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Tornado GR4

Um piloto da RAF e um aviador da Luftwaffe voaram juntos a primeira missão de combate desde que a Inglaterra e a Alemanha lutaram na Segunda Guerra Mundial como inimigos.

Os dois voaram num Tornado G4 numa missão no Afeganistão contra o Talibã.

O MoD informou que o tenente da RAF pilotou o Tornado enquanto o alemão atuou como navegador do Tornado GR4.

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Testado em combate é assim

F-18A-Desert_Storm_damage

Um F/A-18A do USMC sendo avaliado após retornar de mais uma missão durante a Operação ‘Tempestade do Deserto’ em 1991. O “estrago” foi, muito provavelmente, feito por um míssil guiado pelo calor dos gases de exaustão.

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F-15 E em treinamento USAF ROKAF - foto USAF

Entre 15 e 17 de março, o 391st Expeditionary Fighter Squadron da USAF (391º Esquadrão Expedicionário de Caça da Força Aérea dos EUA) recebeu na base em que opera na Coreia do Sul, Kunsan, o 21º Esquadrão de Combate da ROKAF (Republic of Korea Air Force – Força Aérea da República da Coreia). O esquadrão norte-americano opera em Kunsan aeronaves F-15 E Strike Eagle, e sul-coreano, aeronaves F-16 Fighting Falcon a partir da base de Seosan.

O treinamento tem como objetivo proporcionar uma operação efetiva dos dois esquadrões, para o caso de possíveis ações de combate em que atuem de forma conjunta, tendo familiaridade com os procedimentos e as táticas empregadas por cada um. O nome do exercício, que é realizado várias vezes ao ano, tem a ver com esse objetivo: “Buddy Wing”. Para o Capitão Patrick Hickie, do 391º, essa integração é como “pão com manteiga”.

O Capitão Sung Jin Jeon, do 21º, complementa: “A ROKAF utiliza principalmente termos em inglês no rádio, de acordo com procedimentos de comunicação. Compartilhamos jargões, códigos, abreviações e, assim, não há problemas de comunicação entre pilotos da ROKAF e da USAF.” Quando algo não é entendido na comunicação, a missão é interrompida por motivos de segurança de voo.

Segundo Jeon, as lições aprendidas pelos pilotos sul-coreanos no exercício de combate aéreo podem ser repassadas a outros pilotos de seus esquadrões da ROKAF, não participantes.

F-16 em treinamento USAF ROKAF - foto USAF

FONTE / FOTOS: USAF

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F-16 34th Expeditionary Fighter Squadron at Bagram - foto USAF

Foram 30 missões sem necessidade de manutenção em item que afete a segurança do voo ou o cumprimento da missão.

Segundo informe da USAF (Força Aérea dos EUA) de 26 de março, a aeronave das fotos atingiu o importante marco operacional  de 30 missões “code 1″. A marca foi atingida três dias antes e, para entender o que significa, vale a pena ver como funciona o esquema de códigos que mostra a disponibilidade das aeronaves.

Code 1 – trata-se da aeronave que retorna de uma missão sem nenhuma necessidade de manutenção em item que afete a segurança do voo ou o cumprimento da missão.

Code 2 - aeronave que tem uma necessidade de manutenção em item importante, porém sem afetar a segurança ou a capacidade de cumprir a missão.

Code 3 – aeronave com problema suficientemente grave para afetar tanto o cumprimento da missão quanto a segurança do voo, tendo que ficar no chão até que a manutenção adequada seja feita.

O significado dessas 30 missões code 1 do exemplar das fotos está nas palavras do Coronel Lawrence Gatti, comandante do 455th Expeditionary Maintenance Group (455º Grupo Expedicionário de Manutenção): “Ninguém faz um avião voar 30 missões code 1. Eu nunca ouvi falar disso em meus 32 anos de Força Aérea, então creio que esse é um marco muito significativo.”

Para o Tenente Coronel Brad Lyons, do 34th Expeditionary Fighter Squadron (34º Esquadrão de Caça Expedicionário) que opera a aeronave, assim como para membros da sua unidade de manutenção (34th Expeditionary Aircraft Maintenance Unit) e do 455th, o crédito vai para o trabalho em equipe de todos os envolvidos com a manutenção das aeronaves, e também para o bom relacionamento dos pilotos com os mecânicos.

As unidades citadas operam a partir do aeroporto de Bagran, que neste domingo, dia 28 de março, recebeu o presidente dos EUA, Barack Obama, em visita que incluiu discurso às tropas no aeroporto além de encontro com o presidente afegão, Hamid Karzai. O esforço de guerra no Afeganistão vem aumentando, ao passo que a presença de tropas no Iraque vem diminuindo, segundo o informe da USAF sobre a visita do presidente dos EUA ao Teatro de Operações Afegão.

F-16 34th Expeditionary Fighter Squadron at Bagram - foto 2 USAF

F-16 34th Expeditionary Fighter Squadron at Bagram - foto 3 USAF

FONTE / FOTOS: USAF

NOTA DO BLOG: a questão do marco de manutenção atingido pela aeronave F-16 das fotos deve ser pensada levando-se em consideração as dificuldades de Teatro de Operações Afegão (calor, poeira, altitude, logística), por um lado e, por outro, o próprio fato de que, com a grande quantidade de missões voadas diariamente numa base que concentra grande quantidade de aeronaves de diversos países, as necessidades de manutenção e de linha logística precisam ser muito bem planejadas, levando-se em conta itens padronizados ou não. É um grande desafio, sem dúvida, e os links abaixo ajudam a dar uma ideia.

Atentar também para o fato do F-16 estar com mísseis ar-ar na ponta das asas, mesmo cumprindo missões ar-terra, fato que já foi destacado para os leitores do Blog do Poder Aéreo na matéria do primeiro link abaixo.

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Mirage 2000 D - foto 2 Armee de lair

O Rover – Remoted Operated Video Enhanced Receiver – foi testado em aeronave Mirage 2000 D

O Armée de l´air (Força Aérea Francesa), informou que, no dia 20 de março de 2010, testou o sistema Rover em aeronaves Mirage 2000 D no teatro de operações afegão, após a entrada em serviço operacional do sistema no dia anterior.

O sistema permite a transmissão para um coordenador de missão, em tempo real, do vídeo da plataforma de designação laser a bordo da aeronave. Assim, o Rover contribui para melhorar a integração das forças aéreas francesas com as da coalisão, aprimorando a capacidade de resposta.

A implantação e os testes de cobertura Rover no Mirage 2000 D foram responsabilidade do centro de experimentação aérea militar de Mont-de-Marsan, apoiado pelo serviço industrial da aeronáutica  service industriel d’aéronautique – SIAé). Os mecânicos do esquadrão de apoio técnico aeronáutico de Nancy instalaram as cablagens.

Mirage 2000 D - foto Armee de lair

FONTE / FOTOS: Armée de l´air (Força Aérea Francesa)

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vinheta-clipping O maior treinamento de guerra no ar da América do Sul já tem uma estrela este ano – os caças franceses Rafale. A França acaba de confirmar presença com o modelo militar na operação Cruzeiro do Sul, que acontece a cada dois anos a comando do Brasil.

O Rafale é considerado favorito na disputa bilionária pela preferência do governo brasileiro para a compra de trinta e seis unidades. Os outros concorrentes são o sueco Gripen Ng e o americano F-18 Super Hornet. O negócio pode chegar a US$10 bilhões.

Cem aviões devem participar do treinamento militar marcado para começar no dia 28 de outubro, provavelmente depois que o Presidente Lula anunciar o escolhido para integrar a força do Brasil.

Desses, oitenta são caças, vindos de países vizinhos: Chile, Argentina, Uruguai e Venezuela, que trará o russo Sukhoi, um dos primeiros eliminados na disputa pela compra dos caças.

A França é antiga colaboradora do treinamento contribuindo com os ensinamentos dentro da estrutura da Otan – Organização do Tratado do Atlântico Norte.

A guerra simulada será em Natal, base dos países da “coalizão”, formada por todos os participantes. Em Fortaleza, ficará o “inimigo”, representado apenas por aviões da Força Aérea Brasileira.

A Cruzex 2010 está sendo mais prestigiada: os Estados Unidos, que eram apenas observadores, este ano prometem participar com um caça militar. Mas ainda não revelaram se trarão o concorrente do Rafale na disputa brasileira, o F-18 ou se usarão o F-16 – um modelo inferior.

Novos observadores já confirmaram presença – Bolívia, Peru, Colômbia, Paraguai, Equador, Canadá e Inglaterra – todos a postos para atestar o desempenho do Rafale – ganhador ou não da disputa.

Compra de caças para a FAB

O relatório final da Força Aérea Brasileira sobre os caças que disputam a compra afirma que em termos operacionais, os três satisfazem tecnicamente. Mas a Aeronáutica mudou de opinião e diz que, considerando a Estratégia de Defesa Nacional,os caças franceses Rafale representam “a proposta mais consistente”. Inicialmente, a preferência da FAB era pelos caças suecos Gripen.

Dentro de alguns dias, o ministro da Defesa vai apresentar seu próprio relatório ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que deverá escolher oficialmente o caça a ser comprado com base nos argumentos de Jobim.

Jobim já afirmou que os franceses tem vantagem na disputa. “A FAB diz que os três são satisfatórios, então o que pesa é a transferência de tecnologia e a redução da dependência”. Questionado se este quesito daria vantagem para a França, Jobim concordou: “Neste sentido, sim”.

A preferência do presidente Lula pelos caças franceses já é conhecida – foi declarada no dia 7 de setembro do ano passado durante uma visita do presidente francês, Nicolas Sarkozy, a Brasília.

FONTE: G1

NOTA DO BLOG: Ainda precisa anunciar o vencedor do F-X2?

 

Tornado F3 RAF e Tu-160

vinheta-clippingUm porta-voz da Força Aérea Russa negou na quinta-feira o informe de Londres de que dois bombardeiros russos violaram o espaço aéreo britânico este mês, segundo a RIA Novosti. “Os dois bombardeiros Tu-160 fizeram realmente um sobrevoo do Oceano Ártico e do Atlântico em 10 de março, mas não violaram o espaço aéreo de qualquer país”, disse Vladimir Drik.

O ministério da defesa britânico (MoD) na quinta-feira disse que dois Tornado F-3 da RAF foram enviados para sombrear os bombardeiros Blackjack depois de interceptá-los perto de Stornoway, nas Hébridas exteriores ao largo da costa oeste da Escócia, nas primeiras horas de 10 de março.

Os jatos britânicos seguiram os bombardeiros enquanto eles seguiam para o sul, antes deles virarem para o norte, ao norte da costa da Irlanda do Norte, deixando o espaço aéreo britânico, disse o MoD. Os Tornado retornaram à base depois de quatro horas.

FONTE: AFP

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Mirage 2000 C e Antonov 28 - foto Armee de lair

Treinamento da OTAN envolve caças F-16 da Polônia e jatos L-39 da Lituânia, além dos Mirage 2000 franceses destacados para proteger o espaço aéreo dos países bálticos

A Força Aérea Francesa (Armée de l´air) informou que na quarta-feira passada, 17 de março, o destacamento francês que opera a partir da Base Aérea de Siauliai, na Lituânia, participou do Baltic Region Training Event V (BRTE V). O objetivo do exercício é treinar pilotos e controladores na transferência de responsabilidade de interceptação de aeronaves suspeitas, cruzando as fronteiras dos espaços aéreos da Polônia e dos países bálticos (Letônia, Lituânia e Estônia.  O BRTE foi realizado pela primeira vez em outubro de 2008, sendo repetido duas vezes por ano.

A Polônia participou do exercício com dois caças F-16 e um avião de transporte Antonov 28 (Skytruck). A Lituânia empregou dois jatos L39 Albatros e a França, que desde 4 de janeiro assumiu a responsabilidade de providenciar os meios para defesa do espaço aéreo dos países bálticos (num rodízio com outras nações que fazem parte da OTAN), com dois Mirage 2000 C RDI, do Esquadrão “Cambresis”. As aeronaves interceptadoras foram direcionadas pelos centros de controle de Karmelava, na Lituânia, e de Amari, na Estônia.

Mirage 2000 C, F-16 e  Antonov 28 - foto Força Aérea Polonesa

O exercício foi iniciado com a interceptação do Antonov 28 pelos dois F-16 poloneses, na zona de responsabilidade da Polonia. O avião de transporte dirigiu-se então ao espaço aéreo dos países bálticos, onde os Mirage 2000 franceses e os L-39 lituanos assumiram a responsabilidade, “forçando” o Antonov 28 a pousar no aeroporto de Tallininn. Assim, foi possivl treinar tanto as equipagens quanto a cadeia de comando e controle, reforçando a interoperabilidade entre as forças aéreas dos países-membros da OTAN.

Clique nos lins abaixo para mais detalhes sobre as operações dos Mirage 2000 franceses no Báltico, assim como de caças de outras forças aéreas que já operaram na região, cobrindo a lacuna enquanto os países bálticos não podem assumir a responsabilidade pela defesa de seus espaços aéreos no âmbito da OTAN. Em maio será a vez de caças da Força Aérea Polonesa defenderem os céus da região, a partir da Base Aérea de Siauliai. Veja também, nos links, exercícios e operações reais similares realizadas por outros países, na Europa e América Latina.

FONTES / FOTOS / VÍDEO: Armée de l´air (Força Aérea Francesa) e Siły Powietrzne (Força Aérea Polonesa)

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Quem avisa inimigo é

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Panfleto lançado pela USAF durante a Operação Desert Storm. A mensagem em árabe tem os seguintes dizeres: “Fuja, este local será bombardeado”.

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Dois F-16 Fighting Falcons americanos e um MiG-29 e Mirage 2000 peruanos voam em formação durante o exercício Condor 2007, quando as duas Forças Aéreas treinaram combate dissimilar. Os F-16 eram do 34th Fighter Squadron da Hill AFB, Utah.

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FOTO: USAF

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Linha de Mirage 2000 em Cazaux - foto Armee de lair

Nesta segunda-feira 15 de março, o Armée de l´air (Força Aérea Francesa) informou que o esquadrão de caça 1/4 “Dauphiné” realizou sua última campanha de tiro ar-solo, entre 22 de fevereiro e 4 de março deste ano, na Base Aérea de Cazaux.

O esquadrão, que normalmente opera a partir da Base de Luxeuil, deverá ser oficialmente dissolvido em 29 de junho de 2010, seguindo um planejamento de reestruturação, racionalização e reequipamento da aviação de combate francesa (mudanças para as quais  o caça Rafale é o ponto chave) que já foi objeto de um artigo no Poder Aéreo (ver link “Racionalização à Francesa” na lista ao final da matéria).

Armando Mirage 2000 em Cazaux - foto Armee de lair

Esta última campanha do esquadrão, que é equipado com aeronaves Mirage 2000 N de ataque convencional e nuclear, envolveu 10 de suas aeronaves e 131 pessoas. Foram realizados voos supersônicos e combates aéreos simulados (dissimilares) contra jatos de treinamento Alpha-jet da Escola de Transição Operacional (ETO – école de transition opérationnelle) de Cazaux.

O exercício também contou com a participação de Comandos Parquedistas do Ar (commandos parachutistes de l’air – CPA n°30) que “iluminaram” alvos para bombas de guiagem laser. Ao mesmo tempo em que se realizava a campanha de tiro, o desafio também era garantir uma disponibilidade técnica máxima.

Decolagem Mirage 2000 em Cazaux - foto Armee de lair

Exercício de Mirage 2000 em Cazaux - foto Armee de lair

Exercício de Mirage 2000 em Cazaux - foto 2 Armee de lair

FONTE / FOTOS: Armée de l´air (Força Aérea Francesa)

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serpentex 2010 - foto 1 Armee de lair

Entre os dias 21 de fevereiro e 5 de março, realizou-se o exercício Serpentex 2010 na ilha da Córsega, no Mediterrâneo. A partir daBase Aérea 126 de Veintiseri-Solenzara,  o Armée de l´air (Força Aérea Francesa) operou com aviões de combate Mirage 2000 de várias versões: oito 2000 D, quatro Mirage 2000 N e três Mirage 2000 C. Também participaram do exercício internacional, que reuniu 350 militares franceses, norte-americanos, belgas e britânicos, um avião de transporte C160 Transall e um helicóptero Super Puma.

Esse tipo de exercício, realizado mais de uma vez por ano, tem como objetivo preparar forças aéreas e terrestres para operações no Afeganistão, em relevo montanhoso que simula as condições afegãs em missões de apoio aéreo aproximado. Para isso, exercita-se a integração das forças em um ambiente de comunicações em inglês, a formação de controladores aéreos avançados (Forward Air Controlers) e o emprego de armas.

serpentex 2010 - foto 2 Armee de lair

serpentex 2010 - foto 3 Armee de lair

serpentex 2010 - foto 4 Armee de lair

FONTE / FOTOS: Armée de l´air

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