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O programa “Imminent Fury”, da seção de guerra irregular da Marinha dos EUA, testou um Super Tucano para missões de apoio aéreo aproximado

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a29-badgeA U.S. Navy testou durante um ano, um Super Tucano como aeronave para apoiar forças de operações especiais de maneira “orgânica”, operando a partir de pistas não preparadas ou rodovias, podendo ser reabastecida e rearmada em poucos minutos para voltar rapidamente à ação.

Um exemplar do Embraer EMB-314 Super Tucano da empresa americana Black Water, recebido através de operação de leasing, foi armado e testado para provar o conceito, na Phase I.

A visão do programa era contar com uma aeronave biposta, com piloto e operador de sensores, que pudesse manter-se na área de operações durarante as missões, com características de grande alcance, boa manobrabilidade e baixa assinatura térmica.

A intenção, na chamada Phase II do programa, era dividir custos entre as três forças (estimados em 44 milhões de dólares), para o leasing de quatro aeronaves e deslocá-las para o combate o mais rápido possível.

Os testes feitos pela Marinha dos EUA buscavam não uma aeronave de CAS (Close Air Support) “per se”, mas uma que pudesse realizar missões de ISR persistente, em apoio a unidades de forças terrestres especiais.

A tripulação da aeronave seria composta por pessoal altamente especializado em FAC, CAS para forças especiais (SOF) e equipamentos de visão noturna.

A prioridade era colocar uma aeronave sobrevoando o campo de batalha para prover CAS 24/7, com capacidade de ataque leve e rádios SATCOM.

COLABOROU: Cinquini

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AMX no Afeganistão em dez 2009 - foto USAF

A Força Aérea Italiana (Aeronautica Militare) informou, no último dia 28 de maio, que as quatro aeronaves de combate AMX que operam no Afeganistão acumularam mais de 400 surtidas e 1.000 horas de voo. O marco foi obtido no dois dias antes, em 26 de maio.

As quatro aeronaves operam no Afeganistão desde 7 de novembro de 2009, como parte da ISAF (International Security Assistance Force – Força Internacional de Assistência à Segurança). Os AMX italianos, integrando o Task Group (Grupo Tarefa) ‘Black Cats’ da JATF (Joint Air Task Force – Força Tarefa Aérea Conjunta), são empregados principalmente em missões de reconhecimento aéreo, em apoio à inteligência e vigilância do Comando Regional Oeste.

O Grupo Tarefa  ‘Black Cats’ é composto de pessoal proveniente do 51° Stormo de Istrana, do 32° Stormo de Amendola e do 3° Reparto Manutenzione Velivoli (RMV) de Treviso. Segundo o informe da Força Aérea Italiana, a disponibilidade da linha de voo vem sendo mantida próxima a 100%, graças ao esforço diário das equipes técnicas, no sacrificante ambiente do Teatro de Operações Afegão.

Os AMX vêm empregando o sistema de reconhecimento Recce Lite em suas missões, e já cobriram mais de 600 alvos e forneceram mais de 5.500 imagens. Os pilotos também tem enfrentado, nessas surtidas, o desafio de operar em um ambiente dinâmico, com contínua mudança de alvos e prioridades.

FONTE: Aeronautica Militare (Força Aérea Italiana)

FOTO: USAF

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vinheta-clippingA Grécia cancelou a visita do comandante do Estado-Maior da Força Aérea de Israel, prevista para terça-feira, em consequência do ataque contra uma frota pró-palestina que seguia para Gaza por militares israelenses, anunciou o ministério grego das Relações Exteriores.

O vice-chanceler grego, Dimitris Droutsas, convocou o embaixador israelense, Ali Yahya, para pedir informações oficiais sobre as ações do Exército israelense contra a flotilha que seguia para Gaza.

Droutsas comunicou ao embaixador o cancelamento da visita do comandante da Força Aérea prevista para terça-feira, assim como o fim do exercício conjunto dos dois países.

O ministro grego da Defesa, Evangelos Venizelos, ordenou ao Estado-Maior das Forças Armadas o fim do exercício aéreo entre Grécia e Israel em Creta.

O ataque israelense matou pelo menos 10 membros da missão humanitária, mas um canal de televisão de Israel informou que 19 membros do comboio foram vitimados.

FONTE: AFP

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Super Hornet em missão no Afeganistão - foto USN

Reparar na configuração de armamentos carregada por este F/A-18E Super Hornet do VFA 143 (que opera a partir do USS Dwight D. Eisenhower – CVN 69), fotografado em março deste ano quando sobrevoava montanhas do Afeganistão.

Apesar de não estar claro se as fotos, mesmo tendo sido divulgadas em conjunto, são de uma mesma surtida, essa é uma boa possibilidade (mesmo porque ambas são do mesmo autor, Lt. Ben Stickney, da U.S. Navy). Isso porque é bastante comum ver aeronaves operando no TO Afegão apresentando configurações variadas de armamento e, muitas vezes, essas configurações mostram-se “assimétricas”, com cargas diferenciadas sob cada asa e pilones da fuselagem, conforme as necessidades da missão, da flexibilidade exigida, armamento disponível, condições e doutrinas de rearmamento dos caças etc.

Os leitores podem identificar os armamentos carregados pela aeronave e ver, nos links abaixo, outras fotos e também vídeos de aeronaves de combate e seus armamentos (em configurações com maior ou menor grau de “simetria”), operando no Afeganistão.

A proposta, com base nessas fotos e nas imagens dos links abaixo, é discutir armamentos e emprego dos mesmos, precisão, custos, letalidade e flexibilidade, entre outras questões do gênero.

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FOTOS: U.S.Navy (Marinha dos EUA)

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Tornado GR4

Um piloto da RAF e um aviador da Luftwaffe voaram juntos a primeira missão de combate desde que a Inglaterra e a Alemanha lutaram na Segunda Guerra Mundial como inimigos.

Os dois voaram num Tornado G4 numa missão no Afeganistão contra o Talibã.

O MoD informou que o tenente da RAF pilotou o Tornado enquanto o alemão atuou como navegador do Tornado GR4.

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Black Hawk Down!

O depoimento de um sobrevivente da batalha de Mogadíscio

Mike Durant era o piloto do MH-60 “Super 61″ em 5 de outubro de 1993 quando sua aeronave foi atingida no rotor de cauda por RPG. Na última sexta-feira Durant, agora na reserva, esteve no Redstone Arsenal (Alabama) e deu uma palestra sobre as lições de vida que este episódio marcante trouxe.

Confira o texto no site das Forças Terrestres.

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PF usou 1,7 mil quilos de explosivos para destruir três pistas utilizadas por traficantes e garimpeiros

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vinheta-clippingPoliciais federais destruíram três pistas de pouso clandestinas no Oiapoque (AP). Foram usados 1,7 mil quilos de explosivos na ação que demorou 13 dias e foi concluída nesta sexta-feira (5). Os pontos seriam usados por traficantes, garimpeiros e integrantes de quadrilha especializada em biopirataria.

As pistas foram encontradas no Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque e o local é considerado de difícil acesso. Cada deslocamento entre as três pistas demorou cerca de três dias, de acordo com informações da PF.

Foram necessárias várias viagens de helicóptero para levar os explosivos e detonadores. Cerca de 15 policiais federais e seis bombeiros participaram da destruição das pistas, que também contou com apoio da Força Aérea Brasileira (FAB).

FONTE/FOTO: G1/PF

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AC-208 Combat Caravan da Força Aérea do Iraque com mísseis ar-superfície AGM-114 Hellfire

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FOTOS: USAF

Heron australiano em voo - foto MoD Australia 

O Ministério da Defesa da Austrália informou nesta quarta-feira, 13 de janeiro, que o primeiro exemplar do UAV (Unmanned Aerial Vehicle), Heron, operado por um destacamento conjunto da Força Aérea e do Exército Australianos,  iniciou operações no Afeganistão. O Veículo Aéro Não Tripulado (VANT), recebido via leasing pelo projeto Nakeen, assinado com a MacDonald, Dettwiler and Associates Ltd (MDA), soma suas características de voos de longa duração a modelos tripulados (AP-3C Orion, operado pela Força Aérea) e não tripulados (Scan Eagle, operado pelo Exército).

Foram cinco meses de preparação do destacamento, liderado pela Força Aérea Australiana, até a entrega e início das operações, com ajuda da experiência acumulada pelo destacamento de Heron do Canadá, que opera o modelo no Sul do Afeganistão (veja nas fotos abaixo o recebimento e retirada do contêiner do primeiro modelo).

A Capacidade de Operação Inicial (Initial Operating Capability) já foi atingida, segundo o informe do Ministério da Defesa, e o desenvolvimento da capacidade plena está em andamento, com pretensão de ser atingida nos próximos meses. O Heron pertence à categoria de VANTs de uma tonelada, para voos de longa duração, e foi selecionado após um exame detalhado de sistemas de baixo risco, de forma a poder ser disponibilizado rapidamente no Teatro de Operações Afegão. O contrato de leasing cobre um período inicial de um ano de operações, com opção para ser estendido.

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FONTE / FOTOS: Ministério da Defesa da Austrália

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Rio: avião não tripulado precisa de autorização da Aeronáutica

vinheta-clippingA pretensão das secretarias de Segurança do Estado e da Ordem Pública do município do Rio de colocar em ação aviões não tripulados – respectivamente para monitorar favelas e a desordem urbana – terá que passar pelo crivo da Aeronáutica. Pela legislação do Departamento de Controle do Espaço Aéreo, é proibido, por exemplo, usar esse tipo de aeronave em cidades, povoados, lugares habitados ou sobre grupo de pessoas ao ar livre. No entanto, a legislação poderá ser reavaliada pelo órgão regional de cada Estado.

Na Secretaria Estadual de Segurança, o projeto de compra dos aviões não tripulados ainda não tem prazo para sair do papel. Uma das intenções é adquirir o equipamento para o Batalhão de Operações Especiais. Para se tornar uma realidade na Secretaria de Ordem Urbana, a compra de seis aeronaves ainda depende de negociações com a Secretaria Nacional de Segurança Pública.

Quem deu um passo à frente foi a Polícia Federal. Em outubro, o órgão arrematou 15 aeronaves para fazer a vigilância da Amazônia e sobrevoar as favelas. Controlados à distância, os equipamentos da empresa israelense IAI (Israel Aerospace Industries) foram comprados por R$ 345 milhões.

O Heron, modelo adquirido pela União, é usado por órgãos de defesa de países como EUA e Canadá. No Brasil, o nome técnico é Vant (Veículo Aéreo Não Tripulado), e será usado para mapear e monitorar todo o território nacional.

 

Aviões não tripulados

Recentemente, esta coluna publicou queixa da gaúcha Aeromot ao Ministério da Justiça. A empresa – que está em fase de recuperação judicial – alegava que seu avião Ximango está sendo preterido pelo governo, em favor dos veículos aéreos não tripulados (Vants), da israelense IAI, e que custam 100 vezes mais; além disso, os Vants não poderiam ser usados em áreas urbanas – como Copa do Mundo e Olimpíadas – mas apenas em campos de guerra.

A Polícia Federal poderá importar seis Vants, por US$ 150 milhões, no total, para vigiar os citados eventos, de grande participação popular. Uma outra empresa brasileira, a carioca Santos Lab, alega que seu Carcará também deveria estar no páreo e cita que a Marinha e o Bope, da Polícia do Rio, podem comprovar a eficiência dessas aeronaves. Informa-se que a própria ONU está estudando uso do Carcará no Haiti.

Não tripulados, como os Vants – ao contrário dos Ximangos – os Carcarás transmitem imagens diurnas e noturnas e são quase imperceptíveis quando em ação no espaço aéreo. O PT também reclamou da intenção de compra dos Vants israelenses.

FONTES: Portal Terra (matéria de cima) e Monitor Mercantil (matéria de baixo), via Notimp

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MQ-1 Predator 1

vinheta-clippingDe 44 ataques realizados pelos UAV “Predator” e “Reaper” americanos em áreas tribais do Paquistão nos 12 meses de 2009, apenas cinco conseguiram acertar seus alvos verdadeiros, matando cinco líderes chave da Al Qaeda e do Talibã, mas ao custo de 700 civis inocentes.

De acordo com dados compilados pelas autoridades do Paquistão, os UAV americanos baseados no Afeganistão mataram 708 pessoas em 44 ataques entre 1 de janeiro e 31 de dezembro de 2009. Para cada terrorista da Al Qaeda e do Talibã mortos pelos drones americanos, 140 civis paquistaneses tiveram que morrer. Ou seja, mais de 90% dos mortos nos ataques com mísseis eram civis inocentes.

O percentual de sucesso dos UAV em 2009 foi de 11%. Em média, 58 civis foram mortos por mês, 12 pessoas por semana e quase duas pessoas por dia.

A maioria dos ataques foram conduzidos com base em Inteligência, com informações passadas por gente do Paquistão e Afeganistão, que está espionando para as Forças Aliadas.

Dos cinco ataques bem sucedidos realizados pelos “Predator”, o primeiro ocorreu em 1 de janeiro, que matou dois líderes da Al Qaeda, Usama al-Kin e Sheikh Ahmed Salim, ambos procurados pelo American Federal Bureau of Investigation (FBI). Kin era o comandante operacional da Al Qaeda no Paquistão e tinha substituído Abu Faraj Al Libi, preso em 2004.

O segundo ataque com sucesso ocorreu em 5 de agosto no South Waziristan, que matou o mais procurado fugitivo talibã, Baitullah Mehsud e sua mulher. O Departamento de Estado Americano tinha oferecido US$ 5 milhões por informações que levassem a Baitullah, tornando-o o único fugitivo paquistanês com a cabeça a prêmio anunciada separadamente por Islamabad e Washington.

FONTE: The Peninsula

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No último dia 30 de dezembro, em um informe sobre a capacidade do 354º esquadrão expedicionário em manter seus A-10 de prontidão 24/7 (24 horas por dia, 7 dias por semana) no Afeganistão, a USAF deu a dica sobre um diferencial importante da aeronave naquele Teatro de Operações: a sua precisão operando o canhão Gatling em apoio aproximado.

Em outubro, segundo a USAF (Força Aérea dos Estados Unicos) forças de operações especiais estavam sendo alvejadas numa noite por insurgentes em uma torre a aproximadamente 20 metros de distância. As tropas “amigas” e “inimigas” estavam muito próximas umas das outras para que aeronaves F-16 pudessem abrir fogo contra a torre com seus canhões Vulcan de 20 mm à noite. A tarefa coube aos A-10 Thunderbolt II do esquadrão, utilizando seus canhões Gatling de 30mm, originalmente concebidos para colocar blindados fora de combate.

Segundo o comandante do 354º, o Tenente-Coronel (Lt. Col.) Michael Millen, ”nenhum outro avião de combate em ação por aí pode disparar seu canhão ou qualquer outra arma num raio de 50 metros de tropas amigas. Isso foi um bom trabalho de nossos pilotos.” Falando neles, nos últimos seis meses os pilotos da unidade voaram 2.500 surtidas no Afeganistão, mais do que o dobro do que voam onde originariamente estão baseados, em Davis-Monthan Air Force Base, Arizona. “Os pilotos e mecânicos estão produzindo duas vezes mais do que produzimos quando em nossa base, o que é digno de nota”, completou o comandante.

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Mais de 400 situações de tropas em contato com o inimigo foram apoiadas pelos A-10 do esquadrão. Outra situação destacada foi quando, em julho, um comboio de operações especiais caiu em uma emboscada. Tanto o comboio quanto as aeronaves teriam sido alvejados, segundo a USAF, por fogo pesado de metralhadoras e RPGs (granadas propelidas a foguete -  rocket-propelled grenades), além de disparos de armas de menor calibre. Para complicar ainda mais a situação, os pilotos do 354º enfrentaram também teto baixo, chuva e pouca visibilidade. Segundo o Tenente-Coronel Miller, “os pilotos tiveram que voar muito baixo para visualizar as forças amigas e encontrar o inimigo para, a partir daí, eliminar a oposição de modo que o comboio não sofresse mais baixas.”

O Tenente-Coronel também elogiou, no informe, a capacidade dos mecânicos em rapidamente preparar oito aeronaves para protejer tropas no Combat Outpost Keating  após um ataque realizado em outubro. Assim, pode-se manter os A-10 sobre a área por 16 horas aproximandamente, com oito areonaves sendo empregadas em um mesmo momento e duas em alerta.

O 354º esquadrão foi desdobrado para Kandahar em julho de 2009, para prover apoio aéreo na região bastante povoada de Helmand, o que traz dificuldades ao emprego do Poder Aéreo, devido à grande quantidade de casas e de habitantes, no que se refere à diferenciação de forças amigas e inimigas, e destas últimas em relação à população. Segundo o comandante, “em casa, se eu não estou satisfeito com minha pontaria, devo treinar e praticar novamente, mas lá fora, se você não atinge seu alvo quando deveria atingir, então alguém das forças de coalizão morre. Essa é a maior diferença, perceber quando seu treinamento acabou e você está começando a realizar o seu trabalho.”

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FONTE / FOTOS: USAF

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