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FAB testa Hermes 450 sobre Santa Cruz do Sul

Ricardo Düren

Um avião está sobrevoando áreas de Santa Cruz do Sul sem levar nenhum tripulante a bordo. Durante os voos, o piloto e sua equipe permanecem em terra, controlando o aparelho a quilômetros de distância. O fato, que pode parecer trailer de filme futurista, faz parte de exercícios que a Força Aérea Brasileira (FAB) está realizado no município.

O pessoal da FAB está em Santa Cruz desde domingo, em uma base recheada com 20 toneladas de equipamentos, montada junto ao Aeroporto Luiz Beck da Silva. Ontem a equipe realizou os primeiros voos, em território santa-cruzense, com o Hermes 450, avião não tripulado fabricado pela israelense Elbit Systems. Os exercícios vêm sendo acompanhados por 40 homens, entre militares da Base Aérea de Santa Maria (BASM) e técnicos da Elbit e de sua representante no Brasil, a Aeroeletrônica.

Segundo o tenente-coronel Paulo Ricardo Laux, gerente do grupo de trabalho envolvido no projeto, a FAB vem fazendo testes com o Hermes 450 em sistema de comodato com a Elbit. A ideia é avaliar a possibilidade de empregar o equipamento em missões reais, como patrulhamento de fronteira, buscas a desaparecidos e acompanhamento a catástrofes. Pesando 450 quilos, com dez metros de envergadura e capaz de decolar e aterrissar sozinho, o avião pode voar até 16 horas sem reabastecer.

“Seria inviável manter uma tripulação por tanto tempo no ar. Já em terra, o pessoal pode fazer um revezamento enquanto a aeronave permanece voando”, explica Laux. Outra vantagem do aparelho, conforme o tenente-coronel, é a capacidade de transmissão de imagens em tempo real. O avião dispõe de câmeras equipadas com infravermelho e sensores.

Laux explica que o objetivo dos exercícios em Santa Cruz é avaliar a possibilidade de controlar o avião em outras estruturas, fora da sede. Dois Hermes vieram para o Luiz Beck da Silva, junto com uma parafernália de equipamentos de reabastecimento e comunicação, além de geradores elétricos. A cabine de controle está instalada no interior de um contêiner, trazido por uma carreta da FAB.

Por questões estratégicas o tenente-coronel não permitiu fotos no interior da cabine de controle, mas franqueou à reportagem o acesso. No local há vários monitores que mostram mapas e as imagens captadas pelo Hermes. Também há controles usados pelo piloto e pelos operadores da câmera e dos sensores. As cenas captadas também são transmitidas para outro contêiner, repleto de telas de plasma, onde são analisadas por um grupo de militares. Em tempo real, são recebidas também na sede do Comando da Aeronáutica, em Brasília.

EXERCÍCIO

Após os primeiros testes junto à pista do aeroporto, a FAB realizou um exercício conjunto com o 7º Batalhão de Infantaria Blindado (7ºBIB), de Santa Cruz. De acordo com Paulo Laux, o objetivo foi avaliar a capacidade do Hermes em fazer reconhecimentos. O aparelho sobrevoou áreas ocupadas por homens de infantaria, mandando para a base imagens da estrutura montada em terra e até do tipo de armamento dos soldados.

A FAB permanece em Santa Cruz até o dia 20, mas quem for ao aeroporto neste fim de semana não verá as duas aeronaves em ação. Conforme Laux, os técnicos civis não trabalham sábado por determinação da Elbit – israelense, a empresa respeita os costumes judaicos. Novidade no Brasil, os vôos sem tripulação já são empregados em missões reais pelos Estados Unidos.

FONTE: Gazeta do Sul

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A Boeing informou na última quarta-feira que se a Índia selecionar o Super Hornet, na concorrência para 126 caças multimissão, lhe será permitida a adição de capacidades avançadas para os caças, em requisitos futuros.

Segundo Vivek Lall, chefe da Boeing Defence, Space and Security na Índia, o país poderá participar do “International Super Hornet Roadmap customer”, que dará à Força Aérea Indiana a flexibilidade ao longo dos anos para integrar ou introduzir novas tecnologias.

A Boeing anunciou recentemente o roteiro de desenvolvimento de 40 anos, financiado pela US Navy e desenvolvido pela Boeing, que planeja amadurecer tecnologias e introduzí-las na aeronave.

A Boeing também tem um plano de crescimento para os clientes internacionais, a fim de assegurar que o Super Hornet satisfaça as necessidades das forças aéreas, como a da Índia, que podem diferir das exigências americanas.

Lall disse que algumas das tecnologias oferecidas no roteiro já estão no avião oferecido à IAF. O roteiro vai oferecer recursos para a sobrevivência melhorada e capacidades de detecção adicionais.

FONTE: DDNews

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O 2°/5° GAV, Esquadrão Joker, recebeu dois instrutores do Grupo de Aviacion Nº1, esquadrão responsável pela formação dos pilotos de caça da Força Aérea Chilena, entre os dias 2 e 8 de agosto. A comitiva, composta pelos Tenentes-Aviadores Jorquera e Mella, realizou no período um intercâmbio com os pilotos do Esquadrão.

Durante uma semana, os pilotos chilenos se familiarizaram com a sistemática de formação dos Pilotos de Caça da Força Aérea Brasileira (FAB) e cumpriram um programa de, aproximadamente, 5 horas de voo na aeronave A-29B. As missões realizadas englobaram todo o curso operacional realizado pelo 2°/5° GAV, proporcionando uma visão geral do Curso de Especialização Operacional da Aviação de Caça, desde o voo básico até as fases avançadas de emprego do A-29 como plataforma de armas.

Este tipo de intercâmbio visa promover a integração entre as Forças Aéreas Chilena e Brasileira, além de buscar a melhoria da qualidade de instrução de Caça na FAB advinda com a troca de experiências.

Como parte do intercâmbio, a Força Aérea Brasileira enviou dois Instrutores do 2°/5° GAV, entre o período de 9 a 13 de agosto, para a Escola de formação de pilotos de caça da Força Aérea Chilena, localizada na Base Aérea de Iquique e, assim, efetivar a troca de experiências entre os Instrutores das duas forças.

O Esquadrão Joker é subordinado operacionalmente à I FAE e administrativamente à BANT e tem a missão de formar os Pilotos de Caça para a FAB.

FONTE: FAB

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Mais sobre formações de combate

Muitas pessoas quando vêem equipes de demonstração como a Esquadrilha da Fumaça, Thunderbirds, Blue Angels voando em formação, ficam se perguntando se essas formações têm aplicação prática, além da estética.

No início da I Guerra Mundial, as aeronaves eram usadas basicamente para missões de reconhecimento, voando sozinhas ou no máximo em duplas. Mas com a rápida evolução dos aviões, os britânicos começaram a ser abatidos por trás (posição 6 horas) pelas aeronaves alemãs.

Os corpos aéreos decidiram então empregar o conceito de concentração de força (chegar com muitos aviões ao mesmo tempo, rapidamente), com os alemães voando em pares e os britânicos empregando o círculo defensivo, para que os artilheiros traseiros pudessem cobrir os arcos cegos uns dos outros.

Em 1916, Hauptmann Oswald Boelcke formou o primeiro ‘Jagdstaffel’ (Jasta), um grupo de 8 caças que voavam juntos para enfrentar as formações do RFC (Royal Flying Corps). Os aviões DH2 e Nieuport monoplaces foram superados em número e então começaram a voar em pares ou em quatro aviões, para proteção mútua.

Os Fokkers alemães foram substituídos por biplanos Albatros, com duas metralhadoras, bem superiores ao armamento inimigo. Os Albatros conquistaram a superioridade aérea, culminando no “Abril Sangrento” de 1917, quando o RFC perdeu 1/3 dos seus tripulantes, mortos ou desaparecidos.

No mesmo mês, o RFC colocou em serviço a primeira aeronave que iria servir de carrasco para o Serviço Aéreo Imperial Alemão: o Royal Aircraft Factory SE5, com motor de 150hp, logo substituído pelo de 200hp, aeronave que foi pilotada por vários ases do RFC, incluindo Edward ‘Mick’ Mannock, o maior deles.

Mas nem todo piloto era um ás. Quando o primeiro “Jasta” foi formado, os pilotos foram escolhidos a dedo, uma elite de pilotos, deixando as outras unidades aéreas com moral de “segundo colocado”.

Em contraste, um esquadrão típico do RFC ou RNAS era formado por pilotos de diferentes graus de habilidade, com cada homem sendo incentivado a melhorar cada vez mais. O SE5a era muito mais fácil de voar que o famoso Sopwith Camel, mas era menos manobrável. Num “dogfight”, era facilmente encaudado pelo triplano Fokker.

A formação ‘Vic’

Para maximizar a eficiência dos pilotos e caças, o comandante do 84 Squadron do RFC, Major Sholto Douglas, idealizou a formação tática em “V”, na qual dois alas (wingman) voavam em “echelon” atrás do líder, à esquerda e à direita. A formação “Vic” (abreviação da fonética “Victor”) de três aviões voava o mais próximo possível, para que os alas pudessem ver os sinais manuais do líder, que era sozinho o responsável por vigiar o céu e localizar o inimigo.

Com a indicação do líder, a formação mergulhava unida para atacar. Douglas não permitia que a formação se desfizesse e o piloto que desobedecesse era proibido de voar. Se a metralhadora do líder falhava no momento do ataque (uma ocorrência frequente), era dada a permissão para um dos alas atirar.

A tática funcionou e o 84 Squadron conseguiu mais de 100 vitórias, perdendo menos homens que qualquer outro esquadrão na Frente Ocidental. Douglas acabou mais tarde se tornando Marechal da RAF, Lord Douglas of Kirtleside.

A formação “Vic” era efetiva para concentrar poder de fogo, mas os alas tinham que manter os olhos no líder, sem condições de prestar atenção ao seu redor. Se o líder errasse em sua avaliação, os alas corriam perigo.

A “Vic” permaneceu padrão com a RAF para caças e bombardeiros,  pois era fácil de ser modificada em “line-ahead”, “line abreast” ou “echelon”.

Rotte, Schwarme e ‘Finger Four’

Banida em 1919 pelos termos do Tratado de Versalhes, a aviação militar alemã teve que recomeçar do zero. A Luftwaffe emergiu em 1935, com os pilotos planejando novas formações de combate, a mais importante permanecendo até hoje como base da aviação de caça em todo o mundo: o “rotte” (elemento ou par).

Dois aviões voam alinhados paralelamente ou com o líder um pouco mais à frente, e cada piloto explorando o céu ao redor do seu parceiro.

A distância entre o par era ditada pela missão ou circunstância, desde asa com asa, para concentrar o poder de fogo num alvo, de 100 a 200m para patrulha ou até 400 a 600m de distância para “ensanduichar” um inimigo entre eles, num “dogfight”.

A tática foi aperfeiçoada pelos pilotos da Legião Condor voando Heinkel 51 e os primeiros Bf109, durante a Guerra Civil Espanhola. O potencial dos caças da Luftwaffe aumentou mais ainda, com a combinação de dois “rotten” numa “schwarme”, de quatro aviões (Finger Four).

Os caças da República Espanhola Polikarpov I-15 e I-16 sofreram grandes perdas nas mãos destas novas formações, assim como o Armée de l’Air e a RAF, durante os combates que terminaram com a derrota da França, na Segunda Guerra Mundial.

No decorrer da Segunda Guerra Mundial, a formação alemã foi copiada também pela RAF. A “Finger Four” pode rapidamente se transformar numa formação “line-abreast”, para concentrar poder de fogo. Quando quatro Spitfires ou Hurricanes Mk.I voavam desta forma, havia 32 metralhadoras Browning de 0,303″ varrendo o inimigo, a 1.000 disparos por minuto, preenchendo a zona frontal com 1.050 projéteis em apenas dois segundos.

A ‘Thach Weave’

Em 1942, o capitão-de-corveta James ‘Jimmy’ Thach da Marinha dos EUA liderava um esquadrão de caças F4F ‘Wildcat’ num grupo aéreo embarcado em porta-aviões. Ele cedo descobriu que o caça japonês Zero-Sen ‘Zeke’ era superior aos caças americanos e que, se seus pilotos quisessem sobreviver ao “tour of duty”, eles precisavam manter uma ótima varredura dos céus para visualizar o inimigo com a maior antecedência possível.

Os aviões da US Navy e dos Marines voavam em formações “Vic”, assim como os caças de Yamamoto, então Thach buscou desenvolver uma formação que facilitasse o trabalho dos olhos e dos nervos dos seus pilotos.

Ele treinou seus pilotos em pares “loose deuce”,  ”line-abreast”, com distância de 300 a 400 jardas. Ao invés de ficar vigiando o céu ao redor do seu avião, cada piloto buscava os céus ao redor do seu ala (wingman), o que dava um ângulo maior de visão e poucos arcos cegos.

Em intervalos de não mais de 5 minutos, geralmente menos, o elemento líder sinalizava “cross over” e eles trocavam as posições numa curva S, varrendo o céu abaixo e o mar enquanto efetuavam a mudança.

Na nova posição, os pilotos estavam olhando para a direção oposta, flexibilizando os músculos do pescoço e evitando o estado de transe, que muitas vezes afeta pilotos que patrulham vastas áreas de céu e oceano.

As mudanças de rumo e qualquer decisão de engajamento eram feitas pelo elemento líder. Os dois elementos podiam formar uma esquadrilha, quando o líder da esquadrilha designava os alvos a serem engajados e cada elemento cobria o outro. A nova formação funcionou e o esquadrão de Thach nunca foi pego de surpresa pelos Zeros. A tática é ainda empregada pela US Navy.

Continua em próximo post…

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Todos os jatos de treinamento BAE Hawk em operação no Reino Unido foram ‘groundeados’ no final do mês passado por problemas nos assentos ejetáveis MB Mk10. O problema foi detectado em uma das aeronaves durante uma vistoria realizada por um engenheiro em 27 de julho na base aérea de Valley (Anglesey).

A descoberta do problema também alertou outras unidades que operam a aeronave e os jatos baseados em Yeovilton, Leeming, Scampton e Culdrose foram mantidos no chão. Nenhum Hawk foi autorizado a voar sem antes passar por uma inspeção. Até mesmo os Hawk do esquadrão de demonstração aérea Red Arrows da RAF foi proibido de voar.

FONTE/FOTO: BBC/BAE

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DSA cortará pela metade número de funcionários

A Denel Saab Aerostructures (DSA) terá que reduzir pela metade o número de funcionários para o ano que vem para sobreviver. Perto de 300 postos de trabalho deverão ser cortados.

O corte afetará algumas áreas de desenvolvimento da empresa e muitos postos de trabalho altamente qualificados serão perdidos. A recessão global da economia e o atraso no programa do Airbus A400M foram os responsáveis pela queda do faturamento da empresa. O grupo sueco Saab possui aproximadamente 20% da DSA.

FONTE: allafrica

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O porta-voz do Ministério da Defesa da Índia minimizou as informações divulgadas pela mídia de que o caça francês Rafale e o Eurofighter Typhoon tenham emergido como favoritos na concorrência do MMRCA (Medium Multi-Role Combat Aircraft).

Sitanshu Kar informou ao grupo Jane’s no último da 10 de agosto que nenhuma decisão foi tomada após o Ministério da Defesa ter recebido o relatório das análises técnicas dos participantes.

Recentemente o canal de TV indiano Times Now noticiou que o relatório de avaliação técnica da Força Aérea da Índia sobre os concorrentes do programa MMRCA recomendou a inclusão de somente duas aeronaves no “short-list”: o Rafale e o Typhoon.

FONTE: Jane’s

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Novo fuzil brasileiro no ForTe

Conseguimos com exclusividade as fotos do novo fuzil IMBEL IA2. Esse fuzil tem a “missão” de substituir o FAL nas unidades do Exército Brasileiro e tudo indica que também irá substituir os fuzis G33 da Força Aérea, além dos FAL e M16 da Marinha e Corpo de Fuzileiros Navais. O fuzil IMBEL IA2 fará uso de polímero no guarda-mão, punho e coronha. Leia matéria completa e comente no ForTe.

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A Força Aérea Brasileira inscreve entre os dias 16 de agosto e 23 de setembro para o exame de admissão ao Estágio de Adaptação de Oficiais Temporários (EAOT). Esse ano foram abertas 160 vagas para 23 profissões. O valor da taxa de inscrição é de R$ 100,00. Para inscrever-se o candidato não deve completar 43 anos até o dia 31 de dezembro de 2011.

O Processo Seletivo é constituído das seguintes etapas: Exame de Escolaridade e Conhecimentos Especializados, Inspeção de Saúde (INSPSAU), Exame de Aptidão Psicológica (EAP) e Teste de Avaliação do Condicionamento Físico (TACF). A prova escrita ocorre no dia 21 de novembro em dezesseis cidades brasileiras. A prova de redação será aplicada apenas para as especialidades de Jornalismo, Relações Públicas, Publicidade e Propaganda, Serviços Jurídicos, Pedagogia e Magistério.

O candidato aprovado em todas as etapas do certame fará o Estágio, que tem duração de 13 semanas, no Centro de Instrução e Adaptação da Aeronáutica (CIAAR), em Belo Horizonte (MG). Concluindo-o com aproveitamento, será nomeado Segundo-Tenente, sendo designado para servir em Organização Militar da localidade escolhida no ato da inscrição. O edital pode ser acessado na página www.fab.mil.br.

LOCALIDADES PARA REALIZAÇÃO DAS PROVAS
Belém – PA , Recife – PE, Fortaleza – CE, Salvador – BA, Natal – RN, Rio de Janeiro – RJ, Belo Horizonte – MG, São Paulo – SP, Campo Grande – MS, Canoas – RS, Curitiba – PR, Florianópolis – SC, Brasília – DF, Manaus – AM, Boa Vista – RR, Porto Velho – RO,

Vagas por Especialidades :
Administração (ADM) – 07; Análise de Sistemas (ANS) – 15; Arquitetura (AQT) – 02; Arquivologia (AQV) – 04; Serviço Social (ASS) – 09; Biblioteconomia (BIB) – 05; Ciências Contábeis (CCO) – 11; Economia (ECO) – 03; Educação Física (EFI) – 03; Enfermagem (ENF) – 25; Estatística (EST) – 06; Fisioterapia (FIS) – 03; Fonoaudiologia (FON) – 04; Jornalismo (JOR) – 03; Magistério Língua Inglesa (MLI) – 01; Nutrição (NUT) – 05; Pedagogia (PED) – 11; Psicologia Educacional (PSE) – 04; Psicologia Clínica (PSL) – 11; Psicologia Organizacional e do Trabalho (PSO) – 09; Publicidade e Propagada (PUP) – 02; Relações Públicas (REP) – 05; Serviços Jurídicos (SJU) – 12.

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Os UAV dominam a Vigilância e a Designação de Alvos

Por David A. Fulghum

A USAF está reintroduzindo o seu UAV furtivo (“stealth”) RQ-170 em operações no Afeganistão, e Israel está usando seus UAV de alcance estratégico para observar, designar e atacar contrabandistas no Mar Vermelho.

A última mudança é que a Ala de RQ-170 Sentinel da USAF voltou ou está retornando ao Afeganistão, dotada da capacidade de vídeo “full-motion” que os comandantes das forças terrestres têm requerido, como incremento de capacidade para as ações continuadas de inteligência, vigilância e reconhecimento (ISR) no país.

Durante a última entrevista como chefe de inteligência da Força Aérea, em 02 de agosto, o tenente-general Dave Deptula disse, em resposta a uma pergunta sobre a necessidade contínua de sigilo sobre o RQ-170: “Eu não posso te dizer, [mas] o fato é que temos lá uma aeronave furtiva pilotada remotamente.”

Quanto à forma como a Força Aérea consegue suportar uma força considerável de UAV com um programa de aquisição regular, sem incorrer nos custos punitivos que têm acompanhado os projetos “stealth” no passado, Deptula explicou: “Esse tipo de pergunta é exatamente o que estamos abordando agora, quando estamos desenvolvendo um documento de requisito inicial para a próxima geração de aviões pilotados remotamente.”

Operações dos Heron

O segundo item de nota é o uso dos UAV de longo alcance da Força Aérea Israelense – quer seja o Heron 1 ou o Heron 2 – nas operações transfronteiriças contra os contrabandistas, como parte do esforço contínuo para interceptar carregamentos de armas na região do Mar Vermelho.

Já existiu carga destinada ao Hamas e Hezbollah transportada por trem (via Turquia), por aviões (via Tailândia) e navios (através da Síria e Egito), as autoridades israelenses disseram para a Aviation Week. As armas eram provenientes da China, Espanha, Coréia do Norte e do Irã.

“Essa transferência, por mar, terra e ar permitiu ao Hezbollah ter hoje uma capacidade estratégica com foguetes e mísseis”, disse um planejador estratégico sênior das Forças de Defesa de Israel (IDF).

“Agora há o Scud que, em princípio, pode atingir a Jordânia e o Egito. [Grande variedade de] armas foram transferidas para o Hezbollah pela Síria e pelo Irã, através das Qods (Forças Especiais do Irã). Existem vários locais de armazenamento na Síria que pertencem ao Hezbollah.”

Durante uma incursão no Sudão contra dois comboios de caminhões transportando mísseis Fajr 5 provindos das Forças Qods do Irã, foram usados: um Eitan/Heron 2, da Israel Aerospace Industries, como plataforma remota de vigilância e orientação; enquanto os UAV Elbit Hermes 450 serviram como plataforma de disparo de mísseis, de acordo com reportagem do The Times de Londres, de 29 de maio de 2009.

Analistas discordam

Alguns analistas norteamericanos discordam sobre os detalhes da missão. Eles dizem que o artigo do The Times se refere a uma suspeita de ataque israelense no início de 2009.

“A utilização de Heron [2] como uma plataforma de força aérea israelense seria problemática porque estes não tinham entrado formalmente em serviço na IAF até o início deste ano”, disse um dos analistas.

“Além disso, eu não vi nenhuma confirmação de que o Heron [2] tivesse sido armado. Ele é suspeito de ser capaz de ser armado, mas não há confirmação física.
“Os Eitan poderiam ter sido usados para reconhecimento… foram utilizados antes que nós soubéssemos deles, mas o uso do Hermes como UAV de combate simplesmente não faz sentido quando você já tem recursos de asa fixa envolvidos, com todo o seu poder de fogo”, diz ele.

“Tudo o que eu vi reforça que estes ataques foram feitos por caças de asa fixa como o F-15I e F-16I. Pode ter havido reconhecimento realizado pelos UAV, mas acho que o Heron 1 básico teria sido suficiente para cumprir a missão”.

FONTE: Aviation Week / COLABOROU: Justin Case

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O Brasil tem demonstrado ótimo desempenho no mercado internacional de aviação executiva. Representante exclusiva na América Latina da Hawker Beechcraft Corporation (HBC), principal fabricante de aeronaves do mundo, a Líder Aviação acaba de vender a quinta unidade da série especial do Baron. Em comemoração aos 50 anos da aeronave, foram fabricadas apenas 12 aviões para serem vendidos no mundo todo, e 41% da produção já foi vendida para o mercado brasileiro.

Uma unidade da série especial do Baron estará exposta no estande da Líder Aviação na Labace 2010, que acontecerá entre 12 e 14 de agosto, no aeroporto de Congonhas, em São Paulo (SP).

“A Líder Aviação é o maior representante da HBC fora dos Estados Unidos, tendo sido responsável por 15% das vendas em 2009”, afirma Philipe Figueiredo, diretor de Vendas de Aeronaves da Líder Aviação. Em 2009, mesmo em meio a turbulências econômicas, a Líder vendeu 24 aeronaves, e de acordo com o diretor, a expectativa é de fechar 2010 com mais de 30 aviões vendidos.

LABACE 2010
A consolidação do Brasil como principal mercado internacional da fabricante fará com que, pela primeira vez, uma comitiva de mais de 30 pessoas da HBC, incluindo presidente, vice-presidente e altos executivos, venham à Labace este ano – a maior comitiva da empresa na história da feira. Normalmente, costumam vir apenas dois representantes da HBC. “Este movimento reflete um maior empenho da fabricante em entender o mercado latinoamericano, e a vontade de desenvolver projetos em conjunto com os parceiros internacionais”, afirma Philipe Figueiredo.

Por razões estratégicas, a Líder Aviação guarda até a última hora a relação das aeronaves que estarão expostas na Labace. Mas a expectativa é de levar sete aeronaves, quase 15% de toda a feira – de acordo com a organização da Labace 2010, são esperadas 55 aeronaves e 120 expositores. Existe a possibilidade, ainda não confirmada, de uma unidade da série especial do Baron.

SOBRE A AERONAVE
Pouquíssimos projetos aeronáuticos resistiram ao implacável teste do tempo. A aeronave Beechcraft Baron é um deles, e conquistou a marca de 50 anos de produção contínua por um simples motivo: nunca ficou parada no tempo. O projeto sofreu inovações tecnológicas constantes ao longo de sua história, culminando com a pioneira adoção de um painel digital Garmin G1000 em 2005. Uma das aeronaves mais charmosas já produzidas, reúne grupos de adoradores e colecionadores em todo o mundo. Para celebrar seu cinqüentenário, a Beechcraft preparou uma caprichada edição especial de 50 anos, com apenas 12 aeronaves numeradas e uma grande variedade de itens exclusivos.

“Além do conforto de cabine, performance e flexibilidade operacional, atributos que o mercado já reconhecia no Baron, a edição especial realmente atrai pelo seu visual diferenciado e sofisticado, além de itens especiais capazes de captar a paixão pelos fãs da marca Beechcraft”, garante Philipe Figueiredo, Diretor de Vendas da Líder Aviação, representante exclusiva da Hawker Beechcraft no Brasil.
Elegantes detalhes de acabamento e emblemas especiais, padrões exclusivos de pintura e ar condicionado são alguns dos itens que chamam a atenção no modelo comemorativo. Além disso, as hélices Hartzell Scimitar equipadas com acumuladores de desembandeiramento irão proporcionar um incremento de desempenho à aeronave.

SOBRE A LÍDER AVIAÇÃO
A receita operacional bruta consolidada da Líder Aviação apresentou aumento de 4% em 2009, em relação a 2008, alcançando o valor de R$612.556 mil. Em 2009, a empresa atingiu um EBITDA Ajustado (lucro antes das despesas financeiras, impostos sobre o lucro, depreciação, amortização e resultado não operacional) de R$78.832 mil, 31,8% acima do EBITDA Ajustado de 2008, que foi de R$59.824 mil.

Esta evolução foi alcançada através do aumento do faturamento das Unidades de Operações de Helicópteros, Manutenção de Aeronaves e Atendimento Aeroportuário.
A Líder Aviação é hoje a maior empresa de aviação executiva da América Latina. Fundada em Belo Horizonte (MG) há 51 anos, conta com aproximadamente 1.600 colaboradores e está presente em 21 aeroportos no país, com 23 hangares e 22 bases de atendimento aeroportuário. A empresa é líder de mercado em todos os segmentos em que atua e possui uma frota de 51 helicópteros e 30 aviões.

É representante exclusiva no Brasil da Hawker Beechcraft Corporation (HBC) (http://www.hawkerbeechcraft.com ), empresa líder mundial em fabricação, design, vendas e suporte de produtos e serviços para aviação executiva e missões especiais. Sediada em Wichita, Kansas – EUA, com 75 anos de experiência, possui uma rede mundial com mais de cem centros de serviços próprios e autorizados.

Esta sólida parceria entre a Líder Aviação e a HBC oferece ao mercado brasileiro a mais completa e moderna linha de aeronaves executivas, com modelos a jato (Hawker 4000, Hawker 900XP, Hawker 750, Hawker 400XP e Premier IA), turboélices (King Air 350ER, King Air 350i, King Air B200GT e King Air C90GTx) e a pistão (Baron G58 e Bonanza G36).

A Líder Aviação é a única da América Latina certificada com o IS-BAO International Standard for Business Aircraft Operations e isso significa estar de acordo com os padrões internacionais de operação, oferecendo serviços de alta qualidade e elevadíssimos índices de segurança.

Foi ainda a primeira empresa no mundo a ser certificada com ISO 9001:2000 na área de atendimento aeroportuário.

Possui cinco Unidades de Negócios: Operações de Helicópteros, Fretamento e Gerenciamento de Aeronaves, Manutenção de Aeronaves, Vendas de Aeronaves e Atendimento Aeroportuário; além de oferecer um completo portfólio de produtos e serviços, que inclui venda de seguros aeronáuticos e treinamento em simuladores de voo na empresa CAE Simuflite, e um Centro de Treinamento de Pilotos e Mecânicos.

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