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Segundo notícia da United Press International (UPI), a empresa sueca Applied Composites AB (ACAB) foi selecionada para desenvolver um protótipo de radome furtivo para o programa do caça KFX da Coreia do Sul.

O contrato foi concedido à ACAB pela LIG Nex1, empresa sul-coreana que desenvolve sistemas de armas, de vigilância e radares. Segundo o presidente da ACAB, Torgny Stenholm, o contrato consolida a posição da empresa como líder mundial em radomes. Ele acrescentou que “o contrato é considerado estrategicamente importante para a ACAB já que a companhia tem planos de se expandir nos segmentos aeroespaciais comerciais e militares”.

A notícia também está no site da ACAB, onde é destacado o reconhecimento da empresa como uma das líderes europeias no fornecimento de componentes em material composto para aplicações militares. Entre outros produtos, como tubos de lançamento, componentes de mísseis e de granadas e tubos de exaustão para mísseis embarcados, a ACAB é especializada em tecnologia avançada de radomes, o que inclui a tecnologia de última geração em furtividade e baixa assinatura.

A ACAB faz parte da Volvo Aero, e fornece componentes avançado de materiais compostos para aplicações militares. A empresa vem fornecendo radomes para caças suecos, incluindo o Gripen (na foto abaixo, detalhe da parte anterior do demonstrador do Gripen de nova geração, destacando o radome).

O valor do contrato e seus itens não foram informados, mas a ACAB afirmou que ele inclui a produção de protótipos. O KFX deverá substituir a frota de caças F-4 Phantom II e F-5 Tiger II da Coreia do Sul e, segundo a ACAB, a total a ser produzido é estimado em 250 unidades.

FONTES: UPI e ACAB (foto do alto)

FOTO MAIOR: Saab

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A variante do caça Lockheed Martin F-35 para a Força Aérea dos EUA (USAF), provavelmente deixará de cumprir dois dos principais requisitos da Força Aérea da Coréia para a concorrência FX-III – a capacidade de carregar armas externamente e voar a Mach 1,6 (1.930 km por hora) ou mais rápido, informou uma fonte da indústria aeroespacial nesta terça-feira.

A fonte destacou que os militares coreanos estabeleceram claramente as duas principais características como requisitos obrigatórios em sua solicitação de proposta (RFP), lançada em 30 de janeiro.

“A velocidade máxima do F-35 Lightning II, que ainda está em desenvolvimento, é Mach 1,6, exatamente o mínimo que a Força Aérea estabeleceu como requisito obrigatório,” informou a fonte que conhece bem os detalhes do RFP.

A Força Aérea deve realizar testes e avaliações do F-35 e dos seus dois rivais, o F-15 Silent Eagle da Boeing e Typhoon da EADS, a partir de junho a setembro, antes de anunciar sua seleção final em outubro.

O vencedor do projeto FX-III, a terceira e última fase do projeto de aquisição de caça da Coreia, deverá entregar  60 aeronaves a partir de 2016 por cerca de 7,26 bilhões dólares.

A fonte da indústria disse que o F-35, único caça de quinta geração oferecido no mercado, provavelmente possui um desempenho pior do que a Lockheed Martin tem assegurado.

“O que é certo acontecer é que o governo dos EUA irá garantir à Força Aérea que o F-35 será capaz de voar a Mach 1,6, superando todos os problemas técnicos e os problemas de desenvolvimento no momento em que for entregue para a Coréia, ” disse a fonte.

“Eventualmente, isso vai abrir caminho para a Lockheed Martin, a preferida do governo dos EUA, fugir da exigência obrigatória e ganhar a licitação FX-III. Todas as promessas quebradas só irão custar milhões de dólares em penalidades.”

Outro membro da indústria destacou que a Lockheed Martin não completará o desenvolvimento dos cabides e suportes externos em tempo para o seu caça furtivo.

“A Lockheed Martin tem se gabado de que o seu avião é capaz de transportar armas, não só internamente, mas também externamente, em seis pontos de armas externos”, disse ele. “Mas será fisicamente impossível concluir o desenvolvimento dos cabides externos em tempo para o prazo definido pela Coréia.”

Randy Howard, diretor da Lockheed Martin da Campanha Coreia do F-35, também reconheceu que o transporte externo pode vir como uma opção para a Coreia.

“A Lockheed Martin não cancelou, o governo dos EUA deu prioridade”, disse Howard, explicando por que foram levantadas dúvidas sobre o desenvolvimento dos cabides externos do F-35.

“O F-35 foi projetado para transportar armas internamente. Isso é o que ele faz, e é por isso que é furtivo. ”

Ele argumentou que o principal atributo do F-35, que é a capacidade de penetrar no território do inimigo sem ser detectado, será significativamente comprometida se a Coreia optar por montar armas externamente.

“Se transportar armas externamente, ele não será mais furtivo. E esta não é a forma correta de se operar o F-35 “, disse ele.

Ele apontou que se a Coreia insiste no transporte de armas externamente para o F-35, sua empresa está disposta a personalizá-lo.

“É apenas uma questão de priorização de certificação”, argumentou.

“Se houver requisitos para o transporte externo de armas diferentes, não é uma coisa difícil porque todos os recursos estão lá.”

Outros funcionários da indústria, no entanto, refutaram a afirmação de Howard, dizendo que o desenvolvimento de cabides externos não só reduz as capacidades furtivas de aeronaves, mas também requer uma mudança fundamental na concepção da aeronave, que a Força Aérea não está disposta a pagar.

FONTE: Korean Times

TRADUÇÃO E ADAPTAÇÃO: Poder Aéreo

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Segundo a versão em português da “Voz da Rússia”, os fabricantes russos de caças não participarão da concorrência F-X III da Coreia do Sul. Não foram apresentadas candidaturas russas até o final do prazo de apresentação de requerimentos, esgotado na última sexta-feira, 27 de janeiro. A notícia também diz que  a representação comercial da Rússia na Coreia do Sul informou, a respeito da companhia Sukhoi, que esta não iria participar com seu T-50 por não ter discutido essa perspectiva com o Governo Russo.

A notícia sobre a não participação dos russos no F-X III da Coreia do Sul também saiu no jornal Korea Times. Os fabricantes russos, especialmente a Sukhoi, não expressaram a vontade de participar da disputa, apesar da sul-coreana DAPA (Defense Acquisition Program Administration – Administração de Programas de Aquisição de Defesa) ter listado, em julho do ano passado,  o  T-50 PAK-FA da Sukhoi como um dos quatro competidores a ter expressado interesse em apresentar propostas. O porta-voz da DAPA afirmou que “nenhuma empresa russa submeteu sua intenção de participar da sessão explanatória do programa, até o prazo final de registro na sexta-feira, o que era um pré-requisito para participar”.

A DAPA também anunciou que apenas as empresas que participaram da sessão explanatória de sexta serão elegíveis para participar do F-X III, que é a terceira fase (e última) de seu programa de aquisição multibilionário de caças a jato. A agência, que é estatal, deixou claro que o pedido de propostas (request for proposal – RFP), que detalha os requerimentos do F-X III, será distribuído somente para os que participaram dessa sessão explanatória.

O programa F-X III tem um valor estimado em 8,3 trilhões de won (aproximadamente 7,3 bilhões de dólares) e seus principais competidores são as empresas norte-americanas Boeing, Lockheed Martin e a europeia EADS, representando o consórcio Eurofighter.  O objetivo desta terceira fase do programa F-X do país é a aquisição de 60 aeronaves de alta tecnologia e características furtivas, e espera-se um resultado sobre o vencedor em outubro deste ano. Para isso, as propostas dos possíveis competidores deverão ser recebidas até 18 de junho, para que os testes e avaliações sejam feitos até setembro. A Coreia do Sul já adquiriu 60 caças F-15 da Boeing, que venceu tanto o F-X I, em 2002, quanto o F-X II, em 2008.

O interesse da Saab no programa

O porta-voz da DAPA também informou que um representante da empresa sueca Saab, que tem procurado novas encomendas externas para seus caças multitarefa Gripen, fez com sucesso seu requerimento para a sessão mandatória, assim como a Boeing, a Lockheed Martin e a EADS.

Já uma autoridade da DAPA opinou que “é muito cedo para dizer o quanto a Saab está encarando com seriedade a entrada nessa disputa, ou se a companhia europeia estará entrando na sessão apenas por curiosidade, querendo espreitar as demandas coreanas. De certo, aparentemente a empresa de aeronaves sueca, incluindo o Gripen, não atende a diversos dos requerimentos da Força Aérea.”

O representante da Saab,  Shin Myung-ho, confirmou que sua empresa ainda deve tomar uma decisão sobre competir ou não com os dois gigantes norte-americanos e o consórcio europeu: “na minha visão, a Saab vai discutir a possível participação no F-X III após receber o RFP. Porém, vai levar um tempo até que a Saab faça um anúncio oficial sobre sua próxima ação na disputa do caça sul-coreano.”

Vale lembrar que a Coreia do Sul eliminou dois requerimentos compulsórios que haviam sido colocados inicialmente no F-X III, numa tentativa de permitir que mais empresas entrassem na competição pelo maior contrato de armamentos já feito pelo país (clique aqui para ler matéria a respeito, também originada no Korea Times e traduzida e publicada no Poder Aéreo)

Ainda sobre a não participação de fabricantes russos, assim como a Voz da Rússia o Korea Times destacou que autoridades da representação de comércio da Federação Russa na Coreia reconheceram que a Sukhoi deixou a disputa, considerando que a empresa não solicitou a aprovação de Moscou nem a ajuda da sua agência para participar da concorrência dos caças. Um representante sênior da representação de comércio afirmou que “tanto o Governo Russo quanto suas delegações de comércio aqui não receberam ainda qualquer proposta de empresas de aviação russas.”

Segundo o Korea Times, a Sukhoi perdeu a disputa pelo F-XI, a primeira fase do programa lançada no início da década de 2000, devido principalmente a preocupações sobre a interoperabilidade, com a frota sul-coreana de aeronaves de origem norte-americana, dos caças Su-35 que foram propostos. A empresa russa não quis fazer qualquer comentário oficial sobre a possibilidade de competir no FX-III.

FONTES: Korea Times e Voz da Rússia

FOTOS: Sukhoi e Saab

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Cauda dupla inclinada estará de volta nos testes de túnel de vento que a Boeing deverá iniciar neste trimestre

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Segundo matéria do site Flight Global, a Boeing deverá realizar uma nova série de testes de solo, de voo e de túnel de vento, relacionadas a diversas características fundamentais do F-15 Silent Eagle (SE) proposto para disputar o contrato F-X III da Coreia do Sul.

Os testes em túnel de vento em um modelo em escala do F-15 SE, com baias conformais de armamento, deverão começar em março ou abril, segundo o vice-presidente de vendas da Boeing, Howard Berry. As baias de armamento são tanques de combustível conformais modificados, e permitem que o F-15 leve seu armamento internamente, o que diminui a assinatura da aeronave aos radares.

Esses testes também vão determinar o desempenho aerodinâmico em diversos ângulos da cauda dupla inclinada proposta para o Silent Eagle. O conceito original da empresa apresentava as superfícies verticais inclinadas em 15 graus, sendo essa uma técnica para aumentar a furtividade do caça. Com esse tipo de cauda, o avião pode inclinar-se a 15 graus em cada lado sem apresentar um ângulo de 90 graus a radares aerotransportados.

Como um bônus não planejado, a cauda dupla inclinada também melhora levemente o desempenho aerodinâmico da aeronave, segundo a Boeing.

Já os testes de voo de um “F-15 internacional avançado” vão começar no quarto trimestre de 2012 ou no início do próximo ano, segundo Berry. O novo avião de testes que será construído terá os novos sistemas do cockpit, os sistemas digitais de guerra eletrônica e sensores revelados quando da apresentação do conceito do Silent Eagle, em 2009.  Os testes visam preparar o caça para que este possa entrar em serviço na Coreia do Sul em 2016.

Em breve, a Coreia do Sul deverá lançar um pedido de propostas (RFP) para o requerimento do F-X III. Espera-se que um contrato para a aquisição de 62 aviões seja concedido em outubro. A Boeing provavelmente vai competir com o Eurofighter Typhoon e o Lockheed Martin F-35.

FONTE: Flight Global (tradução, adaptação e edição: Poder Aéreo)

FOTO: Boeing

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Decisão pode prejudicar as relações com a Coreia do Sul, que também está na disputa para vender o seu T-50 e acusou Israel de favorecer o italiano M-346

 

A Força Aérea de Israel recomendou a compra de jatos italianos de treinamento para substituir sua frota envelhecida. Aguarda-se que o Ministério da Defesa e as Forças de Defesa de Israel devam fazer sua escolha entre o jato coreano T-50 Golden Eagle e o M-346 Master da Itália dentro de algumas semanas. O negócio é avaliado em cerca de um bilhão de dólares.

A nova aeronave vai substituir a frota envelhecida da IAF, composta de jatos A-4 Skyhawk americanos empregados por pilotos de combate em treinamento.

As relações entre Seul e Jerusalém têm estado tensas por vários meses, com a Coréia acusando Israel de favorecer a Itália nas negociações. Nos últimos anos, os sul-coreanos têm adquirido uma média de US$ 280 milhões por ano em produtos de Defesa.

Em dezembro, o chefe da agência  sul-coreana de aquisições de defesa e o presidente da fabricante de aviões estatal Korea Aerospace Industries (KAI) estiveram em Israel, onde se encontraram com autoridades do Ministério da Defesa. Membros da Defesa israelense rejeitaram as alegações coreanas e disseram que nenhuma decisão foi feita ainda sobre quais jatos de treinamento serão comprados.

O porta-voz da IDF disse ao Haaretz que “a IAF não discute suas recomendações profissionais através da mídia.”

FONTE: www.haaretz.com

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Retirada de requisitos de baixa assinatura e de baia interna / conformal de armamentos permitiria a entrada de mais fabricantes na competição, embora a furtividade continue sendo um elemento-chave para a decisão

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Segundo matéria do jornal Korea Times desta quinta-feira, 12 de janeiro, a Coreia do Sul decidiu remover dois requerimentos-chave compulsórios inicialmente colocados para os sessenta novos caças avançados que pretende adquirir. A retirada é uma tentativa de permitir que mais empresas entrem na competição desse que é considerado o maior contrato de armamentos já feito pelo país.

O comissário da Administração de programas de aquisição de defesa (Defense Acquisition Program Administration – DAPA), Hoh Dae-lae, disse em um encontro com repórteres da área de defesa que “a Coreia não pode defender o interesse nacional sem competição”. Ele reforçou que os militares vão aliviar as capacidades operacionais requeridas (required operational capabilities – ROC) do projeto FX-III para garantir um “poder de compra” maior e um maior nivelamento nas negociações, promovendo a competição.

O chefe da agência de gerenciamento de contratos da DAPA, Kim Dae-sik, confirmou que a Coreia do Sul vai lançar um pedido de propostas (request for proposal -RFP) no final do mês para a compra de 60 caças de alta tecnologia “sem o pré-requisito de uma baia conformal de armamentos”.

A baia conformal de armamentos, que permite que uma aeronave carregue suas armas internamente, é uma característica comum de caças furtivos de quinta geração. Ela reduz bastante a seção-reta radar (radar cross section – RCS) da aeronave, fazendo com que ela apareça muito menor no radar inimigo, normalmente do tamanho de um pássaro, do que realmente é.

Dos três fabricantes que publicamente já expressaram sua intenção de entrar na disputa do FX-III, apenas o Eurofighter Typhoon, construído pela European Aeronautic Defense and Space Company (EADS), não tem baia de armamentos interna. A Lockheed Martin completou, com sucesso, o desenvolvimento de uma baia conformal para o F-35 Lightning II que quer vender à Coreia do Sul, enquanto que a Boeing está desenvolvendo uma para seu F-15 Silent Eagle, uma modernização proposta para o F-15.

Oh Tae-shik, chefe da agência de gerenciamento de programa DAPA, confirmou que qualquer grande “player” do mercado poderá entrar na concorrência sem ter que preencher um valor específico de RCS previamente estabelecido pela Força Aérea: “Caças não-furtivos estarão aptos a entrar na disputa já que banimos os dois requerimentos anteriores. Porém, a DAPA vai avaliar a capacidade furtiva como um dos elementos-chave, dando uma vantagem para uma aeronave que tenha pouca assinatura.” O F-35 é o único caça que atingia os requerimentos de RCS.

A Coreia do Sul reservou 8,3 trilhões de won (7,3 bilhões de dólares) para a aquisição de 60 caças para substituir os F-4 e F-5 da sua Força Aérea, além de 1,9 trilhões de won para 36 helicópteros de ataque e  485 bilhões de won para quatro veículos aéreos não tripulados de altitudes elevadas. Uma fonte disse que a Força Aérea estabeleceu uma força-tarefa de 50 membros para ajudar a garantir testes completos, avaliações e negociações para esses três principais projetos de aquisição.

A Coreia do Sul planeja receber as propostas dos possíveis competidores dos projetos FX- III e dos helicópteros até junho do ano que vem e anunciar os vencedores em setembro ou outubro deste ano.*

FONTE: Korea Times (tradução, adaptação e edição: Poder Aéreo)

FOTOS: Eurofighter, Boeing e Lockheed Martin

*NOTA DO EDITOR: foi mantida a provável inversão no texto quanto aos prazos, embora suponhamos que seja um erro, dado que teoricamente não se pode anunciar um vencedor antes do recebimento de propostas… É provável que ambos os prazos se refiram a um mesmo ano (talvez este mesmo ano de 2012). Também foi mantida na tradução uma confusão que o texto parece fazer entre baia interna de armamentos (caso do F-35) e baia conformal (que é uma protuberância instalada externamente, caso do F-15), que são citadas de forma aleatória e não específica.

A Força Aérea dos EUA enviará na próxima semana 12 aviões de combate F-16CM e 240 pilotos à Coreia do Sul para a defesa de seu aliado asiático, informou nesta quinta-feira a agência local “Yonhap”.

O esquadrão chegará ao país no domingo na base aérea americana de Gunsan, a 274 quilômetros ao sul de Seul, onde permanecerá durante três meses para manter a estabilidade na região, comunicou à “Yonhap” a 7ª Força Aérea dos EUA.
Em novembro, os EUA desdobraram em Gunsan outro esquadrão composto de 12 aviões F-16CS e 200 pilotos.

O tenente-general Jan-Marc Jouas, comandante da 7ª Força Aérea, declarou em comunicado que com os desdobramentos os EUA reafirmam seu compromisso “de oferecer poder e capacidade adequada de combate aéreo na defesa da República de Coreia”.
As autoridades americanas mantêm 28,5 mil soldados na Coreia do Sul para defender o país no caso de uma hipotética agressão da Coreia do Norte.

Seul e Washington intensificaram seu alerta militar diante do risco de que as possíveis instabilidades derivadas da sucessão na Coreia do Norte possam desembocar em provocações militares do regime norte-coreano ao vizinho do Sul.
O Tratado de Defesa Mútua assinado pela Coreia do Sul e os EUA ao término da Guerra da Coreia em 1953 estabelece um sistema de defesa combinada e compromete que Washington defenda seu aliado diante de eventuais ameaças da Coreia do Norte.

FONTE: EFE

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Obviamente, estamos falando da Coreia do Sul, não do Brasil

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Segundo matéria do correspondente da Flightglobal em Cingapura,  Greg Waldron, publicada nesta terça-feira 10 de janeiro, a Coreia do Sul poderia lançar na semana que vem o pedido de propostas  (RFP – request for proposal) para sua competição F-X III, que visa a aquisição de 62 caças a jato.

O RFP poderia ser lançado em 16 de fevereiro, segundo uma fonte da indústrica, embora a Administração de Programas de Aquisição de Defesa do país não tenha divulgado uma data específica.

Quatro aeronaves deverão competir no F-X III da Coreia do Sul: o Boeing F-15 Silent Eagle, o Lockheed Martin F-35, o Eurofighter Typhoon e o Sukhoi PAK FA. O RFP poderia também incluir uma seção que trate das várias ofertas de offset (compensações) dos competidores, no sentido de ajudar o país com seu programa KF-X.

Observadores da indústria disseram que os favoritos a ganhar a disputa para substituir os F-4 Phantom do país são o F-15SE e o F-35. A relação histórica da Coreia do Sul com os Estados Unidos, segundo eles, favorecerá os dois caças norte-americanos. O Tyhpoon é visto como um “outsider” (fora do páreo), enquanto que o  PAK FA não teria virtualmente qualquer chance de vencer.

Um fator que poderia influenciar a decisão da Coreia do Sul é a escolha recente do F-35 pelo Japão, em detrimento aos concorrentes Boeing F/A-18 E/F Super Hornet e Eurofighter Typhoon, para o requerimento F-X de 42 aeronaves. Alguns observadores da indústria disseram que a Coreia do Sul será influenciada fortemente pela decisão japonesa. Já outros dizem que o impacto será negligenciável.

No Seoul Air Show do final de 2011, a Boeing e a Lockheed Martin destacaram diferentes missões para o F-X III. A Boeing disse que seu F-15SE oferece características furtivas suficientes para operações do início de um conflito e, podem, logo que a furtividade não seja mais necessária nos combates, ser configurado para levar uma carga mais pesada de armas de ataque ar-solo à distância. A Lockheed destacou que as características furtivas do F-35 seriam de grande utilidade em missões de baixa altitude sobre território inimigo.

A Korea Aerospace Industries (KAI) está no segundo ano da fase de desenvolvimento tecnológico do KF-X, uma aeronave que vem sendo desenvolvida para substituir o F-4 e o F-5. O KF-X seria um caça de médio porte, na “classe do KF-16″, segundo a KAI. A Coreia do Sul já assinou com a Indonésia um acordo para que esta seja parceira do programa em 20%. O envolvimento da Indonésia no projeto poderia afetar a transferência de tecnologia por parte dos concorrentes do F-X III para o programa KF-X.

FONTE: Flightglobal (tradução, adaptação e edição: Poder Aéreo)

FOTOS: Boeing, Lockheed Martin, Eurofighter e Sukhoi (na ordem de aparição no texto original)

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A Coreia do Sul comprará dois aviões de reconhecimento avançado em 2015 para interceptar mensagens de rádio da Coreia do Norte, depois que a espionagem sul-coreana soube pela televisão a notícia da morte do ditador norte-coreano, Kim Jong-il.

Estreitar a vigilância sobre a Coreia do Norte é o objetivo das Forças Armadas sul-coreanas, que pensam em adquirir duas unidades da versão especial militarizada do Falcon-2000, produzido pela empresa Dassault Aviation da França, segundo disse à agência local Yonhap uma fonte do governo que pediu para permanecer no anonimato.
“O Exército decidiu incorporar dois aviões de reconhecimento Falcon-2000 para substituir seus velhos aviões-espião que possuem um curto alcance e equipamento antigo”, declarou.

Os serviços de inteligência e as autoridades militares da Coreia do Sul foram alvo de várias críticas por não perceber a morte do ditador norte-coreano, Kim Jong-il, no dia 17 de dezembro, segundo a versão oficial, até que os meios de imprensa estatais norte-coreanos deram a notícia por rádio no último dia 19.

Os novos aviões-espião franceses serão desdobrados previsivelmente antes de dezembro de 2015, data em que, a princípio, as Forças Armadas da Coreia do Sul tomarão o controle operacional em caso de guerra, uma responsabilidade que atualmente as tropas dos EUA estabelecidas no país assumem.

Washington, com mais de 28 mil soldados na Coreia do Sul, tem este controle operacional desde o fim do conflito que colocou frente a frente as duas Coreias entre 1950 e 1953, e que acabou com um armistício em vez de um tratado de paz, por isso que os países vizinhos estão ainda tecnicamente em guerra.

FONTE: Terra/Efe

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Segundo informação da agência de compras governamentais da Coreia do Sul, divulgada nesta sexta-feira (4 de novembro) pela agência de notícias sul-coreana Yonhap News, o país deverá produzir em massa a versão armada do jato de treinamento T-50 Golden Eagle a partir de 2013.

A DAPA (Defense Acquisition Program Administration – administração de programas de aquisição de defesa) disse que finalizará um acordo neste ano para que a primeira entrega da versão armada do T-50, denominada FA-50, seja entregue à Força Aérea da República da Coreia por volta de agosto de 2013. Segundo fontes, aproximadamente 60 jatos FA-50 deverão ser produzidos até 2016.

FONTE: Yonhap News

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Escondida em um canto do estande Samsung Thales, havia uma pequena sala chamada “Next Generation Aircraft Display”. Dentro, podia-se ver um cockpit de demonstração, que dá uma pista sobre uma das peças-chave d0 caça furtivo sul-coreano KF-X.

Um atendente, que falou apenas um pouco mais de inglês do que podemos falar coreano, parecia expressar que este era um novo cockpit para o KF-16. Mas a imagem na grande tela do painel mostrava um caça com canards e uma cauda inclinada, o que revelou o mistério: este conceito foi desenvolvido localmente para o cockpit do caça que a Coreia do Sul espera desenvolver até 2020.

FONTE: FlightGlobal

Tradução e Adaptação: Poder Aéreo

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A fase de desenvolvimento tecnológico deste caça de 4,5ª geração deverá ser realizada até o final de 2012. Projetos preliminar e detalhado sucedem-se a partir de 2013, para início de produção em 2021

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Segundo o jornal Antara News, a fabricante estatal de aeronaves PT Dirgantara Indonesia (PT DI) já mandou 35 pessoas para a Coreia do Sul, com o objetivo de realizar as preparações para o programa de cooperação entre o país e a Coreia do Sul, que deverá desenvolver um caça a jato de 4,5ª geração.

O programa para desenvolvimento do caça recebeu o codinome KF-X / IF-X  (Korea Fighter Experiment /Indonesia Fighter Experiment – experimento de caça coreano / experimento de caça indonésio).

O diretor de desenvolvimento de tecnologia e de negócios da PT DI, Dita Asdonni Jafri, afirmou: “Mandamos 35 pessoas para a Coreia no mês passado. Eles deverão cumprir uma missão dada à PT DI pelo governo, no caso pelo Ministério da Defesa.” Ele ainda disse que as preparações deverão tomar bastante tempo, já que a certificação só seria conferida em 2020.

Por meio desse programa, que inclui atividades de projeto, produção, integração e testes, o governo da Indonésia deseja, indiretamente, desenvolver a indústria de aviação doméstica.

O caça deverá ser de uma classe superior ao F-16 ou Sukhoi 30, porque seria de 4,5ª geração. Porém, estará ainda abaixo do norte-americano F-35, que é uma aeronave de 5ª geração. O caça deverá ter um raio de combate de 600 milhas náuticas (pouco mais de 1.000 km – porém não foi detalhado, na matéria do Antara News, se esse raio é para missões ar-ar ou ar-solo, muito menos em que configuração e perfil de voo) uma persistência / autonomia de 4,5 horas e capacidade de carregar até 6 toneladas de armamento.

Os governos dos dois países assinaram diversos documentos relativos ao projeto: uma carta de intenções em 6 de março de 2009, um memorando de entendimento (MOU) em 15 de julho de 2010, um termo de confidencialidade ou acordo de não divulgação (non-disclosure agreement) em 20 de novembro de 2010, assim como os direitos de propriedade intelectual e acordo de projeto em 11 de março de 2011.

Por meio desses acordos, o programa KF-X/IF-X deverá começar por uma fase de desenvolvimento tecnológico de um ano de duração (2011 – 2012) para a realização de estudos relativos aos requisitos de sistemas, de configuração, assim como o desenvolvimento de tecnologias fundamentais (core technology). De 2013 a 2020, o programa passará pelas fases de desenvolvimento de engenharia de produção, projeto preliminar, projeto detalhado e certificação da produção do protótipo. A produção em larga escala é esperada para 2021.

Enquanto isso, a Indonésia e a Coreia do Sul assinaram, no início de setembro deste ano, um memorando de entendimento em cooperação de defesa, o que inclui cooperação na indústria de defesa. O acordo foi assinado pelo Ministro da Defesa Indonésio Purnomo Yusgiantoro e sua contraparte sul-coreana, Kim Kwan-Jin.

 

FONTE: Antara News (tradução, adaptação e edição: Poder Aéreo)

NOTA DO EDITOR: se o cronograma acima for realmente seguido, outros países que eventualmente se interessem pelo programa não podem demorar muito a se juntar às duas nações já envolvidas, se quiserem ter alguma influência nas decisões importantes do projeto. É na fase preliminar que várias dessas decisões são tomadas, refletindo na maior parte do desenvolvimento posterior – sem falar que muito do desenvolvimento preliminar provavelmente já foi realizado pela Coreia do Sul (o vídeo acima, já mostrado aqui no Poder Aéreo, traz algumas imagens desses trabalhos, que sofreram algumas interrupções ao longo do tempo).

Depois, sobram as participações no desenvolvimento de componentes, na produção e, é claro, no financiamento do projeto. No ano passado, a Turquia já demonstrou interesse no programa, sinalizando entrar com uma parcela financeira semelhante à da Indonésia. Para saber mais detalhes, clique nos links abaixo.

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Um avião militar de reconhecimento do Exército dos EUA fez um pouso de emergência durante o exercício militar anual entre a Coreia do Sul e os EUA em março, quando a Coreia do Norte “jammeou” seu dispositivo de GPS.

A aeronave RC-7B decolou de sua base às 08h30 em 4 de março, mas teve que fazer um pouso de emergência cerca de 45 minutos depois, devido ao bloqueio de suas funções de GPS por sinais de interferência transmitidos de Haeju e Kaesong na Coreia do Norte, em intervalos de cinco a 10 minutos.

A interferência de sinais também bloqueou os dispositivos GPS de barcos de patrulha costeira e barcos de alta velocidade da Marinha sul-coreana. Diversas aeronaves civis na área de Gimpo também foram afetadas. A Coreia do Norte emprega “jammers” montados em veículos para interromper sinais dentro de 50-100 km.

FONTE: Chosun.com / COLABOROU: Leandro Batista

NOTA DO PODER AÉREO: Hoje no final da tarde a Reuters publicou a informação de uma fonte anônima do Pentágono que negou que tenha ocorrido o bloqueio eletrônico do GPS de uma aeronave militar americana.

A Boeing entregou em 20 de agosto mais três caças F-15K Slam Eagle à Republic of Korea Air Force (ROKAF) na Base Aérea de Daegu.

As aeronaves deixaram a fábrica da Boeing em St. Louis em 16 de agosto e fizeram escala em Palmdale, Hickam Air Force Base, Havaí e Anderson Air Force Base em Guan, antes de chegarem à Coreia.

A Boeing entregou os primeiros seis de 21 jatos F-15Ks da produção sob o contrato Next Fighter II em 2010, seguidos de dois em abril e dois em maio. As oito aeronaves restantes serão entregues até abril de 2012.

Seis dos novos F-15K Slam Eagles estão programados para participar do próximo exercício Red Flag na base aérea de Nellis, em janeiro próximo.

O F-15K é uma variante avançada do F-15E, equipado com as últimas atualizações tecnológicas. A vida útil da aeronave está programada para até 2040, com inserções tecnológicas e upgrades ao longo do ciclo de vida.

A Boeing completou a entrega de 40 jatos F-15K à ROKAF, do contrato Next Fighter I, em outubro de 2008.

FONTE/FOTO: Boeing

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Programa, que inclui o russo PAK-FA entre os concorrentes, deve sair em outubro do ano que vem

A Coreia do Sul irá adquirir uma nova geração de caças furtivos no exterior para melhor combater provocações norte-coreanas, informou a agência de aquisição local de defesa nesta quarta-feira.

O Programa de Aquisição de Administração de Defesa (DAPA) disse que reduziu a lista dos candidatos para quatro caças: o F-15SE Silent Eagle da Boeing, F-35 Lightning II da Lockheed Martin, Eurofighter Typhoon da EADS e o T-50 PAK-FA da russa Sukhoi.

De acordo com DAPA, o projeto para adquirir 60 caças de quinta geração stealth est´estimado em 8,29 trilhões de won (US$ 7,86 bilhões). O país espera escolher o vencedor em outubro do ano que vem.

“Facilitamos os critérios de capacidade operacional para garantir que mais jatos possam entrar na licitação”, disse a agência em um comunicado. “Vamos delinear estratégias que permitam a transferência de tecnologia e incentivar a concorrência.”

A DAPA disse que a nova geração de caças preparará melhor o país contra as “capacidades assimétricas” da Coreia do Norte e reforçarão a dissuasão do Sul contra os ataques aéreos de surpresa.

A agência disse que Seul também vai adquirir helicópteros AH-X de ataque no exterior. O SuperCobra AH-1W da Bell e o AH-64D Block III da Boeing, ambos helicópteros americanos, irá competir com o Tiger CE-665 da Eurocopter da França e do T-129 da Turquia.

Este projeto, avaliado em 1,84 trilhões de won, representa a compra de 36 helicópteros de ataque. O vencedor da licitação também será anunciado em outubro do próximo ano.

FONTE: Yonhap News

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Calma pessoal. A notícia é da Coreia do Sul. Fontes locais estão dizendo que o PAK-FA foi oferecido para participar do programa FX-III. A agência de compras de material de defesa da Coreia do Sul (DAPA) também considera o Boeing F-15SE Silent Eagle, o Eurofighter Typhoon e o Lockheed-Martin F-35.

FONTE: The Dew Line

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