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PhanCon 2010 da F-4 Phantom II Society

O grupo sem fins lucrativos dedicado a preservar a história do avião de combate F-4 Phantom II realizará sua conferência anual na área de Panama City, Florida, este ano, um porta-voz do grupo disse nesta segunda-feira.

A “PhanCon” da F-4 Phantom II Society será realizada entre 20-23 de setembro, com os membros do grupo planejando visitar a Tyndall Air Force Base e o Museu Aéreo Naval de Pensacola, como parte da conferência.

O grupo do F-4 realizou sua reunião anual em Panama City cerca de cinco anos atrás, disse James Thompson, coordenador de eventos da sociedade, que escolheu voltar à Panama City por causa da sua proximidade com Tyndall, que é a base usada pelos jatos QF-4 convertidos em alvos aéreos, disse ele.

O 82nd Aerial Target Squadron em Tyndall AFB Holloman, Novo México, opera o único programa do Departamento de Defesa com alvos aéreos em grande escala, mantendo um estoque de 50 aeronaves QF-4 Phantom II para esta finalidade.
“É uma coisa triste de se ver, mas é uma coisa boa para o treinamento”, disse Thompson.

Segundo a Boeing, mais de 800 aeronaves F-4 Phantom II ainda estão na ativa com as forças de defesa de oito países: Egito, Alemanha, Grécia, Israel, Japão, Coreia do Sul, Espanha e Turquia.

Quase 100 Phantoms foram convertidos em aviões-alvo QF-4 para mísseis e continuam a servir a Marinha e a Força Aérea dos EUA.
Thompson, que atuou como mantenedor do F-4 por quase 15 anos, disse que a F-4 Phantom II Society inclui ex-pilotos, pessoal de manutenção e membros com uma apreciação especial pelo jato e seu lugar na história militar.

“É um caça muito prestigiado entre todos os caças fabricados”, disse Thompson sobre o F-4, que foi ao ar pela primeira vez em 1958.
Ele disse que as convenções anteriores PhanCon tiveram lugar em Holloman AFB e Davis-Monthan, Arizona, também conhecida como “The Boneyard”.

A sociedade tenta fazer suas conferências perto de bases da Força Aérea, onde o F-4 ainda é utilizado para fins de treinamento. “Nós estamos ficando sem lugares para ir”, disse Thompson.

Os membros da PhanCon visitarão o 82nd Aerial Target Squadron de Tyndall em 20 de setembro, com planos para visitar também o esquadrão de F-22 da base.

Thompson disse que espera entre 75 e 80 pessoas na PhanCon, incluindo 10 membros internacionais da Suíça, Inglaterra, Alemanha e Bélgica.

Os membros do grupo dos EUA estão espalhados por todo o território. O General Brigadeiro Dan Cherry, conhecido “MiG Killer”, autor do livro “My Enemy, My Friend”, será o orador convidado para a conferência deste ano

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Nos próximos meses, Obama, Sarkozy e Medvedev deverão visitar a Índia

Empresas dos EUA, França e Rússia fizeram suas propostas para o programa MMRCA, que visa obter 126 aviões de combate de médio porte para a Força Aérea Indiana. Espera-se agora que os presidentes desses países, em suas próximas visitas à Índia, façam lobby para essas propostas. A visita do Presidente dos EUA, Barack Obama, está agendada para novembro, seguida da visita do Presidente da França, Nicolas Sarkozy, no início de dezembro e pela do Presidente da Rússia Dmitry Medvedev, no final do mesmo mês.

Fontes disseram ao Financial Express (FE), sob a condição de se manterem anônimas, que “os seis competidores ainda serão submetidos a uma shortlist (lista reduzida). O Ministro da Defesa só pode decidir em reduzir o  número de competidores após receber o relatório do comitê de avaliação das contrapartidas (offsets) técnicas, juntamente com o relatório dos testes de campo. Depois que o Comitê de Segurança do Gabinete fizer a decisão final, haverá negociações governo a governo, num esforço para se conseguir benefícios adicionais para a Índia.”

Das empresas em disputa (veja os links sobre o MMRCA ao final da matéria para mais detalhes), a Força Aérea Indiana já realizou encontros com a Lockheed Martin, dos EUA, e com a francesa Dassault. De acordo com fontes, as propostas que cumpram as regras, a política de compras de defesa e as contrapartidas técnicas serão levadas em consideração, e a proposta de menor valor, designada L1, será selecionada como o MMRCA (medium multi-role combat aircraft – avião de combate médio multitarefa).

Todo o procedimento deverá levar aproximadamente dois meses, quando então Obama visitará a Índia. Ainda segundo as fontes do FE, “o MMRCA deverá ser a prioridade da agenda, mas diversos outros acordos pendentes deverão ser tratados, o que inclui helicópteros de porte médio, cujo RFP (Request for Proposal) poderá ser descartado. Também espera-se que a Índia solicite tecnologia de criptografia para os EUA.”

Já Nicolas Sarkozy e sua esposa Carla Bruni visitarão a Índia de 6 a 7 de dezembro e, “definitivamente, o contrato do MMRCA será discutido. Eventualmente a seleção do MMRCA será uma decisão política”, disseram autoridades. Além de assinar o pacto para o fornecimento de dois reatores, Índia e França também deverão assinar um acordo de 2,2 bilhões de dólares para a modernização da frota de Mirage da Força Aérea Indiana. Segundo fontes do Ministério da Defesa, esse acordo de modernização, que esteve pendente nos últimos dois anos devido a diferenças em relaçaõ ao custo, está pronto para ser assinado.

A França também espera a aprovação da Índia para o Maitri, míssil ar-superfície* (sic) de baixa altitude e reação rápida (Low-Level Quick Reaction Missile – LLQRM), que vem sendo desenvolvido em conjunto com a MBDA.

Já sobre o MiG-35 oferecido pela Rússia, a reportagem do FE coloca como facilidade, para o cumprimento dos requerimentos de contrapartidas industriais, o fato de já haver uma infraestrutura implantada do MiG-29, assim como uma nova fábrica para fabricar, sob licença, os motores RD-33 Série III. A venda do MiG-35 provavelmente estará na agenda de conversações, levando-se em consideração também que Índia e Rússia estão implementando diversos programas militares conjuntos, entre os mais importantes, a produção e modernização do míssil BrahMos e caças supersônicos de quinta geração.

FONTE: Financial Express FOTO: AP

*o texto original do Financial Express descreve o míssil como ar-superfície mas, na verdade, trata-se de um míssil superfície-ar (SAM).

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BAE Systems associa-se à Abimde

A BAE Systems, segunda maior companhia de defesa, segurança e aeroespacial do mundo, afiliou-se hoje à Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (Abimde). A decisão de juntar-se a esta conceituada organização é a mais recente demonstração do comprometimento da BAE Systems em construir relacionamentos com a indústria brasileira para apoiar o crescimento contínuo do setor de defesa no Brasil de forma sustentável.

“A afiliação da BAE Systems a uma entidade de tamanha importância para o setor de defesa como a Abimde mostra o compromisso da companhia com o país”, comenta Dean McCumiskey, diretor da BAE Systems para a região oeste. “O Brasil é nosso mercado prioritário e vamos continuar a desenvolver parcerias com organizações chave para consolidar as habilidades e tecnologias que o Brasil precisa para satisfazer suas necessidades de defesa no futuro”.

A Abimde representa empresas do setor de material militar de todo o Brasil e apoia o relacionamento entre a indústria e entidades governamentais, a fim de acelerar e estimular a comercialização, o desenvolvimento e a qualidade dos produtos brasileiros.

Sobre a BAE Systems

A BAE Systems é uma empresa global que atua nas áreas de defesa, segurança e aeroespacial, com aproximadamente 107 mil colaboradores em todo o mundo. A companhia oferece uma gama completa de produtos e serviços para forças aéreas, terrestres e navais, bem como avançadas soluções eletrônicas, de segurança, tecnologia da informação e serviços de apoio ao cliente. Em 2009, a BAE Systems registrou vendas de 22,4 bilhões de libras (36,2 bilhões de dólares).

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Cronograma do KC-390

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Israel está em negociações para fabricar as asas de cerca de um quarto dos novos aviões de combate F-35 “stealth” dos Estados Unidos, disse na segunda-feira um funcionário israelense.

A Lockheed Martin atualmente tem planos para fabricar cerca de 3.200 F-35, ao custo de cerca de US$ 96 milhões cada.

Um funcionário israelense, que não quis ser identificado, disse que a estatal Israel Aerospace Industries vai construir as asas.

“Estamos em negociações avançadas para que a IAI produza cerca de 800 conjuntos de asas”. A Lockheed Martin se recusou a comentar os detalhes de um possível acordo envolvendo a aeronave, também conhecido como Joint Strike Fighter (JSF).

No início deste mês, o ministro da Defesa israelense Ehud Barak aprovou, em princípio, a compra de 20 caças “stealth”, num negócio de US$ 2,75 bilhões.

Funcionários de Israel e dos EUA esperam a aprovação final desse acordo até o final de setembro. Os aviões serão entregues em 2015-2017. O custo da compra seria coberto por uma subvenção anual de defesa dos EUA, de US $ 3 bilhões.

Israel seria o primeiro país estrangeiro a assinar um acordo para comprar o F-35, fora os oito parceiros internacionais que ajudaram a desenvolver o avião.

Funcionários de Israel e dos EUA com conhecimento do negócio disseram que Israel tem a opção de comprar mais 55 aviões. ”Israel provavelmente vai acabar fabricando uma parcela significativa do F-35″, disse um funcionário americano familiarizado com o negócio.

Um funcionário israelense disse que negócios de compras recíprocas de US$ 4 bilhões foram garantidos por empresas israelenses, para a sua participação na fabricação do avião e podem ser aumentados até 5 bilhões de dólares, embora exista a condição de que Israel exerça sua opção de compra adicional de 55 aviões.

O F-35 foi projetado para evitar a detecção por radar e poderia desempenhar um papel no esforço israelense para derrubar o que considera como ameaça à sua existência, representada pelo programa nuclear iraniano. Teerã nega as alegações ocidentais e israelenses de que está tentando produzir armas atômicas.

FONTE: ynetnews.com

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Virgínia Silveira

O trauma deixado pela crise na aviação mundial, iniciada no segundo semestre de 2008, provocou uma reação em cadeia nas empresas brasileiras fornecedoras do setor. Para reduzir o nível de dependência da Embraer, a principal contratante do segmento e que, por conta da retração da demanda, foi obrigada a reduzir seus pedidos aos fornecedores, as empresas investiram para ganhar competência e poder disputar novos negócios no Brasil e no exterior.

O programa de internacionalização das empresas que compõem o polo aeroespacial brasileiro, um universo formado por 130 pequenas e médias empresas e 5 mil funcionários, já vem dando frutos e das 54 que foram monitoradas de perto pelo Cecompi (Centro para a Competitividade e Inovação do Cone Leste Paulista), seis estão exportando regularmente para países como França, Canadá e Alemanha. “A crise teve um lado positivo porque mostrou às empresas que a diversificação da carteira de clientes e de produtos era uma saída para quem desejasse permanecer nesse mercado”, disse Agliberto Chagas, gerente-executivo do Cecompi.

Segundo Chagas, a divulgação das empresas brasileiras no exterior, consolidada com o lançamento da marca Brazilian Aerospace Cluster, em 2009, foi também resultado de uma série de missões empresariais feitas a países como França, Canadá, Inglaterra e Alemanha, além de visitas às principais feiras de negócios relacionadas ao setor aeroespacial. “A marca é hoje bastante conhecida e já temos relacionamento com mais de 15 países e 500 empresas estão cadastradas no nosso banco de dados como potenciais clientes”, afirma o gerente do Cecompi.

Graças aos novos contatos, a Avionics Services, por exemplo, está concluindo uma negociação importante com uma grande empresa europeia do setor aeronáutico, que ainda não pode ser revelada. “Vamos continuar investindo no mercado externo que tem dado um retorno bastante satisfatório para a empresa, a ponto de não estarmos conseguindo atender a demanda”, comenta um dos diretores da empresa, Antônio José Rodrigues. Os principais negócios, segundo ele, tem sido nas áreas de iluminação, painel de controle, equipamentos eletrônicos e modernização de aeronaves.

A Embraer, segundo Rodrigues, é um cliente importante, mas representa apenas 30% da receita, que este ano deve crescer entre 10% e 15%. Há quatro anos, a Embraer chegou a representar 86% do faturamento da Avionics, que em 2009 foi de R$ 16 milhões. Entre os novos negócios que contribuíram para aumentar a receita da empresa, segundo o diretor, está o contrato de modernização de 54 de aeronaves Bandeirante da Força Aérea Brasileira (FAB) e a instalação de um sistema de internet para o avião presidencial.

Para atender aos pedidos dos novos clientes, segundo Rodrigues, a Avionics precisará contratar este ano mais 20 funcionários. Há 15 anos no mercado, a Avionics também produz equipamentos eletrônicos que estão instalados em toda a linha de jatos comerciais da Embraer. Além de representação comercial de vários fornecedores estrangeiros, a empresa está capacitada ainda para desenvolver, instalar e certificar qualquer projeto de sistema aviônico em aviões, sejam eles civis ou militares.

Com quase 100% de dependência da Embraer até o ano passado, a Jet Star precisou se reinventar para continuar no mercado. “Em 2010 a Embraer responderá por 60% da nossa receita e o restante virá de contratos como o de fornecimento de interiores para helicópteros, produção de mockups de aeronaves e prestação de serviços de móveis para interiores de aviões”, disse.

“Continuamos a trabalhar com a Embraer, mas também intensificamos a prestação de serviços de manutenção de interiores de aeronaves e o desenvolvimento de novos produtos para atender outros mercados”, comenta. Entre eles, está o de materiais especiais para iates e embarcações em geral. A Jet Star mantém uma parceria com a empresa americana Nordam e produz, sob licença, toda a parte de mobília para o jato executivo Legacy 650, da Embraer.

FONTE: Valor Econômico

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Companhia aérea pagará aluguéis semestrais para o banco por 12 anos

O banco Santander vai comprar aviões Embraer e alugá-los para a companhia aérea Azul. No total, o negócio com a comercialização dos seis jatos 195 vai somar R$ 250 milhões, anunciou nesta segunda-feira a instituição.

De acordo com o Santander, a operação terá 80% de financiamento do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

Pelo modelo, chamado de spanish leasing, a companhia aérea pagará aluguéis semestrais para o Santander por 12 anos, que é o prazo de amortização do empréstimo do BNDES. Ao final do período, o banco terá a opção de vender as aeronaves ou negociar com a Azul para continuar a alugá-las.

Segundo a instituição, a operação irá ter impacto na geração de empregos, com 100 novas vagas diretas e 300 indiretas.

FONTE: Portugal Digital

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Os custos operacionais do Eurofighter são significativamente maiores do que o esperado, com o preço de € 73.992 por hora de voo, quase o dobro do inicialmente previsto.

O Tornado, avião mais caro da Luftwaffe, custa € 43.000 por hora. Muito mais caros do que se pensava, também são os voos da Força Aérea, feitos para a indústria alemã. Em fevereiro de 2009, três Eurofighter participaram do show Aero Índia 2009, pois a Índia planeja comprar 126 novos aviões de combate e o Eurofighter está na competição.

O vôo promocional durou 96 horas e custou € 7,1 milhões. A Luftwaffe pediu € 180.000 e o restante foi pago pelo contribuinte. A viagem fazia parte do programa de vôo normal, por isso a Força Aérea justificou o custo.

Este ano, o Eurofighter está sendo testado na Índia. A aeronave é da Luftwaffe novamente.

FONTE: Spielgel Online

NOTA DO PODER AÉREO: o jornalista alemão dividiu o total de € 7,1 milhões por 96 horas, o que dá € 73.992/h. Mas esqueceu de dividir o valor por 3 aviões, o que daria  € 24.664 euros/h. Mesmo assim, é um custo alto para um caça, talvez o valor total inclua outras gastos da apresentação na Índia.

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Novidades na Aviação Naval

O Poder Naval está apresentando uma série de reportagens sobre a Aviação Naval esta semana. Fiquem ligados e não percam as novidades exclusivas e fotos excelentes.

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Aeronáutica abre vagas para capelães

A Aeronáutica está selecionando candidatos para apoio nas atividades religiosas. Os interessados podem se inscrever até 23 de setembro para quatro oportunidades ao Exame de Admissão ao Estágio de Instrução e Adaptação para Capelães. São três vagas para sacerdote e uma para pastor evangélico. Para concorrer, é preciso ser homem, ter idade entre 30 e 40 anos até o fim do ano que vem e ter concluído o curso de teologia. O candidato deve ainda ter sido ordenado sacerdote católico romano ou consagrado pastor evangélico, além de ter experiência mínima de três anos na atividade pastoral. O salário, após aprovação em estágio, será de R$ 4.590 — equivalente ao de segundo-tenente.

As inscrições devem ser feitas pelo endereço www.fab.mil.br e taxa é R$ 100. O treinamento será ministrado no Centro de Instrução e Adaptação da Aeronáutica (Ciaar), em Belo Horizonte (MG), e tem duração aproximada de 13 semanas. Os candidatos serão submetidos a exames de escolaridade, conhecimentos especializados, inspeção de saúde, de aptidão psicológica e avaliação do condicionamento físico. As provas escritas estão previstas para 28 de novembro.

Temporários

Além das vagas para capelão, a Força Aérea Brasileira (FAB) oferece mais 160 oportunidades em diversas áreas para oficial temporário, cujas inscrições seguem até 23 de setembro. Os salários vão até R$ 5 mil. As maiores chances são para enfermagem (25), análise de sistemas (15) e serviços jurídicos (12). A taxa é de R$ 80. Após concluir um curso com instruções sobre conduta militar e gestão de pessoas, entre outras, quem for aprovado será nomeado segundo-tenente e designado para servir em organização militar da localidade escolhida no ato da inscrição, respeitando a classificação no certame.

FONTE: Correio Braziliense

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