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Jambocks!

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1: Prelúdio para a Guerra

Jambocks! apresenta uma bela graphic novel sobre um tema pouco explorado nos quadrinhos brasileiros – a participação da Força Aérea Brasileira na Segunda Guerra Mundial –, e que envolveu um grande trabalho de pesquisa dos autores

A Segunda Guerra Mundial foi o maior evento do século XX. Jambocks! conta a história do 1º Grupo de Aviação de Caça brasileiro através dos olhos de Max, um jovem pacifista que queria ser escritor e foi parar no maior conflito da História da Humanidade.Dividido em quatro partes, Jambocks! contará como foram os primórdios da Força Aérea Brasileira e sua atuação na Guerra. Neste primeiro volume vemos como o Brasil, que era neutro a princípio, foi obrigado a tomar partido de um dos lados e entrar na Guerra.

Felipe Massafera nasceu em 1985 e é natural de Mogi Mirim, interior de São Paulo. Trabalha com quadrinhos para o mercado norte-americano há 3 anos e neste pouco tempo já participou de projetos envolvendo grandes nomes dos quadrinhos como Warren Ellis e Alan Moore. Com sua cada vez mais rara arte de fazer tudo à mão com tintas e pincéis, suas maiores influências são os grandes ilustradores do passado como N.C. Wyeth, Norman Rockwell e Rien Poortvliet além dos quadrinhistas Alex Ross, Barry W. Smith, Simon Bisley e John Romita Jr. O tema de Jambocks! lhe é familiar pois seu irmão é tenente da aeronáutica e pintor especializado em aviation art.

Celso Oliveira Menezes, nasceu em 1978, em São Vicente, litoral de São Paulo. Aficcionado por cinema e quadrinhos, realizou um grande trabalho de pesquisa sobre a história da II Guerra Mundial – com entrevistas a brasileiros veteranos de guerra, muita leitura e muitos filmes assistidos – para criar esse seu primeiro roteiro.

Jambocks – Parte 1: Prelúdio para a Guerrade Celso Menezes e Felipe MassaferaISBN 978-85-60090-21-1Formato 18 x 28 cm, 48 páginas, colorido, R$ 30,00

FONTE: Zarabatana Books

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Índia: novo acordo com os russos incluiria mais 42 Su-30MKI

vinheta-destaque-aereoO jornal indiano Daily News anunciou na semana passada que os governos da Índia e da Rússia estão negociando um novo contrato para a aquisição de mais 42 caças bipostos Su-30MKI.

A possibilidade de uma nova encomenda já havia sido noticiada aqui no Poder Aéreo em outubro do ano passado conforme informações de outro periódico indiano.

Segundo o mesmo jornal, citando fontes militares da Índia, o novo acordo teria um custo de aproximadamente US$ 3 bilhões. Estas aeronaves seriam somadas às 230 unidades já acordadas e avaliadas em US$ 8,5 bilhões.

A encomenda inicial de 50 Su-30MKI foi feita entre 1996 e 1998. Posteriormente foram acordados mais 40 aeronaves em 2007. Por último, um acordo entre os dois países permitiu a construção sob licença de 140 caças pela Hindustani Aeronautics Ltd (HAL) até 2017.

Até o momento a Força Aérea da Índia opera aproximadamente 100 Su-30MKI, muitos deles em base próximas à fronteira com a China ou com o Paquistão.

NOTA DO BLOG:

Segundo os dados do jornal indiano são 42 caças para US$ 3 bilhões. Quanto mesmo o Brasil pagaria por 36 caças?

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Plano da USAF prevê aquisição de aeronaves até 2040

vinheta-destaque-aereoA Força Aérea dos EUA preparou seu “Aircraft Investment Plan” a mando do Congresso americano, cujo objetivo é definir quantos aviões de combate a USAF, o USMC e a US Navy planejam adquirir até 2020 e estabelece objetivos de 2021 a 2040.

O relatório apela para uma abordagem comum à capacidade de ataque de longo alcance e de guerra eletrônica, mas não altera drasticamente os planos da Força Aérea para as suas duas principais aquisições desta década – o F-35 Lightning II e o avião-tanque KC-X.

Por aeronave, o relatório antevê para a USAF:

  • Bombardeiro: A Força Aérea poderá gastar de US$ 2 a 4 bilhões por ano no desenvolvimento de uma nova aeronave de ataque de longo alcance até 2020. Ainda não está decidido se a aeronave será ou não tripulada e se ela será capaz de alcançar velocidades supersônicas. Um estudo que está sendo realizado identificará o balanceamento entre alcance, velocidade, stealth e sensores. Até que a nova aeronave chegue, a USAF manterá em operação cerca de 160 bombardeiros B-52 Stratofortresses, B-1B Lancers and B-2 Spirit.
  • F-22 Raptor: a Força vai gastar US$ 1,9 bilhão para realizar o upgrade em 180 caças com melhores comunicações e aviônicos. A retirada de serviço do avião está planejada para começar em 2025.
  • F-35: a USAF planeja comprar 602 F-35 até 2020 a um custo de US$ 70 bilhões. Dois terços dos aviões chegando em 2016 ou mais tarde. A frota total poderá chegar a 1.763 jatos.
  • MQ-9 Reapers: As previsões são de adquirir cerca de 372 UAVs de ataque e reconhecimento de 2011 a 2018 pelo preço de US$ 820 milhões. Os últimos modelos terão capacidade de Guerra Eletrônica.
  • RQ-4 Global Hawks: quatro a cinco jatos de controle remoto chegarão até 2017. Não há projeção para os outros anos. O relatório não diz qual o custo dos RQ-4, mas a USAF quer US$ 734 milhões por quatro Global Hawks, incluindo seus equipamentos e apoio logístico.
  • KC-X: A USAF planeja gastar cerca de US$ 30 bilhões até 2020 para desenvolver e comprar 109 novos aviões-tanque.
  • Intra-theater airlift: A USAF poderá continuar a comprar mais C-130J Hercules para substituir os C-130 modelo E e H mais antigos. O estudo projeta a compra de 63 C-130J até 2020 por US$ 6 bilhões.
  • Strategic airlift: A Força Aérea quer manter uma frota de 314 grandes aeronaves de carga, com um mix de 223 C-17s e 91 C-5s. O relatório recomenda que a USAF inicie o desenvolvimento de uma nova aeronave de carga em 2015.
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Ações dos Black Hawk da FAB no Chile

Ten Humberto Leite


H-60_FAB_chile1-foto-FAB

Em dois dias de operações em Concépcion, no Chile, os dois H-60 Blackhawk da FAB já transportaram mais de 20 toneladas de alimentos, cobertores e água. As aeronaves brasileiras e chilenas criaram uma verdadeira ponte aérea entre Concepción e as comunidades próximas atingidas pelo terremoto e pelas tsunamis.

As operações acontecem na maior velocidade possível. Em Concépcion, os helicópteros permanecem no solo apenas o tempo necessário para reabastecerem e serem carregadas com as doações. Já nas vilas as aeronaves pousam em campos de futebol ou clareiras e sequer desligam os motores. O objetivo é fazer o maior número possível de voos até o anoitecer.

Durante todo o dia chegam à cidade aviões vindos de outras partes do Chile e de outros países com mais carga para ser distribuída.

Durante os voos é possível observar o cenário de destruição causado pelo terremoto que atingiu o Chile há uma semana.

Pontes destruídas, barcos naufragados e ruas vazias são algumas das imagens de um país que ainda se recupera da tragédia. Assista e baixe imagens de vídeo da destruição

Para o Capitão Fernando Castro (assista aqui à entrevista), um dos pilotos brasileiros no Chile, participar dessa missão humanitária é motivo de orgulho. “Como todo bom brasileiro a gente está com sentimento de orgulho por poder estar ajudando o povo chileno, nossos irmãos, e feliz por poder ajudar, poder contribuir com a recuperação do país”, afirmou.


H-60_FAB_chile2-foto-FAB

FONTE/FOTOS: FAB

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Segundo pesquisa, Rafale desagrada ao Congresso

vinheta-clippingUma pesquisa realizada pela empresa de consultoria Arko Advice na Câmara dos Deputados com 121 parlamentares de 17 partidos mostrou que a provável escolha dos caças franceses Rafale para equipar a FAB vai desagradar ao Congresso. Do total de deputados ouvidos, 81 deles, ou 67%, dizem que o relatório da FAB, que aponta o sueco Gripen como a melhor escolha, deveria ser respeitado. Mesmo assim, dificilmente o presidente Lula deixará de optar pelos franceses.

FONTE/FOTO-MONTAGEM: Portal Exame, via notimp/Rafale Internacional

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As vantagens dos materiais compostos

Um vídeo muito interessante que responde algumas perguntas sobre as vantagens dos materiais compostos na fabricação de componentes aeroespaciais.

Observar as associações das indústrias aeroespaciais (no caso a Airbus) com universidades inglesas para o desenvolvimento de novas asas de fibra de carbono.

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Do cockpit ao ‘contêiner’

USAF completa conversão de unidade aérea de combate com aeronaves não tripuladas pela primeira vez

Syracuse-F-16_foto-USAF

vinheta-destaque-aereoO 174th Fighter Wing da USAF acaba de aposentar seus F-16 depois de 22 anos operando o mesmo modelo de aeronave. A unidade da Guarda Aérea Nacional do estado de Nova Iorque encerrou suas operações com este tipo de aeronave no último Sábado (6/7), após uma cerimônia ocorrida na base aérea de Hancock Field, em Syracuse.

Este seria mais um evento comum não fosse o fato dos F-16 serem substituídos por aeronaves não tripuladas. O 174th passará agora a contar somente com os UACV MQ-9 Reapers. Esta é a primeira vez que uma Ala Aérea de combate da USAF  é completamente convertida para o emprego de aeronaves não tripuladas.

Outras unidades da USAF foram convertidas para aeronaves não tripuladas, mas estas empregavam aeronaves de reconhecimento com capacidade limitada  em ações ofensivas. Ao contrário do Predator (que é um UAV de reconhecimento) o Reaper foi desenvolvido como um aeronave de ataque capaz de carregar quase todas as armas de lançamento do inventário da USAF, vairando desde mísseis a bombas guiadas a laser de 500 lbs.

Um Reaper custa três vezes menos que um F-16 (e os custos de operação são muito inferiores), pode permanecer no ar por 14 horas e voar a altitudes de 50.000 pés. Em outras palavras o Reaper é mais barato, mais econômico e mais seguro para o seu piloto.

Os membros da unidade aérea de Nova Iorque já começaram a empregar os UCAV em missões operacionais sobre o Afeganistão desde o último mês de dezembro.

“Para ser sincero esta foi a última vez que uma aeronave tripulada voará a partir de Syracuse e isso mexe comigo” disse o Tenente-Coronel Scott Brenton (na foto acima ao centro), um dos pilotos do último voo.

A unidade foi mais uma vítima do programa BRAC (Base Realignment and Closure Commission), e seu futuro foi traçado em 2005. Ao todo a unidade voou 68 anos com aeronaves tripuladas, que começou com o P-47D Thunderbolt durante a II Guerra Mundial.

Será que este é o destino da aviação de combate?

FOTO: USAF

SAIBA MAIS:

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Decolagem assistida por foguete

vinheta-especialDurante a Guerra Fria, a vulnerabilidade das bases aéreas aos ataques aéreos fez com que os estrategistas militares pensassem em soluções que pudessem tornar as aeronaves de combate independentes do uso de pistas de decolagem.

Além do desenvolvimento das primeiras aeronaves VTOL (vertical take-off and landing), outra abordagem mais criativa foi considerada: o uso de foguetes para auxiliar aeronaves na decolagem, sem o uso de pistas.

Foguetes “Jet-assisted take-off (JATO)” já vinham sendo usados para ajudar na decolagem de aeronaves mais pesadas e o projeto de foguetes auxiliares mais pesados não parecia ser um problema.

Republic F-84G Thunderjet ZELMAL

A ideia se materializou com o Programa “Zero Length Launch / Mat Landing (ZELMAL)”, visto na foto acima lançando um Republic F-84G Thunderje, em 1953. Foram realizados 28 lançamentos bem-sucedidos, mas o sistema de pouso numa espécie de tapete inflável foi um fiasco. A USAF abandonou o conceito por um tempo.

Mais experimentos

F-100 ZEL 1

A ideia de pousos em tapetes infláveis não funcionou, mas a decolagem com foguetes foi tentada novamente com o F-100 Super Sabre, que pesava mais que o dobro do F-84 e precisava de um motor foguete muito maior.

O conceito agora se chamava apenas ZEL e preconizava o lançamento de caças armados com uma bomba nuclear a partir de um caminhão. O caça atacaria seu alvo e o piloto voltaria para o território amigo, saltando de paraquedas.

F-100 ZEL 2

North American F-100D

Dezenas de testes com o F-100 correram bem, com o último ocorrendo em 1959, sem problemas. 146 jatos F-100 foram modificados para usar o ZEL e a Luftwaffe chegou a fazer lançamentos com um F-104G.

F-104 ZEL

A ideia embora fosse boa, não foi adiante por questões logísticas e de segurança e também pelo desenvolvimento dos mísseis balísticos e dos jatos VTOL.

Os russos também tiveram um sistema parecido com o ZEL, usando o MiG-19 (ver vídeo abaixo). As complicações do sistema russo foram maiores e o desenvolvimento também foi abandonado.

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Harpia, um conceito de caça de 5ª geração brasileiro

A evolução do conceito do Harpia, o caça de 5ª geração brasileiro proposto pelo nosso amigo e artista digital, Jacubão. Dê sua opinião.

Harpia alto

Harpia perfil

Harpia baixo

Harpia frontal

Harpia detalhe baixo

Configurações de combate do Harpia

Clique nas imagens para ampliar.

Harpia configurações de combate

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Quando os ‘americanos’ chegaram

Uma rápida história sobre a aquisição do segundo lote de caças F-5E pela FAB

F-5E-FAB-segundo_lote-foto-PA

vinheta-especialQuando a USAF resolveu substituir seus F-5E Tiger II pelos F-16C/D boa parte desses caças projetados pela Northrop foi repassada para a USN (United States Navy) e para o USMC (United States Marine Corps).

É claro que aquelas duas Forças Armadas dos EUA acabaram recebendo os caças com menos horas de voo, mas mesmo assim bastante “surrados” de tantos “G” que puxaram.

O restante dos F-5E foram para o deserto do Arizona (AMARC) ou encontraram vida nova em outras Forças Aéreas. Uma delas foi o Brasil que, sem dinheiro para adquirir aeronaves mais modernas e necessitando repor as perdas operacionais, acabou por aceitar a proposta do governo Reagan.

A aquisição das 26 células (sendo quatro biplaces do modelo F) custou a bagatela de US$ 13,1 milhões via FMS (Foreing Militaty Sales). Com esse valor era possível adquirir apenas um único caça AMX, cuja produção estava iniciando-se naquea época. Era quase uma doação.

E como em cavalo dado não se olham os dentes, a compra do lote foi do tipo “porteira fechada”, sem direito a inspeção de recebimento. A FAB comprou os caças sem ter acesso a todas as informações e relatórios de manutenção. Os aviões foram entregues da forma como estavam, ou seja, em péssimo estado.

Decidiu-se trazer os caças em voo. Como os mesmos não possuíam ‘probe’ para reabastecimento, as aeronaves vieram dos Estados Unidos pingando de aeroporto em aeroporto até o seu destino final em Canoas (RS).

Quando os militares da Aeronáutica disseram aos seus colegas norte-americanos que trariam os F-5 dos EUA para o Brasil em voo houve uma certa apreensão por parte dos ‘gringos’. A confiança deles nos desgastados F-5 era tão baixa que muitos acreditavam que algumas aeronaves simplesmente se desmanchariam em pleno ar durante o longo translado.

De qualquer forma, após quatro lotes, todas as aeronaves chegaram em segurança. A partir deste momento a FAB passou a avaliar em detalhe cada um dos caças e tomar ciência do verdadeiro estado dos F-5.

Abaixo segue a transcrição dos depoimentos de dois oficiais que serviram no 1º/14º GAv. Estes depoimentos encontram-se no livro “Ja te atendo chê! – A História do 1º/14º GAV, o Esquadrão Pampa” dos autores Rudnei Dias da Cunha e José Leandro P. Casella.

“Como chefe do material tive oportunidade de lidar direto com os americanos, como chamávamos os F-5 do segundo lote. As aeronaves chegaram a Canoas em péssimo estado, com severos problemas de corrosões, torções e fissuras, especialmente nas longarinas e no Upper Longeron (longarina do dorsal). Com o tempo se descobriu que algumas mal podiam voar, que diria combater! Foi preciso um esforço enorme da manutenção e do Parque (PAMA-SP) para recuperar e pôr estas aeronaves no padrão Catorze. Como arrematamos um lote a um preço muito bom, não tivemos a oportunidade da analisar F-5 por F-5. Por fora estavam apresentáveis, mas por dentro estavam quase no limite. Nossos F-5 foram maquiados, igualzinho ao que fazem em feirões de carros usados!”

Jorge Kersul Filho, então Maj-Av do 1º/14º GAv

“Quando as aeronaves chegaram em Canoas, a gente fazia a chamada inspeção de recebimento, que deveria ter sido feita nos Estados Unidos. Porém, esta não aconteceu porque, como os aviões foram vendidos em lote e na condição em que se encontravam, era para pegar os mesmos e vir embora. No check, em Canoas, nada funcionava e especialmente a parte de armamento. “

Daniel Viana Medina, então 2S do 1º/14º GAv

FOTO: G. Poggio/Poder Aéreo

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BAE vende metade de sua participação na Saab

Redução da participação acionária ocorre desde 1998

vinheta-destaque-aereoA BAE System informou ao mercado na última sexta-feira (5/3) que vendeu metade de sua particapação de 20,5% no grupo de defesa sueco Saab. A empresa Investor AB pagou 120 milhões libras esterlinas pela transação.

A BAE e a Saab iniciaram uma parceria em 1995 de 50% para cada empresa com o propósito de exportar os caças Gripen. Em 1998 a BAE decidiu reduzir para 35% sua participação acionária. Nesta mesma época o governo do Reino Unido firmou o primeiro contrato de aquisição de caças Typhoon com o consórcio Eurofighter GmbH.

Em 2005 a BAE vendeu outros 15%, mesmo ano em que o consórcio Eurofighter GmbH começou a investir fortemente na exportação do Eurofighter e no ano seguinte a Arábia Saudita declarava o Typhoon como o seu próximo caça. Desde então o Eurofighter e o Gripen começaram a disputar diversas concorrências internacionais.

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Primeiro F-5E do mundo voa no Brasil…

… e o segundo também

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vinheta-especialTalvez muitos entusiastas não saibam, mas o primeiro F-5E Tiger II construído pela Northrop voa com as cores da FAB. O F-5E de matrícula norte-americana 71-1417 foi construído em 1972 e apresentado em junho daquele ano (foto acima) nas instalações de Hawthorne.

A aeronave seguiu para a Base Aérea de Edwards, onde realizou o seu primeiro voo no dia 11 de agosto, dando início ao programa de ensaios da aeronave.

Em 1988 a FAB adquiriu um lote de 22 caças F-5E usados da USAF (além de outos quatro F-5F). Estas aeronaves pertenciam aos esquadrões “Aggressors” baseados em Willians e Nellis. As aeronaves estavam entre os F-5E mais antigos do mundo, sendo que 15 deles faziam parte do primeiro lote de 30 unidades produzido pela Northrop. Um deles era exatamente o “1417″. No Brasil o “1417″ recebeu a matrícula FAB-4856. Além dele, foi recebido também o segundo F-5E produzido pela Northrop, matriculado como FAB-4857.

FOTO: Northrop

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