QG Airsoft

Na foto acima, dois F-16 “Fighting Falcons” do 555th FS (Fighter Squadron – Esquadrão de Caça) baseados em Aviano, na Itália, fazem o táxi após pousar na Base Aérea de Kallax, na Suécia. Trata-se de uma missão de treinamento realizada em 5 de agosto, como parte de mais de 180 surtidas ar-ar e ar-terra realizadas, várias delas em conjunto com os caças Gripen suecos, da ala de Norrbotten.

Os F-16 chegaram à Suécia em 30 de julho e realizaram duas semanas de treinamento, aproveitando as facilidades do campo de testes de Vidsel Test Range, localizado a 50 milhas da base sueca. As habilidades dos pilotos, tanto no combate aéreo quanto na precisão dos ataques terrestres, puderam ser testadas em conjunto, com suecos e norte-americanos compartilhando experiências, segundo a USAF.

Nas palavras do Major Travis Swan, do 555th FS, “esse exercício, em particular, também foi importante pois permitiu a oportunidade de usar alvos com scores, numa das melhores áreas de treinamento que já vi, praticando voos a baixa altura e lançamentos de armas.”

Para o Tenente Coronel (Övlt) da Força Aérea Sueca Harri Larsson, comandante da Ala de Norrbotten, o exercício foi bom para treinar com equipes que usam outros equipamentos, outras táticas, para trabalhar o uso da língua inglesa, conferindo uma boa experiência que poderá ser usada no futuro.

“Os pilotos podem aprimorar seu treinamento, e melhoramos a interoperabilidade. Nosso governo quer que nos tornemos mais flexíveis e aptos a operar no exterior rapidamente após receber uma ordem. Assim, temos que trabalhar junto com outros países, especialmente com os EUA, que é o maior contribuidor da OTAN e das Nações Unidas. No nosso ponto de vista, é necessário trabalhar com os EUA”, disse Larsson.

Mais de 250 militares da 31st Fighter Wing (Ala Aérea) da USAF trabalharam dia após dia para preparar e carregar os F-16 do 555th FS, para as missões da manhã e da tarde.

FONTE / FOTOS: USAF

Tagged with:
 

Observar as baixas velocidades e as distâncias de enfrentamento. Por conta disso, algumas vezes jatos gregos e turcos chegaram a colidir.

Tagged with:
 

Omã: F-16 pode ‘passar a perna’ no Typhoon

A ‘quase certa’ venda de caças Eurofighter Typhoon para o sultanato de Omã, anunciada pelo Reino Unido em abril deste ano, pode estar com os dias contados. A agência DSCA do Pentágono acaba de anunciar uma eventual venda de 18 caças Lockheed F-16 Block 50/52 para aquele país do Oriente Médio. O negócio está estimado em 3,5 bilhões de dólares. ,

Até o momento não há nada definido, mas a notificação da agência norte-americana ao Senado já é um indício de que o acordo entre Omã e os europeus está longe de ser confirmado.

A Real Força Aérea de Omã (RFAO) já possui um esquadrão de caças F-16 recentemente adquiridos, cujos primeiros exemplares foram recebidos em 2005. A RFAO agora está em busca de uma aeronave que substitua os SEPECAT Jaguar, remanescentes de uma encomenda feita na década de 1970. No valor divulgado acima também estão incluídas as modernizações dos F-16 existentes para o mesmo padrão dos F-16 oferecidos agora.

É parte da política externa do governo Obama fortalecer o poder militar de seus aliados no Oriente Médio. Conforme noticiado ontem, os EUA estão fazendo um esforço bastante grande para vender novos F-15 à Arábia Saudita e é provável que outros estados aliados da região recebam mais ajuda.

LEIA TAMBÉM:

Tagged with:
 

A Raytheon ganhou um contrato de US$ 12,6 milhões para a integração inicial e a qualificação do sistema integrado de mira montado no capacete, para os jatos F-16 e A-10 voados pela USAF e Air National Guard, informou a empresa no Farnborough air show.

O potencial de mercado do sistema montado no capacete estende-se a uma frota de até 1.000 caças F-16 voados pela USAF e além deles, para até 4.000 caças F-16, contando com os operados por forças aéreas estrangeiras.

Sob o contrato, a Raytheon vai integrar o sistema de mira Visionix Scorpion da companhia Gentex, nos sistemas do cockpit do A-10C e o do F-16 block 30/32, disse Wayne Iurillo, o vice-presidente dos serviços técnicos da companhia.

“O sistema vai rastrear o movimento do capacete para mostrar imagens precisas, independentemente da direção da cabeça do piloto e será compatível com os sistemas padrão de visão noturna aerotransportados dos forças americanas”, disse a companhia.

A fase 1 do contrato é parte de um programa de cinco opções de produção de um ano, para até US$ 50 milhões.

A Raytheon ganhou o contrato após competição internacional que incluiu outros concorrentes americanos, bem como uma firma da Europa e outra de Israel.

A Raytheon está aguardando o resultado, com vencimento em setembro, de outra concorrência para os F-16 da Air National Guard. A companhia concorre com seu “central pedestal display”, que é um grande display multifuncional, que permite ao piloto chavear entre diferentes telas de informação, incluindo um mapa móvel.

O display é projetado como uma interface para várias unidades de processamento, ocupando o mesmo espaço de antigos mostradores analógicos. O potencial de mercado consiste no upgrade de 400 a 500 caças F-16 da frota da Air National Guard.

FONTE: DefenseNews

SAIBA MAIS:

Tagged with:
 

O consórcio Eurofighter informou nesta quarta-feira, 14 de julho, que mais um esquadrão da Força Aérea Italiana (Aeronautica Militare) foi equipado com o Eurofighter Typhoon. Trata-se do X Gruppo (10º Grupo, ou esquadrão), que anteriormente estava baseado em Trapani, na Sicília, e equipado com caças F-16. O Gruppo mudou-se para a Base de Gioia del Colle, de onde já opera o XII Gruppo do 36º Stormo (equivalente a Ala Aérea). Assim, o 36º Stormo passa a contar com dois esquadrões de Eurofighter, com a missão de patrulha e defesa aérea, 24 horas por dia e sete dias por semana, o que inclui a proteção do espaço aéreo da Albânia.

Segundo o informe, o esquadrão herda as tradições do ás italiano da Primeira Grande Guerra, Francesco Baracca, com seu emblema do cavalo empinado. Foi realizada uma cerimônia simbolizando a passagem do emblema dos F-16 para os Eurofighters, sobre a base de Gioia del Colle, com uma formação mista dos dois tipos.

A base situa-se próxima a Bari, no Sul da Itália (cidade situada no “calcanhar” da “Bota” italiana, voltada para o Mar Adriático). Ainda segundo o informe, nos anos 70 e 80 os esquadrões do 36º Stormo eram equipados com caças F-104, sendo reequipados com o Tornado, na versão de ataque (IDS) e de defesa aérea (ADV – para mais detalhes sobre a operação do Tornado ADV na Aeronautica Militare, veja o primeiro link ao final desta matéria, que trata da operação do F-16 na defesa aérea da Itália até 2012 e sobre a versão do Tornado ADV que o antecedeu)

Com mais esse esquadrão equipado com o Typhoon, agora são 15 unidades no total que operam esta aeronave, em seis forças aéreas da Europa e do Oriente Médio, somando mais de 225 Typhoons em serviço, que já superaram 85.000 horas de voo.

FONTE / FOTOS: Eurofighter

VEJA TAMBÉM:

O programa ‘Peace Cesar’, que desde 2003 vem preenchendo uma lacuna na Força Aérea Italiana (Aeronautica Militare) entre a desativação dos F-104 ASA-M e o reequipamento com o Eurofighter Typhoon, está chegando ao fim.

A Aeronautica Militare divulgou fotos do final do mês passado, em que aeronaves F-16 provenientes do 37º Stormo, em Trapani, foram trasladadas de volta aos EUA. A primeira formação decolou em 21 de junho para chegar no dia 24 a Tucson, no Estado de Arizona (EUA), após várias escalas e reabastecimentos em voo.

A entrega das aeronaves se deu na Base Aérea de Davis-Monthan, sede do 309° AMARG (Aerospace Maintenance and Regeneration Group), onde são estocados aviões excedentes para fornecimento a países aliados e eventual volta ao serviço nas Forças Armadas dos EUA.

O traslado foi apoiado por um C-130 J da 46ª Brigada Aérea de Pisa, que forneceu suporte logístico e de manutenção durante as escalas, além de assistência para eventuais necessidades de Busca e Salvamento.

Esta primeira fase do término do programa deverá ser completada em julho, com a partida de uma segunda formação de F-16. O programa ‘Peace Cesar’ tem seu final previsto para junho de 2012.

No início de junho, a Aeronautica Militare já havia divulgado o encerramento das operações do F-16 no 5º Stormo (da Base Pisignano di Cervia), que entregou suas aeronaves para o 37º Stormo, em evento realizado em 4 de junho e que é ilustrado pela foto mais abaixo. O 5º Stormo vinha empregando o caça norte-americano desde janeiro de 2004, e está se preparando agora para mudar de missão: segundo informe da Aeronautica Militare, a unidade deverá se dedicar a missões SAR (Search and Rescue – Busca e Salvamento), sendo reequipada com helicópteros.

Agora, o 37º é a última unidade a operar o F-16 na Força Aérea Italiana, compartilhando com os Eurofighter Typhoon do 36º Stormo (de Gioia del Colle) e do 4° Stormo (de Grosseto) as missões de alerta em proveito da defesa do espaço aéreo italiano e no âmbito da OTAN.

Leia mais a respeito do programa ‘Peace Cesar’ no primeiro link da lista a seguir, e veja mais matérias sobre, a defesa aérea da Itália, a cargo de caças Typhoon e F-16, nos outros links. Veja também links sobre o 309° AMARG, destino dos F-16 deste matéria.

FONTE / FOTOS: Aeronautica Militare (Força Aérea Italiana)

VEJA TAMBÉM:

Tagged with:
 

O primeiro lote de três novos caças Lockheed Martin F-16C/D Block 52 do Paquistão pousaram na base de Shahbaz, em 26 de junho.

Trasladados dos EUA por pilotos paquistaneses, o trio incluiu dois bipostos, registrados como 10804 e 10805. O outro monoposto tem matrícula 902. Planeja-se entregar 18 aviões até o final do ano.

Os novos caças vão aumentar as capacidades de ataque noturno da PAF, pois estão equipados especialmente para esse tipo de missão.

FOTO: USAF

SAIBA MAIS:

Tagged with:
 

F-16-foto-LM

Qual é o caça de 4ª geração que está em produção há mais de 30 anos, tem mais de 4.300 unidades produzidas para mais de 24 países e nunca perdeu um combate aéreo?

NOTA DO BLOG: entre os cocares, falta uma Força Aérea. Qual?

Tagged with:
 

vinheta-clippingBRUXELAS (Reuters) – Técnicos encontraram partículas de vidro acumuladas no motor de um caça F-16 da Otan, resultado da erupção vulcânica da semana passada na Islândia, que causa riscos à aviação e levou à interdição do espaço aéreo em grande parte da Europa, disse uma autoridade dos EUA na segunda-feira.

“(Caças) F-16 aliados estavam voando e eles de fato encontraram um acúmulo de vidro”, disse esse funcionário, que pediu anonimato e não deu informações sobre hora, data e local do incidente, nem a qual país o avião pertence.

“Este é um assunto seriíssimo, que num futuro não tão distante vai começar a ter um impacto real nas capacidades militares (…) se a questão das cinzas vulcânicas não desaparecer.”

A formação de vidro é resultado do resfriamento das minúsculas partículas expelidas pelo vulcão. A cinza vulcânica é abrasiva e pode corroer superfícies aerodinâmicas e afetar motores, sistemas eletrônicos e parabrisas. (Reportagem de David Brunnstrom)

FONTE: Reuters, via G1

NOTA DO EDITOR: A OTAN diz que a cinza vulcânica na atmosfera não afeta sua operacionalidade. Será?

F-15 E em treinamento USAF ROKAF - foto USAF

Entre 15 e 17 de março, o 391st Expeditionary Fighter Squadron da USAF (391º Esquadrão Expedicionário de Caça da Força Aérea dos EUA) recebeu na base em que opera na Coreia do Sul, Kunsan, o 21º Esquadrão de Combate da ROKAF (Republic of Korea Air Force – Força Aérea da República da Coreia). O esquadrão norte-americano opera em Kunsan aeronaves F-15 E Strike Eagle, e sul-coreano, aeronaves F-16 Fighting Falcon a partir da base de Seosan.

O treinamento tem como objetivo proporcionar uma operação efetiva dos dois esquadrões, para o caso de possíveis ações de combate em que atuem de forma conjunta, tendo familiaridade com os procedimentos e as táticas empregadas por cada um. O nome do exercício, que é realizado várias vezes ao ano, tem a ver com esse objetivo: “Buddy Wing”. Para o Capitão Patrick Hickie, do 391º, essa integração é como “pão com manteiga”.

O Capitão Sung Jin Jeon, do 21º, complementa: “A ROKAF utiliza principalmente termos em inglês no rádio, de acordo com procedimentos de comunicação. Compartilhamos jargões, códigos, abreviações e, assim, não há problemas de comunicação entre pilotos da ROKAF e da USAF.” Quando algo não é entendido na comunicação, a missão é interrompida por motivos de segurança de voo.

Segundo Jeon, as lições aprendidas pelos pilotos sul-coreanos no exercício de combate aéreo podem ser repassadas a outros pilotos de seus esquadrões da ROKAF, não participantes.

F-16 em treinamento USAF ROKAF - foto USAF

FONTE / FOTOS: USAF

VEJA MAIS:

Tagged with:
 

F-16 34th Expeditionary Fighter Squadron at Bagram - foto USAF

Foram 30 missões sem necessidade de manutenção em item que afete a segurança do voo ou o cumprimento da missão.

Segundo informe da USAF (Força Aérea dos EUA) de 26 de março, a aeronave das fotos atingiu o importante marco operacional  de 30 missões “code 1″. A marca foi atingida três dias antes e, para entender o que significa, vale a pena ver como funciona o esquema de códigos que mostra a disponibilidade das aeronaves.

Code 1 – trata-se da aeronave que retorna de uma missão sem nenhuma necessidade de manutenção em item que afete a segurança do voo ou o cumprimento da missão.

Code 2 - aeronave que tem uma necessidade de manutenção em item importante, porém sem afetar a segurança ou a capacidade de cumprir a missão.

Code 3 – aeronave com problema suficientemente grave para afetar tanto o cumprimento da missão quanto a segurança do voo, tendo que ficar no chão até que a manutenção adequada seja feita.

O significado dessas 30 missões code 1 do exemplar das fotos está nas palavras do Coronel Lawrence Gatti, comandante do 455th Expeditionary Maintenance Group (455º Grupo Expedicionário de Manutenção): “Ninguém faz um avião voar 30 missões code 1. Eu nunca ouvi falar disso em meus 32 anos de Força Aérea, então creio que esse é um marco muito significativo.”

Para o Tenente Coronel Brad Lyons, do 34th Expeditionary Fighter Squadron (34º Esquadrão de Caça Expedicionário) que opera a aeronave, assim como para membros da sua unidade de manutenção (34th Expeditionary Aircraft Maintenance Unit) e do 455th, o crédito vai para o trabalho em equipe de todos os envolvidos com a manutenção das aeronaves, e também para o bom relacionamento dos pilotos com os mecânicos.

As unidades citadas operam a partir do aeroporto de Bagran, que neste domingo, dia 28 de março, recebeu o presidente dos EUA, Barack Obama, em visita que incluiu discurso às tropas no aeroporto além de encontro com o presidente afegão, Hamid Karzai. O esforço de guerra no Afeganistão vem aumentando, ao passo que a presença de tropas no Iraque vem diminuindo, segundo o informe da USAF sobre a visita do presidente dos EUA ao Teatro de Operações Afegão.

F-16 34th Expeditionary Fighter Squadron at Bagram - foto 2 USAF

F-16 34th Expeditionary Fighter Squadron at Bagram - foto 3 USAF

FONTE / FOTOS: USAF

NOTA DO BLOG: a questão do marco de manutenção atingido pela aeronave F-16 das fotos deve ser pensada levando-se em consideração as dificuldades de Teatro de Operações Afegão (calor, poeira, altitude, logística), por um lado e, por outro, o próprio fato de que, com a grande quantidade de missões voadas diariamente numa base que concentra grande quantidade de aeronaves de diversos países, as necessidades de manutenção e de linha logística precisam ser muito bem planejadas, levando-se em conta itens padronizados ou não. É um grande desafio, sem dúvida, e os links abaixo ajudam a dar uma ideia.

Atentar também para o fato do F-16 estar com mísseis ar-ar na ponta das asas, mesmo cumprindo missões ar-terra, fato que já foi destacado para os leitores do Blog do Poder Aéreo na matéria do primeiro link abaixo.

VEJA TAMBÉM:

Tagged with:
 
Page 1 of 41234