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Avião C-105 acidentado em Roraima foi canibalizado

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Em fevereiro de 2016, um avião C-105 Amazonas da FAB sofreu um acidente em um pouso no aeroporto de Surucucu no município de Alto Alegre em Roraima, na região Amazônica. Segundo relatos da época, o trem de pouso da aeronave teria colapsado.

Agora circulam fotos nas redes sociais da aeronave acidentada, totalmente canibalizada, provavelmente para suprir de sobressalentes às outras aeronaves do tipo em uso pela FAB.

A Força Aérea Brasileira comprou doze aviões de transporte Airbus C295 (denominados C-105 na FAB) no ano 2005 para substituir os C-115 Búfalo. A primeira aeronave C-105 matrícula FAB 2800 foi recebida pela FAB no dia 16 de outubro de 2006.

A matrícula da aeronave acidentada é FAB 2808.

69 COMMENTS

  1. Condenar uma aeronave inteira por causa do trem de pouso, é muito esquisito, além de um grande desperdício do dinheiro do contribuinte.

  2. MAs já???

    10 anos só e tem que canibalizar?

    Seria tão caro assim arrumar o que estragou nesse trem de pouso que a melhor solução foi a de desmontar todo o avião?

    As outras aeronaves que estão em uso estão se desgastando tão rápido assim que já estão preparando as peças para elas?

  3. Silas 5 de Fevereiro de 2018 at 14:14
    .
    É viável porque certamente não existe outra opção. A célula deve ter ficado danificada além de reparo ou economicamente inviável. Ao relento é que essas peças não ficariam.
    .
    Pelo menos a célula pode servir para instrução de mecânicos.
    .
    Afinal o que aconteceu com aquele C-130 lá na Antártida. Como anda essa novela?

  4. Pra mim, isso foi um absurdo!!
    Na época, as imagens não relatavam avarias tão significativas, mas quem sou eu.
    Mesmo assim, acredito que os reparos seriam possíveis.
    Agora…uma a menos mesmo!
    De vento em “proa” caminhamos…
    Que desgosto!

  5. Pouso duro danifica a célula da aeronave. A mesma pode não ter condição de segurança para voar novamente.
    .
    Fica a pergunta. O trem de pouso colapsou por causa de um pouso duro ou ele falhou mesmo?

  6. Situação estranha viu. Avião relativamente novo e canibalizam por causa de um trem de pouso? Deve ter detonado mais coisa pra chegarem nesta conclusão com certeza.

  7. Com certeza o custo do reparo não valia a pena. Ninguém vai dar uma autorização dessas sem estar embasado em custos. Houve um estudo e chegou-se a um consenso. É triste mas nem sempre uma aeronave tem um vida operacional longa. Sds.

  8. Muito estranho. Outro “irmão” europeu de papel é o A-400M.
    Por essas e outra que as aeronaves russo-americanas levam vantagem. São mais parrudas e aguentam pancada.

    Sds.

  9. Tenho muita confiança nos padrões técnicos e profissionais da FAB. O que permite afirmar que este avião estava condenado. Não existe quebra galho ou mais ou menos em aviação. Vejam o mais ou menos do sub Argentino.

  10. Mais uma contradição da FAB! Canibalizou uma aeronave relativamente nova! Danificou a célula diriam alguns! Besteira muita! A FAB já recuperou aviões em estado bem piores do que esse! O que acontece é que é uma aeronave relativamente nova! Se fosse um pau véio de uns 30 anos de idade ou mais (vide os Orion Electra) trocava tudo até as asas e motores!

  11. Olhando as Imagens, não se vê nada assim tão grave, como para condenar a aeronave.
    Normalmente ela deveria ter passado por um overall de controle de danos severos na estrutura.

    Acredito que poderia ter sido salva mas, na urgência de botar outra aeronave em melhor estado, decidiram canibalizar. Em outras forças (com menos recursos) essa célula teria sido salva.

  12. Não seria de se perguntar se é viável deixar equipamentos eletrônicos dessa aeronave ao relento ainda mais numa região com clima equatorial, quente e úmido como o é da região e se célula ficou realmente tão danificada a ponto de não compensar economicamente o conserto?

    Seria interessante o blog solicitar esclarecimentos a respeito disso. Como já disseram acima, é ainda uma aeronave nova. Ela foi entregue à FAB em 2009 ao Esquadrão Onça (1º/15º GAv) sediado em na BACG em Campo Grande – MS. Moro praticamente em frente à base.

  13. E para quem acha que canibalismo só acontece nas selvas da Amazônia, e bom lembrar daquele C-130 que foi desossado em plena Antártida.

  14. Na minha opinião não se trata nem de uma questão especulativa. Como já mencionado por muitos aqui, a célula foi danificada além do que seria economicamente viável ser reparado e foi canibalizada. Simples assim e atitude correta. Para ser mais coloquial com isso a aeronave ‘deu perda total’ e aproveitou-se dela o que foi possível, então não houve desperdício após o acidente.

  15. Com certeza teve algum dano da estrutura, que não é visível, para justificar a não reestruturação da aeronave. Acertada a atitude da FAB, melhor ter peças de reposição no estoque do que gastar mais para aquisição de novas… em tempo, o esquadrão incorporou um c-sar novo em 2017 e desde 2012 algumas aeronaves c105 estavam parando por falta de verba para peças…

  16. É impossível julgar qualquer fato apenas por fotos, precisaria ver o laudo técnico de avaliação do acidente, mas não duvido em se tratando do Brasil que tenha sido canibalizado por falta de dinheiro.

  17. Muitas vezes apesar do avião ter condições de ser recuperado, existe a questão do custo de recuperação X a necessidade de suprimento.
    Eu visitei o PAMA-SP no final dos anos 80 e estavam desmontando um Buffalo, o Sub-Oficial me explicou que o avião estava perfeito, mas precisavam de duas hélices, dois motores, um trem de pouso, muitos aviônicos, componentes hidráulicos e outros componentes para manter os outros Buffalos voando, se fossem comprar estas peças o valor seria um absurdo, e não existiam recursos em plena crise Sarney, então resolveram desmontar um para fazer os outros voarem.

  18. cesar 5 de Fevereiro de 2018 at 15:09
    .
    “mas não duvido em se tratando do Brasil que tenha sido canibalizado por falta de dinheiro.”
    .
    Não creio. Certa vez a FAB passou anos reparando um Tucano acidentado em um pouso e o recolocou em operação e esta é uma aeronave bastante comum no inventário. Uma a menos não teria feito diferença.
    .
    Uma aeronave como o C-105, importante e escassa como é, se tivesse condições de ser reparada o teria sido ou estaria em vias de ser.

  19. essa aeronave nao e fabricada no brasil logo qualquer reparo estrutural de maior porte teria que manda pro fabricante na europa os custos talvez fosse antieconomico e inviavel

  20. Na web existem outras fotos do acidente, não parece ter sido tão danoso assim, e se foi, prova que a aeronave não é muito robusta.
    A propósito, aquele F-5F acidentado em Santa Cruz já está voando ou também foi vítima da antropofagia fabiana ?

    • “A propósito, aquele F-5F acidentado em Santa Cruz já está voando ou também foi vítima da antropofagia fabiana?”

      Estava sendo reparado no PAMA-SP da última vez que o vi, em agosto do ano passado.

  21. O Ministério das Forças armadas( é isso?) deveria ter emitido um parecer na época do acidente após a perícia. Parece-me que a coisa ficou meio escondida… ( Ou deixaram no local e foi “vandalizado”?)

  22. Bem que o Juarez diz, com outras palavras, que essa aeronave não é robusta.
    Aliás, o que ele comentou à época (editei):
    “Cel, é prematuro falar, eu tenho mais fotos do acidente, o trem de pouso quebrou e acho que quebrou junto a longarina de fixação na fuselagem, a carenagem do trem da esquerda também foi para o espaço.
    Acho que ele tomou uma tesoura de vento que jogou a anv na pista lá na frente e quando bateu quebrou o trem.
    Cel, eu sei que o senhor é um dos pais da criança, mas eu vou insistir: esta aeronave não pode operar full naquele TO, dá m…………a, ele fica no limite.Ainda via acabar morrendo gente neste bamb…
    G abraço”

  23. “Gonçalo Jr. 5 de Fevereiro de 2018 at 14:42
    Não seria de se perguntar se é viável deixar equipamentos eletrônicos dessa aeronave ao relento ainda mais numa região com clima equatorial, quente e úmido como o é da região e se célula ficou realmente tão danificada a ponto de não compensar economicamente o conserto?”

    Pelas fotos, ao menos da cabine de pilotagem / painel, não vejo equipamentos eletrônicos ao relento. Pelo que se vê, foram retirados.

  24. elton 5 de Fevereiro de 2018 at 15:28

    Não é necessário enviar para o fabricante. O reparo estrutural pode ser realizado em qualquer lugar com o auxílio do fabricante, que pode alugar os gabaritos de estrutura. Mas sim, eu também acredito que a estimativa do custo de reparo ficou alta demais. Talvez tenha torcido a fuselagem, quem sabe?
    A FAB pode informar o motivo.

  25. Fico pensando em como a FAB poderia trasportar uma célula danificada de C-105 a partir de um aeroporto tão remoto. Chinooks?
    Não deve mesmo valer a pena… Vida que segue.

  26. O Coronel disse esses dias em um comentário aqui mesmo no blog ou no forte, não me lembro bem. Ele dizia que a FAB estava desmontando este C-105 para poder então alugar algum helicóptero pesado para o levar para o PAMA e RECUPERAR a aeronave. Fico com as palavras do Coronel.

  27. Bezerra , eu ia justamente levantar esta hipotese que para mim é a mais lógica .Desmontar todo o avião e embarca lo para onde possa ser feito seu conserto ,no caso ,no PAMA SP.Canibalizar um avião com o tempo de uso dele acho bem dificil ,ainda mais que pelo local que está ,nem tem como ver a real situação da celula .

  28. Creio que seja inviável iça-lo por helicóptero por helicóptero mais que 50 km. Lembro de uma missão que participei em cachimbo, o BlackHawk içou um xavante (só o charuto) com sucesso, voando bem, bem mais bem lento, até a área Mirage. O segundo içamento era uma lancha antiga da marinha que seria usada como alvo. A carga começou a balançar sobre a floresta, o Capitão mandou cortar o cabo, pq o BlackHawk começou a balançar para todos os lados, quase entrando numa ressonância. A lancha despencou de uns 20 metros de altura no meio da copa das árvores. O Blackhawk pode içar até 6 toneladas de carga externa se eu não estiver enganada.

    O helicóptero apropriado que temos para este tipo de carga no Brasil é o Kamov.

    Mais provável que o CLOG irá levá-lo de caminhão até algum lugar especificado, depois que desmontarem asas, empenagens, etc… Porém se teve danos na baia do MLG é muito fácil dar PT por inviabilidade financeira. Preço fica alto, e o anteparo talvez não dure muito. Digo isso pq acompanhei o MD-11 da centurion, em VCP. Colapsou o trem, danos no Pilone, asa. Daria reparo, porém o custo ficou muito muito alto.

  29. Me desculpem os PHD em aviação, mas nada justifica a canibalização desse avião. É um desrespeito com o dinheiro do contribuinte. O senhor Presidente da República juntamente com o Ministro da Defesa deveriam ser intimados pelo Congresso Nacional a dar explicações!

  30. Luiz Trindade e outros que criticam a canibalização e possível baixa dessa aeronave: vocês acham que o Tenente-Brigadeiro Rossato, comandante da FAB, colocaria o nome dele na reta, se essa aeronave tivesse recuperação economicamente viável? Pois é ele que, responde por rudo que a Forca faz e decide! Vocês acham que o pessoal de manutenção e logística da FAB não revisaram, analisaram e estudaram essa célula antes de tomar essa decisão? Olhar fotos pela internet e dizer que ela poderai ser recuperada é mais válido do que uma decisão tomada por profissionais? Vocês acham que o pessoal da FAB, em específico nesse caso os de manutenção, são amadores? Praricamente tudo, com raríssimas exceções, pode ser recuperado e deixado como novo! Mas isso tem um custo! E quanto isso custaria, no caso dessa aeronave? Quanto custaria o transporte,a recuperação esteutural e os componentes novos que precisariam ser adquiridos? E o que interessa se era uma aeronave relativamente nova? Acidentes acontecem….com aeronaves novas ou velhas. E os danos não vêem a idade da célula. Fiquem tranquilos. Se foi canibalizada é porque era o melhor, ou o que podia ser feito.

  31. Gata , no caso do MD 11 nãó é diferente por ser uma vaião com bem mais anos de uso , com poucos exemplares do avião voando atualmente … ao contrario do C295 onde é um avião relativamente novo , com linha de montagem aberta e assim sendo peças sobressalewntes são mais faceis e baratas de comprar ?E curiosidade ,o MD teve um dos motores danificados tbm ? Abs

  32. Um MD-11 vale muito dinheiro, é um avião atual até os dias atuais.

    Há necessidade de ter vários c-105 voando ? Eu FAB tenho verbas pra comprar spare parts ? Devem ter sido feitas várias perguntas.

  33. Tem cada comentário sem noção… Gente, o acidente foi em Surucucu. Alguém conhece, já foi lá? Sabe onde fica?
    Não tem como transportar equipamentos de medição para lá. E alguns de reparo. O dano foi estrutural devido ao pouso brusco. É uma pista complicada. Melhor canibalizar pra outros voarem do que deixar ao relento estragando. A célula vai ser transportada de helicóptero para Boa Vista. O Parque central do avião é o PAMAGL, não é mais o PAMASP.
    Precisa ter tantos C-105 voando? Sim, precisa. O PAA (Plano de Apoio à Amazônia) está sendo cumprido por ele, visto que o C-130 está acabando. Sem os C-105 os PEF páram de funcionar.
    O fato de o avião ser novo, com spare parts disponíveis na Espanha, não tem nada a ver com ter dinheiro para adquiri-los.

  34. Luiz Trindade… Como pode dizer que não justifica se não sabe a real situação da aeronave??? Só pode ser achismo…
    Veja bem… dependendo do dano o reparo teria de ser feito em local próprio, com gabaritos, recursos e mão-de-obra especializada. Talvez um PAMA ou mesmo o próprio fabricante. Agora, como tirar a aeronave do meio do nada? Desmontar e transportar num Antonov? E qual o custo disso??
    Além do custo do próprio reparo.
    Se aeronaves militares possuem seguro (juro que não sei), a seguradora também participa da avaliação…
    É uma conta que pode simplesmente indicar que compensa mais aproveitar todas as peças (motores, aviônica, sistemas) como spare parts e descartar a lata (que é relativamente barata).
    Eu acredito que seja tecnicamente viável e recuperação, mas economicamente não sei dizer, só que participou da avaliação.

  35. Em primeiro lugar a aeronave é nova, portanto cabe recuperação da mesma, é preciso saber a nota da FAB sobre o assunto, parece que ainda não houve, fico chateado quando vejo uma aeronave cara como esta jogada ao léo, deveria ter sido desmontada e levada para um PAMA para posterior recuperação, ou avaliação, se seria economicamente viável recuperá-la, caso fosse muito caro recuperar, então sim usar as aeropeças em outras aeronaves do modelo, mas pelo visto isso não foi feito, pelo menos de forma ágil. Já haviam deixado um C-130 numa base chilena na antártica, demorou tempo até tomarem uma posição do que fazer, sem falar num KC 137 (707) no Haiti, para quem foi soldado é o mesmo que abandonar um companheiro em território hostil e deixá-lo para o inimigo, esteja ele ferido ou morto, parece mesmo desleixo. O Brasil é um país pobre não pode se dar ao luxo de desperdiçar uma aeronave ou então, o que der para aproveitar da mesma em boas condições, jogado a própria sorte.

  36. Larri Gonçalves, todas as partes e peças úteis dessa célula foram retiradas! Você pode ver pelas fotos. Quanto ao C-130, qual o custo para recuperá-lo na Antártida, com todas as dificuldades impostas pelo clima naquele território? Seria economicamente viável? Pelo que decidiram, desmonitando-o para trazer de volta em containers, acredito que não. E o KC-137 teve torção da estrutura, o que inviabilizaria totalmente sua recuperação.

  37. Luiz Trindade e outros que criticam a canibalização e possível baixa dessa aeronave: vocês acham que o Tenente-Brigadeiro Rossato, comandante da FAB, colocaria o nome dele na reta, se essa aeronave tivesse recuperação economicamente viável? Pois é ele que, responde por rudo que a Forca faz e decide! Vocês acham que o pessoal de manutenção e logística da FAB não revisaram, analisaram e estudaram essa célula antes de tomar essa decisão? Olhar fotos pela internet e dizer que ela poderai ser recuperada é mais válido do que uma decisão tomada por profissionais? Vocês acham que o pessoal da FAB, em específico nesse caso os de manutenção, são amadores? Praricamente tudo, com raríssimas exceções, pode ser recuperado e deixado como novo! Mas isso tem um custo! E quanto isso custaria, no caso dessa aeronave? Quanto custaria o transporte,a recuperação esteutural e os componentes novos que precisariam ser adquiridos? E o que interessa se era uma aeronave relativamente nova? Acidentes acontecem….com aeronaves novas ou velhas. Fiquem tranquilos. Se foi canibalizada é porque era o melhor, ou o que podia ser feito.

  38. E a frota de A-1 AMX. Alguém sabe?? Parece que só menos de 10 estão em condições de võo. O resto virou estoque para reposição de peças. Alguém confirma??

  39. Putz, pensava que a FAB, a conta gotas, modernizaria pelo menos 12 A-1 para operar em Santa Maria pelo menos durante a década de 20, pois não acho que terá Gripens para a região tão cedo, dado que Santa Cruz deve ter prioridade em recebê-los.

  40. Dizer que ele foi simplesmente canibalizado é muito especulativo. Eu já ouvi falar que tiram tudo que podiam para diminuir o peso e estão aguardando o aluguel de um helicóptero (provavelmente um Mil mi-26) para transporta-lo para ser reparado em outro local.

  41. As vezes para canibalizar n necessita de uma autorização de nível elevado. Tudo começa de forma simples e lenta, uma pecinha aqui, outra ali, em pouco tempo já era .

  42. Juliano Lisboa

    Uma imagem vale mais que mil palavras. Obrigado pelo link. Serve de cala-boca para quem anda criticando a atitude da FAB nesse caso.

  43. A recuperação da Aeronave é de responsabilidade da FAB, portanto se opera em locais (Amazônia, Antártica, Haiti, não interessa onde, deve prever a possibilidade de uma aeronave acidentar-se, portanto ter meios para recuperá-la o mais rápido possível, caso contrário não opera em regiões onde não tem meios para recuperação das aeronaves, ou então delega a terceiros que tenham os meios, sejam eles públicos ou privados que tenha como recuperar a aeronave acidentada , afinal falta de previsibilidade no meio militar é falta grave.

  44. O peso vazio do C-295 é na faixa de 11.000 kg. Digamos que o depenado fique na faixa de 8 a 9.000. De cabeça, só o CH-53 americano e o Mi-26 russo teriam possibilidade de levar ele para Boa Vista. O Chinook, acho pouco provável.

    Desconheço CH-53 civil, muito menos um operador aqui nas redondezas. O Mi-26 fica ali na vizinhança, mas duvido que no panorama atual, niquinho autorize qualquer ajuda para a FAB.

  45. Larri, ia responder esse comentário mas não vale a pena. Ninguém tem meios pra recuperar nada rapidamente em Surucucu. Deixar de operar lá? Sim, claro… E em todos os PEF também.

  46. Cristiano 6 de Fevereiro de 2018 at 9:45
    Cristiano, que se tire um motor para trasportar de helicoptero é normal, mas retirar todos os aviônicos e depenar o interior da aeronave demonstra que foi descartada a possibilidade de recuperação, agora é cortar e levar embora os restos como o C-130 da Antartica.

  47. Quanto menor for o peso mais fácil fica de transportar. Iriam deixar os aviônicos e os motores na aeronave sofrendo a ação da umidade, da temperatura, da poeira e da falta de uso? As partes desta aeronave devem estar bem guardadas em algum depósito da FAB.

  48. Quanto a carga que foi levada de helicoptero e ficou instável e precisou ser cortada a corda, citada pela Eng. Gata, isso é fruto da falta de experiência da FAB no transporte de cargas içadas.
    A uns anos foram içar um Neiva Regente que fez um pouso forçado e o avião ficou instável e começou a ganhas sustentação, tiveram que alijar sobre a floresta.
    Vejam como fazem os russos, amarram um paraquedas pequeno na carga para não ficar girando e causando instabilidade, está a partir dos 11:40 deste vídeo.
    . https://youtu.be/U8zBD1e75IQ

  49. Ainda, que não dê para transportar toda estrutura por via aérea é possível desmontá-la e transportar até local onde possa usar outro modal, que não seja só o aéreo, quanto ao apoio aos PEF o EB está comprando aeronaves de transporte C-23 Sherpa (usadas ) dos estoques do US Army, para poder suprir melhor os PEF e tem um plano de médio para longo prazo para utilização de dirigíveis (Blimp) com capacidade de até 30 ton. aí pode ser que a FAB se livre de ter que apoiar só ela os PEF e unidades em locais de difícil acesso, espero que a FAB também doe para a Marinha suas aeronaves de patrulha marítima P-3 e o bandeirulha quem sabe também algumas bases como Florianópolis, Santos, Belém , Salvador, seriam de bom uso para a Marinha para sediar bases aeronavais em apoio a operações de patrulha sobre o oceano, caso a Marinha aceite tal doação o Ministério da Defesa poderia intermediar.

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