMBÉM:

Tagged with:
 

Item está na parte relativa a “Cooperação militar e de defesa” da “Declaração Conjunta da Presidenta da República Federativa do Brasil e do Presidente da República Francesa – Paris, 11 de dezembro de 2012 “, disponibilizada pelo Itamaraty. Segue abaixo o trecho, com algumas partes grifadas pelo Poder Aéreo. Para acessar toda a declaração no site do Ministério das Relações Exteriores, clique aqui.

“Os Presidentes do Brasil e da França saúdam o amplo escopo, a qualidade e a densidade da cooperação bilateral em matéria de defesa. A participação do Brasil nas consultas para elaboração do Livro Branco sobre a Defesa e a Segurança Nacional francês demonstra o alto nível de confiança que se estabeleceu entre o Brasil e a França ao longo dos anos.

Desejam continuar a cooperação em matéria de projetos e programas de equipamento de defesa com participação conjunta das duas partes no acompanhamento da transferência de tecnologia, em benefício da indústria de defesa dos dois países.

Com base na boa implementação dos programas em curso, os Presidentes recordam o interesse compartilhado na cooperação entre dois países que são comparáveis e complementares em diversos aspectos, industriais e tecnológicos, assim como em sua concepção das questões estratégicas e em sua busca de autonomia.

Essa cooperação, que se inscreve no quadro privilegiado do Grupo de Trabalho Conjunto, ocorrerá nas áreas aeronáutica, naval, terrestre e espacial. Essa cooperação representa oportunidade de criação de empregos e de transferência de tecnologia para os dois países. Os Presidentes do Brasil e da França solicitam a seus Ministros da Defesa que formulem novas propostas de cooperação nessas áreas da indústria de defesa, e que as reportem ao longo do ano de 2013.

Em matéria de cooperação militar, eles desejam igualmente que o relacionamento entre as forças armadas dos dois países se aprofunde ainda mais, por meio de reuniões de Estado-Maior e de planos de cooperação bilateral. O objetivo principal é reforçar a interoperabilidade das forças, adensar o intercâmbio em matéria de doutrina e de organização e desenvolver a formação dos quadros de defesa.

O Brasil e a França desejam elevar o nível da cooperação operacional na fronteira comum da Guiana Francesa, promover e facilitar a participação conjunta em operações sob mandato das Nações Unidas, como a que tem lugar no Haiti, e incrementar as atividades comuns nos espaços de interesse compartilhado no Atlântico Sul e no Caribe, assim como na África Ocidental e no Golfo da Guiné.”

Também consta da declaração a questão da reforma do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas:

“Os Presidentes do Brasil e da França decidem reforçar a concertação nas Nações Unidas, a fim de promover a reforma da governança global. Acordam, em particular, promover a reforma do Conselho de Segurança com vistas a reforçar sua representatividade e incrementar a autoridade do sistema de segurança coletiva, por meio, principalmente, de sua ampliação a novos membros permanentes e não-permanentes. Reafirmam a vocação do Brasil e de seus parceiros do G-4 a se tornarem membros permanentes, bem como seu desejo de presença reforçada da África, inclusive entre os membros permanentes.

O Brasil e a França estão decididos a estabelecer estreita relação de trabalho sobre todos os assuntos da agenda do Conselho de Segurança, com o intuito de avançar a causa da paz e da segurança internacionais.”

FONTE: Ministério das Relações Exteriores

FOTO: Palácio do Planalto

Tagged with:
 

A presidente Dilma Rousseff complementou a frase acima, referente ao adiamento que vem de alguns anos da opção por um dos três caças finalistas do programa F-X2 da FAB: “Nós esperamos que o Brasil cresça nos próximos meses a uma taxa que dê possibilidade para que nós possamos voltar com esse assunto para nossa pauta como sendo um assunto prioritário.”

A pergunta sobre o programa F-X2 e a resposta da presidente Dilma Rousseff estão a partir dos 23 minutos da entrevista coletiva.

VÍDEO: TVNBR

Colaboraram: Gilberto e Ci-Pin-Ha

NOTA DO EDITOR: na mídia internacional, seja a especializada em defesa, em economia ou a geral, a declaração sobre a decisão do F-X2 poder “levar ainda algum tempo” e depender “da recuperação do país” também está repercutindo desde ontem à noite. Há matérias publicadas no site Defensenews,  Nasdaq e The Local edição francesa (nesse caso, com conteúdo da AFP), enquanto título de matéria no La Tribune francês pergunta: “Qual avião de combate vai escolher Dilma Rousseff ?”

-

A presidente embarcou ontem para um roteiro de uma semana que inclui França e Rússia

 -

A agenda que a presidente Dilma Rousseff terá de hoje até quarta-feira em Paris deverá focar em três temas: medidas para conter os impactos da crise econômica internacional, que atinge principalmente os países da zona do euro (17 nações que adotam a moeda única), questões relacionadas à defesa, pois os franceses negociam a venda de aviões caças para o Brasil, e ciência, tecnologia e inovação. Dilma, que embarcou ontem, segue depois para Moscou, na Rússia.

A presidente deve se reunir hoje com o presidente da França, François Hollande. Ambos conversaram há seis meses, na Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, no Rio de Janeiro. Para negociadores franceses e brasileiros, um dos temas tratados será a venda de 36 caças franceses para o Brasil.

Em agosto, os ministros, Antonio Patriota, das Relações Exteriores, e Celso Amorim, da Defesa, se reuniram com autoridades francesas para conversar sobre o assunto. Os Rafale, da fabricante francesa Dassault, concorrem com os caças F/A-18E/F Super Hornet, da norte-americana Boeing, e com os Gripen NG, da sueca Saab. Mas o processo ainda está indefinido.

Amanhã, Dilma e Hollande participam do seminário Fórum pelo Progresso Social – O Crescimento como Saída para a Crise, promovido pelo Instituto Lula e pela Fundação Jean-Jaurès. A proposta do seminário, segundo organizadores do evento, é promover uma reflexão e analisar os desafios impostos pela globalização.

Lula participará de seminário

Participarão do seminário o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Fazenda, Guido Mantega. No total, foram convidadadas 25 pessoas consideradas de destaque internacional. Lula participará da mesa-redonda intitulada Reflexões para o Futuro, e Mantega dos debates sobre justiça social em uma economia globalizada.

Durante a viagem à França, que conta com a presença do governador Tarso Genro, Dilma também buscará a ampliação de parcerias nas áreas de educação, ciência, tecnologia e inovação. Em discussão, o programa Ciência sem Fronteiras. Depois, a presidente segue para Moscou, onde permanece até o final desta semana. A viagem à Rússia deve ser a última internacional de Dilma em 2012.

FONTE: Zero Hora, via Notimp

VEJA TAMBÉM:

Tagged with:
 

-

Trata-se de mais um exercício internacional de interceptação de ameaça aérea do acordo ’5+5′, assinado entre países europeus e do Norte da África

-

A Força Aérea Francesa informou na quarta-feira, 7 de novembro, a realização de mais um exercício de segurança aérea dentro da iniciativa “5+5″, assinada em 2004 por dez países (cinco europeus e cinco do Norte da África) para a cooperação de segurança contra ameaças como, por exemplo, sequestro de aeronaves. Esta nova edição do execício, a “Circaete 2012″, foi organizada pelo Marrocos e ocorreu em 30 de outubro.

A iniciativa “5+5″ reúne Espanha, França, Itália, Malta e Portugal, por parte da Europa, e Argélia, Líbia, Mauritânia, Marrocos e Tunísia, por parte da União do Magreb Árabe.  Dos dez países, só a Líbia não participou deste último exercício, que visa manter um espaço de paz e segurança no Oeste do Mediterrâneo, treinando principalmente a cadeia de comando e controle (C2) num cenário de suspeita de ameaça aérea.

Nesta edição, um C-130 Hercules da Argélia fez o papel de um avião comercial supostamente nas mãos de sequestradores, sendo classificado como hostil. Os centros de opearação trocaram informações e caças foram ordendos para decolagem e intereceptação do tipo “Practice Scramble”, em que se treina nas reais condições de alerta de defesa aérea.

O C-130 foi interceptado sequencialmente por dois caças Su-30 da Argélia, dois F-5 da Tunísia, dois Eurofighter Typhoon da Itália e um Mirage 2000C da França (este último do esquadrão 2/5 “Ile de France”, baseado em Orange). No ano que vem, o exercício será liderado pelos franceses.

FONTE / FOTOS: Força Aérea Francesa (tradução e edição do Poder Aéreo a partir de original em francês)

VEJA TAMBÉM:

Tagged with:
 

-

Brasil e França voltam a discutir em novembro questão da venda dos aviões de caça e outros temas de defesa

-

O ministro da Defesa da França, Jean-Yves Le Drian, deve desembarcar com uma comitiva em novembro, em Brasília. A ideia é manter uma série de reuniões com o ministro da Defesa, Celso Amorim, e várias autoridades. Os franceses mantêm com os brasileiros uma parceria estratégica na área de defesa e querem intensificar os acordos bilaterais. A atenção está voltada principalmente para a venda de 36 aviões de caça.

As aeronaves serão utilizadas pelo Brasil para a renovação da frota da Força Aérea Brasileira (FAB). A compra dos caças tem sido negociada com a empresa francesa Dassault, a sueca Saab e a norte-americana Boeing. A questão sobre qual das empresas será o fornecedor para o Brasil está em aberto desde o governo de Luiz Inácio Lula da Silva.

Também deve ser pauta de discussão, na visita de Le Drian ao Brasil, a construção de quatro submarinos e a venda de 50 helicópteros franceses, com base em projetos de parceria estratégica, além da conclusão da ponte sobre o Rio Oiapoque, que liga as cidades de Macapá, no Amapá, a Caiena, na Guiana Francesa.

Os ministros das Relações Exteriores da França, Laurent Fabius, e do Brasil, Antonio Patriota, conversaram hoje (27), em Paris, sobre temas bilaterais e multilaterais do cenário político e econômico. Mas, segundo Patriota, as questões específicas sobre defesa serão tratadas por Amorim na reunião com Le Drian, em novembro.

Em junho, a presidenta Dilma Rousseff e o presidente da França, François Hollande, conversaram no Rio de Janeiro, durante intervalo dos debates da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. No cargo há três meses, Hollande enfrenta o desafio de atender às expectativas daqueles que viram nele o candidato da mudança e o presidente que se aproxima da população – temas principais de sua campanha eleitoral

FONTE: Agência Brasil (reportagem de Renata Giraldi)

NOTA DO EDITOR: o título original é o subtítulo

Colaborou: Asbueno

Paris, 27 ago (EFE).- O ministro das Relações Exteriores da França, Laurent Fabius, defendeu que a oferta dos 36 caças Rafale, da companhia Dassault, que o país pretende vender ao Brasil em um processo de licitação internacional, “é melhor” do que a das outras duas empresas que também estão na disputa, uma americana e uma suíça. “Consideramos que é a melhor proposta, em diferentes planos, mas em particular no âmbito tecnológico”, indicou o chefe da diplomacia após se reunir em Paris com o ministro de relações exteriores do Brasil, Antonio Patriota.

Os Rafale concorrem com os F/A-18E/F Super Hornet, da americana Boeing, e com os Gripen NG, da sueca Saab, mas o processo está suspenso há vários meses por razões orçamentárias. “A proposta francesa segue vigente, mas a decisão é dos brasileiros”, acrescentou Fabius em uma entrevista coletiva na qual qualificou como “excelente” a cooperação entre ambos os países. Patriota, por sua vez, fechou o tema alegando que por enquanto não há “nenhum elemento adicional” e que a decisão está a cargo da Presidência e o do Ministério da Defesa.

A reunião e o posterior encontro serviram para que ambos os ministros ressaltassem, além disso, a vontade de passar a relação bilateral a uma “fase superior”, cooperando nos âmbitos econômicos, culturais, científicos e educativos. A partir de agora e de maneira intercalada, segundo os dois chanceleres, haverá um encontro anual entre seus respectivos presidentes – François Hollande e Dilma Rousseff, seus ministros da Defesa e conselheiros diplomáticos a fim de estreitar esse vínculo. “Queremos que os mecanismos já existentes sejam mais dinâmicos”, acrescentou Patriota, que decidiu também reativar o trabalho de um grupo econômico e comercial de alto nível. Durante o encontro, os ministros também conversaram sobre o conflito palestino-israelense e a situação na Síria.

Tanto Hollande como Patriota condenaram a repressão à população e destacaram a necessidade de pensar sobre como abordar as consequências desta ação, que reflete no aumento de refugiados em países vizinhos.

FONTE: R7/EFE

Tagged with:
 

F-X2 pode ser assunto do encontro entre Dilma e Hollande

A presidente Dilma Rousseff terá às 13h desta quarta-feira o primeiro encontro com o presidente francês, François Hollande, que tomou posse em maio. O almoço, em um hotel da Barra da Tijuca, será o início da aproximação dos dois governos e, possivelmente, a retomada das negociações de compra de 36 caças da francesa Dassault para a Força Aérea Brasileira (FAB).

Em sua primeira visita oficial ao Brasil, Hollande pretende agilizar as conversas de venda de aeronaves que foram interrompidas no ano passado, com o processo eleitoral francês. Diplomatas e ministros brasileiros evitam comentar sobre a questão dos caças, mas interlocutores de Hollande deixam claro que o presidente francês está empenhado em retomar a conversa.

O Itamaraty divulgou que o encontro dos dois presidente na Rio+20 vai priorizar a discussão sobre a sustentabilidade, mas a presença do ministro dos Negócios Estrangeiros da França, Laurent Fabius, criou uma expectativa para o reinício, ao menos por parte do país europeu, de recomeço das negociações dos caças.

Marco Aurélio Garcia, assessor de Assuntos Internacionais, afirmou que a agenda do encontro de Dilma e Hollande é “vastíssima” e discordou que o tema será a retomada da discussão sobre os caças. Em tom de brincadeira, ele disse que a imprensa aborda o assunto porque quer “guerra”. Garcia, no entanto, admitiu que “a vida é sempre um recomeço”.

Além de Garcia, também participam do encontro dos dois chefes de Estado a ministra francesa Nicole Bricq (Ecologia, Desenvolvimento Sustentável e Energia) e os ministros brasileiros Antonio Patriota (Relações Exteriores) e Izabella Teixeira (Meio Ambiente).

FONTE: OESP

NOTA DO EDITOR: o Poder Aéreo informa que faltam dez dias para o término do semestre.

Tagged with:
 

As fotos são do exercício conjunto “Gulf 2012″ realizado nos Emirados Árabes Unidos (EAU), com a participação da França.

Segundo o jornal The National, dos Emirados, o exercício envolveu um assalto diurno englobando um completo ataque aéreo, naval e terrestre, com um total combinado de 4.500 tropas dos EAU e da França. As manobras foram realizadas no dia 2 de maio na colina Umdaddi, na costa oeste de Abu Dhabi.

Nos combates simulados, as forças combinadas que formavam o exército “amigo”, deixaram as bem armadas tropas encarregadas do papel de “inimigos” completamente batidas no campo de batalha, segundo o jornal. O ataque começou após aeronaves de vigilância SAT-8 localizarem o inimigo no topo da colina, informando ao comando central. Uma chuva de mísseis foi lançada por caças Mirage 2000-9 dos EAU e Rafale da França, atacando em mergulho. Após esse ataque, relatórios de reconhecimento em terra sobre as defesas aéreas foram repassados aos caças Rafale, que usaram mísseis guiados para eliminar as ameaças.

Em seguida, os carros de combate Leclerc dos EAU dispararam sobre as posições inimigas, destruindo mais três alvos. Após o ataque de artilharia que durou 15 minutos, helicópteros Apache dos Emirados deram cobertura para que equipes de engenharia liberassem obstáculos na área para permitir mais avanços dos carros de combate.

Enquanto isso, blindados de transporte de tropas Dhibyani que levavam soldados dos EAU e da França desembarcaram na praia e avançaram junto com os Leclerc, ao mesmo tempo em que cinco peças rebocadas de obuseiros G6 de 155 milímetros formavam uma bateria de artilharia disparando bem dentro do território inimigo, seguida de dúzias de foguetes disparados por lançadores rápidos, que varreram a área.

Todo esse ataque coordenado, descrito acima pelo jornal The National, durou 90 minutos, e foi assistido por autoridades de defesa dos EAU e da França, que insistiram em afirmar que não há relação entre o exercício e a atual cena política na região, dado que o “Gulf 2012″ (exercício do qual a ação descrita foi apenas uma das operações realizadas) faz parte de uma agenda regular de treinamento entre os dois países.

De qualquer forma, a operação serve para aumentar a prontidão das Forças Armadas dos Emirados. Esses exercícios conjuntos são realizados a cada quatro anos, e começaram em 1996, um ano após a França e os EAU assinarem um acordo de defesa. Esta edição de 2012 foi a maior de todas já conduzidas, e a primeira a abranger forças áereas, navais e terrestres de uma só vez.

Para saber mais sobre o exercício, clique no primeiro link da lista abaixo. Para assuntos relacionados, clique nos demais links.

FONTE: The National (tradução, adaptação e edição: Poder Aéreo)

FOTOS: France Presse (K. Sahib) e Reuters (B. Job), via Folha de São Paulo

Colaborou: Tiago

VEJA TAMBÉM:

Página 1 de 41234