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Boeing vai modernizar caças F/A-18E/F Super Hornet da US Navy

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Advanced Super Hornet F/A-18F com tanques conformais

ARLINGTON, Virgínia, 1 de março de 2018 – A Boeing recebeu um contrato para modernizar a frota da Marinha de caças F/A-18E/F dos EUA, estendendo a vida dos Super Hornets existentes de 6.000 para 9.000 horas de voo. No início dos anos 2020, a Boeing começará a instalar atualizações iniciais para a aeronave que converterá os Super Hornets Block II existentes em uma nova configuração Block III.

A conversão Block III incluirá capacidade de rede melhorada, maior alcance com tanques de combustível conformais, um sistema avançado de cockpit, melhorias de assinatura e um sistema de comunicação aprimorado. Espera-se que as atualizações mantenham o F/A-18E/F no serviço ativo nas próximas décadas.

“O foco inicial deste programa ampliará a vida da frota de 6.000 para 9.000 horas de voo”, disse Mark Sears, diretor do programa SLM. “Mas o SLM expandirá para incluir a conversão do Bock II para III, manutenção de sistemas e restauração e tarefas de manutenção de nível O destinadas a fornecer uma aeronave mais sustentável com uma vida prolongada e mais capacidade. Cada um destes jatos voará outros 10 a 15 anos, de modo que torná-los uma aeronave da próxima geração é crítico”.

O contrato de entrega indefinida é de até US$ 73 milhões. O trabalho começa em abril em um lote inicial de quatro aeronaves no centro de produção da Boeing St. Louis. Uma linha de produção adicional será estabelecida em San Antonio, Texas, em 2019. Podem ser concedidos mais contratos de acompanhamento nos próximos 10 anos. A frota da Marinha dos Estados Unidos é constituída por 568 Super Hornets.

Advanced Super Hornet F/A-18F

FONTE: Boeing

101 COMMENTS

  1. Outra aeronave que terá tela única, da AEL (?), mas com medidas de 19 x 10 polegadas, creio que maior que a tela do Gripen.

  2. Eu ainda acho que o Brasil deveria comprar alguns exemplares do F-18 SH

    Ter várias opções de caças deve dar uma melhorada em qualquer tipo de exercício. Os F-5 não vão dar nem para o cheiro contra os Gripens

    Se a parceria com a Boeing der certo, o Brasil poderia sim conseguir alguns F-18 a preço de custo.

    Imaginem o seguinte cenário

    2020 ~ 2030

    Gripen NG
    F-5
    AMX A-1
    F-18 Super Hornet

    Que sonho, que sonho.

  3. A FAB não precisa de Super Hornet para dar “melhorada em exercício”. A FAB precisa de mais Gripen E/F para proteger o nosso espaço aéreo.

  4. Completando o pensamento do Bardini, falta também recursos para mantê-los voando e a proficiência em voo dos seus aviadores. Ter rainhas de hangar não tem graça.

    Uma Força Aérea sem aviões de combate que possam combater é um aeroclube.

  5. Acho que o F-35C vai subir no telhado. A USNavy não nutre amores por aeronaves stealth.
    .
    Combo high-low sempre é desejável. Como vai ficar o alcance com tanques conformais seria interessante saber dado o nosso território. Mas tudo depende de $$$.

  6. o f-18 é uma aeronave muito boa mas estamos servidos de grispen,é acho que os EUA não nos beneficiará nem com uma unidade ,lembre-se que o f-18 perdeu para o grispen,isto deve ter doido um pouco,(perdeu não pelo aparelho,mas não transferência de tecnologia,espionagem do governo Brasileiro)É acho que essa parceria,construção de uma terceira firma não nos ajudariam nesta parte militar.

  7. Ronaldo, só uma sugestão: você sempre se refere ao Gripen como griSpen. Não existe nenhuma aeronave chamada grispen, muito menos o novo caça da FAB.

  8. Cada macaco no seu galho
    Cada caça nos seus céus
    Super Hornet é pra
    Super Potência
    Super Carrier
    Super Navy
    Se muito
    Aliados

    God Save The Super Hornet!

  9. Super Hornet é pra piloto invocado, piloto ‘badass’.
    Quero ver um Sukhoi cortar a proa de um caças desses e sair rindo depois.

  10. Um Hornet com tanque conformal passa a seguir o conceito russo, que compromete parte da carga útil com mais combustível interno (o tanque conformal passa a ser um tanque integrado já que não pode ser descartado em voo). A carga paga do Super Hornet é de 8 t.
    O Super Hornet leva 6,8 t de combustível interno e com dois tanques conformais adiciona 1,6 , indo para um total de 8400 kg de combustível interno. Tanto quanto um F-35. Isso incrementa em torno de 300 NM ao desempenho do caça.
    Supondo que cada tanque pesa vazio uns 400 kg e somado com o os 800 kg do combustível e têm-se 1,2 t por cada tanque conformal cheio. Como são dois têm-se 2,4 t que é comprometida da carga paga.
    Ainda sobra 5600 kg. O que ainda é uma baita carga.

  11. O Super Hornet era meu sonho para a FAB , um avião robusto e pronto par atuar em país de dimensões do Brasil…mas custa muito caro para a FAB!

  12. João,
    É um pod furtivo de armas.
    Tem um IRST integrado a um tanque de combustível que é levado na linha central mas não é esse aí não.

  13. Bosco, obrigado pela informação sobre a autonomia,
    .
    Ronaldo de souza gonçalves
    F-18 perdeu por causa da PresidANTA que deu piti por causa do Snowden.
    .
    Quem disse que o F-18 é “um projeto antigo, que não permite aperfeiçoamentos” deve estar a morder a língua.
    .
    “O contrato de entrega indefinida é de até US$ 73 milhões”, por cada caça ?
    .
    Não foi citado radar AESA, mas como não rolar ?

  14. Gostaria de ver o SH na FAB, mas baseados no litoral. 24 ou 36 unidades para apoiar os navios da MB.

    Na verdade, meu preferido para isso seria o Su 34.

    De qualquer forma, é viajar na maionese. Prefiro que o foco seja no segundo lote do Gripen e, quem sabe, um terceiro, no futuro.

  15. Felipe,
    A vantagem do Su-34 é se você quiser usar aqueles mísseis de 4 toneladas para atacar navios. Se deixarmos de lado o padrão russo de mísseis antinavios e adotarmos o padrão ocidental não há muito diferença de desempenho não. Um Super Hornet resolveria.

  16. Bosco, acompanhando seu raciocínio, seria possível a decolagem com os CFT vazios e completa-los em voo?
    Acredito que aumentaria o tempo on station dele certo?

  17. A USN agora torce no campo místico e trabalha no campo técnico, ou vice-versa, para em 15 anos o projeto F-35 estar tecnologicamente amadurecido e financeiramente equilibrado e também um novo CDF estar em condições de substituir o então lendário (já o é) e vetusto (será) Vespão.

    Dos CDF que vi voarem o Phantom ficou por 26 anos, o Tomcat por 32 anos, e agora o Vespão estará por 36 anos …

    Assim, a tecnologia da aviação ainda não dessa vez reduziu a cronologia da renovação, especialmente pelos custos crescentes – e por vezes contraproducentes – da sua evolução …

  18. Sera que esse black iii vira com as baias de armas externa ? O texto não fala nada mas como essa nova configuração emprega muita coisa do advance SH fiquei com uma “pulga atrás da ‘zorelha’ ” kkkkk. Quanto ao SH sempre quis ele mesmo depois da escolha do gripen, ainda sonho do brasil comprar uns 12-24 SH para substituir os f-5 ate o segundo lote dos grifos e depois pedir pra boeing converte-los em growlers, melhor que criar uma versão EW do gripen como alguns “lunáticos” querem.

  19. Sim. É simplezinho. Não precisa nenhuma adaptação de obras civis nas bases, nenhum curso, ferramental, bancadas, suprimentos, publicações técnicas, formação de pessoal etc. Vou ali na BOEING pegar um F-18 e trazer voando. Vou tirar a naftalina do macacão. É só preencher o plano de vôo. ..
    Qual seria a dificuldade ou empecilho em utilizar um F-39F na missão de combate eletrônico?

  20. Existem as viúvas enrustidas do Rafale…
    Existem as viúvas lunáticas do Su-35…
    Existem as viúvas russófilas, que ainda sonham com Su-34 na MB!
    Mas as mais chatas, sem dúvida nenhuma, são as viúvas do Super Hornet.
    .
    Toda matéria, sobre qualquer caça que seja, é mesmo mimimi de sempre. Tá loco!

  21. Pior é pensar que implantar uma aeronave da complexidade do F-18 é questão de CUSTO. Parece que vão à concessionária e saem dirigindo. É só emplacar! Moleza.

  22. É vai continuar, não que o gripen seja um mal caça, acho ele ate melhor que o SH, eu apoio o SH pra ter uma versão EW, que será mais barato que desenvolver uma versão nacional com a mesma capacidade, sem contar que podem suprir um gap como disse que pode acontecer. Rinaldo, pode lá falar, pq se não tiver dinheiro pra adquirir um caça EW ja existente muito menos terá pra desenvolver um! Parece que alguns aqui não gostam de ter suas ideias confrontadas! Ai vem o clubinho todo defender!

  23. Falou bem. Idéia é bem diferente de realidade. Pode tê-las à vontade. Já participou de alguma implantação de aeronave na FAB? Eu já.

  24. O Gripen NG não deve nada em tecnologia para as versões mais recentes do F-18, Rafale, e outros da mesma categoria geração 4.5

    Para combate a curto alcance, ainda me arrisco a dizer ser o mais efetivo pela menor assinatura de radar e manobralidade.

    Infelizmente só poderemos esperar um segundo lote em 2024 quando todos os 36 tiverem sido entregues.

  25. Então, Bardini, parece ótimo mas ê quanto ao custo é viavel ? É mais viavel que uma aeronave pronta ? No mas acho que já saímos do topico e vou voltar a minha pergunta anterior. Será que esse block iii vira com as baias stealth externas ? Como será esse block iii? Igual o advance SH ou se tera algumas tecnologias do mesmo ?. Sempre achei uma otima ter aeronaves de 5gen combinadas com aeronaves 4,5 ou 4++ modernizadas com tecnologias como as baias externas dentro outros sistemas, o ideal ao inves de uma forca “full” stealth.

  26. Aquele velho carteiraço do tipo “eu já implantei aeronaves na FAB”… “esse aí é um que quis entrar e não conseguiu…”… “já comandou tropa em campo? Pois é, eu já…” e assim por diante…
    .
    Olha, obras civis… um único SH sai na casa dos U$ 80 milhões… com esse valor, dá para realizar todas as obras necessárias em todas as bases aéreas da FAB… quiçá nas poucas que implantarão as aeronaves…
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    Ferramental, pilotos, documentos… isso é necessário para toda e qualquer aeronave, seja de alto ou baixo desempenho… então, essa não serve…
    .
    Custo… sim, a implantação de uma aeronave é questão de custo… afirmo com 90% de certeza que o custo de implantação do Gripen é superior ao SH, pelo simples fato de que o F-39 ainda está em desenvolvimento… mesmo tendo sido lançado no início da década de 1990…A FAB está aprendendo a voar o C/D para depois ir ao E/F…
    .
    Meu favorito era o Rafale, depois o SH e por último a formiga atômica… mas como aqui não se tem $ para o que realmente importa, veio o suéco…
    .
    Com essa atualização, no meu ponto de vista, o SH supera o “Grispen” e dá uma sobrevida ao vespão…
    .
    Sds.

  27. “parece ótimo mas ê quanto ao custo é viavel ? É mais viavel que uma aeronave pronta ? ”
    .
    O Gripen E/F tem quase tudo do “AREXIS”, só falta o POD de Ataque Eletrônico, que a SAAB vem desenvolvendo. É mais barato comprar Growler ou alguns POD?

  28. “falta o POD de Ataque Eletrônico, que a SAAB vem desenvolvendo” Bardini e isso é barato ? A Saab vem mesmo desenvolvendo? Ou só apresentou uma ideia ? O Brasil se comprar ira comprar pronto ? Ou ira querer TOT? A Fab nao vai querer a AEL no meio ? É a conversão da aeronave para EW?

  29. E vc acha que o da Saab esta que nem esta pronto é mais barato ? Bom, no growler ainda tem a opção de ser adquirido por FMS, muito mais facil de pagar. No, mais eu so disse que se fosse pra adquirir uma versão EW do gripen era melhor comprar um growler, não disse pra Fab comprar um caca de guerra eletrônica.

  30. E que era meu “sonho” ver uns 12 ou 24 SH fazendo dupla com o gripen ate os 106 que a FAB quer estarem operacionais e depois disso converte-los para o Growler.

  31. Quando eu vejo essas pessoas desrespeitando um coronel e defendendo suas loucuras, ai eu entendo pq o pais ta uma merda. Você pode até jogar futebol, mas nunca vai saber mais de futebol que um Ronaldo, Romário e varios outros, sabe pq? Pq eles jogaram com os melhores jogadores do mundo. Vergonha alheia pelo Augusto e Lewandowski, vcs deveriam ir pro cantinho da vergonha kkkkkk.

  32. Queria entender a lógica usado por você Augusto, utilizar um caça de outra cadeia logística, que precisa de um treinamento específico, é mais caro de adquirir e manter, sendo que existe a opção de utilizar um outro vetor com a mesma capacidade sem essas desvantagens. Isso é puro capricho de querer o f-18 ou tem alguma razão lógica nisso?

  33. Perdoem-me, mas eu não entendi esta parte:
    “O contrato de entrega indefinida é de até US$ 73 milhões”.
    73 milhões é o custo por unidade ou o custo total? Nenhuma das hipóteses parece fazer sentido. Caro demais para ser o valor por unidade e barato demais para ser o valor total…

  34. Amo a galera que resolve contradizer o óbvio.
    Na área que atuo conheço muito, sem isso eu nem conseguiria trabalhar. É assim em todas as áreas.
    Mas aqui, uma pessoa que passou por treinamento desde os 14 anos, trabalhou durante trinta e cinco anos na força armada especializada, recebeu todas as promoções possíveis. Só não continuou pois recebeu uma proposta melhor da área privada.
    Na área privada atua há anos, está sempre migrando para aeronaves melhores e contemporâneas. Não estagnou. Mas eu que não sei ler nem um altímetro sei mais, porque eu tenha minhas convicções, tenho direito as minhas opiniões.
    Cada uma……

    Sobre o tema claro que se os norte americanos usam pode e deve ser bom.
    Eu particularmente sonho com o F15, acho o The best. Mas é o meu sonho, sonho não custa nada, só custa o tempo que estou dormindo. Que nem sempre consigo.
    Fora isso, prefiro ter 144 Gripens bem ativos, outros outros 36 de reserva, já fariam com que apenas as maiores nações bélicas quisessem invadir nosso espaço. Mas acho que esse número todo já entra no meu mundo onírico também.

  35. Felipe,
    Uma configuração bem interessante para ataque naval do SH com tanques conformais seria:
    2 tanques conformais: 2,4 t
    2 Harpoons: 1,4 t
    2 SLAM-ER: 1,7 t
    2 HARM/AARGM: 740 kg
    2 AIM-9X: 170 kg
    2 Amraams: 320 kg

    Somando isso tudo dá menos de 8 t.
    * Desconsiderando o peso dos lançadores e cabides.

    Thiago,
    Nesse meu exemplo aí de cima se fosse acrescido um tanque ventral ultrapassaria o peso máximo de decolagem, aí o avião poderia ser reabastecido em voo encher os tanques internos, conformais e ventral e ainda levar essa carga exagerada de armas contra um alvo distante.

  36. Jacinto
    Fiz a mesma pergunta sem resposta. Acredito que seja 73 milhões de dólares por unidade, até porque os EUA tem $$$ para gastar.
    .
    Já se sabe o raio de ação estimado do F-39 em ações de ataque ? Iguala o do A-1 ?

  37. Parece que o Bosco ficou excitado com este F-18SH Block3 na FAB em missões de ataque estratégico e interdição naval. Parece que supera não só o A-1 como o F-39 nessas missões específicas, já que em defesa e superioridade aérea o F-39 faz o mesmo por menos.

  38. Eu acho que a deveria ter adquirido o SH, mesmo gostando dos Flankers.
    Quem vai produzir o “grispen” no Brasil? A Boeing-embraer?

  39. Não vou mais ficar discutindo e lamentando que o F/A-18E/F não foi o escolhido pela FAB. Esse momento já passou, o Gripen E/F foi o escolhido e como bem asseverou o Cel. Rinaldo em outra oportunidade ele é o nosso futuro e, portanto, devo torcer que dê certo….

    Dito isso, cabe dizer que não há duvidas de que o Super Hornet é um dos caças mais bem sucedidos de todos os tempos. Não tem a mística do F-14 ( muito mais fruto do filme Top Gun e dos seus AIM-54 Phoenix) e segundo seus pilotos tem um desempenho “ligeiramente menos esportivo” que os Legacy Hornets. Contudo é um aparelho tremendamente eficiente que realiza Tarefas que antes cabiam à três aviões (F-14, F/A-18 A/B/C e EA-6B). E não se trata de um pato que anda, nada e voa mas não faz nenhuma delas bem e sim de um aparelho que executa MUITO bem todas as tarefas que lhe são atribuídas. É um excelente caça de combate aéreo, um excelente avião de ataque e também um excelente avião de guerra eletrônica e tudo isso em uma mesma plataforma representando uma brutal redução de custos.

    • Como eu sempre digo, NO FUTURO, se o Brasil voltar a ter um governo decente e progressista uma coisa que FARIA SENTIDO para uma FAB mais ousada seria a Embraer fazer um Super Gripen biturbina com a tecnologia adquirida agora…
      Um caça com pernas mais longas para um Brasil Continental…

      Quem sabe agora, com a nova Boeinguembraer, o projeto a longo prazo não acaba em um Advanced Super (ou UBER) GriHORNETpen ou HorGRIPENnet ou um Frankenstein qualquer…

      • Sem querer entrar no mérito do governo “progressista e decente”, algo que certamente não houve “nestepaiz” de 2003 a 2016, se fosse para adquirir um aparelho biturbina de 4,5 geração que se comprasse o F/A-18 Super Hornet e não querer “reinventar a roda” colocando outro motor no Gripen.

        Ademais a lenda de que apenas caças bimotores têm pernas longas já não é válida há muito tempo…

        • A discordância nossa é CLARA “progressista e decente” foi e é para ti os governos que vieram antes e depois do período que referiste, hum tá bom incansável…
          Outra diferença de CONCEITO é que eu falo em aproveitar a tecnologia do programa Gripen para desenvolver NO BRASIL um biturbina para a FAB e tu em comprar na prateleira da Boeing…
          Bem como o progressista e decente governo atual vai vender a embraer para Boeing meu sonho em breve será irrelevante. A Boeing não vai querer desenvolver um caça militar para o Brasil vai vender um que já fabrica para os EUA…
          Teus conceitos seguem bem distantes dos meus…

          • De fato nossa discordância é clara! Progressista e decente é um governo que até a presente data nunca houve “nestepaiz” salvo talvez em relance durante os anos JK pelo menos no tocante ao progresso.

            Voltando aos caças, embarcar em um biturbina de 4,5 geração a partir do zero agora significaria termos um aparelho caro e obsoleto quando o mesmo entrar em serviço depois de 2030.

      • Gilberto Rezende, bacana a ideia de ter um caça Biturbina do Gripe, mas não deverá acontecer porque o Gripen é um caça barato, um projeto simples e tecnologico para países que não têm condições de comprar caças como SH, Rafale, etc.

        • Não é uma questão de barato.
          A questão é como a própria FAB coloca no seu site DIMENSÃO 22 que é o atendimento da área total da missão da força aérea brasileira.
          As limitações do Gripen para o tamanho do Brasil, mais cedo ou mais tarde, serão visíveis para os próprios responsáveis da FAB.
          Não há como escapar desta REALIDADE, o gripen foi projetado para servir a Suécia que é uma fração do território brasileiro e uma tripa estreita de território.
          É um INSULTO a inteligência de qualquer um, que tenha a pretensão de ser planejador militar, que com 36 Gripens apenas se dará conta da cobertura aérea a um país do tamanho do Brasil.
          A VERO ou a FAB eleva a frota de Gripens para algo próximo de 100 aeronaves e descentraliza a primeira linha de caça da FAB pelo território ou empurra o Gripen para uma posição de LOW e busca um caça HIGH com capacidade de alcance mais compatível com o tamanho do Brasil, China, Russia, EUA que usam aeronaves maiores e biturbinas como seu vetor principal.
          Como o que a FAB tem delineado é um enxugamento ainda maior nas bases e esquadrões pelo Brasil.
          Por mais que DOUREM a pílula o REMÉDIO é amargo.
          Teremos uma FAB pequena, rala e se DEUS ajudar com 36 Gripens e 30 KC-390 (se tudo der CERTO) para tomar conta da DIMENSÃO 22…
          BOA SORTE na missão nas próximas décadas…
          Vão precisar…

          • Meu caro Giba o planejamento da FAB vai no sentido de que sejam adquiridos três lotes de 36 Gripens, o que perfaz a quantidade de 108 aviões que irão substituir 53 A-1 e 43 F-5E.

            No mais caça biturbina é coisa para países ricos ou que enfrentam ameaças existenciais poderosas como é o caso de Israel. Na nossa realidade o número de Gripens pretendidos (108) me parece adequado.

          • Ok, Gilberto Rezende. Eu sei que a Suécia é pequena em comparação com Brasil e tudo mais. Eu queria um mix de Su-35 e Gripen, ou somente o SH, mas fazer o que. Concordo com você que 36 Gripen só da para proteger Brasília e um pouquinho mais. Saudações.

          • Corrigindo: concordo com você, no seu comentário. A parte do Gripen só proteger Brasília e um pouquinho mais é minha. 👍

  40. Bosco.
    Tudo bem, só estou brincando.
    Mas uma força de ataque com F-18Block3 poderia levar uma carga bélica superior a outra força composta pelo mesmo número de A-1 sem tanta necessidade de escolta ?

  41. O f-18 tem o dobro da capacidade de carga e do alcance do AMX, além de ter um arsenal mais amplo, mas vale lembrar que o gripen E/F não faz feio.

  42. Um exemplo de configuração de ataque ao solo seria:
    2x KEPD 350 Taurus = 2800kg
    2x MBDA Meteor = 380kg
    2x A-Dater = 178kg
    1x MAR-1 = 274kg
    2x tanque de 450gal. =~3200kg (não achei o peso considerando o casco)
    Nada mal para um caça do porte do gripen.

  43. Olhando bem as especificações acho que não rola esses tanques de 450gal. não, seria o de 300gal. mesmo, ainda assim impressionante.

  44. Delfin,
    A flexibilidade do SH é maior do que a do A-1. A versão Block III terá dois tanques conformais e ainda terá 5 pontos duros molhados para tanques. Ou seja, um SH com dois CFTs (tanques conformais) pode levar ainda 3 tanques externos, 4 bombas de 1000 lb, dois amraam e dois AIM-9X.
    Acho que o A-1 não consegue levar tanta carga na mesma distância e ainda dar conta de se defender.

  45. Como já disse o Ivan uma vez, caça nenhum sai em missão de combate com mais de 3 tanques externos ( a menos que seja em missião REVO “buddy” , que aí pode chegar a 5).
    Muito provavelmente com tanques conformais não serão precisos mais que dois tanques.

  46. Agnelo 5 de Março de 2018 at 9:56

    Abastece ali no posto ipiranga.

    Vida longa ao Vespão,

    aos dos seus operadores e aqueles que podem adquiri-lo, mante-lo, opera-lo, moderniza-lo e todo “a-lo” possível.

    Para nós já era, agora é F 39 e ponto.

  47. A notícia está meio resumida demais para uma mudança de Block II para Block III.
    Este programa de renovação dos Super Hornets da US Navy é CRUCIAL a longo prazo para o Programa Gripen (tanto para o Brasil como para Suécia).
    Na FlightGlobal uma matéria mais extensa dá conta que está incluído no pacote do Super Hornet Block III a remotorização EDE do motor F-414 que dará vida estendida e mais 15% de potência a motorização.

    Esta nova variante do F-414 EDE só existirá se a motorização for incluída no programa da US Navy e só assim ela estará disponível para o Gripen e o cada vez menos provável Sea Gripen (talvez na Índia)…

    Isto impacta diretamente as possibilidades futuras da aeronave principal do Brasil…

    Tomara que ocorra esta modernização…

  48. Lewandosky, 00:42h.
    Quando eu quero saber algo de engenharia aeronáutica pergunto pro Aerococus, Luiz Fernando, Caerthal, Engenheira Gata, e outros. Quando quero saber alguma coisa de armamento aéreo, pergunto pro Bosco. Quando quero saber alguma coisa de Infantaria ou carro de combate, pergunto pro Agnelo. E por aí vai. Não tem nada a ver com “carteiraço”. Devaneios nessa história do FX-2 enchem o saco. “Eu prefiro 1.000 F-35!”. Como bem diz o Juarez, “saiam do mundo de Alice”. Já foi postado aqui, algumas vezes, o custo operacional do F-18 e do Rafale.
    Mas tem gente que ensinar o padre a rezar a missa.

  49. É até engraçado ver uma pessoa reconhecidamente competente, como uma vida inteira de serviços prestados ao país ser tratado de forma desrespeitosa por um ilustre desconhecido. Quem foi mesmo que disse aquela frase: “o problema do mundo é que as pessoas inteligentes estão cheias de dúvidas, enquanto que as pessoas ignorantes estão cheias de certezas”

  50. Delfim, com certeza. E outros nas suas respectivas áreas. Não sou melhor que ninguém aqui, muito pelo contrário. Longe disso. Opiniões e idéias todos têm direito à elas. Penso, salvo melhor juízo, que nossas opiniões e idéias são melhor fundamentadas, e acolhidas, quando o fazemos com o mínimo de “pé no chão “, sem a petulância de mostrar-se dono de um conhecimento fora da sua profissão. Entusiasta é uma coisa, profissional é outra.
    Por isso recolho-me à minha ignorância em várias matérias, e aprendo com quem sabe.

    • Não fazia sentido escolher o Super Hornet no FX-2 mas fazia sentido escolher o Rafale, mais caro e que usa apenas armas francesas. Qual a lógica?

  51. Quanto a esta modernização, opção mais do que racional. Seja do ponto de vista fiscal (a USNavy possui cinco centenas em seu inventário), seja do ponto se vista operacional (nada mais inteligente dá-los melhores equipamentos e sistemas).

    Minha opinião.

  52. Se as conversões para block III iniciam-se em 2020 e a expectativa é estender a vida útil por mais 10 a 15 anos, podermos ter F-18SH em 2035? Interessante… Parece que a US Navy não está segura quanto as versões B e C do F-35.

    • Rodrigo,
      A USN não tem intenção de substituir seus Super Hornets (E,F) pelos F-35C e sim substituir seus Hornets (A,B,C,D). A USN pretente operar juntos os F-35C e os F-18 E/F.
      Já os Marines querem substituir todos os seus caças (Hornets e AV-8) pelos F-35 B e C.

      • Ok, vamos refazer:

        O Departamento da Marinha, onde estão subordinados o USMC e US Navy, tem alguma desconfiança do F-35 B e C. Ou o F-18SH ficará apenas para ataque eletronico? Eu aqui brazuca não consigo entender o esforço financeiro em torno do F-35 se pretendem manter o F-18SH em conjunto.

  53. Coronel Nery, entendo nada de aviação perto do senhor.
    Mas sou servidor há 26 anos, sei muito bem que inexistem políticas de longo prazo, de Estado, e sim as oportunistas (em duplo sentido) de Governo.
    Cada governante que assume faz questão de “zerar” os projetos do antecessor, ou se apropria na cara-de-pau destes, ao melhor estilo “nunca antes na história deste país”.
    No caso dos caças, já viu-se FX-1, “fome (e caças) zero”, FX-2, a cada momento um modelo e um orçamento.
    Na atual conjuntura escolhe-se o F-39 como caça único, espera-se 108, mas dentro do meu conhecimento não aeronáutico mas de servidor, sei que amanhã as coisas podem mudar para melhor ou pior, e tudo se altera. Dança-se conforme a música.
    Abs.

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