
Bombardeio inglês da I Guerra Mundial Handley Page O/400

Bombardeio inglês da I Guerra Mundial Handley Page O/400

A aeronave C-97 da Força Aérea Brasileira pousou, neste domingo, às 21h30, em Belém, trazendo cinco brasileiros vítimas de ataques na cidade de Albina, no Suriname, ocorridos na noite da véspera de Natal. Dos agredidos, segundo o Ministério das Relações Exteriores, apenas eles solicitaram o retorno ao Brasil.
Reginaldo Viana Serra, de 30 anos, Antonio Souza Lima, de 41, Antonio José Silva Oliveira, de 24, Antonio Rodrigues de Souza, de 37, e Fernando Lima Silva, de 29, foram recebidos por militares da Base Aérea e do Hospital de Aeronáutica de Belém. Todos passam bem. Apenas Fernando tinha um corte na cabeça e faria exames no hospital da FAB.
A previsão é que ele seja liberado na manhã desta segunda-feira, 28, e, em seguida, viaje de Belém para o Oiapoque (AP). Ele deve aproveitar um avião da FAB que decolará da capital paraense para realizar missão naquela cidade.
O C-97 que regressou com os brasileiros foi solicitado pelo Ministério das Relações Exteriores e decolou na manhã deste domingo com dois diplomatas com o objetivo de avaliar as necessidades dos cidadãos brasileiros vítimas de agressões. Os funcionários do Itamaraty permaneceram no Suriname.
FONTE: CECOMSAER
LEIA TAMBÉM

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou, na terça-feira (15), a doação de três aeronaves T-27 Tucano ao Paraguai, para utilização pela Força Aérea daquele país. As aeronaves serão doadas no estado em que se encontram e as despesas com seu traslado correrão por conta do país vizinho.
Segundo o governo, a doação se deve ao fato de a Força Aérea Brasileira (FAB) dispor de aeronaves mais avançadas para o controle do espaço aéreo nacional, enquanto a Força Aérea Paraguaia já opera aeronaves semelhantes aos Tucano.
O projeto de lei (PL 5234/09) do Poder Executivo, que trata da doação, teve parecer favorável do relator na CCJ, deputado Colbert Martins (PMDB-BA), quanto à constitucionalidade, juridicidade e técnica legislativa. A proposta – que tramita em caráter conclusivo – já havia sido aprovada, em junho, pela Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul; em setembro, foi aprovada pela Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional; e, em outubro, foi aprovada pela Comissão de Trabalho de Administração e Serviço Público. Com a aprovação, agora, pela CCJ, a proposta seguirá para análise do Senado.
Segundo o relator, a proposta está conforme o acordo firmado entre Brasil e Paraguai para combater o tráfego de aeronaves envolvidas em atividades ilícitas internacionais. Esse combate é fundamental para reduzir a evasão de divisas e o contrabando de armas e drogas. Além disso, a vigilância das fronteiras poderá ser incrementada com a medida pretendida.
FONTE: Agência Câmara FOTO (meramente ilustrativa): Poder Aéreo
LEIA TAMBÉM:
Segundo o governo, a doação se deve ao fato de a Força Aérea Brasileira (FAB) dispor de aeronaves mais avançadas para o controle do espaço aéreo nacional, enquanto a Força Aérea Paraguaia já opera aeronaves semelhantes aos Tucano.
O projeto de lei (PL 5234/09) do Poder Executivo, que trata da doação, teve parecer favorável do relator na CCJ, deputado Colbert Martins (PMDB-BA), quanto à constitucionalidade, juridicidade e técnica legislativa. A proposta – que tramita em caráter conclusivo – já havia sido aprovada, em junho, pela Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul; em setembro, foi aprovada pela Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional; e, em outubro, foi aprovada pela Comissão de Trabalho de Administração e Serviço Público. Com a aprovação, agora, pela CCJ, a proposta seguirá para análise do Senado.
Vigilância de fronteiras
Segundo o relator, a proposta está conforme o acordo firmado entre Brasil e Paraguai para combater o tráfego de aeronaves envolvidas em atividades ilícitas internacionais. Esse combate é fundamental para reduzir a evasão de divisas e o contrabando de armas e drogas. Além disso, a vigilância das fronteiras poderá ser incrementada com a medida pretendida.

O ministro francês da Defesa, Hervé Morin, se disse “muito otimista” sobre a possibilidade de exportar os caças Rafale, da Dassault Aviation, a vários países, incluindo Brasil, Emirados Árabes Unidos e Kuwait. Em entrevista ao jornal francês La Tribune, Morin disse: “como vocês sabem, temos discussões avançadas com Emirados Árabes Unidos, Brasil e também com outros” países, e “estou otimista”.
“Em relação ao Brasil, trabalhamos em um ótimo clima de confiança, pois nossas relações se inscrevem em uma associação estratégica maior para nossos países”. “Um contrato desta abrangência não se conclui em poucas semanas”, assinalou Morin, destacando que é “normal o prosseguimento das discussões” com o governo brasileiro.
A Dassault compete com a americana Boeing (F-18/Super Horn)[sic] e com a sueca Saab (Gripen) para a venda de 36 caças à FAB, em um negócio avaliado em 7 bilhões de dólares. Apesar do presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestar sua preferência pelo Rafale, o Brasil ainda não decidiu sobre a aquisição dos caças.
FONTE: France Presse, via G1
NOTA DO BLOG: não há nada de novo na notícia acima excluindo a participação do “Super Chifre” na concorrência da FAB

Está previsto para o período da tarde de hoje (16.12), o pouso na Base Aérea de Porto Velho do An-124, da Volga-Dnepr, que está trazendo as três primeiras aeronaves MI-35M da FAB, designadas AH-2 Sabre e destinadas ao 2°/8° GAV (Esquadrão Poti) .
No dia 18.12, está prevista a chegada de um IL-76, que vai trazer vários materiais deste primeiro lote de entrega.
LEIA TAMBÉM:

Trecho da reportagem da revista Veja de 15 de janeiro de 2003, após os primeiros indícios de que o programa F-X seria suspenso.
É compreensível que o governo, logo na sua estréia,tente mostrar trabalho, mas chama a atenção o volume de decisões que não passam de espuma. A primeira foi a suspensão da licitação internacional ara a compra de doze jatos de combate para reequipar a Força Aérea, cujos caças Mirage já não estão mais em condições técnicas de realizar vôos. Alguns já foram tirados de ação. Os que restam deverão ser aposentados em até dois anos. O motivo da suspensão da licitação para a compra dos novos jatos era tão bonito que provocou elogios ao governo na imprensa internacional. Tratava-se, aparentemente, de economizar o gasto com armamento aéreo e aplicar o dinheiro, 700 milhões de dólares, no combate à fome no Brasil. No discurso, nada mais louvável. Na prática, um factóide amador. A questão é que o dinheiro para a compra dos jatos não sairá do Tesouro Nacional, mas de um empréstimo internacional que só começaria a ser pago daqui a três anos, assim mesmo com financiamento externo e prestações a perder de vista. Ou seja: o dinheiro que Lula quer transferir da compra dos jatos para o combate à fome não existe no Tesouro. Conclusão: o dinheiro da fome continuará o mesmo e o dos jatos sumiu.
A Boeing, depois de receber o sinal verde para produzir 44 aeronaves nos anos fiscais de 2011 e 2012, espera receber uma nova encomenta de 26 a 30 EA-18G. Caso isto se confirme, o total de Growlers poderia ultrapassar 100 aeronaves.
Veja mais detalhes sobre este fato no site do Poder Naval.

Douglas B-18 Bolo
Parabéns aos que acertaram. Domingo que vem tem mais.
A base da OTAN de Kandahar, considerada a maior do mundo, abriga também um destacamento de pilotos franceses (DETAIR). Aproximadamente 180 militares do Armée de l’air (Força Aérea Francesa) e seis aeronaves - três Mirage 2000 e três Mirage F1 – cumprem a partir da base entre 2 e 3 missões diárias (a qualquer hora) de patrulhas de apoio a tropas em terra.
Nos últimos dois meses, essas seis aeronaves saíram em mais de 200 surtidas, ultrapassando 700 horas de voo. A disponibilidade dos aviões depende de serviços técnicos realizados por sessenta especialistas divididos em uma dezena de especialidades, formando duas equipes: uma para os Mirage 2000, outra para os Mirage F1.
Além das ações de manutenção programada, segundo o Armée de l´air foram mobilizados os serviços técnicos para 140 operações de manutenção não programada para os Mirage 2000. As 6940 horas de manutenção gastas nas aeronaves equivalem a aproximadamente 10 horas de manutenção por cada hora de voo.
FONTE / FOTO: Força Aérea Francesa (Armée de l´air)
NOTA DO BLOG: dividindo-se as 700 horas voadas nos últimos dois meses pelos 6 caças da Força Aérea Francesa que operam no Afeganistão, chega-se a um número aproximado de 116 horas por aeronave. O que significa aproximadamente 58 horas voadas por aeronave a cada mês. Comparativamente, o número é próximo, embora sensivelmente superior, às aproximadas 50 horas mensais voadas por 4 caças F-16 belgas em 10 meses no mesmo Teatro de Operações, conforme se pode verificar em matéria anterior publicada pelo Blog (ver lista abaixo).Vale lembrar que o TO afegão é considerado um dos mais exigentes e desgastantes do mundo, para aeronaves, tripulações e pessoal de apoio.
SAIBA MAIS:

O Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), em São José dos Campos, anunciou ontem (18/11) a parceria com uma empresa para ampliar a universidade. Isso vai dobrar o número de vagas para novos alunos.
O projeto que prevê a ampliação do prédio da universidade vai dobrar a capacidade de formação de engenheiros. Das 120 vagas atuais para 240 por ano. O ITA é uma das universidades mais concorridas do país. A cada vestibular são 6,5 mil candidatos.
Na cerimônia foi firmado também um convênio entre empresa e escola para a criação de um curso de mestrado em turbinas. São 20 vagas já para o ano que vem.
“A gente tem uma certa escassez de profissionais qualificados no país e a gente está, desta forma, através da criação de um mestrado profissional em projeto e execução de turbinas a gás, contribuindo para sanar esta deficiência”, diz o diretor-presidente da Vale Soluções, James Pessoa.
A Vale Soluções em energia cedeu também o primeiro protótipo de uma turbina a gás produzida no Brasil em parceria com o Instituto. O projeto de R$1,7 milhão fica agora para os estudos em tecnologia na universidade. “No momento em que uma empresa se aproxima da universidade e tem um projeto comum, nós temos o conhecimento científico-tecnológico se transformando em riqueza. Isso é feito em todo o mundo. É muito importante para o Brasil”, diz o Ministro de Ciência e Tecnologia, Sergio Machado.
FONTE/FOTO: VNews
Comentários recentes