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Embraer anuncia ‘pedido firme’ para seis Super Tucanos

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São Paulo, 16 de outubro de 2017 – A Embraer anunciou hoje pedido firme de 6 (seis) aeronaves de ataque leve e treinamento avançado A-29 Super Tucano para um cliente não revelado. As aeronaves poderão ser utilizadas para treinamento tático e avançado bem como em missões de ataque leve e ISR (inteligência, vigilância e reconhecimento). As entregas serão concluídas em 2018.

O A-29 Super Tucano é uma aeronave turboélice durável, versátil e potente capaz de executar uma ampla gama de missões, mesmo operando em pistas não preparadas. Em mais de dez anos de operação, o Super Tucano já alcançou um excelente histórico de desempenho: mais de 320 mil horas de voo e mais de 40 mil horas de combate. Com mais de 150 configurações de armamentos certificadas, o avião está equipado com tecnologias avançadas em sistemas eletrônicos, eletro-ópticos, infravermelho e laser, assim como sistemas de rádios seguros com enlace de dados e uma inigualável capacidade de armamentos.

DIVULGACÃO: Embraer

88 COMMENTS

  1. Potenciais operadores segundo o Wikipedia (desatualizado):
    Equatorial Guinea
    Guatemala
    Lebanon
    Libya
    Mozambique
    Nigeria
    Paraguay
    Peru
    Philippines
    Suriname
    Sweden
    Thailand
    UAE

  2. Eu chuto que seja para Sri Lanka. Houve assinatura de acordos da Embraer por lá esses dias… eu até brinquei dizendo que eles bem que poderiam pedir uns ST junto… rsrsrs

  3. Nickless, você já ouviu falar da Sierra Nevada? Empresa que a Embraer é sócia, e Fabrica ST nos EUA… e os lá produzidos, por uma questão do cenário de uso, saiu com uma blindagem extra na fuselagem….
    São esses que não são feitos na Embraer…
    Abraços

  4. Pode ser as Filipinas, eles já tinham escolhido os super tucanos na concorrência deles e estavam em estágios finais de negociação para fechar o pedido firme justamente de 6 aeronaves

  5. Sem contar as pinturas que a Embraer faz, são mais bonitas que o acinzentado americano.
    .
    Nickless, acho que você deva ter entendido. Não vamos discutir o ipsis litteris de ‘feitos’ nesse contexto.

  6. Ribeiro, sei exatamente quem é a SN… na verdade minha pergunta foi retorica pois mesmo sendo fabricado nos EUA com uma sócia o ST continua sendo fabricado pela EMBRAER.

  7. Caro Roberto:

    Sua lista de potenciais compradores e’ boa, tenho alguns comentários e faço um ordenamento de probabilidades. Antes exclui alguns países.

    Creio que o Peru já’ fechou negocio com os Coreanos. Moçambique teria que contar com financiamento favorecido do BNDES. A Tailândia se quiser tem grana. A Nigéria depende de aprovação dos USA. A Suécia teria condições e a Guatemala depende dos USA.

    1. Líbano
    2. Tailândia
    3. Nigéria
    4. Paraguai
    5. Suécia
    6. Guatemala

  8. Esse País Cabo Verde
    Não tenho 100% de certeza mas, assiste apresentação de dois super tucanos no aeroporto da Praia (Cabo Verde) a 3 dias…

  9. Stanaka 16 de outubro de 2017 at 11:43

    A fuselagem desses A-29 é construída pela EMBRAER em Gavião Peixoto -SP sendo depois enviada para os EUA, onde são montadas nas instalações da empresa em Jacksonville, Florida. A Sierra Nevada entra para fazer a integração dos sistemas.

  10. wwolf22 16 de outubro de 2017 at 11:48

    todo A-29, brasileiro ou gringo, é produzido em Gavião Peixoto! Nos EUA eles são montados em Jacksonville e a Sierra Nevada faz a integração de sistemas. Quanto ao preço esses A-29 “gringos” são vendidos via FMS ou seja, por preços mais vantajosos.

  11. Podia ser o Paraguai também, mas acho que eles estão quebrados para isso.

    Se não me engano eles tinha2 tucanos só, onde a embraer foi lá dar manutenção em ! deles para que os paraguaios tenham 1 UMA aeronave voando.

  12. Leandro Costa 16 de outubro de 2017 at 12:16
    Verdade! E você pode falar 500.000 vezes que eles 500.001 vezes vão insistir.

  13. Provavelmente Filipinas. Apesar de não fazer muito sentido falarem que é um cliente “não revelado” sendo que o próprio governo filipino já tinha escolhido a aeronave.

  14. Enquanto isso o mítico Textron AT-6B KitKat (chamar de Wolverine é exagero) emplaca um total de zero encomendas para zero operadores. Mas é claramente superior …

  15. Pergunta: quantas unidades de cada tipo do OA-X, os EUA pretendem mandar para o Oriente Médio para os testes “em campo”? Pode muito bem ser essa seis unidades…

  16. Matheus 16 de outubro de 2017 at 12:25
    Matheus, pode ser mesmo as Filipinas para repor os Bronco, estes países pequenos costumam revelar suas compras em datas festivas com toda a pompa desnecessária.

  17. JOSE SIMAS OLIVEIRA,
    Obrigado pelo ‘refino’ da lista.
    Acrescento, da lista wikipedia em portugues, mais um pais:
    Bolivia (somente manifestou interesse)
    Sobre a Suecia, sinceramente nao vejo motivos para esse pais adquirir o A-29, nao obstante, a seguinte observacao da mesma wikipedia:
    ” Sweden has proposed to replace its Saab 105 trainer aircraft for Super Tucanos, if Brazil chooses to buy Gripen NG”.

  18. Todo mundo esqueceu, mas pode ser a Bolívia.
    E ainda tem o Paraguai.
    ________________
    Filipinas e Líbano não contam, pois já foram anunciados, o Líbano até já recebeu dois… e as Filipinas são dadas como algo certo… pois foi o vencedor na concorrência…
    Quem sabe pinta uma surpresa com algum país do continente.

  19. Só pra não perder o costume de puxar a sardinha pro meu lado: A ARCh realiza um estudo pra ver a viabilidade de incorporar capacidades navais aos A 29 pra substituir os P7 Pilatus. Curiosamente, seriam 6 unidades a serem substituídas.

  20. Alguém tem noção de quais capacidades navais poderiam ser incorporadas aos Super Tucanos? Sensores, armamentos?

  21. Alex, se eu tivesse que especular, acredito que a suíte ISR, provavelmente com alguma especificidade para a função, poderia servir como patrulheiro marítimo atrás de tráfego de ilícitos por pequenas embarcações. Talvez algum armamento mais apropriado pudesse ser integrado. Quem sabe algum armamento stand off leve como os Hellfire pudessem ser integrados para esse fim? Enfim, apenas especulação, e acredito que qualquer integração seria cara à menos que houvessem clientes de peso interessados, mas não vejo por que ST’s não poderiam ser utilizados para esse fim, complementando aeronaves de patrulha de maior porte para engajamento de alvos navais de pequeno porte, mais ou menos como um equivalente naval ao papel de interceptação de ilícitos que a FAB e outras forças aéreas fazem com o ST.

  22. Certa vez li que a FAB tem um numero X do kit de blindagem para os ST da mesma, porem só não utilizam por conta do cenário de operação dos nossos Tucanões. Porem caso for nescessario pode ser feita a instalação do mesmo.

  23. Meu sonho é ver a Embraer, produzindo um caça, num consórcio com outros países.
    Infelizmente, não deu pra pegar a onda lá do caça da Coréia do Sul. Mas talvez, antes de partir pra um caça, uma parceria pra fabricar um jato de treinamento como o M-346, já seja um primeiro passo…

  24. PREZADOS BOA TARDE, POR GENTILEZA ALGUÉM PODE INFORMAR O QUANTITATIVO DE VENDAS, E PAÍSES EM QUE FORAM VENDIDOS OS S.T. e os Textron AT-6B ?
    Curiosidade em saber o placar desta competição mundo a fora.

  25. Acho que o super tucano deveria ter um motor mais potente para maiores velocidades,redesenha-lo para ser mais aceito no comercio mundial.talvez poderia redesenha-lo não como um turbohelice mas a jato mesmo.

  26. Excelente aeronave para apoio aéreo aproximado e contra insurgências. Desejo de coração que vendam muito. KC390. Fico torcendo e muito também. Gripen, espero que sejam mais de trinta e seis e que a FAB possa recuperar sua Força de dissuasão. Tudo a seu tempo e não mais lenga lenga de parar projeto e lançar dinheiro fora. Torço e continuarei atento. Parabéns Embraer,Parabéns FAB. Abraços a todos.

  27. Rssssssssss, valeu Leandro Costa, inclusive o xavante foi exportado para vários países. A Líbia o utilizou durante a guerra do Chade. Valeu, pela lembrança.

  28. Dificil imaginar um projeto mais minimalista mas com as qualidades do Super Tucano:
    a) Vel acima de 550 km/h
    b) Eletronica de ponta similar a um F-16 exceto radar
    c) Custo Hora voo abaixo de US$ 1.000,00
    d) Tempo de voo/missão de até 6 horas
    e) 1,5 ton de carga externa
    .
    Para estes mesmo desempenho, um projeto acaba incorrendo em soluções maiores, mais pesadas e custosas…
    .
    No entanto, acho que a evolução dos TO podem demandar soluções ainda menores, similares a UAV´s ou UCAV´s ou até tripulados, para uma verdadeira guerra urbana de resistencia. Rustico como vetor, mas evoluido tecnologicamente, podendo ser operado de dentro de cidades disputadas. Se possuir capacidade CAS, poderia representar um Check/ultimato definitivo aos modelos de guerra atual.

  29. Tenho um livro sobre as forças aéreas do mundo, não muito recente, mas penso que o continente africano, analisando o histórico das forças aéreas e desconsiderando sua atual situação econômica (!), tenha pelo menos de vinte a trinta países como potenciais usuários da aeronave.

  30. André Bueno. Bacana a sugestão de leitura do artigo. Nunca tinha imaginado essa possibilidade. O artigo é de 2006, de lá pra cá há muita novidade em relação a radares e sensores. Super SeaTucano seria uma dessas espetacular, simples e engenhosa solução. Como um complemento a aeronaves com maior alcance e mais capazes ( que sempre são adquiridas em lotes pequenos seja pela FAB ou MB), poderia ser adotado em volume e marcar presença com frequência, devido ao baixo custo operacional. Não sei se há algum almirante namorando está idéia, imaginando a mudança de doutrina pela qual passará a marinha, assumindo os meios aéreos navais. Mas seria bem interessante, sobretudo palpável e plenamente possível. Obrigado pelo artigo, tenha um bom dia!

  31. Se um ST puder decolar de 200m de um Ocean sem auxílio de catapulta já seria ótimo. Mesmo com uma rampa.
    O Cel. Nery com certeza pode responder tal pergunta.

  32. HMS TIRELESS 16 de outubro de 2017 at 11:58
    Temos que ter cuidado com afirmativas que parecem lógicas mas que não foram verificadas. Preço de avião militar é um segredo comercial valiosíssimo para os fabricantes. Por isso não dá para afirmar que a venda pelo FMS sempre terá preço menor. O pacote de 6 A-29 para o Líbano custou US$ 462 milhões. O pacote de 12 A-29 para a Nigéria saiu a US$ 593 milhões. O contrato inicial do LAS para o Afeganistão previa 20 aeronaves por US$ 437 milhões. Todos com pacotes diversos (armamentos e/ou suporte e/ou instrução e/ou sobressalentes e/ou etc.). Nessa “confusão” de valores não temos como saber qual foi o preço do avião.
    Certamente a FAB não pagou valores parecidos com esses pelos 99 A-29 que comprou, mesmo considerando os itens “acessórios”.

    Marcio 16 de outubro de 2017 at 13:36
    Como disse, os A-29 não foram doados pelos EUA para o Líbano. Foram vendidos, ao que parece, a peso de ouro.

  33. Pelo peso de ouro que os libaneses pagaram eles poderiam considerar outras opções.
    Sem falar que ao trazer o Líbano para sua influência os EUA poderiam combater o Hezbollah, a influência síria e iraniana e promover a paz com Israel.
    .
    Aliás porque a Embraer não vendeu para o Líbano ? Há uma separação geográfica de mercados entre a Embraer e a Sierra Nevada ?

  34. So lembrando: para cada ST vendido, a FAB recebe royalties. Isso vale tanto para os A-29 s fabricados aqui no Brasil – onde sao integrados inumeros sistemas e componentes majoritariamente oriundos dos EUA – quanto para aqueles enviados em ckds a serem montados pela Sierra Nevada nos EUA – onde sao integrados quase que aos mesmos sistemas e componentes americanos mais alguns “temperos” dependendo do cliente. Com isto, entre outras coisas, essas vendas sao fator importante para a capitalização da FAB.
    Quanto as seis aeronaves com “cliente desconhecido” eu diria, caro Clesio, que nao se referem ao OA-X pois seriam de montagem Sierra Nevada e com origem declarada. Abs

  35. Rommelqe, tem ideia do percentual desses royalties?

    Eu aposto em algum do sudeste asiático. Filipinas, Tailândia.

  36. Agnelo 16 de outubro de 2017 at 18:22,

    meu caro, numero exato de acidentados tá complicado, mas um numero aproximado até que dá pra arriscar. De todas as versões fabricadas e entregues tanto a Fab como a outros países (inclusive os montados na Inglaterra), imagino algo proximo de 18 aeronaves sinistradas até aqui em todo o mundo.

    O único informe até hoje suspeito de ter havido o abate de uma aeronave Tucano por fogo antiaéreo foi em 12 de julho de 2012 na Colômbia, eventualidade logo em seguida negado pelas autoridades colombianas.

    Grato

  37. 86% das peças para montar um Super Tucano, são de fornecedores norte americanos. Empresas espalhadas em 19 estados americanos. Além de sua montagem na Florida; em Hangar alugado pela Embraer. O salário do trabalhador americano na produção do Super Tucano inicia em US 49 mil dólares mensais. O avião é vendido por 10 à US 15 milhões de dólares; dependendo da configuração. Me refiro aos ST fabricados em parceria com SNC /EUA.
    Gera em torno de 1.200 empregos; sendo 50 empregos na montagem do avião na Florida.

  38. A Suécia está querendo comprar o Super Tucano? Eu não sabia disso…muito bom! Podemos fundir a Embraer e a SAAB kkkkk
    Do ponto de vista técnico, talvez da área do direito, por que a Embraed não disse o país que deseja comprar o ST?

  39. Ivan BC 17 de outubro de 2017 at 0:10

    Quem dera, isso quase aconteceu várias vezes, mas o governo sempre atrapalhou

  40. Já que não tem a participação do governo norte-americano, alguém pode me responder se esta encomenda de ST será fabricada e totalmente MONTADA em Gavião Peixoto? Espero que sim.

  41. Seria alguma empresa de segurança privada? Acho difícil, pois 6 caças é muito. haha Chutaria nas Filipinas ou algum país africano.

  42. Como é um anúncio da Embraer, creio que o negócio seja todo dela.
    Penso que se fosse via FMS, haveria uma notificação a partir dos EUA.

  43. MadMax 16 de outubro de 2017 at 20:22
    Ué, p q não falaram qual o país?
    MadMax, muitos países fazem questão de divulgar eles mesmos a aquisição, ou em algum evento importante ou na assinatura com um evento específico.

  44. Glasquis 7 16 de outubro de 2017 at 14:05
    Glasquis, para comprar os A-29 para substituir os PC-7 a Armada do Chile teria que mudar seu plano de instrução para pilotos de asas fixas.
    Atualmente os pilotos de asas fixas da Armada fazem a primeira fase na Força Aérea com o T-35 e depois finalizam na Armada com os Pilatus PC-7 na instrução avançada.
    Mesmo que queiram um avião COIN como o A-29, será que o usariam para formar seus pilotos, cuja grande maioria voariam utilitários, patrulha e observação?
    A não ser que usem os A-29 para instrução avançada no lugar do PC-7, se tem país usando o PC-21 com o mesmo motor P&W de 1600 shp na instrução avançada, como a Austrália, nada impede que usem um A-29, apesar de parecer exagero.
    Outra possibilidade é fazerem a formação completa dos pilotos de asas fixas na Força Aérea, mas a Armada sempre teve o orgulho de concluir a formação de seus pilotos no seu PC-7.

  45. Walfrido Strobel,
    Sem dúvidas mas, sempre tem um mas, a ARCh já mencionou o A 29 como uma das suas opções pra substituir o P7. O mais seguro é que a ARCh esteja pensando em estruturar, passo a passo, uma aviação naval de combate pra dar CAS à sua força de desembarco que no caso do Chile é a Infanteria de Marina.

    A FACh já opera esta aeronave e a própria ENAER faz a manutenção da mesma. Sabemos que também fazem a manutenção dos outros vetores da ARCh e com isto, simplificariam a logística, incluindo uma aeronave CAS/COIN o que daria um plus. Depois de tudo, nada impede que os oficiais da ARCh se familiarizem com aeronaves da FACh. Já aconteceu isso no passado quando incorporaron a capacidade de lançar misseis Ar-Superfície ao A 36.

  46. Ivan BC 17 de outubro de 2017 at 12:22,

    meu caro, não fui terminativo….rss, falei que dava pra arriscar….kkkkk

    Abraço!

  47. PRAEFECTUS 16 de outubro de 2017 at 22:13

    Acho que você se enganou. O texto menciona e se refere apenas ao Siper Tucano e não se refere, em nunhum momento ao Tucano, esse sim, teve uma versão modificada e remotorizada fabricada pela Sgorts no Reino Unido.

    Em combate propriamente dito, em ação real (que foi o que o Agnelo perguntou), que eu tenha conhecimento, foi perdido apenas 1 aeronave, justamente a citada por ti, o A-29 da Colômbia. Não estou afirmamdo que não tenham ocorrido outras perdas, mas não lembro agora de nenhuma.

    Em voos rotineiros, de treinamento ou em situações que não fossem de combate, aí sim, houveram várias outras perdas (só a FAB perdeu, até agora, 8 dos 99 encomendados e recebidos).

  48. Flanker meu caro,

    na verdade eu fiz um rapido exercicio de achismo em cima de todas as versões do Tucano,e não apenas da versão ST. Deixei isso explicito em meu coment caro colega.

    Abraço

  49. Jr meu caro,

    o contrato há que se refere a Embraer, creio é este noticiado pelo Janes. Filipinas vai de ST também.

    Abraço!

  50. Oopz…Jr

    perdão, de fato me equivoquei, a própria Embraer na matéria desmentiu a informação de que seu anuncio de ontem de 6 vendas firmes do ST fossem pra Filipinas, e o Janes especula então que poderia ser a Nigeria…

    De qualquer forma, Filipinas na eminência de bater o martelo.

    Grato

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