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F-20: multiplicador de força

No anúncio do F-20, a Northrop dizia que ele era uma vez e meia mais confiável que seu competidor mais próximo (F-16?). Ele precisava de metade do pessoal de apoio e era mais rápido de reparar.

Com 24 caças F-20, seria possível realizar 161 sortidas por dia, contra 106 do competidor.

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O Ministro da Defesa Ehud Barak aprovou a compra depois de dois anos de duras negociações envolvendo Israel, o Departamento de Defesa dos EUA e a Lockheed Martin

O Ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, aprovou hoje a compra de 20 caças F-35 para a Força Aérea de Israel.

Os jatos, fabricados pela Lockheed Martin, deverão chegar a Israel por volta de 2015.

As negociações para a compra foram complicadas pela exigência da IAF de instalar aviônicos israelenses nas aeronaves e a recusa dos americanos em permitir as mudanças.

No final, o desejo da IAF de ser a primeira força aérea no Oriente Médio a usar o F-35 superou a exigência pela instalação de sistemas israelenses e foi acordada a compra de 20 caças F-35 sem os sistemas israelenses instalados.

Os americanos prometeram, entretando, que se Israel comprar mais F-35s, o que a IAF pretende fazer nos próximos anos, será possível instalar sistemas israelenses naquelas aeronaves.

“O F-35 é o avião de caça do futuro que vai permitir a Israel manter sua superioridade aérea e sua vantagem tecnológica na região”, disse Barak. “O F-35 dará à IAF melhores capacidades, próximas e distantes, para ajudar a reforçar a segurança nacional de Israel”.

O Lockheed Martin F-35 é um caça de quinta geração, monoplace, monomotor, com capacidade de ataque furtivo, que pode evadir-se dos radares e sistemas de mísseis antiaéreos.

FONTE: Haaretz.com

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Combates Aéreos: F-14 versus Su-22

Em 1981, a VI Frota da Marinha dos EUA fazia manobras no Mediterrâneo Central. Naquela época, o coronel líbio Kadafi fazia ataques particularmente duros contra os EUA e ameaçava atacar os navios americanos que penetrassem no Golfo de Sidra, águas internacionais que a Líbia reivindicava.

O primeiro dia de manobras assistiu a muitas tentativas de aviões líbios intrusos, que foram interceptados e escoltados para fora da área de operações. Foram nada menos que 35 incidentes.

No segundo dia, dois caças Grumman F-14 Tomcat do esquadrão de caça VF-41 Black Aces, baseados no navio-aeródromo USS Nimitz, voavam numa PAC em formação de combate, afastados 3.000m um do outro, com o ala voando 2.000m mais alto.

Num dado momento, detectaram dois sinais não identificados no radar. O líder da formação avistou os estranhos a 12km de distância e virou-se imediatamente para interceptá-los.

Pouco depois, a distância entre os aviões americanos e líbios tinha diminuído para perto de 5km, quando os intrusos foram identificados visualmente com segurança como caças-bombardeiros de fabricação soviética Sukhoi Su-22 “Fitter”, da Força Aérea Líbia.

Nos segundos seguintes, os pilotos americanos viram o líder líbio disparar um míssil AA-2  ”Atoll”  guiado por infravermelho contra eles. Pelas regras de engajamento, os Sukhoi passaram a ser considerados como hostis e os Tomcat ficaram livres para combater, sem pedir permissão ao comando.

Depois que o líder líbio disparou o míssil, os dois Su-22 partiram em direções diferentes para tentar evitar os F-14. Kleeman, o comandante do elemento, perseguiu o avião da esquerda e seu ala, Muczynski, atacava o da direita.

Enquanto o ala líbio subia e se inclinava para começar a girar, seu líder girava brutalmente para completar 180 graus. Kleeman tinha previsto essa manobra e colocou-se na cauda do Sukhoi, a uma distância de 1.400m, enquanto Muczynski perseguia o líder.

Kleeman travou no alvo e lançou contra ele um míssil AIM-9L Sidewinder, destruindo o Sukhoi. O piloto líbio se ejetou. Muczynski fez o mesmo poucos segundos depois, mas o paraquedas do piloto do avião que ele derrubou não abriu.

O fato de deixar um grande afastamento entre os 2 Tomcat, impediu o inimigo de avistar ambos ao mesmo tempo, contrastando bastante com a formação fechada e taticamente ineficaz dos líbios.

Embora o F-14 não tenha sido projetado para “dogfight”, o treinamento recebido pelos pilotos da Marinha na escola Top Gun os capacitou a superar o inimigo em aeronaves menores e potencialmente mais manobráveis que eles.

VF-41 - RIO Dave Venlet Cmdr Hank Kleeman Ten Muczynski e RIO Jim Anderson

VF-41 – (À esquerda) RIO Dave Venlet, Cmdr Hank Kleeman e (à direita) Ten Muczynski e RIO Jim Anderson.

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A Força Aérea Russa está completando o programa de modificação do seu interceptador MiG-31, para o padrão MiG-31BM.

O MiG-31BM é equipado com aviônicos atualizados e datalinks digitais, um novo radar multimodo, displays multi-função coloridos no cockpit, um novo e mais capaz computador de bordo e a habilidade de transportar novos mísseis ar-ar e a possibilidade de empregar mísseis ar-superfície anti-radiação como o AS-17 Krypton.

O sistema de controle de tiro Zaslon original emprega um radar phased array PESA, com alcance de 110 milhas (203,7km) e capacidade de engajamento simultâneo de 10 alvos. A Força Aérea Russa diz que os melhoramentos dobraram o alcance.

O MiG-31BM também pode usar os novos mísseis ar-ar Novator KS-172 (AAM-L), anti-AWACS, com alcance de 220 milhas (407km). Esta arma foi testada pela primeira vez em 1994.

Diz-se que o MiG-31BM também pode abater mísseis de cruzeiro e futuras aeronaves hipersônicas.

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FONTE: Ria Novosti

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O KFX sul-coreano

A Coreia do Sul e a Indonésia vão desenvolver conjuntamente um caça de geração 4.5, de acordo com um memorando assinado no mês passado.

No vídeo acima, pode-se ver as tecnologias avançadas empregadas no desenvolvimento do projeto KFX (Korean Fighter eXperimental), um conceito “semi-stealth”, empregando tecnologia de baixa observação.

Os sul-coreanos anteriormente queriam desenvolver um caça mais furtivo que o Dassault Rafale e Eurofighter Typhoon, mas menos furtivo que o F-35.

O caça seria monoplace, bimotor, com empuxo total de 40.000 libras. Existiam dois conceitos do KFX: o K-100, com configuração convencional e o K-200, com canard.

SAIBA MAIS:

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O primeiro voo do protótipo do novo avião de treinamento básico colombiano Synergy deverá ocorrer ainda no mês de agosto. Em fase final de construção pela CIAC (Corporación de la Indústria Aeronáutica de Colombia), empresa estatal colombiana responsável pela manutenção e reparos das aeronaves da Força Aérea, a aeronave é derivada do Lancair Legacy FG, porém com área alar 15% maior e cockpit totalmente digital.

A CIAC pretende fabricar 24 exemplares do avião na razão de um por mês. No segundo trimestre de 2011, a cadência passará para duas unidades/mês. O Synergy substituirá o Cessna T-41D Mescalero na instrução básica na Força Aérea da Colômbia. É intenção da Colômbia exportar também uma versão desmilitarizada da aeronave.

FONTE: Flightglobal/Lancair

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‘Fumaça’ na América do Norte

Apresentações vão dividir espaço com os Snowbirds, os Thunderbirds e os Blue Angels

O Esquadrão de Demonstração Aérea (EDA) inicia viagem para uma série de apresentações no exterior. Nos dias 21 e 22, a Esquadrilha da Fumaça participa, pela primeira vez, do Windsor Internacional Air Show, na cidade de Windsor, na Província de Ontário, no Canadá. A equipe brasileira vai dividir espaço com os Snowbirds, o Esquadrão de Demonstração Aérea Canadense.

No dia 25, o EDA estará em Atlantic City, em New Jersey, na costa leste dos Estados Unidos. Um dos eventos mais populares da cidade americana, o Atlantic City AirShow inclui a apresentação dos Thunderbirds, Esquadrão de Demonstração Aérea da Força Aérea Americana. “Nas viagens de longa distância o desafio é grande por causa da necessidade de um planejamento extremamente minucioso”, explica o Major Massahiro, oficial especialista em manutenção.

Em Boston, na última etapa da viagem internacional, os brasileiros se encontram com os colegas da Marinha Americana, os Blue Angels, o primeiro time do mundo de acrobacia aérea.

FONTE/FOTO: Agência Força Aérea/Poder Aéreo

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DF quer atrair fábrica de jatos comerciais

Aeronaves são da mesma categoria dos E-jets da Embraer

O Governo do Distrito Federal entrou na briga para trazer a fábrica de aeronaves da holandesa Next Generation Aircraft. Quatro países estão na lista de interessados: Argentina, África do Sul, Brasil e Turquia. Na disputa interna, Minas Gerais e Goiás manifestaram interesse. O governador do DF, Rogério Rosso, participou no início do mês, em Amsterdã, de uma reunião com os executivos da empresa e trouxe na bagagem uma carta de intenções assinada pelo presidente da companhia, Jaap Jacobson, para a instalação de um complexo industrial na cidade.

Com investimentos de R$ 1,6 bilhão, o negócio pode movimentar R$ 4 bilhões por ano e gerar 10 mil empregos diretos.

O objetivo é recriar o Fokker 100, do grupo Rekkof. A aeronave, batizada como F100-NG, teve a aerodinâmica modernizada e recebeu novos motores e equipamentos eletrônicos. A empresa trabalha no novo modelo desde o fim de 2008 e recebeu, neste ano, um crédito de 20 milhões de euros (o equivalente a R$ 45 milhões) do governo holandês para dar andamento ao projeto. A expectativa da NG Aircraft é fazer o primeiro avião voar em 1º de outubro de 2015. Em 2017, será lançado o F70-NG, de menor porte.

Para tanto, a empresa escolherá a cidade-sede da montadora no próximo 30 de setembro.

Para conseguir atrair o negócio, o Distrito Federal precisa dispor de área para instalação do parque industrial, de uma boa política fiscal e de um pacote de incentivos. O GDF tem três locais para oferecer: dois na saída norte, um próximo a Sobradinho e outro na altura da Granja do Torto; a terceira opção fica na DF-140, perto da estação de rádio da Marinha.

A área mínima para abrigar o projeto é de 300 hectares três milhões de metros quadrados, o equivalente a 300 campos de futebol. As terras pertencem ao GDF e poderão ser repassadas à fabricante por meio do Programa de Promoção do Desenvolvimento Econômico (Pró-DF).

A ideia empolga tanto o governador que ele quer criar o Polo Aeronáutico de Brasília para abrigar o terminal de cargas local e a montadora. O êxito desse projeto vai inserir definitivamente o Distrito Federal na produção de alta tecnologia global, diz Rosso.

Segundo ele, o desafio urgente é encontrar parceiros que apostem no projeto. O mundo está atento a Brasília e só é preciso perceber as oportunidades. Parque A NG produzirá, inicialmente, 75% da aeronave fora da Holanda.

Apenas a cabine será feita no país europeu, que tem a tecnologia e a licença para tanto. Para montar a maior parte do avião, é necessária a produção de 36 mil itens, distribuída em um parque industrial formado por 14 fábricas.

As peças são enviadas para a montadora, que fica no centro do terreno. Depois de cinco anos, a empresa holandesa passará a fabricar todo o avião no local.

Cada fábrica do complexo deverá gerar em média 700 empregos.

Para o presidente da Federação das Indústrias do DF (Fibra), Antônio Rocha, a cidade tem condições de suprir a mão de obra técnica. As universidades de Brasília formam muitos jovens capacitados.

Além disso, o Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem) prepara-se para começar, no Gama, um centro de formação justamente para o setor, diz Rocha.

De acordo com o presidente, a iniciativa do GDF pode dar à indústria um papel fundamental na economia local.

O valor para instalação do complexo é de 700 milhões de euros R$ 1,6 bilhão. A NG procura um parceiro brasileiro para viabilizar 30% dos custos. Para tanto, linhas de créditos como a do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) podem ser fundamentais para avalizar a instalação.

Uma vantagem à disposição da capital da República é o Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO). Os recursos são oferecidos pelo governo federal para gerar o desenvolvimento econômico da região, mas o fundo é subutilizado pelos empresários locais. Só em 2010 foram previstos R$ 4,1 bilhões para todos os Estados DF, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul , sendo R$ 789,6 milhões para o setor empresarial brasiliense. Até o fim de julho, apenas 19,75% do montante havia sido emprestado no Distrito Federal. Se os R$ 633 milhões restantes não forem usados até o fim de setembro, eles retornarão aos cofres da União.

Custos O F100-NG tem capacidade para 122 passageiros e o F70-NG, para 85. A produção de cada aeronave na Europa gira em torno de US$ 10 milhões (R$ 17,7 milhões), com preço de venda de US$ 28 milhões (R$ 49,5 milhões).

O objetivo é aproveitar a mão de obra e os benefícios brasileiros para reduzir esses custos. Para os primeiros 12 meses de funcionamento, o parque industrial deverá produzir 60 unidades, com aumento gradativo para, em cinco anos, alcançar a fabricação anual de 84 aeronaves. O faturamento inicial esperado é de R$ 3 bilhões, podendo ultrapassar rapidamente a faixa de R$ 4 bilhões.

FONTE: Correio Braziliense, via Notimp

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Entre os cortes, estão 120 Tornados e 53 Typhoons

A United Press International (UPI), com informações do jornal Daily Telegraph, noticiou nesta quinta-feira, 12 de agosto, que a revisão dos planos estratégicos e de defesa britânicos trará um significativo corte no número de armas e tropas do Reino Unido. Os maiores cortes dessa revisão, esperada para os próximos meses, serão na RAF (Royal Air Force – Força Aérea Real).

Os cortes, entre 10 a 20% do orçamento de defesa, atingirão centenas de tanques, dúzias de caças a jato, cinco navios e até 16.000 pessoas, numa contribuição aos cortes de orçamento gerais do país.

Para a RAF, isso significará 7.000 pessoas e 295 aeronaves a menos, deixando o Reino Unido com menos caças do que em qualquer época, desde 1914. Aproximadamente 120 caças-bombardeiros Tornado deverão ser desativados, porque sua atualização seria muito cara. Quanto ao Eurofighter Typhoon, o corte será de 53 unidades, para que a frota do modelo atinja o máximo de 107 aviões.


Outras forças

O Exército Britânico perderá 5.000 militares e até 40% de seus veículos blindados, incluindo os Chalenger 2, Warrior e os obuseiros autopropulsados. O total de tropas deverá cair para 100.000.

A Marinha Real deverá ter dois submarinos nucleares cortados, além de três navios anfíbios e mais de 2.100 oficiais, marinheiros e fuzileiros. O programa de mísseis nucleares estratégicos Trident ainda está sob debate.

O informe da UPI, no entanto, acrescenta que um porta-voz do Ministério da Defesa Britânico, em nome do Secretário de Defesa Liam Fox, declarou que “decisões duras terão que ser tomadas mais que o complexo processo da revisão da estratégia de defesa e segurança será concluída no outono (do Hemisfério Norte), e que especulações sobre sua versão final, nesse estágio, são completamente sem fundamento.”

FONTE: UPI FOTOS: RAF

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A Arábia Saudita quer comprar 84 novos caças-bombardeiros F-15S para substituir alguns dos seus F-15 mais velhos, mas quer também um radar mais avançado, similar ao radar que os israelenses colocarão nos seus F-35.

Os novos radares com antenas AESA (active electronically scanned array) poderão aumentar a capacidade de vigilância e de direção de tiro em três vezes. Eles podem também criar mapas com resolução suficiente para encontrar alvos pequenos em movimento. Com o software correto, eles podem se tornar sofisticados dispositivos de guerra eletrônica. E, com a nova geração de mísseis ar-ar, eles permitirão também o engajamento de mísseis balísticos de curto e médio alcance.

O pedido original da Arábia Saudita era para o F-15S equipado com um radar Raytheon AESA, que pode aumentar o alcance para pequenos alvos até 150 milhas, dependendo da RCS do alvo – e quase sem custos de manutenção. Os atuais F-15S sauditas e F-15I israelenses usam o radar de varredura mecânica APG-70, que não está mais em produção. Pilotos israelenses dizem que podem detectar um grande jato comercial a 150 milhas de distância, mas aviões do tamanho de um caça somente a 56 milhas.

Os F-15S são parte do pacote de armas de US$ 30 bilhões que está sendo proposto pela Administração Obama.

Os novos projetos de radar AESA – como o APG-63(v)3, instalado nos F-15C atualizados da USAF e nos novos F-15SG de Cingapura – podem detectar alvos muito pequenos. A versão americana pode detectar mísseis de cruzeiro a distâncias suficientes para destruí-los. E, mais importante, os AESA podem detectar pequenos alvos em movimento no solo, possibilitanto o engajamento com armas stand-off, bem além alcance das armas antiaéreas.

Conquanto Israel e a Arábia Saudita usem o mesmo radar em seus F-15, a Força Aérea Israelense opera UAVs de longo alcance, com capacidades de indicação de alvos maior do que a dos aviões tripulados, o que dá vantagem a Israel.

Os F-15K da Coreia do Sul tem o radar APG-63(v)1 (sem antenas AESA, mas com “back end” com processamento digital), o que facilita o upgrade e baixa o custo de manutenção.

As negociações e capacidades de fabricação na Raytheon indicam que os radares candidatos para os aviões da Arábia Saudita são o APG-63(v)1 ou 3.

Uma vez que a Força Aérea de Israel está planejando comprar cerca de 22 caças F-35  equipado com radar AESA, a compra de um radar avançado pelos sauditas pode tornar-se uma questão discutível. Também poderia suavizar qualquer ônus associado à introdução de um caça furtivo no Oriente Médio.

A Arábia Saudita está lutando na fronteira com insurgentes do Iêmen, o que supostamente tem produzido baixas significativas no seio das forças sauditas. Ataques aéreos realizados por Tornados e F-15 sauditas começaram no final do ano passado, contra rebeldes Houthis na região Sa’dah, ao norte do Iêmen.

É a primeira ação militar da Royal Saudi Air Force desde 1991. Os resultados parecem ter aumentado a urgência dos planos para a atualização das forças do ar e de terra. O processo começou depois da invasão do Iraque ao Kuwait em 1990. Mas parte das forças já é velha e precisa de substituição.

No alto da lista estão 82 caças F-15C/Ds. As melhores aeronaves de ataque sauditas são 71 F-15S equipados com o radar Raytheon APG-70, com capacidade “Doppler beam-sharpening” reduzida. Os israelenses têm o mesmo radar (APG-70I), também “downgraded”. Os modelos de radar dos F-15 da USAF têm resolução 3 vezes maior que os modelos I e S. Com a linha do APG-70 fechada, resta saber qual radar equipará os novos F-15S.

FONTE: Aviation Week

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A Finlândia espera gastar mais de um bilhão de euros para modernizar sua frota de caças F/A-18 Hornet. A modernização de meia-vida destas aeronaves permitirá que os mesmos permaneçam em atividade até o ano de 2025, mas mesmo assim a Força Aérea da Finlândia estuda a possibilidade de adquirir um novo caça.

Por algumas vezes a Finlândia demonstrou o interesse em adquirir o caça F-35 Lighting II da norte-americana Lockheed. Mas a aquisição deste novo vetor ocorreria depois de 2015. A modernização dos F-18 pode adiar a compra do seu substituto.

A Força Aérea da Finlândia emprega uma variante mais simples do F-18 Hornet dedicada à defesa aérea. Perto de sessenta unidades foram adquiridas no início da década de 1990. Com o programa de modernização, os caças terão capacidade de ataque terrestre a longa distância.

FONTE: defenseworld.net

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MiG-29 versus Gripen

MiG-29 em combate simulado com Gripen, no Kecskemét Air show 2010, na Hungria. No vídeo abaixo a versão mais longa, com outras exibições muito legais.

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