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C-17

A Boeing entregou no dia 22 de janeiro o primeiro dos dez aviões de transporte estratégico C-17 Globemaster III para a Força Aérea da Índia (IAF). Agora a aeronave entrará em um programa de ensaios em voo da USAF na Base Aérea de Edwards em Palmdale. A Boeing pretende entregar mais quatro C-17s para a IAF este ano e outros cinco em 2014.

O Ministério da Defesa da Índia assinou um acordo com o governo dos EUA em junho de 2011 para a venda de dez C-17, fazendo da Índia o maior operador desta aeronave fora dos EUA. Os governos finalizaram o contrato FMS (Foreign Military Sales)em 6 de junho de 2012.

Ao todo a Boeing já entregou 250 C-17, sendo 218 para a USAF, Guarda Aérea Nacional e unidades da Reserva. Um total de 32 C-17 foram entregues para Austrália, Canadá, Índia, Qatar, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido e para a parceria da OTAN Strategic Airlift Capability.

FONTE/FOTO: Boeing (tradução e adaptação, Poder Aéreo)

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USAF planeja configurações comuns entre os caças F-22 e F-15C

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Autoridades da USAF também falaram a parlamentares dos EUA sobre as reduções das frotas, que afetam a Guarda Aérea Nacional e a reserva, e justificaram a extensão da vida do F-16 e desativação de parte dos A-10

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Em depoimento realizado dia 6 de março em Washington ao Subcomitê de Defesa da Câmara, o secretário da Força Aérea dos EUA (USAF) Michael Donley, juntamente com o chefe de Estado Maior da USAF Gen. Norton Schwartz, destacaram os esforços de modernização da Força. Entre eles, está o foco em configurações comuns entre aeronaves, como vem ocorrendo nas frotas de C-5 Galaxy e C-17 Globemaster III e os esforços em andamento para a busca de configurações comuns nas frotas de F-22 Raptor e F-15C Eagle.

Essas comunalidades visam diminuir as necessidades apoio e manutenção das frotas. Essa é uma das prioridades da modernização de aeronaves da USAF, preocupação que é significativa “especialmente devido à idade das frotas dos aviões e as novas tecnologias, que desencadeiam a necessidade de investimentos”, disse Donley.

Outras prioridades incluem o bombardeio de longo alcance, o avião de reabastecimento em voo KC-46A, além de programas chave em espaço e ISR (inteligência, vigilância e reconhecimento). Segundo Donley, todos são vitais para o futuro. Para tornar esses esforços possíveis, Schwartz disse que a USAF quer desativar aproximadamente 230 caças, aviões de transporte e de ISR no ano fiscal de 2013, dentro de um total de 286 aeronaves que deverão ser desativadas  pelo Plano de Defesa dos próximos anos.

Segundo Schwartz, “como parte da orientação estratégica de defesa, estamos estruturando nossa força para ser ágil e dar o retorno esperado, mesmo aceitando o risco associado de ter uma força de tamanho menor. Nós planejamos que as metas de desativações conseguirão economizar um total de 8,7 bilhões de dólares no período planejado, recursos que poderão ser aplicados na estratégia de modernização.”

A USAF também está enfatizando o uso de capacidades multitarefa que proporcionam flexibilidade dentro do espectro de um conflito, segundo Donley. Ele destacou como exemplo de multitarefa o C-130 Hercules, assim como as escolhas da USAF na estrutura da força de caças, o que inclui uma frota menor de A-10 Thunderbolt II e planos para uma extensão da vida útil do F-16 Fighting Falcon.

Esse ajuste no número de aeronaves faz parte de uma visão holística e interestadual para a estrutura das forças da Guarda Aérea Nacional e da Reserva da Força Aérea, disse Schwartz: “Claramente, a vitalidade e a efetividade da USAF é dependente da força como um todo. Assim, as lideranças tanto dos componentes ativos como de reserva trabalharam de forma próxima em todasa as deliberações que afetassem a força no seu todo.”

 FONTE / FOTOS: USAF

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20 anos de C-17

A Boeing comemorou neste dia 15 de setembro o 20º aniverário do primeiro voo do seu avião de transporte C-17 Globemaster III . Naquela data o protótipo T-1 decolou de Long Beach para um voo de duas horas. Este voo foi repetido ontem também com o T-1.

A frota d e C-17 já voou mais de dois  milhões de horas nestes 20 anos em diversas missões ao redor do mundo.

A linha de produção de aeronave continua aberta, mas a Boeing reduziu de 15 para 10 exemplares por ano para que ela permaneça aberta além de 2014.

O C-17 quebrou 33 recordes mundiais, mais do que qualquer outro avião, durante seus testes iniciais em Edwards Air Force Base.

Em 20 anos a Boeing entregou 235 C-17, sendo 211 para a U.S. Air Force (inclui unidades da ANG e da AF Reserve) e 24 para clientes no exterior. A Índia tornou-se o mais novo membro da família ao selecionar o avião em junho passado.

FONTE: Boeing

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Ministro da Defesa da Índia também comentou sobre o prazo para avaliar finalistas do MMRCA

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Reportagem do AINonline afirma que, segundo o comandante da Força Aérea Indiana, a Índia poderá adquirir pelo menos mais seis aviões de transporte  C-17, da Boeing, e outros seis C-130J, da Lockheed Martin. Os primeiros dois C-130J encomendados pela Força Aéra Indiana, de um total de seis, já foram entregues e, segundo o comandante Naik, a encomenda inicial de dez C-17s já foi finalizada.

Naik também afirmou que a seleção de helicópteros de ataque, de transporte pesado e utilitários também é iminente. Para os de ataque, concorrem o Boeing AH-64D Apache e o Mil Mi-28N. Para os pesados, competem o Boeing CH-47D e o Mil Mi-26T e, para os utilitários leves, disputam o AgustaWestland AW119, o Eurocopter AS550 e o Kamov Ka-226.

O comandante também comentou sobre a seleção do MMRCA (avião de combate multitarefa de porte médio). Sobre a eliminação do F-16, F-18, Gripen e MiG-29, ele disse que “os dois finalistas europeus foram os que mais cumpriram os mais de 600 parâmetros que a equipe de seleção da Força Aérea Indiana estabeleceu.” Ele já havia afirmado que a abertura das propostas comerciais do Dassault Rafale e do Eurofighter Typhoon seria em meados do mês passado (junho), mas que levaria “alguns meses” para avaliar os pacotes de apoio, treinamento e compensações, assim como os custos dos ciclos de vida.

Treinadores: no final de junho, a Índia selecionou o Pilatus PC-7 Mk II para seu requerimento por um treinador básico. A compra foi apressada pela proibição de voos dos treinadores HAL HPT-32 Deepak, de motor a pistão, em julho de 2009, após 17 acidentes. Enquanto aguardam a entrada em serviço do novo treinador, os pilotos fazem a instrução nos jatos HAL Kiran Mk II ou BAE Systems Hawk.

FONTE: AINonline

FOTO: USAF (Força Aérea dos EUA)

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Na quarta-feira, 9 de março, a DSCA (Defense Security Cooperation Agency – Agência de Cooperação de Defesa dos EUA) notificou o Congresso dos Estados Unidos sobre uma possível venda de um C-17 Globemaster para a Austrália. O valor do negócio, via FMS (Foreign Military Sale – Venda Militar ao Estrangeiro), incluindo equipamentos, peças, treinamento e apoio logístico é estimado em 300 milhões de dólares (aproximadamente 496 milhões de reais).

A Austrália já opera quatro aeronaves do modelo.

A aeronave, conforme requisição do Governo da Austrália, deverá ser equipada com quatro motores Pratt & Whitney F117-PW-100 e um sistema LAIRCM (Large Aircraft Infrared Countermeasures – contramedidas infravermelhas para aeronave de grande porte) do tipo AN/AAQ-24V(13), e estão também no pacote peças de reposição e de reparo, equipamentos de suprimento e de testes, treinamento do pessoal e equipamentos de treinamento, publicações e documentação técnica, serviços de engenharia, logística e apoio técnico por parte do Governo dos EUA e da empresa contratante principal, a Boeing, além de outros elementos de apoio logístico.

A notificação ao Congresso dos EUA destaca a posição da Austrália como um dos mais importantes aliados dos Estados Unidos no Pacífico Ocidental, além dos esforços do país em operações no Iraque e na Enduring Freedom. Essa quinta aeronave deverá incrementar a capacidade da Austrália em apoio a operações globais em coalizão, assim como operações humanitárias e de manutenção da paz, como é o caso da resposta às inundações em Queensland, a ciclones e ao terremoto na Nova Zelândia.

Como de praxe em informes da DSCA, é destacada a capacidade do país em absorver e operar o equipamento. A frota de C-17 Australiana opera a partir da base da RAAF (Royal Australian Air Force – Força Aérea Real Australiana) em Amberley, de onde operam também os principais meios de transporte e de reabastecimento em voo no país. A base, atualmente, recebe melhorias na infraestrutura. E também, como de costume, a DSCA avisa que a venda não vai alterar o equilíbrio militar da região. Não estão incluídos acordos de offset (compensações).

FONTE: DSCA

FOTOS: Ministério da Defesa da Austrália

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…Boeing reduz produção e corta pessoal da linha de montagem da aeronave

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A Boeing anunciou na quinta-feira, 21 de janeiro, a chegada do sétimo C-17 Globemaster III à Base da RAF de  Brize Norton, em Oxfordshire, na Inglaterra.

A aeronave havia sido entregue oficialmente, nas instalações da Boeing de Long Beach, em 16 de novembro do ano passado, sofrendo modificações nas instalações de San Antonio antes de voar ao Reino Unido.

O avião passa a operar no Esquadrão 99, contribuindo para que a frota de C-17 do Reino Unico continue a prover capacidade de transporte aéreo crítica para a Força Conjunto de Ação Rápida do país. As operações vão além do Teatro de Operações do Afeganistão, com missões humanitárias no Paquistão, Haiti e Chile.

As aeronaves do esquadrão são equipadas com softwares e aviônicos atualizados, assim como tanques de combustível extras para um alcance de mais de 4.000 milhas. Em maio do ano que vem, vai fazer 10 anos que o primeiro C-17 foi entregue à RAF.

Segundo nota do Ministério da Defesa do Reino Unido (MoD UK), o C-17 da RAF pode voar sem escalas para o Afeganistão, levando 138 pessoas, um helicóptero Chinook, ou até três helicópteros Apache ou três veículos blindados Warrior.

O Primeiro Ministro David Cameron fez uma visita à Base de Brize Norton na chegada da aeronave. Ele visitou a aeronave e afirmou que “é encantador estar aqui e dizer obrigado às pessoas que estão trabalhando muito duro para ter certeza de que a ponte aérea entre o Afeganistão e a Grã-Bretanha está aberta e funcionando bem”.

Mas, do outro lado do Atlântico, nem tudo é “festa”.

Como parte de uma transição anunciada no ano passado, a Boeing confirmou que vai entregar 13 aeronaves C-17 em 2011 (em 2010, foram 14), na medida em que a empresa muda a taxa de produção para 10 C17 por ano. Até o final do ano de 2012, a força de trabalho do programa de produção será cortada em aproximadamente 1.100 empregos. Será eliminado o segundo turno da linha de produção final de Long Beach, visando, com uma taxa de produção menor, manter a linha de produção por mais tempo, enquanto a Boeing trabalha para conseguir novas encomendas internacionais.

A Boeing informou que providenciará assistência para os trabalhadores atingidos, assim como procurar vagas potenciais para os mesmos em outras áreas da empresa. 900 dos empregos cortados são de Long Beach, os 200 restantes são das instalações de Macon e de St. Louis.

FONTES / FOTOS Boeing e MoD UK (David Jones – PA Wire) – tradução, adaptação e edição: Poder Aéreo

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USAF libera vídeo da queda do C-17

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A Casa Branca confirmou a venda de 10 jatos de transporte Boeing C-17 à Índia e disse que o fabricante está nos estágios finais do negócio com o governo indiano.
A venda tornará a Indian Air Force a maior operadora do C-17 fora dos EUA.

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Kuwait quer C-17

Solicitação foi encaminhada ao congresso dos EUA

A agência do ‘Pentágono’ DSCA (Defense Security Cooperation Agency) informou ao congresso norte-americano de uma eventual venda via FMS (Foreign Military Sale) de um avião de transporte C-17 Globemaster III para a Força Aérea do Kuwait. O contrato, que inclui toda a parte logística, está estimado em US$693 milhões.

Além da aeronave, foi solicitado mais um motor Turbofan F117-PW100, um sistema ECM AN/ALE-47, um alerta de mísseis AN/AAR-47, peças sobressalentes, suporte, treinamento, documentos técnicos e apoio logístico.

A venda, segundo a DSCA, aumentará a interoperabilidade com as aeronaves da USAF que atuam na região. No Golfo Pérsico o Catar já opera duas aeronaves e os Emirados Árabes Unidos (EAU) encomendaram seis unidades no início deste ano.

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Segundo a Reuters, a Índia pretende finalizar um acordo de defesa no valor de 5,8 bilhões de dólares com os Estados Unidos, antes da visita do presidente Barack Obama. O acordo deverá ser o maior já realizado entre os dois países, na área de defesa.

As conversações têm como tema a aquisição, pela Índia, de 10 aviões de transporte C-17 Globemaster, fabricados pela Boeing, conforme afirmações de autoridades do governo na quarta-feira, acrescentando que as duas partes pretendem fazer o anúncio durante a visita de Obama.

Índia e EUA estão construindo uma aliança estratégica e, segundo especialistas em segurança, os laços crescentes de Nova Deli com Washington são um contrapeso ao crescimento da influência militar da China. índia e Estados Unidos já assinaram um acordo civil nuclear em 2008 que é considerado um marco, além de um pacto em julho do ano passado que facilita a entrada de empresas dos EUA, como a Lockheed e a Boeing, no lucrativo mercado de defesa indiano.

Em janeiro, Nova Deli já havia expressado seu interesse em comprar o avião de transporte pesado C-17 Globemaster, capaz de carregar grandes equipamentos de combate e tropas.

“A Índia vai receber a mais avançada versão disponível do C-17, que inclui as últimas modernizações e capacidades”, disse o Vice Presidente da Boeing de Defesa espacial e segurança para a índia, Vivek Lall, confirmando o acordo. Até hoje, a Boeing já vendeu 221 C-17 para diversos países, incluindo o Catar, o Reino Unido, a Austrália e o Canadá, segundo a empresa.

A Índia pretende gastar mais de 50 bilhões de dólares nos próximos cinco anos para modernizar suas forças armadas e grande número de equipamento da era soviética, num esforço focado após os ataques de Mumbai, em 2008, terem revelado lacunas em segurança e a necessidade de modernizar suas defesas.

Também é esperada a finalização de um acordo para a compra de 126 caças a jato, em que o Boeing F/A-18 Super Hornet também é um competidor, junto com o F-16 da Lockheed Martin, do francês Dassault Rafale, do russo MiG-35, do sueco Saab JAS-39 Gripen e do Eurofighter Typhoon, produzido por um consórcio de empresas europeias.

FONTE: Reuters FOTO: Boeing

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Novos testes de formação de C-17, agora com sete aeronaves

Na quarta-feira passada, 15 de setembro, a Base Aérea de Edwards da USAF (Força Aérea dos EUA) divulgou que o 418º Esquadrão de Testes de Voo conduziu um teste de formação de sete aeronaves C-17 Globemaster III. Os testes, realizados no dia anterior, serviram para avaliar as modificações realizadas no sistema de formação em voo da aeronave (FFS – Formation Flight System), e necessitavam de múltiplas aeronaves voando em formação para validar o desempenho do sistema.

Segundo o informe, o sistema permite que o piloto monitore e voe a aeronave em formação com outros C-17 numa mesma altitude e distância em qualquer condição de tempo. O voo de aviões C-17 em grandes formações, tanto em céu limpo quanto nublado, tem o propósito de despejar uma grande força de pessoal e equipamentos em ambientes hostis, rapidamente e com precisão. Trata-se de um requerimento básico de missão da aeronave.

Na formação, o líder é responsável por mandar pelo sistema, eletronicamente, informações para os demais C-17, para que todos voem na altitude e velocidade apropriadas. Desde 2008, o sistema vem sendo testado com formações gradualmente maiores a cada teste. O último foi realizado no ano passado, com seis aeronaves (veja primeiro link da lista abaixo).

Para esse novo teste com sete aviões, seis C-17 (três da Base Aérea de McChord, estado de Washington e três da Base Aérea de Charleston, Carolina do Sul) somaram-se ao C-17 de Edwards.

FONTE / FOTOS: Edwards AFB – USAF

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C-17 usa biocombustível em voo de testes

Na foto um C-17 Globemaster III baseado em Edwards, decolando em 27 de agosto para conduzir um voo de teste, a fim de verificar o desempenho com diferentes combinações de biocombustíveis.

A aeronave foi alimentada com 50% de JP-8, 25% de combustível de aviação hidratado renovado (HRJ) e 25% de combustível Fischer–Tropsch.

O 418th Flight Test Squadron conduziu os voos de teste durante uma semana usando diferentes combinações de JP-8 o HRJ.

FOTO: USAF / Kenji Thuloweit

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Queda de C-17 no Alasca faz quatro vítimas

Quatro militares morreram após a queda de um avião de carga C-17 durante um treinamento numa base da Força Aérea dos Estados Unidos. Segundo testemunhas, o acidente produziu uma bola de fogo que subiu centenas de metros. Três dos ocupantes da aeronave pertenciam à Guarda Aérea Nacional do Alasca e o quarto trabalhava na Base de Elmendorf, informou o coronel da Força Aérea John McMullen. Os nomes das vítimas não foram divulgados, pois seus parentes devem ser informados primeiro.

O C-17 pertencia ao 3º Esquadrão, baseado na Base da Força Aérea de Elmendorf, nas proximidades de Anchorage. A queda aconteceu no início da noite (local) durante um treinamento para demonstração para uma apresentação aérea que aconteceria no próximo final de semana, contou a tenente-general Dana Atkins.

O capitão do corpo de bombeiros de Anchorage, Bryan Grella, disse que sua equipe estava terminando o jantar quando algo chamou sua atenção. “Era uma nuvem grande de fumaça cinza e eu vi uma bola de fogo subir”, afirmou.

O acidente foi o segundo ocorrido em Anchorage neste verão do Hemisfério Norte. Em junho, uma criança morreu e outras quatro sofreram queimaduras quando um pequeno avião caiu depois de decolar do aeroporto para pequenas aeronaves no centro da cidade. Dias depois, um avião pequeno aterrissou numa movimentada estrada em Anchorage, mas ninguém ficou ferido.

FONTE: OESP, via Notimp

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Autoridades do Departamento de Defesa (Department of Defense – DoD) dos EUA disseram, em audiência realizada no Congresso norte-americano, que as Forças Armadas já têm uma frota suficiente de aviões de transporte e que, no caso da aquisição de mais aeronaves do tipo ser colocada no orçamento do próximo ano, deverá haver desativações prematuras na frota atual.

“Já temos C-17 suficientes”, disse uma autoridade do Departamento de Defesa, Mike McCord, e “dinheiro gasto em coisas que não precisamos faz falta para as coisas que precisamos”.

O Secretário de Defesa é contra a aquisição de mais aeronaves C-17 Globemaster III. Tanto essa aeronave quanto o C-5 Galaxy tem sido criticamente importantes para o apoio às operações do Iraque e Afeganistão, porém a frota atual de 223 C-17 e 111 C-5 é considerada mais do que suficiente para as necessidades militares até 2016, segundo estudos do DoD. O mais velho avião da frota, o Lockheed’s C-5, tem sua operação viável até 2025, e a frota como um todo deverá durar até 2040.

O DoD não vem requisitando C-17 desde o orçamento do ano fiscal de 2007, mas o Congresso dos EUA, desde então, vem gastando 1,25 bilhão de dólares em C-17 “que não precisamos”, segundo  McCord, que durante 21 anos foi do comitê das Forças Armadas no Senado dos EUA, antes de ir para o DoD.

Além do fato de que a incorporação de novas aeronaves implicaria em desativação de outras da frota atual, haveria custos adicionais em trenamento, manutenção e infraestrutura, como novos hangares, bases e ferramental. A solução de melhor custo-benefício, segundo o DoD, seria ampliar a vida útil dos C-5M para operarem em conjunto com os C-17. Este último é considerado a espinha dorsal da frota, enquanto que a combinação de longo alcance e grande capacidade do C-5 é inigualável – juntos, atendem à demanda por transporte a qualquer lugar do mundo, na visão das autoridades do DoD.

O presidente dos EUA, Barack Obama, prometeu vetar qualquer lei relacionada à compra de mais C-17.

FONTE / FOTO: USAF (reportagem do American Forces Press Service)

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Pesos-pesados para o pouso

C-17 vindo para o pouso - foto USAF

Mais uma foto de aeronaves C-17 Globemaster III em exercício de mobilidade (Mobility Air Forces exercise) realizado no último dia 19 de maio, na Base Aérea de Nellis, em Nevada (EUA). O exercício faz parte de outro maior, o “U. S. Air Force Weapons School Mobility Air Force exercise”, realizado bianualmente

FOTO: USAF

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