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Índia e Suécia assinam pacto de segurança para permitir ToT de defesa sueca

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Demonstrador do Gripen de Nova Geração (NG) com quatro mísseis antinavio RBS-15

Saab disputa concorrência de caças com o Gripen E

Por Dipanjan Roy Chaudhury

A Índia e a Suécia devem assinar um acordo de segurança quando o primeiro-ministro Narendra Modi visitar Estocolmo na próxima semana, disseram pessoas familiarizadas com os desenvolvimentos, uma medida que facilitará a transferência de tecnologia (ToT) se a sueca Saab for escolhida para construir aviões de combate na Índia.

A viagem de dois dias de Modi, a partir de 16 de abril, marcará a primeira visita de um primeiro-ministro indiano à nação nórdica em 30 anos.

Além do pacto de segurança, um plano de ação e um Documento sobre Parceria para Inovação serão emitidos após a Cúpula de Estocolmo entre Modi e sua contraparte sueca, disseram as pessoas citadas anteriormente, acrescentando que a Suécia está empenhada em aumentar sua parceria com a Índia para o nível estratégico.

No ano passado, a Saab assegurou que garantirá a transferência de tecnologia “completa” de seu caça Gripen E para a Índia, caso a empresa obtenha o contrato para fornecer uma frota de aeronaves de combate à Força Aérea Indiana.

O Gripen E, uma versão avançada do Gripen C/D, é um avião de combate leve, monomotor e multirole equipado com aviônicos avançados.

A empresa também disse que construirá a mais moderna instalação aeroespacial do mundo na Índia, além de criar uma base de fornecedores locais de sistemas auxiliares.

Saab RBS-70 VSHORAD

Defesa aérea

A Saab, que tem uma joint venture com o grupo Adani, também está interessada em fabricar sistemas de mísseis de defesa aérea de alcance muito curto (VSHORAD) no país. O processo de aquisição está pendente há quase 10 anos.

A empresa de defesa sueca está mostrando sua tecnologia no DefExpo 2018 em curso em Chennai. A empresa está se concentrando na iniciativa “Make in India” do governo de Modi, que oferece um mercado maior do que seu país de origem. Durante um período de tempo, fará seus mísseis na Índia, disseram as pessoas citadas anteriormente.

Delhi e Estocolmo se concentraram na construção de uma parceria estratégica. A Suécia apoiou a Índia em sua participação no Sistema de Controle de Tecnologia de Mísseis (MTCR) e ampliou o apoio total à candidatura da Índia para a sua adesão ao Grupo de Fornecedores Nucleares (NSG).

A Suécia tem uma longa história de investimentos na Índia, de acordo com um documento do Ministério de Assuntos Exteriores. De acordo com dados do governo de outubro de 2017, existem mais de 170 joint ventures suecas e subsidiárias integrais no país. Várias grandes empresas suecas – Ericsson, Swedish Match (WIMCO), SKF e ASEA (mais tarde ABB) – entraram na Índia antes mesmo de conquistar a independência.

FONTE: The Ecnomomic Times

134 COMMENTS

  1. Boa noticia, aliás… que foto linda essa do ng com iris-t na ponta das asas, rbs15 em baixo das asas e meteor ventral! é pra deixar qualquer fã de rafale e sh de queixo caído!!!rsrss…

    • Sim, a foto é excelente, mas… carregado assim, o Gripen consegue decolar? Em caso afirmativo, qual o seu alcance, nessa configuração?

      • Pangloss, boa parte das fotos com um monte de armas penduradas não chega a capacidade máxima da aeronave. A carga da foto representa pouco mais dois terços da carga total de armas dessa versão do Gripen.

        Como os suecos são separados da Rússia por uma estreita faixa de mar, alcance não é uma preocupação deles tanto quanto reagir rapidamente à um avanço russo pelo mar. Com a configuração da foto (que eu acho estar errada) ele deve voar cerca de 500 km de raio de ação, no máximo. Mas isso é chute meu.

        De qualquer forma, essa foto é mais para fins de propaganda que uma carga realista numa missão de ataque naval, na minha singela opinião.

        • Clésio, obrigado pela resposta atenciosa, mas eu queria apenas ironizar exatamente esse aspecto marqueteiro da foto: não é uma configuração para uso real, apenas para exaltar as capacidades da aeronave.

      • Panglos, o raio de combate máximo do
        Gripen NG na configuração ar-terra é
        de aproximadamente 800 nm (1.500 km).
        Esse perfil de missão inclui o voo até o
        alvo, o lançamento dos armamentos ar-terra,
        e depois o retorno até a base. O raio de
        combate efetivo depende da configuração
        da carga paga da aeronave, seus perfis e a
        disponibilidade de tanques de combustível
        externos. O raio de combate do Gripen NG
        atende às necessidades das forças aéreas
        em todo o planeta, mas com um custo bem
        inferior ao de seus concorrentes.
        O tempo máximo na estação em uma missão
        depende das cargas realizadas e da distância
        da base para a estação de patrulhamento do
        combate aéreo. Em uma configuração típica
        AR-AR, por exemplo, o Gripen NG pode
        patrulhar por mais de duas horas.
        REABASTECIMENTO AR-AR
        O Gripen NG está equipado para realizar
        reabastecimento AR-AR segundo o sistema
        probe-and-drogue do padrão OTAN. Essa
        habilidade aumenta o raio de combate e/ou
        tempo na estação consideravelmente – de
        fato, podem ser feitas missões de mais de
        oito horas.
        https://saab.com/globalassets/commercial/air/gripen-fighter-system/gripen-for-brazil/pdf-gripen-ng/gripen-ng-livreto-.p

        • Ivanmc, obrigado pela resposta atenciosa, mas eu queria apenas ironizar exatamente esse aspecto marqueteiro da foto: não é uma configuração para uso real, apenas para exaltar as capacidades da aeronave.

          • Ok Pangloss. Porém numa situação extrema eu creio que o NG poderia levar 4 ogivas anti-navio 250kg cada, em média 1ton. O Brahmos que seria o maior tem 300kg, logo 4 = 1.200 kg. Nessa minha hipótese trágica, o NG deveria ser escoltado com certeza. Hipótese minha. Sds.

          • Última forma: 3 mísseis anti-navio de 2 toneladas cada acho que numa situação totalmente adversa o NG poderá levar.
            Corrigindo: o Brahmos pesa 2.500 kg lançado do ar.

  2. “A empresa também disse que construirá a mais moderna instalação aeroespacial do mundo na Índia, além de criar uma base de fornecedores locais de sistemas auxiliares.”

    Ótima notícia para os indianos. Dá até inveja ver como aquele país, cheio de contradições e que há poucos anos atrás tinha um PIB menor que o brasileiro, está evoluindo para se tornar uma potência capaz de peitar os chineses. Dos BRICS apenas China e Índia continuam como promessas para o futuro, já que Brasil, Rússia e África do Sul estão atolados em suas próprias crises.

      • mas o do Brasil será… made in Brazil! Vai diminuir o preço também? Sei não, os indianos ainda vão roubar possíveis exportações porque podem produzir a um preço (bem) menor.

        • Cara, dificilmente (muito difícil mesmo) haverá mercado para Gripen made in Brasil. O mercado existente é da SAAB. Haveria algo para o Brasil em mercado sul americano ou africano. No continente africano, quem tem condições de comprar algo, já comprou recentemente. África do Sul mal consegue manter seus gripens C. Na América do Sul, há Chile, Colômbia e Peru (quem sabe os argentinos na metade final da próxima década). Para os três primeiros, difícil concorrer com as propostas de 2º mão dos EUA ou com os upgrades de Israel. Para os argentinos, difícil os britânicos não vetarem.

          Enfim, o vendedor de gripen será a SAAB. Tomara que as coisas mudem e/ou eu esteja enganado.

          Em tempo: Nos offsets do nosso gripen, poderia ter sido negociada a produção sob licença do RBS 70 aqui. Esse sim teria mercado. Mas acho difícil a SAAB liberar um dos melhores do seu portfólio.

  3. Eu torço para que o negócio aconteça entre a Índia e a Suécia. Será bom para o Brasil, assim o Gripen NG poderá ficar mais em conta ainda.

  4. Com todo o respeito ao projeto do gripen E/F, o qual achei acertada a escolha da FAB, pois terá uma aeronave moderna e muito capaz no cumprimento da missão que lhe será incumbida, e que a força poderá manter e operar, mas acho muito estranho a SAAB não ter bolado um jeito de os mísseis que estão no ventre do caça, serem levados justapostos com a fuselagem do avião como no typhoon por exemplo, acho que ajudaria a diminuir ainda mais a assinatura de RCS do caça.Também acho que num futuro não muito longe, tanto a SAAB quanto a FAB deveria pensar em tanques conformais, no dorso da aeronave, acho que ajudaria tanto no RCS quanto em arrasto e o alcance ainda seria ampliado, não venham com essa de que o alcance depois da remodelação do trem de pouso está satisfatório, pois o caça se utilizará de tanques externos levados em cabides, então o alcance seria já ampliado sem a necessidade de tanques externos, se precisassem de alcancee muito maior , ou uma persistência em combate maior também, aí se utilizaria os tais tanques, mas que não fossem uma regra.Se falei besteira peço desculpas😀

  5. Isso já pode ser um prelúdio do Gripen (not Grispen!) como vencedor da licitação da IAF? Esperemos que sim, pois com certeza daria fôlego ao projeto, para que tenha continuidade. Fenomenal para a Suécia, excelente para a Índia, bom para o Brasil.

  6. Segundo a SAAB o Gripen NG poderá carregar SEIS mísseis antinavio.

    No entanto, no material que eu li, não foi especificado QUAL míssil.

    Portanto, 4 RBS 15 pode ser considerado mais marketing. Mas acredito que se a missão não for de longo alcance, a aeronave poderá sim executá-la com 4 mísseis.

    Já o Brahmos é um míssil bem mais pesado e terá de ser carregado por aeronaves maiores.
    O Su-30 MKI que é imenso, se não me engano, consegue carregar SOMENTE UM Brahmos.
    O Gripen, sem chance para um míssil desse porte.

  7. Em tese.
    Seria mais prudente e eficaz, distribuir os quatro mísseis em duas aeronaves ou até mesmo quatro aeronaves no ataque.
    Essas fotos ‘full load’ têm motivação publicitária, muito difícil, na prática ataques solitários com tamanha carga de armas.

      • Essa é minha linha de pensamento. Hoje em dia. olhando fotos de aeronaves armadas em configuração de combate, raramente se tem mais de 4 mísseis ar-ar, em aeronaves que podem facilmente carregar 8 ou até 10.

        E os em missão de ataque raramente transportam mais de 4 bombas guiadas.

        Curiosamente, o requisito japonês para o que seria o F-2 era justamente poder transportar 4 mísseis anti-navio ao mesmo tempo em missões de longo alcance. Imagino se hoje em dia isso é levado em consideração no planejamento de combate do Japão.

        https://pbs.twimg.com/media/B0oILqDCQAAKqc8.jpg

  8. A Índia precisa muito de ToT. é estratégico para ela.

    Os demais fornecedores não deverão ser tão generosos quanto a Saab.

  9. O Gripen é um caça pequeno, tem a aparência frágil. Ninguém quer saber mais de aviões de caça pequenos.

    Size matters.

    • O problema é custo, normalmente, quanto maior, mais caro e guerras tendem a ser muito caras.
      Sem contar que temos um ótimo exemplo de avião pequeno que fez um grande estrago, A-4 Skyhawk.

          • E porque ’36’ Gripens e não ’12’ Gripens?
            Eu disse.
            Você acaba de confirmar que tamanho importa.

          • E outra é como foi dito acima, um caça grande pode levar mais armamento, ex: 1 F-15E, pode levar o equivalente de armas de 4 Gripen E, porém, se for abatido já era a missão de ataque… enquanto o Gripen ainda teria 3 chances de completar a missão.

      • E outra, caro Alexandre.
        Você já viu os dois aviões de perto. É como comparar o Mike Tyson (F-16) com um peso pena (Gripen) da mesma altura.

        • O F-16 com aquela entrada de ar em baixo não inspira muita confiança, em Natal precisavam passar um caminhão aspirador na pista para o avião não aspirar FOD. O trem de pouso frontal também parece fraco.

          • Concordo.
            Porém, acho o F-16 mais parrudo, mais sólido. Mas são somente impressões.
            O que quero dizer que o tamanho da aeronave implica inevitavelmente em certezas até mesmo técnicas, como, por exemplo, o tamanho do motor.
            Basta olhar a diferença de tamanho entre um GE F404 que gera em torno de 20.000 libras, já o F110, sensivelmente maior, gera em torno de 30.000 libras, portanto, muito mais capaz.
            Nas aeronaves, (na maioria das vezes) muitas das qualidades técnicas, já estão implícitas no tamanho do avião.

        • Nas fotos ele passa mesmo uma impressão de ser menor do que realmente é,
          não sei porque.
          Também pensava assim, até ver o Mock-up do NG na Base Aérea de Brasilia perto de um Mirage 2000.
          Ambos tem o mesmo tamanho, tive a impressão da fuselagem do NG ser até um pouco mais alta em relação ao solo, do que a do M2000.
          Mas são basicamente do mesmo tamanho.
          E em relação ao F-5 que também estava próximo, ele é bem maior, mais “troncudo”.

    • O Gripen será o ‘mid’ da força aérea indiana no Hi-Mid-Low deles.

      Hi- rafale e Sukhois
      Mid – Gripen
      Low – Tejas

      Vejo espaço para o Gripen por muito tempo.

        • No caso da Índia é o samba do crioulo doido. Eles têm 2 modelos para cada categoria, Hi, Mid e Low. Aí tem de perguntar a eles! 🙂

          Mas é fato que eles optam por 3 categorias de aeronaves, e com um agravante: eles sempre querem pelo menos 2 fornecedores para cada 1: um Ocidental e um russo ou chinês.

          Chamei o Tejas de Low porque é o que ele virou mesmo. E Gripen pus como ‘mid’ porque está bem além do Tejas mas aquém dos outros.

          • Para países que ja sofreram embargo como Índia, Paquistão e Indonésia faz todo o sentido ter aviões de vários fornecedores, eles sabem o que é ter um avião e não receberem suprimentos por birra de um bloco de países.

          • Acho que o melhor exemplo que encerra a questão, seria o F-14 Tomcat, que, com sua asa móvel, era capaz de interceptar um Cessna a 500ft ou um MiG-25 a 60.000ft. E tinha mísseis para todas as ocasiões, curto, médio e longo alcance.
            Um caça completo.

    • O tamanho importa se for levar armas grandes, como os Sukhoi com o Bhramos/ Moskit, agora em relação a combate e defesa aérea, menor tamanho e maior quantidade são favoráveis a realização de estratégias de combate.

      36 Gripen E/F ao meu ver, seria o possível de se operar com o orçamento destinado a 12 Typhoon, F-15 ou SU-35… posso estar errado, mas ai é só por 24 Gripen ao invés de 36 rsrs.

        • Cara, o exemplo do Alex sana a questão. 12 aeronaves maiores x 36 gripens (ou mesmo 24) qual grupo teria a maior probabilidade de sobrevivência?
          Radar moderno, armas modernas, menor RCS, grande integração entre vetores etc etc.

          No mano a mano, no seu exemplo, Mike Tyson provavelmente daria uma surra no José Aldo. Mas será que o Mike tyson aguentaria Jose Aldo, Holloway e Chad Mendes?

          Estaremos muito bem servidos de Gripen. Na vanguarda da América do Sul. Custo benefício enorme, alta tecnologia, um salto de qualidade gigantesco na FAB.

          Como disseram ai encima, se o negócio é tamanho, era melhor comprar mais alguns P3, encher de harpoon e seguir em frente.

    • A não ser que caças passem a abarroar outras aeronaves para conseguir um kill, não vejo o tamanho do Gripen como um problema…

      Afinal, o mesmos mísseis e bombas que os outros caças ocidentais levam, ele leva também.

    • A próxima vez creio que o COPAC deva consultar os especialistas levando em conta as impressões de dimensões e robustez baseada em fotos da internet.

    • Também acho, nada me faz mudar a ideia de que a mudança da seleção hindu de monomotor para mono/bimotor foi uma jogada para dar mais tempo de amadurecimento ao Gripen E. Essa assinatura de pacto de segurança é mais um indício de que os hindus querem ToT, e acho que nenhum dos 6 concorrentes vai oferecer tanto quanto os suecos (talvez os russos??). Os suecos são os que mais precisam do contrato, motivo para serem mais flexíveis. Agora é esperar 3 de julho (ou mais, se a pipoca for suficiente):

      “Enfrentando um prazo de 3 de julho, são esperadas respostas do Boeing F/A-18E/F Block III, Dassault Rafale F3R, Eurofighter Typhoon, Lockheed Martin F-16 Block 70, United Aircraft Corp MiG-35 e Saab Gripen E.” Fonte: http://www.aereo.jor.br/2018/04/07/india-reabre-concorrencia-de-cacas-para-producao-de-110-unidades/

  10. Alex Nogueira.
    Ninguém compra caças pensando como ele vai ser abatido.
    O raciocínio correto então seria o seguinte:
    Se o F-15 leva ao equivalente ao que leva quatro Gripens, logo, ele tem quatro vezes mais poder de destruição.

    • Mas deveria ser levado em consideração, perdas em combate são inevitáveis, infelizmente. Ai entra a questão de problemas técnicos também, etc. Enfim voltamos a história de quem tem 1 não tem nenhum, quem tem 2 pode ter 1 e assim por diante.
      quanto mais trabalho der (gastos) ao inimigo melhor.

    • “Ninguém compra caças pensando como ele vai ser abatido.” Ah não? treinamentos de combates existem pra que então, senão prever possíveis cenários e evitar futuros abates?
      “Se o F-15 leva ao equivalente ao que leva quatro Gripens, logo, ele tem quatro vezes mais poder de destruição.”
      De onde você tirou isso?

  11. Uma coisa é certa….
    .
    Se sair Gripen NG para a India, sairá Sea Gripen tambem…..
    .
    Em tese, é o unico catobar e stobar ao mesmo tempo caso o projeto seja concluído.

  12. Se a India fechar essa fabrica com os indianos é as encomendas forem muitas,pois o tejas é um avião que já nasceu meio obsoleto e dificilmente vai ser a espinha dorsal da India,mas os indianos são perigosos que mudam muito de opinião,o Brasil pode ganhar no barateamento do caças futuros que deve adquirir,mas perdi como cliente preferencial pois nossas encomendas serão melhores, é não terá vendas para a américa latina.Está muito cedo,e muito difícil avaliar essa relação súecia e India temos que esperar.

  13. Roberto, tudo o que falei a respeito do Gripen x um caça maior é levando em conta um hipotético país com orçamento de defesa reduzido/comprometido*, no caso de um país rico ou que destine bastante dinheiro para defesa, poder contar com uma grande quantidade de caças peso-pesado, certamente irá ajudar em muito, principalmente no quesito “intimidação”.

    *De todo modo o Gripen serve também para um país rico que queira utilizar seu dinheiro da maneira mais eficaz possível rsrs.

    • Concordo com todo seu primeiro parágrafo.
      Porém, o Gripen não é avião para país rico ( muito rico), ou país que gasta muito com defesa, como a Índia. A aeronave é o caça para quem tem problema em não ter MUITO dinheiro ou aeronave como terceira opção política, quando caças ocidentais são descartados ou caças russos e caros também não são aceitos, seria o caso do Brasil.

      • A ìndia tem 2 grandes ameças: China e Paquistão.

        Ela precisa muito de quantidade. Tentou ir de 120 rafales mas a grana não deu. Aí preferiram um ‘rafalinho’ (outro caça de geração 4++) que fosse mais barato.

        E olhando para estes rivais, o Gripen está à altura da grande maioria das aeronaves deles.

        Obs.: Problema da Índia é insistir em ter uns 6 modelos diferentes na frota.

      • Também concordo com as possibilidades que você citou (fator político principalmente), mas temos também o caso de um país muito rico que decidiu investir no que traria um retorno mais eficaz, como foi a Suíça (que por infelicidade acabou cancelando a compra por motivos políticos).

        • O Gripen é um avião sueco feito para a Suécia, muito determinadamente para as características da Suécia.
          Só que fazer avião custa caro, e vender avião dá muito dinheiro.
          O Gripen é um consumo interno que é exportado.

      • Como assim, o gripen não seria caça para a Índia?
        Paquistão e China estão/irão se entupindo de FC-1/JF-17 .
        Como diz o “Ivan, o mapento”, o mapa, sempre o mapa.

        Olhe a extensão de “fronteiras quentes” da índia.

        Eu diria totalmente o oposto. O Gripen (ou mesmo o F16) é o caça mais adequado para a Índia, considerando as forças aéreas de seus dois vizinhos. Um caça bem superior ao chinês/paquistanês e que pode ser adquirido em grande quantidade, num preço 2 ou 3 vezes menor que um Rafale da vida.

        Já para país rico, que você pergunta, é claro que seria preferível um F15, ou um Rafale ou um SU 35 (talvez). Mas não é o caso, nem de longe.

  14. Novela Bollywoodiana…. capítulo 87.
    Aliás, gostaria de saber o que significa o termo “transferência de tecnologia completa de seu Gripen E”….
    Existem milhares de itens no avião sobre os quais a SAAB não tem nenhum direito de propriedade intelectual…

    • Tecnologia completa de tudo o que a SAAB produz, o que não produz não repassa… todo caso, muitos itens que são terceirizados podem ser substituídos por similares de outras marcas e o que não tiver substituto pode se desenvolver por conta própria ou deixar sem se for o caso de algum sensor menos importante.

  15. O caso da Índia, que tem a China como vizinho é quase um caso de desespero. A saída é mesmo comprar o máximo que puder, comprar o que existe de melhor.
    É treinar, treinar muito, se possível com americanos, russos e israelenses.

  16. Certeza na Índia tem no máximo 30% de chance de acontecer. Se eles comprarem será ótimo. Em se concretizando talvez até o Sea Gripen pega uma carona na eclética mistura bélica indiana e se materializa.

  17. Caça Grande tem vários e vários benefícios, isso é óbvio. Mas em se tratando de Brasil, a FAB conseguiria extrair o máximo de um caça desses?
    Eu duvido e muito…
    .
    O território nacional é imenso, é sempre bom ter isso em mente.
    Para cobrir o básico do básico do básico, precisamos é de números e não de “caça grande”, com autonomia infinita e lero-lero.
    Precisamos é de equipamento que agregue benefícios por um custo aceitável, que caiba no nosso bolso. Não adianta muito ter meia dúzia de rainhas de hangar, que não podem estar em dois lugares ao mesmo tempo.
    .
    O Gripen é um caça leve?
    E daí?
    Qual o problema disso?
    Os Mirage 2000 B/C também eram “leves” então, e de características bastantes semelhante as do Gripen E/F, mas ninguém fala um “aí” achincalhando o tamanho desta aeronave. Isso é incrível…
    .
    O Gripen E/F será muito, mas muito superior aos Miragem 2000 que a FAB operou.
    .
    Mas poderíamos ter comprado 36 Rafales… Que seriam absurdamente mais caros de comprar, manter e operar e que seriam sem duvida nenhuma, absurdamente subutilizados… Qual a vantagem?

    • É como eu disse, o Gripen como afago político ou saldo bancário é imbatível.
      Mas se você estiver falando de aeronave de combate, avião de guerra, meio eficaz de se vencer e matar o inimigo, ele é inferior ao Rafale ou ao Super Hornet.

      • Falando bobagens e comparando vetores de categorias diferentes . Assuma que ta de birra que seu caça preferido não levou o FX2. Ficar desmerecendo algo que vc assim como eu desconhecemos a fundo não leva a lugar nenhum e ainda faz parecer que o pessoal da Copac não sabe trabalhar pois não lhe pediram a opinião(sempre acertada).

  18. Essa notícia é ótima, a Índia quer mais de uma centena de aeronaves, isso pode baixar o preço e viabilizar a encomenda de um novo lote tanto pela FAB como pela Suécia. Isso sem falar na possibilidade de novas vendas internacionais.

  19. Se o Brasil tivesse comprado o FA18 ou o Rafale o cara estaria criticando, é aquele história, o cara é do contra sempre.
    É provável que se o Brasil compra algum bimotor e não o Gripen ele estivesse dizendo que o Gripen era o melhor e o favorito nessa competição, e que o Brasil ganharia com isso se tivesse escolhido o caça sueco.
    Esse cara é sempre do contra, nunca estará satisfeito com nada do Brasil.
    _______________________
    Bardini 16 de Abril de 2018 at 18:41
    O Gripen é o melhor disparado para o Brasil, qualquer um sabe disso, e é sim, um baita de um caça com a última tecnologia em combate, ataque e defesa aérea embarcada…

  20. Bardini.
    Sobre a escolha do Gripen.
    Faço a seguinte analogia. Um sujeito quer comprar um carro para ir ao trabalho de forma relativamente rápida, segura, confortável e claro, com certa economia. Se ele pudesse comprar uma Ferrari ou um carro barato da Fiat, qual compraria?
    Ele compraria o Fiat, mas compraria não tanto por todas essas características que citei, compraria em atenção ao fim que se destina o automóvel (fim no sentido de finalidade, propósito), que é o transporte até seu trabalho. Portanto, o fim do carro é o transporte ao trabalho.
    Uma aeronave de combate tem como fim último o combate, já o combate tem por fim, vencer o inimigo.
    Ora, quem compra uma aeronave de combate deve analisar a questão tendo como início da análise justamente o fim do objetivo, ou seja, qual a melhor aeronave de combate.
    Quando se coloca outra questão na frente do fim, ou seja, alheia à prioridade, a escolha automaticamente será passível de falha em escolher o melhor.
    Quando afirmo que o Gripen é inferior a outra aeronave, eu não estou afirmando que ele seja ruim, eu só estou fazendo uma relação de comparação. Um homem forte não deixa de ser forte quando aparece outro homem mais forte. Digo que o Gripen é inferior ao Super Hornet, Sukhoi ou Rafale, sem mesmo conhecer os números. Ora, mas isso é evidente, pela simples razão dos tamanhos dos aviões. É facilmente perceptível que aqueles, por possuírem maior tamanho, possuem motores mais potentes, devem levar mais armamento, devem levar mais combustível, devem ter mais persistência em combate, devem ter mais redundância de sistemas, devem ter maior alcance, devem ter maior autonomia, devem ser mais velozes, devem voar mais alto quando carregados, enfim, devem ser melhores que o Gripen.

    • Parei de levar a sério nessa parte: “Digo que o Gripen é inferior ao Super Hornet, Sukhoi ou Rafale, sem mesmo conhecer os números.”

    • Na mesma lógica, a pergunta mesmo é se posso comprar uma ferrari.

      Não posso. Assim como só EUA podem comprar o F22 e apenas uns eleitos podem ter acesso do F35.

      Transferência de tecnologia, menos ainda.

      • Sim Ednardo Ferreira.
        Contudo faço lembrar Benjamin Netanyahu, que disse certa vez que Israel sempre escolheu o melhor para sua força aérea, algo inferior não lhes interessava. Ele disse isso quando tentou adquirir o F-22 e não conseguiu.
        Uma perfeita compreensão do que é uma guerra.

        • Roberto, seu raciocínio a respeito do Gripen E esta completamente equivocado. Ele é superior ao Super Hornet, ao Rafale, ao SU-30 e equivale ao SU-35. Menor sim, porem mais capaz.

  21. Qual o problema com o tamanho do Gripen? É praticamente do no tamanho do Rafale que ninguém acha pequeno, mas ficam de implicância com o Gripen!

  22. Pergunta aos amigos mais bem informados ou mesmo aos editores, se estiverem com paciência para responder:
    O Gripen F está sendo projetado com participação da Embraer, o que, portanto daria ao Brasil direito de propriedade intelectual sobre essa versão. Isso significa que se a Índia quiser produzir o Gripe F terá de pagar royalties ao Brasil?

  23. “devem levar mais combustível, devem ter mais persistência em combate, devem ter mais redundância de sistemas, devem ter maior alcance, devem ter maior autonomia, devem ser mais velozes”

    Depende, Roberto.

    Se estiver falando de combustível interno, podemos comparar com o Super Hornet que vc mencionou: cerca de 6800kg para saciar dois motores GE F414 no F-A-18E Super Hornet e 3400kg para um só GE F414 no Gripen E. Ou seja, em kg de combustível por motor, dá no mesmo.

    A carga externa (combustível e armas) do Super Hornet é maior, mas com o arrasto gerado, não necessariamente significará alcance muito maior, ainda que a carga de bombas e mísseis seja. E a velocidade também não será necesaariamente maior.

    É melhor conhecer os números. Não para o Super Trunfo, mas para não tirar conclusões automáticas só pensando em porte maior e mais motores.

    • Veja o exemplo que você citou, o F-18 mesmo carregando os 6.800 kg de combustível pode consumir menos (cada motor) que um só motor carregando 3.400 kg. Portanto, seu alcance pode aumentar.

      • Eles tem praticamente o mesmo motor, é mais provável o Gripen ter alcance maior, pois mantem voo supercruise a mach 1.2 sem pós-combustor, característica que o SH não tem, por não ser aerodinamicamente tão eficiente quanto o Gripen.

  24. Entendo que varios itens desenvolvidos em conjunto com o Brasil poderiam ser motivo para recebimento de royalties pela FAB. Por exemplo, a opçao pelo WAD , na minha percepçao, sera a escolha da India. Ou nao? Como os indianios estao com um atrazo enorme em relaçao à necessidade de recompor suas alas aereas, creio que eles nao iriam optar por desenvolver seu proprio sistema. O Gripen F (biposto) pode ter uma participaçao indiana, mas ja ha uma colaboraçao com o Brasil e esse V0 agrega muito as pretensoes indianas de reduzir prazos. A necessidade de componentes que somente a AKAER esta incumbida de realizar certamente contribuira com outra parcela de ganho para o Brasil. Enfim, acho que se a India contratar a SAAB, vai ser positivo para o Brasil; agora nao podemos bobear, pois é a hora de combinar com os suecos qual poderia ser nossa participaçao nesse conjunto, inclusive no sentido de nao perdermos espaço estratégico na coproduçao dos Gripens E, F e M!!!
    Mudando de assunto: prefiro mil vezes 36 Gripen disparando 72 meteor do que 18 F- 16 disparando 72 AMARAM. Nao so é mais barato, como tambem pode-se distribuir a frota em bases dispostas de forma mais eficaz, mesmo,considerando que um maior numero de bases seja mais caro. Só a eletronica a bordo dos Gripen multiplicando exponencialmente a capacidade de fusao de dados e guerra centrada em rede ja sobrepuja as eventuais outras vantagens do F-15, F18SH, SU-30 etc.

  25. Bom… quem fala que o Gripen é pequeno nunca o viu ao lado do Mirage 2000, aqui na ALA 2 o mockup do F-39 estava do lado do F-2000, e digo, ele não tem nada de pequeno. Sua altura é menor porque o perfil da asa é mais alto que o do Mirage e por isso o trem de pouso pode ser mais curto. De resto… ele é imponente. Ah o F5 perto dele some.

  26. kkkkkkkkkkk Po até me dei o trabalho de tentar responder dois comentários.
    Mas vi que a caixa de bobagens caiu de cima da mesa.

    Esse acordou com vontade de falar besteira.

    Pessoal do COPAC deve estar pedindo exoneração nesse momento, preocupado com a falta de eficiência de seus trabalhos.

  27. Na mesma lógica, a pergunta mesmo é se posso comprar uma ferrari.

    Não posso. Assim como só EUA podem comprar o F22 e apenas uns eleitos podem ter acesso do F35.

    Transferência de tecnologia, menos ainda.

  28. Ora, o Gripen é o ÚNICO caça operado pela Suécia, um país que de pobre não tem nada, além de estar constantemente ameaçado pela Russia. Eles poderiam tranquilamente desenvolver caças bimotores, se achassem necessário, ou comprar F-35 ou Eurofighter. Dinheiro não falta e ameaça também não. A única desvantagem do Gripen em relação aos concorrentes era o alcance, mas isso foi completamente resolvido na versão E/F. Enfim, ninguém é obrigado a gostar do Gripen, mas basta assumir que é uma preferência pessoal e pronto. Inventar argumentos forçados para justificar simpatias/antipatias acaba ficando feio

    • JT8D.
      Vou comentar seu comentário porque tenho certa estima por você.
      Li todos os comentários do tópico, coisa raríssima de acontecer no meu caso, dos comentários dirigidos a minha pessoa, seja de maneira direta ou indireta, identifiquei pelo menos quatro tipos de falácias diferentes, algumas beirando já à ofensa. Inúteis portanto.
      Ora, eu tenho uma razoável certeza que este seu comentário também esteja se referindo a mim (aos meus comentários), portanto, julgo e quero crer, que você, por indução errônea, tenha se equivocado quase que totalmente. Tente, caso lhe reste alguma paciência e boa vontade, ler todos os meus comentários de maneira isolada, são pequenos.
      Feito isso, meu caro, você irá ver, que de maneira nenhuma, seu comentário procede.

      • Roberto, não leve a mal meu comentário, não é nada pessoal. Aliás, você é uma das raras pessoas com as quais é possível divergir sem que o debate descambe para os ataques pessoais. Voltando ao assunto, entendi seu ponto, mas ainda o considero demasiadamente subjetivo. Você sabe melhor que eu que a estrutura do Gripen resiste a +9/-6 Gs, ou seja, de frágil ele não tem nada. Asim, me parece que sua impressão a respeito da robustez do avião tem base meramente estética

  29. Só tem uma coisa que acho ridícula, 36 aeronáveis, menos de duas por estados da federação. Quanto a capacidade de combate, por melhor que seja o oponente fica na casa de 2 por 1 a perda em combate direto. Assim é melhor sim ter mais NG.
    SEM ESQUECER QUE COMBATES ASA A ASA SE DA EM VELOCIDADE SUBSONICA.

  30. JT8D.
    Tudo bem.
    Mas note o seguinte.
    Eu não disse que ele era frágil, eu disse que “tem a aparência frágil”.
    Resistência à aceleração não significa obrigatoriamente robustez, um Edge 540 ou um Extra 330 podem suportar até 12 g’s, no entanto, são aeronaves fáceis de danificar quando manuseadas de forma imprópria.
    Outra observação que faço, pertinente à argumentação, talvez, um tanto mal compreendida, é com relação ao, digamos, tamanho da aeronave.
    Ao contrário do que muita gente pensa, e é erro comum entre os aviadores, uma aeronave não possui dois motores (ou três, quatro motores) por questões de segurança (isso é somente um efeito) mas os possui por dois fatores principais, peso e/ou alcance.
    Conforme haja aumento de peso – carga, passageiros ou armamento – e o desejo de mais alcance, portanto mais combustível e consequentemente mais peso, haverá sempre a necessidade de mais potência. Daí a necessidade de mais motores. Note que falo de uma necessidade de, no mínimo dobrar a potência. De memória, cito um exemplo em que o peso não foi muito o problema, mas sim o combustível transportado. O P-51 Mustang, famoso por seu alcance na Europa, quando foi ser usado como escolta das B-29 no Pacífico (e foi) julgaram que não seria capaz de certas missões (note que estavam certos), optaram por algo coerente, dobrar sua capacidade, assim nasceu o P-82, o Twin Mustang, com dois motores, mais capaz e duas vezes o tamanho do Mustang original.
    Então, para que não fique dúvida.
    1-Aumentar a carga (ou armamento) de uma aeronave, a torna mais capaz, portanto, mais preferível.
    2-Aumentar o alcance de uma aeronave, a torna também mais capaz, portanto, mais preferível.
    3- Um aumento de carga e combustível implica maior necessidade de potência, como consequência disso, um maior número de motores. Isso não é questão de preferência*, é um efeito que se impõe.
    4- A consequência normal da soma dessas três causas é o aumento físico da aeronave, seu tamanho será maior.
    5- Ora, se aceito também que as três causas sejam benéficas, é justo, é razoável, é aceitável, que conclua com certeza razoável, que, as aeronaves de maior tamanho, dentro de certa categoria de aviões, que guardem certa semelhança, sejam enfim, melhores que as de menor tamanho. Mas note bem! Eu não estou dizendo que a aeronave é melhor somente pelo fato dela ser maior, eu estou dizendo que ela sendo maior, mostra que implicitamente tem qualidades de capacidade contidas no seu tamanho.
    Isso tudo que eu disse, não obstante, a questão de logística e econômica, é um raciocínio dito em termos gerais, repito, termos gerais. É somente uma ideia extensiva.

    *Embora muitos concordem que dois motores sejam melhores que um motor, o que, também concordo.

    • Boa argumentação. Mas seria muito simplista generalizar esse raciocínio, do contrário teríamos caças com três ou quatro motores e bem maiores que os que existem atualmente. Eu acredito que o Gripen foi projetado segundo o conceito de um sistema em rede, onde cada caça é apenas um nó da rede. Então, pelo paradigma anterior um Gripen é um caça pequeno. Entretanto, pelo paradigma da rede um único Gripen não é representativo do todo que ele compõe, ou seja, nunca pense num Gripen isoladamente. Aí você entenderá que o “Sistema Gripen” transcende as limitações de tamanho.

      • Eu não diria.
        Com o tipo de guerra que temos hoje, o Rockwell B-1, com bons equipamentos, seria uma excelente plataforma, um ótimo matador, um bom… ‘caça’.
        Não faço ideia do que seja o “Sistema Gripen”, portanto, sem comentários.

        • Datalink, integração das informações providas pelos sensores de vários caças, fusão de dados. Isso é o paradigma de guerra em rede. Em carga de armas e potência, um F/A-18 equivale a dois Gripens, mas dois Gripens podem estar em dois lugares ao mesmo tempo e um único F/A-18 não pode

        • Roberto Santana, o Gripen E tem muito mais potência que o C/D, com isso mais alcance, mais carga, capacidade super cruise coisa que F-18 nem SU-30 não tem, RCS diminuto (quase stealth) e o mais importante, combate centrado em rede via datalink.

        • Roberto, você esta certo. Com o combate em rede, bombardeiros podem ser armados com armas BVR e serem disparadas com dados de caças amigos que estão a dezenas de quilômetros a frente e estes iluminarem, se esse for o caso, o alvo enquanto os mesmos bombardeiros se afastam sem serem detectados. O combate em rede transforma os vetores em um organismo.

        • ¨¨Não é um avião para assustar, mas impõe respeito!¨¨ (Comandante Juniti Saito)
          Vamos torcer para que nossos ¨inimigos¨ (se algum dia aparecerem!) não venham com aviões ¨assustadores¨ então.

  31. Off topic. Alguém lembra de uma tinta anunciada há alguns anos pela FAB, desenvolvida aqui, que teria a capacidade de absorver as ondas do radar e seria usada nôs Gripens feitos aqui?

  32. Não é atoa que a SAAB chama o Gripen de Smart Fighter. Ele é revolucionário.
    Se o F-35 tivesse esta concepção no desenvolvimento de Software, a LM não teria lucrado bilhões e mais bilhões…
    .
    Esse é o futuro:

    • Video interessante mas apenas publicitário e sem fundamento técnico, sou arquiteto de software mas não falou nada que comprove economia.

      Mas se conseguirem o que dizem na teoria, poderá trazer bons frutos para os clientes, ao invés de ficarem lançando block 1, block 2 e assim vai.

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