QG Airsoft

Desafio Top Gun

Observe os desenhos e tente acertar quais aeronaves usam os seguintes canhões:

Para facilitar copie, cole e responda a lista abaixo:  Aden 30mm MK4:  Defa 30M554:  Mauser BK 27:  Aden 25mm:  Oerlikon KCA:  Giat 30M791:  GSh-6-23:  GSh-6-30:  GSh-301:  General Eletric GAU-8/A:  Bowning Cal.50 M3:  Hispano Mk.V (US AN-M3):  NS-23:  N-37:  NR-23:  NR-30:  GSh-23:  Pontiac M39:  General Electric M61 Vulcan:  US Navy Mk.12.

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A Prefeitura de Americana iniciou ontem a instalação de um exemplar do primeiro jato nacional, o AT-26 Xavante, na Praça Tiradentes. O caça de treinamento pesa 2,5 toneladas (sem motor), mede 12 metros de envergadura e 9,5 metros de comprimento e ficará em exposição permanente no local. O modelo doado pela FAB (Força Aérea Brasileira) no ano passado, e construído entre os anos de 1970 e 1981, saiu de uso em 2006, sendo substituído pelo caça bombardeiro AMX, produzido pelo Brasil em parceria com a Itália.

O avião é uma das aeronaves mais importantes para o desenvolvimento da indústria militar no país, e no total foram fabricados 182 exemplares no Brasil e outros 761 pelo mundo. Até sua instalação na praça, o AT-26 Xavante ficou armazenado no prédio do NAIA (Núcleo de Atendimento Integrado de Americana). Na época da doação, a prefeitura conseguiu que a Aeronáutica assumisse o transporte do avião, que veio do Parque Aeronáutico do Recife, em Pernambuco.

FONTE/FOTO: O Liberal

NOTA DO BLOG: o dia da aposentadoria do Xavante na FAB está perto e diversas células estarão disponíveis para museus e exibições estáticas em praças públicas.

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‘Desafio Poder Aéreo’ 43

RESPOSTA DO DESAFIO 42: Avia Av-52, projeto tcheco de 1947.

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F-4 Phantom contra parede de concreto

É um teste de engenharia da Força Aérea dos EUA, com uma barreira de concreto que deveria proteger instalações nucleares, contra um ataque aéreo.

Com as câmeras de alta velocidade rodando, prendeu-se um F-4 Phantom a um trenó (propelido a foguete) e então o aceleraram a 500 mph. Observar, em câmera lenta, como o F-4 se transforma em poeira.

COLABOROU: Franz Neeracher

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O ATG Javelin é um pequeno jato particular de alta velocidade, que foi desenvolvido pela Aviation Technology Group (ATG), antes de sua falência. Projetado para a certificação da FAA 14 CFR part 23, o Javelin tem a aparência de um avião de caça, um conceito pouco comum em aviões civis.

A versão Javelin Mk.20, foi desenvolvida entre a ATG e Israel Aerospace Industries, para cumprir a tarefa de treinador em forças aéreas. O primeiro voo ocorreu em 30 de setembro de 2005.

A ATG interrompeu o desenvolvimento do Javelin em dezembro de 2007, após falhar em conseguir um financiamento de US$ 200 milhões para o projeto. A companhia subsequentemente declarou falência em 2008, encerrando o desenvolvimento do Javelin.

Javelin Mk.10
Características Gerais
Tripulantes: 2
Comprimento: 37 ft 0 in (11.28 m)
Envergadura: 25 ft 1 in (7.65 m)
Altura: 10 ft 6 in (3.20 m)
Área alar: 140 ft² (13 m²)
Peso vazio: 4.655 lb (2.111 kg)
Peso máximo de decolagem: 6.900 lb (3.100 kg)
Propulsão: 2× Williams FJ33-4-19J turbofans, 1.750 lbf (8.0 kN) cada
Performance
Velocidade máxima: 500 nós (575 mph, 925 km/h)
Alcance: 1.000 milhas (1.151 mi, 1.852 km)
Teto de serviço: 45.000 ft (15.000 m)
Razão de subida: 9.000 ft/min (46 m/s)
Carga alar máxima: 46 lb/ft² (220 kg/m²)
Razão potência/peso mínima: 0.56

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‘Strike Saab’

Nas fotos, o “Strike Saab”, um Saab 340 modificado pela Calspan Flight Research para ser usado pela US Navy, na US Naval Test Pilot School, em Patuxent River.

No nariz da aeronave foi instalado um radome com radar de F-16 e abaixo da fuselagem um FLIR.

As modificações custaram US$ 5,6 milhões e transformaram o Saab 340 numa plataforma de sensores para treinamento de pilotos e engenheiros. O avião será usado durante 40 semanas por ano e a cada 6 meses voltará para o hangar da Calspan em Niagara Falls, para manutenção e inspeção.

FOTOS: Mark Nankivil

Revolução no cockpit

Num único MFD do cockpit do JAS 39 Gripen à esquerda, toda a informação que era apresentada no painel do J 29 Tunnan, na década de 1950.

 

Demonstração do Gripen para a FAB

Nas fotos, um grupo de oficiais da FAB assiste a uma demonstração operacional do caça Gripen, no Esquadrão F17 da Força Aérea Sueca, no dia 7.04.2009.

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Quando o Capitão Honorio preparava-se para a sua saída, foi notado que o pneu da bequilha estava murcho. O FAB 4860 permaneceu no solo e o outro F-5 do elemento (FAB 4867) partiu para casa. Não sem antes abrir o PC e fazer a alegria do grande público que compareceu ao Domingo Aéreo da Academia da Força Aérea.

Corre daqui, corre dali e um novo pneu chega de Santa Cruz. Mas o sol já havia se posto e os sargentos tiveram que trabalhar no início da noite para que o capitão Honorio pudesse “jantar em casa”.

Nada que uma chave de roda, um macaco e muitos curiosos por perto não pudesse resolver.

E lá estava o novo pneu brilhando na bequilha do 4860. “Em vinte minutos eu chego em casa”, comentou o capitão Honorio.

E assim o FAB 4860 partiu para Santa Cruz num belíssimo espetáculo noturno, com direito a passagem baixa (‘pero no mucho’) e PC na escuridão.

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Lideradas pela Akaer, as empresas Friuli, Winnstal, Minoica e Imbra Aerospace enviaram para a Suécia uma equipe de 20 engenheiros e técnicos brasileiros no final de julho de 2009 para começar a trabalhar no projeto Gripen NG da Saab.

“A cooperação efetiva com a Saab foi iniciada no dia 31 de agosto visando o engajamento total das empresas no projeto, o que inclui o domínio de tecnologias importantes da aeronave e acesso a todas as áreas sensíveis na fábrica da empresa, em Linköping, na Suécia”, informou na época o diretor-executivo da Akaer, César Augusto da Silva.

A transferência de tecnologia na área de estruturas feitas em material composto, de acordo com o diretor da Akaer, capacitará as empresas brasileiras a serem fornecedoras de classe mundial de qualquer cliente do caça Gripen NG.

“Não estaremos envolvidos simplesmente no processo de fabricação das peças, que não tem valor agregado e atividade de engenharia. A questão não é só fazer, mas saber fazer e isso já começamos a aprender trabalhando em conjunto”, complementou Silva.

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