Home Aviação de Caça Finlândia vai abrir concorrência para 64 novos aviões de caça

Finlândia vai abrir concorrência para 64 novos aviões de caça

9103
102
F/A-18 Hornet da Finlândia

O Ministério da Defesa da Finlândia planeja enviar convites para concorrência de compra de 64 novos caças. Os novos jatos substituirão a frota atual de 64 jatos F/A-18 Hornet, que serviram o país desde 1992.

O relatório de defesa, aprovado pelo Parlamento em fevereiro, diz que a disponibilidade da frota atual deve ser mantida completamente após a aquisição.

“Interpretamos isso para significar 64 aviões de combate. Como os novos jatos não são mais rápidos e não podem permanecer no ar mais do que os atuais, exigiremos o mesmo número de jatos para manter o desempenho de nossa defesa aérea “, diz Lauri Puranen do Ministério.

“Esse é o número mínimo que precisamos para defender um país desse tamanho”.

O Parlamento decidiu que vai gastar entre 7 e 10 bilhões de euros nos novos jatos, o que tornará a aquisição mais cara feita pela Finlândia.

O ministério disse que enviará convites para concorrência no início de 2018 para a Boeing e Lockheed Martin dos EUA, Saab da Suécia, Dassault Aviation na França e BAE Systems britânica-europeia.

O novo governo assumindo o cargo em 2019 tomará uma decisão sobre a compra de aviões de combate para substituir a frota atual de jatos Hornet no final de 2021. A frota atual será retirada até 2030.

Em agosto, o presidente Donald Trump causou uma pequena controvérsia quando anunciou durante uma conferência de imprensa conjunta com o presidente Sauli Niinistö que a Finlândia estava comprando aviões de combate dos EUA. Essa afirmação foi negada por Niinistö mais tarde no Twitter.

FONTE: Finnish Broadcasting Corp., YLE

102 COMMENTS

  1. “Interpretamos isso para significar 64 aviões de combate. Como os novos jatos não são mais rápidos e não podem permanecer no ar mais do que os atuais, exigiremos o mesmo número de jatos para manter o desempenho de nossa defesa aérea “
    .
    “O Parlamento decidiu que vai gastar entre 7 e 10 bilhões de euros nos novos jatos…”
    .
    “tomará uma decisão sobre a compra de aviões de combate para substituir a frota atual de jatos Hornet no final de 2021…”
    .
    http://defense-update.com/wp-content/uploads/2017/06/Gripen_E_First_Flight_1021.jpg

  2. Gosto muito dessa página e acesso ela frequentemente, mas vcs estão deixando passar várias notícias aeronáuticas pertinentes e muito interessantes. Dois Eurofighter caíram sem motivo aparente na Europa na mesma semana e vocês não publicaram nada. Agora mais recentemente um avião da RAF pousou em solo argentino pra ajudar nas buscas do submarino que sumiu, fato histórico, imaginem só, uma tripulação britânica em uma base aérea argentina, provavelmente o comandante da base lutou contra os britânicos e viu companheiros seus morrerem durante a guerra e vocês não publicaram nada sobre o assunto aqui. Enfim, estão deixando passar bastante coisa.

  3. Gustavo

    O pouso do KC2 Voyager foi comentado no Poder Naval, dentro do tópico do resgate do ARA São Juan.
    Não sei se foi o primeiro ou único, mas fora citado.

  4. Soldat 27 de novembro de 2017 at 13:08
    Também! Pode dar escala à produção do Gripen E/F, e vir a ‘baratear’ um pouco a futura manutenção dos Gripen F-39 brasileiros!

  5. Em agosto, o presidente Donald Trump causou uma pequena controvérsia quando anunciou durante uma conferência de imprensa conjunta com o presidente Sauli Niinistö que a Finlândia estava comprando aviões de combate dos EUA. Essa afirmação foi negada por Niinistö mais tarde no Twitter.
    — Não é a primeira vez que políticos ‘atropelam’ os processos de aquisição de novos vetores para Forças Armadas! Já vimos esse filme aqui mesmo (só que, no nosso caso, na posição de ‘compradores’…!)

  6. Eles dizem que 64 caças é o mínimo para defender um país daquele tamanho. E o Brasil, acha que 100 a 110 aeronaves são capazes de defender um país centenas de vezes maior…

  7. Mas a Finlândia tem a Rússia do outro lado da fronteira, enquanto nós estamos em uma das regiões de menor investimento em meios militares.

  8. Fábio Mayer 27 de novembro de 2017 at 13:16

    O território brasileiro é cerca de 25 vezes maior. Mas entendi sua colocação. Mas a conta não deve ser pensada em área territorial apenas. E como disso Pangloss, logo acima, a Rússia como vizinho faz toda diferença. Em uma guerra precisarão mais do que os 64!

  9. Fábio Mayer 27 de novembro de 2017 at 13:16
    – A WS (Força Aérea Russa) é 20 vezes o tamanho da FAF. Quer mesmo comparar fatores geopolíticos estratégicos da Filândia onde desde os Czares russos (a Finlandia foi conquistada do reino sueco em 1808, declarando-se independente da rússia após a revolução de 1917), até Stalin (Guerra de Iverno ), sempre houve o desejo de incorporar o país à Rússia, com o Brasil? Sério mesmo?

  10. Independente da comparação Brasil x Finlândia, o quantitativo de 36 aviões de combate para um país de dimensões continentais e que faz fronteira com quase todos os países vizinhos é pífio.
    Quando colocamos na balança o peso do PIB, as reservas naturais e o petróleo, a coisa só piora.
    Fomos condicionados a aceitar a realidade de pobreza operacional, mas todo esse minimalismo nem de longe satisfaz as nossas necessidades.

    Sds

  11. F/A-18 Hornet, vão de SH.

    Rafale e Tufão estão sem chances.

    Quem leu o RFI ? Eu lí. Não vai dar Gripen …. infelizmente.
    __________________________________

    “Sousa 27 de novembro de 2017 at 11:31
    Gripen na parada?”

    Tá tirando ou é sério ?

  12. Bardini, ñ sei o grau de proximidade entre Suécia e Finlandia, mas a alavancagem do JSF na europa traz uns pontinhos pro mesmo na disputa. Apesar que tudo vai depender do que será exigido no novo programa de aquisição.

  13. Acho difícil um comodoro (coronel), hoje, na Argentina, ter lutado contra os ingleses em 1982. Em 1982 ele devia estar no ensino fundamental II. Tem gente que não é muito bom em Matemática. Minha turma da FAB estava no 3° da EPCAR, e já é quase 3 estrelas.

  14. Eu também acho pouco, vendo a quantidade de F5 e A1 MAS colocando em perspectiva, não chega a ser pifio. Explicando melhor.
    Tem sentido para um cidadão da Finlandia, gastar 5 mil reais para cercar a sua casa com cerca eletrificada? Creio que não MAS no Brasil faz todo o sentido.
    Vendo os paises que fazem fronteira com o Brasil, além do histórico vale a pena gastar tubos em defesa? Agora a Finlandia, tem o grande irmão Russo cafungando no seu cangote, e temos que lembrar a segunda guerra (na primeira parte onde ele lutou praticamente sozinho contra os Russos) é um ótimo exemplo do que esperar. Então faz todo o sentido se armarem.
    Então temos que ter um certo cuidado nas comparações.

  15. “Esse é o número mínimo que precisamos para defender um país desse tamanho”.

    Um país. Favor não confundir com território caótico, imundo, corrupto, violento e nojento.

  16. Finlândia tem o tamanho do Estado de Goiás = 64 F-18 Super Hornet
    Brasil tem em torno de 25 vezes o tamanho da Finlândia = 36 Gripen(nada contra o Gripen, ótimo Avião!!!!).
    Enquanto a política e corrupção imperar isso não vai mudar!!!!!

  17. O que vocês tem a dizer sobre a notícia que os F-35 da Noruega enviam informações críticas automaticamente para a Lockheed Martin após cada voo? É esse o avião de combate que muitos defendem como o ideal para o Brasil? Temos que ter produção e desenvolvimento próprios, urgente…

  18. Rinaldo Nery
    Se possível.
    Por favor fale em números do que seria ideal para o brasil resistir uma invasão de 2 porta aviões com 50 (F-18)caças cada Mantendo turnos de 40 (20 cada) aviões atacando o continente. e o restante protegendo o NAe ou reabastecendo.
    E seus navios de escolta lançado 2000 misseis de cruzeiro. posicionados a 500 km da costa.
    e uma base em algum pais vizinho aliado decolando 20 bombardeiros e 60 caças (Rafale)
    Só para termos uma ideia do que seria preciso para barrar isto?
    Não considerar ataque a base inimiga no solo, nem aos porta aviões.
    No chute sem ser preciso.
    Considere o F-39, A-29, AMX A1, (quantos cada) por favor seria necessário algum outro vetor?
    Uma estimativa
    Tem como avaliar?

  19. Matheus, Por que não? E por que sim? Você é instrutor de aeronave de alta performance ou é sua opinião, por que você imagina que facilite vida do aluno? É aviador? É caçador?
    Todos os comentaristas podem ter sua opinião a respeito de LIFT, mas, a FAB acredita na sua experiência. Tudo na vida deve ser baseado em fatos e indicadores. Há que se observar a taxa de atrito dos alunos egressos do A-29 nas UAE da primeira linha. Ouvir seus Comandantes e Operações. Não me consta que o uso do A-29 como transição tenha apresentado deficiência. Nenhuma UAE da primeira linha levantou esse problema. Servi 7 anos em Anápolis e nunca ouvi alguém do 1° GDA reclamando. A FAB adquiriu 99 A-29 para esse fim, e não vai gastar um centavo num LIFT, pois o A-29 cumpre a missão. E só, e somente só, os caçadores da FAB podem dizer o contrário.
    Enquanto isso, vamos externado nossas opiniões pessoais sem embasamento e a caravana vai passando…

  20. O que achei interessante foi a Finlândia querer manter o mesmo número de aeronaves. Ou seja hacerá um incremento de poder da FAF.
    Na entrevista da RFA o Brig. Bonotto cita que a tendência é que não haja um F-39 para cada F-5 ou A-1 substituídos.
    A tendência é comprar mais armas em vez de mais vetores.
    .
    Não falo mais de FA-50 ou outras aeronaves intermediárias entre o A-29 e o F-39. Lendo a RFA me convenci que a prioridade no momento é o F-39.
    Acredito que, SE aparecer tal necessidade, a FAB requisitará.
    A FAB em termos de planejamento está à frente do EB e da MB.

  21. Amigos,

    Por mais que o Brasil nao tenha uma Rússia nas fronteiras, ainda assim penso que 100 caças é pouco. É certo que estes 100 (54 f5 e 43 a1) tenham o reforço de 78 a29, é pouco para o tamanho e complexidade do país.

  22. Não há essa hipótese para o Brasil. Ninguém no EMAER vai perder tempo com uma hipótese improvável. Qual País tem esse poder ofensivo ? EUA? Reino Unido? França? China? E por que iriam invadir o Brasil? O Neymar já tá na França. … (desculpe a brincadeira)

  23. Rinaldo Nery,
    .
    Não podemos considerar que hoje, que quem cumpre o papel de “LIFT” na FAB é o F-5FM?
    .
    Será que teremos o F-39F ocupando o lugar do F-5FM, lá na frente?

  24. Caro Rinaldo.
    Não sou aviador. Só levantei essa questão porque já li em outros sites que a FAB está de olho no T-X da USAF. Em outras forças aéreas ainda não vi o oficial aviador sair de um Turboélice e ir direto pra um caça. Sempre passa primeiro pelo BAe Hawk ou um M-346. O A-29 na FAB é apenas pra treinamento avançado?

  25. LIFT faz sentido pra quem tem que ter pilotos para voar mais de um tipo de caça. Como só vamos ter um tipo no futuro, tudo fica mais fácil.

  26. Fernandes,
    Os F-35 já estão na Noruega? Quem defende o Caça no Brasil e finalmente, com que dinheiro vamos desenvolver e produzir um caça? Se já tá complicado o Grippen, imagina um outro projeto para que? Por favor acorde.
    Quanto um treinador avançado, ja ja vão vir com o HI e Low para a FAB.
    Senhores, tem dois grandes programas da FAB que já está consumido muito do parco orçamento, existem outras prioridades, como por exemplo o transporte estratégico.

  27. O F-5EM é a nossa PRIMEIRA LINHA. Não é nem nunca será LIFT, aqui no Brasil. Quando os F-39 chegarem os F-5E/FM começarão a dar baixa. Todo mundo sabe disso.
    Quanto às outras Forças Aéreas, com dinheiro ou sem dinheiro, se usam um jato é problema delas. Aqui no Brasil o binômio A-29/jato tem funcionado há anos. Garanto que já há Forças Aéreas revendo a necessidade de LIFT, devido os custos elevados.
    O A-29, como deveria ser de conhecimento de todos, é empregado no Curso de Formação de Ala Operacional de Caça, no 2°/5° GAV, e no Curso de Elevação de Liderança de Esquadrilha de Caça, nos Terceiros. E, nesses, também cumpre as missões operacionais de Policiamento do Espaço Aéreo e COIN. Há dúvidas?

  28. Nery
    Obrigado.
    Ri muito com sua resposta.

    Isto me preocupa. Pois tenho como opinião que é questão de agumas decadas (2 ou 3) para termos um conflito grande.
    E temos que saber nos defender de 100 aeronaves modernas. Para poder ter força de dissuasão.

    Tomara que venha mais uns 3 lotes deste F39.
    Pois no dia que precisar. Vai ser dificil ver que temos pouco.

    Obrigado.

  29. Espero que não ocorra. E, infelizmente, não acredito que chegaremos nos 108. O povo (nem são os políticos ) Não dá valor pra defesa. Sempre a mídia vendida irá comparar um lote de F-39 com hospitais, escolas etc.
    “É tempo de enxadas, mas também é tempo de espadas”.

  30. André Luiz.’. 27 de novembro de 2017 at 14:30

    Você leu o artigo ? Já testaram um prototipo em terra... questão de tempo(2020) para testar no espaço.

    ps. esse “seu” Sun-Tsu é seu vizinho mode cosplayer…rsrs

  31. Obtigado pela resposta.
    Mas visto as mudanças de clima, crises e catastrofes.
    Aguem ira olhar para o Brasil e falar olha já sei onde teremos o nosso celeiro. Lá tudo que se planta nasce. Tem uma floresta enorme com recurços inimaginaveis. Tem bastante agua.
    A e a resistencia armada? Não se preocupe o povo não gosta de politica e os politicos não gosta do povo.
    A então bora lá.

  32. Cel. Gostaria muito ,se possivel,que o senhor tirasse uma grande dúvida,quem faz cirurgia dos olhos pode ser piloto da FAB? Li e reli o ICA da AFA e continuei na incerteza,rs.
    Agradeço a resposta.

  33. Fabio Mayer 27 de novembro de 2017 at 21:30

    Você tem razão. O que atrapalha é a falta de orçamento e comprometimento dos políticos.
    A falta de reais ameças por parte dos vizinhos é, de fato, um motivo para não se preocupar tanto, mas até quando isso irá durar?

  34. Renan, bom dia
    Esse cenário é bem caótico. Sinceramente, como vc diz, sabe-se lá como tudo estará daqui poucas décadas. Basta olhar pra trás, o mundo mudou drasticamente.
    Mas é importante ressaltar q, no contexto q vc supõe, de muita “pressão”, existem duas estratégias prévias. Aliança e dissuasão.
    Aliança (econômica, militar etc) com vizinhos e potências contrapostas.
    Dissuasão somando-se todas as forças. Nunca é só a FAB.
    Exemplo: aviões baseados em um vizinho. Qual?
    Paraguai e Bolívia tem dezenas de milhares de brasileiros, o q nos dá uma fonte riquíssima pra formação de guerrilha, tornando esses países inseguros. Fora EUA, na América, só nós temos capacidade de Ação Indireta. Peru e Colômbia estão longe pra burro de centros importantes, além de possuir população nativa q pode ser conduzida a guerrilha, por ter forte tendência contra uma potência ou outra.
    Argentina e Uruguai estão às portas de nossas forças blindadas, o q por si só, levaria qq um a ser obrigado de defendê-los com os mesmos meios, o q é caríssimo em mobilizar.
    No mar, q vejo ser pior, pois fica por conta de nossa marinha, q está mal das pernas… Uma força de Sub seria muito bom…
    Mas, como o Cel Nery insinua… É um Deus me livre….

    Q a longo prazo não duvido… Mas é um Deus me livre….

  35. Já que foi feita a inevitável comparação é interessante observar como a Finlândia mantém cerca de 50 caças (e toda a sua força Aérea) com um efetivo de cerca de 40.000 militares (incluindo a reserva).
    Aqui, quantos são mesmo? 75.000 ou mais?
    Para quantos caças mesmo?
    A julgar pelo seus efetivos parece que a FAB, assim como a MB são outras grandes forças “terrestres” pois pouco voam ou navegam…e nem tem com o que fazer isto.
    Se não existem ameaças para que então tanta gente?
    Tem algo muito errado nestes números.

  36. Gosto da Força Aérea da Finlândia.
    Ela é quase toda formada somente por caças, no caso, o F-18. Com pouquíssimos aviões de transporte, sem helicópteros e com ótima estrutura de treinamento, empregando o BAE Hawk, focando na aviação de caça.
    Na foto, mesmo não fazendo parte da OTAN e sem possuir aeronaves tanques, um de seus F-18 está reabastecendo em missão.

  37. Kornet, não sou da FAB (ainda), mas espero te ajudar. Já tenho uma certa experiência em concursos militares. As causas impeditivas estão descritas no anexo J do ICA. No mais, se a cirurgia que você fez o problema foi corrigido não há razão para impedir a sua entrada no curso. Espero ter ajudado.

  38. Bispo 27 de novembro de 2017 at 22:50
    Eu li o artigo, Bispo. E, francamente, continuo cético. Trata-se de um site chinês, fazendo propaganda das ‘conquistas científicas’ chinesas, da mesma maneira que a mídia russa canta louvores à Mãe Rússia… Testar um ‘protótipo’ em terra, em condições de laboratório, já não é certeza de que o conceito quando levado para a aplicação prática em campo vá funcionar (mal comparando, é como querer que redes Wifi ao ar livre tenham alcance de quilômetros com sinal excelente…!) Imagina levar isso para um satélite em órbita baixa, sujeito a todo tipo de intempérie atmosférica e sei lá mais o quê! Vai por mim, eu termino de ler as Obras Completas de J.R.R. Tolkien escritas em síndarin antes que esse negócio funcione!
    Em resumo, como diria Gandalf:
    “You cannot pass” 😉
    Abraços!

  39. SOBRA DESCULPA para amparar nossa incompetência generalizada.
    Pelo simples fato de a Finlândia ter como ameaça a Rússia, que é uma SUPER POTÊNCIA MILITAR, 64 caças não servem para nada. Uma invasão provocaria a terceira e provavelmente ÚLTIMA guerra mundial.
    Se fosse o Brasil lá na posição geográfica da Finlândia SOBRARIAM pessoas dando a DESCULPA que não precisamos de caça, afinal a OTAN nos protege.

    É por essas e outras que acho muito difícil o Brasil se tornar GRANDE de verdade.
    O povo acha que ta bom do jeito que ta. Que não precisa mais. Que não precisa melhorar.
    E são especialistas em arrumar DESCULPAS.
    TODOS os países do mundo que possuam forçar armadas bem equipadas, nós vamos arrumar desculpas para dizer que estão em um TO quente, possuem o vizinho X, Y, Z.
    E vamos continuar nos comparando POR BAIXO.

    O Chile que comparado ao Brasil, é um país MINÚSCULO, e está melhor equipado que nós.
    E esta no mesmo TO. Mas em segundo vai aparecer alguém para dizer que já tiveram treta com o Peru, Bolívia, etc…

  40. Quanto a cirurgia nos olhos, s.m.j., se for para correção das atropias (miopia, hipermetropia) mesmo sendo com cirurgia refrativa (laser) existe impeditivo – justificativa é que fica uma cicatriz na córnea que pode interferir ao longo do tempo. Caso tenha mudado a interpretação, peço desculpas pois realmente não estou tão atualizado, baseio-me num edital de cerca de 03 anos atrás.

  41. MATHEUS 27 de novembro de 2017 at 19:39
    Por que não? Você acha correto sair do A-29B e ir direto pro F-39? O treinador avançado da FAB será o F-39F.
    Matheus, vou repetir o que postei a poucos dias sobre a instrução na FAB:
    Instrução primária e básica: Neiva T-25 Universal
    Instrução Avançada: Embraer T-27 Tucano
    Após o Cadete Aviador voar estes dois aviões na AFA, depois da seleção vai como Aspirante Aviador para Natal fazer a Instrução Especializada:
    Caça: Embraer A-29 Super Tucano
    Transporte: Embraer C-95AM/BM Bandeirante
    Asas Rotativas: Helibras H-50 Esquilo
    .
    No futuro a FAB vai ter que resolver a situação dos T-25 e T-27 da AFA que são dos aos 70 e 80 respectivamente, sem modernização, o que leva a outro assunto que daria um tópico, mas com certeza um F-39F não será o avião de instrução avançada , como não é o F-5FM hoje com só dois aviões disponíveis.

  42. Gelson, qual é mesmo a população da Finlândia?
    Kornet, não há NENHUM impedimento para a cirurgia a laser corretora de miopia. Pode fazê -la. Só com topógrafo descobrirão que você realizou a cirurgia, e a FAB não utiliza topógrafo no exame de admissão. Conversei com um oftalmo da FAB, de BH, papa na cirurgia a laser, para tirar essas dúvidas. Meu filho iria prestar o concurso da EPCAR.

  43. Gelson, além da população, qual é o tamanho do território e a quantidade de organizações militares da Força Aérea da Finlândia?

  44. A Força Aérea Finlandesa tem o tamanho adequado para a suas condições. Com aviões, pessoal habilitado, apoio logístico, doutrina e treinamento. E, o melhor, as três forças atuam de modo integrado.
    E, com certeza, não levarão 20 ou mais anos para trocar os seus caças por outros mais modernos e adequados ao que pretendem.
    Já, por aqui..o que temos mesmo?

  45. André, ele desistiu da EPCAR. Quer ser infante. Vai fazer a prova da ESPCEX ano que vem.
    Uai, Gelson! Por aqui nosso pessoal é “inabilitado”? Não possuímos doutrina? Dinheiro não temos mesmo. Dinheiro só pra “caixa dois”.

  46. Só para complementar (já que é o assunto aqui). A Força Aérea Finlandesa tem a maioria do seu quadro formado por reservistas, que são convocados conforme necessidade. Destes 40.000 do seu efetivo menos de 10.000 são de tempo integral.
    É engraçado como alguns exemplos não servem para guiar os princípios de funcionamento de nossas forças armadas.
    As nossas querem ser como as do Tio Sam. Enormes e poderosas, gastando o que não tem. Só que…a realidade é bem outra.
    Na minha pesquisa não encontrei nada deles equivalente ao nosso glorioso GTE.

  47. Mas temos gente habilitada e doutrina, senão não teríamos realizado várias CRUZEX, tampouco teríamos duas aeronaves buscando o ARA San Juan no Atlântico. Nem teríamos retirado 154 corpos do meio da selva, no fatídico acidente do GOL 1907.
    Cuidado ao afirmar que Finlândia é “foda”, e nós somos “lixo”. Menos. Eles tem um vizinho perigoso pra ficar de olho.

  48. A Forca Aerea da Finlandia tambem tem uma maneira no minimo, bem peculiar (e eficaz!) de avaliar os concorrentes para o novo caca.
    Transcrevo aqui uma traducao que fiz para um comentario meu que fiz sobre a compra dos F-18 em um outro post:

    Segue:

    A procura para a substituição desses velhos jatos¹ (a competição DX) começou em 1989 com um pedido oficial para uma cotação (RFQ)² de vinte caças monopostos e cinco caças na versão de dois assentos, com a opção para outros vinte caças. O RFQ foi transmitido para a Dassault, General Dynamics e Saab e apesar de nenhuma aeronave em particular tivesse sido mencionada, os fabricantes responderam com propostas para o Mirage 2000-5, o F-16A/B MLU e o JAS 39 Gripen, respectivamente. Uma apresentação inicial do programa foi feito no dia 31 de outubro de 1990 e esta foi revisada em 3 de janeiro de 1991, agora com uma RFQ para 60 aeronaves ‘single-seat’ e sete aeronaves ‘two-seat’. A McDonnell Douglas foi incluída nessa segunda rodada de propostas no dia 12 de abril de 1991. Em julho todas as quatro companhias já haviam respondido. Nesse ponto, a General Dynamics ofereceu o F-16C/D.
    Na Suomen Ilmavoimat (Força Aérea da Finlândia) havia uma preocupação de alguns de que não haveria dinheiro para dar suporte a tão ambicioso programa, com o colapso da União Soviética as exportações do país caíram de 25 por cento para somente 3 por cento. Como o resto da Europa, o país estava em recessão. Entretanto, a força aérea pressionou com planos de adquirir o máximo número de aviões. O resultado disso foi que virtualmente todo o orçamento para a defesa ficou comprometido com o Hornet até o ano 2000.
    A segunda fase da avaliação foi feita com cada um dos tipos apresentados, primeiro, no país de origem e depois na Finlândia. Entre dezembro de 1990 e dezembro de 1991, dois pilotos finlandeses visitaram cada uma das nações competidoras, fazendo uma média de 15 a 20 voos em cada aeronave. A Saab deu um acesso sem precedentes ao programa de testes do Gripen, mais de 250 voos foram feitos pelos pilotos da Ilmavoimat em Linköping onde o Gripen já estava pronto para entrar em serviço na Força Aérea Sueca. Muito dos voos nos Estados Unidos foram feitos sobre o oceano, enquanto que na França os voos foram sobre os Alpes. Porém, era preciso que uma avaliação completa das aeronaves e seus sistemas de aviônica fosse feita na própria Finlândia, com um programa de ensaios operacional.
    A General Dynamics mandou um F-16D para a Base Aérea de Halli em fevereiro de 1992, a McDonnell Douglas enviou um F/A-18B dos USMC no mesmo mês, o Hornet já era equipado com o F404-GE-402 Enhanced Performance Engine (EPE), trazia na cauda as inicias EPE em pintura de baixa visibilidade, havia também o código ‘SF’, talvez, significando Suomi/Finland.
    Em março, um JAS 39A e um Mirage 2000-5 chegaram. Todas as aeronaves tinham pilotos finlandeses, exceto o Gripen, que foi pilotado por um piloto de testes sueco que era muito mais familiarizado com os sofisticados sistemas de bordo. Em um período de mais de duas semanas cada avião fez de 15 a 20 voos de avaliação em conjunto com o comando finlandês, rede de radares e com as aeronaves da Ilmavoimat. Até 40 aeronaves decolaram nesse período, cada uma avaliando rigorosamente radares e sistemas EW dos aviões concorrentes.
    Aeronaves russas também foram incluídas no processo, porém já no estágio final e os pilotos finlandeses não voaram esses aviões. O Presidente Yeltsin pessoalmente instruiu os oficiais russos na província de Karelian (que fora território finlandês) a oferecer o MiG-29 e o MiG-31 aos finlandeses. Uma semana antes da decisão final uma delegação foi enviada à Rússia, mas não havia nenhum fundamento sério para que uma nova aeronave fosse incluída no processo.
    Em 10 de março de 1992 o programa de propostas foi fechado. O Comando Da Força Aérea fez uma recomendação final em abril de 1992 e esta apresentada ao Ministro da Defesa.
    A Finlândia iria adquirir 57 F/A-18Cs e sete F/A-18Ds, com um suprimento de peças sobressalentes para três anos, mais treinamento e equipamento de suporte.

    ¹Jatos Saab 35 Drakens e MiG-21 BIS.
    ²Request For Quotations

    World Air Power Volume 26 – 1996.

  49. Rinaldo Nery 28 de novembro de 2017 at 19:43

    Não há dúvida da capacidade da Força. Fazem muito com o que têm e com o tanto que são atrapalhados.

  50. Prezado Cel Nery
    Vibrei com o “quer ser infante!!”
    EXCELENTE!!!!!!
    É a evolução natural!!!! Hahahaahhahahaahhahahahahahahahaahh
    Brincadeira!!!
    Minha vibrante continência!!!

  51. Agnelo, não tenho preferências. Basta que seja um homem decente e honesto. E quer ser Comandos! Coitado, nem imagina o sofrimento…. rsrsrs. Mas, o bom, é que a ESPCEX é ao lado de casa, pois moro em Indaiatuba. E agora tem meninas também!

  52. O Brasil nunca será uma potência militar por 2 motivos:
    1 – Nunca invadirá nenhum país.
    2 – Nunca será invadido por algum país.
    Dito isso, resta ao Brasil o papel de dissuasão, que significa a capacidade de projetar cautela ou receio num eventual agressor.
    Qualquer invasor do território brasileiro encontrará aqui seu túmulo, fácil constatar isso pelas nossas características geográficas.
    Outro ponto é que estamos cercados por países pobres (alguns falidos) e não precisamos projetar poder em lugar nenhum.
    No que o país tem que investir é na ocupação econômica de áreas estratégicas, tecnologias de defesas e redes de comunicação. Aliás, tudo isso já faz parte da doutrina militar brasileira.
    Conforme o velho ditado: “não basta ser cruel, temos que mostrar que sabemos ser cruéis”.

  53. A Finlândia tinha que comprar bem mais que 64 considerando com quem faz fronteira e o fato de já terem sido atacados de surpresa e sem motivo nenhum pela Rússia.

  54. Luiz,Nery e Cristian obrigado pelas respostas é que essa questão da visão pra ser aviador militar rende muita discussão e com a cirurgia a laser piorou,no meu tempo era ainda no bisturi mesmo,rs,o laser tv chegando no Brasil e de forma experimental,uma coisa eu sei vou aos oftalmos desde os 13 e até fui atendido por muitos que usam óculos e que me disseram que não fariam a cirurgia,rs.

  55. SmokingSnake (gostei do nick – homenagem).
    Acho que 64 é o número que os militares chegaram após analisarem o que precisam e o que podem comprar e manter. É pouco? Aparentemente sim apesar que o grande irmão Russo já não é a potencia que foi.
    Quanto ao ataque, não foi de surpresa, tudo bem que os Russos não honraram os acordos, mas a Finlandia já sabia que ia ser atacada. O interessante foi que a Finlandia cobrou um altissimo preço da União Sovietica.
    Esta guerra foi muito estranha, Finlandia lutou contra os Russos, tiveram que ceder amplas regiões, depois tiveram os Alemães como aliados, depois lutou contra os Alemães e a Inglaterra (se não me falha a memória) também declarou guerra a Finlandia.
    Lutou contra um monte de gente em nome da sua soberania. Pais fantástico.

  56. “2 – Nunca será invadido por algum país.”
    Parei a leitura aqui. Se me mostrar o contrato que o Brasil possui com os outros, pelo menos, 10 países que possuem condições de invadi-lo, continuo a leitura. Isso sem considerar possível coligações de outros países.

    Discurso totalmente descabido. Clima, recursos naturais, riquezas, política etc, o mundo sempre foi e sempre será extremamente volátil.

    Quanto à penúria das forças, as perspectivas não são boas. Há uma grande chance de termos um próximo governo federal com uma linha de pensamento/comportamento totalmente diferente. No discurso, fala-se muito em indústria nacional, forças armadas e segurança pública. Infelizmente, sei que a prática será muito diferente, especialmente pelo aspecto da governabilidade. Mas, certamente em alguns pontos podem haver avanços, mesmo que, ainda, aquém aos necessários.

  57. Bom dia Cel.

    O sr pode me tirar algumas dúvidas a respeito dos A29?

    1 – Existem somente as versões A e B na FAB ou tem alguma outra? E quais as diferenças entre elas (sei que o A é mono e o B é biplace)

    2 – Foram adquiridos 99 A29. Ok. Houveram atritos e transferências (EDA), gerando assim, ACREDITO EU, perda operacional. Existe na FAB alguma intenção/previsão para adquirir mais unidades para repor ou quem sabe até aumentar a dotação?? Caso sim, seriam eles atualizados tecnologicamente e/ou performance (obvio, nao sei se é necessário)??

    3 – Tem algum estudo ou intenção da FAB em fazer um upgrade nos A29 atuais?? Tipo, aviônica, célula, armamentos…

    Obrigado Cel. E parabéns por sua carreira na FAB e suas participações aqui. Muito bom ter um insider da FAB no forum. Forte abraço

  58. Se a Finlandia precisa de muito mais que seus 64 caças Hornet ou de novos pra ficar de olho em “seu vizinho perigoso” ao lado, imagina a situação do México que nem Força Aérea tem pra ficar de olho em “seu vizinho perigoso” do norte, coitado. Esse está entregue ao Deus Dará mesmo.

  59. Alex. O México está, de certa forma, aceitou a situação em que se encontra. Não tem como se opor a um ataque americano, mas, por outro lado, os EUA não deixarão nenhuma potência invadi-lo, pois não quer um país poderoso na sua fronteira.
    Suas FA devem combater os inimigos internos e cuidar da fronteira sul, apenas.

  60. Rinaldo Nery 28 de novembro de 2017 at 18:21
    Rinaldo Nery 28 de novembro de 2017 at 20:56
    Sim! Que esse meu ‘sobrinho’ seja feliz com sua escolha profissional, seja civil ou militar! 🙂 E que traga orgulho a seu pai, por ter formado um homem bom, e justo! 🙂

    Rafael Oliveira 29 de novembro de 2017 at 5:37
    E como o amigo percebe, comparativamente, o Canadá? 🙂

  61. André Luiz,
    É quase a mesma situação: “Não tem como se opor a um ataque americano, mas, por outro lado, os EUA não deixarão nenhuma potência invadi-lo, pois não quer um país poderoso na sua fronteira.”
    As diferenças são que é um país mais amigo dos EUA, que fica mais próximo da Rússia, que não tem problemas paramilitares internos (cartéis de droga), não é rota do tráfico e faz parte da Commonwealth e da OTAN, de forma que tem compromissos militares maiores como auxiliar de outros países, como Reino Unido e EUA. Acho que isso justifica o Canadá ter um Força Aérea melhor, enquanto o México deveria melhorar seu Exército e sua “Infantería de Marina”.

  62. 36 Gripens, mesmo com toda a tecnologia é mto pouco. Outra coisa…ter um único vetor é ruim, seria o mesmo que colocar todas as bolas no mesmo cesto. Precisamos de 140 à 160 Gripens + 50 F-15 só para dar “aquele medo” na concorrência! Quem sabe meu neto veja pelo menos uns 70 Gripens!

  63. Kornet, eu tive miopia diagnosticada aos treze anos, em 1988 fiz o exame médico para PP no Hospital da Aeronáutica-SP e fui aprovado, tempos ainda do DAC, sendo obrigado a voar com óculos de grau. Em 2003 eu fiz a cirurgia de refração Lasic, em todos esses anos não tive problemas com a cirurgia. Mês passado fui a um oftalmologista e minha miopia continua zerada. Devido à idade, ele me receitou óculos para leitura, embora eu não tenha hipermetropismo. Não creio que para “caçadores” a cirurgia de refração venha a ser obstáculo.

  64. É isso Luciano não tenho mais voragem de fazer,fico meus óculos mesmo,acho que temos a mema idade,rs.
    Esse assunto é muito vasto,sei que pra aviação principalmente a militar e mais ainda pra de caça a visão perfeita é imprescindível.
    Se pra FAB hj a cirugia a laser não é impecilho é uma grande notícia pra todos que teem visão impeefeita e sonham com a aviação militar.

  65. O que acontece é que, quando os sujeito cresce, no caso do adolescente, o olho cresce também, e a miopia pode voltar. Nesse caso, outra cirurgia a laser pode ser realizada, sem contra indicação. O oftalmologista vai verificar a espessura da córnea, a fim de verificar essa viabilidade.

  66. Errata: Concordo….Força de dissuasão. Nossa CF proíbe guerra de intervenção. Temos de ter meio em que o agressor ou agressores não tentem intervir ou se criarem obstáculos na nossa soberania. Infelizmente Este alinhamento ao meu ver “nocivo ” em alguns casos com a ONU ou outras entidades estrangeiras de aceitar qualquer proposta ou abaixar a cabeça a tudo que nos dizem sobre nossos problemas internos. Sou contra terminantemente que este país queira( e não sei a que pretexto?) ter uma cadeira permanente no Conselho de Segurança. Temos de ser independentes e manter nossos negócios com países que nos tragam divisas e não dívidas nem calotes. (perdoar dívidas é para tolos, por isso somos escrachados perante o mundo) Reestruturarmos nossa economia, nossa indústria e melhorar. tentar nos desenvolver(esta é a parte mais difícil) abraços a todos.

  67. Dr. Mudico
    Imagine que Maduro resolva lançar a Venezuela em um conflito externo com algum vizinho para consolidar seu poder. Entre Colombia, Guiana e Brasil, qual seria atacado ?
    .
    Cel. Nery.
    A melhor idade para corrigir a miopia é 25 anos, pois não precisará corrigir e se houver margem para uma segunda operação, pode fazê-la para quando começar a ter “vista cansada”.
    Eu operei ainda na época do bisturi soviético.

  68. Rinaldo Nery
    29 de novembro de 2017 at 18:25

    Lembra disso não, Coronel, pois foi o que inviabilizou minha entrada na EPCAr. Não havia correção a laser na época…

  69. Já pensei com muita convicção de que ninguém se atreveria a invadir o Brasil. Estas conclusões tirei pelo tamanho continental do nosso país e também pelas dificuldades de logística que qualquer força teria de ter para dominar nossas forças. Mas hoje mudei minha idéia. Certamente nenhuma força armada do mundo conseguiria tomar conta da totalidade do nosso terrritório. Mas certamente poderiam invadir áreas específicas e estratégicas como o pré sal e amazonia ou as regiões onde há urânio, ferro e nióbio. Daí certamente precisamos de planejamento estratégico e poder de dissuasão e respostas rápidas.

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here