Home Aviação de Ataque Últimos seis A-29 Super Tucano afegãos vão custar US$ 174,5 milhões

Últimos seis A-29 Super Tucano afegãos vão custar US$ 174,5 milhões

4982
25
Dois A-29 Super Tucano voam sobre o Afeganistão, em 22 de março de 2017 – Foto: USAF

O último lote de seis aviões de ataque leve Sierra Nevada/Embraer A-29 Super Tucanos da Força Aérea dos EUA para o Afeganistão vai custar US$ 174,5 milhões, um preço que inclui transporte de aeronaves, peças sobressalentes de manutenção e sensores avançados, informou a USAF ao FlightGlobal.

O preço médio de um A-29 gira em torno de US$ 10 milhões ou mais, dependendo das modificações.

Os seis novos Super Tucanos são a mesma variante das 20 aeronaves anteriores que a USAF adquiriu para entrega à Força Aérea Afegã, diz um porta-voz da Força Aérea.

O contrato de US$ 174 milhões abrange mais do que a aeronave e inclui peças de longo tempo de produção, peças sobressalentes de manutenção e o custo de transportar a aeronave para o local de treinamento. Os seis A-29 estão equipados com aviônicos que gerenciam a liberação de munições não guiadas, como bombas Mk-81 e Mk-82, bem como bombas GBU-12 e GBU-58 guiadas, e metralhadoras de calibre 50.

Além da entrega à Força Aérea Afegã, a Sierra Nevada e Embraer entregaram os dois primeiros aviões A-29 para a Força Aérea Libanesa em 9 de outubro. A USAF entregou as aeronaves ao Exército do Líbano no final de outubro.

FONTE: FlightGlobal

25 COMMENTS

  1. Não considero como certa a vitória do A-29 na concorrência do OA-X, mas, as operações no Afeganistão têm sido uma vitrine fabulosa.

  2. Convenhamos que o custo de transportar as aeronaves é irrisório em comparação com o valor do contrato. Se o transporte custar US$ 1 milhão, isso seria menos de 1% do valor total

  3. “Os seis A-29 estão equipados com aviônicos que gerenciam a liberação de munições não guiadas, como bombas Mk-81 e Mk-82, bem como bombas GBU-12 e GBU-58 guiadas, e metralhadoras de calibre”
    Sei não más meio que o ST meio que já faz isso é já tem .50 também. Rs
    Made in América tá fuck expencive. Rs
    Más quem tá pagando não somos nós. Então não é problema nosso.

  4. Obviamente que parte desse valor se dá em razão dos EUA optarem pela montagem do avião em seu território, o que acarreta em aumento dos custos, em virtude da compra de ferramental e treinamento dos trabalhadores, por exemplo.
    Não é só o Brasil que paga mais caro quando resolve “nacionalizar” um produto para gerar empregos e impostos.

  5. Rafael Oliveira 7 de novembro de 2017 at 9:27
    “Obviamente que parte desse valor se dá em razão dos EUA optarem pela montagem do avião em seu território, o que acarreta em aumento dos custos, em virtude da compra de ferramental e treinamento dos trabalhadores, por exemplo.”

    Mas as ferramentas e o pessoal não já existem por conta das outras vendas? Acho que o valor a mais se referem aos componentes a mais mesmo.

  6. João Argolo, de fato, a maior parte desse valor já deveria ter sido absorvido com a primeira compra – a menos que eles tenham calculado para diluir os valores ao longo de outras encomendas.

  7. Por essas e por outras que a Embraer está fabricando o A-29 lá nos EUA.

    Preço de avião é igual serviço de encanador. Quando você pergunta quanto ficará o serviço ele corre os olhos pela sua sala e diz “para você o preço é…” .

    Se você perguntar para a Sierra Nevada eles vão ter milhares de relatórios e planilhas para justificar o preço cobrado, mas a lógica é a mesma, ele cobra o máximo que pode cobrar.

  8. Óbvio que como o Afeganistão está meio que controlado pelos EUA, só poderia comprar “made in USA” e óbvio que tal monopólio não sairia barato.
    Antes que digam que avermelhei, soviéticos também metiam a faca nos seus aliados desde que os republicanos espanhóis pagaram em ouro por Polikarpovs I-15 e I-16 durante a Guerra Civil Espanhola.

  9. Olá L.Fernando. Ler para que? riso. É muito mais fácil concluir o óbvio (como naquele texto do Darcy Ribeiro). Aliás, não precisa ler o contrato, basta ler a reportagem (no site original é a mesma coisa) que o contrato é para a aquisição de 6 aeronaves e peças, de reposição, treinamento e transporte. Mas concordo com você, parece até discussão de bar sobre a escalação da seleção.

  10. Delfim, mas, nesse caso, quem está pagando é o Tesouro Americano e não o Tesouro Afegão. O Afeganistão não está nem ai para o valor do contrato.

  11. Luiz Fernando 7 de novembro de 2017 at 14:09
    “Alguém leu o contrato? Sabe o que está incluído no contrato? Não… Então como discutir???”
    A discussão não seria em cima da reportagem e sobre as suposições dos comentários? Sugestão: Toda reportagem deve vir então com a cópia do contrato. rsrsrs

  12. Os seja… Discutir em cima de um valor custo em reportagem, sem citar exatamente o conteúdo, as condições… É meio sem sentido.
    Qual o custo da aeronave… ? É o preço da aeronave básica? Quais são os opcionais? Quantos FLIR estão no pacote? Quantos motores sobressalentes? Quantas metralhadoras extra? Suporte a operação incluído? Armamentos? Treinamento de pilotos nos EUA? Com hospedagem? Pacote de armas incluído?
    Quantos kits de blindagem?
    Estação de treinamento?

    Enfim…

  13. Por 29 milhões, ou seja 3 vezes mais caro que o A29 ST Embraer. A Embraer está levando royaltyes em cima de qual valor. Estou achando esse valor superfaturado. Que contrato/ pacote caro e! A Embraer tomou uma pernada dia americanos. Agora só resta observar os americanos a ganha dinheiro.

  14. Desculpe me a digitação pelo smart.
    Que contrato/ pacote caro é esse! A Embraer tomou uma pernada dos americanos. Agora só resta observar os americanos a ganhar dinheiro a cada venda do A29.

  15. Tomou Perneda??? Não entendi?
    Estamos vendendo meu… E como assim cada avião custando 29 milhas… Jura que você simplesmente dividiu o valor divulgado do contrato pelo número de aviões??? Simple assim? Só que não… Vc leu o contrato???
    Quem faz a engenharia destas aeronaves?? Quem fábrica as estruturas? Quem vai fornecer manuais, o suporte por venda, etc, etc…
    Então… Pernada? Será???

  16. Os americanos armam suas aeronaves ao máximo, extraem delas todas as potencialidades, usam-nas e deixam-nas NO OSSO ao fim da vida útil. Se estão repassando ao Afeganistão aeronaves mais caras, é porque mais equipamentos e funcionalidades às acompanham, simples assim.

    O problema é que tem gente que pensa que todo país é igual e age de modo idêntico ao tratar de defesa. O Brasil adquire aeronaves pouco equipadas primeiro, e depois vai adquirindo adicionais, as forças aéreas pobres, idem, elas não podem gastar toda sua verba limitada… mas a USAF é outro assunto, é outra maneira de pensar e tem um orçamento gigantesco, mesmo que em queda, nos últimos anos.

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here