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Um pneu novo, por favor

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Caças F-35B ainda não possuem pneus definitivos. Os atuais duram menos da metade do tempo previsto

F-35B

A lista de problemas do programa F-35 é longa. Segundo o órgão de avaliação e testes do Pentágono, o DOT&E, são exatas 2.769 deficiências. E este número não para de crescer. Algumas dessas deficiências são bastante complexas, mas outras são mais simples. Uma delas diz respeito ao pneu do F-35.

Tecnologia de pneus não é “ciência aeroespacial” (rocket science, nas palavras do ex-chefe do programa, brigadeiro Bogdan), mas está entre os principais entraves e não deverá ser resolvido no curto prazo.

Segundo a equipe de avaliação do DOT&E a vida útil dos pneus de um F-35B deveria ser compatível com 25 pousos convencionais (lembrar que o F-35B também realiza pousos verticais). No entanto, a média analisada até o momento é inferior a 10 pousos convencionais.

O programa agora está em busca de um pneu que seja resistente o suficiente em pousos convencionais rápidos, macio o suficiente para pousos verticais e leve o suficiente para a estrutura da aeronave. Os interessados devem entrar em contato com o Escritório Conjunto do Programa (JPO).

337 COMMENTS

  1. Mas um dia desses vocês já não publicaram a lista de defeitos do avião? Então pra que esse post. Ou o problema do pneu surgiu de lá pra cá.
    Também já foi falado do alto custo operacional do caça e deve estar incluído a troca de pneus a cada 10 pousos.
    Eu acho que já tá ficando meio esquisita essa linha editorial e essa insistência em ficar garimpando problemas do F-35 e contrasta com a seriedade tradicional dos editores da Trilogia.
    É uma pena!

    • Exatamente o que eu penso Bosco! Essa insistência em martelar nos problemas do F-35 parece coisa de Sputnik ou torcida organizada….

    • Bosco, não queria comentar cara mas realmente você tem razão tá muito estranho isso aqui. Matérias afirmando que a Rússia domina o oriente médio, que tem os melhores mísseis, que o SU 57 tava na Síria e arrebentou a boca do balão,que os americanos são bobos e feios é por aí vai… “Qualquer um” sabe que o f-35 é um caminho sem volta e que cedo ou tarde vai dominar totalmente os ares assim como seu irmão mais velho. Não adianta chorar ou ficar com pena do contribuinte americano, o f- 35 já tem vàrios compradores e outros tantos potenciais. Os problemas são decorrentes justamente do seu elevado grau de inovação. Agora que o PA tá estranho, isso tá!

      • Falar que a Rússia está dominando uma aérea é o fim do mundo, mas que o F-35 é o melhor avião é o certo? Entendi direito isso?

        Como foi dito o F-35 tem mais de 2.700 problemas, e já está há mais de 10 anos em desenvolvimento… O F-35 vai ser substituído daqui uns 30 anos e vai estar recheado de problemas ainda.

          • Tireless,
            Eu respeitosamente nego. É ruim dos russos terem tecnologia que supere os sistemas Aegis com o SM-6, ou o THAAD ou o GBI ou o SM-3 Block IIA, ou o PAC-3 MSE.
            Os EUA têm um gap na defesa de baixa altitude (SHORAD) e inegavelmente o Pantsir ou o TOR enche os olhos de qualquer um, mas daí a dizer que por conta desses dois sistemas os russos têm tecnologia superior em relação aos SAMs não acho correto.
            Pra mim a única área que eles estão à frente dos EUA é a de mísseis antinavios, mas temo que a paridade nesse quesito esteja próxima de ser alcançada e provavelmente, superada, com a introdução da orquinha voador, do LRASM, do Tomahawk antinavio e da generalização do SM-6 na esquadra.

          • Em tempo: Também estão na frente em relação a torpedos nucleares com ogivas de 100 Mt e mísseis cruise com propulsão nuclear com alcance de 100 mil quilômetros.

          • E faz até sentido os russos estarem na frente em mísseis antinavio. A Marinha dos EUA é muito superior e em uma eventual guerra um alvo de valor muito mais alto que a Marinha de superfície russa. E seguindo nessa linha, entram os torpedos. Como os EUA precisariam se preocupar quase que apenas com os icbm, desenvolveram melhores tecnologias anti mísseis.

          • Turquia e Arábia Saudita parece preferir os S-400 – um membro da Otan e um aliado histórico dos EUA! E senadores norte-americanos, em vista do embaraço de ter seus aliados e membros da Otan a usar equipamento russo querem impor sanções aos russos por conta da venda dessas baterias. Imagine, impor sanções a um país porque ele vende armamento defensivo…

            Mas o equipamento estadunidense é muito melhor, claro. China, Índia, Turquia e Arábia Saudita são desinformados e burros, claro.

            Façam-me o favor.

    • Concordo com você. Os sites caíram a qualidade bastante, antes era totalmente imparcial, agora tá parecendo sputnik.

      Ficam literalmente garimpando as notícias de defeitos do F-35. Eu queria ver o tamanho da lista de defeitos do SU-57 e do J-20. Diferente do F-35, foi projetado por países sem experiência na tecnologia stealth, será que saíram perfeito? Parece que não, tem um deles que nem motor e radar tem ainda.

      • Eu queria ver o tamanho da lista de defeitos do SU-57 e do J-20.

        Eu também, Matheus. O dia em que a Rússia e a China tiverem o mesmo nível de abertura, transparência e respeito ao contribuinte aí nós saberemos quais são os problemas desses caças que você citou.

        • E tenho certeza que no dia que pulicarem será aqui no Aéreo que veremos a lista. Agora, me parece, que parte dos leitores, principalmente os alinhados a ideologia americana, nada contra, tem por desméritos, o que não é, as publicações que informam de problemas enfrentados pelos EUA na concepção de seu novo avião.
          Toda inovação tem problemas, isso é fato. O F-35 é de longe a maquina ocidental, que no presente momento, contra o maior conjunto de inovações tecnológicas juntas, absolutamente natural que tenham problemas. O que não é natural é ser declarado operacional e iniciar a fabricação em serie com a quantidade de deficiências que ora perturbam o projeto.
          No mais, sobre o S-57, realmente lhe faltam radar, e motor, e acredito que outras coisas mais, mas exatamente por isso ele não foi declarado operacional e nem mesmo deu-se seu inicio de produção, se o F-35 estivesse nesta mesma condição, fora de operação, acredito que não renderiam tantas matérias negativas.

          • Marketing Matheus! Na verdade o Su-57 passou apenas 2 dias na Síria. Segundo a (manjada) versão oficial ele teria ido “participar de avaliações, inclusive de combate…”

            Contudo, o mais provável é que se deslocaram até o país árabe para tentar diminuir a pública e notória insatisfação indiana quer com os atrasos, quer com o fato do aparelho não ter alcançado as especificações especialmente no tocante à redução do RCS.

    • Bosco falou tudo e mais um pouco. Horas, pq n seguir a mesma linha para falar do Su-57 ? Quanto tempo está atrasado o programa ? Custos ? Índia ? Tiveram que redesenhar a aeronave que ficou ligeiramente maior… E por ai vai. Nesse ritmo serão 50 anos nessa ladainha sem fim.

    • F-35 recentemente completou a integração de todas as armas do Block 3F. Alguma notícia por essas bandas ? Ou n faz parte da linha editorial ?

    • Bosco, pelo que venho observado, a intenção dos editores da trilogia é causar polemica e enfrentamento entre seus comentaristas…..tudo por mais visualizações. É uma pena mesmo pois o “nivel” caiu assustadoramente.

    • Enquanto as pessoas falam o que você quer ouvir, a linha editorial é correta e séria. Aceita que dói menos. Qualquer jornalista que se preza tem que expor a verdade. Doa a quem doer. O desenvolvimento do F-35 é uma sem-vergonhice da Lockheed. Estão chantageando o contribuinte americano. E o problema é que vários aliados embarcaram no mesmo barco. A lista de problemas em vez de estar diminuindo, aumenta. Ninguém aqui tem dúvidas do potencial do caça mas seu desenvolvimento vai entrar para a História como o jeito não correto de fazer as coisas. Até quando vão ser consumidas verbas adicionais para finalizar esse caça? É um absurdo a forma como todo o programa foi gerido. Muita mão foi molhada e terá que ser molhada para o caça poder combater.

      • O problema do F-35 tem mais a ver com custo/beneficio que nao foi levado em conta para o contribuinte americano que esta pagando o pato, ja o SU-57 tem custos mais modestos de acordo com a realidade russa.

    • Olá Bosco, boa noite.
      Por curiosidade minha, qual deveria ser, ao seu ver, a postura dos editores do site?
      Deveriam “ignorar” os problemas do F-35 e “fazer de conta” que tudo está correndo bem, sem atrasos ou acréscimos de recursos?
      Ou simplesmente deveriam dar “tempo ao tempo”, pois uma hora todo o projeto “terá de dar certo”?
      Infelizmente, referir-se ao F-35 está levando a comentários no mesmo nível das discussões religiosas ou futebolísticas: ou se acredita sem sombra de dúvidas ou se é execrado.
      Em relação a tecnologia militar, particularmente, não me atenho a qualquer viés político/econômico/doutrinário. Não julgo pela origem. E a origem não traz, necessariamente, capacidade técnica e eficiência/eficácia, na minha ótica. Sem querer ser ofensivo, não parece ser este o seu caso, nem de outros foristas que aqui postam.
      Particularmente, me interesso em saber como andam os projetos atuais de caças de 5ª geração, sejam americanos, chineses, russos, europeus e outros. Não vejo nenhuma razão para ser “indulgente” com este ou aquele projeto/aparelho. Se há problemas, melhor que sejam expostos e conhecidos. Se somente o modelo americano tem seus dados “sensíveis” publicados, pior para ele. Agora, se a publicação de reportagens que detratam o F-35 o incomoda, sempre há a possibilidade de “pular” o post.
      É muito ruim quando se quer, mesmo de forma racional e “suave”, “impor” um modelo de “visão de mundo” particular para todos os demais. Melhor quando se vive e se deixa viver.
      Quem estiver com razão, com a análise lógica e todos os demais fundamentos racionais e irracionais ao lado, ótimo. Mas o título de “dono da verdade” não pertence a ninguém.
      SDS.

      • Maurício,
        Esse assunto já me cansou mas vamos lá.
        O DOT&E é um órgão de assessoramento do secretário de defesa dos EUA que faz uma análise e dá parecer sobre todos os sistemas de armas dos EUA, das 5 forças armadas de lá.
        São centenas de sistemas de armas e em todas, 80% dos pareceres é reportando problemas encontrados porque é essa a função deles, para balizar o secretário da defesa em suas decisões a respeito do tema de modo a que ele possa implementar ações corretivas.
        Em 20% eles falam da evolução que teve do último relatório até o novo.
        Primeiro, me espanta esses relatórios serem de domínio público, mas fato é que estão disponíveis para quem quiser ver. Segundo, que este relatório está longe de ser a postura oficial das forças armadas americanas ou do Governo Americano. É só um relatório interna corporis que como disse, nem deveria vazar, pra balizar o administrar público de lá. Aqui no Brasil com certeza não vaza senão já teríamos cancelado um monte de programas militares por força da opinião pública.
        Fato é que alguém da mídia lá nos EUA descobriu e achou por bem utilizar o DOT&E para fazer “furos de reportagens” e pegaram justamente no pé do F-35 e os blogues do Brasil aderiram à “causa”.
        Pegassem qualquer outro sistema de armas avaliados e o resultado seria o mesmo.
        É o mesmo que alguém querer aferir a qualidade de uma clínica médica particular (as públicas são verdadeiras pocilgas mas passam) utilizando o relatório da vigilância sanitária. Por mais perfeita que seja a clínica se você ler o relatório você não tem coragem de fazer nem um curativo no dedo mindinho porque vai se espantar e vai ter medo de morrer infeccionado. A Vigilância vai lá pra ver os defeitos.
        E para citar o relatório do DOT&E e ser justo também seria preciso citar o que o relatório cita como progresso, mas isso invariavelmente não ocorre e quando ocorre , é a título de rodapé.
        Mas como já disse, me cansei desse assunto. O Galante sabe o que faz e os editores também porque eles já são bem escolados no assunto e realmente o espaço é deles e eles têm a autonomia para pautar suas agendas e sua linha editorial e do meu lado eu tenho a autonomia para deixar de participar do blogue o dia que eu bem quiser.
        Vivre la démocratie.
        Valeu!

        • Entendo. Para você não está havendo o devido equilíbrio entre informações dos problemas do aparelho e a resolução dos mesmo, bem como dos progressos feitos.
          A pergunta que eu faço é: se o modelo necessita de atualizações e integração de novos recursos e armamentos, como ter havido tantas entregas?
          O meu questionamento se deve e impressão de que o avião foi “considerado pronto” antes da hora. O que deveria estar no estágio de protótipos, já virou produção. E isso caracteriza, no mínimo, uma grande “trapalhada administrativa”, coisa que cansamos de ver (e criticar) no Brasil. Acho até bom que se veja que corrupção e má gestão de verbas não é exclusividade deste “patropi”.
          É bom que se “desça a lenha” no F-35.
          SDS.

  2. Impressionante essa perseguição. Não vejo a mesma atuação em outros vetores.
    Talvez porque sejam projetos que não tenham a mesma liberdade de informações como o do F-35.

    • Emmanuel

      É que você não deveria participar do blog na época da escolha do F-X. Tinha gente que achava que defendíamos o caça A e criticávamos o B. Mas também tinha gente que achava que defendíamos o B e criticávamos o A. Segue o enterro.

      • É Poggio, e você lembra bem da qualidade do fã-clube que defendia a escolha “político-etílica” de 07/09/2009 não é!? Pois bem, ao insistir em publicar matérias negativas do F-35 vocês estão atraindo um fã-clube ainda pior, o mesmo que fez outro site de defesa receber um apelo bem jocoso….

      • Poggio, comecei a acompanhar o blog de uns três, quatro ano para cá.
        Sempre percebi que não havia torcida organizada, por parte dos editores, de caça A ou B.Com exceção do F-20, que é a “menina dos olhos” de muita gente, inclusive os meus.
        Mas isso do F-35 já tá pior que histeria de blog de esquerda que nada feito fora da Russia presta. Sei que é um caça problemático, mas não vejo nada que fale sobre as suas potencialidades.
        Mas enfim. Não vou deixar de acompanhar o blog por causa disso.

        • Emmanuel (e, aproveitando, vários outros com questionamentos parecidos).

          Há inúmeras matérias aqui no Poder Aéreo sobre as potencialidades, qualidades, sucessos, contratos assinados, marcos do desenvolvimento etc do F-35. Eu mesmo já publiquei dezenas. O Galante e o Poggio idem. É só procurar, tem coisa recente, inclusive. A percepção de vocês é, muitas vezes, totalmente equivocada: cansei de ver gente reclamando que não se publicou determinada coisa e muitas vezes a matéria em questão está ali do lado, na ptimeira página e a pessoa não vê. Ou foi publicada na semana anterior. Simples assim: filtra-se ou se esquece do que fou publicado, muitas vezes outro dia mesmo, na ânsia de criticar o blog. É assim há quase uma década, e infelizmente só piora.

          E sobre as inúmeras matérias destacando pontos positivos do F-35, por exemplo, sabe o que mais vai se encontrar em comentários feitos nelas?

          Um monte de gente dizendo que o Blog é pró-americano, baba-ovo dos EUA e do ocidente, que não publica nada sobre os defeitos do caça, que não fala sobre os incríveis armamentos russos e chineses etc.

          Ou seja, cada um faz a leitura que bem entende e bota a culpa na linha editorial do blog quando não lhe agrada a notícia. Nesse sentido, os pró-Rússia e pró-EUA se equivalem: culpam o blog quando publica notícia sobre o que não concorda.

          Isso é assim desde o nascimento do blog Poder Aéreo, há quase dez anos.

          Como disse o Poggio, segue o enterro.

          • Sem contar que não deve ser fácil obter informações de projetos russos ou chineses, pela falta de transparência desses dois países. Os americanos, ao menos, jogam ao público os defeitos de um projeto que vai dominar os ares quando estiver pronto.

          • Publicidade dos atos administrativos é um dos corolários do Estado Democrático de Direito. E apesar de todos os problemas e defeitos ninguém pode acusar a democracia norte-americana de não ser transparente.

  3. A mim parece que uma aeronave seja alvo de “críticas de saturação” proporcionais à sua importância e pioneirismo no cenário militar … Será assim, implacavelmente, no campo real de batalha e não com armas literárias … Se o F-35 quer ser um caça à altura da sua fama a primeira e mais importante vitória devera ser contra a mídia especializada … Ele é capaz? Outros, também pioneiros em suas épocas, foram …

      • Outra, será o F35 bom o suficiente para ser a espinha dorsal da aviação de caça dos EUA?
        O custo de sua manutenção/operação/melhoramentos permitirá isso?

        • Toda a vez que eu vejo noticias sobre esses projetos militares americanos, eu me lembro do exercito romano. Um exercito altamente profissional, equipados com o que tinha de mais avançado em sua época, mas toda a sua qualidade possuíam um custo altíssimo.

          A medida que as fronteiras romanas se expandiram, a demanda por mais soldados cresciam, impossibilitados de manter a qualidade, Roma optou pela quantidade.

          • Aí você entrou num assunto que eu sou simplesmente apaixonado e estudo desde criança, então permita-me dizer que não foi somente a expansão que reduziu a qualidade do exército. Na verdade, não existe consenso até hoje sobre a derrocada de Roma e eu, historiador amador que sou, acredito que foi uma quantidade de fatores em conjunto, não uma situação isolada, como a expansão excessiva do Império. Houveram mudanças culturais, que fizeram com que o cidadão romano deixasse de ver valor na carreira militar, houve inflação galopante, que reduziu os soldos, houve o fim da distribuição de terras aos soldados que retornavam vitoriosos de uma guerra, houve a evolução tática dos inimigos, que adotaram contra medidas à doutrina romana…

            No caso americano, ao menos por enquanto, é diferente. Eles não estão trocando a qualidade pela quantidade, ainda mais se for considerado que este avião é muito mais avançado do que os adversários.

          • Leonardo, de fato houve vários problemas que Roma teve que lidar. Mas sem dúvida nenhuma, foi no seu exercito que as coisas se complicaram mais. No auge do Império Romano possuíam uma força militar de elite, sem paralelo no seu tempo. Cada soldado era equipado com o que havia de melhor. Mas o mundo mudou, mesmo naquela época existia uma mudança demográfica muito grande na população, houve a urbanização acelerada. Já vi um historiador afirmar que metade da população do império romano do século 1 ao 4, viviam em cidades. Para se ter uma ideia, a cidade de Roma no século 3, chegou a abrigar 1.500.000 habitantes, de longe a maior e mais populosa cidade do mundo. A segunda cidade mais populosa de seu tempo era Atenas com um pouco mais de 400.000, Alexandria era muito populosa, mas não me lembro do número. Acredita-se que essa urbanização tinha sido decorrência da segurança e oportunidades que o império proporcionava. Os historiadores divergem é em que momento em que Roma deixou de conseguir recrutar novos soldados. Uns acreditam que foi devido a urbanização, outros devido a economia, e outros acreditam que foi devido ao Cristianismo. Seja como for, o fato é que Roma se viu forçada a delegar aos mercenários a sua proteção.

            Mas, como eu disse, houve um excessivo aumento das fronteiras do império, o que ficava muito difícil de controlar. Para mitigar essa dificuldade, o império foi dividido em dois. Ainda assim, o custo e dificuldades de manter as fronteiras era grande. Isso forçou o império a utilizar, cada vez mais, os mercenários galeses, godos, hunos, vândalos,, germânicos e de algumas outras tripos da Europa Central. Os exércitos de mercenários, por vezes defendiam o império, e por vezes os atacavam e pilhavam as cidades. Faziam o que fossem mais lucrativo. Devido a isso, as pessoas começaram a emigrar das cidades para o campo, em busca de proteção, e cada vez mais o império foi definhando.

            Mas o fato é que tudo é meio nebuloso. Ninguém tem a reposta para a queda de Roma.

    • O governo americano deveria elevar o grau de confidencialidade do projeto do F-35, vários outros vetores dos EUA já apresentaram uma quantidade infindável de problemas, mas graças ao secretismo da época da Guerra Fria não foram tão esculhambados.

      • Muito boa observação!
        Também acho estranho que dados tidos como pelo menos “reservados” e que em tese podem colocar a segurança nacional em risco ou expor capacidades tecnológicas essenciais dos fabricantes sejam assim de livre acesso.
        Isso sim seria uma matéria interessante que analisasse os motivos por trás desse aparente desleixo com a segurança e com a confidencialidade relativas aos programa F-35.
        Sabemos que há várias forças que gostariam de ver o programa ruir pra colocar os seus maravilhosos produtos no mercado. Um dos que estão na ponta dos cascos pra ver a peteca cair é a SAAB com seu caça realmente invisível, inodoro e insípido. Ela iria nadar de braçada pelo menos no que se refere à versão A.
        Uns dizem que o motivo das críticas é que existem 200 F-35 e que nunca participaram em operações reais e que sequer estariam aptos a qualquer nível de combate, mas são os mesmo que exaltam o F-22 como o pica das galáxias mas que também nunca o fez em mais de 10 anos de operação.
        Até eu já tô tão saturado com os irtermináveis problemas do F-35 e temo ter que ler mais de 2000 post detalhando cada um que já torço para que cancelem de vez o F-35 A, e a USAF adquira o Gripen NG pra satisfação geral. Os Marines vão se virar só com helicópteros de ataque e a USN adquira mais Super Hornets. Os inimigos potenciais não tem essa bola toda mesmo e o Super Hornet nada de braçada.

  4. De maneira bem simples esta aeronave não vale o que custa, na minha opinião faria mais sucesso se fosse redefinida como aeronave de ataque, pois para superioridade aérea só seria eficiente se o avião inimigo ficasse “parado” esperando ser atingido. Está mais para caso de estudo de um retumbante fracasso na relação custo/beneficio/tempo de entrega e só está vendendo porque os E.U.A exercem pressão política sobre os países participantes do projeto.

  5. Olha.
    Acho que certos “defeitos” são normais nestas situações e são corrigidos ao longo do tempo.
    Quem foi da FAB sabe que quando os Mirage III chegaram tinham um ciclo de 6 pousos recomendado pelo fabricante foi a FAB que correu atrás de outro fornecedor ao longo dos anos seguintes….

  6. Se divulgaram, ou se garimparam mais detalhes/informações sobre um determinado problema ele tem que ser postado mesmo. Gente querendo que o site pare de postar matérias só porque estão falando mal do brinquedinho predileto deles é o fim da picada. Ninguém tem culpa se outras empresas/nações não divulgam as falhas de suas aeronaves, pouco divulgam ou não tem nada para divulgar.

    Quem não estiver contente reclame na Casa Branca:

    202-456-1111
    202-456-1414

    Ou na Lockheed Martin:

    301-897-6158
    301-897-6000

    • Ditaduras e autocracias não divulgam os problemas enfrentados por seus simulacros de quinta geração e tem quem acredite que esses aparelhos são superiores….

    • E tem que ser postado mesmo, afinal quem gosta de esconder e manipular as informações é a turma de vermelho. Agora não se pode negar que de uns tempos para cá a Trilogia está malhando tudo que for dos Estados Unidos, principalmente o F-35, não se veem postagens “negativas” da Russia, China etc, muito pelo contrario.

      • Ottos,

        Você está enganado.

        Não existe essa de “de uns tempos pra cá a Trilogia está malhando tudo que for dos Estados Unidos”.

        Por exemplo, em inúmeras matérias recentes está cheio de comentários de comentaristas “pró-Rússia” que reclamam que “a Trilogia só fala bem dos armamentos dos EUA e malha tudo que é da Rússia”. Ou da China, ou da França etc.

        Cada um filtra o mundo do seu jeito, ok.

        O problema é que para partir disso pra colocar culpa no blog, porque a pessoa discorda dessa ou daquela notícia, é um pulinho. E totalmente equivocado.

        Há quase dez anos vemos isso.

        E infelizmente só piora. Reclamar é fácil.

  7. Vcs já viram a página do face:

    “Todo dia uma notícia estúpida sobre o Donald Trump”

    Então. Bora criar a:

    “Todo dia uma notícia estúpida sobre o F-35”

  8. Mandem para a Good…. do Brasil para recauchutagem… rsrsrsrs…
    Dez pousos…. só pode ser piada… Imagino a disponibilidade desse avião em um cenário de conflito real.

          • É isso mesmo, na pior das hipóteses quem morria era o mensageiro, dependendo do teor da notícia, na época dos reinos. Pelo visto é um ditado verdadeiro através dos séculos.

        • Poggio e Galante, quero deixar minha nota de desagravo à vocês , os quais conheço pessoalmente das LAADs da vida! Ninguém aqui é obrigado a ler ou comentar os posts. Não vejo, desde que comecei a navegar por aqui, qualquer insinuação quanto esse ou aquele projeto. Acho que este avião sempre foi uma jaca empurrada goela abaixo dos EEUU e aliados, vai continuar existindo com mais de 3.000 problemas e vai cumprir seu papel, deixar a industria de defesa americana funcionando e empregando gente, pra mim é só pra isso que ele serve.

          Bosco,

          Quanto ao Gripen “invisível” gostaria que poupasse não a mim, um simples entusiasta, mas respeite, pelo menos, os brasileiros que trabalham no Programa. Acho que ninguém ali está brincando de fazer avião!!

          • Marcelo,
            O Gripen é invisível porque tem RCS menor que 1 m² que aliado ao sistema de ECM baseado em GaN torna ele literalmente invisível.
            Quanto a respeitar trabalhador brasileiro não tenho que respeitar ninguém não meu amigo. Eles trabalham lá, ganham seu sustento, vão pra casa, comem,dormem, levantam, tomam banho.
            Não tão fazendo mais que a obrigação deles. Respeito eles como respeito todo mundo e não é porque trabalham com caças que devam merecer alguma deferência especial.
            Aliás, eu respeito muito é servente de pedreiro que ganha pouco e depois de um penoso turno de trabalho vai pra um casebre sem água encanada e muitas vezes sem luz comer arroz com quiabo. Esses sim constroem isso: http://danitranchesi.com/wp-content/uploads/2016/03/o-dia-em-que-conheci-sao-paulo-de-cima1.jpg a troco de nada.

          • Uai Bosco… Tem algo d+ ai no teu comentario… Nao?

            O cara estuda 4a, se forma, faz pos, faz curso de ingles, mestrado, vai trab projetando torres e edificios-pro seu peao trab), ou vai trab no projeto do Gripen e tem menos “merecimento” de sua parte? Tu virou comunista?

            Cada um tem o “q merece”… Li a poucos dias, reportagem de cara q era pedreiro(ou faxineiro) e q devido a sua paixao p avioes, foi fazer faculdade de engenharia p poder assinar o projeto de aviao caseiro dele! Isso eh merito!

            Se o teu admirado nao se esforcou… Ha de se fazer oq?

            Ninguem esta em uma situacao q verdadeiramente nao gostaria de estar!

    • O problema Galante é querer agradar outro fã-clube. E a experiência dos outros blogs e sites de defesa é que esse outro fã-clube polui qualquer espaço e joga a qualidade dos comentários no chão…

      • Ricardo,
        Como até agora o Galante não te respondeu eu adianto que para um caça poder operar no modo “vertical” ele tem que desenvolver uma relação empuxo/peso maior que 1. Essa relação no F-35B é de 1.1 quando ele está com tanque cheio (6 t de combustível) e sem armas.
        O F-35B pode levar internamente cerca de 1,5 t de armas internas nas duas baias. Ou seja, pra ele decolar com tanque cheio e mais a carga de armas internas cheias ele teria que decolar no modo SSTO, com uma curta rolagem.
        Se tiver que decolar na vertical com 1,5 t de armas nas baias teria que reduzir para 4,5 t de combustível interno.
        Como a relação 1.1 é muito apertada seria mais correto imaginarmos que o peso deve ser reduzido ainda mais para prover uma relação peso/potência mais favorável ao voo vertical, em torno de 1.3.
        Eu chutaria que o F-35B possa decolar na vertical com metade do combustível interno (3 t) e as baias cheias. Ele poderia decolar melhor ainda com os tanques pela metade e 4 Amraams.
        O problema da decolagem vertical é que se consome muito no processo e aí se tiver só umas 3 t de combustível só na decolagem vai 1 t.
        Resumo da ópera: melhor decolar com tanque cheio e as baias cheias utilizando o modo SSTO que ainda vai sobrar uma boa quantidade de combustível.

        • Obrigado pela atenção Bosco.
          Pelo que sei, os da família Harrier não conseguia decolar verticalmente com carga plena e por isso de declaravam como V/STOL e não VTOL, Se não me engano os Yak-38(que tinha uma carga de armas baixa) e Yak-41 conseguiam decolar com carga plena, mas as custas de muito combustível. Já assisti vídeos do F-35B pousando na vertical, mas não me lembro de vê-lo decolando. Lembro de vídeos fazendo a decolagem curta.
          Realmente a relação empuxo/peso de 1.0 foi considerada revolucionária na aviação convencional mas ainda é pouco para a aviação VTOL
          Pelo que entendi o F-35 para ser armado e decolar na vertical, teoricamente, precisaria de compensar no combustível. Certo?
          Mais uma vez obrigado pela atenção.

          • Ricardo,
            .
            STOVL.
            A ideia é decolar de tanque cheio e aterrizar com tanque vazio. A diferença pode ser de até 3 toneladas para um Harrier ou até 6 toneladas para um Lightning II.
            .
            A definição formal da OTAN para o tal STOVL:
            “A Short Take-Off and Vertical Landing aircraft is a fixed-wing aircraft capable of clearing a 15 m (50 ft) obstacle within 450 m (1,500 ft) of commencing take-off run, and capable of landing vertically.”
            .
            Aquela rampa na proa dos porta aviões STO (Short Take-Off), chamada amigavelmente de ski-jump, ajuda muitíssimo no processo de decolagem, melhorando a sustentação e a capacidade de carga do ‘danado’ do caça embarcado. Entretanto, nos navios de assalto anfíbio de convés corrido americanos (LHDs e LHAs), que não tem rampa ski-jump, os aviões STOVL rolam pela pista mesmo (mas podemos confirmar isso com o Almirante Dalton).
            .
            Saudações.

  9. Galera já tirando daquele lugar as teorias da conspiração. Daqui a pouco vão falar que a trilogia é paga pelo Kremlin pra falar mal do F-35 e outros produtos dos ãmis.

  10. Galante, muitos corações estão sendo dilacerados.
    Acho que tem mais noticia sobre esse vetor porque:
    – tem um acervo maior de problemas que surpreendem;
    – desenvolvimento chegou na era das mídias digitais, então tudo é mais publicável;
    – ao contrário do que seria de se esperar, essa lista não tá diminuindo.
    Tem outros motivos, mas eu tenho que ir trabalhar.
    .
    PS: nem venham insistir em falar do SU-57 ou J-20, a gente sabe que eles tão quebrando a cabeça, mas a realidade é outra.

      • Uma realidade de menos acesso da imprensa, uma realidade de menos experiência e a maioria dos leitores aqui já esperava que muitas dificuldades aparecessem. O problema não é o F-35 ter percalços, o problema é como eles se multiplicam e preocupação que gera quando eles não parece haver uma luz no fim do túnel.

  11. Todos esses comentários serão passado quando este avião, que hoje parece que só é utilizado em treinamento, fizer sua estréia na linha de frente. Alguém arrisca um previsão?

    • Mas este é justamente o problema, a lista de problemas só aumenta e não há previsão de quando serão resolvidos. Enquanto isso continuam produzindo aeronaves incapazes que deverão passar por um processo de recauchutagem caríssimo.

      Eu particularmente não tenho dúvidas de que será um avião excepcional, porém quando isso será alcançado e por quanto, nem o Pentágono sabe.

    • Fernandes isso provavelmente só irá acontecer ao final do desenvolvimento do Bloco 4 lá por volta de 2025, pode ser que Israel consiga debugar a versão atual Bloco 3F e implemente as funcionalidades necessárias para mandar bomba nos Sirios ou Persas, eu acredito nós Hebreus, chuto pelo menos mais uns dois ou três anos então isso poderá acontecer em 2021.

  12. meu Deus, os fã boys estão sem dormir. Não querem nem ler mais uma noticia. Aceitem, ou voltei para o seu país, que obviamente não é este.

  13. Os Pneus do F-35B são de responsabilidade da Dunlop inglesa. E agora fica a pergunta para os “especialistas” de plantão? Qual a culpa da LM nisso?

    • Eu poderia citar características (deficiências de projeto tais como peso maior que o previsto, velocidade menor ou maior do que a projetada para pousos e decolagens, ângulo de pouso e de decolagem diferentes da projetada, oscilações em táxi) que poderiam afetar a vida útil de qualquer pneu. E não sou especialista em aviação somente uso o bom senso. A LM entregou a especificação pra Dunlop. A Dunlop entregou o produto. Só que o caça já é fabricado defasado para posterior correção. Lembram do episódio que ele machucava os pilotos por causa das oscilações do trem de pouso frontal? Aquilo gera um desgaste pq algo não está correto.

      • O LM entregou à Dunlop as características básicas do aparelho e, a medida que o mesmo foi se desenvolvendo (protótipos são muito diferentes dos exemplares de produção) cabia à empresa inglesa aprimorar o produto. Se não o fez falhou. Isso sim é bom senso e não querer atribuir à LM uma culpa que ao que tudo indica não lhe cabe.

        • Eu acho isso impressionante. Temos a oportunidade de “por as mãos” em dados extremamente importantes sobre o projeto e o pessoal critica o blog pela divulgação. Deveríamos elogiar os órgãos dos EUA pela grande abertura e transparência no trato com o dinheiro público deles. Quem sabe um dia a gente chega lá. Aqui criticam quem divulga.

          • Poggio,
            Realmente você está certo. Nos leitores e comentaristas devemos ficar exultantes com a relevância de falar repetidamente dos defeitos do F-35 enquanto o mundo inteiro tá explodindo de notícias aeroespaciais desinteressantes sobre os mais diversos temas. Essa do pneu então foi cabulosa. E eu que achava que ele poderia dar uma pneuzada num dogfight e nem isso ele pode. É ruim mesmo!
            Vocês terão mais 2768 temas de post para colocar no Aéreo sobre os defeitos dos F-35.

  14. Nossa…. a ideologia tá superando a racionalidade! São três tipos de ideias conflitantes.

    Se não tem informação é porque o produto não é bom e feito as escuras. E nego crítica a falta de informação…
    Se tem e infelizmente ainda não é das melhores por problema do produto. Nego crítica a informação mas não o produto…
    Essa de culpar o blog foi pesado.

    Vai entender!!

    • Eu sou a favor da transparência afinal publicidade dos atos públicos é o corolário do Estado Democrático de Direito….

      Agora o que o Bosco questiona, e eu particularmente me alinho a ele, é que a insistência nesse tipo de notícia simplesmente coloca em xeque a credibilidade do site uma vez que cria em mentes sugestionáveis e ideologicamente comprometidas a falsa percepção de que os outros programas de caças de 5ª Geração (Su-57 e J-20) simplesmente não enfrentam problemas, especialmente no caso russo quando vemos todas aquelas declarações tão pomposas do Ministério da Defesa russo segundo o qual o Su-57 vai entrar em serviço no ano que vem (e todo ano eles renovam esse comunicado e isso tem já cinco anos).

      Para piorar, e como efeito colateral para lá de adverso ainda atrai para a coluna de comentários, que sempre teve um bom nível, uma turminha que é conhecida por poluir qualquer espaço. Aliás, fizeram um estrago tão grande em outro site de assuntos de defesa que ele passou a ter um apelido BEM jocoso….

      • HMS Tireless,

        Quem fala em “insistência” em publicar isso ou aquilo está filtrando a realidade do blog porque não gosta da notícia, e ignora as inúmeras matérias que destacam pontos positivos do mesmo assunto. Como se, quanto se publica algo positivo, é mera “obrigação”. E quando publica o negativo, é praticamente um pecado contra o tema que a pessoa defende com unhas e dentes.

        Isso cansa, já vemos esse tipo de crítica, vindo de gregos e troianos, há quase uma década, seja por parte dos fãs de caças americanos, russos, chineses, franceses, suecos, indianos, venezuelanos ou venusianos.

        É fácil colocar no blog a culpa pela impaciência ou intolerância de vocês na hora de debater.

  15. Pena que a Rússia seja um país tão fechado e não divulgue os problemas que aquele Su-27 com facelift deles certamente tem apresentado em seu desenvolvimento. Aí nós ficamos dependentes das declarações da Força Aérea Indiana que, convém lembrar, não acredita que o vetor russo terá o mesmo nível de furtividade do F-35.
    É uma pena mesmo! Tenho certeza que tais problemas seriam aqui divulgados com a mesma regularidade com que são feitas críticas ao caça norte-americano!

    • O Su-57 pode ter inúmeros problemas, mas foram despachados para a Síria. Não sei se isso é coragem ou loucura, mas os avião estão lá. Já o F-35 so pode ser usado em treinamenros.

      • Os Su-57 passaram míseras 48 horas na Síria Julio, talvez jogando bombas em civis desarmados no East Goutha…..

        Se isso é sinal de que o programa é bem sucedido….

        • Não é sinal que o programa é bem sucedido. Mas é sinal que o avião funciona e pode ser usado, de forma limitada, em operações reais. Isso é bem mais do que o F-35 têm feito.

      • Pois é né Júlio!? Só que o F-35B está agora no Mar do Sul da China embarcado no USS Wasp, em um ambiente muito mais desafiador que jogar bombas em civis desarmados.

        Ah! E não vão ficar apenas 48 horas por lá!

      • Foram despachados pra Síria. Se estão sendo usados ou se estão parados na base sem serventia alguma só Deus sabe. Assim como só Deus sabe quais são os problemas que aquilo tem.

        • Miguel, ficaram apenas 48 horas no país árabe e já voltaram. Segundo as más línguas tal deslocamento se deu para acalmar os ânimos dos indianos, insatisfeitos com o fato de já terem colocado muito dinheiro no projeto, não terem acesso à tecnologia e ao fato do aparelho não entregar o prometido.

  16. Provavelmente o vetor mais caro da história, e que provavelmente ainda levará algumas centenas de bilhões de dólares dos participantes do programa. O meu questionamento é por que ele ainda nao foi testado no atual teatro de guerra da Síria, palco de demonstração de armas para potenciais compradores. Sou a favor que mostre sim os entraves e problemas do f35, assim como de todos os outros vetores, incluindo o Gripen. Infelizmente não sou especialista na área militar em nenhum segmento, mas sou admirador e apaixonado por todo tipo de armas. Vejo aqui uma batalha de ideologias e não de discussões pertinentes aos assuntos reportados. Por falar em vetor, quando o Gripen chegar, e estou ansioso por ve-lo voar, principalmente aqui em Curitiba, onde escolhi morar, sem nenhum problema, cheio de equipamentos de ponta e que nos traga somente alegria e infle nossos peitos qdo o primeiro montado aqui alçar voo e começar a rapinar em nossos céus. Um bom dia á Todos e principalmente aos editores da trilogia.st4

  17. Bom dia.
    Sinceramente não estou entendendo tanta discussão sobre algo perfeitamente normal e esperado para uma aeronave cujo projeto é audacioso, para dizer o mínimo. Os caras da Lockheed, discipulos do mestre Clarence Leonard “Kelly” Johnson estão fazendo o trabalho de sempre. É obvio que a pressão é grande porque ousaram em um conceito inédito para uma única aeronave de combate e estão pagando o preço. Se estão jogando dinheiro fora ou não é problema deles, além do que nossos irmãos do norte podem se dar a esse luxo. Outros países estão se matando para resolver problemas em seus “projetos no estado da arte” que os ianques ja trataram ha mais de 15 anos, portanto, menos fla-flu e mais realidade.
    Fico imaginando as inovações decorrentes da evolução desse projeto que certamente ja foram implementadas. Claro que os ianques estão cometendo um pecado mortal em não implementar sem a aprovação de muitos “exxpecialistas”.
    Voltando ao que interessa, o desenvolvimento de compostos de borracha e ou sintéticos para pneus é relativamente fácil quando tem-se os parâmetros corretos e específicos para uma dada aplicação, porém a aplicação específica para uma aeronave como essa, envolve parâmetros com características divergentes como Durabilidade x Flexibilidade, pois a adoção de compostos mais flexíveis compromete sua durabilidade. Creio que a solução será combinada entre compostos diferentes e nova configuração de amortecimento do trem de pouso. Como esta última não é tão fácil, terão que conviver um pouco mais e manter o emprego dos “borracheiros” por mais algum tempo.
    Abraços

    • As críticas se devem ao conjunto da obra, e não em uma defeito específico. Não que outros projetos tenham sido fáceis, mas esse projeto superou todos os limites do tolerável.

    • Luis Antonio, com relação aos compostos de borracha, tenho a dizer que provavelmente não estão indo aos fornecedores corretos e usando produtos de eficácia discutível. Humildemente, deveriam passar o problema para Yokohama, Michelin e Continental, mas nas matrizes dessas empresas.
      Essas empresas tem excelente tecnologia e a mais avançada, tem acesso às melhores matérias-primas e pessoal capacitado e experiente. Coincidentemente, nenhuma delas é americana. Os USA deixou de ser referência na Indústria da Borracha há décadas.
      Mal com comparando, aqui no Brasil temos as maiores Correias Transportadoras, trabalhando com mínério de ferro com cargas altíssima. A Vale, nessas posições críticas, só usa produtos Yokohama ou Continental, dependendo do caso.
      Acho que neste caso dos pneus do F-35 a LM deveria vestir as sandálias da humildade e buscar auxílio nessas empresas. Nada que reforços de Aramida e borrachas já existentes, porém corretamente aditivadas e processadas, não possam resolver.

  18. O mimimi é livre, tenho amigo Americano que fala que F-35 é uma bomba kkkkkk .Minha opinião de fã de caças Russos F-22 é o melhor de todos só acho!!!

  19. Sabe quando tem alguma reportagem em qualquer mídia referente ao Lula, você conta os minutos pra surgir as tretas! Na mídia militar o Lula é o F-35 Hahaha
    Brincadeira à parte
    Não duvido que esse caça em uma campo de batalha irá provar seu valor. Mas esses inúmeros problemas relatados sobre o mesmo, surgiram no minuto em que quiseram agradar todos os envolvidos no projeto, e também quando abriram os cofres.
    São tantos países(não sei até que ponto Inglaterra, Itália, Israel,etc estavam envolvidos nesse projeto) e setores envolvidos nesse projeto, que eu me pergunto se não tem gente infiltrada(Russos,Chines) querendo que ele fracasse.
    Alguém com mais conhecimento poderia me confirma. Mas em algum momento na indústria aeronáutica americana teve algum projeto de caça, em que de certa forma liberaram os ‘cofres’ assim?

  20. Enquanto o governo americano não intervir de forma séria na Lockheed Martin esses problemas continuarão a aparecer. Como dito na matéria, um pneu não é rocket science e a falta de um composto que atinja os requisitos do programa então, ao meu ver, só podem ser resultado de má vontade, corrupção, desídia, desorganização ou tudo isso junto.

  21. No supermercado eles fazem em 10x no cartão. Esse caça só não é retirado de operação por causa do marketing, logo tem que haver algumas vendas para ludibriar o povo americano pelo investimento infindável que foi a orquinha.

    • Pois é né? Enquanto isso o Su-57 apenas e talvez só sirva para jogar bombas nos civis desarmados de East Goutha. E o Su-35 sequer consegue impedir os F-22 de interceptar os jatos de ataque que escolta…

      Chato né?

      • Você ou seja lá o que seja, gosta de fazer o meio de campinho e promover a discórdia daquilo que você nega, o qual é o fruto da sua raiva. Um ódio fundamentalista quase ditatorial, e prega aos 4 ventos que só as aeronaves dos EUA prestam e não há vida inteligente nos outros países. Esse país, o qual você ama ele despreza a sua existência. ________________

        COMENTÁRIO EDITADO. LEIA AS REGRAS DO BLOG

        • Cara, não posso fazer nada se a despeito de toda a histeria no mundo real o todo poderoso Su-35 tenha sido incapaz de cumprir o que se esperava dele…

          Fatos são fatos…

      • Muito, principalmente quando eles não conseguem derruba um su-25 como fizeram com os Su-22. Tiveram que “impedir” a missão por 40 minutos, deve ter tido um sucesso muito alto, certamente as aeronaves não conseguiram cumprir a missão neste enorme espaço de tempo.
        Efetividade da missão 100%. mas deve ter sido a dissuasão promovida pelos su-25, os 35 não podiam fazer nada…

  22. Que estranho. O Blog mira no saco do F35 e acerta a boca dos foristas

    Não entendi porque estão revoltados pelo blog publicar informações do caça

    • Nesse site, a própria LM diz que o avião é stealth somente se carregar as armar internas.
      Vejam em: https://www.f35.com/about/carrytheload
      Então, de que adianta ficar propagando que o avião é stealth se ele, efetivamente, não é stealth. Porque duvido que a maioria das missões sejam possíveis de serem feitas apenas com 2 AIM-120 e duas bombas apenas, que é o que cabe nas baias internas.

      Ainda não me convenci de que esse avião seja tão superior, tão formidável, tão sei lá o que, que um F-16 último block ou um F-18 SH, a ponto de justificar um preço, que a essa altura do campeonato, deve estar em mais de 120 milhões de dólares!!

  23. O maior erro americano foi fazer centenas de protótipos , e ainda passar estes protótipos a terceiros (aliados) ,ai fica dificil ,pois todos estão confeccionados com as mesmas peças defeituosas….
    Para aqueles que criticam o Su57 e J20, Rússia e China não tem tanto dinheiro como os EUA ,por isso trabalharam com a cabeça e não com cheque em branco….como podem ver só existe de 10 a 11 Su57 e uns 25 a 30 J20 …se de problema em alguma peça e bem mais pratico resolver…
    Por que ninguém fala mal do B21 , por que não fizeram centenas de protótipos e saíram distribuindo por ai…

  24. O maior problema do JSF não é a ideia vinculada à plataforma em si – convenhamos, já não tão simples de atingir – mas o caminho escolhido para se chegar ao objetivo traçado.
    O modo em que o contrato de desenvolvimento/produção foi feito é uma clara argumentação neste sentido, pois é claramente resultado de (um fortíssimo) lobby.
    Portanto, os inúmeros problemas apresentados são sintomas/frutos de uma clara e crescente burocracia paternalista.
    Não, os americanos não desaprenderam a fabricar (excelentes) aviões de combate.
    Só resolveram burocratizar demais o processo e o resultado não poderia ser diferente.
    Alguém precisa chamar o programa à ordem, pois do jeito que este “rasteja”, há claro risco na manutenção da supremacia aérea estadunidense global.
    Sds.

  25. Ah, antes que eu me esqueça do lado bom da divulgação deste relatório do DOT&E…
    Ao menos os americanos são transparentes sobre os problemas apresentados com o F-35, bem como, quanto aos sistemas que pretendem integrar à aeronave.
    Podemos dizer o mesmo de Rússia e China com seus SU-57 e J-20, respectivamente?
    É preciso ponderar mais e torcer menos.
    Sds.

    • É amigo. São os que gostam de fusca só porque são refrigerados a ar. Um colega argumentou sobre 10 a 11 SU 57 e 25 a 30 J20. Pergunto: estão operacionais? Pelo histórico nenhuma aeronave é igual a outra e a rigor são todos protótipos. Se somados não chegam ao numero de F-22 operacionais. É cada uma. Comparou mixirica com motor elétrico.

    • De fato os EUA são mais transparentes. Mas o grande erro desse programa, na minha opinião, esta na ambição de ter toda uma frota de caças Stealth. Além de ter feitos centenas de protótipos antes de ter congelado os requisitos finais.

    • O maior problema do JSF não é a ideia vinculada à plataforma em si – convenhamos, já não tão simples de atingir – mas o caminho escolhido para se chegar ao objetivo traçado.
      O modo em que o contrato de desenvolvimento/produção foi feito é uma clara argumentação neste sentido, pois é claramente resultado de (um fortíssimo) lobby.
      Portanto, os inúmeros problemas apresentados são sintomas/frutos de uma clara e crescente burocracia paternalista.
      Não, os americanos não desaprenderam a fabricar (excelentes) aviões de combate.
      Só resolveram burocratizar demais o processo e o resultado não poderia ser diferente.
      Alguém precisa chamar o programa à ordem, pois do jeito que este “rasteja”, há claro risco na manutenção da supremacia aérea estadunidense global.
      Sds.

      • MBP77, para fazer isso tem que, obrigatoriamente, mexer nos vespeiro que é o Pentágono e o DoD. Quero ver qual presidente vai ter coragem para fazer isso.
        É pouco divulgado, mas o Pentágono e a CIA não tem a obrigação de prestar contas de cerca de 30% do seu orçamento, isso é chamado de “black budget”. Ou seja, o orçamento o de 700 bi desse ano destinado a defesa, 210 bi é gasto sem que o Congresso tenha conhecimento. Veja o que ocorreram e continuam a ocorrer nos programas F-35, LCS e o Destroyer/Ferro-de-Passar, o detalhe eles são programas públicos. Tente imaginar que tipo de programas são financiados pelo black budget.

  26. Estou sugerindo repetir esta minha observação ao post do colega Luis Antonio, para retornarmos ao tema base destas publicações. Decisão se sim ou não fica com os Moderadores.
    Com relação aos compostos de borracha, tenho a dizer que provavelmente não estão indo aos fornecedores corretos e usando produtos de eficácia discutível. Humildemente, deveriam passar o problema para Yokohama, Michelin e Continental, mas nas matrizes dessas empresas.
    Essas empresas tem excelente tecnologia e a mais avançada, tem acesso às melhores matérias-primas e pessoal capacitado e experiente. Coincidentemente, nenhuma delas é americana. Os USA deixou de ser referência na Indústria da Borracha há décadas.
    Mal com comparando, aqui no Brasil temos as maiores Correias Transportadoras, trabalhando com mínério de ferro com cargas altíssima. A Vale, nessas posições críticas, só usa produtos Yokohama ou Continental, dependendo do caso.
    Acho que neste caso dos pneus do F-35 a LM deveria vestir as sandálias da humildade e buscar auxílio nessas empresas. Nada que reforços de Aramida e borrachas já existentes, porém corretamente aditivadas e processadas, não possam resolver.

    • Caro Fernandes
      Seu comentário foi preciso. No Caso desse projeto, devem ter se baseado nas soluções existentes para aeronaves “normais” gerando pousos verticais “duros”. Mudaram os compostos para materiais mais flexíveis e o compromisso com a durabilidade foi para o espaço. Um desafio para os fornecedores sem dúvida. Temo que não haverá uma solução isolada e teremos desdobramentos no trem de pouso. No geral é um problema importante, porém não geraria indisponibilidades de aeronaves por conta disso.
      Abraços

    • Fernandes, so para seu conhecimento geral…os 2 maiores fornecedores de pneus para a aiacao comercial e geral sao a Michelin e a Goodyear. Tbm so para seu conhecimento, a Dunlop apesar de nao ser tao reconhecida aqui no Brasil (ainda), produz um dos melhores pneus automotivos e tbm para a aviacao geral desportiva. Isso alem de ser a percursora no fabrico dos primeiros penus automotivos no mundo . Entao, nao coloque tal comentario como sagrado sobre essa ou outras fabricantes. Cada macaco no seu galho e voce ainda se esqueceu so de uma outra gigante do ramo Firestone/Bridgestone. Ahhh…tvz vc nem conheca, mas nos USA tem um gde fabricante de pneus em geral e totalmente desconhecida aqui, chama-se Cooper Tyres, um dos mais antigos fabricante de pneus do mundo que nao conta com a tradicional verba de marketing dos demais, alem de produzir ainda hoje, pneus que a muito tempo ja fizeram parte de frotas de veiculos e outros muito antigos. Mas vamos la, ……sobre isso, poderiamos ficar aqui discorrendo sem chegar a resultados. O problema e deles por la e nao nosso……rsrsrsrsrs Sds

      • Celso, eu conheço todas essas empresas que você citou e muitas outras mais, instaladas em países da antiga Cortina de Ferro, na China e na Índia. Se você observar meu comentário, citei nominalmente as que considero de ponta, em termos tecnológicos e instalações, já que a ambição do F-35 é ser o estado-da-arte. Reconheço que posso ter errado. Estamos sujeitos a isso.
        Vou me abster de comentar sobre as Empresas que você citou, em respeito ao nome delas e sua tradição no Mercado.

        • Pois e caro Fernandes, pra tudo tem conserto, inclusive pneus rsrsrrs…certo, so na China na epoca em que estive por la, cadastrei mais de 60 empresas fabricantes….ufa…….e nem se fala da India..rsrsrsrsr o assunto e muito asto e entendo seu comentario. Afinal, ja que neste aspecto possuimos um pouco mais de conhecimento, nao vamos ficar aqui definindo sexo de anjo como os demais…rsrsrsrsrsr Sds

  27. À primeira vista, olhando para o que tem acontecido nos últimos anos, eu vi e pensei que uma noticia a mais, aborrecida e que não nos interessa a nós, sobre problemas do F-35 deve ser só algo raro… Pois, parece que não…
    Até pensei: “O Poder Aéreo ou ama ou odeia o F-35…”

    Mas desde à um bom tempo que tenho visto e percebido cada vez mais que é odiar. É só hate contra o F-35! Está óbvio. É igual mesmo aos fan boys russos. Estou falando de si também Galante… Vc é um deles no fundo.
    Porque senão postava mais bastante outra informação de bom e errado sobre todos os outros grandes projectos de caça (e todo o tipo de aeronaves militares no geral…) actuais.

    Olhem o Cavok por exemplo… Não é perfeito, e funciona quase do mesmo estilo, mas pelo menos não faz dessas coisas, como aqui… Não tem BIAS, não usa títulos ridículos e sensacionalistas como aqui, etc…

    Enfim… O Poder Aéreo está cada vez pior.

    Podem me chamar de fan boy do F-35, virgem ofendida… o que quiserem… Mas a verdade tinha de ser dita.

    • No caso, é a mentira que tinha que ser dita mais uma vez.

      O Poder Aéreo existe há quase dez anos. E desde pelo menos o primeiro ano tem meia dúzia de sujeitos que vem aqui dizer que o site está cada vez pior, sistematicamente.

      Como não só a audiência, mas a repercussão, prestígio e credibilidade do site no público qualificado só aumentam desde o nascimento (e temos as pesquisas) essa “verdade” que “tinha que ser dita” e só a sua versão. Que está muito longe de ser verdade.

  28. Esse avião parece ser muito ruim, tanto é que nenhum Pais no Mundo se atreveu a comprá-los. Bom é o Rafale que está estourando de vendas.

    Segue o jogo, o Tio Sam sabe o que faz, não vem mantendo a supremacia aérea em qualquer teatro de operações no Mundo nos últimos 60 anos a toa.

      • Marcelo Martins

        Japão, Itália e Inglaterra realmente fizeram besteira, mas Israel é um caso diferente. Eles recebem dinheiro do Estados Unidos para comprar equipamentos do Estados Unidos, eles não tem como se auto-sustentar! É como receber mesada dos pais por toda a vida. Mesmo com aeronaves melhores por aí eles não podem compra-las. Então se o EUA colocar duas asas, alguns misseis e umas bombas em uma banheira voadora Israel vai ter que compra-la também, não tem escolha!

        • ODST
          Lamentavelmente você vem aqui repetir os mesmos preconceitos e equívocos divulgados pelos grupos políticos e ideológicos (esquerda e extrema-direita) contrários à existência do Estado de Israel lembrando que muitos advogam abertamente pela destruição do Estado Judeu e o extermínio do seu povo senão vejamos:

          – Embora de fato Israel receba ajuda militar dos EUA cabe lembrar que a mesma apenas se materializou no final dos anos 60-começo dos anos 70. Antes disso o Estado Judeu já havia travado três guerras contra seus inimigos (1948, 1956 e 1967) lembrando que essa última foi vencida de forma brilhante principalmente em virtude de um ataque preventivo. Ou seja, a acusação de que as forças de defesa de Israel não se sustentam sozinhas é absolutamente descabida;

          – A economia Israelense, embora pequena se comparada à outros países, é uma das que o setor de alta tecnologia possui maior participação. Ou seja, trata-se de um país que mesmo sem a ajuda militar norte-americana poderia tranquilamente comprar sistemas de armas de outras origens assim como produzir seus próprios aviões se for o caso. Basta lembrar do IAI Kfir e do IAI Lavi.

          – Também a afirmativa de que “Israel é obrigado a comprar tudo dos EUA que voa”, usada no intuito de desqualificar o F-35, é absolutamente descabida. Desde o embargo francês, quando passou a adquirir aviões dos EUA, Israel pôde fazer suas escolhas dentro da indústria aerospacial norte-americana tanto que rejeitou o F-14 em favor do F-15 por considerar que o aparelho da Grumman tinha os controles duros e não tinha o desempenho esperado em dogfight (“Israeli F-15 units in combat” de Shlomo Aloni). Também desconsiderou o A-7 Corsair II preferindo continuar fiel aos A-4 Skyhawk e, nos anos 90, comprou o F-15I ao invés do F/A-18C/D. Se a Heyl Ha’Avir não quisesse o F-35 bastaria ter optado por mais F-15I.

          – Por fim, querer negar que a escolha feita pela Heyl Ha’Avir é um atestado de qualidade ao F-35 é querer inutilmente brigar com os fatos. É sabido por todos, mesmos seus inimigos mais acerbos, que a Força Aérea Israelense é uma das melhores, senão a melhor do mundo, especialmente no tocante ao treinamento dos seus pilotos. Tendo abatido mais de 500 aviões inimigos é a força aérea mais bem sucedida em combates aéreos desde a guerra da Coréia e também a que teve a maior quantidade de ases, inclusive o maior ás da era do jato (Giora Epstein-17 Kills).

          E antes que você diga que os sucessos se deveram apenas ao fato dos pilotos árabes serem ruins, Não custa lembrar que ao enfrentar pilotos da antiga URSS os israelenses se sagraram vitoriosos: https://en.wikipedia.org/wiki/Operation_Rimon_20

          • Se o estado de Israel tem uma economia tão pujante assim, então por que os EUA tem que enviar 3 bilhões anuais para a área militar de Israel, e que o Bobobama renovou em mais uma década? E você está errado, os EUA enviam ajuda financeira à Israel desde 1948, segundo relatórios do próprio senado americano, à menos que o senado americano esteja errado .

            https://fas.org/sgp/crs/mideast/RL33222.pdf

          • Meu caro, lamentavelmente você faz igual ao colega OSTD ou seja, repete os mesmos preconceitos e equívocos divulgados pelos grupos políticos e ideológicos (esquerda e extrema-direita) contrários à existência do Estado de Israel. Compare o montante da ajuda enviada ao Estado de Israel até 1967-1968 e o que foi enviado do final dos anos 60 até hoje. Se você eventualmente fizer esse exercício simples irá perceber que até o final dos anos 60 a ajuda norte-americana era praticamente simbólica. E cabe lembrar que Israel venceu a Guerra de 1948 usando armas compradas no mercado negro, e as de 1956 e 1967 com armas francesas (vide o Mirage III). Isso é um fato histórico, ou você vai negar?

            Quanto ao envio de ajuda pelos EUA à Israel, trata-se de política e economia. Com os recursos Israel compra armas norte-americanas o que representa uma forma indireta dos EUA de manter empregos altamente especializados dentro do país. E claro tem a questão geopolítica afinal Israel é o maior aliado nos EUA da região e muito do que é desenvolvido pela indústria militar israelense termina sendo empregado pelas próprias forças norte-americanas.

            Outrossim Israel não é o único país da região a receber ajuda econômica e militar (O Egito recebe US$ 1.5 Bi anuais) e não custa lembrar que a URSS enviava esse mesmo tipo de ajuda aos seus aliados como era o caso da Síria no Oriente Médio e de Cuba aqui na América Central.

            E sim, a economia israelense é bastante pujante! Basta ver que dominam diversos setores ligados à alta tecnologia sem falar que são grandes exportadores de material de defesa.

    • essa imagem ficaria melhor ainda se o dinheiro, ao invés de cair do avião, estivesse sendo sugado pelas entradas de ar! Porque é isso que está literalmente acontecendo: esse avião tá queimando toneladas de dinheiro e ainda não mostrou a que veio!!!

    • Boa Boa Boa!!!
      Não entendo como brasileiro, que não trabalha na LM, o “piti” que vem sendo dado por alguns foristas, numa inútil e cega defesa a um projeto deficitário e sem destino na solução de seus inúmeros problemas.

  29. 2.769 deficiências ??? Bem, depois do erro de projeto do gancho de parada, que não alcançava o cabo de aço no convés, eu não me espanto com mais nada vindo desse avião.
    A propósito, alguém sabe quanto dura um pneu do Super Hornet ?

  30. O que falta para o F-35 ganhar a confiança dos leitores aqui é um bom e belo dogfight
    Se derrubar algum caça russo na Síria ou algum F-14 do Irã acabaria com o mimimi por aqui.

  31. Para mim é problema de compatibilidade mesmo.
    O F-35 é um computador voador.
    Vem em 3 hardwares diferentes, A, B, e C.
    Com periféricos (armas, sensores, interfaces, etc) de diferentes fornecedores.
    E com uma programação única, tipo Windows com drives nativos.
    Plug and play, ou plug and… pray ?
    .
    Monta-se uma CPU, mete o Win e pode dar incompatibilidade, imaginem numa CPU que voa.
    Até parece que é a CCE ou a Positivo que estão fazendo o avião.

  32. Sabe por que há uma lista enorme de defeitos do F35 e não dos caças russos ou chineses?

    Por que nos EUA há muitíssima mais transparência que em outros países. Quer parecer bem na fita? É só ficar quieto.

    Lembrando que os EUA vão em sua quarta geração de furtivos e os demais ainda ensaiando a primeira.

    Obs.: Sim, também acho que o F35 tá dando muito mais problema que o prometido. Muito mesmo. Até onde eu saiba o F22 não teve tantos problemas. Mas o F35 está aí voando. E voará ainda muito mais.

  33. Certa vez, salvo engano, aqui mesmo neste blog, li uma noticia sobre o F-18. A matéria contava que o F-18 Hornet era um projeto cujo os objetivos eram excepcionais. Contudo o avião possuía varios problemas e não cumpriria o que fora prometido. Não havia como abandonar o projeto e começar tudo novamente. Solução. Pediram ao congresso verba para atualizar o projeto. Com essa verba fizeram um novo avião parecido com o avião antigo. Deram o mesmo nome. Aproveitaram o projeto eliminando as falhas do projeto antigo. Hornet e Super Hornet. Creio que acontecerá o mesmo com o F-35. Um belo projeto, com objetivos excepcionais, mas que infelizmente não cumpre, por azar, incompetência, macumba ou seja o que for, aquilo que prometeu.

  34. O problema do pneu é tão importante que a galera não tocou no assunto da porcaria de pneu. Não tem um borracheiro que comenta no blog. Não teve unzinho só que citou quantos pousos duram os pneus do Harrier ou quantos pousos duram os pneus de algum outro caça. Ou seja, um bando de abilolados que absorveram e informação inicial sem a mínima confirmação ou análise ou senso crítico se isso já não é informação requentada, informação essa disponibilizada por uma “equipe” do DOT&E.
    Aí já vira verdade bíblica para os russófilos que acham o Su-57 armado com míssil com 200.000 km de alcance o ó do borogodó que irá botar ordem e justiça no mundo expulsando os americanos malvados para a “Zona Fantasma”.
    *Definição de equipe: um pequeno grupo de pessoas com habilidades complementares, que trabalham juntas com o fim de atingir um propósito comum.
    **Não está descrito na definição de “equipe” que eles tenham função de declararem nada.

    • Quando se mostra um defeito como quantidade de poucos que um pneu aguenta o que leio é que há processos muito rigorosos de controle de qualidade, de produção e manutenção da linha de vôo.

      Já o método russo é ‘se cair caiu’.

      • Interessante Fernandes!
        Pode ser uma solução caso o problema seja confirmado e não haja como os fabricantes americanos se adequarem.
        Mas aí entra a questão se o problema de tolerância é térmico (proximidade com a exaustão do motor) ou mecânico.

        • Sem querer querendo me intrometer..rsrsrsrs Caro Fernandes, tempo nao e fator de experiencia maior ou melhor porque afinal tudo na vida e mutavel. Vendo pelo seu lado, sua experiencia de 40 nessa area e louvavel, alias, quem sabe ja nos conhecemos ?? eu estou no ramo da industria automotiva em geral a mais de 45 anos e tenho vasta experiencia na area tecnica. Com relacao a pneus, fui um dos primeiros importadores assim q o mercado se abriu nos idos 90. Conheci in loco mais de 30 fabricantes de pneus mundo afora…..nem imagine como fiquei surpreso com tal qde de fabricantes, principalmente por estar fora da caixa depois de tantos de vida…rsrsrsr Agora caro Bosco, neste assunto pneus, acredito que muito pouco, mas muito pouco menos tecnicamente nao seja de conhecimento ou dominio publico. A manipulacao da materia prima, comeca sempre em um laboratorio e por ai ai. Fartas literaturas ai estao disponiveis. Entao segue o enterrro, nao ha problema com relacao a pneu nao seja resolvido de forma rapida e eu mesmo acho q esse assunto so deu panos pra manga e assuntos fora de contexto….e dai….eh so mais um pequeno problema (desgaste prematuro, segundo o cliente e sem ter base para comparacoes) e ja deve ter sido resolvido. Sds

  35. Algum sabichão aí de cima podia me explicar porque um pneu do F-35B que geralmente pousa na vertical e decola com velocidade muito menor que dos caças convencionais, sendo parcialmente sustentado pelo sitema VTOL, estaria mais sujeito a estresse que um convencional?
    E eu estou falando sério e não sendo irônico. Eu devo ter perdido algo porque todo mundo achou super natural a notícia do post, que particularmente me causou estranheza.
    Eu apostaria todo o pouco que tenho que pneus de caças stovl seriam menos sujeitos a estresse que os de caças convencionais, principalmente dos embarcados.
    No aguardo!!

    • Talvez pela temperatura da exaustão vertical, que gera calor para o piso que é transmitido aos pneus. Tal calor tem sido óbice para se usar o F-35 em belonaves não preparadas.

      • Até pensei nisso mas não é essa a conclusão que chegamos se interpretarmos o teor da matéria: “O programa agora está em busca de um pneu que seja resistente o suficiente em pousos convencionais rápidos, macio o suficiente para pousos verticais e leve o suficiente para a estrutura da aeronave.”
        A “equipe” não cita nada que nos leve a acreditar que o problema seja a tolerância térmica, mas sim a mecânica.

      • Sim, Delfim. Há que se considerar o próprio calor gerado pela saída vetorizada do motor. Outro ponto crítico é que nesses casos o pneu tem que atuar como amortecedor pneumático. Aí dois pontos críticos se contrapõe, pois para maior flexibilidade da banda lateral ela deve ser fina, enquanto que para maior resistência ao calor ela deve ser grossa.
        Portanto há que se acertar o equilíbrio do composto da borracha com o desenho projetado, e definir qual combinação oferece melhores resultados para essa aplicação.
        Há que se considerar também que além de atuar como amortecedor, ele também deve prever que vai ocorrer também a necessidade de rodar para movimentação do F-35.

        • Boa analise Fernandes,
          Mais uma variável mandatoria que complica muito e explode a linha de custo. Assim como o pneu de um carro, existe o problema da velocidade horizontal de pouso…isso pega na constituição do composto. O custo sobe exponencialmente conforme sobe o limite de velocidade horizontal.

    • Prezado Bosco
      Meus comentarios foram focados no problema do pneu, assunto da matéria e que tenho algum conhecimento, mas não com pneus aeronáuticos e sim automotivos (estes sim sofrendo muito mais estresses em uso normal e tendo que manter uma durabilidade razoável). Se eu fosse embarcar nas babaquices dos russófilos estaria comentando sobre atualizações do MIG-15 ainda, tamanha a distância de tecnologia embarcada, aplicada e operacionalizada que os ianques tem em relação a qualquer outro país deste planeta. Entendo que o problema dos pneus é atender a todas as operações da aeronave que vierem a ser realizadas, seja Vtol ou não. Estão fazendo um carnaval por muito pouco. A noticia é válida na minha opinião, mas muitos rasgam seus biquinis quando uma máquina desse nível apresenta algum problema. O Tio Sam erra claro, mas se errando é a nação mais poderosa do planeta, fico imaginando se acertassem sempre.

    • Bosco, ainda bem so estao citando o desgaste e nao o estouro ou esfacelamento nao eh mesmo ??? Entao nao se trata de reforco estrutural ou outra anomalia tecnica relativa a vulcanizacao. Provavel tratar-se em suma de resistencia shore……..calor, frio, etc….. Sds

  36. Um pneu de avião é feito para pousos e decolagens corridas, com pouco impacto vertical, a não ser eventuais pousos mais agressivos.
    No F-35B o pneu é feito para pouso vertical, um pneu macio feito para absorver os pousos verticais, mas que por ser macio perde durabilidade.
    Por mais que tenham melhorado as características dos pneus com o tempo o grande desafio para os construtores é que um pneu macio de grande aderencia e alta absorção de impactos dura pouco e um pneu mais duro tem alta durabilidade, mas não é muito eficiente na absorção de impactos e frenagem.
    Mas os clientes tem toda razão em querer um pneu que dure mais de 10 pousos, isso com certeza pode ser melhorado.

  37. Sigo o blog desde quando foi criado e sempre o tive como imparcial e ainda o tenho. Desde a escolha do caça no programa FX-II e tudo mais. Acompanho as publicações do F-35 e o blog apenas noticia aquilo que as fontes oficiais governamentais envolvidas no programa do avião divulgam.

    Pergunto: onde está a perseguição do blog com o programa F-35 se são as fontes oficiais que apontam os problemas?

    “Ahhh mas não falam do Su-57″… Eu já vi diversas vezes o blog noticiar o que as fontes oficiais russas apontam sobre ele. Já li também a respeito do caça J-20 chinês. Acontece que sabemos como e o quanto são abertos os governos russos e chineses se comparados ao governo norte-americano.

    Notícias sobre problemas com o Su-57 desde quando o programa chamava-se PAK-FA/T-50 sempre foram noticiadas aqui inclusive as suas diversas e muitas falhas quando as fontes oficiais russas assim divulgam.

    Sobre o J-20 é mais do que óbvio que não sabemos e jamais saberemos o que ocorre no programa como sabemos o que ocorre com o F-35 e F-22 Raptor por motivos já citados acima.

    Essa estória de perseguição com o F-35 não se corrobora. Se o blog noticia apenas o que as fontes oficiais envolvidas no programa divulgam, que os descontentes com as publicações do blog a respeito reclamem com as fontes e os acusem de perseguição.

    Simples assim.

  38. Ue, ue, ueeee!? Tche, temos os fãs Boys russos… mas temos o maior fã boy de todos… supera os russos, China e diab* a quatro…
    .
    Home, não faz mal ser fã boy… gosto é gosto, paixão é paixão… mas o primeiro que chega a criticar a trilogia pq não lhe agrada as notícias… hehehehe…
    .
    Só não venha com a ironia dos ‘malvadusamericanus’…
    .
    Pau que dá em chico… é bla bla bla. ..
    .
    Sds

  39. Acho estranho essa defesa sem medidas do F-35. O Poder Aéreo nunca foi tendencioso e quero crer que nunca será. Esse Blog é de comentário sobre aviação de modo irrestrito, seja o comentário que for!
    Vamos parar de se doer pelo aviões norte-americanos, salvo quem for norte-americano e deixar o editorial do PA em paz?!?

  40. Ta foda hoje… A Ideologia tá ta forte.

    Aos maus informados, ou com preguiça sobre informações certas do SU-57 aqui esta uma fonte e fórum bem respeitado.

    Resumidamente fala do problema de motor* até o problema, que os forçaram fazer uma nova estrutura para o PAk-FA/SU-57 e desenvolvimento de novo sistema de computação novo pra ele.

    * Único que esta atrasado e o resto já esta resolvido. Vide que foram enviados dois da fase 2 do protótipo pra Síria.

    https://forum.keypublishing.com/showthread.php?143141-Su-57-T-50-PAK-FA-FGFA-News-Discussion-08-2017/page46

    • Passaram apenas 48 horas na Síria, tempo insuficiente para sequer se planejar uma missão. Segundo dizem foi para acalmar os indianos, que colocaram grana no projeto, não receberam a contrapartida tecnológica esperada e ainda por cima constataram que o avião não entrega o prometido…

      Ah! E o avião não obteve a redução de RCS do projeto….

      • Segundo dizem… Fake News detected ?…
        Muita fácil colocar um “dizem” é automaticamente se torna verdade.. posta a fonte não o fake.

          • no seu dizem … sem fonte segura.

            fica fácil tacar pedra… dizem que a beluga voadora F-35 não pode cruzar um arco-íris sem que seu piloto “desabroche”, rs… dizem que o USS Zumwalt vira(e afunda) se pegar uma tempestade mediana… chega de dizem… coloquem a fonte.

          • E quando um site russo, notoriamente sem credibilidade, diz que um F-35I foi danificado por um S-200 sem apresentar qualquer indício, do que se trata?

  41. Deixando de lado os problemas todos, eu fico tentando imaginar a tecnologia que deve ter nesse avião… Pelo jeito muitas delas não estavam maduras ainda, rssssss… mas de qualquer maneira deve ser de fato algo ignorantemente high tech.

  42. Gente, e daí que o F-35 precisa fazer pit stop depois de alguns voos? Hehehehe. É só a USAF ir lá na Indy ou na Fórmula 1 que eles ensinam a como fazer isso rapidinho. Nada de outro mundo…

  43. Algumas perguntas que cabem aqui, já que o assunto saiu dos pneus e enveredou para os zilhoes de problemas do F-35: quantos se acidentaram? quantos mataram seus pilotos? qual a opinião do principal operador na atualidade? Estão operando com a aeronave no envelope pleno?
    Quais os problemas comuns a todas as versões e quais os problemas específicos de cada uma?
    Com a palavra os especialistas.

  44. Lendo todas a críticas e seguindo um velho lema na minha profissão (não seja o primeiro a aderir a uma nova técnica ou produto e nem o último a abandonar uma velha técnica ou produto) e aproveito o momento para declarar aqui minha nova posição em relação ao F-35. Também serei um feroz crítico do programa inteiro.
    Esse troço todo vai ruir e eu ainda vou ser mais zoado que agora e ficar chupando dedo.
    Discordando do Nelson Rodrigues, vou me aliar à unanimidade.
    A Orquinha não vale nem o que o gato enterra e vai falir os EUA. Voa a Mach 1.6 (quando voa), não pode ir na chuva, não pode com relâmpagos, pneu ruim, quebra a cabeça do piloto que ejeta, o DAS não tem foco. Só vai estar com o software block IV em 2025, o S-300 o intercepta a 300km de distância, não dá conta do Su-35, não dá conta de combate aproximado com os Su, etc.
    Maior roubada!
    E eu vou ficar defendendo essa porqueira sendo eu brasileiro, não moro nos EUA, o Brasil não faz parte do Ocidente e eu não tenho ações da Lockheed.
    Quero mais é que o programa todo se lasque que eu vou continuar aqui comendo uvas geladinhas entre uma e outra digitada.
    *Obs: fui trabalhar de manhã!!

    • Eu defendo as coisas do Brasil.
      Estou vigilantes sobre o pé do Neymar, torço para o Lula não ser preso (apesar de ter certeza que em dois meses ele vira diretor do presídio), torci para a Mangueira no Carnaval e defendo que aquele rapaz homossexual ganhe o BBB18.

  45. Olá, amigos.
    Consumo de pneu durante táxi, decolagem ou mesmo pouso vertical é mínimo, na minha opinião. O problema ocorre quando o mesmo é “lixado” no pouso, ao ser obrigado a acelerar de zero a 250 km/h em um segundo. Aquela fumacinha não é fumaça, mas pneu sendo consumido. Então, os grandes fatores intervenientes são o peso de pouso e a área de contato (pressão sobre o solo) e, principalmente, a velocidade de pouso. Comparado com outros caças atuais, o F-35 parece pesado, de rodas pequenas e velocidade de pouso alta.
    Certamente o tipo de composto pode fazer alguma diferença, mas não creio que vá “resolver” o problema. O composto que está no pneu original não pode ser tão pior do que o utilizado em outros caças.
    Abraços,
    Justin

    • Olá Justin Case

      Apenas reafirmando que, segundo o DOT&E , o problema está apenas nos pneumáticos do F-35B (STOVL). Ou seja, muito provavelmente é algo relacionado às operações VTOL. Eu (assim como outros aqui) acredito que o efeito da temperatura dos gases do bocal de saída tenha alguma influência nisso.

    • Justin,
      Quanto tempo! Um prazer falar contigo.
      No caso o elfinho bolorento é a versão B que decola no modo SSTO e pousa no modo VL.
      Como você tá cansado de saber no modo SSTO ele utiliza a força do fan e do bocal em 45º o que em tese deveria ajudar a aliviar o estresse sobre o trem de pouso e o pneu.
      No modo VL ele tá com baixo peso e seguro pelo propulsor . Não posso acreditar que o baque do desligamento do motor logo que o caça toca o solo seja tão grande a ponto de detonar com o pneu da orquinha voadora.
      Não seria mais provável ser mesmo o calor do piso ou a deflexão do jato do escape que atinge o pneu quando do pouso?
      O que também é difícil de acreditar tendo em vista que o tempo em que o caça fica pairado numa distância que possa produzir uma forte deflexão é mínimo e o motor é cortado logo que o caça toca o solo.

  46. Olá, Poggio.
    É que eu li que o problema é na durabilidade nos pousos convencionais, embora seja citado o F35-B.
    Abraço,
    Justin

    • Justin, sua leitura está correta. O DOT&E fala do problema da durabilidade do pneu nos pousos convencionais. Alguns de nós (eu incluso) é que suspeitamos de uma associação do pouso vertical com a redução da durabilidade do pneu em pouso convencional. Mas pode não ser nada disso. Eventualmente o pneumático não é resistente o suficiente para aguentar os 25 ciclos apontados pelo programa, independente de operações verticais.

    • Realmente Justin! Sua leitura está correta.
      O “problema” da orquinha vertical então não é tão grave. É só quando houver previsão de operação convencional continuada do “efinho” eles tirarem os pneus ultra-macios e colocarem os duros, igual na F1.
      O pneu bom para operações STOVL não duram muito quando em operações convencionais.

      • Seria interessante observar o efeito do calor dos exaustores do Turbofan Pratt & Whitney F135 e do Rolls-Royce LiftSystem sobre os pneus. Talvez a exposição ao calor intercalado com esforços em operações convencionais possam afetar os compostos e/ou durabilidade dos pneus.

  47. Os amantes do F35 vão ter que passar por estes estágios.

    De acordo com Elisabeth Klüber-Ross, perante uma catástrofe iminente, passamos por cinco fases diferentes:

    Negação – a situação não é levada a sério. A dimensão do sofrimento é tal que afastamos totalmente esse cenário;

    Raiva – quando finalmente tomamos consciência da situação, cresce em nós um sentimento de injustiça (“eu não mereço isto!”) que provoca uma fúria que dispara em todas as direcções e sentidos;

    Negociação – perante a evidência de que a raiva não é solução, o instinto de sobrevivência orienta-nos para uma estratégia em que oferecemos (tudo) o que estiver ao nosso alcance para obter mais algum tempo ou condescendência de quem supostamente tem o poder (o agressor, Deus, ou o destino, para quem acreditar nestes últimos);

    Depressão – falhada a negociação, entramos num estado de prostração marcada que se caracteriza pela perda de energia e de interesse por actividades habitualmente percepcionadas como agradáveis;

    Aceitação – compreendemos finalmente que não há nada a fazer, encarando com resignação o que nos está reservado.

  48. Matérias sobre outros aviões até rendem comentários, mas sobre o F-35 é uma inundação. A briga é boa de assistir, mas a barra lateral não acaba. HEHEHE Agora a culpa é até dos editores!!!! Pra mim quanto mais informações, negativas ou positivas, sobre quaisquer aviões tá valendo. Importante é informar.

  49. Pessoal acordou com fome de comentar hoje!

    Vamos com calma gente. Hoje estou sozinho para liberar os comentários. Sempre que posso, passo aqui e vou liberando tudo. Respeitando as regras ao lado, vale qualquer coisa (mas procure ficar dentro do tópico).

  50. The tires cost about $1,500 each. That works out to $300 per flight just to burn rubber. They’re made by Britain’s Dunlop Aircraft Tyres Ltd. “World-class aircraft tyres,” the company says atop its website. “And nothing else.” (Goodyear and Michelin make the tires for the Air Force and Navy F-35s. To confuse things even more, the Dunlop company making the F-35 tires is not affiliated with Dunlop car tires, which since 1999 have been part of Goodyear.

    • Yet manufacturing the tire isn’t its only shortfall, as handy Air Force mechanics have shown at two different F-35 bases. Tire-swapping airmen at Eglin Air Force Base didn’t like the three tool boxes for their work that came with the F-35 to their Florida base. They were able to cut the number of tools checked out for changing F-35 tires from 287 to 52, all in a single box. “It takes a lot less time now, compared to lugging out three boxes and a huge cart,” an Air Force wrench-turner said in 2013. “Also, there’s a lot less risk of losing tools now with one box as opposed to three boxes.”

      • The wheel shop at Hill Air Force Base got real good at changing tires on the Utah base’s F-16s using a hydraulic tool to separate tires from rims. When they got a similar machine for use on the F-35, they were surprised at its inefficiency. So they adopted their tried-and-true F-16 machine for the F-35’s tires instead. “Using the legacy machine means that we can load the F-35 tires by rolling them on instead of lifting them on as we have to do on the newer, manual machine,” an airman noted in 2016. “This saves a lot of time because only two personnel are involved, not four. By using the automated process, it takes half the time, which allows us to provide assets to the warfighter a lot quicker.”

  51. Sem me referir a nenhum comentário específico, queria apenas deixar minha opinião:

    Acho a postura do blogue equilibrada, embora nem sempre concorde com as postagens. Quando discordo, comento ou simplesmente não digo nada. Mas em hipótese alguma devo tentar interferir no trabalho dos jornalistas, afinal já são tão poucos os blogues que tratam de assuntos militares em nosso país. Num certo sentido, já sou agradecido por ter blogues como esse para nos informar de assuntos que não estão na mídia tradicional.
    Por outro lado, não deixa de se engraçado ler os defensores do “ocidente” e dos “valores democráticos” querendo censurar ou ditar regras sobre a linha jornalística do blogue… Será se a democracia como valor universal só vale quando for ao meu favor? Será se nesse caso não tem alguma ideia fora do lugar?
    Espero que o blogue prossiga com sua linha editorial moderada, que vem dando certo ao longo dos anos.
    Continuem com o trabalho!

  52. Conta de Padaria- 1.500 dez dias x 3 um mês =4.500,00 x 3000 =13.500,000,00 x 12 = 162.000.000,00 x três anos igual uma Tamandaré.

  53. Sempre que um ser humano se defronta com uma realidade adversa, há 5 reações em sequência: negação, raiva, negociação, tristeza e, finalmente, aceitação.

    Notamos várias vezes a reação de negação (isso não existe, não é assim, o SU-57 tem os mesmo problemas, os russos estão blefando, ect). Depois vem a raiva: “os russos são malvados, é uma ditadura, não divulgam as informações/não são transparentes, a Trilogia está sendo tendenciosa, vocês são comunistas). Engraçado como muitas vezes, a negação e a raiva vem quase ao mesmo tempo. Logo, estarão negociando (tipo, os f-15, f-16 ou f-18 dão conta – ou “vão ressuscitar o f-22). Em breve, a tristeza. E finalmente, a aceitação.

    • Desculpe colega, mas creio que é muito mais interessante debatermos o assunto da materia. Questões psicológicas ou mesmo psiquiátricas entendo que devem ser debatidas em blogs específicos.
      Abraços

  54. Segundo o modelo de Kübler-Ross, há cinco estágios para enfrentar o luto: negação, raiva, barganha, depressão e aceitação. Creio que esta escala também possa ser aplicada aos assuntos de defesa, sobretudo, se relacionado ao F35.

    • Que isso Mabeco. Não faz mal não!
      Me ajudou a decorar o modelo de Kubler-Ross que cita 5 fases psicológicas para aceitar o luto:
      1-negação
      2-raiva
      3-barganha
      4-depressão
      5-aceitação.
      Podemos até utilizar o termo mnemônico “NeRBarDA”
      Olha como é bom blogues sobre aviação. Hoje já aprendi que o pneu do F-35 não vale nada e que o Kubler-Ross propôs cinco fases para indivíduo aceitar o luto ou perda: negação, raiva, barganha, depressão e por último, aceitação, que podemos gravar pra sempre decorando o termo mnemônico “nerbarda”. Ou poderia ser também “nerabadea”, que significaria na sequência as fases propostas pelo famoso cientista e psquiquiatra Kubler-Ross que são: negação, raiva, barganha, depressão e aceitação.
      Nunca é demais repetir: NERBARDA ou NEABADEA.
      Valeu!

      • Bosco, eu já o admirava pelo conhecimento dos sistemas de armas. Agora o admiro também pela verve de comediante. risos. Vida que segue. abs

    • Não se preocupa, não. Logo a verdade será inequívoca. Os Estados Unidos já ameçaram atacar as forças sírias, se houver ataque com armas químicas contra civis. Isso oficialmente. E disse que farão isso sem autorização da ONU. É o velho ataque químico, de falsa bandeira, para justificar um ataque americano direto contra as forças sírias. Isso porque Ghouta, o último reduto dos terroristas defendidos pelo Ocidente, já entrou em colapso e vai cair. Questão de tempo.

      Por sua parte, a Rússia já avisou, pela Sputinik e pela boca do próprio Lavrov, que a resposta russa será imediata. Vocês insistem nessa história de que os russos fazem propaganda e blefam. Eles não blefaram nem na Segunda Guerra Mundial, nem na Guerra Fria. Acha que vão blefar agora. Pois bem, a paciência deles já se esgotou. A prova disso é o abate do F-16 israelense.

      Então, se os EUA atacarem as forças de Assad, veremos a eficiência e eficácia de F-35, F-22, S-300, S-400 e afins. Quer saber? aposto minha vida na Rússia.

  55. Só como curiosidade.

    Vocês sabiam que normalmente os pneus de aviões são inflados com nitrogênio ao invés de ar comprimido que geralmente colocamos nos pneus dos nossos carros?

    Em função da variação da altitude (e consequentemente da pressão externa e da temperatura) o nitrogênio evita que os pneus dos aviões se expandam e se contraiam como ocorre com os pneus com ar comprimido. Já experimentou medir a pressão do pneu do seu carro antes de sair da garagem e depois de rodar 100 km com o carro?

    • Sim Poggio
      O Nitrogênio é um gás inerte e como é apenas um gás mais estável com menos variações de volume com o aumento ou diminuição da temperatura. O ar, como é uma mistura de gases não mantem a mesma estabilidade. Os pneus de automóveis aquecem em média em torno de 60 até 80 graus, dependendo da carga e da velocidade e a pressão varia para maior em até 3 ou 4 psig com ar. Com nitrogênio a pressão praticamente se mantem constante nesse intervalo de temperaturas.
      Abraços

  56. Sou bastante crítico à indústria militar ocidental especialmente no quesito preço.
    Também sou crítico a esses problemas do F 35.
    Mas também tenho percebido uma certa guinada da trilogia à esquerda.
    Eu mesmo sou fã de muitas coisas da Rússia e acho que mostrar etc não é problema até porque se trata de uma escola de defesa (a Rússia).
    Sei que o F 35 tem apresentado problemas demais (ou talvez não já que dizem que muitos outros caças também apresentaram problemas no seu início – F 15, F 16, Rafale, Typhoon, etc).
    Sei que há muitos críticos nos EUA e deve haver muitos blogs com notícias negativas todos os dias.
    Não podemos fechar os olhos.
    Mas talvez devêssemos olhar com certa paciência.
    Me irrita a Lockheed Martin com sua “omissão”. Me irritam os russofilos radicais (pois eu também tenho certa simpatia com os russos) “malhando” o F 35.
    O problema é encontrar alguém ou um órgão de imprensa devidamente neutro que possa mostrar um retrato mais fiel da realidade.
    Para que nem fiquemos achando normais as falhas nem fazendo pouco dos EUA.

      • Quanto à existência dos 2.700 problemas (nem sei se há tanto lugar para problemas num único avião – tipo um é pneu; outro é assento ejetor; outro no painel de tinta. Chega um momento que não sabemos onde mais colocar problemas), não se está negando.
        O problema é como se lida com isso, especialmente com várias matérias desse tipo em sequência.
        Reitero que não nego (e muitos dos “americanofilos” ) a existência dos problemas.
        Mas preocupa (não sei se é o termo certo) o avacalhamento do projeto devido a todos esses defeitos em matérias.
        É tipo política. Para o governo reforma da previdência é uma necessidade para o país. Já a oposição fecha os olhos e diz que todo mundo vai morrer de trabalhar, muito embora a idade de aposentadoria em vários países seja acima dos 60 anos.
        No governo anterior houve uns 650 mil homicídios no país em treze anos.
        Um prato cheio para a entso oposição criticar.
        Já os apoiadores do governo de então fechavam os olhos e gritavam aos quatros cantos que os jovens, inclusive negros, eram as maiores vítimas de homicídio, como se o governo deles nada tivesse a ver com a violência no país.
        Em resumo, a partir de uma situação, pode-se assumir diferentes visões ou posturas. A situação é uma. Cada um pode ver com os olhos que quiser.

        • Nonato, você há de convir que matérias como essa são curiosas e aprende-se muito com esses temas e com os comentários inteligentes.

          Não há como negar. Trata-se de um fato jornalístico. Por que não publicar? Se alguns vão criticar ou elogiar, isso é problema de cada um. O que não se pode fazer é criticar o blog por expor o problema (mesmo porque ele já foi exposto pelo DOT&E e nós só cumprimos a nossa missão de informar os leitores lusófonos).

  57. Noticia sem pe nem cabeça. Que relevancia um problema no pneu tem para um caça? Que se troque a cada decolagem, ninguem liga se a guerra for vencida. Estou com o bosco, no sentido de que é salutar a democracia que tem este nivel de transparecia e deve-se noticiar, mas que sentido que de tem em noticiar um problema no pneu? Que se noticie um problema no motor, nas arma… Enfim, um problema relevante. Criar noticia ruim com nada me lembro um tal de sputnik.

    • Que relevancia um problema no pneu tem para um caça?

      Não conheço caça que decole ou pouse sem pneu na atualidade.

      Os A-4 da MB ficaram um bom tempo sem voar porque não tinham pastilhas de freio. Isso mesmo. Pastilhas de freio.

    • Claro, que as fabricantes de pneus doam os pneus para as FAs né? E o contribuinte como é que fica nessa história toda? Ainda mais o contribuinte americano, cujo governo tem uma dívida absurdamente elevada, uma hora essa bolha irá estourar, assim como já estourou no passado.

  58. Esperando as 2.000 e tantas noticias do tipo…. “Novo problema do f-35, parafuso sextavado nao cabe nem em chave 13 e nem em chave 14”.

  59. não é por nada mas a trilogia tá parecendo o plano brazil rsrs… com a diferença que lá tá as moscas, e aqui o o circo tá pegando fogo!

  60. Uma curiosidade, qual pneu sofre mais desgaste durante os pousos e decolagens? dianteiro ou traseiros?
    Fiquei na dúvida porque o dianteiro deve girar mais velozmente por ser menor, porém o traseiro recebe a pancada da aterrizagem e sempre é o ultimo a perder contato com a pista na decolagem…

  61. Uma coisa que tenho que realmente elogiar do F-35B: seu pouso vertical é muito mais seguro que o do Harrier e pode carregar muito mais que o mesmo.
    Mas cá entre nós, melhor parar com essas notícias ruins do F-35, pois cada um é um torpedo contra o navio inglês

  62. Eu vou repetir o que escrevi dias atrás: Se o F-35, construído por empresas do país que é pioneiro na construção de aeronaves steath, orçamento suficiente e corpo técnico capaz, tem tantos problemas como a midia diz, imaginem os problemas dos caças similares (russo, chinês e de qualquer outro país). Se fosse para fazer um Gripen ou melhorar o F-16, se fosse para jogar um “tintinha invisível”, eles teriam feito um trabalho nesse sentido.
    Não dúvido que existam inúmeros problemas com a aeronave, porém, a ideia era justamente essa: fazer algo que ninguém fez! Se não fosse os EUA terem feito caças steath como o F-117, B2 e F-22…jamais outros países teriam entrado nessa onde, entraram nessa onda porque sabem a superioridade dessas aeronaves, não tenho dúvidas, ninguém quer bater de frente com um monstro como o f-22 e até mesmo o problemático F-35. O mesmo vale para os mísseis russos, ninguém quer “testar” a capacidade daqueles monstros supersônicos.
    Como muitos aqui dizer, um contrato de 1 trilhão de dólares é alto demais…sem dúvida, é alto demais para apenas 1 ou 2 empresas. Vocês não acham que tem inúmeras empresas talvez a Boeing, querendo tratar o F-35 para abrir uma nova concorrência?
    Armas russas e chinesas custam o preço de um gol 1.0, são infalíveis e perfeitas desde o início da concepção…o F-35 tem problemas, mas podem ter certeza absoluta que os concorrentes tem problemas ainda maiores, caso não tenham problemas, significa que não desenvolveram um caça steath ainda.
    Por isso eu digo, não há ameaça a segurança nacional dos EUA divulgar problemas do F-35, problemas tem aqueles que não tem coragem sequer de divulgar números básicos de seus armamentos e fazem discursos de horas para mostrar “poder”. Alguém lembra de quando a Globo fez uma matéria dizendo que o Brasil tinha munição apenas para 1 dia de combate? isso enfraqueceu o Brasil? Algum país da região se achou mais poderoso que o Brasil? Não são bobos! O mesmo vale para os adversários dos EUA, brasileiro resmunda acerca dos EUA, mas não negam a imensa superiodade em diversos campos, especialmente no campo social…tão verdade que precisam erguer muros para conter a imigração em massa.

  63. Boa noite Poggio.
    O novo sistema de “reply” ficou muito bom. Mas gostaria de sugerir um aperfeiçoamento: seria possível ampliar o campo lateral direito com os comentários? Hoje mostra-se somente os últimos 10 comentários. Muitas vezes , algum tópico antigo recebe um novo comentário e não dá tempo de percebermos.
    Se não puder aumentar o campo , oferecer uma opção para abrir uma lista maior com os últimos 100 comentários, por exemplo.
    E mais , seria possível filtrar essa lista por nicks? De modo que pudéssemos acompanhar comentários de um mesmo forista? Enfim , são sugestões que acredito aumentariam o potencial de debate da Trilogia.

  64. Olá.
    Pneus de menor pressão têm mesmo limite mais baixo de velocidade. Sua maior deformação durante a rolagem faz com que alcance o limite de temperatura com velocidade mais baixa. Isso aconteceria em dias muito quentes e operação próxima ao peso máximo de decolagem. Assim mesmo, não vejo relação com o pouso, que é quando há o desgaste (pneu frio e avião mais leve).
    Para um excesso de temperatura causar desgaste durante a rolagem, só se o pneu “derreter”, que é uma situação que só tenho notícia em alguns casos específicos de hidroplanagem, em que o pneu não volta a girar ao ter sido travado sobre a lâmina d’água.
    Abraços,
    Justin

  65. Nao ha razões para questionar a idoneidade do Aereo, que sempre divulga claramente quais sao suas fontes.
    Por outro lado, todo e qualquer equipamento tem potencial de falhas proporcional ao seu nivel de complexidade.
    O programa F-35 é extremamente complexo, a começar pelo fato de contemplar tres aeronaves muito distintas entre si.
    No caso especifico em questao, nao devemos simplificar a análise focando apenas os pneus, isoladamente. Como acima foi dito, a alta temperatura dos gases gerados pelo motor na versão B ja introduz um carregamento substancial, fator este irrelevante nas versöes A e C. A iteraçao pneus, suspensão e estrutura é muito complexa. O efeito giroscopico, por exemplo, é enorme; quando de uma decolagem “normal” (inclusive na versão B) a rotaçao conferida à roda +pneu, pelo atrito na pista, faz com que ao recolher o trem de pouso seja aplicado um momento (e flexão)aos elementos da suspensão e…assim oor diante. A necessidade de prever impactos relativamente altos no pouso vertical – com a roda sem velocidade angular, entre outros aspectos- impõe, penso eu, que se utilize pressoes muito baixas de “calibragem” para majorar o amortecimento quando do impacto no mecanismo (ja relativamente fragil devido à premencia de reduzir o peso ) causando desgaste prematuro nos pneus quando das decolagens. Claro que aqui coloco uma descrição muito simplificada, mas o que é importante salientar é que esse caso envolve desd compostos especiais no material empregado nos pneus ate conexao à estrutura da fuselagem, e assim por diante.

    Outro aspecto: a necessidade de divulgar detalhes do progresso do programa de desenvolvimento do F-35 é imposto nao so pelo seu orçamento astronomico mas tambem pela democracia. Faz parte….

  66. Ainda,
    Projetos de aeronaves que prevêm grande desgaste de pneus exigem características especiais, como muitas lonas, composto resistente e abundante.
    Alguém citou o Mirage III, que tinha velocidade de toque em torno de 160kt. O pneu tinha, se não me engano, em torno de catorze(?) lonas cruzadas e era trocado quando aparecia a sexta(?). Cada pouso normal era um “bife” que saía.
    Por comparar com automóveis, tem muita gente que se assusta ao ver pneus com lona aparecendo em aeronaves. É absolutamente normal. A troca só é realizada quando limites são excedidos, sejam de lonas aparecendo, cortes, desbalanceamento, ranhuras, desgaste irregular, etc.
    Por exemplo, se coincidir de um pneu ter várias ocorrências de toque inicial em um mesmo setor, o desgaste local bai fazer com que não alcance a média de utilização.
    Justin

  67. Já pensaram perder uma guerra por falta de pneus… os Russos tem que atacar as fábricas de pneus.. destruição completa da cadeia produtiva de pneus..rs

  68. HMS TIRELES
    Impressionante
    Acho que vc é maior russófilo de todos os que comentam aqui
    Independente de qual seja o tipo de matéria na trilogia vc sempre fala da Russia e de seu Su-57

    • Na verdade, ele tem uma tara enorme é pelo J-20, ou pela, já que ele a chama de madame. Mas esquece que a madame raptor já passou pela mesma dificuldade, como se diminuir a primeira não fosse desenterrar os erros da segunda.
      É o comentarista mais ácido, mas apenas em uma posição. Na outra, parece até um soldado defendendo seu rei.

    • Não corro esse risco Fábio (de ser russófilo)…rs!. Nada contra o povo russo, muito pelo contrário, mas como apreciador da democracia e do Estado Democrático de Direito eu por princípio me oponho à autocracia comandadas por déspotas corruptos e seu círculo de oligarcas assim como regimes totalitários (de esquerda ou de direita)

  69. Na guerra do Vietnã, os comunistas decidiram pelo respeito pelo pânico, matavam uns bocados e fugiam, causando na opinião pública americana uma impressão de perda exagerada e desnecessária de vidas,os militantes patrocinados por muito cash, faziam sua parte, com manifestações, enfim a opinião pública venceu a guerra sobre os E.U.A, agora acontece o mesmo, muito dinheiro, não sei se asiático ou boingastico (linha de teoria maníaca da conspiração), criticando pneus, pintura, acendedor de cigarros, ponteira de escapamento, retrovisor, sistema de som suround, antena corta Pipa, etc.Vai que alguém decide diminuir o projeto… quem ganha? Quem não consegue competir com esse projeto!! Saí muito mais barato e fácil de destruir ele dessa forma.

  70. É complicado quando a ideologia ou a torcida interferem na análise. Vejo muitos aqui que criticavam a teoria do super trunfo usarem a mesma teoria para justificar o F-35. A arma final, a que irá decidir qualquer conflito em qualquer cenário previsível e por ai vai.
    Só que o problema não é a arma em si mas o conceito por traz dela e os cenários onde ela seria, de fato, decisiva.
    E é isso que eu gostaria de perguntar. Em qual cenário de conflito este avião, quando pronto e operacional, será decisivo?
    E eu só vejo uma resposta: uma guerra aberta contra a China ou a Rússia. É isso?
    E neste caso algumas dezenas destes aviões superariam algumas centenas de oponentes do tipo já hoje disponíveis?
    Seriam realmente o fator chave numa vitória militar?
    Seriam capazes de virar o jogo?
    Apenas lembrando dos exemplos históricos: na segunda guerra mundial os alemãs tinham o Me-262 que superava qualquer coisa que os aliados podiam opor. Eram imbatíveis no ar mas eram poucos. E os aliados, já que não conseguiam prevalecer em combate em voo mas dispunham de muito mais aeronaves, mudaram a tática e passaram a caçá-los quando em procedimento de pouso ou decolagem. E, como sabemos bem, ganharam a guerra.

  71. São tantos comentários que não tenho como lê-los.
    São uma verdadeira enciclopédia.
    No smartphone complica muito…
    Mas gostaria de discutir alguns pontos relacionados aos pneus.
    Só aguentar 10 pousos é muito pouco.
    Já imaginou os gastos e a trabalheira de ter que trocar pneus a cada dez vôos… Estão pior do que carros de fórmula 1…
    O especialista diz que nada tem a ver com tecnologia aeroespacial…
    Na minha opinião, nenhum dos problemas do avião tem a ver com tecnologia aeroespacial…
    Todos são problemas simples, relacionados a tecnologia já empregada há uns 60 anos… Tipo assento ejetor, oxigênio a bordo…
    Essa do software que reseta nada tem a ver com tecnologia aeroespacial…
    Ou o avião que não aguenta voar no meio de raios…
    São problemas já solucionados há décadas.
    Software é tudo igual.
    O ms-dos, Windows XP, windows 10, os atuais aplicativos do Android…
    Tudo é software é tudo funciona.
    Claro que os aplicativos atuais são mais modernos e complexos. Normal.
    Até porque o software do F 35 não custou apenas 500 milhões de dólares.
    A Saab está fazendo o software do gripen sem alarde.
    Software resetar em vôo em algo elementar…
    Essa do pneu…
    Estão procurando fornecedores que apresentem soluções.
    Pergunto: o que, em relação a pneus, o F 35 tem em relação a outros aviões, os harriers, por exemplo. Ou os F 18 que operam em condições extremas num porta aviões…

    • Srs
      Jovem Nonato
      Todos os softwares que você citou tinha/tem bugs.
      Dos citados, provavelmente o menos “bichado” é o MS DOS por ter menos linhas de código e ter sido mais “debugado”.
      Estima-se uma taxa de 3% de erros nos softwares de maior confiabilidade, taxa que tende a ser pior em softwares produzidos com menos cuidados.
      Sds

  72. Não vejo problemas em focar matérias sobre os problemas do F-35. Basicamente um caça que foi lançado na versão “Beta” e só terá sua versão “Gold” quando estiver em meia-vida. O problema são esses custos que ficaram escondidos e vão sendo somados para corrigir toda essa série de problemas que parecem mais ser de pré-série. 🙂

    []’s

  73. Vixiii! Mãe…o bicho pegou mesmo!
    Numa Guerra a primeira coisa que MORRE é a verdade!
    Quem disse que os norte americanos estão dizendo a verdade?!
    Do mesmo jeito que a Russia super estima seus equipamentos, vai que os EUA tomaram a estratégia contrária!!
    A SEGUNDA coisa que morre numa “guerra perdida” é as linhas de suprimentos e com elas civis.
    Haja pneus nos hangares heim!

  74. Caramba bela notícia eu não sabia que um caça de última geração tivesse pneus que durassem míseros 25 pousos, muito pouco, fico pensando na quantidade de relatórios que devem ser atualizados depois de cada voo, por exemplo pousou e alguém tem de estar lá anotando -1 vida útil do pneu, menos durabilidade do trem de pouso, menos durabilidade de outra coisa etc.
    Obrigado a este blog por trazer notícias sejam elas prós ou contra, sendo notícias que venham mais, isso é a tarefa do jornalismo de verdade, como diria Cármen Lúcia “Não cedo a pressão”, faça o dever, parabéns!

  75. Essa do pneu é mais um erro de projeto.
    Não previram a durabilidade há dez anos? Só agora descobriram isso?
    No que o F 35 é diferente, em relação a pneus em comparação a outros caças?

  76. Porque aqueles que não concordam com a linha editorial do blog e estão a reclamar quando notícias -sim, notícias e não meras opiniões – que são contra sua opinião não fazem seu próprio blog, ou simplesmente deixam de frequentá-lo?
    Essa coisa de querer ganhar no grito não é, infelizmente, exclusividade apenas daquela “esquerda” tão conhecida por nós todos.
    Venho aqui manifestar todo meu apoio aos editores: continuem nos brindando com matérias sérias e relevantes, independentemente do gosto de qualquer leitor.

  77. B-1, B-2, B-21, F-22, todos aviões com conceitos novos, que mostram que a tecnologia americana está anos-luz à frente da russa e chinesa. Duvido que esses aviões não tenham dado problema também, a diferença para o F-35 é que estão dando publicidade ao processo.

  78. Senhores, a USAF já se arrependeu de ter adotado o processo de desenvolvimento em paralelo no F-35, com produção simultânea ao desenvolvimento, que acabou entregando 200 protótipos.

    O caça de 6ª geração não será produzido da mesma forma.

  79. Se o problema de usar um pneu adequado é o impacto no peso da aeronave, é só tirar o armamento que a equação se equilibra.

    Com relação aos vôos em dias chuvosos, a opção é jamais guerrear contra a Inglaterra.

    Se não pode combater em dias de relâmpago, instalem um para-raio.

    Se o DAS não tem foco, nada que um óculos não resolva.

    Se o S-300 o intercepta a 300km de distância, é importante que o piloto mantenha a aeronave sempre a 301km do interceptador.

  80. Agora entendi porque nunca desdobraram o F-35 (qualquer letra) em algum operação real. A logística só para os pneus seria grande, imagina para minorar outros problemas?!

    Definitivamente, não dá pra achar que estes aviões seriam úteis na FAB, ou MB. Na minha opinião seriam mais dor de cabeça do que alegrias.

    • Imaginem isso num cenário real de Guerra. Os F-35 seguiram o exemplo do tanque alemão TIGER II, uma máquina na teoria formidável, mas que os seus defeitos os neutralizava mais que o fogo inimigo.

      Qualidade e Quantidade raramente andam juntas. Os EUA terão que escolher uma das opções abaixo.
      1 – Vão acabar como o F-22, reduzem as ambições globais do projeto e diminuem as compras totais;
      2 – Mantém o número planejado de aeronaves, mas com redução de suas capacidades;
      3 – Mantém a capacidade planejada no projeto, mas diminuem o número total de aeronaves.

  81. Ô aeronave complicada !!!!!!!! É cara demais, cheia de problemas e toda mão aparece uma…. Ainda bem que, quando o Brasil foi convidado a participar desse ” programa” não aceitou.

  82. Olá a todos!
    Eu pessoalmente estranho essa divisão entre EUA e Rússia nos fãs de caças,eu curto todas as aeronaves de combate,indiferentemente a sua origem. Claro que normalmente temos mais acesso a imagens,informações etc das aeronaves ocidentais.Agora,mesmo não sendo conhecedor,me parece que desenvolver e produzir o F-35 ao mesmo tempo foi um erro.Aí a coisa ficou “russa” se me permitem o trocadilho….
    OBS:Meu preferido é o F-15 ,e no Brasil sem dúvida o bom e velho AMX !

  83. Parabens aos editores pela materia!

    Sempre leio os textos da TRILOGIA e no meu ponto de vista as matérias são sempre imparciais.

    O unico fato negativo que realmente estraga o blog está sendo essa torcida organizada a favor desse ou daquele país.

    Mesmo quando um forista faz um comentario imparcial ainda assim ele recebe criticas depreciativas e sem fundamento algum so pq o que comentou vai contra a ideologia dos outros que nao concordam com ele. Isso é pessimo para o blog.

    No Plano Brasil impera a ideologia russofila que no meu ponto de vista é bem ingenua ja que grande parte deles acreditam em noticias do Sputinik e da Gazeta Russa. Mas os russofilos sao apenas ingenuos.

    Mas pior do que os russofilos la no Plano Brasil são os American Fan Boys aqui na Trilogia.
    Esse sim sao negativos para o blog simplesmente pq criticam tudo e ainda afrontam os editores com ideologias e nao com argumentacao,

    Os American Fan Boys criticam ate mesmo comentarios imparciais e bem fundamentados.

    Isso acaba desmerecendo o trabalho extremamente bem feito pelos editores do blog.

    Essa torcidinha ideologica de menininhos mimados realmente atrapalha muito quem quer aprender mais sobre o tema defesa.

    Se alguem elogia um material estrangeiro que nao seja americano então logo vem um monte de foristas criticar a abordagem de quem comentou mas nunca com uma uma contra-argumentacao valida e sim so com depreciação ideologica.

    Igual eu disse, os russofilos sao ingenuos ao acreditar em noticias fantasiosas, mas os American Fan Boys, esses sim prejudicam a boa reputação do blog.

    Aos editores, vcs estao de parabens, continuem o bom trabalho

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