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Lockheed Martin F-35A testa paraquedas de frenagem norueguês no Alasca

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O major Jonathan “Spades” Gilber, piloto de teste de F-35 da Força Aérea dos Estados Unidos, demonstrou as qualidades de manuseio do Lockheed Martin F-35 Lightning II durante o teste de pista com gelo na Base da Força Aérea de Eielson, no Alasca.

O teste faz parte do processo de certificação do paraquedas de frenagem norueguês e continua nas próximas semanas. O major Eskil Amdal, piloto de teste da Royal Norwegian Air Force, também participa.

Este teste inicial é a primeira de duas fases para garantir que o F-35A possa operar nestas condições extremas. A segunda fase de teste irá implantar o sistema norueguês durante as operações de pouso e está prevista para o primeiro trimestre de 2018 em Eielson.

Sobre o paraquedas de frenagem norueguês do F-35

O paraquedas de frenagem do F-35A foi projetado para ser instalado em todos os F-35As da Noruega e é projetado para garantir que ele mantenha características de furtividade durante o voo.

A Noruega e Lockheed Martin estão trabalhando com a Holanda, que está compartilhando o desenvolvimento dessa capacidade crítica. O paraquedas passou por testes iniciais de implantação de pista seca e úmida na Edwards Air Force Base, Califórnia no início deste ano.

29 COMMENTS

  1. Puts, gambiarra mesmo essa. Agora, quando o F-35 vai ser furtivo de verdade, pois por enquanto não o é, apenas em alguns ângulos…

  2. Corrijam-me se estiver errado: esse avião não necessita de páraquedas. Esse acessório é um requisito norueguês para operar em pistas cobertas de neve, e com baixa taxa de atrito.

  3. De onde tirou essa de gambiarra? Aquilo foi feito exatamente pra não afetar a Furtividade do avião. Não tem nada de gambiarra.

  4. Matheus:
    Pode ser até furtivo, mas é uma gambiarra. A versão B desse avião já vai ter outro penduricalho, que é o canhão. Um canhão furtivo, verdade, mas penduricalho.

  5. Rinaldo Nery me economizou uma pergunta e critica de Bosco e MO, que dizem que sei mais do que aparento.
    E aumenta meu apreço pelo coronel que é do ramo mas não tem receio de perguntar.
    Já ouvi algo tipo quanto maior o conhecimento, maior a humildade…

  6. Renan 29 de novembro de 2017 at 0:13
    Renan, jamais ouvi falar que um paraquedas de frenagem pudesse ser usado para isso. O extrator do paraquedas é solto, colado a fuselagem, poderia se enrolar no avião e provavelmente seria rasgado se acionado em voo.
    O Spin Recovery System usado em protótipos para testes de parafuso usa um paraquedas pequeno, específico para isso. E é instalado com um afastamento para não se enrolar. Veja no vídeo.
    Spin-Recovery Parachute Deployment AA-1X: http://youtu.be/ty-Fs5rfysQ
    .
    Por outro lado o paraquedas deemergência usados nos aviões como o Cirrus podem ser usados em caso de perda de controle, mas são gigantes e ao contrário dos paraquedas de frenagem dos caças, tem um sistema extrator que usa carga carga pirotécnica para o puxar rapidamente longe da aeronave e não se enrolar nela. Mas não pode ser solto, leva a aeronave até o solo.
    . Cirrus https://m.youtube.com/watch?v=2_8qCTAjsDg

  7. Parabéns, Nery!
    Mais para frente, quem sabe, um A380.

    Nem tanto né Cel? Mas um A330 ou A350 estaria no escopo!

    Parabéns Rinaldo, sou seu fã aqui no blog há tempos!!!

  8. Obrigado pelas palavras. Acho que dará pra chegar no A330, daqui uns 2 anos e meio, considerando a compra dos novos A330-900.

  9. Nery
    Tenho um conhecido que começou em T6 e foi parar num F104.
    Depois recomeçou em um Vickers Viscount e foi parar em um B747.
    É questão de tempo juntar Azul, JetBlue, TAP, então… um A380 sempre pode chegar para ser pilotado.
    Boa sorte!!!!

  10. Se o Brasil tivesse F35 estaria testando alguma apetrecho para usar lá no calor do sertão.
    Aquelas pistas de pouso no meio da caatinga…

  11. Interessante ver o caça operando em condições extremas… Acho que finalmente podemos dizer que os EUA aprenderam com que descobriram dos aviões russos como operar em condições adversas

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