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Vídeo: C-130 Hercules pousando na areia da praia

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O vídeo mostra um cargueiro militar Lockheed C-130 Hercules da Dinamarca fazendo um exercício de pouso e decolagem em uma praia.

O Lockheed C-130 Hercules é um avião de transporte militar turboélice de quatro motores projetado e construído originalmente pela Lockheed (agora Lockheed Martin). Capaz de usar pistas despreparadas para decolagens e pousos, o C-130 foi originalmente projetado como transporte de tropas, medevac e cargueiro.

A célula versátil encontrou usos em uma variedade de outros papéis, inclusive como um gunship (AC-130), para assalto, busca e resgate aéreo, apoio à pesquisa científica, reconhecimento do clima, reabastecimento aéreo, patrulha marítima e combate aéreo a incêndios.

Ainda é o principal cargueiro tático para muitas forças militares em todo o mundo. Mais de quarenta variantes e versões do Hercules, incluindo uma civil comercializada como Lockheed L-100, operam em mais de 60 países.

O C-130 entrou em serviço com os EUA na década de 1950, seguido pela Austrália e outros. Durante seus anos de serviço, a família Hercules participou de inúmeras operações de ajuda militar, civil e humanitária.

Em 2007, o C-130 tornou-se o quinto avião – depois do English Electric Canberra, B-52 Stratofortress, Tupolev Tu-95 e KC-135 Stratotanker – a marcar 50 anos de serviço contínuo com seu cliente primário original, neste caso, a Força Aérea dos Estados Unidos.

O C-130 Hercules é o avião militar mais produzido continuamente em mais de 60 anos, com o atualizado Lockheed Martin C-130J Super Hercules atualmente sendo produzido.

Como o F-16 é na Aviação de Caça, o C-130 é na Aviação de Transporte o “bechmark”, o avião a ser batido.

58 COMMENTS

  1. Ola Colegas. Uma curiosidade de química no contexto deste post. A areia molhada (tem que ser molhada) é um fluido não newtoniano que aumenta sua viscosidade quando recebe pressão. Este tipo de fluido é chamado dilatante. Por isso que a areia molhada pode funcionar como pista de carro ou de avião. O peso do veículo faz a viscosidade do material aumentar muito no ponto de contato ao ponto de ficar duro. POr exemplo, se alguém correr na areia molhada dá para sentir o ponto de contato do pé com ela ficar muito duro. Se andar não fica tão duro. Se tocar com os dedos das mãos de levinho, dá para fazer um buraco. Esta técnica foi usada pelos egípcios antigos para levar blocos de pedra para construir pirâmides. Alguém ia molhando a areia na frente dos troncos de rolagem que suportavam os blocos de pedra. O peso das pedras fazia a areia molhada endurecer e não atolava. Por outro lado, um fluido newtoniano tem a viscosidade constante indepentende da pressão, por isso a água sob pressão apenas aumenta a velocidade de fluxo.

  2. Outro dia perguntei sobre pistas preparadas, semi preparadas, não preparadas e o kc-390. Volto a perguntar, esse piso aí é não preparado, correto? Nosso kc-390 conseguirá pousar nessas condições?
    Mais, a Embraer diz que o kc-390 poderá operar a partir de pistas semi preparadas e que operará na Antártida. Aquelas pistas são o quê?

  3. Olá Marcos. O Nilo esta ali ao lado. Por favor, dê uma olhada em “Sliding Friction on Wet and Dry Sand”. Se você digitar “Ancient Egyptians transported pyramid stones over wet sand” chegará a uma excelente descrição. Boa leitura.

  4. Olá Marco, considerando o fluxo médio do Nilo e que foram necessários 20 anos para construir uma das pirâmides, eles tiveram 1 quatrilhão de litros de água disponíveis (1 seguido de 15 zeros). Para ter uma comparação, o Tio Patinha tem em sua caixa forte cerca de 100 bilhões de moedas, ou 1 seguido de 11 zeros. Os egípcios antigos tiveram 10.000 vezes mais água do que o Tio Patinhas tem de moedas de 1 guardadas em sua caixa-forte.

  5. Pessoal, nosso grande pássaro decolou de Jacksonville e está voando alto agora, creio que não deve estar fazendo voos de testes, e sim indo para outra base.
    Hoje cedo ele voou bastante na região de Melbourne, e pousou na pista daquele aeroporto, só que agora ele saiu de onde fica a fábrica da Embraer, ou seja, saiu de Melbourne e foi ara Jacksonville antes.
    Agora não sei para onde está indo, voando alto agora.
    ____________
    camargoer 25 de novembro de 2017 at 14:50
    Boa sua explicação, faz um tempo e eu vi no Discovery Channel uma borracha usada por atletas para proteção de partes do corpo, essa borracha é fina e flexível, bem mole, ocorre que se você der uma pancada forte nela, ela se compacta, é este mesmo princípio da areia molhada.
    Uma pessoa coloca sua mão embaixo de uma pedaço dessa borracha e aplica várias marretadas bem forte, e nada acontece, outro dá golpes com uma pá no joelho, com muita força, quando ele levanta a calça, está com uma fina camada dessa borracha, fica dura na hora com o choque e protege do impacto.
    Falar em egípcios, eles já sabiam até da existência da constante matemática PI, só descoberto pelo homem no século 18.

  6. Foi citado o Camberra como uma das aeronaves de mais de 50 anos em uso, qual o operador ?
    .
    Logo o F-5 entrará na lista.

  7. Desculpem minha ignorância e pela inocência da minha pergunta:
    Quais as possibilidades e frequências baseadas em necessidades reais de uma aeronave de transporte do porte do C-130 ou maior pousar em uma praia?
    Obrigado

  8. O copiloto parece que está em instrução, é ele quem pousa e decola a aeronave.
    Muito a ser dito, muito bom vídeo.

  9. Clésio Luiz, o Antonov An-2 foi fabricado até 2001 e tem hoje 3 modernizações turbohélices de 3 países disponíveis, portanto ainda vai voar por um tempo. Na Rússia a Força Aérea e a Marinha ja o aposentaram, só o Exército ainda tem alguns para curso de paraquedistas, orgão civis como o Ministério da Emergencia que equivale a Defesa Civil de alguns países estão modernizando alguns.
    Até na China onde era fabricado como Y-5 estão sendo substituidos por Y-12, um avião parecido com o DHC-6, veja o vídeo.
    . https://m.youtube.com/watch?v=jUQyQlFwuKc

  10. luiz antonio 25 de novembro de 2017 at 18:07
    L. A., os russos quando perguntados por um jornalista sobre o porque de suas aeronaves Il-76 ainda usarem glass cockpit com navegador , disseram que em uma guerra de grandes proporções desaparecerá o apoio a navegação aérea e grande parte das pistas, por isso a capacidade de prover sua navegação e pousar em pistas improvisadas é importante.
    A Europa ja viu o que é destruição em uma grande guerra e sabe da necessidade de se improvisar nessa hora, quem puder operar em locais improvisados terá uma maior chance de sobrevivência no que sobrer depois de um ataque as Bases Aéreas e aeroportos.

  11. Walfrido Strobel 25 de novembro de 2017 at 18:21
    Obrigado pelas informações. Porém pelas suas considerações onde grande parte das pistas ficariam inoperantes me vem a cabeça outra pergunta: O avião decolaria de onde? Entendo ser um pouco exagerada essa preocupação sendo mais uma propaganda de divulgação de capacidades da aeronave (muito bem feita por sinal). Na pratica o mesmo C-130 já teve suas capacidades exaustivamente comprovadas ao longo da sua longa carreira de sucessos. Como curiosidade valeu, mas não acrescenta nada ao que ja é conhecido. Na minha opinião a melhor aeronave de transporte até os dias de hoje. Um dia será substituido, mas jamais esquecido. Àntes dele só o C-47.
    Nota: A tal pista da praia parecia um local de show aéreo, ou seja “estava bem preparada”.

  12. Sobre operar na Antártida, vejam onde, de fato, a Força Aérea Brasileira opera no continente:
    Excelentes aviadores e muito bom vídeo.
    (vejam principalmente as cenas de pouso com vento cruzado).

  13. Operação bem marginal. Poucas Forças Aéreas operam na Antártida. Pena que um piloto, não tão excelente, descontou um C-130 lá.

  14. Excelente vídeo.
    Pensar que o C-130 já fez ensaios de pouso e decolagem num porta-aviões, local impossível de operar o KC-390, C-17, A-400M e por aí vai.

  15. O cara disse que ainda sente frio na barriga.
    Claro, com aquela temperatura lá…
    Por que uma pista tão curta e estreita, que coloca em risco os pousos e decolagens?

  16. Sobre pistas preparadas ou não preparadas.
    Essa pista da Dinamarca foi “preparada”.
    Imagino que nenhum avião militar, exceto em caso de emergência, pousaria num local sem saber se há buracos, poças de água, etc.
    Sobre testes.
    Imagino que há testes de bancada e testes “da vida real”.
    Mas no caso de pousos, por exemplo, do KC 390 no gelo, em pista não preparada, num porta aviões.
    E o risco de não dá certo já que imagino não haver teste de bancada para isso?
    Em tese tem haver certeza que dará certo ou será um risco enorme.

  17. Acabo de chegar em casa, fui ver a inauguração da árvore de natal do Ibirapuera, um programa bem paulistano.
    Entrei para ver onde nosso pássaro tinha ido….mais de 4 horas de voo, bem, o que será que ele foi fazer na capital do estado do Arizona???
    Alguém sabe informar ou tem alguma ideia do motivo da ida do KC-390 de um extremo a outro dos EUA, saindo da Flórida ao Arizona??? para Nevada (Área51) é um pulo.

  18. Bom dia.
    A aviação de transporte da FAB faz muito bem tudo isso tambem. Os indígenas da Amazonia que o digam. Aliás a aviação de transporte da FAB não deve nada a ninguém em termos de proficiência.
    Abraços

  19. Marcos10 26 de novembro de 2017 at 9:33
    O C-130 foi desmontado em fevereiro de 2017 e suas partes aproveitáveis trazidas para o Brasil. Todo o local onde estava encalhado na Antartida foi limpo para manutenção do meio ambiente.

  20. Roberto F. Santana 25 de novembro de 2017 at 18:42
    R. F. S., um detalhe que não tira o mérito da FAB e em especial dos pilotos do “Gordo”, a base chilena na verdade não é continental da Antartica, está em uma ilha a 120 km da peninsula antartica, um prolongamento do continente fora do circulo polar o que tem suas vantagens, tem solo firme rochoso e é menos frio que o continente antantico.
    A maioria das pistas continentais são cobertas de grossas camadas gelo azul o ano todo e em locais bem mais frios.
    O pedaço pretendido pelo Brasil na Antartica pela projeção de nosso território seria muito difícil de operar uma base fixa ou pista de pouso.
    Esta ilha hoje usada pelo Chile foi descoberta e nomeada pelos ingleses a 200 anos que a reivindicam, a Argentina também quer e a batizou de “Ilha 25 de Maio” , mas EUA e Rússia não reconhecem qualquer direito sobre reivindicações na Antartica e nada relativo a esse assunto vai para frente.
    A vantagem desta ilha próxima a Península Antartica é a pequena distância da América do Sul, menos de 900 km, para se ter uma comparação a Austrália tem que voar 3300 km para chegar a sua base.
    . https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ilha_do_Rei_George

  21. Acredito que o acidente do C-130 da FAB na Antártida mereça certa nota de infortúnio.
    A pista estava coberta de neve, condição perigosíssima e que pode gerar certas ilusões na percepção do piloto.
    A neve que cobre a pista se confunde com toda a paisagem em volta, no caso, até mesmo as condições de tempo na atmosfera se confundem com a pista. Apesar da marcação na pista, a ideia de comprimento e largura da pista fica muito prejudicada, portanto, o julgamento da altitude e distância da aeronave com relação à pista e a altura certa para o ‘arredondamento’ *da aeronave também ficam prejudicados.
    Na filmagem do acidente é possível notar que a aeronave, pouco antes de atingir a cabeceira da pista, atinge com o trem principal um pequeno elevado de rochedo quase que totalmente coberto pela neve. No toque na pista, o conjunto de rodas do trem direito, já danificado, simplesmente salta pelos ares.
    Faz parte da programação o pouso durante o inverno, porém, é de se pensar na real necessidade de tal missão com pista totalmente coberta pela neve.
    De qualquer forma, a simples visão da aeronave sendo despedaçada para o sucateamento já serve de terrível penitência para esse desafortunado aviador.

    *Pequeno ajuste no ângulo de ataque para diminuir a razão de descida e a redução de potência nos motores .

  22. Uma curiosidade, a China comprou dois C-47 modernizados (Basler BT-67) para seu programa antartico, feito com cooperação da Austrália onde operam na pista australiana e tem acordo de apoio mútuo.
    Bacana ver estes senhores de 80 anos na ativa, o Basler tem experiencia na operação no gelo no Canadá e Alasca, eles não tem a menor vergonha de comprar um avião com 80 anos modernizado, aqui seria um escândalo.
    . http://www.antarctica.gov.au/__data/assets/image/0009/193860/varieties/antarctic.jpg

  23. Teve gente que apostou alguma coisa aqui no Aéreo dizendo que esse avião iria sair voando de lá.
    Acho que era uma garrafa de whisky Macallan 50 anos.

  24. A vantagem dos Basler BT-67 que são DC-3 e C-47 modernizados em uso na neve é o sistema do trem de pouso que permite o uso de skis, não impedindo que o trem de pouso seja recolhido com este dispositivo.
    O ski permite que o DC-3 seja usado sem a remoção da neve fofa sobre o gelo, como visto na base australiana quando chega o A319.
    Vejam este DC-3 ainda com motores radiais operando na neve, coisa que sempre fez bem, incrível como ainda tem coisa que o DC-3 com 80 anos é a melhor opção, por isso as modernizações não param.
    . https://m.youtube.com/watch?v=jx11k1r1Pm8

  25. Franco Ferreira 28 de novembro de 2014 at 14:15
    Vader
    28 de novembro de 2014 at 12:09 #
    Vader;
    Vamos apostar um doce? Eu aposto num voo de traslado sem carga ou passageiros; talvez até com o trem em baixo.
    Se der “PT” eu perco!
    —-
    🙁
    Foi o Franco quem perdeu a aposta. Mas foi só um doce, não um Macallan.

  26. Marcos, é tudo questão de custo, como o C-130 na FAB está no fim de linha, completando 15 anos da modernização com a chegada dos KC-390, não valeria a pena recuperar o C-130 no local, o que podia ser aproveitado foi retirado para fazer os outros voarem.
    Mas ja teve avião com danos maiores recuperados na Antartica, como este BT-67 acidentado em Holtanna Glacier, um ponto localizado diretamente abaixo da Africa do Sul. que precisou de toda a dianteira novo com recuperação da asa com novo motor, hélice e trem de pouso, tiveram que instalar todos os aviônicos e cabeamento no meio da neve em curto prazo, em 44 dias o avião estava pronto e decolou para a Cidade do Cabo no extremo sul da Africa do Sul. O que estes canadenses fizeram foi incrível, passaram o Natal e Ano Novo na neve recuperando o avião para aproveitar o verão.
    . https://m.youtube.com/watch?v=cn8OTFUBMrE

  27. Walfrido:
    Apenas destaquei a aposta do Ten. Cel. Av. Franco Ferreira, que o fez com o Vader.
    E perdeu!
    Com um doce!
    Talvez um pirulito!
    —-
    Vader: você tem um pirulito em haver.
    🙂

  28. Devido ao clima frio e os ventos queria saber quantas pistas de pouso em na Antárctica e se toda área na Cantarítica pode ser sobrevoada???

  29. Fresney.
    Nos anos setenta havia voos de turismo para sobrevoo no continente.
    Alguns terminaram em tragédia, procure saber sobre o que aconteceu com o Air New Zealand 901.

  30. Fresney existem várias pistas na Antartica ou Antartida, da no mesmo….eu ficava me preocupando em qual estava certo, achei uma explicação que as duas formas estão certas….
    Aqui estão as pistas, divirta-se:
    . https://en.m.wikipedia.org/wiki/List_of_airports_in_Antarctica
    .
    Hoje não existem mais restrições em se voar sobre os polos, antigamente existia, pois as bússolas não funcionam nos polos e não havia auxílios para comunicação e navegação que cobrissem toda a área com segurança.
    Para se ir ao sudeste da Ásia era necessário ir a costa oeste dos EUA depois Hawaii, fazendo um grande caminho, hoje se voa da Argentina ou Chile para a Nova Zelandia e Austrália passando por cima do gelo sem restrições.

  31. Nonato,

    Há um filme recente de guerra que se passa na Dinamarca chamado “Land of Mine”, que trata do uso forçado de jovens soldados alemães para realizar serviço de remoção de minas após a capitulação. O exército alemão de ocupação tinha posto minas em muitas praias, porque pareciam locais adequados ao desembarque aliado.

    Neste filme você vê claramente que existem quilômetros de praias planas, iguais às usada pelo C-130. A cada ciclo de marés elas ficam perfeitamente lisas.

  32. Uma pena esse acidente da FAB. Pelo que soube a célula do C 130 acidentado era a que tinha mais horas disponíveis de todos os Hércules da Força Aérea.

  33. Pousar e decolar de pista não preparadas.
    Essa é grande vantagem do avião turbo hélice como o C-130J.
    O Boeing C 17 já demonstrou essa capacidade, e o KC-390?

  34. Acredito que o KC-390 vá fazer esse tipo de pouso do vídeo do C-17, a principal questão no caso, seria a resistência e a proteção do ventre da aeronave e os componentes do trem de aterrissagem.
    O real problema, será contudo, encontrar na prática operacional terrenos e pistas não preparadas que ofereçam condições físicas para esse tipo de pouso e decolagem, como o comprimento de pista, altitude, obstáculo (morros, construções, árvores, etc). A impressão que se tem, é que quase todos os vídeos de demonstração de pouso em terreno, são muito bem planejados previamente.

  35. Que problema o KC-390 teria ao fazer um pouso ou decolagem nesta pista em que o C-17 pousou, é uma pista cheia de poeira porem lisa, da para ver que o trem de pouso trabalha pouco.
    O piloto de jato nestas pistas tira o reverso quando o avião já está lento e podem ver que nem existe a situação de ingestão pelos motores, é uma questão de técnica de pilotagem e não do avião em si.
    Na decolagem não se da o motor a pleno para depois soltar o freio, vai se acelerando a medida em que o avião ganha velocidade para não se aspirar a poeira.
    Até aviões comerciais ja foram utilizados nestas pistas empoeiradas, desde que respeitando a técnica adequada.
    Vejam este vídeo conhecido do B727 operando na Africa, ainda usa matrícula brasileira PP-ITL de quando era um Itapemerim Cargo, o CMT parece brasileiro, mas é angolano.
    . https://m.youtube.com/watch?v=vPEjybK0Xfs

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