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Saab apresenta o Gripen Aggressor

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A empresa de defesa e segurança Saab apresenta uma nova variante de Gripen, o Gripen Aggressor. O Gripen Aggressor baseia-se na comprovada série Gripen C e é a plataforma final para o mercado de treinamento de combate aéreo adversário. O Gripen Aggressor traz uma combinação única de alto desempenho, flexibilidade e disponibilidade de missão combinada com um baixo custo de ciclo de vida.

Existe um segmento crescente dentro do mercado de treinamento de combate aéreo adversário para capacidades agressivas altamente avançadas para poder realizar treinamento de combate realista. O Gripen Aggressor fornece um sistema de aeronave oponente excepcional, diferente, contra o qual os pilotos vão aprimorar e refinar suas habilidades de combate para lutar e vencer contra uma ameaça inimiga avançada.

“Há uma grande diferença nas capacidades oferecidas pelos agressores no mercado hoje e qual é a necessidade para os próximos anos. Para treinar como você combate luta, é preciso voar táticas avançadas de combate contra adversários iguais e similares como o Gripen Aggressor. Essencialmente, os pilotos de classe mundial precisam treinar contra adversários de classe mundial e esse é o Gripen Aggressor “, diz Richard Smith, diretor de marketing e vendas do Gripen na Saab.

O Gripen Aggressor baseia-se no provado sistema de armas de combate da série Gripen C, mas foi personalizado para o papel do agressor. Possui todas as características de maneabilidade e voo reconhecidas associadas ao Gripen C e seus recursos avançados de sensor e datalink, mas não carregam armamento real. A série Gripen C está em serviço em todo o mundo, incluindo os membros da OTAN e tem um plano de desenvolvimento firme com aprimoramentos em curso à mão.

Uma aeronave agressora, ou adversária, é usada para atuar como uma força oponente no treinamento de combate militar avançado. Os esquadrões agressores usam táticas, técnicas e procedimentos inimigos para fornecer um ambiente realista para que os pilotos de combate possam treinar. A Saab vê o potencial para a plataforma como uma opção de agressor de alto nível dentro dos requisitos do Adversary Air (ADAIR) da Força Aérea dos EUA (ADAIR) e do Air Support to Defence Operational Training (ASDOT) do Reino Unido e, sempre que os usuários procurarem preparar pilotos para os desafios do sofisticado combate aéreo moderno.

O conceito Gripen Aggressor está sendo exibido pela primeira vez na feira de defesa DSEI 2017, Londres, Reino Unido.

DIVULGAÇÃO: Saab Group

41 COMMENTS

  1. Gostei muito dessa notícia, lembro que debati essa mesma ideia, aqui no Poder aéreo com o De Martini.
    Excelente iniciativa da Saab, mesmo que não venha a se concretizar, já imagino como seria tal versão, sem seu canhão, mais leve, otimizada para a simulação eletrônica mas sem perder de vista uma aeronave com excelente desempenho no dogfight.
    Nota 10 para Saab!

  2. Provavelmente será como o F-16N, sem as estações das asas somente com a estação central para algum tanque extra se necessário e os trilhos das pontas.
    Ótimo!

  3. É que eu, que sou de país pobre, onde a força aérea mal e porcamente tem aeronaves de caça, não entendo porque um avião de treinamento tem que ser diferente de um avião de caça, se está na categoria “agressor”… qual a diferença? Por quê a diferença? Será que este aí seria mais apropriado para a tarefa LIFT? Os especialistas do site me ajudem…

  4. Ele deve ter vários componentes removidos, mas quais e em quanto isso reduzirá o preço por unidade?
    .
    Outra: Será que não compensa mais fazer o mesmo com o KAI T-50 ou o Boeing/SAAB T-X, que usam o mesmo motor?

  5. Por enquanto vai ser um agressor caro para os padrões atuais, onde são usados aviões antigos revitalizados.
    Nesta função um Kfir, Mig-21, F-5, A-4 e F1 vão dando conta do recado, são aviões de manutenção cara pelos anos de uso e estarem fora de fabricação a muitos anos, porem tem um custo de aquisição baixos.
    Este Gripen Aggressor deve ter um custo de aquisição alto, mas com custo de manutenção mais baixo.
    .
    A ATAC usou o SAAB Draken como agressores , este RF-35 N111XD da foto foi o Royal Danish Air Force AR-111.
    . http://www.warbirdregistry.org/jetregistry/images/draken-n111xd-a.jpg

  6. Corre-se o risco da criação de um ‘aprendiz de feiticeiro’ e prejudicar a versão E.
    De qualquer forma, o aviãozinho não seria para qualquer um.

  7. Não creio que dê para retirar muito, nem mesmo o APU, só mesmo troca de equipamento eletrônico.
    Tirando o canhão já está muito bom.

  8. Clésio Luiz 12 de setembro de 2017 at 14:57
    C. L., Qualquer caça pode ser usado como agressor, isto é uma jogada de marketing da SAAB.
    Mas foi válida, pois todos os blogs de aviação vão discutir o assunto e muitos que não conheciam os “Aggressors” vão conhecer.
    Tem Gripen sendo usado até para formar “Test Pilot” e “Flight Test Engineer” na Inglaterra.
    O ETPS forma “Test Pilot” e “Flight Test Engineer” para aviões e helicopteros, usam:
    •Avro RJ
    •Alpha Jet
    •Hawk T1
    •Tucano
    •DA42
    •Tornado GR4
    •Calspan Learjet
    •Saab 340A
    •Hunter
    •SAAB Gripen
    •Airbus A320
    •A109
    •Apache AH-64
    •EC135 FHS
    •Gazelle
    •Bell 205
    •Bell 412
    .
    Seus cursos para aviões ou helicopteros.
    Test Pilot – Class A
    Test Pilot – Class B
    Test Pilot – Bridging Course
    Flight Test Engineer – Class A
    Flight Test Engineer – Class B
    Flight Test Engineer – Bridging Course
    . http://www.etps.qinetiq.com/school/Pages/default.aspx

  9. AL 12 de setembro de 2017 at 14:12
    Bueno 12 de setembro de 2017 at 14:18

    Meu Deus. Geração internet (geração Y e Milleniun).

    Está cheio de publicações atuais sobre o andamento do GripenE.
    Mas se têm de pagar, mesmo que seja pouco, como é o caso de revistas que existem em bancas em qualquer lugar, não fazem.

  10. Camargoer. Viu o esquerdista Bial ontem? Estava falando sobre o orçamento para pesquisa no Brasil.
    Pode nos falar sobre o assunto?
    Houve cortes?
    Em alguma área específica?
    O dinheiro para pesquisa é gasto com o quê exatamente?
    Comprar reagentes?

  11. Nonato, sem envolver posição política no meio, o dinheiro para pesquisa tem várias vertentes diferentes.
    A primeira e mais clássica é o financiamento direto a projetos de pesquisa individuais, por pesquisadores vinculados a institutos de pesquisa e universidades. Neste caso existem três grandes classes de rúbricas, incluindo custeio (reagentes, manutenção de equpamento, vidraria, diárias para atividades de campo, diárias para viagens para eventos ou cursos, software, livros, etc… essencialmente o que você chamou de reagentes). A segunda é o material permanente (essencialmente equipamento de laboratório, em alguns casos mais raros construções). A terceira é bolsas em diferentes níveis (da iniciação científica no ensino médio até a bolsa ao pesquisador como incentivo adicional, passando por iniciação científica na graduação, mestrado, doutorado e pós-doutorado, no Brasil ou no Exterior). Estas modalidades são essencialmente do CNPq e das agências estaduais de pesquisa, tal como FAPESP, FAPERJ, FAPEMIG para ficar nas três maiores, e a do meu estado, a FACEPE (Pernambuco).
    Também temos o financiamento às atividades da pós-graduação, com bolsas e financiamento do custeio dos programas de pós-graduação, essencialmente feita pela CAPES
    Também há o financiamento a projetos instituicionais de maior porte, incluindo construção e compras de equipamentos mais caros, que devem ser de uso de um conjunto maior de pesquisadores, de uma ou mais instituições. Esta fica mais na alçada do CNPq (alguns projetos nacionais e internacionais) e da FINEP
    Finalmente, várias agências trabalham também com o incentivo à pesquisa por empresas privadas, inclusive a EMBRAER, em projetos de desenvolvimento tecnológico.
    Como acho que minha longa resposta deixa claro, sou do meio – no meu caso professor universitário federal, e já vivi profissionalmente épocas de vacas muito magras e muito gordas. O maior problema a meu ver é que nunca soube de uma transição tão brutal de vaca muito gorda para vaca magra de uma vez só. Para dar uma ideia, em Julho de 2015 tivemos um corte de 75% no orçamento aprovado para 2015 para o financiamento das atividades de pós-graduação, que deveria ser finalizado em outubro, e cujos recursos só tinham sido liberados em abril…

  12. Nonato, um último ponto em relação a sua pergunta, o corte não foi em áreas específicas, mas sim no conjunto geral da obra. Colegas meus que tiveram projetos aprovados no principal edital de financiamento da primeira modalidade que comentei, o Edital Universal do CNPq em 2014, e que deveriam ter recebido os recursos na primeira metade de 2015 ainda não tinham recebido até o ano passado…

  13. Eu li em um site (não lembro qual) que esse mês a SAAB vai soltar um relatório do andamento do Girpen E. Só não tinha data especifica…

  14. Olá Nonato, por sorte e saúde, ignoro o Bial. Nisso fico devendo. Por outro lado o Mário explicou bem. No Brasil, o gasto em P&D ficava mais ou menos meio-a-meio entre o privado e o público. Contudo, o setor privado não investe em pesquisa científica mas sim em pesquisa tecnológica (o que é correto). Por exemplo, aprimorando alguma tecnologia existente, desenvolvendo um produto, etc. Por alguns anos fiz P&D em uma empresa e a gente focava melhorar o nosso produto. Já a pesquisa científica, ela nem sempre rende produtos por isso tem que se financiada por setores públicos, como era o antigo MCT ou outros ministérios e por governos estaduais. Por exemplo, o SUS financia muita pesquisa na área de saúde nos hospitais universitários. Mais ou menos, metade dos recursos é usada em bolsas para alunos de doutorado (R2.200 por mês) e pesquisadores (uns R$5.000 por mês). O resto é para cobrir custos de material de consumo (reagentes e análises diversas) mas também para dar manutenção nos equipamentos (quanto mais se usa mais se quebra) e uma parte pequena para adquiris novos equipamentos (para substituir os velhos e obsoletos ou porque precisa aumentar ou melhorar alguma coisa). E olha que ainda tem os testes clínicos na área de saúde, tem os testes em campo na área de agricultura e veterinária, e os testes in loco na área de engenharia. Tudo tem que ser feito com rigor e cuidado para não gerar erros. As vezes repetir tudo para confirmar os protocolos. A pesquisa científica e tecnológica andam juntas, não dá para fazer uma e esquecer a outra.

  15. camargoer, só uma correção nos valores de bolsa. Na ordem de experiência:
    Iniciação científica Ensino Médio – não tenho certeza, mas de 200 a 300
    Iniciação científica – 400
    Mestrado – 1500
    Doutorado – 2200
    Pós-doutorado – depende um pouco de modalidades, mas a mais comum é de 4000
    Pesquisador – 1100 a 1500, dependendo do nível – por sinal, o maior valor dela é o reconhecimento profissional – não que eu reclame dos 1100 a mais na minha conta – os níveis 1 (1D a 1A) recebem também um auxílio à pesquisa. O nível 2 (meu caso), não
    Bolsas no exterior e para estrangeiros de alto nível no Brasil – MUITO variáveis de acordo com o nível e país, então não vou nem tentar listar.
    Estes são os valores de CNPq e CAPES. Agências de fomento estaduais podem ter outros valores, e com certeza os da FAPESP são maiores, inclusive nos auxílios

  16. Olá Mário. Obrigado pela correção. Tenho mantido uma planilha com os custos diretos e indiretos do meu laboratório. Geralmente, mantenho um grupo de alunos de pósgraduaçao e uns 3 de IC. Com sorte, consigo financiar um ou dois pesquisadores com doutorado. Esse é o tamanho da equipe que consigo financiar, e sorte que tenho uma bolsa 1D. Ajuda mesmo. Contanto as bolsas e os projetos, meu orçamento anual é da ordem de 700.000 (incluindo material de consumo, bolsas dos alunos, manutenção dos equipamentos, meu salario e custos fixos da infraestrutura). Preciso manter um fluxo de 100.000 reais por ano para manter o laboratório funcionando. Em 10 anos, consegui captar 2,5 milhões de reais, incluindo a aquisição de 2 grandes equipamentos que faço a manutenção e que disponibilizo 1/3 do tempo para a comunidade. Meu gargalo é sempre recursos para pagar as bolsas, mas por outro lado, se eu dobrar a equipe, terei que conseguir mais projetos e provavelmente, sem falar que precisaria ampliar o laboratório.

  17. Eu tenho uma dúvida. Compensa tanto assim retirar em definitivo sua capacidade de lançar mísseis? Não é uma aeronave barata e usada como vejo se utilizar atualmente. Essa mudança em sistemas é muito complicada? Poderia ser feita e a aeronave manter a capacidade de usar armamento real ou é necessário que essa capacidade seja eliminada? Porque, dependendo do valor final, não ficaria um caça desses salgado demais para não ter capacidade de usar armamentos em um caso necessário? Tudo bem que a USAF pode se dar o luxo de fazer isso, mas com orçamentos de defesa cada vez mais apertados pro mundo, ter um produto mono prospect (não é nem mono cliente ainda), pode ser inapropriado.
    .
    Não é retórica, é dúvida mesmo…
    .
    Sds

  18. camargoer, eu prefiro não fazer este tipo de conta (eu sei que é a famosa e mítica saída da avestruz, mas…) . Eu sou de agrárias e no meu caso consigo substituir um bocado de coisa por braço de aluna (entre os meus desorientados de mestrado e doutorado, só um aluno, apesar de ser de agrárias – como os tempos mudam), então tenho uma dependência muito maior das bolsas, com custo muito menor de equipamento e particularmente manutenção…
    No momento são dois IC, dois MS, quatro DR e um PNPD… e tinha margem para mais uns três ou quatro…

  19. Theo, eu creio que o alvo principal são empresas que estão querendo entrar no mercado para prestar serviços, inclusive a Tio Sam… não ter armas nem capacidade para isto seria uma vantagem muito grande, eu acho, do ponto de vista de conseguir as licenças de compra e registro, neste caso. Sairam duas ou três matérias-tema da AirForces (ou CombatAircraft) nos últimos meses discutindo este mercado

  20. Olá Mário.. tá bem complicado… riso. Eu estou com 3 Doc (uma sem bolsa), 1 Mest (sem bolsa) e 2 IC (um sem bolsa) e 2 PD… se eu entrar no laboratório, alguém tem que sair pela janela. riso. Minha sorte é a colaboração com o pessoal da odonto… as duas empresas que trabalham comigo estão adiando tudo.

  21. Pode ser lançado na praça dos três poderes ?
    _______________________________________

    Vão vender pro URSO ?

  22. Theo Gatos e Mario, não é questão de simplesmente ter vantagem desarmado no mercado civil de agressores para regularizar como opção, é que realmente não podem ser vendidos armados e por outro lado não se faz uso de armas nos treinamentos com agressor, mesmo nos aviões militares, afinal o treinamento agressor é entre parceiros.
    Se uma empresa civil comprasse um Gripen C/D para agressor, ele teria que ter o armamento retirado, como todos os agressores, a SAAB só está se adiantando mostrando como seria a sua versão.

  23. Quem vai comprar ?
    Os EUA que são os EUA compraram vários F-5E suíços (que deveríamos ter comprado) para Agressores.
    Daqui a pouco vão usar os F-16.
    .
    E nós nem isso. Empalou-se AT-26, F-103 e F-2000 em condições de voo.

  24. Camargoer, sou velho demais… doutorado em 2001. Devo participar da equipe de uma colega nova da minha universidade…. quanto ao laboratório, se etiver todo mundo junto tem de ser na base da respiração sincronizada… para cad um inspirando alguém exalando…. só que nunca acontece lorque as atividades são distribuidas entre vários laboratorios e casas de vegetação… no meu caso só um ic sem bolsa, inclusive porque meu programa só abre vagas para bolsistas…

  25. Walfrido, você tem toda razão de que não pode comprara com a capacidade de armar, mas me lembro (o que por si só já indica que devo estar errado) que uma das tentativas de venda dos a4 kiwi deu errado por problemas legais na Nova Zelândia

  26. Delfim Sobreira 13 de setembro de 2017 at 1:58
    .
    D. S., alguns países usam a doutrina de ter Esq. dedicados a agressores, como os EUA, Japão e Tailândia e outros, mas não é o caso do Brasil e muitas outras Forças Aéreas.

  27. Olá Mario. Também sou de 2001.. riso. “Classe média”. Nosso programa é mais aberto quanto ao ingresso de alunos, caso contrário ia ficar difícil manter o programa funcionando. Praticamente, todo mundo tem aluno de mestrado sem bolsa dando um gás. Poxa, a gente poderia tentar alguma coisa juntos, não?

  28. Olá, gente.

    Olhando o debate entre Camargoer e Mario dá pra se ter ideia de como a pesquisa no Brasil é feita! Poucos recursos, muitas dificuldades e alguns apaixonados! Com bolsas de 1500 (no meu tempo foi de R$ 1250), 2200 e outros poucos trocados ainda fazem milagres….e tem gente que ainda chama pesquisador de “parasita das tetas do Estado”!

    Enquanto não tivermos pesquisa como uma das prioridades, como um objetivo de Estado e nao de governo, nao teremos defesa em estado da arte e nao teremos autossustentabilidade em defesa. Seremos sempre dependentes de tecnologia de fora e dos humores e tensões politicas externas.

  29. Luciano, obrigado pela parte que me toca, mas só para esclarecer um ponto. A realidade do financiamento da pesquisa é mais ou menos essa no mundo todo. A taxa de sucesso na obtenção de recursos na principal agência de fomento da pesquisa nos USA é de menos de 10% a mais de década. Os números lá parecem muito maiores do que os nossos porque incluem o financiamento dos estudantes (que geralmente são pagos diretamente pelo pesquisador, quase como salários), de boa parte do pessoal de apoio (que aqui é parecido com perna de cobra, pelo menos na minha universidade), e um naco muito respeitável – já ouvi falar em até 30% – vai para a instituição como taxa de administração… Um diferencial muito importante da nossa jabuticaba brasileira é que é o único país importante do mundo, em termos de pesquisa, em que a maioria dos doutores está no sistema público de pesquisa/ensino

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