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Bolívia interessada em jatos IA-63 Pampa III de Argentina

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IA-63 Pampa III

O governo boliviano está considerando comprar aeronaves de ataque leve, embarcações ribeirinhas e outros equipamentos da Argentina, disseram fontes militares em Buenos Aires ao Jane’s.

O principal interesse da Bolívia é comprar entre 8 e 12 aeronaves IA-63 Pampa III, que serão construídos na fábrica argentina Fábrica Argentina de Aviones SA (FAdeA), em Córdoba, disseram fontes.

As aeronaves devem substituir os Lockheed/Canadair T-33s, que foram muito usados para interceptar voos de tráfico de drogas.

De acordo com fontes, a Bolívia não está satisfeita com os aviões chineses HAI K-8W K-8 Karakorum para missões de interceptação.

As negociações boliviano-argentinas começaram em julho de 2017 sob um memorando de entendimento assinado por ambos os países em setembro de 2015 e desenvolveram-se com a participação de oficiais bolivianos e o embaixador boliviano em Buenos Aires, Normando Alvarez.

44 COMMENTS

  1. Uma curiosidade em relação ao K-8:
    O K-8 é usado na instrução avançada do Paquistão junto com os velhos T-37, depois vão receber instrução de caça no TF-7.
    Ocorreu um fato curioso em relação aos T-37, a poucos anos fizeram e divulgaram publicamente uma revitalização nos T-37 anunciando que poderiam voar por mais 10 anos, e no meio disto conseguiram recursos para comprar os K-8.
    Quando receberam os K-8 anunciaram que aposentariam os T-37 e o equivalente do Ministério Público deles entrou em ação, ou manteriam os T-37 voando pelo periodo que anunciaram após a revitalização ou seria aberto um processo por mal uso de verbas públicas.
    Hoje dividem os alunos e metade voa no T-37 e metade no K-8 até encerrar a vida útil dos T-37.

  2. Lyw 23 de setembro de 2017 at 12:09
    “Grande avanço”, de K-8 para IA-63 Pampa III…
    .
    Lyw, se for concretizada a compra do Pampa III eles ficariam com o K-8 onde usamos o T-27 anos 80 sem modernização e o Pampa III onde usamos o A-29.
    Não ficariam mal, só faltando a compra depois de um interceptor mais rápido.

  3. Olá Walfrido,
    Fico pensando se faria sentido para a Bolivia operar algum tipo de interceptador mais rápido, ou se seria melhor manter operacional este esquadrão de PampaIII em sua máxima capacidade. Considerando o tipo de missão na qual a “FAB” deles opera, fico com dúvidas se eles precisam mais do que isso.

  4. Camargo
    Vetor dos Argies ?
    Péssimo negócio.
    Um contrato com os Cheetah “modernizados” (MLU ou MRO ?) a la Ecuador, um esquadrão por USD 80 Mi
    e suporte e garantia total por 5 anos, pronto.
    “….operar algum tipo de interceptador mais rápido….”
    _________________________________________________

    Ou o Hongdu L15, já estão com Chinas, deve ser uma maravilha e seria mais lógico.
    __________________________________________________

    Ou A 4 modernizados.
    __________________________________________________

    Ou
    http://www.aereo.jor.br/2016/09/23/jato-l-39-de-nova-geracao-desperta-interesse/

  5. Torcer que a Bolívia compre os Pampas, como já disse anteriormente em outros tópicos, acho o Pampa III um avião simpático e aparentemente de bom custo x beneficio e espero que a Argentina consiga se alavancar economicamente e militarmente para que quem sabe o Brasil também se empenhe em melhorar.

  6. Camargoer, para fazer as interceptações de um Cessna ou Piper como nós fazemos com o A-29 o Pampa III está ótimo, mas ficariam só acompanhando no radar de terra um voo ilícito com um jato executivo sem poder fazer nada, como ja aconteceu com o Uruguai.
    Por isso é necessário um interceptor mais rápido mesmo nas pequenas Forças Aéreas, nem que seja só um Esq. com meia dúzia de aeronaves.

  7. Pros bolivianos, turbiélices (como T-27 e A-29) e jatos menores (como Pampa III, Hawk e Yak-130) já estão de bom tamanho!!

    Se bem que seria legal terem aí pelo menos meia dúzia de algum modelo de jato supersônico. Tipo F-5M, ou então JF-17, porque pode acontecer de necessitarem interceptar algum avião mais rápido.

  8. O JF-17 Thunder Block II é muito interessante para a maior parte dos países da América do Sul, e estou na torcida pelo Pampa, inclusive para ser LIFT da FAB.

  9. Alex Nogueira 23 de setembro de 2017 at 14:09
    Não existe linha de produção desse avião chamado Pampa.
    O que existe são células antigas e vazias, que podem ser preenchidas e montadas, apenas isso.
    O problema é que este avião além de não ter uma linha de produção, tem como único usuário a própria Argentina e ninguém mais no mundo.
    O que eles podem oferecer está limitado a quantidade de células vazias disponíveis, e não sei quantas ainda restam.

  10. Uma aeronave de caça, que priorizasse o performance de energia (velocidade, razão de subida e aceleração) e deixasse a manobrabilidade em segundo plano, armada com um ou dois canhões de 20 mm ou quatro metralhadoras .50. Simples, fácil manutenção, capaz de reação rápida, equipada com um turbojato de potência na ordem de 6.000 libras até 11.000 libras, com bom equipamento de comunicação e identificação; seria ideal para países da América Latina e África.
    O avião seria subsônico, conquanto pudesse manter boa razão de subida e velocidade até pelo menos 40.000 pés de altitude, e fosse capaz, enfim, de boa desaceleração e em condições de manter o voo em baixa velocidade para acompanhamento e esclarecimento do interceptado.

  11. Bolívia que r comprar que compre os pampas. Negócios. Concordo com o Sr. Carlos Alberto soares. jato L39NG com algumas modernizações via Israel seria ótimo para qualquer Força Aérea. também sou fã.

  12. Errata:”…Pampas III… Bolívia quer comprar, comprem. São negócios. Tanto será bom para Argentina como também para a Bolívia. para esta então maior probabilidade de se fazer revisão, reposição de peças, via proximidade. Opinião: equipamento chinês é bom para os chineses. Creio que os bolivianos e alguns países já observaram esta situação. não estou dizendo com isto que é generalizado, porém material similar com componentes estruturalmente fracos como peças de reposição devido metal de péssima qualidade fica a desejar.não sou perito mas tive o desprazer de ter algumas ferramentas made in China, porcaria( joguei e quebrei todas e adquiri material nacional de melhor qualidade. Bem que gostaria de ferramentas alemãs ou americanas, Se o tempo bom permitir, logo terei.

  13. Antonio de Sampaio 23 de setembro de 2017 at 14:27
    A. S., enquanto eles tiverem células do Pampa inacabadas que as usem, quando acabarem fabricarão novas.
    A Rússia fez isso com as células inacabadas dos Mig-29 que sobraram nos anos 90, as usou e depois voltou a produzir mais para as novas encomendas.

  14. O L-39 com modernizações feitas pelos israelenses é o L-39ZA/ART da Tailândia anos 90.
    . http://4.bp.blogspot.com/-CecN1EYp23M/UGdo1kI_KQI/AAAAAAAAT8Y/w_YngYlY_tk/s1600/L39ZA_10105_101SQ_060114-2.jpg
    .
    Hoje existem o L-39NG fabricado zero hora da Republica Tcheca e o L-39M modernizado pela Ucrania, mas ambos mais destinados a instrução avançada com limitada possibilidade de ataque leve, seu limitado motor fornece 3.600 lbf.
    Quem quer algo da linha mas operacional tem que ir de Aero Vodochody L-159E ALCA com motor de 6.500 lbf.

  15. Deveriam devolver os K8 como forma de pagamento para uns 8 ou 10 J-10 de segunda mão da china. E claro, comprar os Pampa 3 que são ótimos aviões.

  16. Gustavo, eles não estão satisfeitos com o K-8 na interceptação, o que é natural, não foi feito para isto, mas precisam dos 6 K-8 na instrução avançada.
    A instrução primária está bem com o Diamond DA-40 em uso e a instrução básica com o Zlin Z-242L ja encomendado para substituir os 3 velhos PC-7 que restaram e estão para ser desativados.
    Vão ficar em breve com 3 bons aviões na instrução.
    O que querem agora é um LIFT com alguma capacidade como interceptor para repor os T-33 aposentados, a Força Aérea estava de olho no KAI FA-50, L-15, M-346 ou YAK-130, com o CMT da FAB declarando preferencia pelo YAK-130.
    Pode ser que por questões economicas neste momento vão de Pampa III como LIFT e deixem a compra de um interceptador para depois.
    Diferente da Argentina que sonha demais, a modernização da Bolívia tem andado com compras bem feitas e com pagamento em dia, dentro de suas possibilidades.

  17. Então como não sabemos o plano estratégico das FAAs da Bolívia então qualquer informação que se obtenha da Bolívia em relação a compra de equipamento deve ser vista como uma possibilidade. Faz sentido a compra dos Pampas pois a fabrica esta bem no mesmo continente e de fato o custo deve ser bem mais apropriado a realidade orçamentária da Bolívia.

  18. Walfrido Strobel 23 de setembro de 2017 at 17:06
    Leia a matéria do Link, uma associada da Denel cobre 100% da manutenção no pct de USD 80 Mi por 5 anos e renovável.

  19. Confissaão e pergunta:
    Confissão …. preguiça de pesquisar.
    Pergunta …. Os F 18 recebem pct de modernização etc …. ?
    Vale a pena ?
    Quais são seus armamentos mais letais ?

  20. Carlos Alberto Soares, neste caso compensa, para fazer isto os Sul Africanos devem ter suprimento a vontade, pois estes motores franceses tem a fama de ser caros de manter, o Chile desativou os Mirage50 Pantera por isso, chegaram a comprar uns Cheetah para fazer suprimento.

  21. Walfrido Strobel
    Há matérias em site’s especializados sobre isso.
    Foram 12 células por USD 80 com 100% da manut por 5 anos, caso eu não esteja enganado vence este ano e é renovável. Por quanto a renove ? Não sei.
    Mas logo logo sai matéria.
    Vale a pena.
    Defendo esse pct para os Argies.
    Há poucas células disponíveis, são 10-12-14 (ou) não me lembro.
    _______________________________

    Do Kfir para Block 60 são 24 un e depois acabou.
    Dependendo dos armamentos vai de 18 a 22 Mi USD com garantia total por 10 anos, inclusive motor.

  22. sergio ribamar ferreira 23 de setembro de 2017 at 16:00(…)
    Ferramentas de cromo vanádio, no geral, são as melhores, tenho uma chave inglesa 8″, Germany, que era do meu pai, passam as décadas e ela está sempre igual, mesmo com as porradas que já deu sendo usada até como martelo. E que me lembre só uma vez lhe dei uma lubrificada, a bichinha é boa mesmo.

    E,
    Doravante os hermanos bolivianos dificilmente vão se meter com novos aviões chineses.

  23. Carlos Alberto Soares 23 de setembro de 2017 at 16:41
    Sim é verdade, essa vontade de que a FAB tenha um LIFT é minha hehe, é que eu gostaria de ver a FAB com uma aeronave a reação mais simples para ser utilizada para treinamento e como “low” do F-39.
    Meu Favorito para essa função seria o L-169 (um possível desenvolvimento do -L159 ALCA).
    Espero que a Argentina consiga emplacar essa venda para a Bolívia.

  24. Sr. Farroupilha, agradeço. O Sr. possui bom gosto e sabe o que é bom Ferramentas alemãs são melhores não há dúvidas nisso. As americanas também são boas, um amigo da antiga Varig possuía uma caixa porém este teve seu automóvel roubado e os meliantes fizeram a limpa. Disse o amigo que as ferramentas são excelentes. Sobre ao bolivianos e acredito que outros países já começam a não encomendar aviões chineses. Perfeito.

  25. Estou vendo uma generalização em relação aos produtos chineses, eles variam muito de qualidade, mas não se pode generalizar.
    O K-8 foi vendido a 14 países com mais de 500 unidades produzidas, é oferecido com “recheio” chinês ou ocidental com motor Honeywell TFE731-2A-2A, aviônicos Rockwell Collins Electronic Flight Instrument System (EFIS) e assento ejetável Martin-Baker MK-10L.

  26. Alex Nogueira 23 de setembro de 2017 at 13:33
    .
    “espero que a Argentina consiga se alavancar economicamente e militarmente para que quem sabe o Brasil também se empenhe em melhorar.”
    .
    Bom dia Alex.
    Já temos um maluco aqui do lado com Sukhois e ainda assim para os engravatados de Brasília não faz nenhuma diferença..
    (A compra dos Gripens não foi influenciada por isso..)
    Esse assunto não dá voto, então não adianta.

  27. Porque da Argentina e não do Brasil? Eles poderiam muito bem comprar alguns A-29.
    Se o Brasil tivesse feito a lição de casa em política externa seríamos nós exportando os produtos de defesa…

  28. “… que foram muito usados para interceptar voos de tráfico de drogas.”
    Ufa!
    Ainda bem que houve esse empenho histórico dos bolivianos no combate a estes voos criminosos.
    Realmente, faz muito tempo que a nossa FAB não se vê obrigada a interceptar aeronaves ilegais vindas daquele país.
    #piadapronta
    Sds.

  29. ” Roberto 23 de setembro de 2017 at 14:52
    Uma aeronave de caça, que priorizasse o performance de energia (velocidade, razão de subida e aceleração) e deixasse a manobrabilidade em segundo plano, armada com um ou dois canhões de 20 mm ou quatro metralhadoras .50. Simples, fácil manutenção, capaz de reação rápida, equipada com um turbojato de potência na ordem de 6.000 libras até 11.000 libras, com bom equipamento de comunicação e identificação; seria ideal para países da América Latina e África.”…
    ::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
    .
    Este caça existe, é o JL-9 e/ou FTC-2000.
    .
    Supersonico Mach 1.6
    .
    Tx de subida 260 m/seg
    .
    2 ton de carga
    .
    Perfil de voo, tx de curvas similares ou melhor ao F-5
    .
    Capacidade BVR similar ou mesmos eletronicos dos MIke
    .
    Preço do A-29 top de linha
    .
    Bipostos
    http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2017/06/FTC-2000-2.jpg

  30. Pessoal, esta notícia apesar de ter sido replicada no Jane’s não me parece robusta.

    A questão foi: a Bolívia está pra fechar vários negócios com a Argentina em novembro e então, o embaixador ARGENTINO na Bolívia perguntou se poderia incluir os aviões PampaIII nas negociações, recebendo um ok.

    Diante disso, está um alarde pela internet dizendo que a Bolívia vai comprar Pampa III e que não estão satisfeitos com o K-8 (desinformação).

    Mentira. Tudo que acontecerá é uma reunião para tratar de negócios. Nada mais.

    A FABol tem interesse no Yak-130 (já declarado publicamente pelo comandante geral da força durante o ato de desativação dos T-33 em 31 de julho de 2017). A Bolívia busca um LIFT e o Pampa III, apesar de ser um pouquinho melhor em desempenho que o K-8, não agregaria muito para a FAB (que pretende futuramente operar um caça de primeira linha).

    Vamos lembrar que em setembro de 2015, a Argentina soltou uma nota dizendo que a Bolívia tinha interesse nos radares da INVAP. Evo Morales chegou a visitar a Argentina com uma comitiva militar. Dois meses depois, os Bolivianos assinaram com a Thales a aquisição de 13 radares. Neste mesmo período, os Argentinos já falavam que os Bolivianos tinham interesse no Pampa III.

    Portanto, esta notícia replicada pela Janes (forte lobby da embaixada Argentina na Bolívia) não me parece que irá se concretizar e os Argentinos novamente verão a ver navios, como foi no caso dos radares.

    Sds.

  31. Por falar nisso, a FAB não vai precisar de um LIFT quando tiver operando o GRIPEN NG?
    Qual seria o ideal?
    Que tal ser um próximo projeto da EMBRAER!

  32. Mestre Karl Bonfim,
    .
    A tecnologia e capacitações do NG e o emprego em larga escala A-29 não deixam espaço ou necessidade prementes para um LIFT da FAB.
    .
    A tecnologia embarcada no A-29, seu painel/cockpit, permitem um treinamento com as mais modernos sensores dos caças avançados ao tempo que o NG, possuirá estações de simuladores que irão garantir um trinamento muito efetivo. Existe ainda em meio tempo, os proprios estoques em operação nos esquadrões de F-5M e A-1 que em termos de envelope de voo, são equivalentes aos mais modernos LIFTs. Então neste cenário, não há planos da FAB para tal entre os próximos 10 a 15 anos. Lembrando que isto é um cenário em se tudo concretizando conforme planejado.
    .

  33. Acho que seria muito interessante para o Brasil esse jato pelo preço e pelas parcerias, ele com os mesmo eletrônicos dos nosso jatos feitos pela AEL Sistemas, ele deve ter um custo muito bom.

  34. Anderson, o problema é que o Pampa III seria usado onde ja temos o ST, nos terceiros o ST é melhor do que o Pampa, portanto mesmo parecendo superior como intrutor para Natal, não faria nenhum sentido voar Pampa em Natal para depois voar ST nos terceiros.
    .
    Se vc está pensando no Pampa como um LIFT, para isso ele é fraco, inferior a um BAE HAHK.
    O Pampa III porém é válido para quem não tem um ST, e quer um jato para formar seus caçadores.
    .
    A FAB decidiu passar direto do ST para o Gripen, o tempo vai dizer se estava certa ou não.
    Vamos acompanhar o desempenho do PC-21 na Suiça e França onde vão passar deles direto a primeira linha.
    Muitos outros países optaram por ter jatos LIFT, cada um decide de acordo com sua doutrina e recursos, só como exemplo a Austrália que recebeu os PC-21 modernizou os BAE Hawk para complementar sua formação de caçadores e Singapura que tambem tem o PC-21 comprou o M346, cada um faz da sua maneira.

  35. Sempre que o assunto é a Argentina dá um tremendo tendél por aqui…rsrsrsr.

    O negócio dos Pampas III vai amarrado ao pagamento com gás natural por parte da Bolívia. !5 milhoes cada Pampa pagos exclusivamente com gás e assim diminuir crise energética argentina até que se abram novos campos de prospeccao.
    Negócio bom pra Bolivia e pra Argentina, que finalmente terá um cliente de exportacao pro seu Pampa.

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