QG Airsoft

A Sokol, empresa russa fabricante de aeronaves baseada em Nizhny Novgorod, iniciou a entrega do seu treinador a jato Yak-130 para a Força Aérea da Rússia.

O primeiro dos Yak-130 russos foi entregue no final de julho, conforme anunciado anteriormente. A aeronave será demonstrada durante a MAKS-09. O Yak-130 foi escolhido pela Força Aérea da Rússia em abril de 2002. Até o final de 2010 doze exemplares já estarão voando.

Além dos Yak-130 russos, a Nigéria já encomendou 10 exemplares deste avião, que também pode atuar como aeronave de ataque leve.

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Vai começar o MAKS 2009

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O salão internacional de aviação e espaço de Moscou- MAKS – vai começar no próximo dia 18. O evento ocorrerá no Gromov Flight Research Institute, localizado na cidade de Zhukovsky.

As maiores novidades do setor aeroespacial e de defesa da Rússia geralmente são apresentadas no MAKS.

Mas não são somente empresas russas que participam do evento. Diversas companhias do mundo, da China aos EUA, também estarão presentes. Inclusive a Bombardier estará lá. A Embraer não foi listada como expositora.

Para maiores informações, visite o site oficial do evento.

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F/A-18E? Preferiríamos o F-15…

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O F-15 Eagle já derrotou o Rafale em duas concorrências internacionais: em 2002, o Boeing F-15K venceu o Rafale no F-X da Coréia do Sul e, em 2005, o Rafale perdeu novamente para o F-15, na disputa pelo melhor caça para a Real Força Aérea de Singapura. Nas concorrências de Singapura e Coréia do Sul, o Rafale foi oferecido por US$ 95 milhões, valor equivalente ao do F-15.

Embora o F/A-18E Super Hornet oferecido para o F-X2 da FAB seja um excelente caça em muitos aspectos, seu desempenho é inferior ao das últimas versões do F-15 em manobrabilidade, velocidade máxima, razão de subida etc. Isso sem contar a última versão Silent Eagle.

Talvez pelo fato de ser uma aeronave que desde o início nasceu multifuncional, o “Vespão” (Super Hornet) pode ser comparado ao pato, que faz todas as coisas (nada, voa, anda), mas nenhuma com maestria.

O F-15, por sua vez, nasceu como uma aeronave de superioridade aérea e depois foi convertida em aeronave de ataque à superfície, na versão F-15E Strike Eagle.

Do jeito que a FAB está, qualquer aeronave que vier aceitaremos de bom grado, até o F/A-18E Super Hornet. Mas, cá entre nós, gostaríamos mesmo é do F-15!

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Feira de Aviação em Congonhas começa hoje

labace1O aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, recebe a partir desta quinta-feira a 6ª edição da Latin America Business Aviation Conference & Exhibition (Labace), o maior evento de aviação geral e executiva da América Latina. Neste ano, a feira conta com 98 expositores, ante os 90 do ano anterior. Entre os destaques estão a brasileira Embraer, que trouxe seu Legacy 600 de 13 lugares e que custa US$ 28 milhões, além das outras das maiores empresas do segmento no mundo, como Bombardier, Gulfstream, Cessna, Raytheon, Agusta Westland e Dassault.

A Labace é aberta ao público e conta com ingressos de R$ 80 (com meia entrada para estudantes). A visitação às aeronaves vai ocorrer na antiga área da Vasp no aeroporto de Congonhas e poderá ser feita quinta e sexta, das 12h às 21h, e no sábado, das 9h às 18h. A entrada para a exposição é pelo portão 3. Menores de 18 anos só podem visitar o local no sábado, sendo que menores de 15 não pagam ingresso.

Segundo a organizadora do evento, a Associação Brasileira de Aviação Geral (Abag), a expectativa é um crescimento de 10% nas vendas em relação a edição anterior, que movimentou US$ 350 milhões. A edição de 2008 teve alta de 60% no valor dos negócios fechados durante a Labace daquele ano, em relação à de 2007.

Para este ano, a Labace terá uma área de exposição de 15 mil m², ante 13 mil m² do ano anterior. A estimativa é que a exposição estática de aeronaves seja visitada durante os três dias por um público de 13 mil a 15 mil pessoas, ante os 13 mil visitantes registrados em 2008.

Além do Legacy 600, a Embraer também vai exibir versões dos jatos Phenon 100 (4 passageiros e US$ 3,5 milhões) e do Phenom 300 (6 passageiros e US$ 6,65 milhões). A fabricante brasileira também terá um mockup (espécie de maquete em tamanho real) do Legacy 500, seu projeto de jato executivo que deve começar a voar em 2012 e tem capacidade para 12 passageiros e preço de tabela de US$ 18,5 milhões.

FONTE: Terra

Para mais informações, visite o site da Abag

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Trata-se de 10 transportes Aviocar. Também há caças F-16 excedentes que despertaram interesse do Paquistão

As 10 aeronaves Aviocar que integravam uma lista de equipamentos militares a serem alienados nesse ano apenas poderão ser vendidas como “sucata ou para fins museológicos”, indica o relatório de execução da Lei de Programação Militar de 2008.

“Relativamente à alienação das 10 aeronaves [C-212 Aviocar] verifica-se que estão há bastante tempo na situação de inibidas de voo, encontrando-se, regra geral, incompletas e, algumas delas, sem os respectivos motores, sendo somente possível a sua alienação como sucata ou para fins museológicos”, diz o relatório a que a agência Lusa teve acesso.

O documento observa no entanto que para além destas 10, “existem 14 aeronaves Aviocar em condições de voo, cuja alienação apenas deverá ser considerada após a declaração de ‘Full Operacional Capability’ das novas aeronaves C-295″ (compradas ao ‘gigante’ espanhol EADS-CASA) e que está “prevista para o final de 2010″.

O ministério contava encaixar 15 milhões de euros com a alienação dos Aviocar, mas do que estava previsto para o ano passado, apenas foram vendidas duas fragatas ao Uruguai por 13 milhões de euros a serem pagos em cinco anos.

Segundo o relatório, para além destes e das duas fragatas da Marinha Portuguesa estavam também para alienar mais oito helicópteros PUMA – por 20 milhões – e 10 aeronaves F-16 da Força Aérea – por 45 milhões -, o que daria um valor de 90 milhões de euros, destinado aos Órgãos e Serviços Centrais do ministério da Defesa.

f-16a-fap

Sobre os F-16, o documento refere que “foram efectuados contactos com diversas entidades internacionais potencialmente interessadas, adidos militares no estrangeiro e consórcios internacionais” e que “a Força Aérea Paquistanesa solicitou informações sobre configuração e ‘upgrades’ estruturais das aeronaves, tendo manifestado interesse em realizar uma visita à OGMA para apreciar os trabalhos de modernização e ‘upgrade’” das aeronaves.

Em relação aos PUMA, foram também “efectuados contactos com diversas entidades internacionais potencialmente interessadas, adidos militares no estrangeiro e consórcios internacionais”, mas até ao final do ano passado ainda não tinha sido possível “concretizar a operação”.

Contudo, o relatório acrescenta que segundo informações apresentadas pela Força Aérea na altura, dos oito helicópteros apenas quatro estavam “em condições de alienar” já que os outros quatro para ficarem em condições de voo precisavam de “uma profunda manutenção”.

FONTE: Expresso    FOTOS: FAP – Força Aérea Portuguesa

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Chinook O governo do Canadá firmou um contrato para a aquisição de 15 novos helicópteros CH-47F Chinook. O valor divulgado do contrato é de 1,15 bilhão de dólares. Também como parte do acordo a Boeing (fabricante da aeronave) se associará com empresas canadenses com investimentos em torno de 500 milhões de dólares. As entregas deverão ocorrer entre 2013 e 2014.

Os CH-147 (como os canadeses designam o CH-47F) receberão modificações para atender às condições ambientais do Canadá, incluindo uma motorização mais potente composta por duas turbinas Honeywell T55-L-714A de 4.733 hp. As aeronaves serão capazes de transportar mais de 9525 kg de carga. Estas mesmas turbinas foram selecionadas pelo Reino Unido para modernizar toda a frota de Chinook da RAF.

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Voou o primeiro B-1 com sistema FIDL

B-1

O primeiro bombardeio B-1 equipado com sistema FIDL (Fully Integrated Data Link) voou pela primeira vez no último dia 29 de julho.

Além do sistema FIDL, diversas modificações foram introduzidas na cabina e nos sistemas eletrônicos do B-1. Os mostradores e respectivos hardwares da década de 1980 (período em que as aeronaves foram construídas) foram removidos e substituídos por equipamentos no estado da arte. Também receberam melhorias o sistema de comunicação, aviônicos, e outros equipamentos eletrônicos que reduzirão a carga de trabalhos dos pilotos e operadores de sistemas, aumentando a eficiência das missões.

Os testes ocorrem na Base Aérea de Edwards, Califórnia, e continuarão durante o ano de 2010. A USAF espera firmar um contrato em novembro do ano que vem para modernizar todo os B-1.

FOTO: Edwards AFB

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Vídeo de demonstração do Su-35

Neste vídeo não teve para ninguém. B-52, EF-2000, etc. Foram todos abatidos.

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T-6 Texan II

O site Aviation Today informou que a Hawker Beechcraft ganhou um contrato da USAF para fornecer aeronaves T-6A Texan II. Estas aeronaves serão encaminhadas para a Força Aérea do Iraque. O valor total do contrato inclui sistemas de treinamento, publicações técnicas e dois anos de suporte logístico e está avaliado em  170,4 milhões de dólares.

FOTO: USAF

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su-30mkm

A Irkut Corporation está finalizando as entregas dos caças Sukhoi Su-30MKM à Real Força Aérea da Malásia (RMAF). Os dois primeiros aviões do último lote já foram entregues, faltando apenas 4 aeronaves, de um total de 18.

O contrato para a compra dos caças multifuncionais Su-30MKM foi assinado durante a visita oficial de Vladimir Putin, então presidente da Rússia, à Malásia, em agosto de 2003.

Depois de detalhada análise feita pela RMAF, o Su-30MKM foi escolhido no lugar do F/A-18E Super Hornet. De acordo com a mídia local, a decisão da Malásia foi influenciada em grande parte pela Índia, que opera com sucesso o Su-30MKI.

O Su-30МКМ (multi-role, commercial, Malaysian) é a versão mais recente do Su-30МКI criado para a Índia. A aeronave tem a mesma configuração aerodinâmica e motores Thrust Vector Control (TVC), juntamente com um avançado sistema de controle de voo digital fly-by-wire. O MKM difere do MKI pela aviônica customizada.

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O caça é equipado com um radar phased array capaz de rastrear 15 alvos e atacar 4 simultaneamente. A aviônica do Su-30MKM inclui um sistema de guerra eletrônica (EW) e um sistema óptico com laser para telemetria. Alguns aviônicos ocidentais também foram integrados ao caça: Head-up display (HUD), navigational forward-looking IR system NAVFLIR, Laser Designation Pod (LDP Damocles) da Thales francesa e missile approach warning sensor (MAWS) e laser warning sensor (LWS) da AVITRONICS da África do Sul.

A integração de toda  a aviônica está sendo feito pelo Su-30MKM Project Team, que inclui oficiais da RMAF.

A Irkut Corporation já entregou o Su-30MK para a Índia, Argélia e Malásia, juntamente com kits para a montagem sob licença pela Hindustan Aeronautics Limited da Índia. São cerca de 300 SU-30MK encomendados, com metade já entregue.

O upgrade dos Su-30MKI da IAF está em negociação. Planeja-se integrar o míssil antinavio BrahMos na aeronave.

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Mirage 2000. Tão resistente quanto um Su-30?

Dramática cena de um Mirage 2000 tentando se recuperar depois de executar um “meio oito cubano”. Mesmo após atingir o solo o avião consegue ganhar altitude e voar nivelado antes do piloto ejetar-se.

Quando um Su-30 MKI acidentou-se em Le Bourget em 1999, muitos afirmaram que a aeronave só foi capaz de continuar voando  após colidir com o solo (por um breve período – claro) porque a estrutura da família Sukhoi é muito robusta.

E agora? O que falar da estrutura do Mirage 2000 depois deste vídeo?

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A cadeia de fornecedores da indústria aeronáutica, em São José dos Campos, tenta ajustar-se para enfrentar a crise. São cerca de 70 empresas, a maioria pequenas. A causa de seus problemas está nas encomendas feitas pela Embraer, que caíram à metade.

“As empresas precisam de medidas emergenciais para evitar um colapso”, diz o diretor do Ciesp de São José dos Campos, Almir Fernandes. Fabricantes de máquina e equipamento, por exemplo, não aceitam mais alongar prazos de pagamento. O BNDES criou um plano de apoio, mas seu objetivo é de longo prazo: criar uma cadeia competitiva e menos dependente da Embraer. Neste mês, deve aprovar a ampliação do Pró-Aeronáutica, que dispõe de apenas R$ 100 milhões.

Muitas empresas tentam diversificar a produção para atenuar a crise. “Estamos fortalecendo a área de defesa e o setor de petróleo e gás”, diz Gianni Bravo, da Friuli, que acumula prejuízo de R$ 1 milhão no primeiro semestre e teve de demitir 126 dos 220 funcionários. Com esses contratos, reduziu sua dependência da Embraer para 52%. A Graúna, especializada em usinagem, demitiu mais de 100 empregados. Para sobreviver, seu presidente, Urbano Cícero de Araújo, espera o apoio do BNDES a um plano de capacitação tecnológica e também aposta em equipamentos para a área do petróleo.

Uma iniciativa da Nossa Caixa Desenvolvimento surge como alternativa para amenizar a crise. A agência de fomento paulista tem R$ 1 bilhão para emprestar a pequenas e médias empresas e o setor aeroespacial é um dos cinco escolhidos.

FONTE: Valor OnLINE

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