QG Airsoft

‘Frecce Tricolori’

MB-339A_02PAN_fornita da AMI

A Pattuglia Acrobatica Nazionale italiana, uma das mais sensacionais equipes de demonstração aérea. Atenção no vídeo à manobra que começa aos 4:41.

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Mirage 5PA-3 com Exocet do Paquistão

Pakistan Air Force Exocet AM39

Mirage 5PA-3 armado com míssil antinavio AM-39 Exocet para ataques marítimos. Para a tarefa, os aviões foram equipados com o mesmo radar Agave do Étendard.

Já imaginou se a Força Aérea Argentina tivesse a mesma configuração nos seus Mirage/Dagger na Guerra das Malvinas e duas dúzias de mísseis AM-39 disponíveis?

Mirage-5PA-3

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China entrega jatos K-8 para a Venezuela

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, liderou hoje o ato de entrega dos quatro primeiros dos 18 aviões K-8W adquiridos na China para treinamento militar, que chegaram dotados de mísseis ar-terra, bombas e foguetes.

Em ato transmitido pela televisão a partir de uma base militar no estado de Lara (noroeste), Chávez compareceu vestido com o uniforme de comandante-em-chefe da Força Armada Bolivariana (FAB) e disse que a chegada das aeronaves transforma “este 13 de março em um dia histórico para a Força Aérea Bolivariana e anti-imperialista”.

Com este armamento, aumenta a capacidade militar para “defender a soberania desta terra sagrada e desta revolução”, ressaltou.

O preço dos aviões, comprados da Corporação da Indústria de Aviação Chinesa e da Corporação Nacional Chinesa de Aerotecnologia, Importação e Exportação (Catic), não foi revelado.

O vice-presidente da Catic, Yang Ying, declarou em Caracas em meados do ano passado que o acordo de compra e venda incluía “um pacote logístico de apoio de três anos a partir da entrega”, além da garantia de um ano e os serviços técnicos durante toda a vida útil dos aviões.

Antes, em fevereiro de 2009, durante uma visita a Caracas do vice-presidente chinês, Xi Jinping, Chávez disse que compraria da China uma rede de radares que, segundo o então chefe do Comando Estratégico Operacional (CEO), general Jesús González, “aumentarão a efetividade” da luta antidrogas.

González mencionou nessa ocasião os “obstáculos enfrentados pela Venezuela” em suas tentativas de adquirir equipamentos aéreos de Brasil e Espanha, diante da proibição dos Estados Unidos de permitir a venda de equipes com componentes ou patentes americanas.

Em 2006, o Governo Chávez comprou da Rússia 24 caças Sukhoi-30, 50 helicópteros e 100 mil fuzis AK-103 por US$ 3 bilhões, segundo fontes russas.

Durante uma visita feita a Moscou no ano passado, Chávez disse que a Rússia tinha aprovado um financiamento de US$ 2,2 bilhões para compras de armamento pela Venezuela, o que “tornou viável” a compra do sistema antiaéreo portátil Igla-S e de 92 tanques T-72.

FONTE/FOTOS: EFE, via G1/FAV-CLUB

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Por que o Poder Aéreo argentino foi derrotado nas Malvinas?

Aeródromo de Port Stanley nas Falklands em 1985, com restos de aeronaves argentinas ainda visíveis

Faltaram aeronaves capazes e tripulações treinadas para realizar ataques de longo alcance

  • As aeronaves disponíveis foram projetadas para missões de curto alcance e para operações de apoio aéreo aproximado. A Fuerza Aerea Argentina tinha se especializado mais nos últimos anos em operações de contra-insurgência (Pucará) e não contra um inimigo externo;

Faltou efetiva coordenação com as outras duas Forças

  • O Exército e a Marinha mantiveram a Força Aérea fora dos planos de invasão das Malvinas até o último minuto;
  • Começado o conflito, a Força Aérea recebeu a maior responsabilidade na defesa das ilhas;

FMA IA-58A Pucara damage by a Sea Harrier attack

Antes da Guerra, a Força Aérea era proibida por Lei de praticar operações sobre o mar, missão que era de exclusividade da Marinha

  • A maioria das aeronaves da Força Aérea não tinha equipamento de navegação nem radar, necessários para operações sobre o mar;
  • A Força Aérea não tinha ou não sabia como ajustar corretamente as espoletas das bombas para missões antinavio (60% das bombas que acertaram os alvos não explodiram); a Marinha sabia como ajustar as espoletas, mas não passou as informações para a Força Aérea, que também não solicitou ajuda à Marinha;

A-4C_Tte_casco

Decisões táticas ruins

  • Atacaram os navios de guerra (que podiam se defender e não levavam tropas), ao invés de concentrarem os ataques nos navios de transporte e de desembarque;
  • Atacaram em pequenas formações, ao invés de grandes formações de ataque;

IAI_Dagger

Equipamentos

A Fuerza Aerea Argentina tinha quase 200 aviões de combate

  • 9 bombardeiros Canberra
  • 19 Mirage IIIEA
  • 26 Dagger (Kfir, Mirage V)
  • +-68 A-4 Skyhawks
  • 45 Pucara
  • O restante eram treinadores, transportes e helicópteros

Armeiros da 5a Brigada Aérea mandam um recado numa bomba BR250 para o Príncipe Andrews embarcado na Frota Britânica

Limitações:

  • Somente os Canberra tinham alcance para voar até as Falklands e voltar, sem reabastecimento, mas eram também mais vulneráveis à interceptação;
  • Mirages e Daggers só podiam chegar até as Malvinas sem voar em velocidade supersônica, isto é, não podiam empregar o pós-queimador (after burner);
  • Mirages e Daggers não possuíam capacidade REVO;
  • Os A-4 podiam alcançar as ilhas, mas somente com REVO e levando uma carga menor de bombas;
  • As ilhas Malvinas tinham 3 pistas de pouso, mas a maior não tinha comprimento para operar caças a jato. Ela precisaria ter sido ser ampliada (inclusive em suas áreas de escape) para poder receber A-4 e Mirage/Dagger.

Radar Westinghouse AN TPS-43

O radar Westinghouse AN/TPS-43 instalado nas ilhas pela Força Aérea foi de importância fundamental

  • O radar não foi acompanhado por outra unidade similar, para instalação em outra posição;
  • A instalação do radar foi feita num local ruim, o que permitia aos ingleses se aproximarem das ilhas sem serem detectados, mascarando-se no terreno;

AM39 Exocet

Mísseis

  • A ARA Armada Argentina tinha uma boa quantidade de mísseis antinavio instalados em seus navios;
  • Mas a Força Aérea não possuía mísseis antinavio e a Marinha só tinha 5 mísseis ar-superfície Exocet AM39, quando a Guerra começou.

FONTE: Livro Why Air Forces Fail (University Press of Kentucky, 2006)

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F-5E capturado e testado pela URSS

Raro vídeo de um F-5E capturado sendo testado pelos russos durante a Guerra Fria. Segundo uma fonte, ele teria sido testado contra o MiG-21, obtendo a vitória na maioria dos combates simulados.

COLABOROU: Ricjam

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Análise: o Poder Aéreo nas Malvinas

A-4 avariado e C-130 nas Malvinas - Carlos A Garcia

A Guerra das Malvinas (ou Falklands), ocorrida em 1982 entre a Argentina e a Inglaterra, colocou em evidência a disputa e interdependência do Poder Naval e do Poder Aéreo.

Ficou demonstrado que navios de guerra e aviões de ataque têm vantagens e desvantagens no alcance de objetivos estratégicos: navios se deslocam a 500 milhas por dia e aeronaves de ataque a jato a 500 milhas por hora, mas enquanto as aeronaves só podiam cumprir suas missões num período de horas de cada vez, os navios permaneciam na área de conflito durante semanas.

Pucará nas Malvinas 2 - Carlos A Garcia Pucara nas Malvinas - Carlos A Garcia

As grandes distâncias das bases aéreas do continente atrapalharam bastante as operações aéreas argentinas sobre as illhas e a impossibilidade de usar a pista de pouso das Malvinas pelos jatos tornou obrigatório o reabastecimento em voo. Mas as principais aeronaves de combate argentinas, Mirage IIIEA e Dagger, não possuíam a sonda para REVO, diminuindo sensivelmente o tempo de combate desses caças sobre as ilhas.

Ataque à HMS Broadsword - Carlos A Garcia

A superioridade naval da Inglaterra quase foi colocada em xeque pelo poder aéreo argentino, mas a aviação embarcada britânica garantiu a superioridade aérea, mesmo com aeronaves de combate subsônicas (Sea Harrier) enfrentando os jatos supersônicos (Mirage, Dagger).

Mais uma vez o navio-aeródromo teve papel decisivo na história e por pouco, o NAe argentino 25 de Mayo, não conseguiu atacar o corpo principal da Força-Tarefa britânica.

Sea Harrier Malvinas

O melhor treinamento dos pilotos ingleses e seu armamento (míssil ar-ar AIM-9L Sidewinder) possibilitaram 21 vitórias em combate aéreo.

Ataque dos Super Etendard ao HMS Sheffield

O míssil antinavio AM39 Exocet, disparado pelos Super Étendard da Aviação Naval Agentina foi uma das armas de destaque do conflito e se os argentinos tivessem mais mísseis disponíveis, a Guerra poderia ter tomado um rumo diferente.

Falklands,_Campaign,_(Distances_to_bases)_1982Baseando-se nos dados disponíveis sobre as ações do Poder Aéreo argentino nas Malvinas em 1982, dê sua opinião sobre os principais erros e acertos da Argentina na Guerra.

Explique como a Força Aérea Argentina, que tinha quase 200 aviões de combate (entre eles 19 jatos Mirage IIIEA, 26 Dagger, 68 A-4 Skyhawk, 9 Camberra e 45 Pucarás) foi derrotada por um número muito menor de jatos subsônicos Sea Harrier da Royal Navy. Quais foram os principais fatores que levaram o maior Poder Aéreo do continente, na época, à derrota?

ARTE: http://www.aviationart.com.ar

NOTA DO EDITOR: Alguns leitores solicitaram a criação de um tópico sobre as Malvinas, para discussões táticas de um possível novo conflito. Mas acreditamos que antes de discutirmos como seria uma nova guerra, é preciso analisar o que aconteceu em 1982, já que existem muitos fatores que influenciaram fortemente a derrota do Poder Aéreo argentino, mesmo com uma aparente superioridade numérica e geográfica.

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Passex do navio-aeródromo USS ‘Carl Vinson’ e cruzador USS ‘Bunker Hill’

Veja a cobertura exclusiva do Poder Naval a bordo da fragata ‘Independência’ clicando aqui.

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A missão da FAB – Força Aérea Brasileira

A-1

Missão

  • Manter a soberania no espaço aéreo brasileiro com vistas à defesa da Pátria.

Visão

  • Até o ano 2015 – A FAB estará dimensionada adequadamente para explorar suas características, atuando em qualquer área de interesse nacional, dispondo da capacidade para reagir oportunamente, utilizando seus meios, com elevados níveis de prontidão e adestramento.

FAB

  • Até o ano 2023 – Ser reconhecida, nacional e internacionalmente, pela prontidão e capacidade operacional para defender os interesses brasileiros em qualquer cenário de emprego, em estreita cooperação com as demais Forças.

FONTE: Força Aérea Brasileira

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Aeronáutica apresenta ‘mock-up’ do compartimento de carga do KC-390

KC-390 e A-1

A Aeronáutica e a Embraer apresentaram, nesta semana, em São José dos Campos (SP), no Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), a maquete em tamanho real do compartimento de cargas da aeronave KC-390, de médio porte, que está em fase inicial de desenvolvimento. O “K” do nome significa reabastecedor e o “C” transporte.

O Brasil é o proprietário do projeto, que poderá contar com parceiros de outros países, para a produção de um avião de transporte que, no futuro, apoiará as Forças Armadas e de outras nações interessadas no produto, em missões de transporte de tropa, de carga, de veículos militares, busca e resgate, lançamento de paraquedistas e carga e reabastecimento em vôo, além de operações de ajuda humanitária pelo mundo, como no caso do Haiti e do Chile.

Participaram da apresentação o Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro-do-Ar Juniti Saito, e o presidente da Embraer, Frederico Curado, além de representantes do Alto Comando da FAB e militares e engenheiros envolvidos diretamente no projeto.

O contrato para o desenvolvimento do cargueiro, e produção de dois protótipos, foi assinado há dez meses e o projeto está na primeira etapa de desenvolvimento, quando são realizados os estudos preliminares. Nesse período, diversos ensaios ocorreram e outros estão previstos, inclusive com o uso da maquete em tamanho real.

Segundo a Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (COPAC), responsável pela gerência executiva do Projeto KC-390, está previsto o primeiro vôo do protótipo em 2014. Ainda, a comissão ressalta que o projeto demarca um momento histórico para a Aeronáutica, Embraer e o País.

De acordo com o presidente da Embraer, o projeto traz à empresa “um enorme desafio”, que a levará a um patamar diferenciado no mercado de defesa. O KC-390 é quase 50% maior em peso do que o maior avião fabricado hoje pela empresa, o Embraer 190, que já opera na FAB em missões de transporte.

FONTE: CECOMSAER

NOTA DO EDITOR: Faltou no site da FAB a foto justamente da maquete em tamanho real do compartimento de carga, por isso colocamos a imagem da Embraer para ilustrar a matéria.

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Luiz Marinho recebe convite para conhecer fabricante do caça Gripen

Gripen NG lançamento 2

vinheta-clippingA Saab, fabricante do caça Gripen, um dos concorrentes à venda de 36 aviões para a Força Aérea Brasileira, convidou Luiz Marinho (PT-SP), prefeito de São Bernardo e ex-ministro do governo Lula, para conhecer suas instalações na Suécia, informa a coluna de Mônica Bergamo, publicada nesta quinta-feira pela Folha de São Paulo.

Segundo a coluna, ele viaja para lá no sábado à tarde e estica a viagem até Portugal.

Além da Saab, disputam a preferência brasileira propostas da empresa americana Boeing (pelos F-18 Super Hornet) e da francesa Dassault (Rafale).

Na terça-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que a decisão sobre a compra de 36 aviões-caça pelo governo brasileiro ainda não foi tomada por causa da importância que a escolha terá sobre a capacidade de defesa e sobre o desenvolvimento tecnológico e industrial do Brasil.

“Temos que ser muito cautelosos. A FAB já fez sua análise e pré-selecionou três modelos que atendem às suas necessidades técnicas. Agora é a hora de o governo fazer a análise estratégica, política e econômica para apontar qual proposta trará mais benefícios para a sociedade”, disse Lula na coluna semanal “O Presidente responde”.

Segundo ele, a escolha vai ser feita após “concluída a análise do Ministério de Defesa, de ouvir o Conselho de Defesa Nacional e considerando as diretrizes da Estratégia Nacional de Defesa”.

“Posso adiantar que a empresa a ser escolhida, seja qual for, terá que se comprometer com a transferência irrestrita de toda a tecnologia de ponta.”

Segundo reportagem da Folha, Lula e o ministro Nelson Jobim (Defesa) bateram o martelo a favor do caça francês Rafale.

A decisão teria sido tomada depois da francesa Dassault reduzir de US$ 8,2 bilhões (R$ 15,1 bilhões) para US$ 6,2 bilhões (R$ 11,4 bilhões). O Rafale ficou em último no relatório técnico da FAB, que trouxe em primeiro o caça sueco Gripen e em segundo o americano F-18, da Boeing.

A reportagem informa que o francês é o preferido de Jobim e de Lula, que defendem negócio com a França porque o país é seu “parceiro estratégico”, com o qual assinou grande acordo militar em 2009.

FONTE: Folha Online

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Aproximação lenta a 40 nós e pouso do F-35B STOVL BF-1

O vídeo acima foi feito no dia 10 de março, quando o piloto Graham Tomlinson levou o F-35B Lightning II num voo a 40 nós (74km/h) sobre a Estação Aérea Naval de  Patuxent River e depois para um pouso a 75 nós (138,9km/h).  O voo foi um dos últimos preparativos para o primeiro pouso vertical da aeronave.

O F-35B tem, logo atrás do cockpit, um “fan” ligado ao sistema propulsor (ver imagem abaixo), capaz de produzir mais de 18.600 Kg de empuxo, possibilitando ao caça voar de zero a Mach 1.6. O F-35B STOVL será usado pelo U.S. Marine Corps, Royal Air Force, Royal Navy e Marinha Italiana.

O calor excessivo (926 graus Celsius) produzido pela turbina do F-35B e a velocidade do jato de exaustão (Mach 1) é motivo de preocupação da US Navy, que já publicou um guia de planejamento visando preparar as bases e navios que vão operar a aeronave. Plataformas especiais de concreto armado serão construídas para os pousos, pois o calor pode derreter pavimentos de asfalto. Outros materiais também estão sendo estudados para a fabricação das plataformas.

f35-cutaway

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Custos do F-35 subiram 50%

F-35 e F-16

O programa do avião de combate JSF F-35 Lightning II vai violar os limites da lei Nunn-McCurdy em mais de 50% nos custos da linha base original de 2001, segundo um avaliador do programa do Pentágono.

Christine Fox, diretora do escritório de Avaliação de Programas e Custos do Departamento de Defesa (DoD), disse aos legisladores hoje que a declaração formal de não-cumprimento ocorrerá no dia 1 de abril. Ela informou também que o Pentágono tem conhecimento desse fato desde outubro de 2009, um mês antes do que havia sido relatado previamente.

As mais recentes estimativas do DoD prevêem que cada um dos jatos custará entre US$ 80 milhões e US$ 95 milhões, em dólares de 2002. Ou US$ 95 milhões e US$ 113 milhões em dólares de 2009, respectivamente.

Em 2001, o Departamento de Defesa dizia que o custo do Joint Strike Fighter seria de US$50,2 milhões dólares para cada um dos 2.852 jatos previstos para compra. O Pentágono atualizou a estimativa para US$ 69,2 milhões em 2007, para uma compra planejada de 2.443 jatos.

F-35 BF-02

O Pentágono espera agora ter uma estimativa final sobre os custos das aeronaves no início de junho, quando termina o pacote de certificação Nunn-McCurdy, disse Christine Fox à comissão de Serviços Armados do Senado, durante uma audiência.

Fox comparou o F-35 aos programas de outras aeronaves “valiosas para o DoD”, como o C-17 e o F-22. Segundo ela, o F-22 “repetidamente falhou em atingir as metas de performance, cronograma e custos no programa de desenvolvimento” e mesmo assim a Lockheed Martin produziu uma aeronave capaz.

Ashton Carter, subsecretário de Defesa para a aquisição, tecnologia e logística, disse na audiência que as datas para a Initial Operational Capability (IOC), da Força Aérea e Marinha para o F-35 foram transferidas para 2016, ou seja, com atraso de três e dois anos, respectivamente. Para o USMC, a data permanece em 2012. A aeronave dos Marines irá utilizar o software Block 2, enquanto as da Marinha e a Força Aérea vão utilizar a versão Block 3.

Carter disse que o secretário da Força Aérea Michael Donley informará o Congresso sobre a violação da lei Nunn-McCurdy dentro de poucos dias.

F-35 REVO

SAIBA MAIS:

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