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Red Bull Air Race-acidente_australia-fotoAFP

vinheta-clippingO piloto brasileiro Adilson Kindlemann, 37 anos, ficou levemente ferido ao cair de forma espetacular com seu avião em um rio durante um treino da Red Bull Air Race em Perth, região oeste da Austrália.
Os organizadores da competição informaram que Adilson Kindlemann estava consciente ao ser retirado do avião. Ele foi levado para um hospital.

O espectador Gary French, que acompanhava os treinamentos, presenciou a queda da aeronave no rio Swan.

“Vi que um asa atingia a água e depois o avião veio abaixo”, contou.

Outras testemunhas afirmaram que o piloto brasileiro ficou poucos minutos na água e que foi salvo por equipes em botes de resgate rapidamente.

A Red Bull Air Race, que acontece em várias cidades de todo o mundo, incluindo o Rio de Janeiro, é disputada por 13 pilotos, que precisam executar voos de acrobacia com velocidades de até 400 km/h.

Kindlemann foi campeão de acrobacia aérea do Brasil entre 2001 e 2004 e é membro honorário da Força Aérea Brasileira.

FONTE: Portal Terra

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A Esquadrilha da Fumaça recebeu, no período de 6 a 9 de abril, um de seus ex-integrantes para realizar uma readaptação ao voo na posição de número sete. O retorno do fumaceiro integra uma série de medidas adotadas após o acidente ocorrido no último dia 2, em Lages, Santa Catarina. Para as apresentações, os pilotos são especializados para determinadas etapas da manobra.

O fumaceiro Major-Aviador Gustavo Luís da Silveira e Eliseu pertenceu ao efetivo do Esquadrão de Demonstração Aérea no período de 2004 a 2007 e, atualmente, trabalha no Gabinete do Comandante da Aeronáutica (GABAER), em Brasília.

Para o Capitão-Aviador Ricardo Felzcky, agora único piloto da posição de voo número 7, esta é uma experiência muito interessante. “Mesmo que o Maj Gustavo tenha ficado mais de dois anos sem voar na Esquadrilha, ele tem uma experiência muito maior que a minha, como número 7. Nesse sentido, eu ensinei as novas manobras e acrobacias adicionadas à demonstração e acompanhei a adaptação fisiológica do oficial ao que ele já sabia. Eu já tive o major como instrutor no passado e essa troca de experiências foi muito positiva, porque eu ensinei, mas também aprendi bastante.”

Apesar das circunstâncias que trouxeram o Maj Gustavo Luís de volta à Esquadrilha da Fumaça, o militar sentiu-se honrado com o convite. “Embora eu esteja triste por estar retornando à Esquadrilha devido ao ocorrido, fico feliz por poder colaborar com o grupo de alguma forma, num momento tão difícil.”

O fumaceiro vai contribuir com a instrução dos próximos pilotos que, em breve, ocuparão a posição. Diversas ações estão sendo empreendidas para preencher a lacuna deixada pelo Capitão-Aviador Anderson Amaro Fernandes, presença sorridente que jamais será esquecida pelos amigos que voaram com o experiente piloto falecido no acidente.

FONTE: EDA

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Piloto ejetou-se em segurança


Patrouille de France-2003_foto-PAF

Um avião Alphajet da “Patrouille de France” (equipe de demonstração aérea francesa) colidiu com o solo hoje (14/04) na região sudeste da França, próximo ao aeródromo de Plan-de-Dieu.

O acidente ocorreu por volta das 10:15h (horário local) e o único ocupante da aeronave, capitão Sylvain Courtot, ejetou-se em segurança cerca de 15 metros antes da aeronave colidir com o solo. O piloto sobreu ferimentos leves e passa bem.

O último acidente com vítima fatal com uma aeronave da “Patrouille de France” ocorreu em 2002.

FOTO: Patrouille de France

 

‘Osprey down’!

Leia no blog das Forças Terrestres

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FAB suspende voos da ‘Esquadrilha da Fumaça’

PAMA-SP09-fumaca

vinheta-clippingA FAB (Forças Aéreas Brasileiras) anunciou neste sábado (3) que suspendeu as apresentações da Esquadrilha da Fumaça durante o fim de semana. O esquadrão se apresentaria em São José dos Pinhais e Londrina, no Paraná. Segundo a FAB, na segunda-feira os integrantes da Esquadrilha da Fumaça se reunirão para decidir como ficará a agenda do grupo.

O cancelamento das apresentações ocorreu após o acidente em Santa Catarina que matou o capitão Anderson Amaro Fernandes. A vítima estava em uma aeronave T-27. O acidente aconteceu depois de uma manobra conhecida como “parafuso”. De acordo com nota da FAB, o capitão será sepultado às 17h deste sábado, em Fortaleza.

O avião se apresentava por volta das 17h de sexta-feira com outras seis aeronaves para a população da cidade. A nave se chocou com a lateral da pista durante uma manobra cerca de 20 minutos depois do início do show aéreo. Os cerca de 5.000 espectadores entraram em pânico, mas ninguém se feriu.

FONTE: R7

NOTA DO BLOG:
“Forças Aéreas Brasileiras”?

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Nota Oficial: Acidente com aeronave do EDA

Tucano Luto O Comando da Aeronáutica lamenta informar que, no dia de hoje (2), por volta das 17h, uma aeronave T-27, do Esquadrão de Demonstração Aérea (EDA) da Força Aérea Brasileira – mais conhecido como Esquadrilha da Fumaça – sofreu um acidente durante apresentação na cidade de Lages (SC). O piloto da aeronave, Capitão Anderson Amaro Fernandes, faleceu no acidente. O Comando da Aeronáutica já iniciou as investigações para identificar os fatores que contribuíram para o acidente.

Brasília, 02 de abril de 2010.

Jorge Antônio Araújo Amaral – Coronel Aviador
Chefe Interino do CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA AERONÁUTICA

FONTE: CECOMSAER / COLABOROU: Lucas Lasota, Baschera e PC

NOTA DOS EDITORES: O Poder Aéreo está de luto. Nossas condolências aos familiares do Capitão-Aviador Anderson Amaro Fernandes.

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Queda de Brasília mata dois na Austrália

Aeronave produzida pela Embraer não transportava passageiros

vinheta-clipping A Embraer informa que o turboélice EMB 120 Brasilia número de série 116 operado pela Air North, em Darwin, na Austrália, acidentou-se durante um vôo de treinamento sem passageiros a bordo. O fato ocorreu hoje, por volta das 10:00 horas, horário local. De acordo com as informações recebidas, as duas vítimas fatais foram os pilotos a bordo.

A Embraer lamenta profundamente o fato ocorrido e estende suas condolências a todas as famílias, amigos e entes queridos envolvidos neste acidente com a Air North. No momento, não há mais detalhes disponíveis. A Embraer disponibilizará apoio técnico completo às autoridades de investigação, lideradas pela Australian Transportation Safety Board. Para esta finalidade, uma equipe de especialistas está a caminho de Darwin, Austrália.

FONTE: Embraer

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Super Hornet VFA 137 em formação - foto USN

Dois caças F/A-18E Super Hornet colidiram no ar na última segunda-feira, durante uma missão de treinamento de rotina no Complexo de Treinamento de Fallon Range. As aeronaves eram do esquadrão VFA 137 baseado na Naval Air Station (NAS ) Lemoore, na Califórnia (EUA). A colisão deu-se aproximadamente às 22 horas (hora local). Segundo a U.S. Navy (Marinha dos EUA), nenhum piloto foi ferido.

Um dos pilotos pousou sua aernave danificada às 22h13 na NAS Fallon. Já a outra aeronave caiu em uma área remota a leste da base, sendo que o piloto ejetou com segurança e foi resgatado próximo ao local da queda às 23h20 por um helicóptero SH-60F Seahawk da equipe de busca e salvamento da base (os “Longhorns”). Após o resgate, o piloto foi avaliado em uma unidade médica e liberado. As causas do acidente estão sob investigação

FONTE / FOTO (apenas ilustrativa: Super Hornet do VFA 137, equipado com pod de reabastecimento na estação ventral, em formação com aeronave similar do VFA 2): U.S.Navy

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Uma história de sobreviventes

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O texto a seguir foi extraído da revista Aerovisão número 225. A Aerovisão é uma publicação produzida pelo Centro de Comunicação Social da Aeronáutica (CECOMSAER), órgão do Comando da Aeronáutica. A matéria retrata a história do acidente e o posterior resgate dos sobreviventes do Cessna Caravan FAB 2725, ocorrido no final do ano passado.

Tenente-Jornalista Luiz Claudio Ferreira

Manaus, dezembro de 2009. Dois militares, ao acaso, reencontram-se em uma organização da Força Aérea Brasileira na capital amazonense. Ambos vestem uniforme camuflado. É um dia normal de trabalho. Já tinham se visto em outros dias normais de trabalho. Nesse encontro, carregado de emoção, as coisas não são como eram antes. Ao invés do natural aperto de mãos, os dois se abraçam. Estão frente a frente o resgateiro e o sobrevivente de um acidente aéreo. No dia 30 de outubro de 2009, esse abraço foi entremeado por lágrimas e sorrisos que eram ouvidos de longe. Era impossível não lembrar daquele momento único que vai marcar para sempre a vida dos dois. Um no socorro e o outro na certeza de ser encontrado. Personagens dessa história real, o Sargento Aldecy Silva Oliveira, profissional de resgate com 17 anos de serviço à FAB, tripulante do helicóptero H-60L Blackhawk, e o Tenente Carlos Wagner Veiga, piloto do C-98 (2725) acidentado na Região Amazônica, instrutor com mais de duas mil horas de vôo, viram a vida de forma diferente. Eles eram colegas. “Hoje somos irmãos, sem dúvidas”, concordam. Do momento do acidente ao instante único do resgate, cada um dos segundos se torna marco indefinível na vida de pessoas como eles.

Veiga e Aldecy estão entre os protagonistas de uma história impressionante que começou em meados de outubro de 2009. Ambos participavam de uma mesma missão: transportar sete profissionais da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), da área de enfermagem, para isoladas aldeias indígenas e vacinar mais de três mil brasileiros que vivem longe de postos de saúde. “É uma missão importante que temos a honra de participar”, disse Veiga dias depois. O comandante e mais três integrantes da tripulação do C-98 Caravan (FAB 2725), já haviam transportado os profissionais de Tabatinga (AM) para cidades onde era possível pousar com o avião. Até as aldeias, quem fazia o transporte era o helicóptero H60-L Black Hawk da FAB (FAB 8904), que tinha entre seus tripulantes o Sargento Aldecy. “Em nossas buscas, sabíamos que tentávamos encontrar os companheiros dessa linda missão. Já estávamos juntos havia 16 dias quando soubemos que a aeronave deles havia desaparecido. Quando encontramos, foi uma emoção do tamanho do mundo”, disse o resgateiro, que como tripulante é especializado também nos equipamentos elétricos do helicóptero.

texto-aerovisao-queda-caravan-2ACIDENTE - Para compreender a dificuldade da missão, é necessário voltar ao momento do pouso de emergência. Avião em pane, perda de potência do motor, os preparativos para o pouso de emergência, encontrar um pedaço de rio em meio ao “mar” de árvores de mais de 50 metros de altura… Na cabeça deles, conforme relataram, tudo demorou “pouquíssimos minutos”.

Mas o tempo foi o suficiente para atitudes imprescindíveis para que nove pessoas sobrevivessem. Quando houve perda de potência, o experiente mecânico Suboficial Marcelo dos Santos Dias disse que não havia nada mais a ser feito para que a aeronave permanecesse em voo. O Sargento Edmar Simões ratificou que era preciso procurar um lugar para fazer o pouso. Naquela área, as copas das árvores de mais de 50 metros de altura, de tão juntas, fecham-se e torna-se impossível avistar qualquer clareira. Um pouso em um local assim seria fatal para todos na aeronave.

Os pilotos contam que passaram, então, a procurar, visualmente e pelas cartas disponíveis, um rio. Durante esses minutos de aflição,fazia-se silêncio dentro da aeronave. Todos mantinham serenidade, a par do momento difícil. Veiga encontrou um rio estreito e sinuoso arranhando o “mar” verde formado pela floresta. “Vamos pousar”, disse Ananias. Todos já sabiam qual era a posição de impacto. Ficou acertado que a tripulação sairia pela frente e que os passageiros por trás.

Depois, o pouso no rio. “Graças à perícia impressionante dos pilotos”, “Eles foram nossos anjos da guarda”, disseram sobreviventes. O tempo para desembarcar da aeronave foi contado em segundos. Em instantes assim, pode haver distorção temporal, creem especialistas na área de aviação. Acreditam que seria improvável que 10 pessoas desembarcassem do aparelho se houvesse apenas poucos segundos até o equipamento afundar no Igarapé Jacurapá, no Rio Ituí.

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Nove sobreviventes nadaram cerca de 150 metros desde o local do pouso, no meio da água, até a margem do rio e enfrentaram a noite na floresta. O que seguiu a isso foi uma intensa procura com 12 aeronaves e mais de 300 militares. Em cerca de 24 horas, uma notícia era transmitida como se contam os milagres.

O RESGATE – Dentre tantas lembranças do resgate em todas as aeronaves que participaram da busca, uma luz especial a um grupo de militares tripulantes de uma aeronave C-105A Amazonas (FAB 2810), do Esquadrão Pelicano, sediado em Campo Grande. No avião, comandado pelo Capitão Santarém e pelo Tenente Sales (segundo piloto), houve busca intensa durante pelo menos seis horas seguidas no dia do desapa-recimento da aeronave. Naquela noite, nem conseguiram dormir direito. Achavam que estavam perto de encontrar. Acordaram ainda na madrugada e decolaram no nascer do sol. Partiram para o que viria a ser um dos melhores dias de suas vidas. Os militares especializados em busca e resgate costumam explicar que a idéia comum que se faz depois do acidente é que sempre existem sobreviventes e eles estão sofrendo. Só acreditam que não é possível salvar quando encontram o corpo de uma pessoa.

Depois de cerca de três horas de voo, a tripulação só via verde por todos os lados. Entretanto, os olhos do Sargento De Oliveira fixaram em um ponto. Ainda extasiado, passou a gritar de sua posição de observador na aeronave sobre o que seria a grande notícia. “Um sinal de fumaça!!! Fumaça, às 10 horas” (para indicar a posição ao piloto, imagina-se estar, como nos ponteiros do relógio numa coordenada imaginária às 12h).

“Fumaça, às 10h!!!”, repetia cada vez mais alto. Apreensão e euforia misturavam-se.. “Em pouco tempo, chegamos àquele local e avistamos as pessoas. Dentro do avião, gritávamos: achamos, achamos…” Era muita alegria.”, lembra o Tenente Tiago Gomes de Sales, de 27 anos.

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O avião continuou circulando a área indicando para os sobreviventes que eles haviam sido localizados. Nesse intervalo de tempo, a comunicação chegou ao helicóptero que estava mais próximo do local. Era o H-60L comandado pelo Tenente Roque e que tinha a bordo o Sargento Aldecy.

Ele relembra, muito emocionado,a rotina da tripulação da aeronave naquele dia. Também haviam acordado muito cedo e tinham recebido um informe da coordenação que um grupo de indígenas da tribo dos Matiis havia visto uma aeronave voar baixo próximo à aldeia. A tripulação conseguiu localizar a aldeia e, sem desligar o motor, Aldecy desceu da aeronave e conversou com pelo menos cinco índios sobre aquele informe. “Ninguém confirmou. Para nós, que atuamos com busca e resgate, qualquer informação é muito importante. Perguntei, então, qual era o rio mais próximo daquela área. Enquanto eles me mostravam no mapa o Rio Ituí, o restante da tripulação me acenava bastante para que voltasse ao helicóptero”, disse. O aceno foi o momento em que o C-105A Amazonas informava que a tripulação do Pelicano havia localizado os sobreviventes.

Depois de cinco minutos de voo, aproximadamente, o helicóptero chegava ao local apontado. “Vimos sacos de ração, mosquiteiros, coletes amarelos fluorescentes e os sobreviventes pulando, acenando. Foi um momento, de fato, maravilhoso”. Como o helicóptero estava antes encarregado da missão de transporte da equipe da FUNASA e havia, por força das circunstâncias, sido empenhado depois nas buscas, não estava equipado com guincho ou corda. O BlackHawk voou baixo, foi aproximando, abaixo da altura das árvores, 30 metros , 20 metros…10 metros… Seria necessário adotar a técnica do hellocasting, que é quando um integrante da tripulação salta do helicóptero em baixa velocidade para chegar aos sobreviventes.

Quando a aeronave chegou a pouco mais de cinco metros de altura, Aldecy garantiu que estava pronto para saltar. A porta foi aberta, ele sentou no piso da aeronave, segurava-se com as duas mãos… Um colega tocou no seu ombro. Era a hora. “Nunca tive dúvidas. Não via o momento de chegar perto deles. Quando eu pulei, a correnteza era muito forte. Para se ter uma ideia, mais rápido do que a velocidade do helicóptero. Era muito barrento, cheio de galhos. Nadei muito. Estava chorando enquanto nadava. Era muita emoção”. Aldecy chegou à margem. O cansaço só foi lembrado horas depois. A missão era ajudar e realizar o exame pré-hospitalar militar nos sobreviventes. Abraçou o Tenente Veiga e, na sequência, a enfermeira Josicléia Vanessa Almeida, grávida de três meses. “Era outro sobrevivente. O Aldecy ajoelhou, beijou a minha barriga. Naquele momento, éramos todos uma família”, disse a enfermeira.

Depois do contato inicial, Aldecy conteve a emoção. Fez os exames previstos para o grupo. “O socorro vai chegar em uma hora”, disse.. Três helicópteros chegaram para o resgate, sendo um do Exército, no qual embarcaram a maioria dos fe-ridos apoiados por profi ssionais de resgates em guinchos.

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Acidente foi na região leste da província de Gangwow. Os três pilotos teriam morrido, segundo informações do Korea Times

Segundo fontes da ROKAF (Republic of Korea Air Force – Força Aérea da República da Coreia), as aeronaves eram um F-5E (monoposto) e um F-5F (biposto), que decolaram de Gangneung às 12h20 (hora local) para uma missão de treinamento de rotina e foram dados como perdidos 5 minutos depois.

Dois helicópteros UH-60 de busca e salvamento (SAR) foram despachados para a possível área do acidente, 20 km a leste de onde decolaram, encontrando destroços e partes de corpos no monte Hwangbyeong. A ROKAF, que destroços F-5 Coreia do Sul - foto AP via G1opera os F-5 desde os anos 1980,  está investigando as causas do acidente. O último acidente com um F-5 da Força ocorreu em novembro de 2008, segundo o Korea Times.

A agência de notícias sul-coreana Yonhap, segundo a BBC News, informou que a queda seria a sétima desde 2000 envolvendo a frota de aeronaves F-5 do país.

FONTES: Korea Times e BBC News FOTO MENOR: AP, via G1

FOTO MAIOR (duas aeronaves F-5E da ROKAF em formação com um de seus sucessores planejados, o A-50, versão de ataque do T-50 Golden Eagle. Também está sendo desenvolvida uma versão mais avançada do modelo, o FA-50): KAI

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Índia perde mais um MiG-21

MiG-21

A Indian Air Force (IAF) perdeu outro caça MiG-21 na última sexta-feira, logo após a decolagem da Base Aérea de Bagdogra, no distrito Darjeeling de Bengala. O piloto conseguiu ejetar-se com segurança.

A aeronave caiu por volta das 3h00pm e era pilotada pelo líder de Esquadrão,  Rahul Tiwari. O piloto foi resgatado por um helicóptero SAR e levado para o hospital.

Enquanto isso, a IAF abriu um inquérito para investigar o acidente.

Com esse, a Força Aérea Indiana já perdeu 266 jatos MiG-21 em acidentes nos últimos 20 anos, que ceifaram as vidas de 140 pessoas.

De abril de 1989 a 26 de novembro de 2009, 265 caças MiG-21 caíram. Um total de 96 militares e 44 civis foram mortos nos acidentes. Apelidado de “caixão voador” na Índia, por suas quedas frequentes, cerca de 150 a 160 MiG-21 operam na IAF, de um total de 450 recebidos.

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Motor seguiu para a Turbomeca no Rio de Janeiro

Kleber Tomaz

vinheta-clippingO motor e rotor da cauda do helicóptero da TV Record que caiu e matou o piloto da aeronave e deixou o cinegrafista da emissora gravemente ferido na Zona Oeste de São Paulo, na quarta-feira (10), foram levados fora da capital para serem analisados. O motor seguiu para o Rio de Janeiro, onde será vistoriado pelo fabricante Turbomeca. Já o rotor da cauda foi transportado para análise na base do Comando de Tecnologia Aeroespacial da Aeronáutica em São José dos Campos, a 91 km da capital paulista.

As duas peças serão desmontadas e verificadas para encontrar eventuais falhas. Delas, o rotor de cauda é o que inspira mais suspeitas por parte dos peritos do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa), que apuram as causas do acidente. Eles trabalham com a hipótese de uma pane mecânica. A aeronave da emissora de televisão começou a soltar fumaça, girar sobre o próprio eixo e caiu num campo do Jockey Club, na Zona Oeste.

O piloto Rafael Delgado Sobrinho, de 45 anos, morreu na queda. O cinegrafista da Rercord Alexandre Moura, de 36 anos, está internado em estado grave.

De acordo com o tenente coronel Ricardo Beltran Crespo, comandante Seripa, parte dos investigadores do órgão irão a São José dos Campos para dar sequência a investigação sobre o que poderia ter causado a tragédia. “Em março, deveremos ter o resultado das análises das peças para juntarmos à nossa investigação”, disse Crespo neste sábado (13).

Giro

O modelo do helicóptero acidentado é um AS-350 BA Esquilo. De acordo com pilotos, mecânicos e peritos da Força Aérea Brasileira (FAB) ouvidos pelo G1, um eventual problema no rotor da cauda não seria o único fator para causar a queda da aeronave e a morte do piloto.

Segundo os especialistas, que aceitaram falar sob a condição de anonimato, o comandante do helicóptero da Record poderia ter evitado a tragédia (a aeronave despencou de uma altura de mais de 50 metros).

Para um oficial da aeronáutica, o piloto poderia, por exemplo, ter conseguido equilibrar a aeronave, parar os giros e fazer um pouso corrido. De acordo com ele, esse procedimento de aterrissagem de emergência faz parte do treinamento dos pilotos de helicóptero. Ainda, segundo esse militar, a aeronave teria girado sobre o próprio eixo porque o rotor de cauda apresentou uma falha e parou de funcionar, mas isso poderia ter sido contornado com outros procedimentos.

Um perito, que também não quis se identificar, informou que um pouso rasante poderia ter salvo a vida do piloto. Ele acha que a morte do comandante ocorreu porque o helicóptero despencou de barriga no solo.

Além de analisar a parte técnica, a investigação do Seripa também vai verificar o histórico profissional e psicológico do piloto.

Polícia Civil

A Polícia Civil também investiga o acidente com o helicóptero da Record, mas no âmbito criminal. O caso está com os policiais da 3ª Delegacia Seccional, na Zona Oeste. Um inquérito foi aberto para apurar as causas da tragédia e eventuais responsabilidades pela morte do piloto, segundo informou na quinta (11) o delegado assistente Paulo Alberto Mendes Pereira.

“A primeira parte da investigação consistirá em saber o que provocou a queda da aeronave. Vamos tentar conversar com o Seripa para que os peritos da nossa Polícia Técnico Científica possam trabalhar em conjunto o pessoal da Aeronáutica. Se o inquérito concluir que houve falha de alguém, vamos passar a investigar também a responsabilidade pela morte do piloto. Até agora não falamos em homicídio culposo”, afirmou o delegado Paulo Pereira.

O delegado informou que pretende ouvir na próxima semana o depoimento do piloto do helicóptero da TV Globo, Dato de Oliveira, que viu a queda da aeronave da TV Record. Oliveira conversou via rádio minutos antes com o comandante do helicóptero da outra emissora. Oliveira e Sobrinho sobrevoavam a mesma região, na Avenida Morumbi, captando imagens de um assalto a banco. Segundo Oliveira, o colega reclamou de uma pane no rotor de cauda e disse que tentaria pousar no Jockey.

Também serão chamados para depor uma médica que socorreu as vítimas do acidente, dois policiais militares e os funcionários do Jockey.

Assim como a Aeronáutica, a Polícia Civil também vai requisitar as imagens da queda do helicóptero da Record gravadas pela Globo.

A TV Record emitiu nota em que lamenta o acidente e informa que está prestando toda assistência às famílias das vítimas. A emissora disse ainda que está colaborando com as autoridades da Aeronáutica para a investigação das causas da queda da aeronave.

FONTE: G1, via Notimp

 
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