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Empresa informou sobre extensão de 12 meses de contrato avaliado em 23,8 milhões de libras

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Na sexta-feira, 20 de maio, a BAE Systems divulgou informe sobre a extensão de doze meses de contrato avaliado em 23,8 milhões de libras (aproximadamente 38,7 milhões de dólares ou 62,5 milhões de reais). O contrato, firmado com o Ministério da Defesa do Reino Unido e denominado Suporte Operacional Integrado ao Hawk (Hawk IOS), tem como objetivo o suporte e  amanutenção da frota britânica dos jatos de treinamento Hawk TMk1 – a responsabilidade da BAE Systems é  garantir que as aeronaves estejam disponíveis para saídas de treinamento, em todos os níveis acordados.

Pela extensão do contrato originariamente assinado em 2007, a empresa continuará prestando os serviços ligados às operações dos hangares, administração da frota e da cadeia de suprimento, manutenção profunda e avançada e suporte técnico.

Segundo Martin Rushton, Vice-Presidente Sênior de Serviços e Soluções de Treinamento, o cumprimento do contrato faz com que se exceda constantemente a taxa de disponibilidade contratada de 95%: “Provamos que podemos atender às metas estabelecidas pelo Ministério de Defesa que visam garantir a disponibilidade destes jatos, segundo o nível exigido de saídas, a um custo acessível.”

Ainda segundo a empresa, além dos contratos de suporte operacional integrado (IOS) e de suporte em serviço para o Hawk, nas versões TMk1 e TMk2, ela também é responsável pelo serviço de peças sobressalentes, prestado na base Scampton da RAF, a sede da equipe acrobática Red Arrows e no campo de avaliaçãoe testes Boscombe Down do Ministério da Defesa.

A BAE Systems informou também que mais de 900 jatos Hawk foram vendidos ou estão na carteira de pedido, formando pilotos em 25 países. Segundo a empresa, a aeronave gera menos ruído e emissões do que qualquer outro jato de treinamento, além de oferecer baixos custos de aquisição, operação e suporte, em comparação com seus concorrentes.

FONTE / FOTOS: BAE Systems

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Força Aérea Francesa pôs para funcionar a pleno a usina de produção de oxigênio líquido em Solenzara, na Córsega, para apoiar os diversos modelos de Mirage operando sobre a Líbia

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Na operação Harmattan, nome dado à parte francesa do esforço da OTAN em manter uma zona de exclusão aérea sobre a Líbia (além da proteção aos civis), os diversos modelos de Mirage dependem do fornecimento de oxigênio ao piloto por meio de garrafas instaladas nas aeronaves, para cumprirem suas longas missões a elevadas altitudes. E não só os caças dessa ‘família’, como o Mirage 2000 D, Mirage 2000-5 e o Mirage F1 CR, mas também aeronaves de maior porte como o  E3-F e o C 135.

Já o Rafale, que tem sistema ‘OBOGS’ (On-Board Oxygen Generating System – sistema embarcado de geração de oxigênio) não depende do suprimento da fábrica instalada em Solenzara, na Córsega, para cumprir suas missões.

A usina de produção de gases aeronáuticos (usine de production des gaz aéronautiques – UPGA) de Solenzara está operando a pleno regime, segundo o Armée de l´air (Força Aérea Francesa). A usina está habituada a atender a picos de demanda, especialmente durante campanhas de tiro e exercícios multinacionais realizados na Córsega.

A usina transforma o oxigêncio do ar ambiente em oxigênio líquido. Nas garrafas instaladas nas aeronaves, um litro do líquido equivale ao volume de 850 litros gasosos. Na usina, o ar é captado, filtrado, passa por uma série de turbinas e processos para se liquefazer e ser destilado. Em um ano, a UPGA de Solenzara costuma produzir entre 40 e 50 mil litros de oxigênio líquido.

E falando em Mirages, a ilha de Creta recebeu um reforço

Desde 18 de abril, o dispositivo militar francês baseado em La Sude, em Creta, recebeu um reforço de seis aviões de ataque Mirage 2000D que operavam em Solenzara.

As aeronaves se somam aos quatro Mirage 2000-5 franceses que operam em La Sude desde 25 de março, em conjunto com caças Mirage 2000-5 do Qatar. No dia 18 de abril, quatro Mirage 2000D foram transferidos à base, pousando após cumprirem uma missão a partir de Solenzara. No dia seguinte, mais dois Mirage 2000D pousaram em Creta, fazendo com que o total de Mirage 2000-5 e Mirage 2000D franceses , na base de La Sude, chegasse a 10 aeronaves.

Segundo o Armée de l´air, o desdobramento em Creta permite reduzir o tempo de deslocamento até a zona de operações, assim como o tempo de presença das aeronaves sobre a Líbia. O apoio às aeronaves é realizado por transportes  A340 e C160.

FONTE / FOTOS: Força Aérea Francesa (Armée de l´air) e Ministério da Defesa da França

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A Força Aérea Italiana (Aeronautica Militare) divulgou uma nota sobre a sua participação nas operações da OTAN sobre a Líbia, desde 30 de março.

Oito de suas aeronaves foram transferidas para a autoridade da Otan, para participação em missões de garantia da zona de exclusão aérea sobre a Líbia. São quatro caças Eurofighter Typhoon e quatro aviões de combate Tornado, baseados em Trapani.

Os Typhoons cumprem missões de patrulha aérea de combate, enquanto que os Tornados estão envolvidos em operações de Guerra Eletrônica (Electronic Warfare – EW) e também de reconhecimento, vigilância e inteligência (Intelligence Surveillance Reconnaissance – ISR), empregando as versões ECR (Electronic Combat Reconnaissance) e IDS (Interdiction Strike) da aeronave.

Além dessas oito aeronaves de combate, a Força Aérea Italiana também vem empregando seus KC-130J e Tornado IDS em missões de reabastecimento em voo.

A Força Aérea Italiana disponibilizou o uso de sete bases aéreas para as operações da OTAN: Trapani Birgi, Gioia del Colle, Sigonella, Decimomannu, Aviano, Amendola e Pantelleria, sendo que as cinco primeiras estão sendo utilizadas atualmente. Além disso, também tem fornecido serviços de apoio às operações de voo, 24 horas: apoio logístico, abastecimento de combustível, controle de tráfego aéreo, serviço meteorológico, combate a incêndios, primeiros socorros e acomodação.

A Itália também decidiu reforçar sua defesa aérea, mantendo os Typhoons do 4º Stormo de Grosseto e do 36º de Gioia del Colle, além dos F-16 do 37º Stormo de Trapani, prontos para decolar em poucos minutos e interceptar qualquer aeronave suspeita ou sem autorização de voo.  

Por fim, uma bateria de mísseis terra-ar SPADA está baseada em Trapani para reforçar a defesa aérea do aeroporto, e helicópteros de busca e salvamento (SAR) estão alocados às bases.

FONTE / FOTOS: Força Aérea Italiana (Aeronautica Militare)

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A Força Aérea Francesa (Armée de l´air) divulgou entrevista com o Coronel Éric Bometon, segundo em comando na Base Aérea de Solenzara (BA 126, na Córsega). A seguir, alguns trechos da entrevista:

Coronel, qual é o seu papel na operação Harmattan?

Coronel Eric Bometón: Fui nomeado responsável pelos destacamentos de caça Mirage 2000 D, Mirage F1 e Rafale desdobrados na base aérea de Solenzara. Eu garanto a coordenação de suas atividades e o apoio necessãrio ‘a realização de suas missões. Além disso, sou o contato com o centro de coordenação das operações aéreas de  Poggio Renatico, na Itália.

Qual o impacto dessa operação na base aérea?

Coronel Eric Bometón: Em menos de 48 horas, fomos capazes de receber vinte aeronaves de combate que aqui estacionaram, assim como todo o pessoal, em torno de 250. Inicialmente, o impacto foi absorvido pelas unidades de serviço operacional, que acolheu as aeronaves. Também tivemos que acomodar, alimentar o pessoal dos esquadrões e garantir o reabastecimento de combustível das aeronaves. Também implantamos uma rede de sistemas de informação e de comunicação. Na minha opinião, um ponto positivo da operação Harmattan é que a organização da base aérea provou toda a sua eficácia.

A base aérea de Solenzara está familiarizada com a recepção de esquadrões de caça, de passagem. Esta seria uma boa preparação para uma operação como a Harmattan?

Coronel Eric Bometón:É verdade que estamo habituados a campanhas de tiro e mesmo exercícios de grande porte. Por exemplo, nós acabanos de realizar este ano um exercício de quinze dias de duração, chamado Serpentex. Trata-se de um treinamento conjunto entre aliados e forças diferentes com o objetivo de colocá-los em condições operacionais para missões no Afeganistão. Acredito que toda essa cultura de recebimento, aqui na plataforma da Córsega, é o que proporciona uma capacidade de resposta desse tipo. 

E no longo prazo, como a base vai aguentar esse tipo de operação?

Coronel Eric Bometón: Estamos entrando numa fase de encadeamento, visando a questão da fadiga do pessoal. Temos um aporte de reforços para lidar com esse aumento de atividade. O refeitório, por exemplo, fica aberto das cinco horas da manhã até as 22h30. Com nossa força de trabalho atual, temos dificuldade para fornecer esse serviço.

Hoje, a base dedica-se 100% à operação Harmattan, mas as missões cotidianas não podem parar! Por exemplo, o esquadrão de helicópteros está em alerta para a atividade aérea dos aviões de caça. Mas isso não o impediu de continuar seu trabalho na formação de resgate aeronaval e aeroterrestre. Concluo dizendo um muito obrigado ao pessoal da base de Solenzara. Sua motivação torna descenecessário dar ordens. Eles realizam seus trabalhos naturalmente, ajudando a apoiar os destacamentos. É daí que vem a nossa força!

FONTE / FOTOS: Força Aérea Francesa (Armée de l’air)

NOTA DO EDITOR: é interessante atentar-se aos detalhes do apoio a uma operação como esta, que podem ser percebidos tanto nesta entrevista, relacionada à Força Aérea Francesa operando a partir de uma base francesa da Córsega, quanto nas matérias relacionadas à operação da Força Aérea Sueca em uma base da  Sicília. Detalhes como acomodação do pessoal, alimentação e até a importante questão do combustível ficam evidentes.

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Aeronaves ainda não realizaram missões devido a um problema de fornecimento de combustível que, segundo os suecos, já foi sanado

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Nesta quinta-feira, 7 de abril, o site das Forças Armadas da Suécia informou que a primeira missão dos caças Gripen sobre a Líbia está agendada para o período da tarde. Problemas com o fornecimento de combustível na Sicília já foram sanados, segundo o informe.

O jornal sueco The Local havia informado que as oito aeronaves no solo porque, na base de Sigonella, o único combustível disponível era o JP5, empregado pela Marinha dos EUA. O Gripen utiliza o Jet A1, normalmente empregado em aeronaves civis. A questão do combustível não havia sido investigada quando da chegada das aeronaves, segundo o tenente coronel Mats Brindsjö, porque outros detalhes tomaram mais tempo (veja mais detalhes na matéria abaixo).

Além de tratar sobre o início das operações nesta quinta-feira, o site das Forças Armadas Suecas informou que a força desdobrada na Sicília faz parte do Grupo de Batalha Nórdico (NGB) 11, e que outros NGB, totalizando cerca de 1.100 pessoas, permanecem em estado de espera até 13 de junho, pronto para se desdobrarem caso sejam solicitados.

O informe também destacou que a responsabilidade operacional da força sueca na Sicília está com a OTAN, e que é a organização que lhe dá atribuições.

FONTE / FOTO: Forças Armadas da Suécia, com informações adicionais do jornal sueco The Local

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O primeiro Avião Tanque de Transporte Multimissão A330 MRTT FSTA (sigla em inglês para Futuro Avião Tanque Estratégico) produzido pela Airbus Military para a Força Aérea Real britânica é fotografado com as três FRU (sigla em inglês para Unidade de Reabastecimento da Fuselagem) implantadas simultaneamente, durante recente voo de demonstração. Duas dessas aeronaves estão atualmente em voo e a primeira delas deverá realizar testes de abastecimento com aeronaves receptoras no Reino Unido até abril, com previsão para entrega até o final do ano.

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Flagrante do reabastecimento em voo, realizado por um MC-130P Combat Shadow, do 17th Special Operations Squadron, com um helicóptero HH-60 Pave Hawk, do 33rd Rescue Squadron, durante as operações aéreas de ajuda humanitária realizada no nordeste do Japão pela USAF.

FONTE e FOTOS: USAF

Na quarta-feira, 9 de março, a DSCA (Defense Security Cooperation Agency – Agência de Cooperação de Defesa dos EUA) notificou o Congresso dos Estados Unidos sobre uma possível venda de um C-17 Globemaster para a Austrália. O valor do negócio, via FMS (Foreign Military Sale – Venda Militar ao Estrangeiro), incluindo equipamentos, peças, treinamento e apoio logístico é estimado em 300 milhões de dólares (aproximadamente 496 milhões de reais).

A Austrália já opera quatro aeronaves do modelo.

A aeronave, conforme requisição do Governo da Austrália, deverá ser equipada com quatro motores Pratt & Whitney F117-PW-100 e um sistema LAIRCM (Large Aircraft Infrared Countermeasures – contramedidas infravermelhas para aeronave de grande porte) do tipo AN/AAQ-24V(13), e estão também no pacote peças de reposição e de reparo, equipamentos de suprimento e de testes, treinamento do pessoal e equipamentos de treinamento, publicações e documentação técnica, serviços de engenharia, logística e apoio técnico por parte do Governo dos EUA e da empresa contratante principal, a Boeing, além de outros elementos de apoio logístico.

A notificação ao Congresso dos EUA destaca a posição da Austrália como um dos mais importantes aliados dos Estados Unidos no Pacífico Ocidental, além dos esforços do país em operações no Iraque e na Enduring Freedom. Essa quinta aeronave deverá incrementar a capacidade da Austrália em apoio a operações globais em coalizão, assim como operações humanitárias e de manutenção da paz, como é o caso da resposta às inundações em Queensland, a ciclones e ao terremoto na Nova Zelândia.

Como de praxe em informes da DSCA, é destacada a capacidade do país em absorver e operar o equipamento. A frota de C-17 Australiana opera a partir da base da RAAF (Royal Australian Air Force – Força Aérea Real Australiana) em Amberley, de onde operam também os principais meios de transporte e de reabastecimento em voo no país. A base, atualmente, recebe melhorias na infraestrutura. E também, como de costume, a DSCA avisa que a venda não vai alterar o equilíbrio militar da região. Não estão incluídos acordos de offset (compensações).

FONTE: DSCA

FOTOS: Ministério da Defesa da Austrália

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A Força Aérea Brasileira (FAB) participou, recentemente, de uma operação para combater o plantio de maconha no Sertão Nordestino, principalmente nos Estados de Pernambuco e Bahia. A missão destruiu 294 mil mudas e derrubou 394 mil pés da droga, tirando de circulação aproximadamente 117 toneladas do entorpecentes.

Os helicópteros transportaram policiais federais de diversos Estados para desmantelar o plantio e produção da droga na região. Os policiais consideraram determinante o apoio da FAB à operação para o combate ao tráfico de entorpecentes, impedindo a disseminação de grande parte da droga produzida na região.

Na primeira etapa da operação, nos municípios de Carnaubeira da Penha, Cabrobó, Betânia, Belém do São Francisco, Orocó, Santa Maria da Boa Vista, Floresta, Salgueiro e ilhas do rio São Francisco, foram destruídas 131 roças com 294 mil mudas, 337 mil pés de maconha e 39 quilos prensados que, que totalizariam 101 toneladas da droga pronta para a comercialização.

Na etapa seguinte, já no Estado da Bahia, foram destruídos cerca de 57 mil pés da planta, tirando de circulação 16 toneladas de maconha nos municípios de Sobradinho, Casanova e Juazeiro.

FONTE: FAB (Agência Força Aérea – I COMAR)

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Os dois caças Rafale do Armée de l’air (Força Aérea Francesa) que participaram da Aero India 2011 contaram com diversos especialistas para garantir suas apresentações. No total, foram 29 pessoas, entre pilotos, mecânicos e comandos.

Entre os profissionais envolvidos, a equipe contou com um especialista em serviços de hospedagem, um especialista em logística para abastecimento técnico e outro em informática, especializado no aplicativo Harpagon. Oito fuzileiros-comandos revezaram-se para guardar 24 horas o local, instalações e materiais, e dez suboficiais mecânicos fizeram a manutenção.  Tudo para garantir dois voos diários de apresentação, sem contar os realizados em prol do fabricante Dassault. No total, treze voos foram realizados com o apoio do destacamento, num ritmo intenso.

Graças ao programa Harpagon, que pode detectar de maneira rápida e confiável possíveis panes, foi percebido que  um componente de um motor precisava ser trocado. Foi solicitado ao centro de monitoramento de apoio de Mérignac, com urgência, o envio do material necessário a essa manutenção. 

Quando o material chegou ao aeroporto internacional de Bangalore, três mecânicos retiraram o motor, trocaram a peça e recolocaram o motor na aeronave. Foram gastas apenas duas horas entre a intervenção e as verificações, e a aeronave pôde ser pilotada em mais uma apresentação.

FONTE / FOTOS: Força Aérea Francesa (Armée de l’air)

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O Airbus Military A330 MRTT transferiu com sucesso combustível para aeronaves usando a FRU (Fuselage Refuelling Unit) pela primeira vez – concluindo assim a demonstração de todos os sistemas de reabastecimento da aeronave

Numa surtida de 3h e 10min de voo realizada a partir de Getafe, perto de Madrid em 21 de janeiro, a variante FSTA (Future Strategic Transport Aircraft) da Royal Air Force conduziu uma série de “contatos molhados” com dois F-18 da Força Aérea Espanhola.

Os contatos foram feitos com sucesso com ambos os caças, numa altitude de 15.000 pés e velocidades de 250 a 325 nós.

A FRU é um sistema “hose and drogue” similar aos instalados nas asas, mas possui uma taxa de transferência de combustível maior. O sistema foi desenvolvido e fornecido pela Cobham do Reino Unido.

O conjunto completo de sistemas de abastecimento de combustível, que pode equipar o A330 MRTT,  foi agora totalmente demonstrado, e consiste em: FRU, o sistema de mangueira e cesto subalar, Airbus Military Aerial Refuelling Boom System (ARBS), além da Universal Aerial Refuelling Receptacle Slipway Installation (UARRSI), usada para receber o combustível de outro avião tanque.

O A330 MRTT pode levar 111 toneladas (245.000 libras) de combustível e configurado como cargueiro, pode levar 300 homens ou 45 toneladas de carga. Pode ser convertido também para Medical Evacuation (MEDEVAC), equipado com 130 macas.

Já foram encomendados 28 jatos A330 MRTTs, pela Austrália, Arábia Saudita, EAU e Reino Unido.

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Everton Maganin, nosso leitor e colaborador residente na Região Serrana do Rio de Janeiro, juntamente com seu amigo Rodrigo Vargas, estiveram com o pessoal do Esquadrão Pelicano da FAB e fizeram as fotos e vídeos do clássico H-1H (conhecido como “Sapão” ou “Hzão”) em operação naquela região.

A equipe do Poder Aéreo manda um abraço especial ao Esquadrão Pelicano e aproveitamos para dizer que para nós o “Sapão” é muito melhor que o Super Puma e o Black Hawk. ;-)

Agradecemos ao sargento Resende do CECOMSAER pela atenção e aos pilotos pela decolagem caprichada para o vídeo.

COLABOROU: Rodrigo Vargas

Objetivo é manter o máximo de aeronaves disponíveis para cumprimento das missões nos municípios atingidos

A Helibras disponibilizou uma equipe técnica para intensificar os trabalhos de manutenção e permitir rápidas intervenções técnicas, com o objetivo de manter no ar os helicópteros que trabalham no transporte de alimentos e pessoal médico e no resgate às vítimas dos deslizamentos nos municípios da Serra Fluminense.

Uma aeronave do governo do Rio de Janeiro, que estava em Itajubá, já está em operação e, além disso, a empresa enviou uma equipe até o Espírito Santo, liberando mais dois helicópteros que eventualmente podem ser disponibilizados para os trabalhos de busca e salvamento na região serrana do Rio.

“Enviamos também uma equipe até o Rio de Janeiro para liberar outro helicóptero do governo que necessitava de manutenção. Estes mesmos técnicos vão realizar, também naquela cidade, inspeções nas aeronaves da Polícia Militar de São Paulo que foram enviadas para a região atingida. Estamos com 29 helicópteros da Helibras/Eurocopter na região e nosso objetivo é contribuir para que o maior número deles se mantenha em operação”, informa Vitor Coutinho, gerente de manutenção da Helibras.

Outro técnico da Helibras encontra-se no Rio para dar apoio exclusivamente a uma aeronave do modelo EC-145 cedida pelo governo do Maranhão, que a recebeu recentemente e que foi disponibilizada e incorporada à força-tarefa que trabalha desde a semana passada na área atingida.

Donativos

A empresa também iniciou uma campanha na cidade de Itajubá para arrecadar donativos para auxiliar as vítimas das enchentes que atingiram diversas cidades no sul de Minas Gerais e para os atingidos pelos deslizamentos na Serra Fluminense. Em parceria com a Secretaria de Assistência Social da Prefeitura local e outras empresas locais, a empresa está convidando funcionários para atuarem como voluntários na arrecadação e organização das doações de água, roupas de cama e materiais de limpeza e higiene pessoal além de alimentos, e vai providenciar o transporte de todos os materiais até as sedes da Cruz Vermelha em Minas Gerais e no Rio de Janeiro.

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Três helicóperos H-34s da Força Aérea Brasileira, pousando no parque de exposições em Itaipava, no fim de mais um dia de apoio às missoes humanitárias.

VÍDEO: Everton Maganin

NOTA DO PODER AÉREO: Parabéns ao Everton, que mesmo nessa situação extremamente  difícil, preocupou-se em reportar o trabalho da Força Aérea Brasileira.

BATE-PAPO ONLINE: Converse com outros leitores sobre este e outros assuntos no ‘Xat’ do Poder Aéreo, clicando aqui.

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O leitor Everton Maganin, de Itaipava, Petrópolis-RJ, nos enviou esta foto do H-34 da FAB, operando na ajuda humanitária na região serrana do Rio de Janeiro.

FOTO: Everton Maganin

F-16 prepara Base de Eglin para a chegada do F-35

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Chegada do F-16 à Base Aérea de Eglin, onde se concentrará o treinamento no F-35, visa dar “ritmo de batalha” à 33ª Ala de Caça

Após 17 meses de silêncio, a linha de voo da 33ª Ala de Caças  (33rd Fighter Wing) finalmente voltou à vida, no último dia 13 de janeiro. A Ala da USAF (Força Aérea dos EUA) recebeu quatro caças F-16 Fighting Falcon da 56th FW, provenientes da Base Aérea de Luke. As aeronaves ajudarão a dar “ritmo de batalha” à medida em que a Ala se prepara para ser o primeito centro de treinamento conjunto para o caça de quinta geração F-35.  

O F-16 foi escolhido para a tarefa por suas similaridades com seu descendente, o F-35. Segundo o informe da USAF, as características de voo de ambas as aeronaves são similares, assim como o treinamento e mentalidade que os pilotos deverão ter na transição entre os dois caças monomotores.

O grupo inicial de instrutores de F-35 voará o F-16 por aproximadamente um ano para validadar processos e “esquentar” a rampa, que não vem sendo usada desde outubro de 2009, quando a Ala foi transferida para o Comando de Educação e Treinamento Aéreo (Air Education and Training Command), e os últimos caças F-15 deixaram a base.

Além dos quatro F-16, pessoal de manutenção (aproximadamente 50) de Luke também ficarão em Eglin para manter os aviões ao longo do ano. Quanto aos pilotos, eles provêm não só da USAF, mas também da US Navy (Marinha dos EUA) e USMC (Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA), com experiências de voo variando de F-15 a Harriers. Graças à chegada dos F-16, eles terão a partir de agora uma experiência unificada de treinamento de voo. A The 33rd FW recebeu a responsabilidade de treinar pilotos de F-35 A/B/C e pessoal de manutenção para a USAF, US Navy e USMC. No futuro, haverá 59 aeronaves na base, em três esquadrões – cada um com uma versão do F-35.  

FONTE / FOTO: USAF (Força Aérea dos EUA) – tradução, adaptação e edição: Poder Aéreo

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