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Rússia descobriu como bloquear drones americanos na Síria

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AEL Sistemas
Um drone “Shadow” empregado pelos militares americanos

Autoridades dos EUA disseram que bloqueio de sinais da Rússia afetou seriamente as operações militares utilizando drones

WASHINGTON (Reuters) – Os militares russos estão atacando alguns drones militares dos EUA que operam nos céus da Síria, afetando gravemente as operações militares americanas, segundo quatro autoridades dos EUA.

Os russos começaram a interceptar alguns drones americanos menores há várias semanas, disseram as autoridades, após uma série de supostos ataques de armas químicas contra civis em Ghouta, no leste do país. Os militares russos estavam preocupados que os militares americanos retaliassem os ataques e começaram a interceptar os sistemas de GPS dos drones que operam na área, explicaram os oficiais.

O senador Ben Sasse, de Nebraska, reagiu à notícia do confronto russo na terça-feira dizendo que “a Rússia quer prejudicar nossos interesses a cada passo”.

“É insano pensar que a Rússia é tudo menos um adversário”, disse Sasse.

O “jamming”, que significa bloquear ou interceptar a recepção de um sinal de um satélite por um drone, pode ser simples, de acordo com o Dr. Todd Humphreys, diretor do Laboratório de Radionavegação da Universidade do Texas, em Austin.

“Os receptores de GPS na maioria dos drones podem ser facilmente bloqueados”, disse ele.

Humphreys, especialista em spoofing e interferência de GPS, adverte que isso pode ter um impacto significativo nos drones dos EUA, fazendo com que eles funcionem mal ou até quebrar. “No mínimo, poderia causar alguma confusão séria” para o operador de drone no solo se o drone relatar uma posição incorreta ou for perdido, disse ele.

Os analistas americanos pegaram pela primeira vez russos interceptando drones militares no leste da Ucrânia, quatro anos atrás, após a invasão da Crimeia, de acordo com Humphreys. Eles disseram que os jammers foram inicialmente detectados como sinais fracos do espaço, ecoando da superfície da Terra. Os jammers “tiveram um impacto bastante significativo” nos drones de vigilância das Nações Unidas que estavam tentando monitorar a área, aterrando a frota por dias e impedindo a coleta de informações pelo ar.

O Departamento de Defesa não vai dizer se o bloqueio está causando a queda de drones, citando a segurança operacional. “As forças armadas americanas mantêm contra medidas e proteções suficientes para garantir a segurança de nossos aviões tripulados e não tripulados, nossas forças e as missões que apoiam”, disse Eric Pahon, porta-voz do Pentágono.

Mas um oficial confirmou que a tática está tendo um impacto operacional nas operações militares norte-americanas na Síria.

As autoridades disseram que o equipamento usado foi desenvolvido pelos militares russos e é muito sofisticado, mostrando-se eficaz mesmo contra alguns sinais criptografados e receptores anti-interferência. Os drones impactados até agora são aeronaves de vigilância menores, ao contrário dos Predators e Reapers, que geralmente operam em ambientes de combate e podem ser armados.

Humphreys diz que, embora os ataques ocorram no ciberespaço, os resultados ainda são sérios.

“Eles são um pouco menos hostis do que um projétil cinético, mas às vezes o efeito pode ser tão prejudicial quanto”, disse ele. “É como atirar neles com ondas de rádio em vez de balas.”

FONTE: NBC News

Defesa Store

55 COMMENTS

  1. Por essa e por outras eu acho que nossos mísseis guiados devem buscar alternativas ao uso de GPS dos outros. Podem até estar no padrão OTAN e tal, mas deveriam vir com a possibilidade de usar algum outro sistema.
    Ps.: Não me perguntem qual outro sistema pois estou aqui pra perguntar isso e não pra responder.

    • Os principais mísseis de cruzeiros do mundo usam, além do GPS, o sistema TERCOM (Terrain Contour Matching) no qual o sistema de navegação reconhece sua posição analisando o terreno em volta do míssil. Misseis balísticos também podem usar objetos celestiais – sol, estrela – como pontos de referência para navegação. Mas o GPS é o mais prático….

    • Não tem como interferir na banda militar, tanto que a reportagem fala que os drones maiores como reaper e predadores não são afetadas.

      • Augusto L, a reportagem fala que interferem inclusive em sinais criptografados e receptores anti-interferência. Só afetaram drones de vigilância até agora talvez porque simplesmente não tiveram oportunidade de serem usados em drones de combate.

  2. Vão dizer que é propaganda russa também? No mais, eu sempre fui cético sobre esse tipo de sistema em geral. Não é seguro operar algo que pode ser 100% controlado por um hacker ou algo do tipo, por coisas como essas eu acho que os caças não tripulados vão demorar muito para sair do papel, isso se saírem.

  3. A Rússia descobriu???
    Ora! Há várias maneiras de “neutralizar” drones. Míssil antiaéreo, canhão antiaéreo, laser, interferência eletrônica, ataque cibernético, disrupção eletrônica (EMP, HMP, etc), etc.
    A mídia dá tanta corda pros russos… qualquer bobagem que dizem vira notícia.
    Desde quando drones são vistos como invulneráveis?? Eles caem, são capturados, são interferidos, são interceptados… Eles servem pra isso, substituir o ser humano em tarefas automáticas, maçantes, ou perigosas e quando forem empregados em ambiente contestado irão cair. Simples assim!!
    Vida que segue!!

    • Bosco, eu vejo um pouco diferente. Acho q passa mesmo por desconhecimento minimo do tema. Boa parte da mídia nao sabe o básico com relação a assuntos militares e ai faz, muitas vezes, esse sensacionalismo. E isso tá espalhado por todos os países. Além disso, há o alarde, puro e simples, por visualizações e audiência. Claro que há tb a parcela de propaganda de ambos os lados.

    • Bosco não sou fã do comunismo.
      E concordo com muita coisa que você fala.
      Mas se a interferência é algo comum e trivial como você dá a entender então é algo sério.
      A autoridade falou bem.
      Muito embora o ataque seja “cibernético”, e não físico, os danos podem ser tão sérios quanto um ataque “cinético”.
      Até porque hoje em dia essas armas inteligentes dependem muito de satélites e GPS.
      Se é possível interferir, as armas se tornam inefetivas.
      Dois milhões de dólares num Tomahawk jogado no lixo (muito embora esse míssil não valha isso tudo mesmo).

    • Só que…essa informação vem dos americanos, não dos russos. Então não se trata de corda dos russos no caso específico…ou alguém esquece do que os russos fizeram com uma fragata americana que ficou boiando no mediterraneo?

      • Manoel,
        Eu disse que a “mídia” dá corda a tudo que é notícia de cunho militar vida da Rússia (e da China). Eu não disse que a notícia foi veiculado pelos russos.
        Na minha cabeça esse tipo de notícia nem mereceria ser replicada.
        “Rússia descobriu como bloquear drones americanos”. Ora! Se formos levar isso a sério também há de se divulgar que a Russia descobriu como bloquear submarinos, navios, caças, etc. É claro que ela sabe como bloquear e é claro que o outro lado tenta não ser “bloqueado”.
        Quanto ao “destróier” americano que ficou boiando… você acreditou???? rsrsss
        Mas tudo bem! Claro que muitos acreditaram e outro tanto fingiu que acreditou. Nada de novo!!!

    • Bosco, a mídia americana está tentando corroborar de qualquer forma a teoria deles da interferência russa no resultado das eleições. Ainda não caiu a ficha para eles que o próprio povo prefere Trump à louca da Hitlery. Não tem nada à ver com as técnicas de combate de guerra eletrônica e percebe-se que o cara que escreveu a matéria, além de sacar lhufas do assunto, quis mesmo correlacionar a interferência com ‘super duper hackers russos’ quando usa o termo ‘cyberespaço.’

    • Mentira, o unico drone que o Irã tem foi um q caiu por mal funcionamento, banda militar de gps é não é interferivel ate hj. E os drones de reconhecimento de longo alcance tem rotas planejadas ou sejam vooam sozinhos.

        • Quer uma ilusão amigo Carcará? A Marcenaria Teerã disse que ia produzir o drone por engenharia reversa e que em breve eles estariam invadindo Israel. Só que até hoje não vimos nada. Aliás o único drone que tentou adentrar no espaço aéreo foi abatido por um Apache.

          Não deixe o antiamericanismo levar embora a sua racionalidade amigo…

    • Por favor comprove a afirmação.

      “sim sim sim…o Irã desenvolveu um “raio trator”…semelhante ao que existe na SS Enterprise…o ultimo equipamento capturado foi um F-15I de Israel, que foi forçado a pousar em Teerã…o equipamento inclusive foi oferecido ao Lula, para o Brasil fabricar, durante as negociações na ONU sobre a pesquisa nuclear iraniana”.

      Cada um que me aparece.

  4. Só atingiram drones menos sofisticados e não os Reapers. Ainda assim é preciso reconhecer a evolução russa nesse campo o que justifica o desejo dos britânicos em aumentar as capacidades de guerra eletrônica do radar CAPTOR-E do Typhoon.

  5. Em 2015 um grupo de pesquisadores chineses construiu um GPS spoofer com equipamentos comerciais que custaram US$ 11 mil.
    Em suma, eles gravaram o sinal de GPS com a antena de um telefone celular, trataram o sinal com o Matlab (qualquer aluno de engenharia conhece o programa) e depois transmitiram o sinal.

    • Gostaria que o amigo nos agraciasse com mais informações técnicas sobre o assunto, visto que a maioria dos que aqui postam não enriquecem o ambiente deste site , antecipadamente grato

      • Até onde sabemos, o sinal militar e o civil têm origem nos mesmos satélites. Spoofing o sinal militar é difícil, não em virtude da banda em que atuam, mas em virtude da criptografia que não pode ser reproduzida em virtude de ser atrelada à hora do sinal. Contudo, jamming do sinal militar não é particularmente difícil se o receptor está usando uma antena omnidirecional: o sinal de GPS é fraco e uma fonte que seja capaz de emitir um sinal com as mesmas características tem condições de embaralhar o sinal de forma a impedir que o sinal criptografado seja validado. Isso já ocorre nas principais forças armadas do mundo. Se o receptor usa uma antena unidirecional, é mais difícil o jamming ter sucesso, mas é também mais difícil de ser usado pelo receptor.

        • Boa explicação. Eh por ai mesmo. Mais alguns detalhes. Na banda civil existe um erro pseudo aleatório proposital para nao dar excelente precisao. Na banda militar esse erro eh suprimindo. Qualquer sinal desse pode ser congestionado e baguncar o receptor, processo de jamming. O detalhe eh que o posicionamento fisico dos receptores e sua redundância deixam isso super complicado. Sem duvida os russos devem estar trabalhando com irradiadores jamming fora do solo. O caminho deve ser por ai. Abracos.

  6. Mas esse tipo de ação já é bem conhecida. Acho estranho o “descobriram”. A autoridade chegou meio atrasada nessa declaração.

  7. As Pessoas esquecem que o Iran fez aquele drone secreto da Cia pousar no Irã com uso de tecnologia russa. A Capacidade russa em interferir no ambiente eletrônico é muito maior que se divulgado por ai. Na Verdade só Estados Unidos e Russia estão nesse patamar hoje em dia.

  8. Gostaria que aqueles que aqui postam enriquecessem este site com informações mais técnicas,pois a maioria absoluta, escrevem que demonstram tanta superioridade informacional, mas o que precisamos para enriquecer este site e de informações detalhadas e técnicas, adoraria que isso fosse posto pelos administradores, grato

  9. Ngm tem capacidade de interferir ou fazer spoofing no NAVSTAR só no GNSS mas muitos aparelhos militares por redução de custos só usam o GNSS.

  10. Interferência é mais conhecimento técnico-teórico e inteligência do que tecnologia.
    Se souber como fazer a interferência vai saber produzir o equipamento necessário.
    Se não for um país primitivo.
    As vezes conseguir inteligência é fácil.
    Operadores no Afeganistão transmitiam imagens sem encriptação, os talibans descobriram e viam as mesmas imagens dos operadores e viam onde estava sendo monitorado e evitavam o local. Faziam isso com um notebook comercial. Era desleixo, sim era.
    Se tiver o equipamento sem ter como conseguir a inteligência, vai interferir como?
    Esta área é volátil. De repente descobrem como foi e fecham a brecha, mais tarde acham outra.
    Nunca se deve subestimar o inimigo.

    • Apesar de não compreender em detalhes a afirmação, achei interessante a definição.
      Mais conhecimento técnico teórico do que tecnologia.
      Acho que isso é aplicável a várias áreas.
      Não precisa ser um astrofísico quântico para saber fazer determinadas coisas.

  11. Já é um primeiro passo. Se os americanos conformaram, é sinal que estão ficando preocupados com o avanço russo. É uma questão de tempo para que a Rússia consiga uma forma de defesa contra os drones, do modo que os sistemas S-300 e S-400 se destacam de forma absoluta e não possuem análogos ocidentais. Estar na Síria vale cada centavo das reservas do Kremlin.

  12. Detalhe que muitos estão esquecendo é que a origem da notícia é USA.
    Pelo que entendi aqui, seria possível conseguir interferir eletrônicamente em drones hoje. Concluo que, com a evolução tecnológica, porque não se conseguiria controlar drones maiores e até aeronaves? Creio que isso só saberemos quando for tarde demais…
    Portanto, sou de opinião que deveríamos ter ao menos mais um fornecedor de caças para termos opções e dificultar um ataque cibernético ou eletrônico que venha impedir a decolagem dos Gripin F-39 da FAB. Talvez uns 16 F/A-18; ou F-15 SE; ou SU-35 seriam uma boa opção e poderiiam até ser operados pela MB, resolvendo assim dois problemas ao mesmo tempo.

    • Mas nesse caso teria que ser de uma origem/fornecedor diferente, não adianta nada ter o gripen e o outro caça americano ou com componentes americanos… ai só sobraria caças russo ou chines… O que no caso do brasil é inviável…

  13. AAii meu deus!!!
    E agora??
    Pelo amor de meus filhinhos….antigamente a primeira coisa a morre numa guerra era a verdade….hoje é a rede de satélites. Será que é tão dificil assimilar isso? A verdade já é assassinada diariamente pelas redes sociais…e ISSO é ÓTIMO, pois eliminou de vez o pior cancro da humanidade que é a imprensa/midia e ainda tá ensinando o povão a serem menos estupidos ao acreditarem em artistas, cantores, apresentadores e polticos.
    Então a guerra do futuro (depois de 1 mês) estará em pequeninos drones autonomos/suicidas, alta capacidade letal e quantidade/capacidade de reposição, além da boa e velha capacidade de se obterem informações do inimigo.
    Grandes aparatos de esquadras, esquadrilhas e comboios sofrerão baixas consideraveis

      • “Refuta” ai. Se Rússia tivesse tal tecnologia disponível, os EUA não estariam mais bombardeando seus inimigos com vants na região.

  14. Isso me fez lembrar da guerra do Iraque quando Collin Power (secretário de defesa dos EUA na época) disse com todas as letras que os russos estavam vendendo bloqueadores de GPS para os iraquianos e que dezenas de mísseis dos EUA erraram o alvo por causa disso. No outro dia um dos Pravada russo (existem vários jornais na Rússia que começam com pravda) estampou a seguinte manchete:”Bombas estúpidas! EUA culpam Rússia por fracasso militar!”

  15. Gente, jamming em ambientes eletronicamente intensos acontece desde a Segunda Guerra Mundial, mesmo que de forma primitiva. Russos e Americanos não são novos nisso. A maior causa de perda de B-52’s durante a Guerra do Vietnã foi devido à falhas em jamming (sejam táticas ou técnicas) que deixou os aviões descobertos em áreas protegidas por várias baterias de SAM’s.

    Drones também não são novidade. Foram usados para reconhecimento, de forma autônoma, ou seja, com todas as informações sobre navegação já dentro dele, bem como a localização e por quanto tempo suas câmeras tirariam fotos, sem GPS, desde início da década de 1970, pelo menos. Esses drones não eram ‘jammeáveis’ necessitando serem abatidos para evitar que cumprissem sua missão.

    Desde que a onda de drones de combate e drones maiores de reconhecimento teve início, com pilotos remotamente os controlando, e o surgimento de que a 5a geração de caças seria a última de aeronaves de combate com pilotos dentro de seus aviões, sempre houve o questionamento acerca da segurança das comunicações entre drones e controle em terra. Por mais que a criptografia seja segura, o sinal de controle ainda pode sofrer interrupções via jamming e por mais que ele tenha protocolos autônomos que sejam ativados automaticamente após perda de sinal de controle, ele muito provavelmente não irá cumprir sua missão de maneira autônoma.

    Imagino que existem formas de ‘ciclar’ automaticamente entre frequências para evitar o jamming, isso também pode ser eventualmente anulado. Esse, hoje em dia, parece ser o maior entrave para operações de combate de drones em ambientes contestados e é o que mantém o piloto, maior dispositivo autônomo de todos os tempos, sentadinho em seu cockpit e tendo poder decisório em primeira mão na arena de batalha.

    Existem N maneiras de você continuar cumprindo as missões sem GPS. Sistemas de navegação são sempre redundantes, e pode-se perder um pouco da precisão, mas funcionam perfeitamente, e isso vale tanto para Americanos quanto Russos ou qualquer outro país que desenvolva aeronaves de combate, mísseis de cruzeiro, navios, etc.

    Toda fonte emissora de sinais é passível de ser detectada e ‘jammeada,’ independente de qual seja. É um dos motivos pelos quais existe o famoso ‘silêncio de rádio,’ radares desligados até que seja ulteriormente necessário, motivo pelo qual formações de navios de guerra navegam em ‘EMCON’ (Emission Control) e assim aumentam a dificuldade em serem detectados, e invariavelmente em sofrerem interferência eletrônica do inimigo.

    Na verdade é uma das grandes dúvidas que tenho sobre drones serem ‘Stealth.’ Quando se toca no assunto de drones furtivos, eu imagino que estejam falando de baixa observabilidade em relação à radares de busca de longo alcance, porque provavelmente à um alcance relativamente menor, sistemas passivos provavelmente conseguiriam captar os sinais de controle de um drone, e mesmo que este não estivesse no radar, ele acabaria sendo localizado por emitir sinais de telemetria de volta para a estação que o controla. Se alguém puder explicar melhor o conceito, por favor o faça.

    Então, novamente, a NBC não conseguiu nenhum furo de reportagem, para variar. Apenas mais um dia no ambiente militar no qual todo mundo quer tentar algum tipo de vantagem.

  16. Só vejo pessoal tentando desqualificar a Rússia em vez de contribuir para a discussão sobre o assunto de intervenção eletrônica. Além disso, a fonte da notícia é dos Estados Unidos e não da Rússia.

  17. Se tratando de uma matéria sobre a Russia fica difícil saber se e verdade, já vi vários americanos afirmarem que a imprensa americana tem o fetiche de culpar a Russia por tudo. E se formos analisar as noticias vindas da propria imprensa russa ainda fica pior porque la eles costumam aumentar tudo.

  18. Não importa exatamente de onde vem a matéria. Veículos de mídia de massa nos EUA são tão tendenciosos quanto qualquer Russo (ok, talvez mais sutis, mas ainda tendenciosos). O ideal é procurar fontes independentes e diversas fontes sobre um mesmo assunto.

  19. Soberba não é bom para ninguem.
    .
    Foi asssim, e nem sabiam que a Enigma estava decodificada.
    .
    foi assim com os Japas.
    .
    Não tem nada demais se de fato estão conseguindo isto.Pode ser, pode não ser, provavelmente seja.
    .
    Mas uma pergunta eu deixaria aqui….será que existe correlação com ainda não terem iniciado o ataque? teria isto atrasado o plano?

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