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Seis bombardeiros Tu-22M3 atacam alvos do Estado Islâmico na Síria

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Em 26 de novembro de 2017, seis bombardeiros de longo alcance Tu-22M3 atacaram alvos de terroristas do Estado Islâmico na província de Deir ez-Zor”, disse o departamento.

De acordo com o Ministério da Defesa russo, decolando do aeródromo no território da Federação Russa, os aviões atingiram os pontos fortes e a concentração de militantes no vale do rio Eufrates.

“Todos os objetivos designados foram destruídos, o que é confirmado por meio do controle objetivo, realizado com a ajuda de meios técnicos especiais”, acrescentou o Ministério.

A cobertura de bombardeiros de longo alcance no espaço aéreo sírio foi fornecida por caças Su-30SM e Su-35S baseados no aeródromo de Hmeimim na Síria.

COLABOROU: Rustam Bogaudinov

19 COMMENTS

  1. Su-30 com 4 x R-73 + 2 R27, sem Pod de interferência eletrônica. Já vi os EUA reclamando das atividades dos caças russos no último mês. Estão arriscando…

  2. Mais uma demonstração de força espetaculosa ( mas não espetacular) do Déspota Putin no intuito de mostrar para o mundo que a Rússia voltou a ser “Putênfia”

  3. Carcara-_br meu caro,

    digo ao amigo que o fato de Moscou ter enviado o Su-30SM para a Síria não foi por acaso.

    Gostaria de ressaltar que há uma proximidade enorme entre as aeronaves naquele Teatro de Operações… O que em tese, viraria o jogo para os caças russos. Já que o Su-30SM tem enormes chances em combate “corpo a corpo”, com contato visual, devido a esta geração do caça multifuncional 4+ estar equipada com armas decentes e ter excelentes manobrabilidade e raio de combate…suas armas num dogfight são 6 mísseis de curto alcance R-73, enquanto o caça americano possui uma versão dos mísseis AIM-9M Sidewinder…

    Outrossim, ao meu ver, o burburinho que tem saindo na mídia americana nos últimos dias, “talvez” seja uma “isca” para ver se os russos vão pagar pra ver… Será?

    Afinal, essa estoria de uma aeronave americana de quinta geração, não possa determinar a noite a localização do caça russo Su-30SM e Su-35 nos céus da Síria, pelo fato de que, a uma imperfeição no F-22, qual seja, a ausência de sistemas automáticos de designação de alvo em capacetes, o que obrigaria os pilotos americanos a ficarem procurando visualmente os caças russos, é no minimo estranha…

    Creio que toda essa estória seja para justificar a “necessidade” de se liberar mais verbas para o pentágono…

    Outra coisa que gostaria de falar é o seguinte, o sistema Stealth do F 22 neste TOs serve até certo ponto(não se esqueça do quão próximos eles estão entre si), afinal, isso é questionável, porque os sistemas russos de defesa aérea o vêem perfeitamente assim que ele entrar na zona de detecção(ou seja, diante do tamanho da área que o sistema AA russo cobre, quase sempre…).

    Grato

  4. PRAEFECTUS 27 de novembro de 2017 at 16:03

    Lamentavelmente meu alter ego S-88 foi expulso do PlanoBarril mas já que você apareceu por aqui queria parabenizá-lo pelo comentário sobre o Líbano, AS e o Irã

  5. Para o delírio dos russofóbicos além do mimimi, a Russia fez o que EUA não fizeram, ou melhor que queriam fazer diferente, foi lá tocou fogo na babilônia do Daesh, deu gaz para o pilantra do Assad e deu recado para ocidente nós estamos jogo da geopolítica e ainda de lambuja o tem na mão aquele paspalho presidente mentecapto americano.
    Os Russos são foda.

  6. Amigo Fresney!
    As bombas são bem tradicionais e conhecidas como “bombas burras” – FAB-500 M62 com sistema de calculo “Gefest” amplamente usado pro eles nos outros tipos dos bombardeiros. A quantidade é bem pouca para Tu-22 mas bem razoável dentro da ideia de “aprimoramento” e treinamento.
    O que a reportagem não fala é o fato que foram (no total) mais de 10 ataques dos esquadrões de Tu-22M3 só em Novembro e só na área das Dzor e Abu Kamal com mais de 180 toneladas de ADEUS para os burrofilos de DAESH forçando os últimos tirar as barbas e sandalhas e correr na direção dos prosticurdos e donos deles.Disso ninguém por ai fala.
    Um grande abraço!

  7. Não sou muito familiarizado, mas pela altitude de lançamento, por melhor que seja o sistema de mira acho que ou precisa de algum sistema controle e guiagem, ou o alvo é destruído por efeito colateral…

  8. HMS TIRELESS 27 de novembro de 2017 at 16:29,

    ho loco rapaz, tu foi defenestrado de lá! Lamento pelo seu alter-ego…

    Mas, já já tu volta com outro pseudônimo…

    Agradeço a gentileza dos seus comprimentos. Que bom que gostou! Na verdade meu caro, estou em quase todos os lugares…

    Saudações!

  9. HMS TIRELESS 27 de novembro de 2017 at 15:53

    Se fosse um punhado B-1B norte americano partindo de qualquer lugar que não fosse o Oriente Médio e soltando suas bombas da mesma maneira que os Backfires fizeram ai então seria espetacular ao invés de espetaculoso. Isso é que é pró-americanismo. A Russia fez pra mostrar força sim e todos sabem, assim como os norte-americanos tambem o fazem de maneira parecida, vc parece querer desmerecer tal ação.

    Eu não sou pró-russo e acho Putin um usurpador

  10. “pró-americanismo”

    Kkakakakakaka…..ai mano se prepara para se crucificado pelos pro-Amis…kakakak……..

    jornal Globo ontem a Russia em Bombardeio mata 57 civis em Deir ezor os Amis matam mais de 100 todos os dias no Afeganistão Síria, Iraque e de vez em quando vão la na líbia onde eles fizeram o Caca matar mais civis e a mídia ocidental diz que a culpa é dos Russo kakaka…só rindo mesmo..rsrs…

  11. Não quero ser chato… Mas os americanos divulgam suas baixas, fogo amigo e o mais horrível de tudo as baixas civis. A imprensa americana divulga e ainda cai em cima da cabeça dos militares.
    Os Russos sempre maquiam ou escondem esses dados e sua imprensa como é estatal (não querem perder a boca do governo) ficam bem caladinha. Quando encontramos um dados destes foi porque o governo autorizou.
    Fora isso, a Rússia faz muito certo em meter bombas nesses caras, nesse ponto concordo que eles estão fazendo melhor que os americanos.

  12. “Voos com escolta… isso que é desconfiança…”

    Depois do que aconteceu com os Fencer, os russos aprenderam a lição e não mandam mais aviões sem escolta

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