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Irã testa cargueiro C-130E como bombardeiro

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C-130E lançando bombas Mk 84

A Força Aérea do Irã (IRIAF – Islamic Republic of Iran Air Force) testou o lançamento de bombas de queda livre de 2.000 libras de um cargueiro C-130E durante um exercício sobre Anorak.  Cada C-130  pode carregar até 6 bombas Mk.84.

O Irã iniciou exercícios aéreos no dia 31 de outubro com aviões F-7, F-5 e Saeqeh (Lightning) que dispararam bombas inteligentes, bombas de longo alcance com precisão pontual e foguetes, informou o general Massoud Roozkhosh, porta-voz do jogo de guerra.

De acordo com o general, os aviões de combate F-5 e jatos Saeqeh (Lightning) também lançaram bombas de 500 quilos em vários alvos na zona de operação.

Dezenas de bombardeiros, caças, aeronaves de transporte militar, aviões de comunicação e reconhecimento, aviões-tanque e veículos aéreos não tripulados (UAVs) participaram do jogo de guerra.

Durante o primeiro dia, as unidades de guerra eletrônica da Força Aérea exerceram várias táticas e os aviões de transporte C-130 Hercules também exerceram práticas de lançamento tático com apoio aéreo de jatos F-14.

A Força Aérea do Irã realiza jogos de guerra anuais com o objetivo de aumentar as capacidades de defender o espaço aéreo do país.

155 COMMENTS

  1. corretíssima a ideia!

    o kc390 pode ser adaptado p disparar misseis de cruzeiro antinavio

    e tb ser adaptado p portar canhoes e ser gunship

    os irarianos sao exemplo p o Brasil no assunto defesa

  2. Se alguem duvida que toda uma força aérea pode ser comandada por um punhado de incompetentes, a IRIAF é um bom ponto de partida para uma boa lista de exemplos.

  3. Hó Deus,

    e tu disseste; “Ele será como um jumento selvagem entre os homens; a sua mão será contra todos, e a mão de todos contra ele; e habitará diante da face de todos os seus irmãos”.

    Assim foi determinado, assim agem os filhos do valoroso Ismael!!!

    Glórias a Deus que é Senhor de todas as coisas e tem infinita sabedoria!!!

  4. Qualquer um vai até onde Deus permitir, inclusive Israel. E tudo é no tempo de Deus. Israel sabe disso. E, louvo a Deus que ainda sabem!!!

    Ps. precisava dizer isso, não me levem a mal.

    Grato

  5. Os Persas sabem das limitações de sua Força Aérea e para o desespero dos xenotupiniquimcionista ainda bem que é de conhecimento geral que eles não um bom sistema de defesa terra-ar

  6. Não dá para dizer que são incompetentes, já que se mostraram competentes na gueta Irã x Iraque, operando com embargos e tudo, tendo de fazer engenharia reversa para manter aeronaves operacionais.

  7. Se fosse uma necessidade da FAB a Embraer tem um mix de jatos civis que um deles poderia ser aproveitado e adaptado, para um bombardeiro brasileiro, recebendo asas ombrais e reforçadas, motorização capaz e redistribuída, abertura ventral e até alguns Hards Points. Um exemplo de leigo:

  8. Desculpe-me Roberto F. Santana… Aceito o teu pensamento mas não concordo com ele. Como podem ser incompetentes os iranianos que refizeram um F-5 ( engenharia reversa) e até o melho
    raram ( embora não saibamos a que ponto) … É um país que ainda tem os Grumman Tomcat F-14 voando… Eles dominam o jato que não tem peças de reposição enviadas por americanos. São incom
    petentes? Não acredito, sei que são fantasiosos mas não incompetentes.

  9. “Se fosse uma necessidade da FAB a Embraer tem um mix de jatos civis que um deles poderia ser aproveitado e adaptado, para um bombardeiro brasileiro”
    .
    Quem poderia cumprir quebrar o galho como bombardeiro seria um Patrulha Marítima.
    .
    http://www.navyrecognition.com/index.php/news/defence-news/year-2015-news/august-2015-navy-naval-forces-defense-industry-technology-maritime-security-global-news/3028-first-air-strike-with-gbu-12-against-isil-in-iraq-for-french-navy-atl2-maritime-patrol-aircraft.html

  10. Aloisio Adib.
    Usar aviões de transporte para combate de bombardeiro é próprio do desespero. De escaramuças latino-americanas até conflitos africanos, esse tipo de apelo nunca deu certo, quando não termina em tragédia.
    A IRIAF assinou, ratificou e oficializou seu atestado de estupidez, quando apresentou seu IAIO Qaher-313, um dos maiores embustes e vexames da história da aviação militar. Note bem, repito, apresentou a proposta de maneira oficial e insistente.
    Não confunda país, povo, a instituição da força aérea, pessoas que estão no comando, e o tempo histórico.
    Normalmente esquecemos que uma força aérea está sob a competência direta de seus comandantes e não hierarquicamente e diretamente abaixo do governo. Muitos governos são culpados pela decadência de suas forças armadas, quando a maior culpa por essas situações é daqueles que tem a responsabilidade de comandar. Portanto, qualquer força aérea tem seus valor como instituição, mas isso não quer dizer que os que a comandam em determinada época tenham capacidade para isso.
    Um C-130 querer lançar bombas é o mesmo que usar um Gotha da Primeira Guerra Mundial, pesado, lento, baixo e desarmado, seria uma missão suicida.
    Péssima ideia.

  11. “hammadjr 7 de novembro de 2017 at 19:53
    xenotupiniquimcionista”
    kkkkkkk! Não é que ficou bonita a palavra.

    Quanto a foto de divulgação do bombardeiro ET, mais parece que C-130 está um caco, com a camuflagem mais parecendo ferrugem, e perdendo suas peças em voo.
    Uma boa imagem faz parte da propaganda de sucesso.

  12. Phantom das 5 horas. Já ouviram??

    Há muitos anos atrás li uma matéria em uma revista especializada, q um colega me confirmou faz poucos meses, pois seu avô foi adido militar no Iraque.
    Chama-se o Phantom das 5 horas.
    TODOS os dias, um Phantom do Irã surgia NA MESMA HORA ( cinco da tarde), vindo NA MESMA ROTA, e atacava Bagdá em um local específico, e NUNCA acertou …
    Ah… a SEMPRE pegou a AAAe iraquiana desprevenida…
    Dai dá pra imaginar como as coisas são por lá…
    Sds

  13. Aloisio Adib 7 de novembro de 2017 at 20:37
    Quando eu li o comentário desse sujeito eu pensei exatamente a mesma coisa, e iria fazer um comentário nessa mesma linha, mas você fez antes.
    Os EUA aposentaram o F-14 pelos elevados custos de operação e complexidade para manter o equipamento, e até hoje o Iran continua voando com esses aviões, sem apoio algum, com logística “absolutamente zero”, e um avião que nem mesmo o país que o fabricava foi capaz de mantê-lo voando por mais tempo.
    E a gente é obrigado a ler que a “IRIAF é comandada por um punhado de incompetentes”, é mesmo um sem noção que só destila impropérios por aqui…
    Lembrando que o Iran fez excelente uso dos seus F-14, obtendo com esse avião, mesmo embargado, vitórias esmagadoras nos céus do seu pais contra invasores, com total superioridade aérea.
    Existe ainda um caso único no mundo, onde um piloto da IRIAF abateu três ou quatro aviões inimigos voando em formação cerrada para escapar dos radares a partir de seu F-14, com o disparo de um único míssil, ao pedir a seu copiloto artilheiro que apontasse o armamento para o avião que voava no centro da formação, o míssil AIM-54 Phoenix tem uma poderosa ogiva, e sua explosão teve o efeito esperado pelo inteligente e astuto piloto iraniano, destruindo os demais aviões que voavam ao redor… os aviões foram vistos destruídos lado a lado no deserto.
    Já pensou se tal proeza fosse feita pelas mãos de um piloto israelense??
    Pois é amigo, a gente é obrigado a ler cada absurdo por aqui… o cara é manjado.
    Imagina se a IRIAF fosse comandada por gente competente.

  14. “ao pedir a seu copiloto artilheiro que apontasse o armamento para o avião que voava no centro da formação, o míssil AIM-54 Phoenix tem uma poderosa ogiva, e sua explosão teve o efeito esperado pelo inteligente e astuto piloto iraniano….”

  15. Agnelo 7 de novembro de 2017 at 22:12
    Amigo, não entendi o contexto ou a intenção do seu comentário, se foi desprestigiar o F-14 ou o piloto da IRIAF. Ambas as coisas ou nenhuma delas.
    Mas apenas esclareço que fazer esses ataques todos os dias e na mesma hora, é um forma conhecida de guerra psicológica a fim de levar inquietação e desmoralização ao inimigo.
    Um MIG-25 sírio fazia isso todos os dias sobre Israel, as três horas da tarde, voava impune pois os F-4 da IAF eram incapazes de alcança-lo, mas este MIG-25 não fazia ataques, apenas entrava e saia de Israel sem ser molestado, voava alto e rápido demais para os Phanton, uma forma de desmoralização.
    Li sobre um caso de um canhão alemão que todos os dias, em hora exata, acho que era às 15 horas, não importa, disparava sobre um acampamento dos brasileiros durante a campanha na Itália na Segunda Guerra mundial, os brasileiros até riam quando se aproximava a hora, sabiam que seriam bombardeados, até que o serviço de inteligência fez fotografias aéreas da área, e percebeu um ponto bem camuflado na encosta de uma montanha, algo que parecia uma peça de artilharia, não tinham certeza mas mandaram um P-47 atacar e destruir aquele local, depois disso, os bombardeios contra a posição dos brasileiros cessou, era lá mesmo.
    Isso é uma forma de guerra psicológica.

  16. Antonio Sampaio apenas uma observação na sua opinião, os combates foram em outros contextos, eu vejo que a realidade da IRIAF em termos de capacidade de dissuasão hoje não seria capaz de fazer frente ao que opera Riad por exemplo.
    Mas como diz a matéria é teste e não poderia ser diferente devido ao embargo então faz sentido eles procurarem ter alguma alternativa inclusive tapete voador.
    Depois das eleições do trump o Iran virou a bola da vez, bastou vistar a Arábia Saudita e logo em seguida a visita dos Sauditas há Israel e para completar uma purga geral na realeza Saudia, então trata de ter alguma capacidade de reação, eu não gostaria de ver a incompetência Persa ser testada.

  17. Que embargo os iranianos têm? Dos EUA? Da Europa?
    E quem embarga os EUA e a Europa? Os ETs???
    Um país pequeno e isolado como Cuba ou mesmo a Coreia do Norte até podem reclamar de “embargo”, mas o Irã? O Brasil??
    Ora! O Irã e o Brasil têm tudo pra fazer qualquer coisa e se nos falta intelecto, expertise, necessidade, vontade, motivação…. não culpemos os outros.

  18. Pessoal, não sejam tão 8 ou 80. É pura besteira isso.

    O fato é que a IRIAF não está boa das pernas não. Seus F-14 e F-4 voam sim, mas até que ponto estão realmente operacionais. Já fazem umas boas décadas desde a Guerra Irã x Iraque e essas aeronaves não estão ficando mais novas. Tiveram total mérito em mantê-las operacionais durante a Guerra, e muito disso foi ajuda do caso Irã-Contras, o que de forma alguma diminui seu mérito, claro. Mas não se sabe ainda ao certo nem se os AWG-9 estão operacionais nos F-14, nem exatamente qual o nível de nacionalização de suas peças. O que se sabe é que os Iranianos mantém seus F-14 voando por questão de orgulho, e que foram extremamente eficientes durante a Guerra. O mesmo vale para os F-4, que pelo menos pudemos testemunhar executando missões de ataque ao solo contra o ISIS a pouco tempo atrás.

    Os F-5 já são mais fáceis de manter, e realmente conseguiram copiá-lo, mas também não se sabe exatamente se eles chegaram à realmente copiar os motores dos F-5 ou se estão usando motores originais dos F-5 que não voam mais. Realmente tudo que dissermos sobre as capacidades atuais das aeronaves da IRIAF será mera especulação.

    Outro ponto interessante que merece uma correção antes que se torne ‘verdade’ é que a famosa interceptação dos MiG-23 pelo F-14 que abateu pelo menos três, e possivelmente quatro deles com apenas um Phoenix não ocorreu dessa forma premeditada. A intenção era abater pelo menos um deles e esperava-se que a queda de um deles faria com que os outros retrocedessem de volta ao espaço aéreo Iraquiano. Por sorte, o efeito foi bem maior do que o esperado.

    Mas em uma coisa podemos concordar de forma possivelmente unânime. A IRIAF sofre com quem quer que seja responsável por sua publicidade. A apresentação de um drone que mais parece uma V-1 e que obviamente não seria capaz de voar, a apresentação daquela aeronave ‘stealth’ super sinistropower, em cujo painel encontrava-se um rádio toca-fita e cujo canopy não deixava que se enxergasse o que se passa do lado de fora, foram totalmente surreais e motivos de piada mundo afora. E por mais que a IRIAF tenha sido inovadora em tempos de Guerra, adaptando os MIM-23 ‘Hawk’ para serem usados pelos F-14 devido aos temores de esgotarem seus Pheonix, bem como o fato de terem conseguido adaptar os racks dos Tomcat para utilização de bombas de queda livre da série ‘Mk’ (provavelmente usando o famoso ‘olhômetro’ como mira para essas bombas), efetivamente estreando o conceito do Bombcat, essa idéia de soltarem bombas da série ‘mk’ à partir de seus C-130 se enquadra no conceito de piada pronta.

    Uma coisa seria usar o C-130 como aeronanve lançadora de uma bomba com efeito de área, como as Daisy Cutter e as MOAB, mas com bombas de efeito pontual sobre algum alvo, provavelmente também utilizando o ‘olhômetro’ ou o ‘chutômetro’ para pontaria, não me demonstra qualquer tipo de eficiência por parte da IRIAF. Na verdade me mostra justamente o contrário, que algum oficial bem graduado lá dentro é algum tipo de retardado. Por causa disso que eu realmente acredito que essa combinação de Hércules + Mk.84 só pode ter sido idealizado pelos retardados da propaganda, e que a IRIAF teve que engolir.

    Seja como for é um óbvio desperdício de recursos que poderiam ter sido bem melhor utilizados, já que sofrem embargos de peças da aeronave e, para variar, não sabemos o grau de nacionalização das peças do C-130, mas que de qualquer forma não devem ser muito difíceis de se encontrar no mercado paralelo, tendo em vista a quantidade de C-130’s operacionais ao redor do Mundo.

    Na verdade confesso que ainda estou pasmo de ver que algumas pessoas embarcaram nessa idéia estapafúrdia e ainda por cima recomendam isso para o Brasil. Como se já não sofrêssemos demais…

  19. Aliás, tentando lembrar agora de quem já poderia ter feito algo semelhante e lembrei que os Argentinos usaram bombas ‘Mk’ em C-130 durante as Falklands. Só que eles fizeram tudo certinho, adaptaram cabides próprios para as bombas debaixo das asas com MRE’s e tudo. Salvo engano chegaram à acertar um petroleiro com um desses, mas de todas as bombas lançadas pelo C-130, apenas uma atingiu o alvo e não detonou. Pararam de usar o Hércules como bombardeiro de longo alcance devido à possibilidade da presença de Harriers, uma aeronave de pernas curtas e que na época tinha radar e mísseis de curto alcance. Nos dias atuais é ainda mais temerário fazer isso, ainda mais se forem soltas através da porta do compartimento de carga, o que torna qualquer tentativa de pontaria um exercício ainda maior de ‘achismo.’

  20. Não estou entendendo.
    Me parece que já existe versão de ataque do C 130, inclusive com canhões.
    Falar em falta de autodefesa, a maioria dos bombardeiros é assim.
    Tanto é que após a derrubada do SU 24 na Síria, a Rússia passou a usar mais o SU 34, bombardeiro com características semelhantes a caças de superioridade aérea, e a escoltar os outros com SU 30.
    Quem não tem cão caça com gato.
    Interessante que a Síria ultimamente até parece melhor armada com aviões do que o Irã.
    Não compra caças. Nem ocidentais usados nem russos ou chineses…
    Podia pelo menos ter alguma coisa.
    Há países bem menores ou mais pobres com força aérea melhor.
    Poderiam até ter um “tejas” ou “JF 17” local para fazer número.

  21. Bosco, como assim o Irã não sofreu embargos?
    Restrição ou proibição na venda de petróleo, grandes restrições na compra de armamentos, aeronaves e suas peças de reposição (que já causaram acidentes com jatos civis). Até para vender açúcar e carne brasileira para eles, o Brasil o faz driblando esse embargo e triangulando via Dubai.
    Nada contra ou a favor deles, mas tenho que reconhecer que fazem muito com aquilo que eles possuem e com toda a limitação de recursos.
    Incompetência é o que temos de sobra por aqui, com toda a abertura que temos, poder de negociação e bom relacionamento com diversos países e não usamos nada disso.

  22. Ismael. Iranianos e Iraquianos são Persas. Jordanianos São irmãos de Jacó, filhos de Esaú, Árabes são irmão por parte de Abraão via Ismael -Iêmen, Omã, Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein e Arábia Saudita.

  23. Jeff,
    Sem dúvida! O embargo comercial existe, mas a ironia do meu comentário é direcionada aos que falam de embargo tecnológico, como se o conhecimento não estive livre a todos e apenas a alguns privilegiados mortais tenha sido dado o direito a ele.
    Ficamos na janela vendo a bunda passar e ainda queremos que quem conquistou sua expertise e desenvolveu um know-how à duras penas nos dê de mão beijada sob pena de tirarmos nossa viralatice (a isso eu chamo de viralatice) vitimista e cara de pau do armário e alegarmos estarmos sendo “boicotados’.
    Somos um país continental com 200 milhões de habitantes, com milhares de doutores em todas as área do conhecimento humano e se não sabemos produzir a tecnologia que possa fazer a diferença para que sejamos respeitados não podemos culpar àqueles que fizeram o dever de casa e aprenderam como fazer.
    O mesmo raciocínio pode ser expandido para o Irã. Um país grande com vasta população e que frente aos constantes e penosos embargos já ou deveria se enquadrar ou se tornar autossuficiente de tecnologia, aliás, como tem acertadamente feito mas não raro de forma muitas vezes não muito adequada.
    Vale salientar que comparado ao Brasil o Irã está a anos luz na frente.

  24. wwolf22 8 de novembro de 2017 at 7:14
    É por isso que eles compram nossos produtos de defesa quando autorizados desde os anos 80, por que temos uma “indústria militar medíocre”.
    Salvo engano a décima em exportação de produtos de defesa do mundo, e a segunda em armas leves.
    Você tem toda razão, e o Gripen só vai chegar ao Brasil em 2035, a gente te manja.
    O Brasil está negociando a venda de uns 50 aviões Embraer para o Iran, tentando convencer Trump, ou seja, nós mesmo sendo medíocres, eles ainda nos procuram para comprar…
    Além de milhares de ônibus da Marco Polo, carros movidos a gás e outros produtos.
    Temos uma indústria militar medíocres cara, mas tem pistolinha 9mm fabricadas no Brasil nas mãos de agentes do FBI.
    Opinião é como joelho e orelha, todo mundo tem, mas ao menos, que seja lastreada em dados da realidade.
    ________________
    Bosco 7 de novembro de 2017 at 23:41
    Para com isso rapaz, o Brasil ou qualquer outro país do tipo no mundo que tenha uma fábrica de aviões não fabricaria nada que voe se sofre um embargo total…
    Não sei se você sabe, mas o comercio internacional existe porque as matérias primas, meios de produção e a mão de obra não são distribuídas de forma uniforme no planeta, e mesmo os EUA não podem se fechar, muito pelo contrário, são totalmente dependentes do livre comércio,e assim é em todo mundo.
    Só para ter uma ideia, as placas de proteção térmica dos ônibus espaciais, são feitos com um tipo de areia que só existe na Amazônia brasileira.
    Não tem como viver isolado no mundo.
    _________________
    hammadjr 7 de novembro de 2017 at 23:01
    Basicamente existem por aqui, com algumas matizes para um lado ou outro, comentaristas que são totalmente “pró” EUA, estes mesmo são 100% pró Israel, o cara não poder ver nada dos EUA que já chega na base do terceiro processo – ver do que se trata no manual de campanha Instrução Tática de Combate – se for algo do F-16 o C-130J, vão a loucura.
    Elogios aos russos e chineses, também fazem parte deste combo comportamental.
    Invariavelmente, estes tipos costumam padecer daquele velho complexo estabelecido por Nelson Rodrigues.
    Tem país aí que não fabrica uma bala de FAL ou uma granada de morteiro do sessentinha, compram até mísseis do Brasil, e bem, nós é que temos uma “indústria militar medíocre.”
    Outra coisa, essa região do Oriente Médio e afins é muito pouco industrializada, sua economia gira em torno do petróleo e gás, com exceção de Israel, que justamente não tem petróleo, os demais são pouco industrializados, seu equipamento de defesa é importado, seja da Rússia, EUA ou Europa, o Brasil também dá uma fisgadinha por lá.
    O trabalho do Iran com o F-14 foi algo digno de nota, sob qualquer ponto de vista.
    Mas não creio que sejam capazes de fabricar algo importante, acho que são como os demais, se acomodaram sob suas imensas reservas de petróleo e gás.

  25. Pergunta: O Irã é obrigado a comprar caças apenas do ocidente?
    O mundo inteiro o está boicotando?
    Que coisa estranha.
    Coitados.
    Vixe mainha!

  26. Esses dias eu li na Revista Força Aérea que a Força Aérea Colombiana ainda opera 6 vetustos Douglas C-47 (um deles esteve na Normandia) como bombardeiros. Claro que devidamente modernizados e adaptados. Mas se um C-47 consegue, porque um C-130 não?

    O caso do Irã é de ser estudado. Se é verdade que eles ainda voam F-5, F-14 e C-130 mesmo com embargos de peças, também é fato que não se envolveram mais em conflitos desde a guerra contra o Iraque. Mas se pode ir mais longe, trata-se de um país sem recursos, apesar de sua diplomacia as vezes falar grosso, mas, fico imaginando que, se quisessem renovar sua força aérea, não poderiam comprar da Rússia ou da China? Se não o fizeram, é porque falta dinheiro para a tarefa…

  27. A nação mais embargada do mundo esta com misseis balísticos nucleares rs, é como o Bosco escreveu, o intelecto não depende de embargos, somos uma nação abençoada, poderíamos ter naves espaciais por aqui, recursos materiais não faltam, mas o intelecto……..

  28. costamarques,

    Eu já penso que intelecto não nos falta, nos falta intelecto para o bem, para o que é inteligente, para o que leva a progresso. Porque os esquemas que os brasileiros (especialmente os políticos) montam para burlar a lei e se dar bem, comprovam que inventividade e intelecto há de sobra por aqui.

    O Brasil, como nação, é um país que despreza a inteligência e o conhecimento, e celebra todos os dias a esperteza e a facilitação. É mais fácil fazer sucesso usando a Lei Rouanet para cantar coisas como “beber e pegar” do que estudar e carrear recursos para programas de tecnologia. Gostamos mais do sucesso que do progresso…

  29. Numero das prinicipais aeronaves de combate no final dos anos setenta, logo apos a deposicao de Reza Pahlavi:
    80 F-14
    177 F-4E
    32 F-4D
    141 F-5E

    Livro: Air Forces of the World 1979

  30. Costa,
    Sem contar que o país é do tamanho de Alagoas e tem 10 x menos gente que aqui. A CN tem até capacidade de colocar satélites em órbita enquanto nós aqui culpamos os americanos e dizemos que eles explodiram o nosso foguete na rampa de lançamento e que eles não nos passam sua tecnologia de seeker térmicos, de plataformas inerciais, buá… buá… buá… buá…. buá …

  31. Pelo jeito Prometeu quando deu o fogo à humanidade deve ter imposto alguma restrição ao Brasil. rsrsss
    O culpado são os militares que quando estavam no poder inventaram um monte de slogans ufanistas tipo: Deus é brasileiro! Hoje, sabemos a verdade!
    Nem asfalto que presta damos conta de fazer e queremos colocar satélites em órbita. rsrss Seria cômico se não fosse trágico.

  32. Farroupilha, se os barbudinhos não conseguem vender seu petróleo, não tem grana pra comprar nada de país algum. Até avião que solta pecinha custa dinheiro.
    Vide Argentina.
    O problema do Brasil é só o povo, o resto tem conserto. Pena que cabral não errou (acertou) o caminho pras índias, demos um azar tremendo mesmo antes de existir.
    Devíamos ter sido descobertos por nórdicos, franceses, japas, alemães ou ingleses. Sem desmerecer os outros povos, poderíamos estar melhor.

  33. Mudando um pouco de alho para bugalho… Apesar de nossas limitações sociais por n motivos, históricos-geográficos (no passado)-culturais-educacionais (presentemente), me situo em São Paulo, nas proximidades da cabeceira norte de congonhas, da janela da minha escrivaninha, 14ºandar, do note que digito, fico vendo o dia todo a aproximação ou decolagem das aeronaves Boeing, Airbus e Embraer. E nossos aviões da Embraer (todos) são lindos. Agora a pouco teve a aproximação de um Legacy com partes pintadas num verde bem claro e outras em prata, simplesmente lindíssimo, parecia uma nave espacial. O Legacy parece uma agulha, me lembra um pouco o F-104.
    Ao ver os aviões da Embraer, e saber das condições travadas de nosso progresso, fica difícil entender como é que pode ser do Brasil a origem dessas mais lindas aeronaves civis do mundo.

  34. Bosco 8 de novembro de 2017 at 10:07
    …A CN tem até capacidade de colocar satélites em órbita” — Bosco, a Coreia do Norte tem realmente tal capacidade?… Pergunto porque, pelo que saiu na imprensa, o incremento ‘expresso’ no alcance dos mísseis balísticos testados por PyongYang não foi graças ao desenvolvimento puramente autóctone; eles teriam, na verdade, comprado no mercado negro tecnologia ucraniana!. Isso soa bem mais coerente. Agora, essa mesma tecnologia demonstrada de mísseis balísticos é suficiente para colocar satélites em órbita ? E vice-versa?! (sem nem entrar no mérito de se a Coreia do Norte teria capacidade tecnológica para desenvolver/produzir os satélites!…)
    Abraços!

  35. Farroupilha 8 de novembro de 2017 at 10:56
    Talvez, Farroupilha, porque as mais lindas aeronaves civis do mundo (também acho! 🙂 ) são projetadas e construídas visando mercados que não se limitam ao nosso quintal nacional!… O foco da empresa era maior e mais ousado, e sujeito a uma concorrência que jamais permitiu à Embraer entregar resultados — seus produtos — que não tivessem um nível de qualidade, excelência menores que os exigidos pelo mercado!
    Abraços!

  36. É incrivel como as pessoas adoram e simplesmente adotam espirito de torcida futebolistica, um é preto, o outro é verde , o outro é vermelho, encerram-se nos desejos e preferencias particulares e propositadamente obstam-se de realmente analisar os casos….
    .
    Cansei de ver piadas…piadas…e piadas sobre xing ling….a mais de 30 a 20 anos….hohje em dia, todos reconhecem os caminhos percorridos pela China…
    .
    Com o Irã entre outros o mesmo. Não analisam o contexto …apenas dão lance de torcida de bingo….
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    Obvio que não ha no mundo aparato militar sozinho ou mesmo conjugado que possa chegar perto dos americanos, em numero ou tecnologia ou orçamento….não é esta a questão….
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    China percorre seu caminho, tal qual o Irã naquilo que está ao seu alcance de possibilidades…
    .
    O Irã em face da carencia de recursos, investe em modelos asssimetricos, pois é o que tem para hoje…não tem como importar tecnologia sensivel, chips, eletronica etc…então investe em guerra assimetrica e em improvisações sem duvida.
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    O que não dá para fazer é fechar os olhos para sua industria mesmo que incipiente quando comparada a outros paises. Não foi exatamente assim com a Africa do Sul ao seu tempo? E não acabou conseguindo desenvolver algumas soluções interessantes?
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    Obvio que existem fakes tambem….faz parte do jogo….
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    Bem direto ao ponto do post, usar veiculos cargueiros como bombardeiros improvisados possuem algum valor potencial, marginal ou não. Argentinos acertaram dois navios cargueiros retirando-os de serviço com exito.
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    Na guerra Indo Pakistanesa, a India empregou uma improvisação em seus AN-32 em que num ataque dizimaram uma brigada inteira de artilharia Pakistanesa….
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    Os EUA já tiveram estudos serios para o 747, e o que seria o C-130 deles usam bombas planadoras e o Griffim?
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    Quem não tem canhão, se quiser lutar, luta até de colher….
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    VCs conhecem o ensaio hipotetico do KC-390, estas informações estão lá…
    https://projetosalternativosnavais.wordpress.com/2016/02/10/embraer-kc-390-bomber-emprego-de-container-drone-planador/
    .
    Não tem nada a ver com um bombardeiro dedicado ser muito melhor…..obvio que é!!! tem a ver em reconhecer que voce sempre necessitara utilizar os parcos recursos disponiveis em tudo o que for possivel….
    .
    A vida na paz lhe permite encerar o carro todo final de semana…..na guerra, voce o jogara na lama….passara fome, e o planejado jamais sera executado no mundo dos sonhos…
    .
    é o CAOS, então, melhor se preparar como puder para ele….uns comprarm B-2 outros…..fazem o que podem….o bacana é fazer o que pode…..não ficar esperando ganhar na mega sena….

  37. Roberto, o Irã nunca recebeu o 80o F-14. A revolução Iraniana aconteceu antes do recebimento desse último, que acabou na USN. Então eram 79 F-14’s.

  38. wwolf22 8 de novembro de 2017 at 7:14
    Pode nos dizer, o que a “indústria militar iraniana” fabrica e ou exporta??? o que o Brasil fabrica e exporta, eu sei… mas do Iran nunca ouvi falar.
    Conta pra gente?

  39. No inicio da Força Areá de Israel, C-47 foram adaptados para serem bombardeiros.
    NA WWII era comum um avião de passageiro (como o Focke-Wulf Fw 200) ter sido também adptados para bombardeiro.
    Se eu não me engano os EUA já usaram o C-130 para lançar bombas do Vietnam e os argentinos e paquistaneses também.
    Tem até um link sobre algumas histórias de aviões de transporte que viraram bombardeiros aqui:
    https://medium.com/war-is-boring/the-unusual-history-of-transport-bomber-planes-2ce280fbb546

  40. André,
    Mas mesmo que tenham comprado, e nós? Temos acesso quase que irrestrito ao conhecimento e nadica de nada.
    E sim, são relacionadas as tecnologias. Um país que detenha capacidade de construir mísseis ICBM tem capacidade de desenvolver um foguete lançador de satélites. No caso do Brasil, por exemplo, “nosso” VLS era de combustível sólido, o que tem tudo a ver com a tecnologia de mísseis balísticos de alcance intercontinental.

    Farroupilha,
    Sem querer ser do contra e já adiantando que também sou orgulhoso da Embraer, mas quanto de nacionalização há nos aviões produzidos pela empresa. Não fabricamos motores, não fabricamos muito da aviônica crítica. Nem os pneus são de origem nacional. E o ferramental? Deve ser todo importado. Pra não dizer o material humano que de 10, 11 foram formados nos EUA e alhures, fora do Brasil. E mesmo assim os americanos são nossos carrascos que nos boicotam e vedem porcaria. rsrsss
    Eu fico pensando se teríamos capacidade hoje de fazer pelo menos 1% do que os americanos fizeram há 80 anos quando construiam milhares de aviões por ano. Centenas de navios.
    Será que hoje poderíamos imitar 1% da capacidade que os americanos detinham há 80 anos, inclusive com a tecnologia da época? Daríamos conta de desenvolver motores de combustão interna para aviões de hélice? Ou navios com caldeiras? Ou mostradores e sensores analógicos?
    Sem sombra de dúvidas perdemos o bonde da competitividade e da alta tecnologia e agora é difícil entrar nele com ele a 200 km/h, mas eu às vezes me pergunto se detemos capacidade tecnológica de pelo menos uns 50 anos atrás. Daríamos conta de fazer um foguete com a tecnologia dos anos 50, como a do foguete russo que lançou o Sputnik? Ou uma bomba atômica como a Little Boy pesando 5 toneladas?
    Não fazemos nem asfalto que presta mas até hoje tem alguns quilômetros rodáveis da Via Ápia romana. rsrss

  41. Julgam os iranianos, mas eles estão fazendo sua parte, inclusive inovando com o que já possuem. Infelizmente possuem uma capacidade defesa muito limitada, e daqui até 2020 (quando cair o embargo) a AS e Israel vão fazer de tudo para liquidar os persas antes que adquiram Sukhois ou Rafales.

  42. Bosco 7 de novembro de 2017 at 23:41

    “Ora! O Irã e o Brasil têm tudo pra fazer qualquer coisa e se nos falta intelecto, expertise, necessidade, vontade, motivação…. não culpemos os outros”.
    Compartilho o mesmo pensamento que o seu ! É bem por ai mesmo…

  43. Walfrido,
    Os americanos lançam bombas guiadas de precisão e não largam bombas burras pela rampa de carga. Ninguém critica a iniciativa de se utilizar aviões de transporte para outros fins, inclusive lançar bombas, mas de preferência fazer do jeito certo caso contrário não vai surtir efeito algum.

  44. Bosco 8 de novembro de 2017 at 11:57
    Obrigado, Bosco!
    Ah!, sobre o asfalto: Fazer asfalto que presta, a gente até faz, só que… quem é que compra asfalto? Prefeituras municipais, principalmente! E pra quê? Pra asfaltar as vias públicas, óbvio! Mas, se as obras de pavimentação forem feitas com o melhor asfalto, da forma tecnicamente correta, como é que as administrações públicas poderão promover suas realizações asfaltando/recapeando as ruas às vésperas de cada eleição?! (sem falar na perda de oportunidades para superfaturar cada obra…!)
    Pegou a dinâmica do problema?…
    Abraços!

  45. PRAEFECTUS 7 de novembro de 2017 at 19:23
    ” …e o reino de Deus lhe será tirado e dado a um povo que produza fruto.”

  46. E até os Argentinos, quando o fizeram, adaptaram cabides de bombas com MRE’s nas asas do C-130, o que permitia um grau muito melhor de operação e precisão, até porque usaram para atacar navios, inclusive, salvo engano com um ou dois acertos em dois alvos entre as oito bombas carregadas.

    Como eu disse antes, uma coisa é lançar uma bomba com efeito de área ou mesmo com algum tipo de guiagem. Outra coisa completamente diferente é lançar bombas burras com efeito pontual sobre determinado alvo.

    E os Argentinos não tinham F-4’s ou Su-24’s. Tinham Canberras, mas acho que queriam algo que carregasse mais bombas.

  47. …Mas, voltando ao tópico principal, que é a capacidade da Força Aérea Iraniana de improvisar com meios obsoletos: podemos dizer que o Irã faz com seus aviões o que Cuba faz com seus carros?! 😉

  48. Engraçado de ver isso tudo que acontece aqui.
    Pessoas dando glórias a IRIAF por soltar bombas pelos fundos de um velho C-130 e falando de sua competência, enquanto questionam as capacidade de um caça único e sem igual como o F-35.
    Acho que a USAF deveria acabar de vez com esse projeto e transformar todos os 130 em bombardeiros. Talvez assim ela fosse vista como uma força competente por usar meio errados para fazer coisas certas. Quem sabe a FAB não pudesse fazer o mesmo.
    Abraço.

  49. Bosco, Os argentinos lançaram bombas usando o C-130 por meio de cabides….mas existe relatos de que usaram rampa tambem….foram dois ataques bem sucedidos.
    .
    Ataque ao petroleiro britânico Wye, retirando-o do combate
    .
    Ataque ao navio-tanque Hércules, retirando-se de combate e sendo afundado por medida de segurança na costa brasileira
    .
    https://projetosalternativosnavais.wordpress.com/2016/02/10/embraer-kc-390-bomber-emprego-de-container-drone-planador/

  50. Emmanuel 8 de novembro de 2017 at 12:55
    Particularmente não vejo mérito em usar o C-130 como bombardeiro por dois motivos:
    1º é uma questão de falta de opção, se pudessem escolher algo melhor o fariam.
    2º A própria USAF chegou a fazer isso nos primeiros anos de uso do C-130, portanto não é novidade.

    Sobre o F-35 (Aardvark II), na minha opinião tinha tudo para ser um excelente caça. Mas ao invés disso quanto mais problemas apresenta mais se faz alarde de que “vai melhorar, vai dar certo.” Assim como o F-111 fez promessas demais que pode cumprir. Quem sabe numa 6ª geração ou numa 5ª+.

    Quem não tem cão, caça com gato (Irã).
    E quem tem muitos cães? Por acaso caça com o quê (EUA) ?

  51. Sobre a importância e conveniência, cito apenas o seguinte conforme se observa nos textos das matérias especializadas:
    1) nas operações do Iraque, a estatística da participação de munições entregues ao inimigo é de aproximadamente 70% a 80% pela artilharia do exercito ( obus, canhões, Morteiros, Sistemas de foguetes e misseis)
    .
    2) Os B-52 foram responsáveis por apenas 3% das surtidas mas entregaram 30% das bombas e artefatos da Força aérea;
    .
    3) Os B-52 estavam entre os primeiros atacantes, assim que os principais pontos estratégicos foram atacados cirurgicamente e mesmo antes desta ter levado a cabo, realizaram inclusive missões de penetração a não mais de 100 metros de altitude….
    .

  52. Existe uma interessente defesa de tese elaborada pelo Major Bryan J. Benson, Chief of Strategic Special Operations Programs, Special Operations Branch, and then Executive Officer to the Director.

    Ela faz uma análise comparativa entre os Bombardeiros eestratégicos e modernas aeronaves de transporte, exibindo parâmetros de velocidade, custo, quantidade, disponibilidade e principalmente, a correlação com a grande massa de missões de bombardeio que até os dias de hoje não exigem tecnologia tão dispendiosa. Cerca de 89% das missões não são relacionadas a alvos ou estruturas estratégicas bem guardadas.

    link : http://fas.org/man/eprint/benson.htm

  53. carvalho2008 8 de novembro de 2017 at 11:10,

    que grata surpresa meu caro, ao deparar com seu comentário….👏 Já estava me sentindo meio Marcelo Ostra(MO), diante de tantos enfadonhos…

    Exemplar colocações!!!

    Walfrido Strobel 8 de novembro de 2017 at 11:46,

    bem observado, pra você ver meu caro, como são as coisas. E, quando são enquadrados diante da bobagem que estão colocando, aí saem com umas ladainhas que vou te contar viu…😂

    Abraço.

  54. Capacidade intelectual nós temos, https://www.livrariadafisica.com.br/detalhe_produto.aspx?id=31458
    Mas falta uma Política de Estado, que estruture a educação, ciência e tecnologia. Esta política seria mantida indiferentemente do governo assumido.
    Acontece que nossos “representantes” estão se lixando, para isto, querem é ter apartamento em Miami e conta nas ilhas Caiman.
    Já foi comentado, que a Coréia do Sul, é um exemplo a ser seguido.

  55. Prezado Bosco, um pais q nao tem ou vive sua historia esta fadado a repeti-la (bons ou maus momentos). Seguinte, ao ler um de seus comentarios q sempre prezo aqui, me deparei com uma afirmacao sua no que tange a falta de componenttes nacionais por parte da Embraer. Ate ai nada demais, afinal la nao eh uma empresa partidaria e que so visa cabide de emprego e montagem-fabricacao de porcarias q sao enfiadas goelka abaixo dos cidadaos a guisa de patriotismo estupido. Mas vamos ao que interessa so para que tvz aqui eu possa contribuir e enriquecer um pouco mais sua opiniao……caso c nao saiba, la pelos idos de 1993 um pouco apos a falencia da ENGESA, a Embraer adquiriu todo o complexo de maquinas e equipamentos q la eram utilizados para montagem de veiculos e outros. Nisso tbm e se nao me engano, toda a instalacao tbmpassou a uso da Embraer e saiba que nao foi pouca coisa nao. Ainda por essa epoca, a propria Embraer lancou extensa procura por contratacao de profissionais de inumeras areas de ferramentaria,usinagem, projeto,montagem, etc……. Entao, nao eh e nao continua sendo assim tao ruim como vc afirma que basicamente tudo utilizado na montagem das aeronaves seja importado. Alias, uma aeronave civil de passageiros eh tao recheada de componentes mecanicos,estruturais,eletronicos,motores, hidraulicos, ufaa que voce so pode estar opinando superficialmente sobre aquilo q se enxerga. Acho q voce etendeu meu comentario, se nao, fico devendo mais e melhores explicaoes, mas por favor nao deprecie tanto assim o componente nacional na montagem dessas aeronaves, ainda eh muita coisa q vc nao conhece e nunca viu pessoalmente, principalmente os ditos ferramentais para se produzir tais componentes.

    PS eu sei pqe participei indiretamente desse processo naqueles idos de 1993………e ja passei dos 6….enta rsrsrsrsr Sds

  56. Prezado Carvalho2008 e demais, não teria como, nem poderia, dar fontes, mas o petroleiro Hercules, afundado propositalmente, foi por outro motivo, relacionado à nacionalidade de um míssil que nele penetrou e não explodiu. Isso colocaria um novo player na guerra, que não interessava.

  57. Antônio de Sampaio
    Boa noite
    Vc se confundiu com a aeronave. Phantom è o F-4.
    Nunca desprestigiaria o F-14… Muitos gostam dele tanto quanto eu, mais do que, acho improvável!!! Kkkkk
    Neste caso, não acredito ser um tipo de “Op Psico”.
    Ambas as forças fizeram inúmeras bizarrices naquela guerra.
    O Irã perdeu gente “a balde” lançando bordas insanas contra o Iraque.
    Este, por sua vez, enterrava Cascavéis em espaldões em linha, como uma “Linha Maginot Mandraque”, expondo este veículo q tem na velocidade sua melhor proteção. Usava “legiões” de jararacas contra o fronte iraniano… Um veículo q é de exploração….
    Camarada… Altas bizarrices…
    Acertos? Sim, mas altas bizarrices também.
    Sds

  58. uso de aviao cargueiro como bombardeio e viavel e ja foi usado inclusive p lançar missil balistico

    o kc390 pode lancar misseis de cruzeiro antinavio fornecendo grande flexibilidade a defesa costeira do Brasil

    desde que seja operado pela Marinha é claro

  59. Jaques Kugelmass 8 de novembro de 2017 at 20:46
    Prezado Carvalho2008 e demais, não teria como, nem poderia, dar fontes, mas o petroleiro Hercules, afundado propositalmente, foi por outro motivo, relacionado à nacionalidade de um míssil que nele penetrou e não explodiu. Isso colocaria um novo player na guerra, que não interessava.
    ::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
    MESTRE , Eu era garoto a epoca e acompanhava detalhadamente todos os passos daquele embate. Jogávamos war a rodo em casa e a literatura britânica ou argentina citam como resultado de um bombardeio co um hercules em missões oportunistas de reconhecimento de longo alcance
    .
    Lembro das imagens do afundamento realizado por autoridades brasileiras em nossa costa após avaliação técnica de desativação da bomba.
    .
    Se vc tiver outra informação mesmo que oficiosa pode falar, pois já faz mais de 35 anos e hoje não mudaria nada

  60. Qual terá sido o método de extração das bombas utilizados pelos iranianos. Geralmente se utiliza de “paraquedas” mas elas não são vistas. (????????????)
    Bombas normais são ejetadas em momento precisamente cronometrados, mas e estas?

  61. Taí uma boa idéia para a FAB, fazer uso dos Hércules. Bombardeiros de “subida” em vez de mergulho.
    Isto sim é que é pesquisa, desenvolvimento e inovação. Levava uma “graninha do FINEP”.

  62. carvalho2008 8 de novembro de 2017 at 13:28

    “3) Os B-52 estavam entre os primeiros atacantes, assim que os principais pontos estratégicos foram atacados cirurgicamente e mesmo antes desta ter levado a cabo, realizaram inclusive missões de penetração a não mais de 100 metros de altitude….”

    Meu, é sério isto? Um B52 a não mais de 100m de altitude?

  63. Às vezes bate até um desânimo.

    KC-390 não está nem terminado e já querem que lance mísseis de cruzeiro anti-navio. Não seria mais fácil simplesmente comprar os Harpoon para os P-3, que afinal de contas já são preparados para usar esse armamento?

    Quantos Galaxy foram selecionados para ficarem de alerta com ICBM’s nos compartimentos de carga? A resposta é: ZERO. Uma coisa é mostrar que dá para fazer. Outra coisa completamente diferente é fazer com que isso se torne algo operacional.

    É bom lembrar aos mais empolgados que para se tentar atingir uma instalação qualquer, mesmo que seja relativamente grande como um depósito ou coisa parecida, usando bombas burras liberadas pelo compartimento de carga, a precisão é um exercício de reza braba, além do óbvio fato de que necessariamente não pode haver qualquer tipo de oposição aérea na área do alvo.

    EParro, não sei se estava sendo sarcástico ou não, mas já existe à décadas uma técnica de bombardeio justamente assim, geralmente chamada de toss bombing, ou loft bombing. O A-4, por exemplo, deveria empregar essa técnica quando utilizasse bombas nucleares. Mas jamais foi pensada para ser usada por armamento largado pelo compartimento de carga de um transporte, mas sim para se evitar voar sobre o alvo à ser atacado, evitando o grosso das defesas ou como forma de escapar da onda de choque de uma detonação nuclear.

  64. É sério sim. Os B-52 inclusive treinaram dessa forma para missões de penetração na antiga URSS quando os SA-2 tornaram-se mais efetivos e não se sabia ainda se seus sistemas de ECM conseguiriam anular a ameaça. Era normal os B-52 treinarem seguindo o terreno até seus alvos.

  65. Leandro Costa 9 de novembro de 2017 at 9:00

    Seguindo o terreno, sim! Mas a não mais de 100m de altitude, você tem certeza disto?

    Saudações

  66. Leandro Costa 9 de novembro de 2017 at 8:56

    Não é sarcasmo não, é incredulidade mesmo!
    Uma coisa é um A-4 outra coisa é um B52, assim tão próximo do chão.

    Saudações

  67. Leandro Costa

    Não seria mais fácil simplesmente comprar os Harpoon para os P-3, que afinal de contas já são preparados para usar esse armamento?

    RM: misseis de cruzeiro sao mais longos e pesados

    alem disto, tem de serem lançados em saraivadas, ou seja, o kc390 tem de lancar varios de uma so vez

    o kc390 tem vantagem tatica sobre o p3 ja q pode usar pistas improvisadas dificultando o ataque inimigo a sua logistica
    ——————————–
    Quantos Galaxy foram selecionados para ficarem de alerta com ICBM’s nos compartimentos de carga? A resposta é: ZERO.

    RM: foi zero pq os sovieticos concordaram em diminuir a quantidade de missies balisticos moveis que tinham
    ——————————–
    Uma coisa é mostrar que dá para fazer. Outra coisa completamente diferente é fazer com que isso se torne algo operacional.

    RM: uma coisa de cada vez.

    o importante e ter coragem e determinacao em manter a capacidade de dissuasao
    —————————-
    É bom lembrar aos mais empolgados que para se tentar atingir uma instalação qualquer, mesmo que seja relativamente grande como um depósito ou coisa parecida, usando bombas burras liberadas pelo compartimento de carga, a precisão é um exercício de reza braba, além do óbvio fato de que necessariamente não pode haver qualquer tipo de oposição aérea na área do alvo.

    RM: o kc390 tb pode ser usado para este tipo de bombardeio

    mas as bombas tem de serem inteligentes e guiadas por gps ou guiadas a laser por uma aeronave ou observadores em terra

    submarinos tb podem fazer o guiamento final das bombas por laser

  68. Leandro Costa 9 de novembro de 2017 at 8:56

    Lá em 9 de novembro de 2017 at 8:21, era puro sarcasmo sim!
    Existem coisas que me parecem pura perda de tempo e dinheiro, pois dão a impressão de ideias desesperadas, que não foram pensadas com um mínimo de seriedade. Como foi o caso do A-4 (que confundi com o do B-52) que você mencionou. Parecem-me aquelas soluções muito simples, de rápida implementação e que não funcionarão em situação real.

    Saudações

  69. Roberto Messa 9 de novembro de 2017 at 10:05

    Como um submarino faria guiamento de bombas por laser? Ele estaria na superfície, na linha d’água, e iluminaria o alvo como? De baixo para cima?

  70. EParro,
    O pior é que é verdade. Os B-52 alteraram sua forma original de penetração e se especializaram na penetração a muito baixa altitude e na dependência do terreno abaixo podia chegar mesmo a menos de 100 metros.
    Hoje, não mais! Os B-52 só efetuam ataque nuclear com mísseis AGM-86B se mantendo a 3000 km do alvo. Quem penetra é o B-2 e a grande altitude.

  71. Robeto Messa,
    Sua diagramação dos comentários torna-os difíceis de entender. Eu leio tudo que escreve mas tem hora que fico perdido. Tudo abaixo das inicias RM até a linha pontilhada é sua opinião?

  72. EParro,

    Como um submarino faria guiamento de bombas por laser? Ele estaria na superfície, na linha d’água, e iluminaria o alvo como? De baixo para cima?

    RM:

    1 o satelite identifica o alvo e seus parametros (local, velocidade, direcao, composicao, etc)
    2 o comando da operacao decide por um ataque em local e momento futuros
    3 o submarino recebe ordens (missao, posicao, tempo, etc…)
    2 o kc390 libera o armamento
    3 o armamento usa guiamento inercial para guiamento de longo alcance
    4 o armamento emite sinal com seus parametros (tipo, posicao, velocidade, altitude, etc…)
    5 o sub usa emissores na vela para designar o alvo
    6 o armamento segue a mira de 5

    obs

    1 a mira geralmente e um laser
    2 profundidade de periscopio

  73. Bosco 9 de novembro de 2017 at 11:54
    Cara, eu li umas coisas aqui que me fazem lembrar das ideias do Mangabeira Unger…! Só falta o “sotaque de gringo” — porque até o layout do teclado é de fora! Não tem acento agudo em vogal ( ´), nenhum til (~) , e nem um ‘ç’ sequer!!…

  74. E arriscar um submarino assim será que valeria à pena? Se o alvo simplesmente não tem defesas, para que isso tudo? É só se aproximar e disparar um missíl antinavio de curto alcance com cabeça explosiva menor. Serve para alvos leves.

    Se o alvo já é mais bem defendido, você vai arriscar o submarino, a aeronave de transporte e sabe-se lá mais o que. Melhor utilizar uma aeronave mais apropriada para isso.

  75. Bosco…
    Para sua informação, acho que 95% dos milhares de engenheiros da Embraer são brasileiros, formados no Brazil, que tem sim boas universidades.
    Além disso a maior parte dos ferramentais usados na fabricação das peças é nacional. Além de parte dos equipamentos de testes.
    Além disso, não se esqueça que além das estruturas, válvulas, atuadores e o trem de pouso TB são nacionais.
    Tubos, cablagens painéis de controle dos sistemas da mesma forma.
    Quanto a motores, aviônica e outros sistemas, do adquiridos dos fabricantes tradicionais, os mesmos que fornecem para as outras indústrias…

  76. Leandro Costa,

    E arriscar um submarino assim será que valeria à pena?

    RM: mesmo p uso de torpedos, o uso dos sensores de vela pode ser necessario

    e qq radar, catapulta, navio que o missil danifique, ja vai mostrar p a tripulacao inimiga que eles estao em situacao de vulnerabilidade.

    toca o pavor no meio do mar com agua fria, tubarao e solidao
    —————————————
    Se o alvo simplesmente não tem defesas, para que isso tudo?

    RM: este tipo de sistema e caro e so justifica qndo o alvo for um nae ou alvo estrategico em terra
    ———————————-
    É só se aproximar e disparar um missíl antinavio de curto alcance com cabeça explosiva menor. Serve para alvos leves.

    RM: o radio de detecao geral de um sub por uma força tarefa e o radio dos helis embarcados

    uns 200 km

    qq missil disparado com um alcance igual ou menor a esse e o sub vai ser engajado pelos helis embarcados e subs inimigos

    pq? pq a trajetoria do missil da a direcao da plataforma de lancamento e o tipo de missil da a distancia
    ——————–
    Se o alvo já é mais bem defendido, você vai arriscar o submarino, a aeronave de transporte e sabe-se lá mais o que. Melhor utilizar uma aeronave mais apropriada para isso.

    RM:

    1 os misseis lancados pelos subs devem ser multiestagio
    2 o 1ro estagio um turbojato, o ultimo estario um combustivel solido q vai levar o missil p uns 3-5 mach
    3 o alcance do missil deve ser tipo o do tomahawk: uns 2000km
    4 o alcance das bombas inteligentes do kc390 deve ser tipo do do agm-154 uns 130km
    5 o alcance de 4 pode ser menor pq a velocidade do kc390 e de 800km/h e da p se mandar tranquilamente noves fora os caças de escolta

    a vantagem das bombas e que da p descarregar uma saraivada de dezenas em direcao a forca naval inimiga e fazer um estrago enorme em um unico ataque

    principalmente psicologico o q geralmente divide o comando inimigo e congela a ação da tripulacao pelo efeito boiada q o medo inflige

  77. Luiz Fernando,
    Meu comentário sobre a Embraer foi dentro de um contexto onde antes a empresa tinha sido citada. Sei que fábrica de avião não tem que fabricar motor e nem aviônicos. Como havia dito tenho orgulho de saber que a Embraer é brasileira, mas não retiro uma vírgula do meu comentário sobre o Brasil de modo geral.
    Quanto à formação de pessoal, não me referi ao nível acadêmico mas ao de pós-graduação stricto-sensu.

  78. Celso,
    Você não entendeu meu comentário sobre a Embraer. A Embraer foi citada dentro de um contexto e não fiz nenhuma crítica direta a ela. O fato de dizer que o instrumental de fabricação “deve” ser na sua maioria importado não depõe contra a empresa já que ela fabrica aviões e não máquinas ferramentas ou equipamentos de linha de montagem ou coisa que o valha.
    Do mesmo jeito que não se exige da Boeing ou da Airbus que fabriquem pneus ou aviônica ou motores não se pode exigir que a Embraer os fabrique.
    Minha crítica foi direcionada ao Brasil e não à Embraer.

  79. Roberto,
    A altura que um periscópio fica acima do nível d’água é de uns 2 metros. O alcance de observação de um periscópio (horizonte visual) é de no máximo uns 7 km.
    Utilizar um periscópio como designador de alvo via laser não é muito eficiente.

  80. Roberto Messa 9 de novembro de 2017 at 16:11

    Mas e o ângulo de visada do laser do sub até o alvo, fica como? E o ângulo de visada do “artefato” em “guiamento inercial para guiamento de longo alcance”, para enxergar a iluminação do laser do sub até o alvo fica como?

    Saudações

  81. Bosco,

    A altura que um periscópio fica acima do nível d’água é de uns 2 metros. O alcance de observação de um periscópio (horizonte visual) é de no máximo uns 7 km.

    RM: é p o sub emergir no momento adequado e fornecer a mira final

    e jogada rapida

    nao e p ficar a tarde inteira mirando

  82. EParro

    Mas e o ângulo de visada do laser do sub até o alvo, fica como?

    RM: da uma olhada na resposta ao Bosco acima

  83. Bosco, vai no Linkedin e dá uma olhada nos currículos dos engenheiros da Embraer. 99% dos que tem pós a fizeram no Brasil. Meu camarada, segura a onda, você está dando bandeira. Abs

  84. Tá bom, Roberto, vamos embarcar na sua viagem. Vamos supor por um momento que um submarino consiga penetrar nas defesas de uma TF nucleada por um NAe. Nem o próprio CO do submarino sabe exatamente quando ele vai conseguir fazer isso, nem muito menos SE ele vai realmente conseguir fazer isso, mas vamos supor que ele eventualmente consiga penetrar essas defesas. Assumo desde já, portanto, que é IMPOSSÍVEL marcar uma hora para o submarino se colocar em posição no alcance necessário para iluminar um alvo como um NAe, por exemplo.

    Então, diante do CO do submarino existiriam, possivelmente, as seguintes opções:

    – Largar uma saraivada de torpedos em direção ao NAe, na esperança que algum torpedo acerte o alvo e danifique o NAe enquanto ele tenta sorrateiramente se evadir das defesas que provavelmente serão alertadas quando os torpedos forem lançados;
    – Tentar disparar mísseis antinavio (caso disponíveis) que estejam nos tubos em conjunto com torpedos, para causar o máximo possível de danos ao alvo, enquanto novamente já inicia manobra de evasão da melhor forma possível, ou;
    – Erguer as antenas de comunicação para mandar uma mensagem para forças aliadas à sabe-se lá que distância estiverem, dizendo ‘Ei galera, pode decolar aquele KC que eu estou em posição!’ e torcer muito para que o submarino não seja detectado quando quebrar o regime de EMCON, ou que não seja detectado com periscópio e antenas fora d’água, e ainda assim tentar não ser detectado nas horas que forem necessárias aguardando a posição enquanto o KC-390 voa até o ponto inicial do ataque, que por sinal o submarino não sabe qual é e nem muito menos quando a aeronave chegar lá. O que provavelmente vai fazer com que a aeronave atacante (no caso o KC-390) circule perigosamente perto de uma TF nucleada com NAe’s e obviamente suas CAP, bem à vista dos radares tanto dos navios da TF quando dos E-2/AWACS equivalentes, até que o submarino consiga novamente ir até a profundidade de periscópio para se comunicar com a aeronave e falar ‘Amigão, pode lançar as bombas/mísseis/beijinhos que eu estou pronto para iluminar o alvo!’ E ainda vai ter que ficar iluminando o alvo até que a aeronave se coloque em posição/atitude/altitude/velocidade necessária para dar o máximo de alcance à bomba/míssil/whatever, e ainda vai ter que ficar iluminando o alvo durante todo o vôo do artefato até impactar com o alvo.

    Sua ‘jogada rápida’ é mortífera para o submarino e muito provavelmente para a aeronave lançadora. Não faz QUALQUER sentido. Ainda mais no caso Brasileiro com 36 aeronaves que podem muito bem serem utilizadas para fazerem esse papel de forma adequada, com muito mais chances de sucesso.

    Querer desenvolver uma versão de patrulha marítima do KC-390, na qual o compartimento de carga possa ser ocupado por diversos consoles para operadores dos diversos sensores usados para patrulha marítima e até mesmo ASW, inclusive com a possibilidade de missões SAR com lançamento de mantimentos/equipamentos de salvamento, e dotá-lo (caso possível) de cabides debaixo das asas para torpedos ao estilo Mk.46 ou mísseis como o Harpoon para serem usados ou contra submarinos ou contra alvos navais leves é uma coisa. Transformá-lo em aeronave de ataque é outra completamente diferente. Se houvesse real necessidade ainda seria mais justificável, e de preferência feita de forma completamente diferente e para objetivos totalmente diferentes, mas como não há necessidade, a idéia é bem desnecessária.

  85. “Bosco 9 de novembro de 2017 at 12:01
    Ninguém ainda tem ideia de como os iranianos “ejetam” as bombas??????????”
    Duas possibilidades:
    1- Olhando a foto, foi pela inclinação para baixo da traseira do hércules, desfizeram os laços dos cadarços que prendiam as bombas e elas deslisaram para fora da rampa. Interessante é que elas foram deslisando direto sobre o piso do avião, sequer colocaram uns skates, a serem descartados.
    2- Usaram cabos de vassoura, com os quais as empurraram para fora, e novamente raspando o piso.
    – A pindaíba tá que tá braba lá com os persas. Nem uns carrinhos de rolimã!

    Bosco, entendi perfeitamente sua crítica sobre o Brasil. Uma discussão sobre ela provocaria centenas de linhas digitadas. Também tenho inúmeras críticas, mas enfatizando outras coisas claro. Basta eu botar o pé na rua, hoje em dia, para eu já me aborrecer com n coisas que vejo e enfrento nas ruas.
    Enfim, mas de suma significação,
    O berço dos colonos americanos era a pátria da revolução industrial. A colonização americana e brasileira, são profundamente diferentes, e justificam uma série de resultados nacionais.
    O imigrante inglês era industrializado, vinha diretamente da revolução industrial, conhecia e até tinha trabalhado com máquinas automáticas (a vapor na época) para multiplicar resultados.
    O imigrante português era apenas agricultor ou mercador, conhecedor apenas de práticas arcaicas de geração de riquezas.
    Os ingleses estavam vivendo toda a ebulição inicial do poder das máquinas, e do conhecimento e práticas revolucionárias de engenharia, quando iniciaram a colonização da América com seus milhares de desempregados e fanáticos religiosos, isso foi fundamental para a industrialização americana paralela a da Europa industrial.
    Já aqui, com nossos colonos todos xucros, a coisa só não pior (podíamos ser hoje um enorme paraguaizão, imensamente limitado e atrasado), porque D. João VI passou uma temporada em nossas terras, trazendo com ele vários intelectuais, muitos livros, estudiosos, que até então não pisavam por aqui. Ou seja, muito devemos a Napoleão a saída do total ostracismo cultural em que estávamos mergulhados. E ainda que não nos tenha industrializado numa ótima hora, ao menos nos descongelou da colônia extremamente atrasada (apenas extrativista) que éramos.

    Mas o Bonde da História não para, sempre trás novas coisas, e estamos continuamente o deixando passar. E pior é ler de comentaristas mais jovens, indagações do tipo… “Para que o Brasil precisa disto, para que gastar nestas coisas, avião, submarino, bomba, acelerador de partículas, enriquecimento de urânio etc, pra quê?” Pelo jeito tem uma parcela de jovens brasileiros que vivem em cavernas.
    Abç!

  86. Leandro Costa,

    submarino consiga penetrar nas defesas de uma TF nucleada por um NAe

    RM: não e p penetrar

    é para iluminar o 1ro alvo q aparece

    qq um serve
    —————————————
    Nem o próprio CO do submarino sabe exatamente quando ele vai conseguir fazer isso

    RM:

    o satelite deve dar o momento e posicao futuras p ele

    o sub so tem de se posicionar e confirmar com o satelite o tiro
    ——————–
    – Largar uma saraivada de torpedos em direção ao NAe, na esperança que algum torpedo acerte o alvo e danifique o NAe enquanto ele tenta sorrateiramente se evadir das defesas que provavelmente serão alertadas quando os torpedos forem lançados;

    RM: nao e p penetrar a defesa do nae

    e na hora q ele lancar torpedos, sera detectado pelos 2 sub nuc q fazem a escolta do nae e sera caçado
    ————————————————-
    – Tentar disparar mísseis antinavio (caso disponíveis) que estejam nos tubos em conjunto com torpedos, para causar o máximo possível de danos ao alvo, enquanto novamente já inicia manobra de evasão da melhor forma possível

    RM: so se for missil de cruzeiro com mais de 600km de alcance.

    qq alcance menor q este e o sub sera localizado e engajado
    ——————————————–
    ‘Ei galera, pode decolar aquele KC que eu estou em posição!’

    RM: o sub nao pode dar esta ordem

    tem de ser o oposto: o satelite tem de confirmar com o sub se ele esta em condicoes de iluminar o alvo
    ———————————
    ou que não seja detectado com periscópio e antenas fora d’água, e ainda assim tentar não ser detectado nas horas que forem necessárias aguardando a posição enquanto o KC-390 voa até o ponto inicial do ataque, que por sinal o submarino não sabe qual é e nem muito menos quando a aeronave chegar lá.

    RM: olha de novo o passo a passo q escrevi em comentario anterior
    ——————————————-
    e ainda vai ter que ficar iluminando o alvo durante todo o vôo do artefato até impactar com o alvo.

    RM: este tempo e o mesmo q um aviao precisa ficar iluminando o alvo

    alguns minutos
    ————————————————
    Ainda mais no caso Brasileiro com 36 aeronaves que podem muito bem serem utilizadas para fazerem esse papel de forma adequada, com muito mais chances de sucesso.

    RM: ta falando dos 36 gripen encomendados?

    serao destruidos em solo juntamente com suas bases fixas

    mas mesmo q consigam ir em direcao ao nae, serao abatidos como moscas pela superioridade numerica, tecnologica e cultural do nae
    —————————————–
    Querer desenvolver uma versão de patrulha marítima do KC-390

    RM: ninguem falou em patrulha maritima

    a possibilidade apontada e p usar o kc390 como parte de um sistema de armas

    olha de novo os comentarios acima.
    ———————————————–
    Transformá-lo em aeronave de ataque é outra completamente diferente. Se houvesse real necessidade ainda seria mais justificável, e de preferência feita de forma completamente diferente e para objetivos totalmente diferentes, mas como não há necessidade, a idéia é bem desnecessária.

    RM: neste caso, a conversao do ac130 ja demonstrou a possibildade

    https://en.wikipedia.org/wiki/Lockheed_AC-130

  87. É Nunão. Eu tenho que me contentar com meus facepalms e seguir o dia e entender que nem todo mundo usa maionese no prato. Alguns colocam no tanque de combustível heheheheh

  88. JT8D,
    Não me interesso pela formação dos engenheiros da Embraer. Não fiz crítica a ela e mesmo que tenha feito isso não desconstroe minha argumentação inicial que ensejou toda essa celeuma e que não tem nada a ver com a Embraer e estou me lixando onde os engenheiros da empresa fizeram suas pós.

  89. Cada vez mais eu me convenço que vendi churrasquinho na Crucificação.
    -churrasquinho… quem quer churrasquinho de carne de porco??? 1 por 5 dracmas… 2 por 9 dracmas…. quem quer churrasquinho??? Aproveitem…. churrasquinho de carne de porco….

  90. E só pra deixar claro se eu quiser falar mal da Embraer o problema é meu. Ela é uma empresa privada e o fato de ser brasileira não coloca um grão de feijão no meu prato que eu não tenha que garimpar por conta própria.
    Mas repito pela última vez e espera deixar isso claro: NÃO FALEI MAL DA EMBRAER, mesmo porque não cabe a mim criticar uma empresa particular já que não sou sócio, colaborador, diretor, fornecedor ou cliente da empresa e até onde sei ela não opera como corruptora ativa de agentes públicos. Portanto, estou literalmente me lixando pra ela.
    Mas como acho que toda unanimidade é burra me sinto tentado a começar a falar mal da empresa se a torcida começar em encher muito o saco.

  91. Mudando de cueca pra ceroulas, estou mesmo é interessado em saber como os iranianos “empurraram” essas bombas pra fora do avião.

  92. Bosco 10 de novembro de 2017 at 11:50
    Não pode ter sido só pela ação da gravidade? Na foto o C-130 parece estar num ângulo de ataque elevado, dando impressão de que a dianteira da aeronave está mais elevada que a traseira…

  93. Bosco, eu não faço idéa. Especulação minha seria que eles colocaram uma espécie de trilho nas bombas. Se olhar bem na foto, parece ter algo reto acoplado ao lado da bomba que tem contato com a aeronave. Então Mahmoud, Hassan, Ahmed ou Joãozinho, devem liberar o que quer que as prenda à aeronave, e então o piloto pode puxar o manche e as bombas deslizam pelos trilhos do assoalho até sua liberação. O que faz com que as bombas sejam armadas de maneira bem interessante e possivelmente bem criativa, para não dizer horripilante.

    Mas enfim, quanto dariam 9 dracmas em sestércios?

  94. Para, para tudo!
    Apontamento de alvo com emissor de laser a dois metros da superfície do mar, por um submarino e seus mastros (velas?), é cada uma!…
    É bom antes combinar com o oceano. Tomara que ele esteja numa calmaria absoluta como nunca ninguém viu. Pois não tem compensador de balanço que dê conta.
    Pois qualquer balanço “a sete quilômetros de distância” já tirou o laser do alvo por centenas de metros.
    Mas e se o oceano estiver mexido, com ondas de apenas 1m, e ainda borrifos, espuma, água jogada na lente do laser, com o submarino balançando, é tarefa super fácil né?
    Com ondas de 2m, para mais, então nem se fala é realmente uma tarefa que não serve nem para filmes de ficcção. Já que o tal laser vai ficar sendo lavado e absolutamente bloqueado pelo mar, a apenas alguns passos do submarino.

  95. Leandro Costa 9 de novembro de 2017 at 8:56
    Às vezes bate até um desânimo.

    KC-390 não está nem terminado e já querem que lance mísseis de cruzeiro anti-navio. Não seria mais fácil simplesmente comprar os Harpoon para os P-3, que afinal de contas já são preparados para usar esse armamento?

    Quantos Galaxy foram selecionados para ficarem de alerta com ICBM’s nos compartimentos de carga? A resposta é: ZERO. Uma coisa é mostrar que dá para fazer. Outra coisa completamente diferente é fazer com que isso se torne algo operacional.
    ::::::::::::::::::::::;:;::::::;;;;;;;;:::::

    Mestre, vc leu o link que postei da tese do Major Bryan J. Benson, Chief of Strategic Special Operations Programs, Special Operations Branch, and then Executive Officer to the Director??

    Ela faz uma análise comparativa entre os Bombardeiros eestratégicos e modernas aeronaves de transporte, exibindo parâmetros de velocidade, custo, quantidade, disponibilidade e principalmente, a correlação com a grande massa de missões de bombardeio que até os dias de hoje não exigem tecnologia tão dispendiosa. Cerca de 89% das missões não são relacionadas a alvos ou estruturas estratégicas bem guardadas.

    link : http://fas.org/man/eprint/benson.htm

  96. Tenho total consciência de que a primeira vista estas soluções que garimpo e proponho parecem verdadeiras gambiarras.
    .
    No entanto, a guerra nunca é exatamente como se planeja, e fatalmente será permeada de uma infinidade de soluções de contingência.
    .
    Então, fico de fato enfurecido que diante da inevitabilidade não seja construídas doutrinas para situações destas

  97. Ou seja, se eu possuir bombardeiros, P3, P8 como alguns perguntaram o qual seria mais fácil, tranquilo….lógico… mas se não existirem ou existirem em quantidade insuficiente…..
    .
    Agora, já que terei 27 kc390, porque não possuir uma doutrina? Módulos e procedimentos??! Não foram montados kits de combate à incêndio?

  98. Bazuca já foi gambiarra…onde já se viu um canhão encima do ombro se comparará a um tanque de 20 ton???teve gente a época com dificuldade de entendimento de doutrina nova…

  99. Gambiarra é você não ter o recurso mesmo que precário e principalmente a doutrina adequada para empregá-lo
    .
    Ex Argentina com estoques de torpedos antigos e funcionais+Pucaras+frota de desembarque inimiga fundeada na baia de São Carlos.
    .
    Ninguém pensou (but is your Job stuped!!!)
    .
    Quando pensaram em utilizá-los como torpedeiros (e naquela situação haveria condições ideias para isto numa baía), tiverem de chamar velhinhos aposentados ex tripulantes de catalinas, procurar manuais corroídos por traças….resultado, quando a campanha de ensaios finalizou e obteve sucesso de parâmetros, a guerra acabou e nem havia mais pucaras disponiveis na ilha…

  100. Tranquilo Mestre Nery, sei que não.
    .
    E que o pessoal acha que guerra é igual à vídeo game….perdeu pecinha de tabuleiro não dói nada e se ficar chata da um restart na tela…
    .
    Quanto tempo custou para o povo entender o que era o pacote de airframe e sistemas de combate do A29????aposto que vc trincava os dentes com os comentários de que “enquanto o mundo construirá Rafales e diabo a quatro garbosos e supersônicos, o Brasil montará cacinha da WW2….guerra não é linda não e deveríamos ficar surpresos como tantas vitórias às vezes ocorrem por detalhes surpreendentes e criatividade…agora, sem doutrina e treinamento desenvolvido numa vi.
    .
    Se temos prego, saibamos o que fazer com ele
    .
    Fica tranquilo mestre, sou seu fã !!!

  101. Cel Nery
    Tá cruel…
    Mahan ressureto rescrevendo a estratégia naval…
    Severski tá até estudando novamente…
    Clausewitz vai deixar por conta de Jomini
    Sua Tzu vai… Moralistas arroz só
    Sds

  102. Carvalho, é mais do que válido encontrar medidas de baixo custo para atuação em ambientes permissivos usando armamento guiado ou de efeito de área. Não vejo qualquer problema nisso. Acho que inclusive é algo que pode ser encorajado, ainda mais no tempo de vacas magrelas e altamente anêmicas.

  103. Farroupilha,

    É bom antes combinar com o oceano.

    RM: cada sistema de armas e projetado de acordo com limitadores

    se o mar estiver agitado demais, outra solucao deve ser encontrada p dar ao comando da operacao opcoes
    ———————————-
    Pois não tem compensador de balanço que dê conta.

    RM: a amplitude das ondas pode ser um problema, a oscilacao nao

    blindados tem compensadores que funcionam com oscilacoes mt piores do terreno
    ————————————–
    Pois qualquer balanço “a sete quilômetros de distância” já tirou o laser do alvo por centenas de metros.

    RM: aeronaves de ataque sofrem grandes oscilacoes devido a turbulencia e o sistema funciona

    aeronaves pousam em naes com oscilacoes mt piores que envolvem a oscilacao da aeronave combinada com a oscilacao do nae
    —————-
    borrifos, espuma, água jogada na lente do laser, com o submarino balançando, é tarefa super fácil né?

    RM: o sistema de laser pode ser adaptado p lidar com interrupcoes da mesma forma que misseis antiradar

    o fato d operador desligar o radar e incapaz de inutilizar o tiro

  104. Carvalho2008,

    seria uma otima noticia p este cidadao preocupado com nossa soberania, se o Sr. fosse um oficial superior da armada rumo ao almirantado

    é o caso?

  105. Nunão 10 de novembro de 2017 at 10:56
    Nunão 10 de novembro de 2017 at 10:57

    Pois é!
    Entendi. O cara lá é mesmo uma pândega.

    Forte abraço

  106. Mestre Messa,
    .
    Acredito que sua teoria da designação via SSk embora teoricamente possivel, seja desnecessaria em face dos riscos e complexidades que teriam de ser contornadas. Um designador laser não tem absolutamente nada de complexo, mas a escolha de um vetor tão raro e caro para tal(SSk) assim se expor seria arriscado demais.
    .
    Lance um drone para esta designação que ficaria mais palatavel, seguro e resistente a perdas.
    .
    Esta ficando tão facil de operar com drones, que a guerra em qualquer cenario acabara algum dia parecendo agregar mais alguma praga do Egito, tal como gafanhotos…
    .
    Então contra uma task ainda será dificl e arriscado, ainda mais se nucleada por Nae. Se um SSK o achou, ainda não existe no mundo bomba melhor do que um torpedo para isto, ele é avassalador comparativamente, mas para missoes especificas se encaixaria bem…missoes que poderiam encaixar mais abaixo seriam como estas propostas de conceito do SMX-26
    .
    https://youtu.be/MtwKJyK6BQA

  107. “EParro 11 de novembro de 2017 at 0:43
    Nunão 10 de novembro de 2017 at 10:56
    Nunão 10 de novembro de 2017 at 10:57

    Pois é!
    Entendi. O cara lá é mesmo uma pândega.

    Forte abraço”
    Assino embaixo!

  108. André, leadro e Carvalho.
    É o que sugere as fotos mas é algo realmente a ser estudado pela NASA. rsrss
    As bombas são desamarradas, o avião embica pra cima e elas deslizam pelos roletes do piso. Ou seja, segurança zero e precisão zero vírgula zero.
    E as bombas ainda deslizam sem uma plataforma que siga os trilhos do piso.
    A menos que o alvo seja uma cidade, a precisão é precaríssima mesmo se lançada de baixíssima altitude. Quem desenvolveu sistemas e métodos como o CCIP e o CCRP deve estar se descabelando e amarrado em camisa de força.

  109. Ahhh sim, mestre Bosco…deve ter uma calha ali…e carpet bomber para isto deve ser bem ineficiente de fato nesta situação…não seria lógico desenvolver algo do genero com a disponibilidade e acessibilidade de tecnologias atuais que permitam ajustar estas coisa adequadamente.
    .
    So para deixar claro, apenas exemplifiquei que indianos tiveram um caso de sucesso fazendo isto com os An-32 a mais de 50 anos……depois de 50 anos, teria como fazer isto de forma muito melhor neste An-32. Sem improvisos mas adequadamente estudado, planejado, adaptado e com doutrina para tal.
    .
    O exemplo é apenas para demonstrar o extremo oposto e que ai há luz a ser explorada e melhorada para tal.
    .
    É por isto que mencionei…gambiarra é aquilo que nós não sabemos se funciona e não sabemos se vai dar certo…aquilo que voce não tem hipotese de resposta de resultado justamente porque não desenvolveu e testou a hipotese…
    .
    Eu não defendo o uso da rampa traseira para carpet bomber…
    .
    Defendo modulos que permitam expelir kits planadores que desovem estes sim, bombas burras e/ou inteligentes para saturação…
    .

  110. Carvalho,
    Mas mesmo o carpet bomber exige um mínimo de precisão e uma grande quantidade de bombas. O B-52 faz com mais de 100 bombas de 500 lb.
    Também acho válido flexibilizar os meios (A-29 com SDBs, etc.) mas nessa situação específica de largar bombas pelo compartimento de carga de aviões de transporte eu creio ser válido se combinado com bombas guiadas. Dentro do conceito “carpet bomber” eu acho muito ineficaz salvo para efeitos psicológicos.

  111. Carvalho,
    Apesar do meu comentário fazer parecer que eu acho que você acha válido o conceito de lançar bombas pela rampa traseira para carpet bomber eu entendi muito claramente o seu ponto de vista. Só fui infeliz na redação do meu comentário.
    Um abraço.

  112. Expelindo containeres planadores, o avião não precisa se aproximar dos alvos.
    .
    Inicialmente a ideia era apenas expelir a propria baia de bombas de forma rebocada, o que ampliaria a capacidade total de bombas desta forma, mas depois percebi que ela poderia ser autonoma ou guiada e planar ate o alvo e de la descarregar.
    .
    Poderia assim, dependendo da missão e alvo, descarregar bombas burras ou inteligentes em saturação.
    .
    Inclusive bombas planadoras
    .
    Imagino que os algoritimos de sistemas de defesa ficariam confusos pois de um plot muito distante de um KC390, iria se multiplicar em dois, no qual um deles (Kc390) daria meia volta, o outro ( planador) persistiria na rota de ataque sendo priorizado nos algoritimos, mas algumas dezenas de milhas na sequencia, este iria mais uma vez se subdividir em varios plots quando as bombas inteligentes fossem lançadas…
    .
    Não serviria nem seria a resposta para tudo…mas seria interessante.

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