QG Airsoft

Matéria indiana informa que os novos Sukhois comprados pela Índia custarão US$ 102 milhões a unidade, 155% mais caros do que os US$ 40 milhões pagos em 2007. Clique aqui para acessar a matéria na Web.

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O ATG Javelin é um pequeno jato particular de alta velocidade, que foi desenvolvido pela Aviation Technology Group (ATG), antes de sua falência. Projetado para a certificação da FAA 14 CFR part 23, o Javelin tem a aparência de um avião de caça, um conceito pouco comum em aviões civis.

A versão Javelin Mk.20, foi desenvolvida entre a ATG e Israel Aerospace Industries, para cumprir a tarefa de treinador em forças aéreas. O primeiro voo ocorreu em 30 de setembro de 2005.

A ATG interrompeu o desenvolvimento do Javelin em dezembro de 2007, após falhar em conseguir um financiamento de US$ 200 milhões para o projeto. A companhia subsequentemente declarou falência em 2008, encerrando o desenvolvimento do Javelin.

Javelin Mk.10
Características Gerais
Tripulantes: 2
Comprimento: 37 ft 0 in (11.28 m)
Envergadura: 25 ft 1 in (7.65 m)
Altura: 10 ft 6 in (3.20 m)
Área alar: 140 ft² (13 m²)
Peso vazio: 4.655 lb (2.111 kg)
Peso máximo de decolagem: 6.900 lb (3.100 kg)
Propulsão: 2× Williams FJ33-4-19J turbofans, 1.750 lbf (8.0 kN) cada
Performance
Velocidade máxima: 500 nós (575 mph, 925 km/h)
Alcance: 1.000 milhas (1.151 mi, 1.852 km)
Teto de serviço: 45.000 ft (15.000 m)
Razão de subida: 9.000 ft/min (46 m/s)
Carga alar máxima: 46 lb/ft² (220 kg/m²)
Razão potência/peso mínima: 0.56

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90 anos da SAAF e o resumo da Copa de 2010

A Força Aérea da África do Sul (SAAF) celebrou o seu 90º aniversário no aeródromo de Swartkop Airfield, localidade onde está o museu da SAAF. O evento contou com a participação de várias aeronaves, incluindo o Saab Gripen e o BAE Hawk (na foto acima um Cheetah com pintura comemorativa).

No início da semana o comandante da SAAF, brigadeiro Carlo Gagiano, informou que a maior operação de defesa aérea executada pela SAAF ocorreu durante a realização dos jogos da Copa do Mundo de 2010. A SAAF empregou 2209 homens nas tarefas de defesa do espaço aéreo, vigilância, suprimento e apoio às tropas policiais.

O planejamento da operação, denominada “Kgwele” (bola na língua Setswana) começou em 2007. A SAAF voou um total de 2257 horas; realizou 347 patrulhas de combate e 51 interceptações e autorizou 64739 voos civis durante a Copa, além de participar de três operações navais.

FONTE/FOTO: Digital Journal

NOTA DO BLOG: conforme os números apresentados acima, um evento como a Copa do Mundo exige bastante de uma Força Aérea, incluindo recursos para operações não cotidianas. Estamos preparados para executar estas tarefas? Os recursos estarão disponíveis?

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Produção do KC-390 será de 1,5 unidade/mês

KC-390

Roberto Godoy

O maior avião que a Embraer construiu, o transporte de tropas, tanque para reabastecimento em voo e cargueiro de emprego geral KC-390, já tem a primeira decolagem marcada – será em novembro de 2014, pouco depois da cerimônia de roll out. Essa é uma festa tradicional, marca o momento em que um avião, ainda protótipo, deixa a linha de montagem e rola para fora do hangar, iniciando a etapa de avaliação da sua capacidade.

O primeiro voo de uma unidade de série será realizado dois anos depois, em 2016.

O Comando da Força Aérea é o principal investidor do programa. Em abril de 2009 foi autorizada a dotação total de R$ 3,028 bilhões para o desenvolvimento do projeto e produção dos modelos preliminares, dois deles, com duração de sete anos.

Há duas semanas a FAB anunciou a disposição de adquirir um lote inicial de 28 aviões KC-390. Pelo atual valor de mercado dos equipamentos da mesma classe, o negócio é estimado em R$ 3,04 bilhões.

“Com isso, o governo deixa claro que o programa é irreversível e afinado com a Estratégia Nacional”, considera o ministro da Defesa, Nelson Jobim.

O ministro tem planos para envolver a Embraer como receptora de tecnologias de ponta, e não apenas no setor aeronáutico, implícitas no processo de reequipamento das Forças Armadas. O tema foi discutido na semana passada, em São Paulo com Frederico Curado, presidente da empresa, e Orlando Ferreira Neto, vice-presidente para o mercado de Defesa. Segundo Jobim, foi uma discussão conceitual.

Mudanças. O KC-390 vai disputar um enorme e rico mercado internacional. De acordo com o presidente Curado, serão ao menos 700 aviões de transporte médio – na faixa pouco acima de 20 toneladas e cerca de 2.700 quilômetros de alcance – contratados até 2020. Ao longo do período, o produto vai sofrendo mudanças.

A carga útil, por exemplo, aumentou de 19,5 para 23,6 toneladas, quatro mil quilos a mais em relação à especificação inicial. O teste de volume, utilizando uma maquete industrial do compartimento interno, permitiu acesso de dois tipos de blindados, a carreta padrão do sistema Astros, lançador de foguetes da Avibrás, de 15 toneladas, e um veículo de comando, de 14 toneladas.

A configuração eletrônica adota tecnologia Computed Air Release Point, a CARP, que permite o lançamento de cargas com precisão. Os pilotos contarão com visores digitais e sistema de visão noturna a partir de recursos óticos integrados aos capacetes.

O KC-390 terá recursos específicos de autodefesa, como despistadores de mísseis e dispositivo de interferência eletrônica.

Os próximos meses serão intensos. Ainda não foi decidido o fornecedor dos motores, que devem ter “menos de 30 mil libras e mais de 25 mil libras de empuxo”, diz Orlando Ferreira Neto. É uma forma de manter os custos baixos sem perdas no desempenho: o jato deve voar a 850 km/hora, com ganho de rendimento de ao menos 15% em relação aos concorrentes.

Ainda assim, não será uma aeronave experimental. Em entrevista durante o Salão de Farnborough, na Inglaterra, Ferreira declarou que “a ideia é empregar o máximo de conhecimento provado – não estamos reinventando a roda aqui”. O resultado final, garante, “é oferecer performance e custo em condição de vantagem frente ao mercado”.

Em missão de reabastecimento aeronaves no ar – inclusive de outros KC-390 – o birreator leva a bordo 37,4 toneladas de combustível, 14 das quais acomodadas em dois tanques extras.

No novo desenho de mobilização de forças o deslocamento rápido exige transporte aéreo para qualquer ponto. Prevendo o pouso e decolagem em pistas precárias, o KC-390 pode atuar sobre terreno semipreparado, com buracos de até 40 centímetros de profundidade.

Soldados equipados, prontos para entrar em ação, ou os feridos evacuados de áreas devastadas por catástrofes, vão viajar no conforto de uma cabine pressurizada e climatizada da mesma forma que nos aviões comerciais.

Gavião Peixoto. A cadência de produção prevê uma aeronave e meia, de série, por mês. As instalações industriais de complexo de São José dos Campos serão expandidas, mas a maior parte dos investimentos será concentrada na planta de Gavião Peixoto, 300 quilômetros distante de São Paulo. Ali vai funcionar a linha final de montagem. O programa do cargueiro vai gerar, até 2016, perto de 1,8 mil novas vagas, 600 delas na Embraer, acredita o Sindicato dos Metalúrgicos. Há uma certa euforia na pequena cidade de 4,2 mil habitantes na região noroeste. A fábrica mantém 2.221 vagas.

“O programa KC-390 vai consolidar o segundo polo aeronáutico em Gavião Peixoto”, sustenta o economista e consultor João Victor de Freitas, para quem “essa é a saída para o estrangulamento da unidade de São José dos Campos, e uma forma de estimular o surgimento de outro núcleo especializado, estrategicamente distante do primeiro”.

FONTE: OESP, via resenha CCOMSEX

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Entrevista de Jean-Louis Prome com o General de Brigada Aérea Alain Silvy, Vice-chefe de planos-programas do estado-maior da Força Aérea Francesa (Général de brigade aérienne Alain Silvy, Sous-chef plans-programmes de l’etat-major de l’armée de l’air).

Para ver a posição do general no organograma da Força Aérea Francesa, clique aqui.

O governo francês assumiu o compromisso com o fabricante do Rafale de garantir, aconteça o que acontecer, uma taxa mínima de fabricação anual de 11 aeronaves. A taxa é estimada pelo fabricante como o piso abaixo do qual não seria possível ir sem pôr em questão a viabilidade do programa, incluindo o custo unitário das aeronaves. Como a LPM (Lei de Planejamento Militar) não fornece fundos para a compra destas máquinas para os anos de 2013 e 2014, ou haverá uma exportação muito oportuna para manter o compromisso com a indústria ou, no caso da falta de exportação, o Estado Francês deverá encontrar o necessário orçamento, reduzindo ou eliminando outros programas. Esse compromisso com base na obtenção de encomendas de exportação é uma aposta perigosa?

GDA Alain Silvy: Vamos ser honestos. Esta “aposta”, para usar sua palavra, ou seja, a obtenção a curto prazo de encomendas de exportação para o Rafale, em complemento à LPM, tem permitido o manejo de um grande buraco nas transferências para a Força Aérea e a Marinha, sem prejudicar a taxa de produção, já reduzida ao mínimo aceitável industrialmente pela Dassault Aviation. As entregas para as Forças Armadas francesas devem ser reduzidas para duas ou três máquinas/ano por um tempo, com a exportação trazendo assim o complemento para atingir o limiar de 11 Rafales produzidos por ano. Em caso de ausência de ordem de exportação, a situação seria, obviamente, complicada. [...] Nós teríamos que encontrar um financiamento substancial de várias centenas de milhões de euros. [...]

Mas como encontrar tais centenas de milhões de euros?

GDA Alain Silvy: As três Forças se beneficiaram da escolha feita pelos planejadores da LPM para reduzir a um nível muito baixo as entregas do Rafale. Os montantes poupados foram redistribuídos para as três Forças. Acho que ninguém questiona isso. Nós devemos encontrar os fundos fazendo um novo balanço da LPM [ ...] Nós agora devemos ter esperança de que virá muito rapidamente uma primeira ordem de exportação. [...] Mas a exportação não é neutra. Os clientes potenciais, incluindo os Emirados Árabes Unidos, têm requisitos específicos, com o desenvolvimento saindo do padrão francês e, portanto, com o orçamento para isso não sendo levado em conta pela LPM, uma vez que eles querem tudo co-financiado pelo Estado Francês. Isso pode exigir da França encontrar financiamento adicional para o programa Rafale [...]

Qual seria o custo para a França financiar para um cliente em potencial, como os EAU (Emirados Árabes Unidos), esse co-desenvolvimento adicional?

GDA Alain Silvy: Ouve-se tudo e o seu contrário. Tudo depende do que se inclui. Pessoalmente, eu não posso dar números precisos. Mas isso é obviamente algo como centenas de milhões de euros pagos pelo Estado Francês.

A Força Aérea está interessada em alguns dos requisitos dos EAU?

GDA Alain Silvy: Do meu ponto de vista, depende de onde. Nós poderíamos estar potencialmente interessados pelo M88-X, com 9 toneladas de empuxo, porque seria, nas circunstâncias, mais um campo aberto. Mas, por outro lado, nós ainda não atingimos o estágio de maturidade – o que requer cerca de 150 mil horas de voo – com o atual M88, com 7,5 toneladas de empuxo. Isto significa que, com o M88-X, mesmo que presumivelmente desfrute de uma boa comunalidade com os M88 existentes, teríamos que acumular ainda mais horas para chegar ao estágio de maturidade do motor.

Muito claramente, em minha opinião, o M88-X não é para a Força Aérea uma necessidade imediata. Para vender o Rafale para os Emirados Árabes Unidos, a Defesa pode vir a ser solicitada a adquirir o M88-X em quantidade e condições ainda a definir. E nós talvez ficaríamos até mesmo felizes de usá-lo. Mas hoje não temos razões técnicas ou operacionais para disponibilizá-lo para nós. O ganho esperado pela chegada de um motor mais potente é menor do que os riscos que assumiríamos com a imaturidade técnica de novos módulos e a gestão em paralelo – tão complicada em termos de logística e de emprego operacional de aeronaves com diferentes desempenhos – de dois parques relativamente diferentes do M88. Tudo isto tem que ser cuidadosamente pensado.

Seria possível ver a Safran fabricando M88-X para os EAU e continuam a entregar o M88 “clássico” para o Rafale francês? E isto não obstante o governo francês ter de co-financiar o desenvolvimento do M88-X?

GDA Alain Silvy: Não é proibido imaginar isso. Com a condição, entretanto, de que manter a produção paralela de duas versões do M88 não custe mais do que produzir um único modelo. Os custos de suporte não devem explodir. A Safran deve dizer-nos muito rapidamente e muito francamente o que ocorreria. E, novamente, nada pode nos forçar a equipar (com o M88-X) toda a nossa frota de Rafale, Aérea ou Marinha.

E sobre a exigência dos EAU de ter um radar RBE2 mais poderoso, poderia isso responder a alguma expectativa para a Força Aérea?

GDA Alain Silvy: A Força Aérea está interessada em ter um RBE2 com uma antena ativa. Está agora interessada na poderosa antena AESA que irá equipar nosso Rafale Tranche 4. O que os Emirados estão pedindo é muito mais complexo: eles querem, além da AESA, ter novas funcionalidades no seu Rafale, como GMTT/GMTI (detecção e rastreamento de alvos móveis em terra), o entrelaçamento entre os modos ar/ar e ar/terra, etc. Mesmo que isso não seja para nós uma necessidade urgente, o ganho operacional obtido poderia eventualmente nos interessar. No entanto, a exigência fundamental dos Emirados é sobre o alcance do RBE2. E, com o mesmo diâmetro de antena, a única forma de conseguir o aumento de 10% de alcance (em comparação com o roteiro básico do AESA “F3″) pretendido pelos Emirados seria um grande impulso na potência do radar.

Mas mais poder ao RBE2, poderia ser um risco para a geração de graves interferências eletromagnéticas (EMI) com os receptores da SPECTRA?

GDA Alain Silvy: Há de fato um risco muito real de EMIs a lidar. Este é o caso, sempre que queremos mudar os sistemas de emissão de aeronaves. Existem soluções, obviamente, mas isso exigirá o reexame da SPECTRA. Mas o maior problema que nós identificamos é na geração elétrica, que pode ser insuficiente. Para aumentar o intervalo máximo de algumas milhas náuticas, teríamos que rever profundamente todo sistema de geração elétrica da aeronave.

Em suma, para conceber o que poderia ser um “Rafale-9”, ou seja, um novo avião a afastar-se da semelhança que é de se desejar com o Rafale francês.

GDA Alain Silvy: Os peritos dos Emirados que participam nas negociações estão bem cientes do problema. Mas eles (os Rafale) também são usados por terem sistemas de armas de alta qualidade. Eles querem evitar qualquer regressão com o Rafale, pelo menos no alcance do radar, em relação ao F-16 Block 60, tendo o Rafale também várias outras qualidades. Os Emirados não tem AWACS e, portanto, querem – é uma exigência fundamental – que o Rafale possa “enxergar” muito longe. Além do radar, eles estão mostrando requisitos relativamente fortes em relação ao desenvolvimento da SPECTRA como, por exemplo, a expansão de algumas bandas de frequência, um aumento da sensibilidade, a adição de funcionalidades, em suma, eles querem que nós melhoremos as tecnologias atuais. Claro que melhorar a suíte de guerra eletrônica de nosso Rafale mais rápido que o inicialmente previsto poderia ser uma vantagem operacional adicional para a Força Aérea. No entanto, nossa abordagem atual é consolidar as funcionalidades implementadas no SPECTRA, para torná-las mais robustas e mais fáceis para os operadores e programadores antes de querer ir mais além em termos de adição de novas capacidades. A SPECTRA atual está funcionando bem e mesmo muito bem. Em suma, o que nos separa, sobre o SPECTRA, é uma questão de timing e calendário [...]. De um modo mais geral, partilhamos os mesmos desejos sobre capacidades, mas, às vezes, com prazos de maturidade muito diferentes no calendário. As restrições orçamentárias continuam a ser um fator de dimensionamento.

Os Emirados querem um visor HMD…

GDA Alain Silvy: É verdade. E nós o faremos, de uma maneira ou de outra. Por várias razões nós concordamos no passado em não usá-lo inicialmente, mas este equipamento é agora um elemento quase indispensável para aviões de combate modernos. Além disso vários interessados no Rafale – os Emirados Árabes Unidos, o Brasil e a Suíça – também o querem, o que confirma esta análise.

No final, o que acontece com a eventualidade de uma ordem do Rafale pelos EAU?

GDA Alain Silvy: Muito sinceramente, do meu ponto de vista, eu realmente acho que nós não estamos muito longe de sermos capazes de chegar a um denominador comum com nossos amigos dos Emirados Árabes Unidos. A única questão pertinente que se coloca é saber se a vontade de similaridade expressa pelos Emirados irá prevalecer sobre os seus requisitos de desempenho. Se o desempenho é o que importa, na verdade nós vamos ter dois Rafales completamente diferentes – como com o Mirage 2000-9 – porque o Estado francês não pode ou não quer segui-los. Se a comunalidade é fundamental, os Emirados terão de reduzir suas ambições em relação ao desempenho. A escolha está nas mãos deles. Eles devem ver se as suas necessidades operacionais permitem ou não a eles se contentar com um sistema de armas razoavelmente perto do roteiro-padrão francês do “F3″. Eles devem decidir se eles consideram mais importante trabalhar mais estreitamente com a gente. Eu sei que eles já manifestaram o desejo de, em caso de encomenda, poderem enviar seus pilotos muito rapidamente para nossas unidades de Rafale, nas quais eles poderiam treinar, conhecer o Rafale e nossa doutrina de emprego tático, para obter um rápido crescimento operacional da sua própria esquadra de Rafales. Nesse caso, sua configuração do Rafale não deve ser muito diferente da nossa. Mas isso ainda está por ser visto… Isso é onde estamos, eu acho.
Quanto tempo seria necessário para o desenvolvimento adicional exigido pelos EAU?

GDA Alain Silvy: É difícil responder com precisão essa questão, especialmente porque eu não tenho todos os elementos da problemática. A primeira aeronave dos EAU não seria entregue antes de 2014. Este período deverá ser suficiente para terminar de desenvolver um M-88 de 9 toneladas de empuxo. Sobre o radar, nós provavelmente não teríamos ainda, em 2014, todas as capacidades e desempenho esperado, mas creio, no entanto, que deveremos estar a essa altura já muito perto do alvo. O problema da geração de energia elétrica também requer tempo para ser processado. Esta será uma operação pesada para a aeronave. No caso de uma ordem assinada este ano, ainda teríamos, portanto, alguns anos para desenvolver os recursos adicionais. Esses anos não devem ser desperdiçados. Em todo caso, acho que as discussões com os Emirados estão tendo lugar numa base sólida. Os negociadores são peritos que sabem exatamente o que é um avião de caça e estão cientes do estado da arte e dos diversos condicionalismos. Conversar com pessoas deste nível é muito agradável para a Força Aérea. No entanto, agora a ordem deve materializar-se.

E sobre o Mirage 2000-9 dos EAU?

GDA Alain Silvy: As autoridades francesas têm sido muito claras sobre este assunto. Uma vez que o Rafale seja encomendado pelos Emirados Árabes Unidos, o Mirage 2000-9 será levado de volta à França, que irá enviá-los para uma agência de revogação encarregada de sua revenda para exportação. Isto significa que, nessa hipótese, não está previsto que equipem as Forças Armadas francesas.

Mas não seria interessante para o AdA, dado que estes últimos (Mirage 2000-9) são células com avançados sistemas de armas?

GDA Alain Silvy: Nós não podemos dizer que não sentimos nenhum interesse nestas máquinas, pois seu desempenho apresenta sistema de armas realmente surpreendentes. A Força Aérea poderia certamente se beneficiar. Entretanto, o indispensável trabalho para a compatibilidade com o padrão OTAN destes sistemas de armas seria muito pesado, com um custo provavelmente superior aos 700 milhões de euros previstos para a renovação dos nossos Mirage 2000D, o que é uma prioridade para nós.

Se os Emirados Árabes Unidos comprarem o Rafale, poderia o Esquadrão de Treinamento para Rafale (ETR) a ser criado em Saint-Dizier ser realocado para Al-Dhafra para ajudar os pilotos dos Emirados Árabes Unidos e beneficiar-se assim das excelentes condições climáticas locais?

GDA Alain Silvy: Por que não? Mas não estamos lá ainda. [...] Para instalar o ETR – como um todo ou apenas uma parte – Al-Dhafra poderia ser um trunfo. Nossa primeira participação, no outono passado, no ATLC (Advanced Tactical Leadership Course) organizado pelo Centro de Guerra Aérea dos EAU, demonstrou mais uma vez a riqueza desses intercâmbios. Se os EAU adquirirem o Rafale, nós vamos ter de rapidamente assumir, de uma forma ou de outra, o treinamento de seus pilotos no nosso sistema de armas. Fazê-lo na Al-Dhafra seria – e esta é só a minha opinião – interessante.

FONTE: Défense et Sécurité Internationale (DSI)

NOTA DO TRADUTOR: a matéria acima foi postada já traduzida para o inglês no Fórum do Key Publishing e traduzida desta língua para o português. Como não tivemos como verificar a fonte original, pode haver erros na tradução primitiva.

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A-7 na Força Aérea Grega

    A Hellenic Air Force ainda possui um esquadrão de A-7 Corsair II, que em breve deverá ser substituído por caças F-16C/D Block 52+.

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    TRANSPORTEX 2010 em Campo Grande

    Dez Esquadrões da Aviação de Transporte da Força Aérea Brasileira (FAB) estarão reunidos em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, entre os dias 14 e 21 de agosto, para o Exercício TRANSPORTEX 2010. Participam da operação cerca de 300 militares e dez aeronaves.

    O Exercício tem por objetivo aprimorar a capacidade de pronto-emprego dos pilotos e tripulantes da Força Aérea, de forma a prepará-los para o emprego nas suas diversas missões, além de servir para avaliar o desempenho das Unidades Aéreas.

    Os participantes chegam à Base Aérea de Campo Grande no dia 14 de agosto. Na segunda-feira (16/8), começa efetivamente o TRANSPORTEX, com reuniões entre os participantes e as operações com voos.

    FONTE: Agência Força Aérea/BACG

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    FAB inaugura Diretoria de Tecnologia da Informação

    A Diretoria de Tecnologia da Informação da Aeronáutica (DTI), a mais nova unidade subordinada ao Comando-Geral de Apoio (COMGAP), foi oficialmente inaugurada na quinta-feira (05/8). Para marcar a incorporação, foi realizada uma cerimônia militar com a presença do Diretor-Geral do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), Tenente-Brigadeiro-do Ar Ramon Borges Cardoso, que presidiu a solenidade militar, do Tenente-Brigadeiro-do-Ar Antonio Gomes Leite Filho, na ocasião o Comandante-Geral de Apoio, do Tenente-Brigadeiro do Ar Carlos de Almeida Baptista, ex-comandante da Aeronáutica, do Tenente-Brigadeiro do Ar Paulo Roberto Cardoso Vilarinho, do Major-Brigadeiro-do-Ar Ricardo Machado Vieira, na ocasião Chefe do Estado-Maior do COMGAP e do Major-Brigadeiro do Ar Élcio Picchi, Comandante do Terceiro Comando Aéreo Regional, além de autoridades civis e militares.

    Na mesma ocasião foi comemorado o 44º aniversário do Centro de Computação da Aeronáutica do Rio de Janeiro (CCA-RJ), que está sob subordinação da DTI e foi a primeira organização militar da Força Aérea Brasileira (FAB) voltada para a informática. O CCA-RJ atua na concepção e no apoio de infraestrutura de Tecnologia da Informação (TI), assim como nas manobras operacionais, proporcionando o grau adequado de segurança da informação nesses exercícios militares.

    A apresentação do estandarte da mais nova organização militar e o descerramento da placa que simboliza a criação da DTI foram um dos momentos mais solenes, assim como a entrega de medalhas a sete militares do CCA-RJ, homenageados pelo tempo de serviço prestados à FAB.

    A Diretoria de Tecnologia da Informação da Aeronáutica (DTI) foi criada com a proposta de coordenar múltiplas funções na área da Tecnologia da Informação da Força Aérea Brasileira (FAB). O Diretor, Brigadeiro-do-Ar José Luiz Villaça Oliva, destacou a importância da unidade. “O propósito do planejamento e da realização da gestão da Diretoria não pode ser outro senão o de prover as ferramentas, os produtos e os serviços de tecnologia da informação necessários ao cumprimento de uma missão maior, que é a do Comando da Aeronáutica. A DTI terá que se solidificar como vértice da informatização, abrangendo a permanente mudança da base técnica e proporcionando a capacidade de análise e síntese de informações específicas e especializadas que possam assumir valor estratégico para quem as controla”, ressaltou o Diretor da DTI.

    Além do Centro de Computação da Aeronáutica do Rio de Janeiro (CCA-RJ), a DTI possui sob sua subordinação os Centros de Computação de Brasília (CCA-BR) e de São José dos Campos (CCA-SJ).

    FONTE:
    DTI

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    Observar as baixas velocidades e as distâncias de enfrentamento. Por conta disso, algumas vezes jatos gregos e turcos chegaram a colidir.

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    Ferramenta de treinamento de última geração já é utilizada por clientes em Dallas, EUA

    O primeiro simulador de vôo do Phenom 300 da Embraer CAE Training Services (ECTS) foi qualificado pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), pela Federal Aviation Administration (FAA), dos Estados Unidos, e pela Agência Européia para a Segurança da Aviação (European Aviation Safety Agency – EASA). A ferramenta de treinamento de última geração localizada no Centro de Treinamento SimuFlite da CAE em Dallas, Estado do Texas, EUA, já está sendo utilizada por clientes para qualificar pilotos do Phenom 300.

    “Tenho muita satisfação de anunciar que o primeiro simulador de vôo do Phenom 300 está totalmente operacional, servindo aos nossos clientes”, disse Márcio Fernandes, Gerente de Treinamento de Clientes da Embraer. “Esta é uma importante conquista para a nossa estratégia de longo prazo de apoiar a crescente frota e mostra nosso compromisso de oferecer treinamento de alto nível para nossos operadores.”

    Este é o terceiro simulador de vôo da ECTS a oferecer treinamento de pilotos para clientes Phenom e o primeiro dedicado ao Phenom 300. Os outros dois simuladores apóiam as operações do Phenom 100 e foram certificados no segundo semestre de 2009. Um deles também está localizado em Dallas e o outro no centro da CAE em Burgess Hill, no Reino Unido.

    A ECTS (www.embraer-cae.com) é uma joint-venture entre a Embraer, fabricante de aeronaves mundialmente reconhecida, e a CAE, provedora de soluções para treinamento em aviação. Tal associação combina os produtos inovadores da Embraer com a avançada tecnologia em simulação, ferramentas para treinamento e rede de apoio da CAE no intuito de oferecer a pilotos e técnicos de manutenção instruções passo-a-passo por meio de atividades teóricas, de simulação e práticas.

    Sobre a CAE

    A CAE é líder mundial no fornecimento de tecnologias de simulação e modelagem e de soluções integradas de treinamento para a indústria de aviação civil e forças de defesa em todo o mundo. Com receita anual superior a C$ 1,5 bilhão (dólares canadenses), a empresa conta com mais de 7 mil empregados em 75 localidades e centros de treinamento em 20 países. A CAE tem a maior base instalada de simuladores de vôo para aplicações civis e militares e dispositivos de treinamento. A rede mundial composta por 29 centros para a aviação civil e militar treina mais de 75 mil integrantes de tripulações por ano. A companhia também oferece software de modelagem e simulação para vários segmentos do mercado e, por meio da divisão de serviços profissionais, fornece assistência a clientes com as mais variadas necessidades em termos de simulação.

    Fundada em 1947, a empresa tem sede no Canadá. Com clientes em mais de 100 países, conta com a maior cobertura mundial entre todas as empresas do setor de equipamentos e serviços para simulação e treinamento do mercado. As exportações correspondem a 90% da receita anual da CAE, que tem ações negociadas nas bolsas de Toronto e de Nova York (TSX: CAE; NYSE: CAE). Dedicada à inovação, a CAE destina cerca de 10% de sua receita anual para pesquisa e desenvolvimento. Para mais informações, visite www.cae.com.

    FONTE: Embraer

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    Desafio ‘Dogfight’

    Tente descobrir qual o avião que aparece na mira e a qual avião pertence o HUD. Que  informações que aparecem no HUD você consegue interpretar?

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